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Aula 12
Logística reversa, 
humanitária, colaborativa e 
sustentabilidade
Meta
› Mostrar a importância da logística reversa;
› Discutir os aspectos relacionados com a logística reversa, humanitária e 
colaborativa;
› Mostrar os elementos chaves da sustentabilidade no âmbito das cadeias de 
suprimentos;
Objetivo
› Ao final desta aula espera-se que você seja capaz de:
- Identificar a importância da logística reversa; 
- Evidenciar como a logística humanitária contribui para mitigar os impactos 
decorrentes dos desastres naturais;
- Apresentar o conceito de logística colaborativa;
- Reconhecer as dimensões da sustentabilidade no âmbito da logística e da 
cadeia de suprimento.
Logística reversa
› A logística reversa se caracteriza pelo planejamento, operação e controle dos 
fluxos reversos de materiais, de produtos acabados e de informações relacionadas, 
do ponto de consumo ao ponto de origem, para recuperar valor ou fazer o 
descarte de maneira apropriada (Valle e Souza, 2013). 
› Uma vez que um produto cumpriu sua função e torna-se obsoleto com potencial 
de descarte ele pode ser interesse da logística reversa. 
› Alguns produtos apresentam restrições naturais de descarte.
› Pode causar sérios impactos ao meio ambiente, gerando obrigação ao fabricante 
para retirá-lo do mercado.
Logística reversa
› As pressões da sociedade para a redução de resíduos destinados a: 
– Aterros e lixões
– Aspectos legais
– Ecológicos
– Ambientais
› Responsabilidade social aliados a imagem da empresa geradora do resíduo geram 
demandas para a logística reversa.
Logística reversa
› Dependendo do tipo de produto:
– O fabricante é obrigado a desenvolver um canal reverso para recolher do 
mercado produtos ou parte deles que já ultrapassaram sua vida útil.
– Alguns até com pouco uso poderão ser recolhidos podendo ser reutilizados no 
processo produtivo.
– Por meio da recuperação de materiais ou componentes.
– Reciclagem reduzindo o descarte final. 
Logística reversa
› Produtos no fim de vida que tem interesse comercial:
– Metálicos (sucatas, cobre e etc.), acabam por si só gerando uma demanda 
própria para logística reversa. 
– Latas de alumínio, montou-se todo um canal reverso operado principalmente 
pelos catadores autônomos. 
– Envio para cooperativas e/ou sucateiros. 
– Empresas recicladoras fazem o seu beneficiamento para serem processados na 
geração de um novo produto.
Logística reversa
Estrutura típica do 
canal logístico reverso, 
onde os produtos ao 
fim de vida são 
coletados para serem 
reaproveitados ou 
destinados 
corretamente.
A logística reversa contribui para a redução de consumo de 
materiais de origem primária através do reaproveitamento.
Logística reversa
Exemplo de logística reversa 
aplicada às latas de 
alumínio, que movimenta 
toda uma cadeia de reuso 
deste material.
Canal reverso composto por 
catadores, cooperativas e 
empresas de reciclagem.
A logística reversa contribui para a redução de consumo de 
materiais de origem primária através do reaproveitamento.
› Logística reversa na prática, Brasil é campeão na reciclagem de latas de alumínio.
Logística reversa
› Alguns setores que também operam com a logística reversa:
– Leilões de empresas (máquinas usadas, sucatas e etc.);
– Pós venda: e-commerce (caso do Mercado Livre que usa o Correio).
– Pós venda: retorno de produtos em lojas de varejo (Supermercados e lojas que 
recebem os produtos usados).
Exemplo de leilões de máquinas e veículos
Logística reversa
› A logística reversa contribui:
– Para propiciar que os produtos que encerram seu ciclo de vida possam ter a 
destinação adequada mitigando os impactos ambientais.
– Promove ganhos sociais com a possibilidade de reciclagem e reuso dos 
produtos e seus componentes que trazem contribuições econômicas.
Logística reversa
› A logística reversa faz parte de uma estratégia empresarial.
– Permite redução de custos com reaproveitamento.
– As empresas que fabricam baterias de carros se utilizam daquelas descartadas 
no final do ciclo de vida. 
