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<p>www.romulopassos.com.br 1</p><p>Segunda-feira, às 20h</p><p>FGV/ENARE</p><p>Hipertensão e</p><p>Diabetes Mellitus</p><p>Hipertensão</p><p>Considerações iniciais</p><p>1. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) O débito cardíaco de um paciente é determinado por</p><p>a) pré-carga x pós-carga.</p><p>b) volume sistólico + pré-carga.</p><p>c) pós-carga x frequência cardíaca.</p><p>d) frequência cardíaca x volume sistólico.</p><p>e) volume diastólico + volume sistólico.</p><p>2. (Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco – SEE – PE/FGV/2016) O controle das</p><p>doenças não transmissíveis passa pelo conhecimento e combate aos fatores de risco. No caso da</p><p>hipertensão arterial esses fatores de risco podem ser classificados em modificáveis e não</p><p>modificáveis. A esse respeito, assinale a opção que indica um fator de risco não modificável.</p><p>a) Etilismo.</p><p>b) Tabagismo.</p><p>c) Sedentarismo.</p><p>d) Alimentação.</p><p>e) Hereditariedade.</p><p>www.romulopassos.com.br 2</p><p>Principais etapas para a realização da medição da PA:</p><p>- Determinar a circunferência do braço no ponto médio entre acrômio e olécrano.</p><p>- Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital.</p><p>- Estimar o nível da PAS pela palpação do pulso radial.</p><p>- Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula ou o diafragma do estetoscópio</p><p>sem compressão excessiva.</p><p>- Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da PAS obtido pela palpação.</p><p>- Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo).</p><p>- Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase 1 de Korotkoff) e, depois, aumentar</p><p>ligeiramente a velocidade de deflação.</p><p>- Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase 5 de Korotkoff).</p><p>- Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e</p><p>depois proceder à deflação rápida e completa.</p><p>- Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a PAD no abafamento dos sons (fase 4</p><p>de Korotkoff) e anotar valores da PAS/PAD/zero.</p><p>- Realizar 3 medidas da PA, com intervalo de 1 a 2 minutos; e medidas adicionais somente se as</p><p>duas primeiras leituras diferirem em mais de 10 mmHg. Deve-se registrar em prontuário a média</p><p>das duas últimas leituras da PA, sem “arredondamentos” e o braço em que a PA foi medida.</p><p>3. (SES-MT/FGV/2024) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, a respeito das</p><p>etapas para realização da medida da pressão arterial usando a técnica auscultatória, analise as</p><p>afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) Deve-se colocar o manguito, sem deixar folgas, 4 a 5cm acima da fossa cubital.</p><p>(_) Recomenda-se estimar o nível da Pressão Arterial Sistólica pela palpação do pulso radial.</p><p>(_) O manguito deve ser Inflado rapidamente até ultrapassar 30 a 40mmHg, o nível estimado da</p><p>PAS obtido pela palpação.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V - V - F.</p><p>b) F - V - F.</p><p>c) V - V - V.</p><p>d) F - F - V.</p><p>www.romulopassos.com.br 3</p><p>4. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Considerando todos os critérios</p><p>recomendados para o diagnóstico, um dos valores definidores da hipertensão arterial é</p><p>a) PAD maior igual que 80.</p><p>b) PAD maior igual que 85.</p><p>c) PAS maior igual que 130mmHg.</p><p>d) PAS maior igual que 135mmHg.</p><p>e) PAS maior igual que 140mmHg.</p><p>5. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Um paciente adulto, 50 anos, apresentou valores</p><p>seguidos de Pressão Arterial (PA) com a seguinte variação: PAS entre 140- 159mmHg e PAD entre</p><p>90-99mmHg.</p><p>Considerando que foram seguidos os critérios de validação e confirmação preconizados pela</p><p>Sociedade Brasileira de Cardiologia, esses valores indicam:</p><p>a) PA normal. d) hipertensão estágio 2.</p><p>b) pré-hipertensão. e) hipertensão estágio 3.</p><p>c) hipertensão estágio 1.</p><p>6. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Considerando os critérios usados para a classificação da</p><p>pressão arterial (PA), um paciente adulto com PA de 165 x 100 mmHg apresenta</p><p>a) pressão limítrofe. d) hipertensão estágio 3.