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Simulado de Hipertensao e Diabetes FGV-ENARE

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Questões resolvidas

1. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) O débito cardíaco de um paciente é determinado por
a) pré-carga x pós-carga.
b) volume sistólico + pré-carga.
c) pós-carga x frequência cardíaca.
d) frequência cardíaca x volume sistólico.
e) volume diastólico + volume sistólico.

2. (Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco – SEE – PE/FGV/2016) O controle das doenças não transmissíveis passa pelo conhecimento e combate aos fatores de risco. No caso da hipertensão arterial esses fatores de risco podem ser classificados em modificáveis e não modificáveis. A esse respeito, assinale a opção que indica um fator de risco não modificável.
a) Etilismo.
b) Tabagismo.
c) Sedentarismo.
d) Alimentação.
e) Hereditariedade.

3. (SES-MT/FGV/2024) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, a respeito das etapas para realização da medida da pressão arterial usando a técnica auscultatória, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
(_) Deve-se colocar o manguito, sem deixar folgas, 4 a 5cm acima da fossa cubital.
(_) Recomenda-se estimar o nível da Pressão Arterial Sistólica pela palpação do pulso radial.
(_) O manguito deve ser Inflado rapidamente até ultrapassar 30 a 40mmHg, o nível estimado da PAS obtido pela palpação.
As afirmativas são, respectivamente,
a) V - V - F.
b) F - V - F.
c) V - V - V.
d) F - F - V.

4. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Considerando todos os critérios recomendados para o diagnóstico, um dos valores definidores da hipertensão arterial é
a) PAD maior igual que 80.
b) PAD maior igual que 85.
c) PAS maior igual que 130mmHg.
d) PAS maior igual que 135mmHg.
e) PAS maior igual que 140mmHg.

5. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Um paciente adulto, 50 anos, apresentou valores seguidos de Pressão Arterial (PA) com a seguinte variação: PAS entre 140- 159mmHg e PAD entre 90-99mmHg. Considerando que foram seguidos os critérios de validação e confirmação preconizados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, esses valores indicam:
a) PA normal. d) hipertensão estágio 2.
b) pré-hipertensão. e) hipertensão estágio 3.
c) hipertensão estágio 1.

6. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Considerando os critérios usados para a classificação da pressão arterial (PA), um paciente adulto com PA de 165 x 100 mmHg apresenta
a) pressão limítrofe. d) hipertensão estágio 3.
b) hipertensão estágio 1. e) hipertensão estágio 4.
c) hipertensão estágio 2.

7. (TJ-DFT/FGV/2022) Paciente de 30 anos foi diagnosticado com hipertensão arterial estágio 3. Esse estágio é compatível com o seguinte valor:
a) PAS = 157 mmHg.
b) PAD = 108 mmHg.
c) PAS = 178 mmHg.
d) PAD = 110 mmHg.
e) PAS = 160 mmHg.

8. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, a hipertensão gestacional é definida como
a) PAS maior igual que 130 mmHg e/ou PAD maior igual que 85 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.
b) PAS maior igual que 140 mmHg e/ou PAD maior igual que 90 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.
c) PAS maior igual que 150 mmHg e/ou PAD maior igual que 95 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 8 horas de intervalo.
d) PAS maior igual que 160 mmHg e/ou PAD maior igual que 100 mmHg, ou ambas, medidas em duas ocasiões com, pelo menos, 4 horas de intervalo.
e) PAS maior igual que 170 mmHg e/ou PAD maior igual que 110 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.

9. (FHEMIG/FGV/2023) Uma Gestante de 27 anos, 21ª semana de gestação, foi internada em uma unidade hospitalar apresentando um quadro de Hipertensão Gestacional Grave. Assinale a opção que indica uma característica dessa síndrome hipertensiva.
a) A presença de proteinúria.
b) A ocorrência de trombocitopenia.
c) Episódios de convulsões tônico-clônicas.
d) PAS ≥ 140mmHg e/ou PAD ≥ 90mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.
e) PAS ≥ 160 mmHg e/ou PAD ≥ 110mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.

10. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Com base nas diretrizes de hipertensão arterial, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
(_) As urgências hipertensivas são situações clínicas sintomáticas em que há elevação acentuada da pressão arterial, definida arbitrariamente como PAS maior igual que 160 e/ou PAD maior igual que 100mmHg.
(_) Nos hipertensos de risco cardiovascular baixo ou moderado, a meta de tratamento é alcançar valores de PA inferiores a 140/90mmHg.
(_) Toda criança maior igual que 3 anos de idade e adolescente, com excesso de peso, doença renal, coarctação de aorta e diabetes, deve ter sua PA verificada em qualquer avaliação clínica.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
a) V - V - V. c) F - V - V. e) V - F - V.
b) F - F - F. d) F - V - F.

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Questões resolvidas

1. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) O débito cardíaco de um paciente é determinado por
a) pré-carga x pós-carga.
b) volume sistólico + pré-carga.
c) pós-carga x frequência cardíaca.
d) frequência cardíaca x volume sistólico.
e) volume diastólico + volume sistólico.

2. (Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco – SEE – PE/FGV/2016) O controle das doenças não transmissíveis passa pelo conhecimento e combate aos fatores de risco. No caso da hipertensão arterial esses fatores de risco podem ser classificados em modificáveis e não modificáveis. A esse respeito, assinale a opção que indica um fator de risco não modificável.
a) Etilismo.
b) Tabagismo.
c) Sedentarismo.
d) Alimentação.
e) Hereditariedade.

