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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
Reta Final SEFAZ AP - Pós-Edital
Auditoria Tributária
@PROFGUILHERMESANTANNA
T.ME/PROFGUILHERMESANTANNA
/PROF GUILHERME SANT’ANNA
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
Amostragem
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / ISS S. José Rio Preto / 2019)
Sendo impossível averiguar todos os lançamentos que compõem um
determinado saldo contábil, torna-se possível
a) ignorar o saldo contábil.
b) deixar de emitir o parecer de auditoria.
c) deixar de divulgar as demonstrações contábeis.
d) presumir que há distorção relevante nos lançamentos.
e) analisar apenas alguns deles.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SANASA / 2019)
A auditoria contábil realiza a análise dos registros contábeis e financeiros,
buscando certificar se os mesmos estão corretos. Um dos procedimentos que
pode ser utilizado pelo auditor é a amostragem, tema este normatizado pelo
Conselho Federal de Contabilidade, dentre outras pela Norma Brasileira de
Contabilidade Técnica de Auditoria − NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria.
Em relação à amostragem:
a) pode ser constituída de qualquer percentual inferior à 100% da amostra,
todos os itens devem ser relevantes e a seleção deve proporcionar a todos a
mesma chance de seleção.
b) toda amostragem utilizada em auditoria deve ser realizada de forma
aleatória e com utilização da teoria das probabilidades, ou seja, amostragem
estatística.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SANASA / 2019)
A auditoria contábil realiza a análise (...)
c) para avaliar o resultado da amostra de auditoria o auditor deve verificar
somente se esta amostra forneceu uma base razoável para suas conclusões em
relação a população que ele está sendo ou foi testada.
d) ao definir uma amostra o auditor deve considerar o resultado geral esperado
da auditoria e o conjunto de procedimentos de auditoria que serão necessários
para este fim.
e) o risco de amostragem é definido pelo profissional de auditoria considerando
o tamanho da população e a expertise do auditor, quanto menor o risco
tolerado menor a amostra.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ BA / 2019)
Conforme estabelece a NBC TA 530, “o objetivo do auditor, ao usar a
amostragem em auditoria, é o de proporcionar uma base razoável para o
auditor concluir quanto à população da qual a amostra é selecionada”. A adoção
do critério de amostragem pressupõe, por parte do auditor, a definição da
amostra, a determinação do seu tamanho e a seleção dos itens para teste. De
acordo com a referida NBC,
a) o auditor deve selecionar itens para a amostragem de forma que cada
unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser
selecionada.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ BA / 2019)
De acordo com a referida NBC,
b) ao definir uma amostra de auditoria, o auditor deve flexibilizar a finalidade
do procedimento de auditoria bem como relevar as características negativas da
população da qual será retirada a amostra.
c) cabe à entidade a ser auditada definir o tamanho da amostra, tendo por
base os motivos que determinaram a realização da auditoria.
d) o auditor e a administração da entidade devem selecionar, conjuntamente,
itens para a amostragem de forma que cada unidade de amostragem da
população tenha uma maior ou menor chance de ser selecionada.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ BA / 2019)
De acordo com a referida NBC,
e) norteado pelos princípios da neutralidade e da imparcialidade, o auditor, ao
definir uma amostra de auditoria, deve relativizar a finalidade do procedimento
de auditoria de modo a suavizar eventuais resultados indesejados.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / DPE AM / 2018)
Risco de amostragem pode ser definido como
a) o risco de que a conclusão do auditor seja errônea por empregar
inadequadamente a técnica de circularização.
b) o risco de que a conclusão do auditor tenha sido tomada sujeitando toda a
população ao mesmo procedimento de auditoria.
c) o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser
igual se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / DPE AM / 2018)
Risco de amostragem pode ser definido como
d) o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser
diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de
auditoria.
e) a distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo de
distorção ou desvio em uma população.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A NBC TA 530 estabelece, em seu item 5, que risco de amostragem é o risco de
que a conclusão do auditor, com base em amostra” pudesse “ser diferente se
toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria. O risco de
amostragem pode levar a conclusões errôneas. De acordo com a referida NBC, o
nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar
a) afeta o tamanho da amostra exigido, sendo que, quanto menor o risco que o
auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.
b) não afeta o tamanho da amostra exigido, já que a escolha do tamanho da
amostra é feita no momento do planejamento do trabalho de auditoria.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme- CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TRT 24 / 2017)
De acordo com a conceituação prevista na NBC TA 240, que trata da
responsabilidade do auditor em relação à fraude, no contexto da auditoria de
demonstrações contábeis,
a) demonstrações contábeis devem ser consideradas fraudulentas apenas
quando decorram de manipulação, falsificação ou alteração de registros
contábeis ou documentos comprobatórios que serviram de base à sua
elaboração.
b) fatores de risco de fraude, quando detectados e documentados pelo auditor,
devem ser relatados como evidência da ocorrência de fraude, ou, no mínimo, de
distorção relevante.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TRT 24 / 2017)
c) o dever profissional do auditor de manter a confidencialidade da informação
do cliente veda qualquer espécie de comunicação de identificação de fraude a
autoridades de supervisão.
d) fatores de risco de fraude são eventos ou condições que indiquem incentivo
ou pressão para que a fraude seja perpetrada ou ofereçam oportunidade para
que ela ocorra.
e) a aplicação incorreta, intencional, dos princípios contábeis relativos a
valores, classificação, forma de apresentação ou divulgação poderá ensejar
distorção significativa decorrente de erro, não caracterizando, contudo, fraude.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ GO / 2018)
Fatores de risco para a ocorrência de fraude são pressões/incentivos,
oportunidades ou atitudes/racionalizações que ocorrem naturalmente nos
mercados, mas que acabam por favorecer o surgimento de distorções
relevantes e intencionalmente causadas nas demonstrações contábeis.
A alternativa que contém, respectivamente, uma pressão/incentivo, uma
oportunidade e uma atitude/racionalização reconhecidas nas normas como
fatores de risco é:
a) Demissões previstas de empregados / ativos pequenos sem identificação
clara de propriedade / mudança do estilo de vida de funcionários com acesso a
ativos.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ GO / 2018)
b) Tolerância a pequenos roubos / remuneração incompatível com a
expectativa / grandes quantias em dinheiro em mãos.
c) Segregação inadequada de funções / investigação inadequada da vida
pregressa de candidatos a empregos / falta de conciliação completa de ativos.
d) Mudança previstas nos planos de benefícios dos empregados / obrigações
financeiras pessoais / relacionamentos adversos entre a entidade e empregados
com acesso a dinheiro.
e) Alto nível de competição ou saturação do mercado, acompanhada por
declínio da margem de retorno / garantias pessoais em dívidas da entidade /
partes significativas da remuneração atreladas a metas agressivas de
performance.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
Fatores de risco de fraude: eventos ou condições que indiquem incentivo
ou pressão para que a fraude seja perpetrada ou ofereçam oportunidade
para que ela ocorra.
Exemplos:
-- Informações Contábeis Fraudulentas
-- Apropriação Indébita de Ativos
Condições geralmente presentes em distorções relev. decorr. de Fraude:
(a) Incentivo ou pressão para perpetrar fraude.
(b) Oportunidade percebida de cometer fraude. e 
(c) Capacidade de racionalizar a ação fraudulenta (atitudes / 
racionalizações). 
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
Apropr. Indébita
Incentivos/Pressões
Obrigações financeiras pessoais podem criar pressão sobre a administração ou
empregados com acesso a dinheiro ou outros ativos suscetíveis de roubo para que
se apropriem indevidamente de tais ativos. Relacionamentos adversos entre a
entidade e empregados com acesso a dinheiro ou outros ativos suscetíveis de
roubo podem motivar esses empregados a apropriar-se indevidamente de tais
ativos. Por exemplo, relações adversas podem ser criadas pelo seguinte:
• Demissões conhecidas ou previstas de empregados.
• Mudanças recentes ou previstas na forma de remuneração ou nos planos de
benefícios dos empregados.
• Promoção, remuneração ou outras recompensas incompatíveis com as
expectativas.
(...)
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Auditoria
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Oportunidades
Certas características ou circunstâncias podem aumentar a suscetibilidade
dos ativos à apropriação indevida. Por exemplo, as oportunidades de
apropriação indevida de ativos aumentam quando existe o seguinte:
• Grandes quantias de dinheiro em mão ou processadas.
• Itens de estoque com tamanho pequeno, com alto valor ou em alta
procura.
• Ativos facilmente conversíveis, tais como títulos ao portador, diamantes ou
chips de computador.
• Ativos fixos de tamanho pequeno, comercializáveis ou sem identificação
clara de propriedade.
(...)
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
Atitudes/racionalizações
• Falta de consideração em relação à necessidade de monitorar ou reduzir riscos
relacionados com apropriações indevidas de ativos.