</p><p>b) hipertensão estágio 1. e) hipertensão estágio 4.</p><p>c) hipertensão estágio 2.</p><p>www.romulopassos.com.br 4</p><p>7. (TJ-DFT/FGV/2022) Paciente de 30 anos foi diagnosticado com hipertensão arterial estágio 3.</p><p>Esse estágio é compatível com o seguinte valor:</p><p>a) PAS = 157 mmHg.</p><p>b) PAD = 108 mmHg.</p><p>c) PAS = 178 mmHg.</p><p>d) PAD = 110 mmHg.</p><p>e) PAS = 160 mmHg.</p><p>8. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão</p><p>Arterial, a hipertensão gestacional é definida como</p><p>a) PAS maior igual que 130 mmHg e/ou PAD maior igual que 85 mmHg, ou ambos, medida em duas</p><p>ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.</p><p>b) PAS maior igual que 140 mmHg e/ou PAD maior igual que 90 mmHg, ou ambos, medida em duas</p><p>ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.</p><p>c) PAS maior igual que 150 mmHg e/ou PAD maior igual que 95 mmHg, ou ambos, medida em duas</p><p>ocasiões com pelo menos 8 horas de intervalo.</p><p>d) PAS maior igual que 160 mmHg e/ou PAD maior igual que 100 mmHg, ou ambas, medidas em</p><p>duas ocasiões com, pelo menos, 4 horas de intervalo.</p><p>e) PAS maior igual que 170 mmHg e/ou PAD maior igual que 110 mmHg, ou ambos, medida em</p><p>duas ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.</p><p>Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020</p><p>9. (FHEMIG/FGV/2023) Uma Gestante de 27 anos, 21ª semana de gestação, foi internada em</p><p>uma unidade hospitalar apresentando um quadro de Hipertensão Gestacional Grave.</p><p>Assinale a opção que indica uma característica dessa síndrome hipertensiva.</p><p>a) A presença de proteinúria.</p><p>b) A ocorrência de trombocitopenia.</p><p>c) Episódios de convulsões tônico-clônicas.</p><p>d) PAS ≥ 140mmHg e/ou PAD ≥ 90mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4</p><p>horas de intervalo.</p><p>e) PAS ≥ 160 mmHg e/ou PAD ≥ 110mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4</p><p>horas de intervalo.</p><p>www.romulopassos.com.br 5</p><p>10. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Com base nas diretrizes de hipertensão arterial, analise</p><p>as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) As urgências hipertensivas são situações clínicas sintomáticas em que há elevação acentuada da</p><p>pressão arterial, definida arbitrariamente como PAS maior igual que 160 e/ou PAD maior igual que</p><p>100mmHg.</p><p>(_) Nos hipertensos de risco cardiovascular baixo ou moderado, a meta de tratamento é alcançar</p><p>valores de PA inferiores a 140/90mmHg.</p><p>(_) Toda criança maior igual que 3 anos de idade e adolescente, com excesso de peso, doença</p><p>renal, coarctação de aorta e diabetes, deve ter sua PA verificada em qualquer avaliação clínica.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. c) F - V - V. e) V - F - V.</p><p>b) F - F - F. d) F - V - F.</p><p>11. (Senado Federal/FGV/2022) Com base nas diretrizes relacionadas à Hipertensão Arterial, suas</p><p>variações, definições e conceitos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e</p><p>(F) para a falsa.</p><p>(_) Um dos indícios da hipertensão arterial secundária é a Tríade de Feocromocitona, caracterizada</p><p>por palpitações, hipofenose de bulhas e cefaleia intensa.</p><p>(_) Os indivíduos aderentes ao tratamento, em uso de três ou mais classes de fármacos anti-</p><p>hipertensivos em doses otimizadas e que não apresentam pressão arterial controlada, são</p><p>considerados hipertensos resistentes.</p><p>(_) A hipertensão maligna caracteriza-se pela presença de hipertensão em geral grave, retinopatia</p><p>com papiledema, com ou sem insuficiência renal e/ou cardíaca, necrose fibrinoide de</p><p>arteríolasrenais e endarterite obliterante.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V, F e V.</p><p>b) F, F e F.</p><p>c) V, V e V.</p><p>d) F, V e V.</p><p>e) V, F e F.</p><p>www.romulopassos.com.br 6</p><p>12. (SEAD-AP/FGV/2023) Está amplamente estabelecida a relação causal, linear e contínua entre</p><p>o aumento da pressão arterial (PA) e o risco de doença cardiovascular (DCV) em ambos os sexos,</p><p>todas as idades e todos os grupos étnicos. Dessa forma, um paciente do sexo masculino, 56 anos,</p><p>fumante, diabético com hipertensão arterial estágio 1, apresenta risco de doença cardiovascular:</p><p>a) leve.