3. (SES-MT/FGV/2024) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, a respeito das etapas para realização da medida da pressão arterial usando a técnica auscultatória, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
(_) Deve-se colocar o manguito, sem deixar folgas, 4 a 5cm acima da fossa cubital.
(_) Recomenda-se estimar o nível da Pressão Arterial Sistólica pela palpação do pulso radial.
(_) O manguito deve ser Inflado rapidamente até ultrapassar 30 a 40mmHg, o nível estimado da PAS obtido pela palpação.
As afirmativas são, respectivamente,
a) V - V - F.
b) F - V - F.
c) V - V - V.
d) F - F - V.

4. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Considerando todos os critérios recomendados para o diagnóstico, um dos valores definidores da hipertensão arterial é
a) PAD maior igual que 80.
b) PAD maior igual que 85.
c) PAS maior igual que 130mmHg.
d) PAS maior igual que 135mmHg.
e) PAS maior igual que 140mmHg.

5. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Um paciente adulto, 50 anos, apresentou valores seguidos de Pressão Arterial (PA) com a seguinte variação: PAS entre 140- 159mmHg e PAD entre 90-99mmHg. Considerando que foram seguidos os critérios de validação e confirmação preconizados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, esses valores indicam:
a) PA normal. d) hipertensão estágio 2.
b) pré-hipertensão. e) hipertensão estágio 3.
c) hipertensão estágio 1.

6. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Considerando os critérios usados para a classificação da pressão arterial (PA), um paciente adulto com PA de 165 x 100 mmHg apresenta
a) pressão limítrofe. d) hipertensão estágio 3.
b) hipertensão estágio 1. e) hipertensão estágio 4.
c) hipertensão estágio 2.

7. (TJ-DFT/FGV/2022) Paciente de 30 anos foi diagnosticado com hipertensão arterial estágio 3. Esse estágio é compatível com o seguinte valor:
a) PAS = 157 mmHg.
b) PAD = 108 mmHg.
c) PAS = 178 mmHg.
d) PAD = 110 mmHg.
e) PAS = 160 mmHg.

8. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, a hipertensão gestacional é definida como
a) PAS maior igual que 130 mmHg e/ou PAD maior igual que 85 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.
b) PAS maior igual que 140 mmHg e/ou PAD maior igual que 90 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.
c) PAS maior igual que 150 mmHg e/ou PAD maior igual que 95 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 8 horas de intervalo.
d) PAS maior igual que 160 mmHg e/ou PAD maior igual que 100 mmHg, ou ambas, medidas em duas ocasiões com, pelo menos, 4 horas de intervalo.
e) PAS maior igual que 170 mmHg e/ou PAD maior igual que 110 mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.

9. (FHEMIG/FGV/2023) Uma Gestante de 27 anos, 21ª semana de gestação, foi internada em uma unidade hospitalar apresentando um quadro de Hipertensão Gestacional Grave. Assinale a opção que indica uma característica dessa síndrome hipertensiva.
a) A presença de proteinúria.
b) A ocorrência de trombocitopenia.
c) Episódios de convulsões tônico-clônicas.
d) PAS ≥ 140mmHg e/ou PAD ≥ 90mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.
e) PAS ≥ 160 mmHg e/ou PAD ≥ 110mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.

10. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Com base nas diretrizes de hipertensão arterial, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
(_) As urgências hipertensivas são situações clínicas sintomáticas em que há elevação acentuada da pressão arterial, definida arbitrariamente como PAS maior igual que 160 e/ou PAD maior igual que 100mmHg.
(_) Nos hipertensos de risco cardiovascular baixo ou moderado, a meta de tratamento é alcançar valores de PA inferiores a 140/90mmHg.
(_) Toda criança maior igual que 3 anos de idade e adolescente, com excesso de peso, doença renal, coarctação de aorta e diabetes, deve ter sua PA verificada em qualquer avaliação clínica.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
a) V - V - V. c) F - V - V. e) V - F - V.
b) F - F - F. d) F - V - F.

