Prévia do material em texto
Voltar 1 ponto e passar a se dedicar exclusivamente a atividades acadêmicas, a ginecologista Angélica Miranda, da Universidade Federal do Espírito Santo, recebeu em mulher intrigada com as manchas vermelhas na pele que outros quatro médicos não haviam conseguido diagnosticar de modo satisfatório. "Era uma mulh eiro único, que não se achava em risco para infecções sexualmente conta a médica. exames de sangue, diagnóstico indicou doença causada pela bactéria Treponema pallidum e transmitida por contágio sexual. marido da paciente no início, mas depois contou que, semanas antes, em uma viagem de trabalho, saiu para uma noitada com colegas, bebeu demais, teve uma e se infectou. casal recebeu injeções de penicilina e a infecção desapareceu em poucos dias. lo desconhecimento de profissionais da saúde e pela dificuldade na interpretação do diagnóstico, a doença reemergiu com força e se tornou a infecção ransmissível (IST) que mais se expandiu na última década. De acordo com Boletim do Ministério da Saúde (MS) de outubro de 2020 (ver gráficos), número dos da chamada sífilis adquirida (transmitida por meio do contato sexual) passou de 3.925 em 2010 para 152.915 em 2019, na faixa de idade en uisa Fapesp. Em silêncio, a sifilis avança. Fioravanti, Disponível em https://revistapesquisa fapesp br/em-si avanca/ Acesso em om especialistas, a tornou-se um problema de saúde pública na atualidade, pois pansão alimentada pelo desconhecimento de profissionais da saúde, pela dificuldade na interpretação do diagnóstico e no controle da transmissão. ntomática no primeiro ano, como gonorreia e que transforma paciente em vetor de transmissão por seu desconhecimento. ratamento mediante retrovirais, de alto custo, que sobrecarrega a rede pública de saúde, encarregada da distribuição gratuita do remédio. nais difusa das infecções sexualmente já que contágio se dá por secreções corporais como lágrimas, saliva e esperma. escolha 1 ponto a imagem a seguir: Pesquisar POR 22:40 PTB2 28/04/2026