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Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI	Comment by Carlos Rodrigo De Oliveira: Utilize este arquivo da maneira em que está formatado, apenas alterando o seu conteúdo.
Ciências contábeis (6871826) – Experiência Profissional: Educação Empreendedora
PRÁTICAS PROMOTORAS DO EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO EM EMPRESAS ATUANTES NO BRASIL: UM ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS
Autor: Kelvin Lucas lira de lima
Tutor externo: Maike Bauler Theis
PARÁGRAFO DE INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA
No século XXI, o mundo dos negócios se mostra incrivelmente dinâmico, movido por mudanças tecnológicas, sociais e econômicas. Diante disso, as empresas se deparam com desafios cada vez maiores, que exigem uma capacidade constante de se adaptar e inovar. Nesse cenário, o empreendedorismo corporativo surge como uma tática essencial para gerar valor de forma duradoura. 
Este estudo se concentra em descobrir e analisar as práticas de gestão empresarial que incentivam o empreendedorismo dentro de empresas que atuam no Brasil, adotando uma abordagem qualitativa e exploratória por meio do estudo de vários casos. A escolha desse tema se justifica não apenas pela importância acadêmica do conceito de empreendedorismo interno, mas também por sua aplicação prática como ferramenta para manter a competitividade da empresa. O empreendedorismo corporativo é visto como um conjunto de ações que acontecem dentro de empresas já estabelecidas, onde os próprios funcionários agem como agentes de mudança, promovendo inovações em produtos, processos ou modelos de negócios. A motivação para este estudo também se encontra na falta de pesquisas focadas na realidade brasileira, principalmente no que se refere às práticas de gestão que realmente estimulam o comportamento empreendedor dos funcionários.
 O estudo se limita à análise de cinco empresas de diferentes setores da economia brasileira, reconhecidas pelo Instituto Brasileiro de Intraempreendedorismo (IBIE) como organizações inovadoras. As práticas analisadas incluem recompensas e incentivos, apoio da alta administração, estrutura organizacional, autonomia e tolerância ao erro. O objetivo geral é entender como essas práticas funcionam como impulsionadores para o surgimento e manutenção de iniciativas empreendedoras internas. Este resumo expandido está organizado em quatro seções principais: a introdução e justificativa do tema; o embasamento teórico que apoia a análise; a discussão aprofundada dos dados coletados; e, finalmente, as reflexões finais sobre os resultados e suas contribuições.
PARÁGRAFO DE EMBASAMENTO TEÓRICO 
Vários estudiosos têm se dedicado ao conceito de empreendedorismo corporativo ao longo das últimas décadas, ligando-o diretamente à capacidade de inovação de uma empresa. Zahra e Garvis (2000) foram pioneiros ao relacionar o comportamento empreendedor dos funcionários à criação de inovações e à melhoria do desempenho competitivo das empresas. 
Já Kuratko et al. (2005) ressaltam que o ambiente de uma empresa deve ser estrategicamente planejado para permitir o surgimento contínuo dessas iniciativas. De acordo com Antoncic e Hisrich (2001), o empreendedorismo interno é caracterizado pela busca de novas oportunidades dentro da própria empresa, o que envolve comportamentos como proatividade, tomada de riscos e inovação. Para que esse comportamento se desenvolva, é essencial criar mecanismos institucionais de apoio, como sistemas de recompensa e políticas de autonomia. Pinchot (1985), um dos primeiros autores a abordar o tema, definiu o intraempreendedor como aquele funcionário que age como um “empreendedor dentro da empresa”, e defende que a culturaA cultura de uma empresa precisa aceitar falhas como aprendizado para inovar. 
Além disso, Goosen e outros (2002) e Hayton (2005) defendem que a sintonia entre a cultura interna e as ações de gestão focadas em inovação é crucial. Eles mostram que organizações muito formais ou com muita burocracia impedem o espírito empreendedor. Kuratko e Goldsby (2004) propõem que ter dinheiro disponível e tempo livre no trabalho para projetos novos são pontos importantes para incentivar o empreendedorismo dentro da empresa. Assim, criar um lugar bom para inovar depende de criar e usar ações de gestão que valorizem as pessoas criativas.