Prévia do material em texto

<p>www.romulopassos.com.br 1</p><p>Segunda-feira, às 20h</p><p>FGV/ENARE</p><p>Hipertensão e</p><p>Diabetes Mellitus</p><p>Hipertensão</p><p>Considerações iniciais</p><p>1. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) O débito cardíaco de um paciente é determinado por</p><p>a) pré-carga x pós-carga.</p><p>b) volume sistólico + pré-carga.</p><p>c) pós-carga x frequência cardíaca.</p><p>d) frequência cardíaca x volume sistólico.</p><p>e) volume diastólico + volume sistólico.</p><p>2. (Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco – SEE – PE/FGV/2016) O controle das</p><p>doenças não transmissíveis passa pelo conhecimento e combate aos fatores de risco. No caso da</p><p>hipertensão arterial esses fatores de risco podem ser classificados em modificáveis e não</p><p>modificáveis. A esse respeito, assinale a opção que indica um fator de risco não modificável.</p><p>a) Etilismo.</p><p>b) Tabagismo.</p><p>c) Sedentarismo.</p><p>d) Alimentação.</p><p>e) Hereditariedade.</p><p>www.romulopassos.com.br 2</p><p>Principais etapas para a realização da medição da PA:</p><p>- Determinar a circunferência do braço no ponto médio entre acrômio e olécrano.</p><p>- Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital.</p><p>- Estimar o nível da PAS pela palpação do pulso radial.</p><p>- Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula ou o diafragma do estetoscópio</p><p>sem compressão excessiva.</p><p>- Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da PAS obtido pela palpação.</p><p>- Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo).</p><p>- Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase 1 de Korotkoff) e, depois, aumentar</p><p>ligeiramente a velocidade de deflação.</p><p>- Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase 5 de Korotkoff).</p><p>- Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e</p><p>depois proceder à deflação rápida e completa.</p><p>- Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a PAD no abafamento dos sons (fase 4</p><p>de Korotkoff) e anotar valores da PAS/PAD/zero.</p><p>- Realizar 3 medidas da PA, com intervalo de 1 a 2 minutos; e medidas adicionais somente se as</p><p>duas primeiras leituras diferirem em mais de 10 mmHg. Deve-se registrar em prontuário a média</p><p>das duas últimas leituras da PA, sem “arredondamentos” e o braço em que a PA foi medida.</p><p>3. (SES-MT/FGV/2024) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, a respeito das</p><p>etapas para realização da medida da pressão arterial usando a técnica auscultatória, analise as</p><p>afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) Deve-se colocar o manguito, sem deixar folgas, 4 a 5cm acima da fossa cubital.</p><p>(_) Recomenda-se estimar o nível da Pressão Arterial Sistólica pela palpação do pulso radial.</p><p>(_) O manguito deve ser Inflado rapidamente até ultrapassar 30 a 40mmHg, o nível estimado da</p><p>PAS obtido pela palpação.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V - V - F.</p><p>b) F - V - F.</p><p>c) V - V - V.</p><p>d) F - F - V.</p><p>www.romulopassos.com.br 3</p><p>4. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Considerando todos os critérios</p><p>recomendados para o diagnóstico, um dos valores definidores da hipertensão arterial é</p><p>a) PAD maior igual que 80.</p><p>b) PAD maior igual que 85.</p><p>c) PAS maior igual que 130mmHg.</p><p>d) PAS maior igual que 135mmHg.</p><p>e) PAS maior igual que 140mmHg.</p><p>5. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Um paciente adulto, 50 anos, apresentou valores</p><p>seguidos de Pressão Arterial (PA) com a seguinte variação: PAS entre 140- 159mmHg e PAD entre</p><p>90-99mmHg.</p><p>Considerando que foram seguidos os critérios de validação e confirmação preconizados pela</p><p>Sociedade Brasileira de Cardiologia, esses valores indicam:</p><p>a) PA normal. d) hipertensão estágio 2.</p><p>b) pré-hipertensão. e) hipertensão estágio 3.</p><p>c) hipertensão estágio 1.</p><p>6. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Considerando os critérios usados para a classificação da</p><p>pressão arterial (PA), um paciente adulto com PA de 165 x 100 mmHg apresenta</p><p>a) pressão limítrofe. d) hipertensão estágio 3.</p><p>b) hipertensão estágio 1. e) hipertensão estágio 4.</p><p>c) hipertensão estágio 2.</p><p>www.romulopassos.com.br 4</p><p>7. (TJ-DFT/FGV/2022) Paciente de 30 anos foi diagnosticado com hipertensão arterial estágio 3.</p><p>Esse estágio é compatível com o seguinte valor:</p><p>a) PAS = 157 mmHg.</p><p>b) PAD = 108 mmHg.</p><p>c) PAS = 178 mmHg.</p><p>d) PAD = 110 mmHg.</p><p>e) PAS = 160 mmHg.</p><p>8. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão</p><p>Arterial, a hipertensão gestacional é definida como</p><p>a) PAS maior igual que 130 mmHg e/ou PAD maior igual que 85 mmHg, ou ambos, medida em duas</p><p>ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.