</p><p>b) baixo.</p><p>c) alto.</p><p>d) moderado.</p><p>e) muito alto.</p><p>www.romulopassos.com.br 7</p><p>13. (SEAD-GO/FGV/2023) De acordo com as Diretrizes Brasileiras</p><p>de Dislipidemia, uma pessoa</p><p>com LDL-c em jejum < 100mg/dL e Não HDL-c < 130mg/dL, apresenta um risco cardiovascular:</p><p>a) alto. c) muito alto. e) intermediário.</p><p>b) baixo. d) muito baixo.</p><p>14. (TRT-PB/FGV/FGV/2022) O serviço de saúde de um determinado órgão público promoveu</p><p>uma série de atividades voltadas para a prevenção e redução de danos relacionados às doenças</p><p>crônicas, entre as quais estavam a aferição dos sinais vitais, glicemia capilar e verificação de</p><p>algumas medidas antropométricas relacionadas à síndrome glicêmica e ao risco cardiovascular.</p><p>Nesse sentido, de acordo com os critérios da NCEP - ATP III, o risco cardiovascular é aumentado,</p><p>respectivamente, em homens e mulheres com circunferência abdominal acima de:</p><p>a) 77cm e 60cm.</p><p>b) 80cm e 75cm.</p><p>c) 93cm e 82cm.</p><p>d) 102cm e 88cm.</p><p>e) 110cm e 94cm.</p><p>15. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Paciente adulto apresenta glicemia em jejum =</p><p>90mg/dl; PA = 130x85mmHg; e FR = 25irpm.</p><p>Esses valores indicam:</p><p>a) glicemia normal, PA elevada e FR aumentada.</p><p>b) glicemia elevada, PA normal e FR diminuída.</p><p>c) glicemia diminuída, PA elevada e FR aumentada.</p><p>d) glicemia normal, PA diminuída e FR normal.</p><p>e) glicemia elevada, PA normal e FR normal.</p><p>www.romulopassos.com.br 8</p><p>16. (Câmara Municipal de São Paulo-SP/FGV/2024) Relacione os achados clínicos a seguir com as</p><p>etiologias secundárias de Hipertensão arterial:</p><p>1. Apneia obstrutiva do sono</p><p>2. Doença do parênquima renal</p><p>3. Estenose da artéria renal</p><p>4. Hiperaldosteronismo primário</p><p>( ) Maioria assintomática. Hipopotassemia (não obrigatória e</p><p>não habitual). Nódulo adrenal incidental.</p><p>( ) Ronco, sonolência diurna, cefaleia matinal, síndrome metabólica.</p><p>( ) Edema, anorexia, nictúria, fadiga, anemia, ureia e creatinina elevadas.</p><p>( ) Sopro abdominal, alteração da função renal pelo uso do captopril, rins assimétricos.</p><p>A relação correta, na ordem apresentada, é</p><p>a) 2 – 1 – 3 – 4.</p><p>b) 3 – 1 – 2 – 4.</p><p>c) 4 – 1 – 3 – 2.</p><p>d) 4 – 1 – 2 – 3.</p><p>e) 1 – 2 – 3 – 4.</p><p>17. (SES-MT/FGV/2024) Uma das metas gerais a ser obtida com o tratamento anti-hipertensivo</p><p>em pacientes adultos com risco cardiovascular alto, é PA sistólica entre</p><p>a) 120-129 mmHg.</p><p>b) 130-135 mmHg.</p><p>c) 136-138 mmHg.</p><p>d) 140-142 mmHg.</p><p>18. (Câmara Municipal de São Paulo - SP/FGV/2024) Ao prescrever um tratamento anti-</p><p>hipertensivo você pontua a possibilidade do surgimento de certos efeitos adversos: tosse seca,</p><p>edema angioneurótico e erupção cutânea. Você certamente prescreveu um fármaco da seguinte</p><p>classe:</p><p>a) Bloqueadores de canal de cálcio.</p><p>b) Inibidores da enzima conversora da angiotensina.</p><p>c) Diuréticos de alça.</p><p>d) Betabloqueadores.</p><p>e) Simpatolíticos de ação central.</p><p>www.romulopassos.com.br 9</p><p>Hipertensão Arterial</p><p>A Hipertensão Arterial Refratária (HARf) representa pacientes com HAR verdadeira, que mantém</p><p>a PA não controlada (PA ≥ 140/90 mmHg), mesmo estando em uso de cinco ou mais fármacos</p><p>anti-hipertensivos, incluindo a espironolactona e um diurético de longa ação (SBC, 2020).</p><p>A hipertensão arterial resistente (HAR) como a PA de consultório que permanece com valores</p><p>≥140/90 mmHg, com o uso de três ou mais classes de fármacos anti-hipertensivos com ações</p><p>sinérgicas, em doses máximas preconizadas ou toleradas, sendo um deles preferencialmente um</p><p>diurético tiazídico é definida (SBC, 2020).