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ENDODONTIA MATERIAIS ENDODÔNTICOS parte ativa Taper: .02 INTERMEDIÁRIO É o que define o comprimento do instrumento: · 31 mm · 28 mm · 25 mm · 21 mm cabo Secção transversal Número de série X 10 = valor do D0 em µm série dos INSTRUMENTOS Série especial: · 6 (rosa) · 8 (cinza) · 10 (roxa) 1ª Série: · 15 (branca) · 20 (amarela) · 25 (vermelha) · 30 (azul) · 35 (verde) · 40 (preta) 2ª Série: · 45 (branca) · 50 (amarela) · 55 (vermelha) · 60 (azul) · 70 (verde) · 80 (preta) 3ª Série: · 90 (branca) · 100 (amarela) · 110 (vermelha) · 120 (azul) · 130 (verde) · 140 (preta) tipos dos INSTRUMENTOS MANUAIS utilizados 1. Tipo K 2. Hedströen 3. FlexoFile Alargador ▲ Tipo K ■ Hedströen ○ Flexofile ■ Forma da parte ativa Aspirais de passo longo Aspirais de passo curto Cones sobrepostos Espirais de passo curto Secção transversal Triangular Quadrangular Circular ou em vírgula Triangular Ângulo de corte 25º 45º 60º 45º Cinemática Rotação e alargamento Limagem, rotação ou combinado Limagem Rotação limagem Limas ROTATÓRIAS São de uso intracanal São para corte, desgaste e limpeza Limas manuais AÇO INOX Limas rotatórias níquel – titânio NI-TI · As limas Ni-Ti são mais flexíveis e mais elásticas comparadas a de aço de 2 a 3X. · Realizam movimentos rotatórios de 360º continuo em sentido horário. taper sistema race Secção transversal triangular Diâmetro (cores - ISO) Conicidade Amarelo 2% Vermelho 4% Azul 6% Verde 8% brocas para o preparo cervical · CP DRILL · GATTES GLIDDEN conceitos gerais – cirurgia de acesso A limpeza consiste em 150 – 200µm O acesso deve ser somente a região apical O preparo endodôntico e diferente de dentística etapas OPERATÓRIAS de cirurgia de aCESSO (ca) 1. PONTO DE ELEIÇÃO 2. DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO 3. FORMA DE CONTORNO INICIAL 4. FORMA DE CONVENIÊNCIA 5. LIMPEZA E ANTISSEPSIA PONTO DE ELEIÇÃO É o ponto que da inicio ao desgaste, realizado pela: · Lingual – anteriores · Oclusal – posteriores direção de TREPANAção É a direção da broca para trepanação. Modifica-se de acordo com o grupo dental, e configuração coronária da cavidade pulpar forma de contorno inicial Topografia da câmara pulpar (após remover o teto). Deve-se considerar fatores anatômicos: a. Tamanho da cavidade pulpar b. Formato da câmara pulpar c. Número de canais e sua localização forma de CONVENIÊNCIA Alteração da forma de contorno com desgaste bem definido. O desgaste possui a função de: a. Acesso livre ao canal b. Acesso direto a curvatura / forame apical c. Controle sobre os instrumentos endodônticos d. Fortalecer as técnicas de obturação limpeza e antissepsia Facilitar a visualização e impedir fragmentos sejam introduzidos no interior do canal · Irrigar / aspirar · Remover tecido cariado · Remover restaurações defeituosas ou metálicas · Remoção de cimento restaurador, tecido necrótico ou raspas dentinárias Resumindo... 1. PONTO DE ELEIÇÃO É O PONTO INICIAL DE ATAQUE DA BROCA NA COROA DO DENTE — ONDE SE COMEÇA A PERFURAÇÃO. GRUPO DENTAL PONTO DE ELEIÇÃO INCISIVOS SUPERIORES TERÇO MÉDIO DA FACE LINGUAL INCISIVOS INFERIORES TERÇO MÉDIO DA FACE LINGUAL CANINOS TERÇO MÉDIO DA FACE LINGUAL PRÉ-MOLARES SUPERIORES CENTRO DA FACE OCLUSAL PRÉ-MOLARES INFERIORES CENTRO DA FACE OCLUSAL MOLARES SUPERIORES E INFERIORES CENTRO DA FACE OCLUSAL, LEVEMENTE PARA MESIA 2. DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO É O EIXO DE PENETRAÇÃO DA BROCA EM DIREÇÃO À CÂMARA PULPAR — DEVE RESPEITAR A ANATOMIA DO DENTE PARA EVITAR PERFURAÇÕES. · A