• Falta de consideração em relação ao controle interno sobre apropriação indevida
de ativos por burlar os controles existentes ou por omissão em tomar medidas
corretivas sobre deficiências no controle interno.
• Conduta que indique desagrado ou insatisfação com a entidade ou o tratamento de
seus empregados.
• Mudanças na conduta ou estilo de vida que possam indicar que ativos foram
indevidamente apropriados.
• Tolerância de pequenos roubos. [grifo nosso]`
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TRT 11 / 2017)
De acordo com a NBC TA 240 (R1), no contexto da auditoria de demonstrações
contábeis, a responsabilidade do auditor em relação à fraude é EXCETO:
a) O ceticismo profissional é um dos requisitos para o trabalho de auditoria
considerando o potencial de burlar os controles pela administração, e de
reconhecer o fato de que procedimentos de auditoria eficazes na detecção de
erros podem não ser eficazes na detecção de fraude.
b) A discussão entre os membros da equipe de trabalho para determinar os
assuntos que devem ser comunicados aos membros da equipe, deve enfatizar
especialmente como e em que pontos as demonstrações contábeis da entidade
são suscetíveis de distorção relevante decorrente de fraude, inclusive como a
fraude pode ocorrer.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TRT 11 / 2017)
c) Na identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante decorrente de
fraude, o auditor deve, com base na presunção de que há riscos de fraude no
reconhecimento de receitas, avaliar que tipos de receita, operações ou
afirmações de receita geram esses riscos.
d) O auditor deve determinar se, para responder aos riscos identificados da
administração vir a burlar os controles, precisa aplicar outros procedimentos de
quando há riscos adicionais específicos de que a administração possa burlar os
controles não cobertos pelos procedimentos já aplicados.
e) Nos casos em que o auditor identifique a ocorrência de fraudes ou obtido
informações que indiquem a possibilidade de fraude, o auditor deve,
exclusivamente, comunicar estes assuntos de maneira formal ao principal da
entidade, desde que este não seja o responsável pela governança.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / DPE AM / 2018)
Analisando uma série de notas fiscais em processos relativos a adiantamentos
de fundos, o servidor encarregado do controle interno lembrou-se de ter visto o
nome do mesmo estabelecimento comercial em outro processo que já havia
sido aprovado.
Ele procedeu à recuperação do processo no arquivo e, comparando
documentos, pôde averiguar que se tratava da imagem do mesmo cupom fiscal
juntado em duas prestações de contas.
Acerca dessa situação hipotética,
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / DPE AM / 2018)
a) não deveria ter o controlador interno se socorrido de sua memória, pois
excedeu a amplitude definida no planejamento de auditoria, tendo o
desarquivamentoe a análise do documento ocorrido fora das hipóteses
previstas nas normas de auditoria.
b) ainda que se apure irregularidade, não há o que ser feito em relação à
primeira prestação de contas de adiantamento, haja vista a sua aprovação.
c) da simples narrativa acima conclui-se que ocorreu fraude, que, por
configurar crime, deve ser de imediato comunicada à autoridade policial.
d) apenas da narrativa acima não se conclui que ocorreu fraude, mas o papel
pode constituir evidência de auditoria em processo administrativo.
e) a assinatura do superior hierárquico do servidor em alcance supre o vício de
duplicidade.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TRF 3 / 2016)
Nos termos da NBC TA 240, considere:
I. Erro que resulta em distorção nas demonstrações contábeis.
II. Distorção decorrente de informações fraudulentas.
III. Distorção decorrente de apropriação indébita de ativos.
É distorção intencional pertinente para o auditor o que consta em
a) I e III, apenas.
b) II, apenas.
c) I, II e III.
d) I e II, apenas.
e) II e III, apenas.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / ISS Teresina / 2016)
Nos trabalhos de auditoria independente na Companhia Distribuidora de Frutas
e Legumes do Estado referente ao exercício de 2015, o auditor constatou que,
no mês de novembro de 2015, foram contabilizadas duas notas fiscais de vendas
com valores adulterados, para mais, em R$ 240.000,00. De acordo com as
evidências obtidas pelo auditor, as notas fiscais foram adulteradas, com o
objetivo de encobrir desvio de mercadorias no estoque.
Segundo a NBC TA 240, este fato caracteriza
a) erro na escrituração contábil.
b) omissão de prejuízos.
c) fraude.
d) aumento de receita de vendas.
e) burla no controle interno.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ MA / 2016)
Na auditoria realizada na companhia distribuidora de peças e acessórios para
veículos leves e pesados, o auditor registrou as seguintes constatações:
I. Descontos obtidos pelo pagamento de duplicatas a fornecedores
contabilizados como receitas de aplicações financeiras.
II. Adulteração para mais de valores de créditos de ICMS registrados no livro
apuração do ICMS referente a compras para comercialização.
III. Por desatenção de funcionário da tesouraria recém contratado foi concedido
desconto no pagamento com atraso de duplicatas a receber efetuado pelo
cliente.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ MA / 2016)
IV. Registro de notas fiscais fictícias de despesas, com o objetivo de justificar
saque na tesouraria da empresa.
Segundo as Normas de Auditoria, as constatações registradas pelo auditor
caracterizam, respectivamente,
a) erro, fraude, erro e fraude.
b) fraude, fraude, erro e erro.
c) erro, fraude, fraude e erro.
d) fraude, erro, fraude e fraude.
e) erro, fraude, fraude e fraude.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE CE / 2015)
No exame das contas bancárias − Bancos Conta Movimento do Balanço
Patrimonial da Empresa de Distribuição de Gás e Gasolina para os hospitais
estaduais, o auditor independente constatou que o encarregado da tesouraria
da entidade desviou R$ 90.000,00 para conta bancária própria. Para justificar-se,
foi apresentada ao auditor a quitação de uma duplicata referente a uma compra
fictícia. Segundo às Normas de Auditoria − NBC TAs, o ato praticado pelo
encarregado da tesouraria caracteriza
a) uma fraude, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do auditor
independente.
b) um roubo, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do controle
interno da entidade.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE CE / 2015)
c) uma fraude, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é dos
responsáveis pela governança da entidade e da sua administração.
d) um desvio de ativo, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do
conselho fiscal da entidade.
e) uma evidência de auditoria que produz distorções irrelevantes nas
demonstrações contábeis da entidade.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE CE / 2015)
Um analista de sistemas alterou uma informação sobre o faturamento de uma
empresa diretamente nos bancos de dados, sem o uso do sistema de
informação que deveria utilizar. Apesar de não ser essa a intenção do analista, a
alteração gerou distorção nos registros da empresa em relação a sua realidade
fiscal. Referente ao ato do analista e a responsabilidade do auditor
independente das demonstrações contábeis que identificou a situação, é
correto afirmar que
a) não é responsabilidade do auditor a prevenção desse tipo de ocorrência e o
analista cometeu fraude.
b) não é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o
analista cometeu fraude.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE CE / 2015)
c) é responsabilidade do auditor a prevenção desse tipo de ocorrência e o
analista cometeu erro.
d) é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o
analista cometeu erro.
e) não é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o
analista cometeu erro.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / CGM São Luís / 2015)
Considere as hipóteses abaixo.
I. A entidade não toma a ação apropriada com referência a uma fraude,
considerada pelo auditor como necessária nas circunstâncias, mesmo no caso
em que a fraude não é relevante para as demonstrações contábeis.
II. A consideração do auditor dos riscos de distorção relevante decorrente de
fraude e dos resultados da auditoria indica risco significativo de fraude relevante
e generalizada.
III. O auditor tem preocupação significativa quanto à competência ou
integridade da administração ou dos responsáveis pela governança.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / CGM São Luís / 2015)
Constitui circunstância excepcional que pode surgir e colocar em dúvida a
capacidade do auditor, deixando-o sem condições de continuar os trabalhos, o
indicado em
a) I, apenas.
b) I, II e III.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
e) II, apenas.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ RJ / 2014)
O gerente financeiro da rede de loja Mais Clara do Brasil S. A., com o objetivo de
pagar menos ICMS, adulterou o valor e o registro de duas notas fiscais de
vendas. De acordo com a NBC TI − Auditoria Interna, o ato praticado pelo
gerente configura
a) omissão de imposto.
b) elisão fiscal.
c) erro intencional.
d) fraude.
e) omissão de receita.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ PE / 2014)
Um cliente pagou uma duplicata da Companhia Distribuidora de Novelas de
Pernambuco, no total de R$ 88.500,00, sendo que R$ 3.500,00 referiam-se a
juros e multas por atraso. A auditoria interna constatou que, por
desconhecimento das normas contábeis, por parte do responsável pelos
registros contábeis, os encargos referentes ao atraso não foram contabilizados
como receitas.