</p><p>b) PAS maior igual que 140 mmHg e/ou PAD maior igual que 90 mmHg, ou ambos, medida em duas</p><p>ocasiões com pelo menos 4 horas de intervalo.</p><p>c) PAS maior igual que 150 mmHg e/ou PAD maior igual que 95 mmHg, ou ambos, medida em duas</p><p>ocasiões com pelo menos 8 horas de intervalo.</p><p>d) PAS maior igual que 160 mmHg e/ou PAD maior igual que 100 mmHg, ou ambas, medidas em</p><p>duas ocasiões com, pelo menos, 4 horas de intervalo.</p><p>e) PAS maior igual que 170 mmHg e/ou PAD maior igual que 110 mmHg, ou ambos, medida em</p><p>duas ocasiões com pelo menos 6 horas de intervalo.</p><p>Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020</p><p>9. (FHEMIG/FGV/2023) Uma Gestante de 27 anos, 21ª semana de gestação, foi internada em</p><p>uma unidade hospitalar apresentando um quadro de Hipertensão Gestacional Grave.</p><p>Assinale a opção que indica uma característica dessa síndrome hipertensiva.</p><p>a) A presença de proteinúria.</p><p>b) A ocorrência de trombocitopenia.</p><p>c) Episódios de convulsões tônico-clônicas.</p><p>d) PAS ≥ 140mmHg e/ou PAD ≥ 90mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4</p><p>horas de intervalo.</p><p>e) PAS ≥ 160 mmHg e/ou PAD ≥ 110mmHg, ou ambos, medida em duas ocasiões com pelo menos 4</p><p>horas de intervalo.</p><p>www.romulopassos.com.br 5</p><p>10. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Com base nas diretrizes de hipertensão arterial, analise</p><p>as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) As urgências hipertensivas são situações clínicas sintomáticas em que há elevação acentuada da</p><p>pressão arterial, definida arbitrariamente como PAS maior igual que 160 e/ou PAD maior igual que</p><p>100mmHg.</p><p>(_) Nos hipertensos de risco cardiovascular baixo ou moderado, a meta de tratamento é alcançar</p><p>valores de PA inferiores a 140/90mmHg.</p><p>(_) Toda criança maior igual que 3 anos de idade e adolescente, com excesso de peso, doença</p><p>renal, coarctação de aorta e diabetes, deve ter sua PA verificada em qualquer avaliação clínica.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. c) F - V - V. e) V - F - V.</p><p>b) F - F - F. d) F - V - F.</p><p>11. (Senado Federal/FGV/2022) Com base nas diretrizes relacionadas à Hipertensão Arterial, suas</p><p>variações, definições e conceitos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e</p><p>(F) para a falsa.</p><p>(_) Um dos indícios da hipertensão arterial secundária é a Tríade de Feocromocitona, caracterizada</p><p>por palpitações, hipofenose de bulhas e cefaleia intensa.</p><p>(_) Os indivíduos aderentes ao tratamento, em uso de três ou mais classes de fármacos anti-</p><p>hipertensivos em doses otimizadas e que não apresentam pressão arterial controlada, são</p><p>considerados hipertensos resistentes.</p><p>(_) A hipertensão maligna caracteriza-se pela presença de hipertensão em geral grave, retinopatia</p><p>com papiledema, com ou sem insuficiência renal e/ou cardíaca, necrose fibrinoide de</p><p>arteríolasrenais e endarterite obliterante.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) V, F e V.</p><p>b) F, F e F.</p><p>c) V, V e V.</p><p>d) F, V e V.</p><p>e) V, F e F.</p><p>www.romulopassos.com.br 6</p><p>12. (SEAD-AP/FGV/2023) Está amplamente estabelecida a relação causal, linear e contínua entre</p><p>o aumento da pressão arterial (PA) e o risco de doença cardiovascular (DCV) em ambos os sexos,</p><p>todas as idades e todos os grupos étnicos. Dessa forma, um paciente do sexo masculino, 56 anos,</p><p>fumante, diabético com hipertensão arterial estágio 1, apresenta risco de doença cardiovascular:</p><p>a) leve.</p><p>b) baixo.</p><p>c) alto.</p><p>d) moderado.</p><p>e) muito alto.</p><p>www.romulopassos.com.br 7</p><p>13. (SEAD-GO/FGV/2023) De acordo com as Diretrizes Brasileiras</p><p>de Dislipidemia, uma pessoa</p><p>com LDL-c em jejum < 100mg/dL e Não HDL-c < 130mg/dL, apresenta um risco cardiovascular:</p><p>a) alto. c) muito alto. e) intermediário.</p><p>b) baixo. d) muito baixo.</p><p>14. (TRT-PB/FGV/FGV/2022) O serviço de saúde de um determinado órgão público promoveu</p><p>uma série de atividades voltadas para a prevenção e redução de danos relacionados às doenças</p><p>crônicas, entre as quais estavam a aferição dos sinais vitais, glicemia capilar e verificação de</p><p>algumas medidas antropométricas relacionadas à síndrome glicêmica e ao risco cardiovascular.</p><p>Nesse sentido, de acordo com os critérios da NCEP - ATP III, o risco cardiovascular é aumentado,</p><p>respectivamente, em homens e mulheres com circunferência abdominal acima de:</p><p>a) 77cm e 60cm.</p><p>b) 80cm e 75cm.</p><p>c) 93cm e 82cm.</p><p>d) 102cm e 88cm.</p><p>e) 110cm e 94cm.</p><p>15. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Paciente adulto apresenta glicemia em jejum =</p><p>90mg/dl; PA = 130x85mmHg; e FR = 25irpm.</p><p>Esses valores indicam:</p><p>a) glicemia normal, PA elevada e FR aumentada.</p><p>b) glicemia elevada, PA normal e FR diminuída.</p><p>c) glicemia diminuída, PA elevada e FR aumentada.</p><p>d) glicemia normal, PA diminuída e FR normal.</p><p>e) glicemia elevada, PA normal e FR normal.</p><p>www.romulopassos.com.br 8</p><p>16. (Câmara Municipal de São Paulo-SP/FGV/2024) Relacione os achados clínicos a seguir com as</p><p>etiologias secundárias de Hipertensão arterial:</p><p>1. Apneia obstrutiva do sono</p><p>2. Doença do parênquima renal</p><p>3. Estenose da artéria renal</p><p>4. Hiperaldosteronismo primário</p><p>( ) Maioria assintomática. Hipopotassemia (não obrigatória e</p><p>não habitual). Nódulo adrenal incidental.</p><p>( ) Ronco, sonolência diurna, cefaleia matinal, síndrome metabólica.</p><p>( ) Edema, anorexia, nictúria, fadiga, anemia, ureia e creatinina elevadas.</p><p>( ) Sopro abdominal, alteração da função renal pelo uso do captopril, rins assimétricos.</p><p>A relação correta, na ordem apresentada, é</p><p>a) 2 – 1 – 3 – 4.</p><p>b) 3 – 1 – 2 – 4.</p><p>c) 4 – 1 – 3 – 2.</p><p>d) 4 – 1 – 2 – 3.</p><p>e) 1 – 2 – 3 – 4.</p><p>17. (SES-MT/FGV/2024) Uma das metas gerais a ser obtida com o tratamento anti-hipertensivo</p><p>em pacientes adultos com risco cardiovascular alto, é PA sistólica entre</p><p>a) 120-129 mmHg.</p><p>b) 130-135 mmHg.</p><p>c) 136-138 mmHg.</p><p>d) 140-142 mmHg.</p><p>18. (Câmara Municipal de São Paulo - SP/FGV/2024) Ao prescrever um tratamento anti-</p><p>hipertensivo você pontua a possibilidade do surgimento de certos efeitos adversos: tosse seca,</p><p>edema angioneurótico e erupção cutânea. Você certamente prescreveu um fármaco da seguinte</p><p>classe:</p><p>a) Bloqueadores de canal de cálcio.</p><p>b) Inibidores da enzima conversora da angiotensina.</p><p>c) Diuréticos de alça.</p><p>d) Betabloqueadores.</p><p>e) Simpatolíticos de ação central.</p><p>www.romulopassos.com.br 9</p><p>Hipertensão Arterial</p><p>A Hipertensão Arterial Refratária (HARf) representa pacientes com HAR verdadeira, que mantém</p><p>a PA não controlada (PA ≥ 140/90 mmHg), mesmo estando em uso de cinco ou mais fármacos</p><p>anti-hipertensivos, incluindo a espironolactona e um diurético de longa ação (SBC, 2020).</p><p>A hipertensão arterial resistente (HAR) como a PA de consultório que permanece com valores</p><p>≥140/90 mmHg, com o uso de três ou mais classes de fármacos anti-hipertensivos com ações</p><p>sinérgicas, em doses máximas preconizadas ou toleradas, sendo um deles preferencialmente um</p><p>diurético tiazídico é definida (SBC, 2020).</p><p>19. (ALETO/FGV/2024) De acordo com as definições de Hipertensão Arterial Resistente e</p><p>Refratária, previstas nas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, analise as afirmativas a</p><p>seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>(_) Hipertensão Arterial Resistente (HAR) é definida como a PA de consultório que permanece com</p><p>valores maior igual que 139/90mmHg, com o uso de duas ou mais classes de fármacos</p><p>antihipertensivos.</p><p>(_) Quando o paciente necessita do uso de quatro ou mais fármacos antihipertensivos para</p><p>alcançar o controle da PA, ele também é considerado um hipertenso resistente, porém controlado.</p><p>(_) Para definir a Hipertensão Arterial como Refratária é necessário que o paciente esteja em uso</p><p>de três ou mais fármacos anti-hipertensivos com ações sinérgicas e em doses máximas</p><p>preconizadas.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V - V - V. c) V - F - V. e) V - V – F.</p><p>b) F - F - F. d) F - V - F.</p><p>Pseudo-hipertensão, caracterizada por níveis pressóricos falsamente elevados, devido ao</p><p>enrijecimento da parede arterial, que dificulta a oclusão da artéria.</p><p>Podemos identificar esta situação com a Manobra de Osler que consiste em inflar o manguito até</p><p>acima do nível da pressão sistólica e palpar a artéria radial.</p><p>Pseudo-hipertensão em idosos</p><p>HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - CAB, n° 37 (2014)</p><p>Nos pacientes que apresentam calcificação vascular a artéria</p><p>permanece palpável (sinal de Osler positivo).</p><p>www.romulopassos.com.br 10</p><p>20. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Durante o atendimento a um paciente idoso com</p><p>suspeita de pseudo-hipertensão, o enfermeiro realizou a manobra de Osler.</p><p>Essa manobra é considerada positiva quando, após insuflar o manguito da forma recomendada a</p><p>a) artéria braquial ou radial permaneça palpável.</p><p>b) pressão sistólica e diastólica sejam convergentes.</p><p>c) artéria braquial ou radial não seja mais palpável.</p><p>d) diferença da PAS entre os braços seja > 15 mmHg.