</p><p>19. (ALETO/FGV/2024) De acordo com as definições de Hipertensão Arterial Resistente e</p><p>Refratária, previstas nas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, analise as afirmativas a</p><p>seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) Hipertensão Arterial Resistente (HAR) é definida como a PA de consultório que permanece com</p><p>valores maior igual que 139/90mmHg, com o uso de duas ou mais classes de fármacos</p><p>antihipertensivos.</p><p>(_) Quando o paciente necessita do uso de quatro ou mais fármacos antihipertensivos para</p><p>alcançar o controle da PA, ele também é considerado um hipertenso resistente, porém controlado.</p><p>(_) Para definir a Hipertensão Arterial como Refratária é necessário que o paciente esteja em uso</p><p>de três ou mais fármacos anti-hipertensivos com ações sinérgicas e em doses máximas</p><p>preconizadas.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. c) V - F - V. e) V - V – F.</p><p>b) F - F - F. d) F - V - F.</p><p>Pseudo-hipertensão, caracterizada por níveis pressóricos falsamente elevados, devido ao</p><p>enrijecimento da parede arterial, que dificulta a oclusão da artéria.</p><p>Podemos identificar esta situação com a Manobra de Osler que consiste em inflar o manguito até</p><p>acima do nível da pressão sistólica e palpar a artéria radial.</p><p>Pseudo-hipertensão em idosos</p><p>HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - CAB, n° 37 (2014)</p><p>Nos pacientes que apresentam calcificação vascular a artéria</p><p>permanece palpável (sinal de Osler positivo).</p><p>www.romulopassos.com.br 10</p><p>20. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Durante o atendimento a um paciente idoso com</p><p>suspeita de pseudo-hipertensão, o enfermeiro realizou a manobra de Osler.</p><p>Essa manobra é considerada positiva quando, após insuflar o manguito da forma recomendada a</p><p>a) artéria braquial ou radial permaneça palpável.</p><p>b) pressão sistólica e diastólica sejam convergentes.</p><p>c) artéria braquial ou radial não seja mais palpável.</p><p>d) diferença da PAS entre os braços seja > 15 mmHg.</p><p>e) pressão diastólica aumente ≥ 10 mmHg em duas medições.</p><p>21. (SES-MT/FGV/2024) Considerando o tratamento da hipertensão arterial sistêmica (HAS) em</p><p>idosos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>( ) Pacientes portadores de hipertensão sistólica isolada com pressão arterial diastólica menor que</p><p>80 mmHg não devem ser submetidos a tratamento anti-hipertensivo, independentemente dos</p><p>valores da pressão arterial sistólica.</p><p>( ) O tratamento anti-hipertensivo deve ser cuidadosamente individualizado nos idosos frágeis,</p><p>considerando a possibilidade de hipotensão postural e risco de quedas;</p><p>( ) Os beta-bloqueadores estão indicados para tratamento de primeira linha para todos os</p><p>pacientes idosos portadores de HAS, com objetivo de redução de eventos coronarianos.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V – F – V.</p><p>b) F – V – F.</p><p>c) F – V – V.</p><p>d) V – V – F.</p><p>22. (TCE-PA/FGV/2024) A hipertensão arterial (HA) é uma doença crônica não transmissível</p><p>(DCNT) definida por níveis pressóricos, em que os benefícios do tratamento (não medicamentoso</p><p>e/ ou medicamentoso) superam os riscos. Trata-se de uma condição multifatorial, que depende</p><p>de fatores genéticos/epigenéticos, ambientais e sociais, caracterizada por elevação persistente da</p><p>pressão arterial (PA). De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020, o</p><p>tratamento de primeira linha recomendado para pacientes com hipertensão estágio 1 e com alto</p><p>risco cardiovascular é o uso de</p><p>a) antagonistas do receptor de mineralocorticoides.</p><p>b) diuréticos tiazídicos.</p><p>c) bloqueadores dos canais de cálcio.</p><p>d) betabloqueadores.</p><p>e) inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) ou bloqueadores dos receptores de</p><p>angiotensina (BRA).</p><p>www.romulopassos.com.br 11</p><p>Diabetes Mellitus</p><p>Diagnóstico de DM</p><p>É RECOMENDADO utilizar, como critérios de diagnóstico de DM, a glicemia de jejum, a HbA1c, a</p><p>glicemia no TTGO-1h ou a glicemia no TTGO- 2h. Se somente um exame estiver alterado, este</p><p>deverá ser repetido para confirmação.