Com relação às normas de auditoria interna, este fato caracteriza
a) fraude.
b) apropriação de ativos.
c) erro.
d) omissão de receita.
e) redução de lucros.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE GO / 2014)
Na auditoria realizada na empresa Distribuidora de Tomates do Centro-Oeste
S/A, o Auditor independente constatou
I. adulteração, pelo tesoureiro da empresa, no valor e no registro contábil de
notas fiscais, com o objetivo de obter vantagens financeiras.
II. aplicação incorreta de normas contábeis no que se refere ao cálculo de
depreciação.
III. horas extras pagas indevidamente a funcionários já demitidos.
Posteriormente, o valor recebido indevidamente era dividido com o chefe da
folha de pagamento.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof.Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE GO / 2014)
Com relação as constatações apontadas pelo Auditor, é correto afirmar que
houve, respectivamente
a) fraude, erro e erro.
b) fraude, inconsistência contábil e erro.
c) fraude, erro e fraude.
d) fraude, inconsistência contábil e erro.
e) erro, inconsistência contábil e erro.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE GO / 2014)
O auditor independente, durante a execução dos trabalhos de auditoria nas
Demonstrações Contábeis do exercício de 2014 da empresa Abacaxi Doce S/A,
constatou que o valor de duas notas fiscais referentes à venda à vista, após o
recebimento em dinheiro do valor da venda, foram adulterados, possibilitando
ao tesoureiro da empresa desviar R$ 10.000,00 para sua conta bancária. Em
consequência, as duas notas fiscais foram contabilizadas por um valor a menor
do que o recebido.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE GO / 2014)
Com relação à adulteração de documentos com o objetivo de desvio de recursos
financeiros pelo chefe da tesouraria, de acordo com as normas de auditoria
(NBC TA 240), caracteriza
a) erro grave.
b) irregularidade nos registros contábeis.
c) fraude.
d) sonegação fiscal.
e) omissão de lucro.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
Guilherme Sant’Anna
gasantanna@gmail.com
@profguilhermesantanna
Uso do trabalho de 
outros profissionais
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A NBC TA 620 trata da responsabilidade do auditor em relação ao trabalho de
pessoa (pessoa natural) ou de organização (pessoa jurídica) em área de
especialização que não a contabilidade ou auditoria, quando esse trabalho é
utilizado para ajudar o auditor a obter evidência de auditoria suficiente e
apropriada. Nesse sentido, o auditor deve avaliar se o especialista por ele
contratado possui competência, habilidades e objetividade necessárias para fins
da auditoria, pois esses fatores são relevantes para determinar se o trabalho do
especialista do auditor será adequado aos fins da auditoria. De acordo com a
referida NBC,
a) a objetividade refere-se à capacidade do especialista de transmitir
informações, dados e conclusões, de maneira clara e sintética, e de modo
plenamente compreensível pelo auditor.
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Auditoria
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
b) a competência refere-se à capacidade do especialista de exercer sua missão
nas diversas circunstâncias do trabalho.
c) a objetividade refere-se aos possíveis efeitos que a tendenciosidade, o
conflito de interesse ou a influência de outros podem ter sobre o julgamento
profissional ou comercial do especialista.
d) as habilidades referem-se à natureza e ao nível de especialização do
especialista.
e) a competência pode ser influenciada por certos fatores, tais como a
localização geográfica e a disponibilidade de tempo.
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Auditoria
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A NBC TA 620 contempla regras a respeito da responsabilidade do auditor e da
responsabilidade do especialista do auditor. De acordo com essa NBC,
a) o auditor é responsável por expressar opinião de auditoria, sendo que essa
responsabilidade é transferida, total ou parcialmente, ao especialista contratado
pelo auditor, sempre que houver utilização do trabalho dele.
b) se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor, em seu
relatório, em razão de esse trabalho ter-se assentado, em sua maior parte, em
documentos e textos originalmente produzidos em língua estrangeira, o auditor
deve mencionar no relatório que essa referência reduz sua responsabilidade
pela opinião ali expressa.
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
c) o auditor sempre deve fazer referência ao trabalho do especialista do auditor
em seu relatório, em especial quanto aos pontos em que sua opinião não
diverge da do especialista, documentando e enfatizando a responsabilidade do
especialista.
d) se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor em seu
relatório, em razão de essa referência ser relevante para o entendimento de
ressalva ou outra modificação na sua opinião, o auditor deve indicar, no
relatório, que essa referência não reduz a sua responsabilidade por essa
opinião.
e) o auditor deixará de ser responsável por expressar opinião de auditoria
quando essa opinião se fundar, em sua maior parte, em trabalho realizado pelo
especialista contratado pelo auditor, sendo essa responsabilidade
automaticamente assumida pelo especialista.
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Prof. Guilherme Sant’Anna
Obrigado!
@PROFGUILHERMESANTANNA
T.ME/PROFGUILHERMESANTANNA
/PROF GUILHERME SANT’ANNA
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A NBC TA 530 (...)
c) afeta o tamanho da amostra exigido, sendo que, quanto maior o risco que o
auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.
d) não afeta o tamanho da amostra exigido, na medida em que pode ser
compensado com o aprofundamento do exame de cada unidade de
amostragem e com arbitramentos e critérios de compensações.
e) é determinado, em reunião do auditor com os representantes da área
contábil da entidade auditada, após a apuração dos resultados de análise por
amostragem feita anteriormente, de acordo com o valor cobrado no contrato de
auditoria para esse subtrabalho específico.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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(FCC / ISS São Luís / 2018)
A Receita Federal do Brasil e a Secretaria Municipal de Fazenda,
hipoteticamente, celebram convênio para compartilhamento de informações
sujeitas a sigilo fiscal da declaração anual de imposto de renda. Sob os termos
do convênio, é obrigatória a solicitação individualizada e motivada do dado a
que se deseja ter acesso e haverá custo para sua disponibilização, uma vez que o
serviço que assegura os termos do convênio é prestado com exclusividade pelo
Serpro, de acordo com tabela de preços por ele praticada.
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(FCC / ISS São Luís / 2018)
Após o levantamento da base de dados de lançamentos fiscais do ITBI dos
últimos cinco anos junto ao sistema da Secretaria de Fazenda, a Municipalidade
avalia a possibilidade de confrontar tais registros com os imóveis declarados
anualmente pelos proprietários à Fazenda Federal. Os custos de obtenção e
análise de todos os dados do IRPF, entretanto, pareceram proibitivos.
Na circunstância narrada,
a) não é possível adotar a técnica conhecida como amostragem, uma vez que
ela se destina a situações em que é inviável obter os dados de todas as
ocorrências investigadas.
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Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
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(FCC / ISS São Luís / 2018)
b) é possível adotar a técnica conhecida como amostragem, que somente deve
ser empregada, entretanto, por meio que garanta a absoluta aleatoriedade do
grupo de registros que será analisado.
c) é possível adotar a técnica conhecida como amostragem, que pode ser
empregada por meio da escolha dos registros a serem analisados, a partir da
experiência dos fiscais.
d) embora possível, é contraindicada a adoção da técnica conhecida como
amostragem, pois não há como garantir a aleatoriedade do grupo de registros
que será analisado.
e) embora possível, é contraindicada a adoção da técnica conhecida como
amostragem, pois não há outras informações disponíveis, indispensáveis para a
formação da amostra.
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Claudia Lauredo
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Claudia Lauredo
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(FCC / SEFAZ GO / 2018)
Considere a seguinte situação hipotética:
Determinado Estado da Federação mantém programa de Cidadania Fiscal por
meio do qual a emissão de notas e cupons fiscais pode ser feita com a inclusão
do número de CPF do consumidor final. Após cadastro no programa, é possível
que esses contribuintes diretos obtenham descontos no imposto sobre a
propriedade de veículos automotores – IPVA devido.
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ GO / 2018)
Em auditoria interna da base de dados de resgates de pontos na forma de
descontos no IPVA, realizou-se um teste para apurar a distância geográfica entre
os estabelecimentos em que foram realizadas as compras dos bens e serviços de
onde se originou a pontuação resgatada, o endereço registrado no cadastro do
programa e o domicílio do proprietário constante da anotação no
Departamento Estadual de Trânsito. O objetivo pretendido era indicar possíveis
erros, fraudes ou simulações.
Após inspeção gráfica dos dados, o auditor promoveu a exclusão de uma série
de observações que, a seu juízo, não poderiam estar corretas. Ao fim, chegou-se
a uma relação de pessoas jurídicas como emissoras de documentação fiscal com
afastamento geográfico suspeito entre sede e local de utilização dos pontos
derivados.