PARÁGRAFO DE ANÁLISE E DISCUSSÃO
Inspirado no estudo de Vilas Boas e Santos (2014), um exame detalhado de cinco companhias brasileiras, notórias por seus esforços em empreendedorismo, foi conduzido através de múltiplos estudos de caso. A análise possibilitou a identificação de seis categorias de práticas de gestão que são essenciais para promover o empreendedorismo dentro das empresas: sistemas de recompensas e reconhecimento; acesso facilitado a recursos; uma postura que tolera o erro; incentivo vindo da liderança; uma estrutura da empresa que favorece a inovação; e, por fim, a autonomia dada aos funcionários. 
Os sistemas de recompensas, seja através de incentivos financeiros, reconhecimento simbólico ou aclamação pública, se mostraram extremamente valiosos. Por exemplo, a Empresa B estabeleceu um sistema de competição interna entre projetos, celebrando os vencedores em eventos da empresa. A Empresa C, além de oferecer prêmios técnicos, possibilita a publicação de artigos científicos e concede visibilidade externa, aumentando o prestígio dos empreendedores internos. 
Já a Empresa D oferece uma parte dos lucros de novos negócios, o que estimula os funcionários a participarem ativamente de todo o processo de inovação. No quesito recursos, todas as empresas analisadas permitiam o uso tanto de recursos internos quanto externos. A Empresa C se destacava por manter uma área institucional dedicada a apoiar a inovação, enquanto a Empresa D mantinha fundos específicos e equipes designadas exclusivamente para projetos inovadores.
 O tempo também foi identificado como um recurso limitado, embora em algumas empresas os gerentes pudessem ajustar as horas de trabalho para investir em iniciativas empreendedoras. Em relação à aceitação de erros, foi notado que, apesar de nenhuma empresa ter políticas formais para lidar com falhas, havia um entendimento implícito de que erros são parte do processo de experimentação. 
A Empresa A se destacou por permitir que os funcionários testassem novas abordagens em suas tarefas diárias sem precisar de aprovação prévia. Por outro lado, a Empresa D adotava uma abordagem mais cautelosa, responsabilizando os envolvidos em caso de erros significativos. O apoio da alta administração também se mostrou um fator crucial. Em todas as empresas analisadas, havia líderes e fundadores que defendiam e promoviam a inovação através de suas palavras e ações.
 A Empresa C organizava eventos semestrais para dar destaque às iniciativas inovadoras, e a Empresa E promovia treinamentos específicos para capacitar gerentes empreendedores. Esse apoio institucional era encarado pelos funcionários como um sinal positivo para inovar. A estrutura da empresa também se mostrou um diferencial importante. Empresas com estruturas mais flexíveis, com menos níveis hierárquicos, facilitavam a troca de ideias e propostas. 
A Empresa B possuía uma vice-presidência dedicada a novos negócios, responsável por coordenar as políticas de empreendedorismo interno em todo o grupo, o que demonstra um alto nível de formalização dessas práticas. Finalmente, a autonomia foi um ponto fundamental. Enquanto algumas empresas exigiam permissão para qualquer mudança nas rotinas de trabalho, outras, como a Empresa A, incentivavam a experimentação livre. Essa autonomia era sempre limitada por regras de segurança e qualidade, mas quando bem utilizada, impulsionava os funcionários se sentiam mais parte da empresa, com um objetivo claro.
PARÁGRAFO DE REFLEXÕES FINAIS
Após essa análise, fica claro que o empreendedorismo nas empresas é algo bem complexo, precisando de vários pontos de gestão para dar certo. O estudo apontou que dar prêmios, ter apoio da empresa, aceitar erros e dar liberdade aos funcionários são coisas essenciais para que novas ideiasapareçam e se mantenham. Juntando tudo isso de forma inteligente e de acordo com a cultura da empresa, cria-se um ambiente bom para inovar e para que os funcionários se sintam a familiarizados com empresa e com o trabalho.
 Fazer este trabalho me ajudou muito a crescer na faculdade e no trabalho, me fazendo entender melhor como a gestão pode ajudar ou atrapalhar o empreendedorismo. Vi como formas diferentes de organizar as coisas, mesmo em situações parecidas, podem ter resultados diferentes quando se trata de incentivar a inovação. Um dos maiores desafios foi analisar e comparar empresas diferentes, juntando tudo isso com uma base teórica forte. 
Mas, o que descobrimos mostra que, com práticas certas e incentivo constante, dá para transformar os funcionários em pessoas que fazem a diferença, colocando o empreendedorismo como algo essencial na empresa. Mas na vida dos funcionários também.
REFERÊNCIAS 	Comment by Carlos Rodrigo De Oliveira: Siga as Normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBR 6023), como nos exemplos dados.