</p><p>Na presença de sintomas típicos de hiperglicemia, é RECOMENDADO que o diagnóstico seja</p><p>estabelecido quando houver glicemia plasmática ao acaso maior ou igual a 200 mg/dl.</p><p>Quando indicada a realização de TTGO, é RECOMENDADO o uso de TTGO-1h para diagnóstico de</p><p>DM2 e detecção de pré-diabetes, por ser superior e mais prático do que o TTGO-2h.</p><p>www.romulopassos.com.br 12</p><p>Critérios laboratoriais para diagnóstico de DM e pré-diabetes</p><p>É recomendado utilizar, como critérios de diagnóstico de DM, a GJ ≥ 126 mg/dl, a HbA1c ≥ 6,5%, a</p><p>glicemia no TTGO-1h ≥ 209 mg/dl ou a glicemia no TTGO- 2h ≥ 200 mg/dl. Se somente um exame</p><p>estiver alterado, este deverá ser repetido para confirmação.</p><p>Diagnóstico de DM</p><p>É RECOMENDADO o rastreamento de DM2 para todos os indivíduos com idade maior</p><p>ou igual a 35</p><p>anos e para adultos com sobrepeso ou obesidade, que tenham pelo menos um fator de risco</p><p>adicional para DM2, e ou que apresentem FINDRISC alto ou muito alto.</p><p>www.romulopassos.com.br 13</p><p>É RECOMENDADO utilizar a glicemia de jejum e/ou a HbA1c como primeiros testes de</p><p>rastreamento de DM2. A escolha deve ser baseada na disponibilidade local para realização da</p><p>dosagem de HbA1c.</p><p>Em adultos com pré-diabetes, definido previamente por glicemia de jejum e HbA1c, é RECOMENDADO a</p><p>realização adicional do TTGO-1h para diagnóstico de casos de DM2 não anteriormente detectados (se</p><p>maior ou igual a 209 mg/dl) ou para predizer risco futuro de DM2 (se maior ou igual a 155 mg/dl e menor</p><p>do que 209 mg/dl).</p><p>No rastreamento do DM2, se houver glicemia de jejum menor a 100 mg/dl e HbA1c menor que 5,7% em</p><p>pessoas com 3 ou mais fatores de risco ou FINDRISC alto/muito alto, é RECOMENDADO realizar o TTGO-1h</p><p>para complementar a investigação de DM e pré-diabetes.</p><p>No rastreamento inicial do DM2, caso haja glicemia de jejum menor que 100 mg/dl e HbA1c menor que</p><p>5,7%, em pessoas com menos de 3 fatores de risco, e com FINDRISC baixo a moderado, NÃO É</p><p>RECOMENDADO realizar testes adicionais para detecção de DM2 ou pré-diabetes.</p><p>Critérios para rastreamento de DM2 em crianças e adolescentes</p><p>assintomáticos</p><p>www.romulopassos.com.br 14</p><p>Rastreamento de DM1</p><p>O rastreamento pode permitir identificar potenciais candidatos à inclusão em estudo clínico</p><p>destinado à prevenção ou atraso do DM1 fase 3 ou ao uso de medicações imunomoduladoras</p><p>aprovadas por agências reguladoras.</p><p>O rastreamento com dosagem de autoanticorpos pode ser considerado em familiares de primeiro</p><p>grau de pessoas com DM1.</p><p>1. (ALETO/FGV/2024) (TJ-RO/FGV/2021) Após a realização de alguns exames, um paciente foi</p><p>diagnosticado com Diabetes Mellitus (DM) tipo 1.</p><p>Sobre as características desse tipo de diabetes, é correto afirmar que:</p><p>a) costuma ter início insidioso e sintomas mais brandos e abrange cerca de 90% dos casos de</p><p>diabetes na população.</p><p>b) após o diagnóstico, o DM tipo 1 pode evoluir por muitos anos antes de requerer insulina para</p><p>controle.</p><p>c) o termo ''tipo 1'' é usado para designar uma deficiência relativa na secreção de insulina.</p><p>d) a apresentação é em geral abrupta, acometendo principalmente crianças e adolescentes sem</p><p>excesso de peso.</p><p>e) a cetoacidose nesses casos é rara e, quando presente, em geral é ocasionada por infecção ou</p><p>estresse muito grave.</p><p>2. (TRT-PB/FGV/2022) De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, uma</p><p>glicose em jejum considerada alterada ou de risco aumentado para diabetes é aquela</p><p>a) maior que ou igual a 90 e menor que 150mg/dL.</p><p>b) maior que ou igual a 110 e menor que 129mg/dL.</p><p>c) maior que ou igual a 100 e menor que 126mg/dL.</p><p>d) maior que ou igual a 112 e menor que 128mg/dL.</p><p>e) maior que ou igual a 115 e menor que 130mg/dL.</p><p>www.romulopassos.com.br 15</p><p>3. (PM-AC/FGV/2023) De acordo com a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes/2023, na</p><p>presença de sintomas inequívocos de hiperglicemia, recomenda-se que o diagnóstico seja</p><p>realizado por meio de glicemia ao acaso</p><p>a) ≥ 100mg/dL.