.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / SEFAZ GO / 2018)
Sobre o caso e considerando a amostragem em auditoria, é correto afirmar.
a) Não é objetivo da auditoria interna assessorar a administração da entidade
no trabalho de prevenção de fraudes e erros.
b) As normas não permitem a exclusão dos chamados valores aberrantes
(outliers), pois, sem a integralidade do espaço amostral, as conclusões são
tendenciosas.
c) Embora tecnicamente correto, tal trabalho nunca poderia subsidiar uma
campanha de auditoria dirigida.
d) Pode-se dizer que se trata de uma aplicação do método aleatório de seleção
de amostra.
e) Se o auditor desejar aumentar o risco amostragem, deve diminuir o tamanho
da amostra.
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Claudia Lauredo
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(FCC / ISS Manaus / 2019)
Considere a situação hipotética abaixo.
Executando amostragem em teste de evidência de autorização, o auditor
escolhe um cheque cancelado, e, inspecionando-o, conclui que foi apropriado o
cancelamento, de modo que não houve, naquele caso, desvio.
O regulamento do CFC aplicável à amostragem estabelece que
a) é vedada a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que é
referido na norma como “procedimento em item perdido”.
b) é possível a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que é
referido na norma como “procedimento em item de substituição”.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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(FCC / ISS Manaus / 2019)
Considere a situação hipotética abaixo.
O regulamento do CFC aplicável à amostragem estabelece que
c) é obrigatória a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que é
referido na norma como “procedimento alternativo adequado”.
d) é recomendável a escolha de outro cheque cancelado para examinar, o que
é referido na norma como “procedimento impossível”.
e) é vedada a análise de outro cheque cancelado para examinar, o que é
referido na norma como “procedimento alternativo inadequado”.
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Claudia Lauredo
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Execução de procedimentos de auditoria
10. Se o procedimento de auditoria não for aplicável ao item selecionado, 
o auditor deve executar o procedimento em um item que substitua o 
anteriormente selecionado (ver item A14). 
A14. Um exemplo de quando é necessário executar o procedimento em 
item de substituição é quando um cheque cancelado é selecionado 
durante teste de evidência de autorização de pagamento. Se o auditor 
estiver satisfeito que o cheque foi cancelado de forma apropriada de 
modo a não constituir desvio, um item escolhido de maneira apropriada 
para substituí-lo é examinado. 
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A avaliação do resultado de uma amostragem em auditoria é um procedimento
essencial a ser realizado pelo auditor. De acordo com a NBC TA 530,
a) o auditor deve avaliar se o uso de amostragem de auditoria forneceu uma
base razoável para conclusões sobre a população que foi testada ou, se preferir,
pode transferir este ônus para uma auditoria interna paralela, promovida pela
entidade auditada, que deverá efetuar essa avaliação em prazo
contratualmente estabelecido.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A avaliação do resultadode uma amostragem em auditoria é um procedimento
essencial a ser realizado pelo auditor. De acordo com a NBC TA 530,
b) caso o auditor conclua que a amostragem de auditoria não forneceu uma
base razoável para conclusões sobre a população que foi testada, ele deve
comunicar esse fato à administração da entidade auditada, para que ela
determine, em prazo contratualmente previsto, os procedimentos substitutivos
a serem adotados, se assim o desejar.
c) a entidade auditada, por meio de auditoria interna paralela realizada às suas
próprias expensas, deve avaliar os resultados da amostra, em prazo
contratualmente estabelecido, antes de autorizar o prosseguimento aos demais
trabalhos de auditoria.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A avaliação do resultado de uma amostragem em auditoria é um procedimento
essencial a ser realizado pelo auditor. De acordo com a NBC TA 530,
d) caso o auditor conclua que a amostragem de auditoria não forneceu uma
base razoável para conclusões sobre a população que foi testada, ele pode
solicitar que a administração investigue as distorções identificadas e o potencial
para distorções adicionais, e faça quaisquer ajustes necessários.
e) caso o auditor conclua que a amostragem de auditoria não forneceu uma
base razoável para conclusões sobre a população que foi testada, ele deve
abandonar a utilização do critério de amostragem imediatamente.
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Claudia Lauredo
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A23. Se o auditor conclui que a amostragem de auditoria não forneceu uma 
base razoável para conclusões sobre a população que foi testada, o auditor 
pode:
solicitar que a administração investigue as distorções identificadas e o 
potencial para distorções adicionais e faça quaisquer ajustes necessários; 
ou
ajustar a natureza, época e extensão desses procedimentos adicionais de 
auditoria para melhor alcançar a segurança exigida. Por exemplo, no caso de 
testes de controles, o auditor pode aumentar o tamanho da amostra, testar um 
controle alternativo ou modificar os respectivos procedimentos 
substantivos.[grifos não constantes no original]
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A NBC TA 530 arrola as conclusões errôneas a que pode levar o denominado
risco de amostragem. De acordo com essa NBC, o risco de amostragem poderá
acarretar conclusões equivocadas, tais como:
I. no caso de teste de controles, esses controles serem considerados mais
eficazes do que realmente são.
II. no caso de teste de detalhes, não ser identificada distorção relevante,
quando, na verdade, ela existe.
III. no caso de teste de controles, esses controles serem considerados menos
eficazes do que realmente são.
IV. no caso de teste de detalhes, ser identificada distorção relevante, quando, na
verdade, ela não existe
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / SEFAZ BA / 2019)
A NBC TA 530 arrola as conclusões errôneas a que pode levar o denominado
risco de amostragem. De acordo com essa NBC, o risco de amostragem poderá
acarretar conclusões equivocadas, tais como:
Está correto o que se afirma em
a) III e IV, apenas.
b) I e II, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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O risco de amostragem pode levar a dois tipos de conclusões errôneas:
(a) no caso de teste de controles, em que os controles são considerados mais 
eficazes do que realmente são ou no caso de teste de detalhes, em que não seja 
identificada distorção relevante, quando, na verdade, ela existe. O auditor está 
preocupado com esse tipo de conclusão errônea porque ela afeta a eficácia da 
auditoria e é provável que leve a uma opinião de auditoria não apropriada.
(b) no caso de teste de controles, em que os controles são considerados menos 
eficazes do que realmente são ou no caso de teste de detalhes, em que 
seja identificada distorção relevante, quando, na verdade, ela não existe. Esse 
tipo de conclusão errônea afeta a eficiência da auditoria porque ela normalmente 
levaria a um trabalho adicional para estabelecer que as conclusões iniciais estavam 
incorretas.[grifos nossos]
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ SC / 2018)
Na execução de uma auditoria tributária, e de acordo com as normas de
amostragem em auditoria (NBC TA 530, aprovada pela Resolução CFC 1222/09),
o Auditor pode lançar mão de diversos métodos de seleção da amostra, dentre
os quais se destacam:
− Método A: aplicado por meio de geradores de números aleatórios como, por
exemplo, tabelas de números aleatórios.
− Método B: em que a quantidade de unidades de amostragem na população é
dividida pelo tamanho da amostra para dar um intervalo de amostragem como,
por exemplo, 50, e após determinar um ponto de início dentro das primeiras 50,
toda 50a unidade de amostragem seguinte é selecionada.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / SEFAZ SC / 2018)
− Método C: no qual o auditor seleciona a amostra sem seguir uma técnica
estruturada. Embora nenhuma técnica estruturada seja usada, o auditor, ainda
assim, evitaria qualquer tendenciosidade ou previsibilidade consciente (por
exemplo, evitar itens difíceis de localizar ou escolher ou evitar sempre os
primeiros ou os últimos lançamentos de uma página) e, desse modo, procuraria
se assegurar de que todos os itens da população têm uma mesma chance de
seleção.
− Método D: é um tipo de seleção com base em valores, na qual o tamanho, a
seleção e a avaliação da amostra resultam em uma conclusão em valores
monetários. Ao considerar as características da população da qual a amostra
será retirada, o auditor pode determinar que a estratificação ou a seleção com
base em valores é mais apropriada.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ SC / 2018)
Os métodos A, B, C e D referem-se, respectivamente, à Seleção
a) aleatória, Seleção sistemática, Seleção com base em valor (amostragem de
unidade monetária) e Seleção ao acaso.
b) ao acaso, Seleção sistemática, Seleção aleatória e Seleção com base em
valor (amostragem de unidade monetária).
c) com base em valor (amostragem de unidade monetária), Seleção aleatória,
Seleção sistemática e Seleção ao acaso.
d) aleatória, Seleção ao acaso, Seleção com base em valor (amostragem de
unidade monetária) e Seleção sistemática.
e) aleatória, Seleção sistemática, Seleção ao acaso e Seleção com base em valor
(amostragem de unidade monetária).