BROCA DEVE SEGUIR O LONGO EIXO DO DENTE · NOS DENTES ANTERIORES: DIREÇÃO PERPENDICULAR À FACE LINGUAL, INCLINANDO EM DIREÇÃO À CÂMARA · NOS POSTERIORES: DIREÇÃO PERPENDICULAR À FACE OCLUSAL · DEVE-SE TER ATENÇÃO ÀS INCLINAÇÕES E ANGULAÇÕES AXIAIS DE CADA DENTE · A TREPANAÇÃO CESSA AO SENTIR A QUEDA (SENSAÇÃO DE PERDA DE RESISTÊNCIA AO ATINGIR A CÂMARA) 3. FORMA DE CONTORNO INICIAL É a delimitação do contorno externo do acesso — define o tamanho e a forma da cavidade na superfície do dente antes de aprofundar. · Determinada pela anatomia da câmara pulpar de cada dente · Deve ser ampla o suficiente para expor todo o teto pulpar · Não deve ser excessiva para preservar estrutura dentária Formas por grupo dental: Dente Forma de Contorno Incisivos e caninos superiores Triangular Incisivos inferiores Oval/elíptica Pré-molares Oval (vestíbulo-lingual) Molares superiores Trapezoidal (base voltada para vestibular) Molares inferiores Retangular ou trapezoidal 4. FORMA DE CONVENIÊNCIA É o refinamento final da cavidade de acesso para permitir a instrumentação dos canais com conforto, segurança e eficiência. Objetivos: · Permitir entrada reta dos instrumentos nos canais (ou com mínima curvatura) · Eliminar ressaltos e irregularidades das paredes · Garantir paredes lisas, cônicas e divergentes em direção oclusal/incisal · Remover completamente o teto da câmara pulpar · Expor todos os orifícios de entrada dos canais Instrumentos utilizados: · Broca Endo Z → desgaste do teto sem risco ao assoalho · Brocas de Largo (Gates-Glidden) → alargamento dos terços cervicais 5. LIMPEZA E ANTISSEPSIA Etapa de descontaminação da câmara pulpar após a abertura, antes da instrumentação dos canais. Sequência: 1. Remoção dos debris com seringa e sugador 2. Irrigação abundante com hipoclorito de sódio (NaOCl 1% a 5,25%) 3. EDTA pode ser utilizado para remover smear layer e auxiliar na localização de canais 4. Secagem com pontas de papel absorvente ou bolinhas de algodão estéreis 5. Nova irrigação antes de iniciar a instrumentação cirurgia de acesso – anterior superior (INCISIVOS e caninos) incisivo central superior · Apresenta uma raiz · Apresenta um canal · O formato do canal é cônico piramidal Ponto de eleição trepanação ponto de eleição É localizado na região do cíngulo. (x) Utilizar ponta diamantada 1012HL, 1014HL direção de trepanação É usado como referência o longo eixo do dente, ou seja, perpendicular ao longo eixo do dente. Após realizar o movimento acima chega no vazio. remoção do teto Com a ponta perpendicular ao longo eixo do dente 45° paralela após a remoção do teto verifica-se com a sonda exploradora reta. forma DE CONVENIÊNCIA Realizar com as pontas · Endo Z · CP DRILL · 3080 ou 3081 Regularização do acesso utiliza a ENDO Z Remoção do ombro CP DRILL Acabamento utiliza-se novamente a Endo Z deve-se sempre respeitar as cristas e a incisal. Para não realizar o desgaste desnecessário e perda de estrutura. Resumindo… Preparo coronário: é a CA à câmara pulpar e ao(s) canal(ais) radiculares. Preparo radicular: preparo e instrumentação dos canais radiculares. etapas OPERATÓRIAS 1. Isolamento absoluto 2. Ponto de eleição, onde a broca/ponta inicia o desgaste 3. Direção de trepanação, direção onde a ponta/broca para trepanação 4. Forma e contorno inicial, após a remoção do teto. 5. Forma de conveniência, forma final, posição e curvatura do canal a. Acesso livre ao orifício do canal b. Acesso direto a curvatura/forame apical c. Controle sobre os instrumentos endodônticos d. Favorecer as técnicas de obturação 