– Elas fazem o recolhimento e conseguem recuperar o chumbo e o plástico para 
fabricar uma nova bateria, o que na prática reduz os custos de aquisição de 
matéria prima
Redução do custo de 
produção de novas 
baterias
Logística reversa
› Classificação dos bens produzidos que podem circular pelos canais reversos:
– Bens descartáveis: duração média de vida de algumas semanas:
› embalagens, pilhas, revistas, jornais e etc.;
– Bens duráveis: duração média de vida de alguns anos ou décadas:
› eletrodomésticos, eletrônicos, máquinas, veículos e etc.;
– Bens semiduráveis: duração média de vida de alguns meses a dois anos:
› baterias de celulares, notebook e veículos, computadores e etc. 
Logística reversa
› Aspectos legais que visam favorecer a implantação de processos mais eficientes de 
gestão ambiental. 
› A conscientização ambiental, conforme preconizado no país pela Lei nº 9795/99.
› A implementação de políticas para conscientização ambiental, visa permitir que 
sejam implementadas ações para a conservação do meio ambiente, com foco na 
melhoria da qualidade de vida e na sustentabilidade. 
› Muitas empresas têm utilizado do expediente da educação ambiental, como forma 
de promover ações que melhorem suas operações, dentre elas a logística reversa. 
Logística reversa
› Aspectos legais podem ter influência sobre:
– Tributação - tem impacto negativo sobre a logística reversa, senão privilegiar as 
atividades de reaproveitamento de bens.
– Incentivos - governos podem desenvolver ações para a aquisição de produtos e 
materiais reaproveitados.
– Penalização - sobre as atividades que não atendem o retorno correto dos 
produtos no pós-consumo.
– Participação empresarial e responsabilidades - no desenvolvimento de leis 
relativas ao retorno de produtos e materiais e a definição de responsabilidades de 
cada elo da cadeia reversa
Logística reversa
› No Brasil, o Art. 3º da Lei 12.305/2010 define que a logística reversa é um 
instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto 
de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos 
resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em 
outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.
› A logística reversa está institucionalizada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, 
definindo inclusive os setores que devem prioritariamente realizar esta atividade, em 
função das características de seus produtos.
Logística reversa
› O Art. 33 da Lei 12.305/2010 estabelece que:
– São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno 
dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de 
limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, 
distribuidores e comerciantes de: 
– I - agrotóxicos; 
– II - pilhas e baterias; 
– III - pneus; 
– IV - óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; 
– V - lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; 
– VI - produtos eletroeletrônicos e seus componentes. 
Logística reversa
› Os responsáveis por estes produtos devem seguir a Lei 12.305/2010 e 
operacionalizar os canais reversos para recolhimento e destinação dos respectivos 
produtos, que podem causar impactos ao meio ambiente.
› Isso pode ser realizado por meio de acordo entre os setores empresarial e público, 
mas sob a responsabilidade dos atores envolvidos no processo, conforme preconiza 
a lei. 
› Estes ainda devem implementar procedimentos para o recolhimento dos produtos 
usados, disponibilizar posto de entregas, podendo operar em parcerias com 
cooperativas e catadores e etc.
Logística reversa
› A Lei ainda estabelece a responsabilidade entre os atores envolvidos no processo da 
logística reversa desses produtosno que tange a destinação final.
› O país dispõe de uma estrutura legal que busca fomentar a realização da logística 
reversa, principalmente para os produtos que são identificados como críticos no 
âmbito da lei. 
› É por isso, que existe um esforço de muitas empresas no recolhimento destes 
produtos no mercado, utilizando-se dos canais reversos para recolhimento, por 
exemplo, pontos de coletas em supermercados, shopping, locais de grande 
movimento ou junto aos consumidores.
Logística humanitária
› Como o próprio nome sugere, humanitária significa lidar com as necessidades 
humanas. 
› O dicionário explica que o termo humanitário se refere à: filantrópico; aquele que 
busca promover o bem-estar dos indivíduos, da humanidade, buscando incentivar 
reformas sociais. 
› Milhares de pessoas diariamente se encontram expostas a riscos de desastres, como 
secas, inundações, terremotos e tsunamis. 
› Riscos relacionados com o meio ambiente, ameaças físicas e naturais e com as 
condições sociais em que as pessoas vivem. 