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / ALAP / 2020)
Em uma grande empresa, ocorreu a suspeita de existência de erro na
contabilização dos saldos das contas. Um auditor desta empresa é incumbido de
analisar as contas que constam de uma lista em ordem crescente de seu
respectivo código. Ele decide realizar este trabalho por amostragem, sorteando
um código entre os 10 primeiros da lista, e, então, analisar toda conta referente
ao décimo código na lista a partir do primeiro selecionado. Nesse caso, é
adotado pelo auditor, o tipo de uma Amostragem denominado
a) por julgamento.
b) por conglomerados.
c) determinística.
d) sistemática.
e) em dois estágios.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ BA / 2019)
Quando um auditor toma a quantidade de unidades de amostragem na
populaçãoe a divide pelo tamanho da amostra, para obter um intervalo de
amostragem, equivalente a 20, por exemplo, e, após determinar um ponto de
início dentro das primeiras 20 unidades, toda 20ª unidade de amostragem
seguinte é selecionada, estamos diante de um método específico de seleção de
amostra. De acordo com a NBC TA 530, este método de seleção de amostra é
denominado seleção
a) ao acaso.
b) de periodicidade variável randômica.
c) de bloco.
d) aleatória.
e) sistemática.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ MA / 2016)
Na auditoria das demonstrações contábeis de determinada empresa de
economia mista do Estado, o auditor pretende realizar auditoria, por
amostragem, na conta “Duplicatas a Receber”. O auditor se quiser reduzir o
tamanho da amostra sem aumentar o risco de amostragem, dividindo a
população em subpopulações distintas que tenham características homogêneas
ou similares, deve proceder
a) uma seleção sistemática.
b) um agrupamento de itens para investigação.
c) um detalhamento de itens para teste.
d) uma estratificação.
e) uma seleção aleatória.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ PI / 2015)
Entre os principais métodos de seleção de amostras citados nas Normas
Brasileiras de Contabilidade Técnicas de Auditoria, aquela em que o tamanho, a
seleção e a avaliação da amostra resultam em uma conclusão em quantias de
dinheiro é a amostragem
a) em bloco.
b) aleatória.
c) de unidades monetárias.
d) ao acaso.
e) estatística.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE-RS / 2014)
Segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas de Auditoria – NBC TA,
a amostragem em auditoria destina-se a possibilitar conclusões a serem tiradas
de uma população inteira com base no teste de amostragem dela extraída (NBC
TA 500). Existem muitos métodos para selecionar amostras (NBC TA 530), entre
os principais citados nas normas. Aquela em que a quantidade de unidades de
amostragem na população é dividida pelo tamanho da amostra para dar um
intervalo de amostragem é a seleção
a) estatística.
b) aleatória.
c) ao acaso.
d) sistemática.
e) em bloco.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / MPE PE / 2018)
Ponderando a impossibilidade de analisar todos os documentos de todos os
processos de aposentadoria em um determinado ano, a seção de controle
interno optou por conduzir investigação pormenorizada de apenas parte dos
processos. Nesse caso,
a) tal opção viola a missão institucional do controle interno, que deve analisar a
legalidade de todos os atos praticados pela administração.
b) é possível que se realize tal amostra, desde que seus resultados não sirvam
de base para conclusão a respeito da população da qual ela é selecionada.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / MPE PE / 2018)
c) para que se empregue a amostragem, é necessário considerar a finalidade do
procedimento de auditoria e as características da população da qual será
retirada a amostra.
d) houve equívoco no emprego da amostragem, pois tanto o exercício quanto o
tipo de ato são ambos determinados.
e) a amostragem é aceita, embora não exista norma específica de auditoria
acerca do procedimento.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TRT 11 / 2017)
Considere as afirmativas abaixo sobre amostragem em auditoria.
I. Amostragem de auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria sobre
uma parte da totalidade dos itens que compõem o saldo de uma conta ou classe
de transações.
II. Ao usar o método de amostragem estatística, ou não, deve ser projetada e
selecionada uma mostra que possa proporcionar evidência de auditoria
suficiente e apropriada.
III. A amostra selecionada pelo auditor deve ter uma relação direta com o
volume de transações realizadas, como também com os efeitos da avaliação
patrimonial e financeira e o resultado por ela obtido no período.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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(FCC / TRT 11 / 2017)
Considere as afirmativas abaixo sobre amostragem em auditoria.
Está correto o que se afirma em
a) I e III, apenas.
b) II e III, apenas.
c) I, II e III.
d) I e II, apenas.
e) III, apenas.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
Claudia Lauredo
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Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TRF 3 / 2016)
Um auditor interno precisou determinar a extensão de um teste de auditoria
para proporcionar evidência suficiente e apropriada. Nos termos regulados pela
Resolução CFC nº 986/2003 (NBC TI 01), essa determinação pode ser alcançada
por meio do uso da técnica de
a) amostragem.
b) normatização.
c) dimensionamento.
d) ajustamento.
e) projeção.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE-RS / 2014)
A amostragem é uma técnica que tem por finalidade determinar a extensão de
um teste de auditoria ou método de seleção de itens a serem testados. Nos
termos da Resolução CFC 986/2003, a amostra selecionada deve proporcionar
uma informação de auditoria
a) efetiva e padronizada.
b) realística e relevante.
c) material e útil.
d) formal e mensurável.
e) suficiente e apropriada.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / METRÔ SP / 2014)
Dois analistas de desenvolvimento de gestão foram incumbidos de fazer exames
de auditoria interna nos registros realizados pelo setor de contabilidade do
Metrô, em 2013. Em razão do volume de informações, utilizaram técnica de
auditoria para a seleção de itens que deverão ser testados, representando o
todo a ser auditado. Essa técnica utilizada é denominada
a) dimensionamento do trabalho de auditoria.
b) direcionamento do trabalho de auditoria.
c) amostragem.
d) testes de parcialidade.
e) seleção de suficiência de informações.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Claudia Lauredo
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(FCC / TCE RS / 2018)
O ser humano acredita que os números se distribuem de forma uniforme na
natureza e, por isso, ao manipular os valores de um banco de dados, uma
pessoa leiga em geral não se preocupará com as frequências em que aparece o
1 ou o 2 ou demais dígitos como primeiro, segundo ou último dígito de um
número. Contudo, existe uma metodologia capaz de indicar a possibilidade de
manipulação dos dados. A metodologia se baseia na regularidade empírica
conhecida como Lei de Benford.
(Adaptado de: Seleção de Amostras de Auditoria pela Lei de Benford. São Paulo: IBRAOP, 2016, 
p. 5)
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / TCE RS / 2018)
O serviço de inteligência do Tribunal de Contas investigou os saldos das
demonstrações contábeis de 497 municípios de um determinado Estado. Em seu
relatório, indicou que foi extraído o primeiro dígito de cada saldo contábil e,
após totalizadas as suas frequências, computou-se a estatística x2 ao nível de
confiança α apropriado. A hipótese nula, correspondente à aderência à Lei de
Benford, foi rejeitada nos balanços de 50 municipalidades do universo
pesquisado.
Considerando o exposto, é correto afirmar:
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / TCE RS / 2018)
a) Segundo tal teste, não é necessária a análise de 447 balanços para se
assegurar que todas as eventuais manipulações na população foram
encontradas.
b) Segundo tal teste, em 50 balanços foram encontradas manipulações nos
saldos.
c) As normas técnicas de auditoria deixaram de permitir o emprego de técnicas
estatísticas como a sugerida.
d) As normas técnicas de auditoria permitem o uso de amostragem, tanto a
estatística quanto a não estatística.
e) É possível concluir, pelos dados apresentados,que o teste estatístico falhou
e seu resultado não poderá ser aproveitado nos procedimentos de auditoria.
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Amostragem
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Auditoria
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Normas relativas à opinião 
(relatório de auditoria)
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(FCC / SEFAZ PE / 2014)
O relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis deve
especificar que a auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e
internacionais de auditoria. O relatório deve explicar, também, que essas
normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que
a) os procedimentos de auditoria sejam elaborados com o objetivo de
solucionar e prevenir fraudes e erros.
b) o programa de auditoria seja aprovado pela administração da entidade.
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(FCC / SEFAZ PE / 2014)
c) a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança
razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
d) a aprovação e a divulgação das demonstrações contábeis sejam de
responsabilidade do sistema de controle interno da entidade.
e) a avaliação do controle interno seja executada pela auditoria interna.
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(FCC / TRT 20 / 2016)
Contratado para realizar a auditoria das demonstrações contábeis do exercício
de 2015, da Companhia de Limpeza Urbana e Higienização, o auditor
independente deve expressar uma opinião não modificada quando
a) tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas
para as demonstrações contábeis.
b) concluir com base em evidência de auditoria obtida, que as demonstrações
contábeis tomadas em conjunto apresentam distorções relevantes.
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(FCC / TRT 20 / 2016)
c) tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis.
d) concluir que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável.
e) não conseguir obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para
concluir se as demonstrações contábeis tomadas em conjunto não apresentam
distorções relevantes.