</p><p>b) ≥ 126mg/dL.</p><p>c) ≥ 200mg/dL.</p><p>d) ≤ 126mg/dL.</p><p>e) ≤ 100mg/dL.</p><p>Fonte: SBD, 2023</p><p>4. (Câmara Municipal de São Paulo-SP/FGV/2024) Em pacientes com diabetes, o controle</p><p>glicêmico deve ser individualizado de acordo com a situação clínica. Os parâmetros de avaliação</p><p>indicados são a hemoglobina glicada A1c (HbA1c) e as glicemias capilares.</p><p>“É recomendada a meta de HbA1 _____ para todos os indivíduos com diabetes, para prevenção</p><p>de complicações microvasculares, desde que não incorra em hipoglicemias graves e frequentes”.</p><p>Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes – 2023</p><p>A lacuna do fragmento acima é corretamente preenchida por</p><p>a) < 5,7 %</p><p>b) < 6,5 %</p><p>c) < 7,0 %</p><p>d) < 7,5 %</p><p>e) < 8,0 %</p><p>www.romulopassos.com.br 16</p><p>5. (Campinas - SP/VUNESP/2023) Ao elaborar o plano de cuidados de um idoso diabético</p><p>comprometido (frágil), portador de insuficiência cardíaca congestiva compensada, em</p><p>consonância com a diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes atualizada em 2023, o enfermeiro</p><p>deve estabelecer como metas no tratamento da diabete os seguintes valores para hemoglobina</p><p>glicada (HbA1c) e glicemia de jejum/pré-prandial (GJ/PP):</p><p>a) HbA1c = < 8,0 %; GJ/PP = 90 – 150 mg/dL.</p><p>b) HbA1c = ≤ 8,5 %; GJ/PP = 100 – 180 mg/dL.</p><p>c) HbA1c = ≤ 7,5 %; GJ/PP = 90 – 150 mg/dL.</p><p>d) HbA1c = < 7,5 %; GJ/PP = 80 – 130 mg/dL.</p><p>e) HbA1c = < 7,0 %; GJ/PP = 80 – 130 mg/dL.</p><p>6. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Cerca de 50% da população com diabetes não</p><p>sabe que é portadora da doença.</p><p>Por isso, testes de rastreamento são indicados em indivíduos adultos assintomáticos que</p><p>apresentem excesso de peso (IMC > 25) e fatores de risco tais como:</p><p>a) idade > 30 anos. d) pressão arterial menor que ou igual a 120x80 mmHg.</p><p>b) HDL > 45 mg/dl. e) história de doença cardiovascular.</p><p>c) fadiga habitual.</p><p>7. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) O rastreamento para o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2)</p><p>deve ser realizado em adultos assintomáticos com idade a partir dos 45 anos, sobrepeso ou</p><p>obesidade e que apresente um ou mais fatores de risco. Entre esses fatores estão:</p><p>a) histórico de IAM e nefropatia.</p><p>b) sexo masculino e hipertensão arterial.</p><p>c) histórico familiar de DM2 e AVC prévio.</p><p>d) HDL menor que 35 mg/dL e sedentarismo.</p><p>e) triglicérides menor que 250mg/dL e tabagismo.</p><p>www.romulopassos.com.br 17</p><p>8. (ALEMA/FGV/2023) Conforme as Recomendações do Ministério da Saúde e da Sociedade</p><p>Brasileira de Diabetes, um dos objetivos glicêmicos para uma criança de 10 anos com Diabetes</p><p>Melito tipo 1 é uma glicemia pós-prandial de</p><p>a) 70 a 145mg/dL.</p><p>b) 80 a 162mg/dL.</p><p>c) 90 a 180mg/dL.</p><p>d) 100 a 150mg/dL.</p><p>e) 120 a 180mg/dL.</p><p>9. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de</p><p>Diabetes, recomenda-se que uma gestante com Diabetes Mellitus ou Diabetes Mellitus</p><p>Gestacional tenha como meta, valores de glicemia pré-prandiais entre</p><p>a) 65 e 95mg/dL.</p><p>b) 70 e 96mg/dL.</p><p>c) 75 e 97mg/dL.</p><p>d) 80 e 98mg/dL.</p><p>e) 85 e 99mg/dL.</p><p>Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes - EDIÇÃO 2023</p><p>www.romulopassos.com.br 18</p><p>10. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Paciente com 25 semanas de gestação coleta</p><p>exame de sangue que evidencia glicemia de jejum de 180mg/dl. Nesse caso, o diagnóstico mais</p><p>provável é:</p><p>a) diabetes prévio à gestação.</p><p>b) diabetes gestacional.</p><p>c) diabetes insipidus.</p><p>d) diabetes mellitus e insipidus.</p><p>e) gestação normal.</p><p>Diabetes Gestacional</p><p>Fatores de risco (BRASIL, 2010):</p><p>• Idade igual ou superior a 35 anos;</p><p>• Índice de massa corporal (IMC) >25kg/m2 (sobrepeso e obesidade);</p><p>• Antecedente pessoal de diabetes gestacional;</p><p>• Antecedente familiar de diabetes mellitus (parentes de primeiro grau);</p><p>• Macrossomia ou polihidrâmnio em gestação anterior;</p><p>• Óbito fetal sem causa aparente em gestação anterior;</p><p>• Malformação fetal em gestação anterior;</p><p>• Uso de drogas hiperglicemiantes (corticoides, diuréticos tiazídicos);</p><p>• Síndrome dos ovários policísticos;</p><p>• Hipertensão arterial crônica.