6. Limpeza e antissepsia, irrigações, pois elas facilitam a entrada de instrumentos e impede fragmentos fiquem alojados dentro dos canais. Tirar o teto é quando atinge a camada pulpar, é preciso tirar o teto de dentina para dar início ao canal, realizando movimentos de dentro para fora, e sempre verificando com a sonda exploradora se ainda possui teto, quando está enroscando é sinal que ainda o teto está presente, e é preciso terminar de removê-lo. A forma de contorno é o alisamento das laterais da cavidade. A remoção do ombro lingual ou palatino é a remoção de uma projeção da dentina a entrada do canal menor (sequência dos rotatórios amarela verde branca) O erro mais comum é a remoção de teto desnecessário e perfuração de um ponto a outro. incisivo lateral superior Realiza as mesmas técnicas que o incisivo central. Podem apresentar variações anatômicas. canino superior O formato da câmara pulpar é diferente dos incisivos a forma de contorno muda por conter cúspide, sendoagora não mais triangular, mas sim ovoide, com formato de chama com maior diâmetro cervico-incisal. odontometria É o processo de mensuração dentaria, ou seja, limite da instrumentação do canal radicular: Vai do ápice dental (D0) ate o ponto de referência (PR) O limite CDC é de 0,5 a 1,0 mm Ct comprimento de trabalho O CDC deve existir para que não haja extravasamento de material Para realizar essa descoberta é utilizado dois métodos: · Radiográfico · Referencias anatômicas – extremos dentais · Eletrônicos · Localizados apical/foraminal MÉTODOS RADIOGRÁFICOS – técnica de bregman Realiza o calculo de diferentes radiografias para compensar erros de distorções obter o comprimento real do dente (regra de 3) 1° raio x de estudo Comprimento aparente de estudo CAE CAE – 4mm (margem de segurança) = CRI (comprimento real do instrumento) CAE – 4mm = CRI O CRI também é chamado de CTP (comprimento de trabalho provisório) 2º raio x odontometria É realizado com o isolamento absoluto e inicia a instrumentação da lima no canal CAI: comprimento aparente do instrumento CAD: comprimento aparente do dente CRI CAI CRD CAD CT = CRD – 0,5 à 1,0 Abreviações CRD comprimento real do dente CRI comprimento real do instrumento CAD comprimento aparente do dente CAI comprimento aparente do instrumento CTP comprimento de trabalho provisório CT = CDR – 0,5 ou 1,0mm = RX confirmação 3º raio x de confirmação Em dentes multirradicular deve-se anotar o ponto de referência de cada canal MÉTODOS ELETRÔNICOS Localizador apical Método de ação é pela frequência de duas ou mais frequências. Duas determinações uma alça labial e outro no terminal do instrumento. preparo BIOMECÂNICO - manual · Preparo químico – cirúrgico · Preparo químico – mecânico · Instrumentação · Limpeza e modelagem do canal radicular · Sanifação (retirada de microrganismos e resíduos dos túbulos dentinários) · Retirada de 150 – 200µm de dentina dos canais PRINCÍPIOS gerais do preparo · Cônico (divergente) · Sentido da coroa para o ápice 1. Preparo cervical 2. Modelagem longitudinal a. Coroa – ápice 3. Modelagem transversal a. Diâmetro da polpa Irrigação aspiração inundação A irrigação e aspiração gera fluxo e a inundação serve para que o canal além de limpo facilite a instrumentação e não haja muito atrito. Ajuda a desinfecção e limpeza que não ultrapasse a região foraminal. Realizar a cinemática manual Após a lima travar deve-se aumentar de 150 à 200µm para limpar o canal aumentando o diâmetro da lima para dilatar o canal aos poucos. batente apical É o instrumento de memória, o ultimo que