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(FCC / DPE RR / 2015)
A firma de auditoria UAXM − Auditores Independentes foi contratada para
realizar a auditoria das demonstrações contábeis referente ao exercício de
2014, de determinada empresa estatal do Estado. Finalizados os trabalhos de
auditoria, o Auditor deve formar uma opinião e emitir o relatório. O Auditor
expressa uma opinião não modificada quando
a) obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis.
b) não obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua
opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e
generalizadas.
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(FCC / DPE RR / 2015)
c) conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura do relatório financeiro aplicável.
d) obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas
para as demonstrações contábeis.
e) não obtém evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua
opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não
generalizados.
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(FCC / ALEPE / 2014)
Quando o auditor conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em
todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro
aplicável, deverá expressar uma opinião
a) conclusiva.
b) favorável.
c) não modificada.
d) modificada.
e) idônea.
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(FCC / ALMS / 2016)
Concluída a auditoria das demonstrações contábeis, caso o auditor não esteja
convencido de que a entidade elaborou as demonstrações contábeis de acordo
com as normas de auditoria aplicável, na emissão do relatório deverá expressar
uma opinião modificada. Segundo a NBC TA 705, a opinião modificada
compreende:
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(FCC / ALMS / 2016)
a) opinião com ressalva, opinião adversa ou abstenção de opinião.
b) opinião sem ressalva, opinião com ressalva ou opinião adversa.
c) opinião com ressalva, opinião pela irregularidade com recomendação ou
abstenção de opinião.
d) opinião com recomendação, opinião pela irregularidade ou abstenção de
opinião.
e) opinião com ressalva, opinião adversa ou opinião pela irregularidade.
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(FCC / ARSETE / 2016)
O Auditor se concluir que as demonstrações contábeis tomadas em conjunto
apresentam distorções relevantes, deve modificar a opinião em seu relatório de
auditoria. A NBC TA 705 estabelece os tipos de opinião modificada na seguinte
ordem:
a) opinião sem ressalva, opinião com ressalva e opinião adversa.
b) opinião com ressalva, opinião adversa e abstenção de opinião.
c) opinião sem ressalva, opinião com recomendação e opinião pela
irregularidade.
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(FCC / ARSETE / 2016)
O Auditor se concluir que as demonstrações contábeis tomadas em conjunto
apresentam distorções relevantes, deve modificar a opinião em seu relatório de
auditoria. A NBC TA 705 estabelece os tipos de opinião modificada na seguinte
ordem:
d) opinião pela regularidade, opinião com ressalva e opinião pela
irregularidade.
e) opinião com ressalva, opinião pela irregularidade e abstenção de opinião.
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(FCC / DPE SP / 2015)
Nas auditorias realizadas das demonstrações contábeis, conforme as evidências
de auditoria obtidas, o auditor independente deve expressar a seguinte opinião,
EXCETO:
a) opinião adversa.
b) opinião sem ressalvas.
c) abstenção de opinião.
d) opinião com ressalva.
e) opinião pela irregularidade.
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(FCC / Metrô SP / 2019)
Suponha que um auditor independente esteja auditando uma empresa e se
depare com uma das seguintes situações:
I. Obteve evidência de auditoria apropriada e suficiente, e concluiu que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis; ou
II. Não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para
suportar sua opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não
detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser
relevantes, mas não generalizados.
Em ambos os casos, deve expressar no relatório de auditoria sua opinião
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(FCC / Metrô SP / 2019)
Em ambos os casos, deve expressar no relatório de auditoria sua opinião
a) com abstenção.
b) adversa.
c) com ressalva.
d) com parágrafo de ênfase.
e) apenas com os principais assuntos de auditoria.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstraçõescontábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / COPERGÁS / 2016)
Na auditoria independente das demonstrações contábeis do exercício de 2015
de determinada empresa estatal do Governo do Estado, o auditor constatou que
na conta de “Duplicatas a Receber”, há uma diferença de R$ 2.596.000,00 a
maior no saldo contábil. A diferença refere-se a duas duplicatas pagas, mediante
cheques, por determinado cliente no mês de dezembro e depositado no mês
fevereiro do ano subsequente. Em seu julgamento o Auditor considerou que as
demonstrações contábeis apresentam distorções relevantes, mas não
generalizadas. Assim, segundo as NBC 705, deve o Auditor
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(FCC / COPERGÁS / 2016)
a) emitir uma opinião adversa.
b) abster-se de emitir uma opinião.
c) emitir uma opinião pela regularidade, com recomendação.
d) emitir uma opinião com ressalva.
e) considerar o saldo da conta “Duplicatas a Receber” irregular no exercício de
2015.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / SEFAZ MA / 2016)
Atenção: Para responder à questão, considere as seguintes informações:
Determinada empresa de economia mista do Estado fez o seguro do ativo
imobilizado, junto à seguradora Martelo, para o período de 24 meses:
01/10/2015 a 30/09/2017.
− O prêmio de seguro foi de R$ 600.000,00, pago 40% no ato e o restante 30 e
60 dias.
− A empresa encerra seu exercício social em 31 de dezembro de cada ano.
− O lucro do exercício de 2015 foi de R$ 1.390.000,00.
O auditor independente no exame dos registros contábeis da apólice do seguro
contratado constatou que:
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(FCC / SEFAZ MA / 2016)
− 300.000,00 – foram contabilizados (apropriados) como despesas de seguro do
exercício de 2015, e que o valor da apropriação do seguro está incorreto.
− 300.000,00 – foram contabilizados na conta “Seguros a Vencer” classificada no
realizável de curto prazo.
O auditor considerou que as distorções, individualmente ou em conjunto, são
relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis.
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(FCC / SEFAZ MA / 2016)
Nestas condições, o auditor deve
a) expressar uma opinião pela regularidade, com ressalvas.
b) considerar as demonstrações contábeis regulares, após ajustes.
c) expressar uma opinião adversa.
d) considerar as demonstrações contábeis regulares, com recomendação.
e) expressar uma opinião com ressalvas.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / SEFAZ PI / 2015)
O auditor, quando, não consegue obter evidência de auditoria apropriada e
suficiente para suportar sua opinião, concluindo que os possíveis efeitos de
distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis
poderiam ser relevantes e generalizadas, deverá expressar sua opinião por meio
de
a) Parecer Adverso.
b) Parecer Limpo com parágrafo de ênfase.
c) Certificado de Regularidade.
d) Relatório com Abstenção de opinião.
e) Certificado de Regularidade com Ressalva.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / TCM-GO / 2015)
O Auditor, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui
que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis, deve expressar-se por meio de
a) opinião sem ressalva.
b) opinião com ressalva.
c) opinião adversa.
d) abstenção de opinião.
e) renúncia do trabalho.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / TCM GO / 2015)
O auditor, quando obtida evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui
que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e
generalizadas para as demonstrações contábeis, deve expressar-se por meio de
a) opinião sem ressalva.
b) renúncia do trabalho.
c) opinião com parágrafo de ênfase.
d) abstenção de opinião.
e) opinião adversa.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / CNMP / 2015)
Na realização dos trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis do
exercício de 2014 da Indústria de Calças e Camisas do Sul S/A, o auditor não
conseguiu obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar
sua opinião, mas concluiu que os possíveis efeitos de distorções não detectadas,
se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não
generalizados. Nestas condições, o auditor deve
a) expressar um opinião sem ressalvas, apenas para os itens examinados.
b) comunicar ao conselho fiscal da empresa e adotar novos procedimentos de
auditoria.
c) abster-se de expressar uma opinião.
d) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
e) expressar uma opinião, com ressalvas.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstraçõescontábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / TCE-CE / 2015)
Na auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2014 da Companhia
de Distribuição de Águas e Limpeza de Mananciais do Estado, o auditor
constatou diversas distorções. Tendo o auditor obtido evidência de auditoria
apropriada e suficiente, concluiu que as distorções, individualmente ou em
conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis.
Nestas condições, de acordo com as Normas de Auditoria NBC TAs, deve o
auditor
a) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
b) expressar uma opinião adversa.
c) considerar as demonstrações contábeis regulares, com ressalvas.
d) expressar uma opinião sem ressalva, mas com recomendação.
e) expressar uma opinião com ressalva.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
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(FCC / TRT 3 / 2015)
Nos trabalhos de auditoria realizados em determinada empresa de economia
mista, o auditor obteve evidência de auditoria apropriada e suficiente e concluiu
que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas condições, de acordo com
as nor mas de auditoria − NBC TA 705, deve o auditor
a) expressar uma opinião sem ressalva.
b) expressar uma opinião com ressalva.
c) concluir pela irregularidade.
d) abster-se de expressar uma opinião.
e) concluir pela regularidade com ressalvas.