Logística humanitária
› A logística humanitária trata-se de um ramo especial dentro da logística, pois é 
responsável por gerenciar respostas da cadeia de suprimentos de materiais e 
serviços em situações críticas, com picos de demanda oscilantes, incerteza dos 
suprimentos necessários e com janelas de tempo críticas (Apta, 2009).
Logística humanitária
› Aspectos associados:
› Vulnerabilidade:
– Construções aglomeradas e irregulares;
– Impermeabilização excessiva do solo;
– Má drenagem e bueiros entupidos; 
– Desmatamento;
– Erosão; 
– Terrenos inclinados propiciando os desastres;
Logística humanitária
› Condições sociais:
– Pobreza;
– Violência;
– Economia do município frágil;
– Infraestrutura inadequada;
– Moradia em áreas de risco sujeitas às intempéries do clima;
– Falta de acesso a serviços de saúde;
– Despreparo e falta de treinamento de equipes;
– Falta de competências adequadas para lidar com as consequências são fatores de risco 
para a ocorrência de desastres;
Logística humanitária
› Aumento da população;
› Ocupação desordenada das cidades e áreas de riscos; 
› Intenso processo de urbanização;
› Exemplos:
– Por exemplo, no estado do Rio de Janeiro, entre 2009 e 2017, ocorreram 
desastres significativos. 
– A região Sul Fluminense, na cidade de Angra dos Reis que em 2009, pessoas 
morreram e ficaram desabrigadas na cidade. 
Logística humanitária
› Nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, região Serrana, em 2011 
também foi obtido um número elevado de mortos, desaparecidos e desabrigados. 
› As principais causas destes eventos foi o deslizamento de terra e inundações devido 
às fortes chuvas.
› No Brasil a maior parte das ameaças naturais que podem vir a ser um risco de 
desastre natural relaciona-se com fatores climáticos.
› Épocas chuvosas acontecem inundações e movimentos de massa. 
› Durante a seca aumentam os riscos de estiagem, secas hídricas e incêndios.
Logística humanitária
› Além do impacto ambiental, os desastres naturais acarretam impactos econômicos e 
sociais:
– Estabelecimentos comerciais são destruídos;
– Redução da quantidade de visitantes entrando e saindo das cidades;
– Pessoas perdem suas casas;
– Passam necessidades de fome e sede;
– Perdem seus objetos pessoais e outros;
Logística humanitária
› É necessário oferecer o suporte às pessoas vitimadas que podem ser desalojadas ou 
desabrigadas. 
› Os desalojados perdem suas casas temporariamente, pois podem retornar ao local, 
após as condições estarem propícias.
› Os desabrigados perdem suas casas definitivamente, seja em função da sua 
destruição total ou devido às mesmas apresentarem riscos de desabamentos ou 
risco de vida aos moradores.
Logística humanitária
› Um dos principais aspectos envolvidos na logística humanitária refere-se ao fato de 
lidarem com vidas humanas. 
› Demanda sistemas de informação quando existentes sejam eficientes e precisos.
› Porém na prática a maioria são pouco confiáveis e incompletos, sendo que a 
demanda por serviços e atendimentos são geradas por eventos aleatórios. 
Logística humanitária
› As ações envolvem:
– Um trabalho permanente e contínuo, com planejamento definido, assim, as 
instituições se tornam preparadas para manejar o desastre. 
– O impacto causado é amenizado pelas ações que foram programadas.
– Busca-se atingir o impacto social e não o lucro, apesar de estarem atentos aos 
desejos dos doadores e ao limite do orçamento disponível.
– Procura-se amenizar o sofrimento das pessoas através de projetos que tornam o 
momento de caos em momentos mais estruturados. 
Logística humanitária
› Gestão ocorre:
– A alta interação entre os participantes para que possa obter sucesso na 
operação. 
– A distribuição final pode ser um dos maiores desafios da logística, já que a maior 
parte da infraestrutura se encontra danificada ou destruída.
– As redes de suporte são primordiais para que se possa realizar o atendimento 
diante de situações críticas, aquelas pessoas vitimadas.
Logística colaborativa
› No âmbito da logística nos últimos anos passou-se a incorporar o conceito de 
colaborativo, que segundo o dicionário significa: 
– Ato ou efeito de colaborar, concurso, ajuda, auxílio: trabalhar em colaboração.
– As empresas perceberam que poderiam trabalhar em conjunto, estabelecendo 
então logística colaborativa.