conseguiu alargar o canal que produziu o batente apical. E sara utilizado o mesmo tamanho para o conde de guta percha. “degrau” que foi alargado a mais que o canal original a fim de quando o material obturador escoa ali e não ultrapasse o forame apical. DIÂMETRO ANATÔMICO x DIÂMETRO de cirurgia (DA x DC) · DA · Quando termina a odontometria e encontramos a lima que trava no comprimento de trabalho · DC · Depois que aumentou a 150µm a 200µm chegamos em um diâmetro após a instrumentação DA + 150 ou 200 = DC técnica Crown – down (coroa – ÁPICE) Realiza da coroa em direção ao ápice Sempre com escalonamento MAIOR MENOR · Acesso da coroa ao ápice · Cirurgia de acesso · Instrumento cervical: quando encontra uma lima que fique melhor presa na região cervical. · Odontometria: comprimento de trabalho provisório CTP = CAE – 4mm, realizar a troca de lima para que ela possa descer (menores). No comprimento do CTP. · Quando encontrar a lima que trava é realizado um novo RX · Escalonamento: após encontrar a DA, inicia o corte do canal da maior até a menor (quando travar, ¼ e ½ de volta irriga, aspira...) CERVICAL INÍCIO 60 70 80 90 55 60 70 80 50 55 60 70 FIM 45 50 55 60 CT 40 45 50 55 * DA DC DC = BATENTE Neste caso por exemplo, o DA foi #40 com mais 150µm vira #55, ou se fosse 200µm seria #60 DA instrumento real sem desgaste do ápice DC quando realizado os desgastes para receber o batente. (instrumento de memória) materiais e TÉCNICAS obturadoras. obturação Possuem a finalidade de: · Selamento: · mecânico · biológico · microbiano requisitos BÁSICOS para uma boa obturação · fácil introdução no canal · selamento apical e lateral · não ter retenção após inserção · ser bacteriostático/bactericida · apresentar radiopacidade diferente dos tecidos · não causar manchamento · ser biocompatível · estéril / passível de desinfecção · fácil remoção. técnica obturadora · canais secos · ausência de · infecção · odor · debris · sintomatologia · preparo adequado convencional · condensação lateral · cone único condensação lateral 1 seleção do cone principal 2 limpeza do canal 3 seleção da técnica e obturação 4 limpeza da câmara 5 restauração provisória 6 RX final seleção do cone principal O cone escolhido deve ser o mesmo do DC. O canal deve estar inundado com a solução irrigante mantendo o passo a passo (irrigação aspiração inundação) Desinfetar os todos os cones que serão utilizados no hipoclorito de 3 a 5 min. Realizar os testes dos cones. Cone principal = #DC/I.M/batente Testes: · Visual · Tátil · Radiográfico visual Chegar no CT E se não chegar? -Troca de cone mantendo o #xx (uns 4 para confirmação), e se mesmo assim não chegou pega um menor. tátil Ficar um pouco resiste ao puxar com a pinça. E se não travar? -Troca por outros cones da mesma #XX, e se não for o caso substitui por um maior diâmetro, ou realizar a individualização (cortar com a lâmina de bisturi nova, podendo ser diretamente na régua milimetrada esse corte pode ser realizado apenas 2x. radiográfico Após a escolha e colocação do cone, é realizado um novo RX para confirmação da conemetria. Cones principais e acessórios Deve-se realizar a DESINFECÇÃO em 5 min no hipoclorito depois lavar em álcool para remover o hipoclorito cristalizado, esses cristais impedem e alteram o selamento do cimento limpeza do canal Para promover a limpeza e retirada do smear layer 1 Hipoclorito de sódio 1% 2 EDTA 17% 5 min 3 Hipoclorito 1% para neutralizar o EDTA 4 Soro fisiológico seleção de TÉCNICA · Clássica · Biológica CLÁSSICA DA até #20 e ápice fechado 1 cimento 2 cone + cimento cimentação canal seco Deve ser aspirado o canal com cones de papel (#XX igual da guta percha, I.M. no CT) e se utiliza os cones até que saiam secos e sem dobras. Vale lembrar que enquanto e realizada a manipulação do cimento o cone deve ficar em posicionamento do canal evitando que o canal fique com umidade. 