</p><p>www.romulopassos.com.br 19</p><p>11. (SES-MT/FGV/2024) Assinale a opção que não corresponde a um fator de risco para o</p><p>diabetes melito gestacional.</p><p>a) Sobrepeso. c) Malformação fetal em gestação anterior.</p><p>b) Idade. d) Oligodrâmnia em gestação anterior.</p><p>Em 2020 a dapagliflozina foi avaliada pela Conitec,</p><p>tendo sido recomendada sua incorporação para o</p><p>tratamento de DM2, de modo que o PCDT preconiza</p><p>seu uso para indivíduos com idade igual ou superior</p><p>a 65 anos e doença cardiovascular estabelecida</p><p>(infarto agudo do miocárdio prévio, cirurgia de</p><p>revascularização do miocárdio prévia, angioplastia</p><p>prévia das coronárias, angina estável ou instável,</p><p>acidente vascular cerebral isquêmico prévio, ataque</p><p>isquêmico transitório prévio, insuficiência cardíaca</p><p>com fração de ejeção abaixo de 40%);</p><p>Que não atingiram controle adequado em tratamento</p><p>otimizado com metformina e sulfonilureia.</p><p>www.romulopassos.com.br 20</p><p>12. (SES-MT/FGV/2024) Os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</p><p>são documentos</p><p>que orientam o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento de doenças ou agravos à saúde</p><p>no SUS. Em 2020, o medicamento dapaglifozina foi incluído no PCDT do Diabetes Melito (DM)</p><p>tipo 2.</p><p>De acordo com esse protocolo do Ministério da Saúde, assinale a opção que indica a</p><p>recomendação para a utilização desse medicamento na DM tipo 2.</p><p>a) Pacientes com idade igual ou menor a 60 anos e insuficiência renal que não atingiram a meta</p><p>terapêutica em tratamento otimizado com metformina e mudança de hábitos de vida.</p><p>b) Pacientes com idade igual ou superior a 65 anos e doença cardiovascular estabelecida que não</p><p>conseguiram controle adequado em tratamento otimizado com metformina e sulfonilureia.</p><p>c) Pacientes com idade igual ou maior a 60 anos, com taxa de filtração glomerular (TFG) < 45</p><p>mL/min/1,73m, em monoterapia ou terapia conjunta com insulina.</p><p>d) Pacientes com idade igual ou menor a 60 anos, assintomáticos, sem fatores de riscos, com</p><p>diagnóstico recente, mas que não atingiram a meta terapêutica com as mudanças de hábitos de</p><p>vida.</p><p>13. (TJ-MS/FGV/2024) Paciente do sexo feminino, 23 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus</p><p>tipo 1, é levada para atendimento na emergência com relato de náusea, vômitos, febre e disúria.</p><p>Ao exame, paciente está sonolenta e desidratada, mas responde às solicitações verbais. Está</p><p>orientada, desidratada e febril.</p><p>PA= 90x60 mmHg, FC 113 bpm e FR 32 IRPM. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações;</p><p>abdômen doloroso, sem sinais de irritação peritoneal. Glicemia= 570 mg/dL, Creatinina 2,3</p><p>mg/Dl Bicarbonato 14 mEq/L, pH venoso= 7,1</p><p>A conduta adequada é:</p><p>a) insulina; d) reposição de bicarbonato;</p><p>b) glucagon; e) solução salina 15 a 20 ml/kg nas primeiras 24 horas.</p><p>c) furosemide;</p><p>www.romulopassos.com.br 21</p><p>14. (TCE-TO/FGV/2022) Um paciente com diabetes mellitus foi atendido com quadro de</p><p>emergência hiperglicêmica apresentando confusão mental, náusea, hiperpneia e os seguintes</p><p>resultados: glicemia = 300 mg/dL, pH = 7,20, bicarbonato sérico = 12 mEq/L, cetonúria e Ânion-</p><p>gap = 13mEq/L. Esses sinais e sintomas são característicos de um quadro de:</p><p>a) cetoacidose diabética leve. d) cetoacidose diabética moderada.</p><p>b) cetoacidose diabética grave. e) síndrome hiperglicêmica hiperosmolar.</p><p>c) cetoacidose diabética severa.</p><p>15. (SES-MT/FGV/2024) Um paciente internado em uma unidade hospitalar apresenta sinais e</p><p>sintomas de Cetoacidose Diabética (CAD).</p><p>Assinale a opção que apresenta, corretamente, um critério diagnóstico dessa complicação.</p><p>a) Cetonemia maior que ou igual a 3 mmol/L.</p><p>b) Alcalose metabólica.