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Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
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(FCC / SEFAZ PE / 2014)
Bartolomeu Guimarães, auditor independente, na realização de auditoria das
demonstrações contábeis da empresa Baratão do Norte S/A, tendo obtido
evidências de auditoria apropriadas e suficientes, concluiu que as distorções
detectadas, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas
para as demonstrações contábeis. Nestas condições, o auditor deve
a) emitir uma opinião adversa.
b) emitir uma opinião sem ressalva.
c) emitir uma opinião com ressalvas.
d) abster-se de opinar.
e) emitir uma opinião pela irregularidade.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCE-RS / 2014)
Nas circunstâncias em que o auditor, tendo obtido evidência de auditoria
apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em
conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis;
ou, não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para
suportar sua opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não
detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser
relevantes, mas não generalizados, sua opinião a ser expressada, no parecer ou
relatório de auditoria, deve ser
a) com abstenção.
b) com ressalva.
c) adversa.
d) limpa.
e) com ênfase.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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Prof. Guilherme Sant’Anna
Natureza do assunto que gerou a 
modificação
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não 
generalizado
Relevante e 
generalizado
Demonstrações contábeis 
apresentam distorções relevantes
Opinião com ressalva Opinião adversa
Impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada 
e suficiente
Opinião com ressalva Abstenção de opinião
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / AFAP / 2019)
A empresa Controla tudo S.A., detentora de 100% do total das ações da
empresa Controlada S.A., decidiu por publicar somente as demonstrações
individuais das empresas. Nesse caso, o Auditor
a) está obrigado a não emitir opinião, exigindo que o conglomerado publique
as demonstrações consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil.
b) deve emitir relatório de auditoria com opinião restrita e exigindo a
publicação das demonstrações consolidadas.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / AFAP / 2019)
c) deve emitir relatório de auditoria sem ressalvas, identificando que as
demonstrações que estão sendo apresentadas referem-se a demonstrações
separadas e que estão em conformidade com as normas contábeis brasileiras.
d) fica impossibilitado de emitir uma opinião sem ressalvas sobre as
demonstrações individuais, de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil.
e) estabelece limite de escopo e emite relatório de auditoria sem ressalvas,
identificando que as demonstrações contábeis não atendem às normas
contábeis brasileiras vigentes.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
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9. Portanto, a não apresentação de demonstrações contábeis consolidadas por
grupo de entidades sob o controle da controladora, que não se enquadre na
exceção prevista pelo item 4 da NBC TG 36, lado a lado com as demonstrações
individuais ou em conjunto separado, impossibilita, ao auditor, emitir uma
opinião sem ressalvas sobre as demonstrações individuais, de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de
relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards
Board (Iasb), quando os efeitos da não apresentação das demonstrações
contábeis consolidadas forem relevantes, generalizados ou quando o auditor não
consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua
opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes ou
generalizados, em conformidade com a NBC TA 705 – Modificações na Opinião do
Auditor Independente. [...].
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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(FCC / ISS Manaus / 2019)
O auditor independente responsável por auditoria de demonstrações contábeis:
a) está impedido de emitir o seu relatório se ele não tiver algumas das
informações financeiras e não financeiras ou todas elas.
b) que concluir pela existência de distorção relevante em informações
financeiras ou não financeiras incluídas no relatório anual da entidade, deve
requerer a sua correção aos responsáveis pela governança e, se não atendido,
solicitarà administração.
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(FCC / ISS Manaus / 2019)
c) na excepcionalidade de informações financeiras e não financeiras incluídas
no relatório anual da entidade se tornarem disponíveis subsequentemente ao
relatório do auditor, tem que atualizar os procedimentos realizados.
d) ao identificar que parece existir inconsistência relevante, deve discutir a
questão com a administração e, se necessário, realizar outros procedimentos.
e) ao avaliar a consistência dos valores ou outros itens selecionados das outras
informações com as demonstrações contábeis, tem que comparar todos os
valores, que devem ser os mesmos, de forma detalhada, com os valores ou
outros itens das demonstrações contábeis.
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Letra A: A20. O auditor não está impedido de datar ou emitir o seu relatório, se 
ele não tiver obtido algumas das outras informações ou todas elas.
Letra B: 17 Se o auditor concluir que existe distorção relevante nas outras 
informações, o auditor deve requerer à administração a sua correção. Se a 
administração:
(a) concordar em fazer a correção, o auditor deve verificar se a correção foi 
feita; ou
(b) recusar em fazer a correção, o auditor deve comunicar o assunto aos 
responsáveis pela governança e solicitar a sua correção.
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Letra C: 19. Se o auditor concluir que existe distorção relevante nas outras 
informações obtidas após a data do seu relatório, ele deve:
(a) executar procedimentos necessários às circunstâncias, se as outras 
informações tiverem sido corrigidas
Letra D: 16. Se o auditor identificar que parece existir inconsistência relevante 
(ou tomar conhecimento de que as outras informações parecem apresentar 
distorção relevante), o auditor deve discutir a questão com a administração e, 
se necessário, realizar outros procedimentos...
Letra E: A26. Ao avaliar a consistência dos valores ou outros itens selecionados 
das outras informações com as demonstrações contábeis, o auditor não é 
exigido a comparar todos os valores ou outros itens das outras informações, 
que devem ser os mesmos, de forma resumida ou de forma mais detalhada, 
com os valores ou outros itens das demonstrações contábeis. 
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(FCC / TRT 2 / 2018)
No que diz respeito ao Parecer do Auditor Independente, é correto afirmar que
o Parecer
a) do Auditor Independente compõe-se de três parágrafos, sendo que o
primeiro diz respeito à identificação das demonstrações contábeis e à definição
das responsabilidades da Administração e dos auditores.
b) do Auditor Independente compõe-se de três parágrafos, sendo que o
segundo determina o alcance da análise comparativa entre Balanços emitidos
pela organização auditada, nos últimos dois anos.
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Auditoria
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(FCC / TRT 2 / 2018)
c) do Auditor Independente compõe-se de três parágrafos, sendo que o último
evidencia o limite para análise das contas contábeis componentes do balanço
emitido pela organização auditada.
d) de Auditoria Independente pode ser classificado em 5 tipos distintos, sendo
que o mais importante deles é o Parecer com Negativa de Alcance.
e) com Abstenção de Opinião deve ser emitido quando o Auditor não puder
comparecer presencialmente para supervisionar os trabalhos de campo, onde
são coletados os dados necessários para fundamentar a sua opinião.
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Nos termos das normas de auditoria já revogadas (NBC T 11 e NBC T 11
IT 05), o parecer emitido pelo auditor independente compõe-se,
basicamente, de três parágrafos, como se segue:
a) o referente à identificação das demonstrações contábeis e à
definição das responsabilidades da administração e dos auditores;
b) o relativo à extensão dos trabalhos; e
c) o que expressa a opinião sobre as demonstrações contábeis.
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O parecer com abstenção de opinião por limitação na extensão é
emitido quando houver limitação significativa na extensão do exame
que impossibilite o auditor de formar opinião sobre as demonstrações
contábeis, por não ter obtido comprovação suficiente para
fundamentá-la, ou pela existência de múltiplas e complexas incertezas
que afetem um número significativo de rubricas das demonstrações
contábeis.
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(FCC / DPE RS / 2017)
Durante os trabalhos, um auditor independente concluiu que não seria possível
obter segurança razoável, bem como que uma opinião com ressalva no relatório
seria insuficiente nas circunstâncias para atender aos usuários previstos nas
demonstrações contábeis. Nesse caso, a NBC TA 200 requer que o auditor
a) amplie a amostragem inicial.
b) interrompa os trabalhos e faça um novo planejamento da auditoria.
c) faça uma revisão das anotações dos papéis de trabalho.
d) solicite mais auditores para auxiliar os trabalhos.
e) se abstenha de emitir sua opinião ou renuncie ao trabalho, quando a
renúncia for possível de acordo com lei ou regulamentação aplicável.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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NBC TA 200(R1).
12. Em todos os casos em que não for possível obter segurança razoável e
a opinião com ressalva no relatório do auditor for insuficiente nas
circunstâncias para atender aos usuários previstos das demonstrações
contábeis, as NBCs TA requerem que o auditor se abstenha de emitir sua
opinião ou renuncie ao trabalho, quando a renúncia for possível de
acordo com lei ou regulamentação aplicável. [Grifo nosso]
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FCC / MANAUSPREV / 2021
As entidades governamentais A e B foram auditadas. O trabalho de cada um dos auditores foi 
concluído da seguinte forma:
I. o auditor que estava na entidade A renunciou aos trabalhos.
II. o auditor que estava na entidade B se absteve de emitir sua opinião.
Considerando os objetivos gerais do auditor independente e a condução da auditoria, as normas de 
auditoria estabelecem que
A) pode haver a renúncia, desde que prevista em lei ou regulamento aplicável, ou mesmo a 
abstenção de opinião, na hipótese de não ser possível obter segurança razoável e a opinião com 
ressalva no relatório do auditor ser insuficiente nas circunstâncias para atender aos usuários 
previstos das demonstrações contábeis.