1. Primeiro é levado o cimento já manipulado ate o canal com um alargador antes mesmo de colocar o cone principal (#XX menor que o I.M) 2. Depois leva o cone principal com o cimento. 3. A partir de agora com auxilio do espaçador leva-se os cones acessórios (R7, R8) a. Condensação PASSIVA de cones acessórios: quando no se utiliza o espaçador para evitar fraturas e menos compressão nas laterais b. Condensação ATIVA: os cones são comprimidos junto ao espaçador. Criando um melhor selamento. BIOLÓGICA DA ≥ #25 e/ou ápice aberto Nesta técnica é levado junto o cimento e cone RX de avaliação do preenchimento O corte dos cones em dentes anteriores deve ser de 2mm abaixo da JCE. 1 Com hollembeck quente realiza o corte; 2 Realizar o corte com movimento de alavanca; 3 Após realiza a condensação, quente realiza o corte e frio realiza a condensação limpeza da CÂMARA Deve realizar a limpeza para que não haja escurecimento da dentina. Utiliza álcool e uma pequena bolinha de algodão e realiza toda limpeza da cavidade. restauração PROVISÓRIA · Cimento de Ca(OH)2 · Cotosol · Guta Percha + CIV radiografia final Observar as diferentes opacidades dos materiais cirurgia de acesso e anatomia de pré-molares superiores Podem conter 1,2 ou 3 raízes / canais Sua morfologia pode conter sulcos radiculares Quanto mais achatado for, menos dentina possui, e bem passível de conter bifurcações. E o preparo biomecânico é mais dificil. Canais que possuam istmo (espaçamento entre os canais radiculares) deve se trabalhar commuita solução irrigadora para que não haja falha na limpeza do conduto. Delta apical é uma ramificação na região apical, onde gera vários forames. ponto de eleição · Centro do sulco principal · Quando possui ponte de esmalte, realiza sobre ela · Broca reta em direção ao dente ***não cai no vazio*** Deve-se tomar cuidado para que não haja exposição do corno pulpar forma de contorno · Ovóide · Com maior diâmetro no sentido vestíbulo-lingual · Realizado com a broca esférica forma de CONVENIÊNCIA · Realizar desgastes compensatórios de alisamento e convergência · Removendo as interferências cervicais (preparo cervical) · Utilizar nesse momento instrumentos rotatórios de grande conicidade ou CP DRILL PMS TRIrRADICULARES · A forma de contorno é triangular com a base voltada para a vestibular · Esses casos o preparo deve ser conservativo para evitar a fragilização · Deve-se realizar a técnica de Clarck abrir limpar selar Ponta diamantada desgaste Broca lâmina de corte image5.jpeg image6.png image7.png image8.emf image9.emf image10.emf image11.png image12.png image13.emf image14.png image15.jpeg image16.jpeg image17.png image18.png image19.png image20.jpeg image21.jpeg image22.png image23.png image24.png image25.png image1.png image2.png image3.jpeg image4.png ENDODONTIA MATERIAIS ENDODÔNTICOS PARTE ATIVA Taper: .02 INTERMEDIÁRIO É o que define o comprimento do instrumento: 31 mm 28 mm 25 mm 21 mm CABO Secção transversal Número de série X 10 = valor do D0 em µm SÉRIE DOS INSTRUMENTOS Série especial: 6 (rosa) 8 (cinza) 10 (roxa) 1ª Série: 15 (branca) 20 (amarela) 25 (vermelha) 30 (azul) 35 (verde) 40 (preta) 2ª Série: 45 (branca) 50 (amarela) 55 (vermelha) 60 (azul) 70 (verde) 80 (preta)