</p><p>e) pressão diastólica aumente ≥ 10 mmHg em duas medições.</p><p>21. (SES-MT/FGV/2024) Considerando o tratamento da hipertensão arterial sistêmica (HAS) em</p><p>idosos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>( ) Pacientes portadores de hipertensão sistólica isolada com pressão arterial diastólica menor que</p><p>80 mmHg não devem ser submetidos a tratamento anti-hipertensivo, independentemente dos</p><p>valores da pressão arterial sistólica.</p><p>( ) O tratamento anti-hipertensivo deve ser cuidadosamente individualizado nos idosos frágeis,</p><p>considerando a possibilidade de hipotensão postural e risco de quedas;</p><p>( ) Os beta-bloqueadores estão indicados para tratamento de primeira linha para todos os</p><p>pacientes idosos portadores de HAS, com objetivo de redução de eventos coronarianos.</p><p>As afirmativas são, respectivamente,</p><p>a) V – F – V.</p><p>b) F – V – F.</p><p>c) F – V – V.</p><p>d) V – V – F.</p><p>22. (TCE-PA/FGV/2024) A hipertensão arterial (HA) é uma doença crônica não transmissível</p><p>(DCNT) definida por níveis pressóricos, em que os benefícios do tratamento (não medicamentoso</p><p>e/ ou medicamentoso) superam os riscos. Trata-se de uma condição multifatorial, que depende</p><p>de fatores genéticos/epigenéticos, ambientais e sociais, caracterizada por elevação persistente da</p><p>pressão arterial (PA). De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020, o</p><p>tratamento de primeira linha recomendado para pacientes com hipertensão estágio 1 e com alto</p><p>risco cardiovascular é o uso de</p><p>a) antagonistas do receptor de mineralocorticoides.</p><p>b) diuréticos tiazídicos.</p><p>c) bloqueadores dos canais de cálcio.</p><p>d) betabloqueadores.</p><p>e) inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) ou bloqueadores dos receptores de</p><p>angiotensina (BRA).</p><p>www.romulopassos.com.br 11</p><p>Diabetes Mellitus</p><p>Diagnóstico de DM</p><p>É RECOMENDADO utilizar, como critérios de diagnóstico de DM, a glicemia de jejum, a HbA1c, a</p><p>glicemia no TTGO-1h ou a glicemia no TTGO- 2h. Se somente um exame estiver alterado, este</p><p>deverá ser repetido para confirmação.</p><p>Na presença de sintomas típicos de hiperglicemia, é RECOMENDADO que o diagnóstico seja</p><p>estabelecido quando houver glicemia plasmática ao acaso maior ou igual a 200 mg/dl.</p><p>Quando indicada a realização de TTGO, é RECOMENDADO o uso de TTGO-1h para diagnóstico de</p><p>DM2 e detecção de pré-diabetes, por ser superior e mais prático do que o TTGO-2h.</p><p>www.romulopassos.com.br 12</p><p>Critérios laboratoriais para diagnóstico de DM e pré-diabetes</p><p>É recomendado utilizar, como critérios de diagnóstico de DM, a GJ ≥ 126 mg/dl, a HbA1c ≥ 6,5%, a</p><p>glicemia no TTGO-1h ≥ 209 mg/dl ou a glicemia no TTGO- 2h ≥ 200 mg/dl. Se somente um exame</p><p>estiver alterado, este deverá ser repetido para confirmação.</p><p>Diagnóstico de DM</p><p>É RECOMENDADO o rastreamento de DM2 para todos os indivíduos com idade maior</p><p>ou igual a 35</p><p>anos e para adultos com sobrepeso ou obesidade, que tenham pelo menos um fator de risco</p><p>adicional para DM2, e ou que apresentem FINDRISC alto ou muito alto.</p><p>www.romulopassos.com.br 13</p><p>É RECOMENDADO utilizar a glicemia de jejum e/ou a HbA1c como primeiros testes de</p><p>rastreamento de DM2. A escolha deve ser baseada na disponibilidade local para realização da</p><p>dosagem de HbA1c.</p><p>Em adultos com pré-diabetes, definido previamente por glicemia de jejum e HbA1c, é RECOMENDADO a</p><p>realização adicional do TTGO-1h para diagnóstico de casos de DM2 não anteriormente detectados (se</p><p>maior ou igual a 209 mg/dl) ou para predizer risco futuro de DM2 (se maior ou igual a 155 mg/dl e menor</p><p>do que 209 mg/dl).</p><p>No rastreamento do DM2, se houver glicemia de jejum menor a 100 mg/dl e HbA1c menor que 5,7% em</p><p>pessoas com 3 ou mais fatores de risco ou FINDRISC alto/muito alto, é RECOMENDADO realizar o TTGO-1h</p><p>para complementar a investigação de DM e pré-diabetes.</p><p>No rastreamento inicial do DM2, caso haja glicemia de jejum menor que 100 mg/dl e HbA1c menor que</p><p>5,7%, em pessoas com menos de 3 fatores de risco, e com FINDRISC baixo a moderado, NÃO É</p><p>RECOMENDADO realizar testes adicionais para detecção de DM2 ou pré-diabetes.</p><p>Critérios para rastreamento de DM2 em crianças e adolescentes</p><p>assintomáticos</p><p>www.romulopassos.com.br 14</p><p>Rastreamento de DM1</p><p>O rastreamento pode permitir identificar potenciais candidatos à inclusão em estudo clínico</p><p>destinado à prevenção ou atraso do DM1 fase 3 ou ao uso de medicações imunomoduladoras</p><p>aprovadas por agências reguladoras.</p><p>O rastreamento com dosagem de autoanticorpos pode ser considerado em familiares de primeiro</p><p>grau de pessoas com DM1.