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APG 23 - DOENCAS DESMIELINIZANTES
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Neurologia Universidade do Vale do ParnaibaUniversidade do Vale do Parnaiba

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Definição e Características Fisiopatologia Imunológica EM é doença autoimune crônica que Ativação desregulada de linfócitos desmieliniza a substância branca do T periféricos inicia processo SNC. inflamatório. Caracteriza-se por surtos Linfócitos e monócitos atravessam recorrentes e períodos de remissão a barreira hematoencefálica e clínica variável. atacam SNC. A resposta inflamatória contínua Produção contínua de citocinas e causa agressão progressiva à bainha anticorpos causa desmielinização e de mielina. cicatrizes. EM é a segunda maior causa de Fatores ambientais como vírus e incapacidade não traumática em baixa vitamina D favorecem ativação adultos jovens. da resposta Thl. Esclerose Fisiologia da Mielina Epidemiologia A substância branca corresponde a 60% do volume encefálico Múltipla Prevalência maior em regiões temperadas e em total. indivíduos caucasianos. Mielina é formada por No Brasil, prevalência oligodendrócitos no SNC e varia entre 5 a 20 casos células de Schwann no SNP. por 100.000 habitantes. A bainha de mielina atua como Predomina em adultos isolante elétrico para jovens entre 20 e 40 axônios nervosos. anos, com maior Mielina é composta por 70% incidência no sexo lipídios e 30% proteínas, com feminino. alto colesterol. Diagnóstico e Tratamento Fatores ambientais e Diagnóstico baseado em critérios geográficos influenciam clínicos, ressonância magnética e a distribuição da análise do líquor. doença. Aspectos Anatomopatológicos Ressonância evidencia lesões ovoides, dedos de Dawson e black Manifestações Clínicas Placas desmielinizadas variam em holes na substância branca. Sintomas sensitivos são mais tamanho e localizam-se em regiões Tratamento inclui drogas comuns, incluindo hipoestesia, periventriculares. modificadoras de doença de parestesia e dor. Fase aguda apresenta infiltrado primeira e segunda linha. Alterações motoras incluem inflamatório perivenular com Pulsoterapia com metilprednisolona espasticidade, hiperreflexia e linfócitos e macrófagos. é usada para tratamento de surtos sinal de Babinski positivo. Lesões crônicas mostram gliose e agudos. Neurite óptica causa perda perda da capacidade proliferativa visual unilateral com dor dos oligodendrócitos. retro-ocular associada. Lesões podem acometer cerebelo, Manifestações gênito-urinárias nervo óptico, medula espinhal e e psiquiátricas impactam pedúnculos cerebelares. significativamente a qualidade de vida.

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