</p><p>c) Glicemia acima de 150 mg/dL.</p><p>d) Cetonúria menor a 2 + nas tiras reagentes.</p><p>www.romulopassos.com.br 22</p><p>16. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) De acordo com o algoritmo da Sociedade</p><p>Brasileira de Diabetes (2019), as insulinas podem ser agrupadas em diversas categorias com base</p><p>no início, no pico máximo e na duração da ação. De acordo com essas características, associe o</p><p>tipo de insulina ao tempo de ação correspondente.</p><p>1. Regular</p><p>2. NPH</p><p>3. Glargina</p><p>4. Lispro</p><p>(_) Ação intermediária, com duração do efeito terapêutico de 10 - 18 horas.</p><p>(_) Ação ultrarrápida, com duração do efeito terapêutico de 3 - 5 horas.</p><p>(_) Ação rápida, com duração do efeito terapêutico de 5 - 8 horas.</p><p>(_) Ação longa, com duração do efeito terapêutico de 20 - 24 horas.</p><p>Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo.</p><p>a) 2 - 1 - 3 - 4.</p><p>b) 2 - 4 - 1 - 3.</p><p>c) 3 - 1 - 4 - 2.</p><p>d) 1 - 2 - 3 - 4.</p><p>e) 4 - 3 - 2 - 1.</p><p>17. (Senado Federal/FGV/2012-Adaptada) A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e</p><p>tem como função primordial a manutenção da glicemia dentro dos limites da normalidade. A</p><p>respeito da insulina de longa duração, conhecida por glargina 100UI/ml, assinale a alternativa</p><p>que indica o tempo de duração do seu efeito terapêutico.</p><p>a) De 10 a 16 horas.</p><p>b) De 16 a 20 horas.</p><p>c) De 20 a 24 horas.</p><p>d) De 24 a 36 horas.</p><p>e) De 36 a 48 horas.</p><p>18. (ALETO/FGV/2024) Entre as insulinas e análogas de insulina apresentadas a seguir, assinale</p><p>aquela de ação mais rápida.</p><p>a) NPH. c) regular. e) glargina 100.</p><p>b) lispro. d) degludeca.</p><p>19. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) De acordo com os protocolos do</p><p>Ministério da Saúde para o tratamento do Diabetes Tipo 1, os análogos de insulina de ação</p><p>rápida possuem farmacocinética semelhante, com ação que dura em torno de</p><p>a) 1 a 2 horas.</p><p>b) 2 a 3 horas.</p><p>c) 3 a 4 horas.</p><p>d) 4 a 6 horas.</p><p>e) 6 a 8 horas.</p><p>www.romulopassos.com.br 23</p><p>20. (SES-MT/FGV/2024) A velocidade de absorção da insulina varia conforme o local de aplicação.</p><p>Nesse sentido, assinale a opção que indica o local em que a absorção é mais rápida.</p><p>a) Coxa.</p><p>b) Braço.</p><p>c) Nádegas.</p><p>d) Abdômen.</p><p>www.romulopassos.com.br 24</p><p>21. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) As ações de promoção, prevenção e tratamento do pé</p><p>diabético são parte das estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica. Sobre a</p><p>classificação de risco do pé diabético, o Grau 2 diz respeito à seguinte situação clínica.</p><p>a) ausência de neuropatia.</p><p>b) história de úlcera e/ou amputação.</p><p>c) neuropatia presente sem deformidades.</p><p>d) neuropatia com deformidade (dedos em garra, Charcot).</p><p>e) doença arterial periférica com ou sem neuropatia presente.</p><p>22. (FHEMIG/FGV/2023) Durante a avaliação de um paciente adulto com Diabetes mellitus não</p><p>controlada, o Enfermeiro identificou pé diabético neuropático. Assinale a opção que indica</p><p>características dessa condição.</p><p>a) Pulso pedial diminuído e pele fria.</p><p>b) Ausência de edema e deformidades.</p><p>c) Palidez com elevação e sensação dolorosa.</p><p>d) Dedo em garra e sensibilidade diminuída.</p><p>e) Cianose com declive e pele fina e brilhante.</p><p>www.romulopassos.com.br 25</p><p>De acordo com o Manual do pé diabético: estratégias para o cuidado da pessoa com doença</p><p>crônica (BRASIL, 2016), abordaremos também a classificação da gravidade das infecções no pé</p><p>diabético e as condutas que devem ser tomadas, conforme tabela a seguir:</p><p>23. (SES-MT/FGV/2024) Um paciente apresenta sinais de infecção no pé diabético com as</p><p>seguintes características: sem manifestações sistêmicas, presença de eritema que se estende > 2</p><p>cm da margem da ulcera e envolvimento de tendão e músculo.</p><p>Nesse caso, a infecção é classificada como</p><p>a) leve. c) severa.</p><p>b) grave. d) moderada.</p><p>www.romulopassos.com.br 26</p>