</p><p>1. (ALETO/FGV/2024) (TJ-RO/FGV/2021) Após a realização de alguns exames, um paciente foi</p><p>diagnosticado com Diabetes Mellitus (DM) tipo 1.</p><p>Sobre as características desse tipo de diabetes, é correto afirmar que:</p><p>a) costuma ter início insidioso e sintomas mais brandos e abrange cerca de 90% dos casos de</p><p>diabetes na população.</p><p>b) após o diagnóstico, o DM tipo 1 pode evoluir por muitos anos antes de requerer insulina para</p><p>controle.</p><p>c) o termo ''tipo 1'' é usado para designar uma deficiência relativa na secreção de insulina.</p><p>d) a apresentação é em geral abrupta, acometendo principalmente crianças e adolescentes sem</p><p>excesso de peso.</p><p>e) a cetoacidose nesses casos é rara e, quando presente, em geral é ocasionada por infecção ou</p><p>estresse muito grave.</p><p>2. (TRT-PB/FGV/2022) De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, uma</p><p>glicose em jejum considerada alterada ou de risco aumentado para diabetes é aquela</p><p>a) maior que ou igual a 90 e menor que 150mg/dL.</p><p>b) maior que ou igual a 110 e menor que 129mg/dL.</p><p>c) maior que ou igual a 100 e menor que 126mg/dL.</p><p>d) maior que ou igual a 112 e menor que 128mg/dL.</p><p>e) maior que ou igual a 115 e menor que 130mg/dL.</p><p>www.romulopassos.com.br 15</p><p>3. (PM-AC/FGV/2023) De acordo com a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes/2023, na</p><p>presença de sintomas inequívocos de hiperglicemia, recomenda-se que o diagnóstico seja</p><p>realizado por meio de glicemia ao acaso</p><p>a) ≥ 100mg/dL.</p><p>b) ≥ 126mg/dL.</p><p>c) ≥ 200mg/dL.</p><p>d) ≤ 126mg/dL.</p><p>e) ≤ 100mg/dL.</p><p>Fonte: SBD, 2023</p><p>4. (Câmara Municipal de São Paulo-SP/FGV/2024) Em pacientes com diabetes, o controle</p><p>glicêmico deve ser individualizado de acordo com a situação clínica. Os parâmetros de avaliação</p><p>indicados são a hemoglobina glicada A1c (HbA1c) e as glicemias capilares.</p><p>“É recomendada a meta de HbA1 _____ para todos os indivíduos com diabetes, para prevenção</p><p>de complicações microvasculares, desde que não incorra em hipoglicemias graves e frequentes”.</p><p>Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes – 2023</p><p>A lacuna do fragmento acima é corretamente preenchida por</p><p>a) < 5,7 %</p><p>b) < 6,5 %</p><p>c) < 7,0 %</p><p>d) < 7,5 %</p><p>e) < 8,0 %</p><p>www.romulopassos.com.br 16</p><p>5. (Campinas - SP/VUNESP/2023) Ao elaborar o plano de cuidados de um idoso diabético</p><p>comprometido (frágil), portador de insuficiência cardíaca congestiva compensada, em</p><p>consonância com a diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes atualizada em 2023, o enfermeiro</p><p>deve estabelecer como metas no tratamento da diabete os seguintes valores para hemoglobina</p><p>glicada (HbA1c) e glicemia de jejum/pré-prandial (GJ/PP):</p><p>a) HbA1c = < 8,0 %; GJ/PP = 90 – 150 mg/dL.</p><p>b) HbA1c = ≤ 8,5 %; GJ/PP = 100 – 180 mg/dL.</p><p>c) HbA1c = ≤ 7,5 %; GJ/PP = 90 – 150 mg/dL.</p><p>d) HbA1c = < 7,5 %; GJ/PP = 80 – 130 mg/dL.</p><p>e) HbA1c = < 7,0 %; GJ/PP = 80 – 130 mg/dL.</p><p>6. (Câmara Municipal de Aracajú-SE/FGV/2021) Cerca de 50% da população com diabetes não</p><p>sabe que é portadora da doença.</p><p>Por isso, testes de rastreamento são indicados em indivíduos adultos assintomáticos que</p><p>apresentem excesso de peso (IMC > 25) e fatores de risco tais como:</p><p>a) idade > 30 anos. d) pressão arterial menor que ou igual a 120x80 mmHg.</p><p>b) HDL > 45 mg/dl. e) história de doença cardiovascular.</p><p>c) fadiga habitual.</p><p>7. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) O rastreamento para o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2)</p><p>deve ser realizado em adultos assintomáticos com idade a partir dos 45 anos, sobrepeso ou</p><p>obesidade e que apresente um ou mais fatores de risco. Entre esses fatores estão:</p><p>a) histórico de IAM e nefropatia.</p><p>b) sexo masculino e hipertensão arterial.</p><p>c) histórico familiar de DM2 e AVC prévio.</p><p>d) HDL menor que 35 mg/dL e sedentarismo.</p><p>e) triglicérides menor que 250mg/dL e tabagismo.</p><p>www.romulopassos.com.br 17</p><p>8. (ALEMA/FGV/2023) Conforme as Recomendações do Ministério da Saúde e da Sociedade</p><p>Brasileira de Diabetes, um dos objetivos glicêmicos para uma criança de 10 anos com Diabetes</p><p>Melito tipo 1 é uma glicemia pós-prandial de</p><p>a) 70 a 145mg/dL.</p><p>b) 80 a 162mg/dL.</p><p>c) 90 a 180mg/dL.</p><p>d) 100 a 150mg/dL.</p><p>e) 120 a 180mg/dL.</p><p>9. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de</p><p>Diabetes, recomenda-se que uma gestante com Diabetes Mellitus ou Diabetes Mellitus</p><p>Gestacional tenha como meta, valores de glicemia pré-prandiais entre</p><p>a) 65 e 95mg/dL.</p><p>b) 70 e 96mg/dL.</p><p>c) 75 e 97mg/dL.</p><p>d) 80 e 98mg/dL.