– Duas ou mais empresas independentes trabalham em conjunto a fim de planejar e 
executar operações ligadas à cadeia de suprimentos com mais sucesso do que se 
agirem isoladamente. 
Logística colaborativa
› A logística colaborativa é uma integração dos participantes da cadeia de suprimentos 
com o objetivo de desenvolver estratégias e planos operacionais cooperativos, 
beneficiando principalmente o consumidor com melhores produtos e melhores 
serviços agregados, trazendo vantagens competitivas para todos os participantes. 
Logística colaborativa
› Objetivos:
– Oportunidade de redução de custos e aumento de produtividade para 
continuarem a serem competitivas, por isso, em algumas situações decidem 
trabalhar em conjunto.
– Uma aplicação objetiva da logística colaborativa refere-se ao transporte de 
cargas, ou seja, através do compartilhamento de um mesmo veículo para a 
movimentação de cargas. 
– Racionalização dos recursos e redução dos custos.
Logística - Sustentabilidade
› Sustentabilidade é a capacidade de um ecossistema absorver tensões ambientais 
sem, perceptivelmente, mudar seu estado ecológico para um estado diferente. 
› A legitimação do termo ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas para o 
Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1992, no Rio de Janeiro. 
› O desenvolvimento sustentável implica em atender as necessidades das gerações 
presentes sem comprometer sua capacidade para as gerações futuras para encontrar 
suas próprias necessidades. 
Logística - Sustentabilidade
Logística - Sustentabilidade
› O conceito também se expande para a gestão da cadeia de suprimentos e logística, 
uma vez que a sustentabilidade pode ser vista em quatro dimensões:
– Ambiental – meio ambiente; 
– Ética – responsabilidade social; 
– Educacional - capacitação de colaboradores para práticas sustentáveis; 
– Econômica – reduzir custos da cadeia de suprimentos; 
Logística - Sustentabilidade
› Na cadeia de suprimentos:
– Emissões de gases de efeito estufa (GEE).
– As emissões ocorrem em função dos seguintes parâmetros: 
– Tipo de modo de transporte 
– Distância a ser percorrida
– Peso da carga transportada
– Eficiência energética dos veículos
– Fator de manuseio
– Percentual da carga vazia e conteúdo poluidor da fonte de energia
– Norma EN-16258/2012 apresenta uma metodologia de cálculo das emissões de CO2.
Logística - Sustentabilidade
As emissões são calculadas da seguinte forma:
G= W x D x EF
Onde:
G = emissões de gases de efeito estufa (GEE) em gCO2 equivalentes
W = pesoda carga em toneladas ou TEU (Twenty-foot Equivalent Unit) medida para um 
contêiner de 20 pés
D = distância percorrida em km
EF = fatores de emissão dos (GEEs) em função da característica dos veículos, em 
gCO2/tkm
Logística - Sustentabilidade
› Cada modal de transporte apresenta uma contribuição diferente em termos de 
gCO2/tkm. 
Logística - Sustentabilidade
› Considere o transporte de peças de aço de Blumenau (Santa Catarina) até Salvador 
(Bahia). Existem duas alternativas para realizar o transporte, sendo a primeira 
totalmente rodoviária. A segunda alternativa consiste em realizar uma operação 
intermodal, em que se utilizam caminhões para levar o produto até o porto de Itajaí, a 
57 km de Blumenau. Na sequência a carga é transferida para um navio que faz a 
navegação de cabotagem (costeira) até o porto de Salvador numa distância de 2.060 
km. Posteriormente, é realizado o transporte rodoviário até o ponto de distribuição 
localizado a 20 km do porto. O volume de carga a ser distribuído é 10.000t/ano. 
Deste modo, pergunta-se, qual alternativa de transporte é menos poluente para 
realizar todo o transporte da carga? 
Logística - Sustentabilidade
› As distâncias aproximadas envolvidas são as seguintes:
› Alternativa rodoviária - Blumenau - Salvador:
› Distância percorrida= 2.533 km
› Alternativa de cabotagem - Blumenau - Salvador:
› Distância da fábrica - Blumenau até o Porto de Itajaí = 57 km
› Distância marítima - Porto de Itajaí até o Porto de Salvador = 2060 km
› Distância do Porto de Salvador até a distribuição = 20 km.