BOAS, Eduardo Pinto Vilas; SANTOS, Silvio Aparecido dos. Empreendedorismo corporativo: estudo de casos múltiplos sobre as práticas promotoras em empresas atuantes no Brasil. R. Adm., São Paulo, v. 49, n. 2, p. 399-414, abr./maio/jun. 2014.
KURATKO, Donald F. et al. A Framework for Understanding Corporate Entrepreneurship. Entrepreneurship Theory and Practice, v. 29, n. 2, p. 49-63, 2005.
ZAHRA, Shaker A.; DESS, Gregory G. Entrepreneurship as a Field of Research: Encouraging Dialogue and Debate. Academy of Management Review, v. 26, n. 1, p. 8- 10, 2001.
ANTONCIC, B.; HISRICH, R. D. Intrapreneurship: Construct refinement and cross- cultural validation. Journal of Business Venturing, v. 16, n. 5, p. 495-527, 2001.
PINCHOT, Gifford. Intrapreneuring: Why You Don't Have to Leave the Corporation to Become an Entrepreneur. Harper & Row, 1985.
GOOSEN, C. J.; DE CONING, T. J.; SMIT, E. M. Corporate entrepreneurship and financial performance: The role of management. South African Journal of Business Management, v. 33, n. 4, p. 21-27, 2002.
HAYTON, J. C. Promoting corporate entrepreneurship through human resource management practices: A review of empirical research. Human Resource Management Review, v. 15, n. 1, p. 21-41, 2005.
 Acadêmico do Curso de Cienc em XXXXXXXXXX; E-mail: fulanodetal@aluno.uniasselvi.com.br 
 Tutor Externo do Curso de XXX em XXXXXXXXXXXX – Polo XXXXXXXXX; E-mail: ciclanodetal@tutor.uniasselvi.com.br
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso (TURMA) – Nome da disciplina
TÍTULO DO RESUMO EXPANDIDO
Autor(es): Nome do Acadêmico[footnoteRef:1] [1: Acadêmico do Curso de XXX em XXXXXXXXXX; E-mail: fulanodetal@aluno.uniasselvi.com.br ] 
Tutor externo: Nome do Orientador[footnoteRef:2] [2: Tutor Externo do Curso de XXX em XXXXXXXXXXXX – Polo XXXXXXXXX; E-mail: ciclanodetal@tutor.uniasselvi.com.br] 
A introdução deve antecipar ao leitor o que será tratado no texto e funciona como um roteiro. Nessa etapa do trabalho você deverá discorrer sobre o objeto de estudo escolhido bem como fazer a justificativa da escolha de forma fundamentada. Além disso, deve apresentar também a delimitação do tema, a problematização e o objetivo geral. Esses itens devem ser descritos brevemente, e a introdução como um todo deve ter no mínimo 2 parágrafos (cada parágrafo deve conter no mínimo 9 linhas).
No embasamento teórico é o momento de buscar subsídios em outras pesquisas já realizadas para compreender uma área do saber, de modo a explorar conhecimentos uteis e práticos para o contexto do trabalho. O embasamento teórico deverá ter no mínimo 2 parágrafos (cada parágrafo deve conter no mínimo 9 linhas). Lembre-se de apresentá-la e discuti-la reflexivamente, tomando como ponto de partida a sua futura profissão.
Em análise e discussões do resumo expandido, você deverá realizar a análise do objeto de estudo que escolheu com base nas orientações da disciplina. Lembre-se que esta análise deve partir de reflexões próprias sobre o assunto e sobre as leituras que realizou e descreveu no embasamento teórico. Esta seção deve ter no mínimo 3 parágrafos (cada parágrafo deve conter no mínimo 9 linhas). 
Conclua o seu resumo expandido apresentando como este estudo contribuiu para sua formação. Discorra sobre os objetivos propostos a fim de refletir se foram alcançados. Relate as dificuldades e possibilidades encontradas durante a realização do trabalho informando resultados. A reflexão final deve conter no mínimo 1 parágrafo (cada parágrafo deve conter no mínimo 9 linhas).
REFERENCIAS
SOBRENOME, Nome. Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, ano. 
SOBRENOME, Nome (Org.). Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, ano. 
SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título da revista, cidade, editora, volume, número do fascículo, páginas (inicial e final do artigo), mês e ano. 
SOBRENOME, Nome. Título do texto. Disponível em: Acesso em: dia, mês e ano. 
ENTIDADE. Título da publicação. Edição. Local: Editora, ano.

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