B) não há previsão legal ou normativa para a renúncia, mas é possível a abstenção de opinião, no 
caso de não ser possível obter segurança razoável e a opinião com ressalva no relatório do auditor 
ser insuficiente nas circunstâncias para atender aos usuários previstos das demonstrações 
contábeis.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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FCC / MANAUSPREV / 2021
C) é possível a renúncia desde que prevista em lei ou regulamento aplicável, mas não há 
previsão legal ou normativa para a abstenção de opinião.
D) a renúncia e a abstenção de opinião podem ocorrer desde que formalizadas antes de 
apresentado o planejamento de auditoria.
E) não há previsão normativa ou legal para a renúncia e tampouco para a abstenção de 
opinião.
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(FCC / PGE MT / 2016)
De acordo com a Norma Brasileira de Contabilidade do Trabalho de Auditoria
(NBC TA 701), os principais assuntos de auditoria são aqueles que
a) foram abordados no contexto da auditoria das demonstrações contábeis
tomadas em conjunto e, ao formar sua opinião sobre elas, o auditor não fornece
uma opinião separada sobre os referidos assuntos.
b) devem ser destacados no relatório final de seu trabalho, indicando aos
acionistas da empresa auditada se devem ou não continuar investindo em seu
capital, segundo a formação profissional do auditor.
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(FCC / PGE MT / 2016)
c) devemser tratados de forma extraordinária nos relatórios da empresa de
auditoria, impondo os riscos ao Estado em permitir que as empresas continuem
operando, em conformidade com a Legislação Societária em vigor.
d) devem ser considerados no relatório do auditor por terem tomado mais o
seu tempo de trabalho ou aqueles que lhes exigiram maior grau de
conhecimento técnico na identificação e elaboração das provas de auditoria.
e) permitem aos gestores da companhia avaliar os riscos econômicos do
negócio que gerenciam e permitem fazer a melhor escolha quanto aos caminhos
estratégicos que devem empreender.
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(FCC / TCE-RS / 2014)
Durante a realização do seu trabalho, o auditor não conseguiu obter segurança
razoável relativa às informações nem emitir opinião com ressalva. Nesse caso, o
auditor deve
a) aumentar o tamanho da amostragem.
b) convocar reunião com os administradores da instituição auditada.
c) solicitar reforço para sua equipe de auditoria.
d) trancar a auditoria.
e) abster de emitir opinião ou renunciar ao trabalho, se possível.
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Normas relativas à opinião 
(relatório de auditoria)
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Responsabilidade em relação a
fraudes
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(FCC / TCE CE / 2015)
Nos termos da NBC TA 240, o ato intencional que envolve dolo para obtenção
de vantagem ilegal é denominado
a) erro.
b) fraude.
c) fator de risco.
d) risco de auditoria.
e) evento de risco.
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Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / SEFAZ PI / 2015)
A contabilidade criativa efetuada com o propósito de maquiar as demonstrações
contábeis, seja para aumentar ou diminuir valores relacionados com os índices
econômico-financeiros, com o valor da empresa, com a distribuição de lucros e
pagamento de tributos sobre a renda, constitui, conforme norma vigente,
a) erro involuntário.
b) erro tolerável.
c) fraude contábil.
d) reclassificação financeira.
e) inteligência Competitiva.
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(FCC / TRT 23 / 2016)
Nos termos da NBC TA 240, para efeito das normas de auditoria, o auditor deve
se preocupar com a fraude
a) relacionada à constituição societária da entidade auditada.
b) que causa distorção relevante nas demonstrações contábeis.
c) sujeita às penas previstas na Constituição Federal.
d) que configura improbidade administrativa.
e) que possa configurar lavagem de dinheiro.
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(FCC / ALAP / 2020)
É responsabilidade do auditor, segundo a NBC TA 240,
a) estabelecer se a fraude ocorreu, em seu conceito jurídico.
b) prevenir e detectar a fraude, principalmente.
c) estabelecer se eventual fraude causou distorções relevantes,
principalmente.
d) não se manter cético ao que narram os empregados da auditada, posto que
são os principais incumbidos de cumprir os procedimentos de controle.
e) manter-se cético aos sinais de fraude, pois é relativamente mais difícil para a
administração ter condições de manipular os registros contábeis.
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(FCC / ALESE / 2018)
A NBC TA 240, que trata da Responsabilidade do Auditor em relação à fraude,
no contexto da Auditoria das Demonstrações Contábeis, estabelece quais são os
objetivos do auditor. De acordo com esta NBC, encontram-se entre os objetivos
do auditor
a) reparar, sempre que possível, distorções relevantes nas demonstrações
contábeis, decorrentes de fraudes, minimizando as consequências para a
empresa.
b) identificar e avaliar os riscos de distorção relevante nas demonstrações
contábeis, decorrente de fraude, bem como responder adequadamente face à
fraude ou à suspeita de fraude identificada durante a auditoria.
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(FCC / ALESE / 2018)
c) comunicar ao Ministério Público distorções relevantes nas demonstrações
contábeis, decorrentes de fraudes, e, tratando-se de instituição ligada ao
mercado de valores mobiliários, solicitar, justificadamente, a atuação da
Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
d) responder adequadamente face à fraude ou à suspeita de fraude
identificada em relação a tributos não lançados ou não pagos, exceto quanto
àqueles devidos na qualidade de responsável ou substituto tributário,
comunicando o fato à Fazenda Pública interessada.
e) obter evidências de auditoria sobre os riscos identificados de distorção
relevante e decorrente de fraude, comunicando o resultado da auditoria ao
Banco Central do Brasil, em prazo não superior a 30 dias, quando se tratar de
evidências obtidas junto a instituições financeiras.
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(FCC / TCM GO / 2015)
Com relação à responsabilidade do Auditor relativamente à fraude, é correto
afirmar que:
a) A principal responsabilidade do Auditor é emitir uma opinião limpa sobre as
demonstrações contábeis.
b) O Auditor é responsável apenas pelo exame da documentação que lhe for
fornecida.
c) O Auditor é responsável por obter segurança de que as Demonstrações
Contábeis como um todo não contém distorções relevantes, causadas por
fraude ou erro.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / TCM GO / 2015)
Com relação à responsabilidade do Auditor relativamente à fraude, é correto
afirmar que:
d) O Auditor responde apenas sobre os serviços explicitamente contratados.
e) Embora haja limitações inerentes na auditoria, o Auditor é responsável pela
prevenção e detecção de fraude
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / ALESE / 2018)
De acordo com a NBCTA 240, que regula a Responsabilidade do Auditor em
relação à fraude, no contexto da Auditoria das Demonstrações Contábeis, as
distorções nestas demonstrações
a) podem originar-se de fraude leve ou de fraude grave, sendo que o fator que
distingue uma da outra é que a fraude grave é dolosa, enquanto que a fraude
leve não o é.
b) só podem originar-se de fraude leve, de fraude grave ou de erro inescusável,
sendo que na fraude grave há dolo, na fraude leve não há dolo, mas há culpa
grave, e no erro há culpa leve.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / ALESE / 2018)
c) só podem originar-se de fraude in eligendo, de fraude in vigilando, de erro
inescusável e de erro escusável, sendo que as duas modalidades de fraude não
são intencionais, pois não são praticadas pela administração, mas pelos
responsáveis pela governança, enquanto que os erros inescusáveis são
intencionais e se revestem de características dolosas.
d) também podem originar-se de fraude presumida, decorrente de culpa in
eligendo, que ocorre quando se preenchem os quadros da empresa com
funcionários destinados a praticar atos fraudulentos, ou de culpa in vigilando,
que ocorre quando se exerce incentivo ou pressão sobre funcionários para que
eles passem a praticar ou tolerar a prática de ato fraudulento.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
Auditoria
Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / ALESE / 2018)
e) podem originar-se de fraude ou erro, sendo que o fator distintivo entre
fraude e erro está no fato de ser intencional ou não intencional a ação
subjacente que resulta em distorção nas demonstrações contábeis.
04271413704 - CLAUDIA LAUREDO
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Prof. Guilherme Sant’Anna
(FCC / CGM São Luís / 2015)
Nos termos da NBC TA 240, fraude é o ato intencional de um ou mais indivíduos
da administração, dos responsáveis pela governança, empregados ou terceiros,
que envolva dolo para obtenção de vantagem injusta ou ilegal. Os eventos ou
condições que indiquem incentivo ou pressão para a ocorrência da fraude são
denominados
a) fatores de risco.
b) elementos de associação.
c) aspectos condicionantes.
d) facilitadores.
e) causadores.
04271413704

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