Logística - Sustentabilidade
› Como são empregados dois modos de transporte, consideram-se os seguintes 
fatores de emissão:
› Rodoviário = 50 gCO2/tkm
› Marítimo = 15 gCO2/tkm
› Para converter as emissões em toneladas é necessário dividir 106.
Logística - Sustentabilidade
› Calculando as emissões para entrega direta rodoviária:
› G = (10.000 t x 2.535 km x 50 gCO2/tkm)/1.000.000 = 1.267 tCO2
› Calculando as emissões para entrega da fábrica no porto em Itajaí:
› G = (10.000 t x 57 km x 50 gCO2/tkm)/1.000.000 = 28,5 tCO2
› Calculando as emissões do transporte marítimo até Salvador:
› G = (10.000 t x 2060 km x 15 gCO2/tkm)/1.000.000 = 309 tCO2
› Calculando as emissões para entrega do Porto de Salvador - distribuidor:
› G = (10.000 t x 20 km x 50 gCO2/tkm)/1.000.000 = 10 tCO2
› Emissão total do transporte intermodal = 347,5 tCO2
Logística - Sustentabilidade
› Tecnologias empregadas aos veículos para redução das emissões, GNV, eletricidade, 
metanol e navio utilizando velas rotativas.
Conclusões
› A logística reversa cada vez mais tem sido incorporada nas estratégias das 
organizações que buscam atender os requisitos legais, bem como obter vantagens 
competitivas com a implementação de práticas sustentáveis. 
› A logística humanitária foca no atendimento das necessidades imediatas devido a 
desastres naturais. A pronta resposta é fundamental para garantir que vidas sejam 
salvas e a mitigação dos danos aos sobreviventes. 
› A logística colaborativa tem sido utilizada por empresas de vários setores com 
objetivo de otimizar a utilização dos recursos e conseguir redução de custos 
logísticos. 
Conclusões
› Essa estratégia envolve a cooperação e o compartilhamento de recursos entre 
diferentes empresas ao longo da cadeia de suprimentos, visando alcançar 
eficiência e benefícios mútuos.
› No âmbito da sustentabilidade, a intermodalidade tem sido utilizada pelas 
empresas como vantagem competitiva em função da redução das emissões e 
economias nos custos de transporte.
› Redução de emissões pode gerar crédito de carbono.
› Algumas empresas inclusive estão utilizando caminhões com GNV para reduzir as 
emissões totais de CO2 e obter alguma vantagem em relação ao custo de 
combustível.
Referências
› APTA, Aruna. "Humanitarian logistics: A new field of research and action." Foundations and trends® in
technology, information and operations management 3.1 (2010): 1-100.
› BRASIL. (1999) Lei n. 9795 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental. Política 
Nacional de Educação Ambiental. Disponível em: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm.
› BRASIL. (2010) Lei nº. 12.305, de 2 de agosto de 2010: Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. 
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm.
› VALLE, Rogerio, e Ricardo Gabbay de Souza. Logística reversa: processo a processo. Grupo GEN, 2013.
› BARBOSA, Luciane Pereira. Sustentabilidade e competitividade na cadeia logística: redução de 
emissões de gases de efeito estufa com o uso do modal de transporte cabotagem: estudo de caso. 
2018. Tese de Doutorado.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm
	Slide 1: Aula 12 Logística reversa, humanitária, colaborativa e sustentabilidade 
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	Slide 3: Objetivo
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	Slide 21: Logística humanitária
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	Slide 28: Logística humanitária
	Slide 29: Logística humanitária
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	Slide 31: Logística colaborativa
	Slide 32: Logística colaborativa
	Slide 33: Logística colaborativa
	Slide 34: Logística - Sustentabilidade
	Slide 35: Logística - Sustentabilidade
	Slide 36: Logística - Sustentabilidade
	Slide 37: Logística - Sustentabilidade
	Slide 38: Logística - Sustentabilidade
	Slide 39: Logística - Sustentabilidade
	Slide 40: Logística - Sustentabilidade
	Slide 41: Logística - Sustentabilidade
	Slide 42: Logística - Sustentabilidade
	Slide 43: Logística - Sustentabilidade
	Slide 44: Logística - Sustentabilidade
	Slide 45: Conclusões
	Slide 46: Conclusões
	Slide 47: Referências

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