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COMUNICAÇÃO
NÃO VIOLENTA 
(CNV)
PROFESSOR LUCAS ARAÚJO 
Português | MUNDO DO TRABALHO
OBJETIVOS DA
AULA
1 - C o n h e c e r o c o n c e i t o e a h i s t ó r i a d a
C o m u n i c a ç ã o n ã o v i o l e n t a .
2 - C o m p r e e n d e r o s 4 c o m p o n e n t e s q u e
f o m e n t a m o u s o d a C n V .
3 - I m p l e m e n t a r a C o m u n i c a ç ã o n ã o
v i o l e n t a n a s u a p r á t i c a c o t i d i a n a e n o
t r a b a l h o .
D e s e n v o l v e r a h a b i l i d a d e d e f a l a r e
o u v i r , d e m o d o a l e v a r o s i n d i v í d u o s a
s e e n t r e g a r e m d e c o r a ç ã o ,
p o s s i b i l i t a n d o a c o n e x ã o c o m s i
m e s m o s e c o m o s o u t r o s , p e r m i t i n d o
a s s i m q u e a c o m p a i x ã o s e d e s e n v o l v a .
OBJETIVO DA
COMUNICAÇÃO 
NÃO VIOLENTA
A ORIGEM
No início dos anos 60, durante o auge do movimento a
favor dos diretos civis e contra a segregação racial nos
Estados Unidos, o psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg atuava como orientador educacional em
instituições de ensino que eliminavam a segregação.
O papel de Rosenberg, durante essa conturbada transição,
era ensinar mediações e técnicas de comunicação. Nesse
contexto, ele elaborou o método da Comunicação Não-
Violenta (CNV).
https://www.napratica.org.br/o-que-e-comunicacao-interpessoal/
O CRIADOR
Em seu livro homônimo, Rosenberg define a Comunicação
Não-Violenta como uma abordagem da comunicação, que
compreende as habilidades de falar e ouvir, que leva os
indivíduos a se entregarem de coração, possibilitando a
conexão com si mesmos e com os outros, permitindo
assim que a compaixão se desenvolva. Quanto à
expressão Não-Violenta, o psicólogo faz uso da definição
de Gandhi, se referindo a uma condição compassiva
natural que aparece quando a violência é afastada do
coração.
https://www.napratica.org.br/opcoes-de-carreira-na-psicologia/
A técnica é baseada em competências de linguagem e comunicação que auxiliam
na reformulação da forma como cada um se expressa e ouve os demais. O
pesquisador propõe que, com a Comunicação Não-Violenta (CNV), as respostas a
estímulos comunicacionais deixem de ser automáticas e repetitivas e passem a
ser mais conscientes e baseadas em percepções do momento, por meio da
observação de comportamentos e fatores que tem influência sobre cada um. Por
meio da escuta ativa e profunda, o método faz com que as interações ocorram
com mais respeito, atenção e empatia.
DETALHANDO O CNV
https://www.napratica.org.br/o-que-e-compreensao-interpessoal-e-empatia/
Para que a Comunicação Não-Violenta (chamada
também de comunicação empática) ocorra, Rosenberg
explica que é preciso os praticantes se concentrem em
quatro componentes, que devem ser expressados de
forma clara:
4 COMPONENTES DA
COMUNICAÇÃO NÃO-
VIOLENTA
https://www.napratica.org.br/simpatia-e-empatia/
Em primeiro lugar, é necessário observar o que
realmente está acontecendo em determinada
situação. O psicólogo sugere questionar se a
mensagem que está sendo recebida, seja por
meio de fala ou de ações, tem algo a acrescentar
de forma positiva. O segredo é fazer essa
observação sem criar um juízo de valor, apenas
compreender o que se gosta e o que não no que
está acontecendo e no que o outro faz.
1. OBSERVAÇÃO 
Depois, é preciso entender qual sentimento a situação
desperta depois da observação. É importante nomear o
que se sente, por exemplo, mágoa, medo, felicidade,
raiva, entre outros. O psicólogo ainda afirma que é
importante se permitir ser vulnerável para resolver
conflitos e saber a diferença entre o que se sente e o que
se pensa ou interpreta.
2. SENTIMENTO
https://www.napratica.org.br/vulnerabilidade-poder-carreira/
A partir da compreensão de qual sentimento foi
despertado, é preciso reconhecer quais necessidades
estão ligadas a ele. Rosenberg ressalta que quando
alguém expressa suas necessidades, há uma
possibilidade maior de que elas sejam atendidas e que a
consciência desses três componentes vem de uma
análise pessoal clara e honesta.
3. NECESSIDADES
Por meio de uma solicitação específica, ligada a ações
concretas, é possível deixar claro o que se quer da outra
pessoa. O especialista recomenda usar uma linguagem
positiva, em forma de afirmação, para fazer o pedido.
Evite frases abstratas, vagas ou ambíguas.
4. PEDIR
Jéssica, quando você grita comigo no ambiente
de trabalho (observação), eu me sinto diminuído
e irritado (sentimento) porque preciso sentir que
sou respeitado e que meus colegas querem me
ajudar a me desenvolver (necessidades). Você
poderia me chamar para conversar em particular
quando se sentir irritada comigo? (pedido). 
EXEMPLO DE COMUNICAÇÃO
NÃO-VIOLENTA
EXEMPLO DE
VAMOS ASSISTIR!
https://www.youtube.com/watch?v=cEHf_NcCw1Q
1.A partir do material e do vídeo de apoio, descreva e
relate uma situação vivida no trabalho ou no âmbito
pessoal em que você poderia ter implementado a
comunicação não violenta. (mínimo 4 linhas)
2. (Prática comunicativa) Um grupo voluntário da turma de
até 4 pessoas, de preferência quem já trabalha ou teve
experiência profissional, irá encenar uma situação
conflituosa de trabalho na qual os 4 pilares da CNV são
utilizados. 
3.Após isso, com a turma em círculo, dicussão coletiva
sobre a importância de implementar a CNV em nossa
vida e no trabalho com base na encenação.
ATIVIDADE E PRÁTICA 
REVISÃO 
E DÚVIDAS!
Observação (fatos sem julgamento);
Sentimentos (emoções); 
Necessidades (o que precisa ser
atendido); 
Pedido (ação clara e específica);
OBRIGADO!
E-MAIL
lucas.araujo@portaliep.com
	COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA (CNV)
	PROFESSOR LUCAS ARAÚJO
	OBJETIVOS DA AULA
	OBJETIVO DA COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA
	A ORIGEM
	O CRIADOR
	DETALHANDO O CNV
	4 COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA
	1. OBSERVAÇÃO
	2. SENTIMENTO
	3. NECESSIDADES
	4. PEDIR
	EXEMPLO DE
	EXEMPLO DE COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA
	VAMOS ASSISTIR!
	ATIVIDADE E PRÁTICA
	REVISÃO E DÚVIDAS!
	OBRIGADO!
	E-MAIL

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