</p><p>e) 85 e 99mg/dL.</p><p>Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes - EDIÇÃO 2023</p><p>www.romulopassos.com.br 18</p><p>10. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Paciente com 25 semanas de gestação coleta</p><p>exame de sangue que evidencia glicemia de jejum de 180mg/dl. Nesse caso, o diagnóstico mais</p><p>provável é:</p><p>a) diabetes prévio à gestação.</p><p>b) diabetes gestacional.</p><p>c) diabetes insipidus.</p><p>d) diabetes mellitus e insipidus.</p><p>e) gestação normal.</p><p>Diabetes Gestacional</p><p>Fatores de risco (BRASIL, 2010):</p><p>• Idade igual ou superior a 35 anos;</p><p>• Índice de massa corporal (IMC) >25kg/m2 (sobrepeso e obesidade);</p><p>• Antecedente pessoal de diabetes gestacional;</p><p>• Antecedente familiar de diabetes mellitus (parentes de primeiro grau);</p><p>• Macrossomia ou polihidrâmnio em gestação anterior;</p><p>• Óbito fetal sem causa aparente em gestação anterior;</p><p>• Malformação fetal em gestação anterior;</p><p>• Uso de drogas hiperglicemiantes (corticoides, diuréticos tiazídicos);</p><p>• Síndrome dos ovários policísticos;</p><p>• Hipertensão arterial crônica.</p><p>www.romulopassos.com.br 19</p><p>11. (SES-MT/FGV/2024) Assinale a opção que não corresponde a um fator de risco para o</p><p>diabetes melito gestacional.</p><p>a) Sobrepeso. c) Malformação fetal em gestação anterior.</p><p>b) Idade. d) Oligodrâmnia em gestação anterior.</p><p>Em 2020 a dapagliflozina foi avaliada pela Conitec,</p><p>tendo sido recomendada sua incorporação para o</p><p>tratamento de DM2, de modo que o PCDT preconiza</p><p>seu uso para indivíduos com idade igual ou superior</p><p>a 65 anos e doença cardiovascular estabelecida</p><p>(infarto agudo do miocárdio prévio, cirurgia de</p><p>revascularização do miocárdio prévia, angioplastia</p><p>prévia das coronárias, angina estável ou instável,</p><p>acidente vascular cerebral isquêmico prévio, ataque</p><p>isquêmico transitório prévio, insuficiência cardíaca</p><p>com fração de ejeção abaixo de 40%);</p><p>Que não atingiram controle adequado em tratamento</p><p>otimizado com metformina e sulfonilureia.</p><p>www.romulopassos.com.br 20</p><p>12. (SES-MT/FGV/2024) Os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</p><p>são documentos</p><p>que orientam o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento de doenças ou agravos à saúde</p><p>no SUS. Em 2020, o medicamento dapaglifozina foi incluído no PCDT do Diabetes Melito (DM)</p><p>tipo 2.</p><p>De acordo com esse protocolo do Ministério da Saúde, assinale a opção que indica a</p><p>recomendação para a utilização desse medicamento na DM tipo 2.</p><p>a) Pacientes com idade igual ou menor a 60 anos e insuficiência renal que não atingiram a meta</p><p>terapêutica em tratamento otimizado com metformina e mudança de hábitos de vida.</p><p>b) Pacientes com idade igual ou superior a 65 anos e doença cardiovascular estabelecida que não</p><p>conseguiram controle adequado em tratamento otimizado com metformina e sulfonilureia.</p><p>c) Pacientes com idade igual ou maior a 60 anos, com taxa de filtração glomerular (TFG) < 45</p><p>mL/min/1,73m, em monoterapia ou terapia conjunta com insulina.</p><p>d) Pacientes com idade igual ou menor a 60 anos, assintomáticos, sem fatores de riscos, com</p><p>diagnóstico recente, mas que não atingiram a meta terapêutica com as mudanças de hábitos de</p><p>vida.</p><p>13. (TJ-MS/FGV/2024) Paciente do sexo feminino, 23 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus</p><p>tipo 1, é levada para atendimento na emergência com relato de náusea, vômitos, febre e disúria.</p><p>Ao exame, paciente está sonolenta e desidratada, mas responde às solicitações verbais. Está</p><p>orientada, desidratada e febril.</p><p>PA= 90x60 mmHg, FC 113 bpm e FR 32 IRPM. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações;</p><p>abdômen doloroso, sem sinais de irritação peritoneal. Glicemia= 570 mg/dL, Creatinina 2,3</p><p>mg/Dl Bicarbonato 14 mEq/L, pH venoso= 7,1</p><p>A conduta adequada é:</p><p>a) insulina; d) reposição de bicarbonato;</p><p>b) glucagon; e) solução salina 15 a 20 ml/kg nas primeiras 24 horas.</p><p>c) furosemide;</p><p>www.romulopassos.com.br 21</p><p>14. (TCE-TO/FGV/2022) Um paciente com diabetes mellitus foi atendido com quadro de</p><p>emergência hiperglicêmica apresentando confusão mental, náusea, hiperpneia e os seguintes</p><p>resultados: glicemia = 300 mg/dL, pH = 7,20, bicarbonato sérico = 12 mEq/L, cetonúria e Ânion-</p><p>gap = 13mEq/L. Esses sinais e sintomas são característicos de um quadro de:</p><p>a) cetoacidose diabética leve. d) cetoacidose diabética moderada.</p><p>b) cetoacidose diabética grave. e) síndrome hiperglicêmica hiperosmolar.</p><p>c) cetoacidose diabética severa.</p><p>15. (SES-MT/FGV/2024) Um paciente internado em uma unidade hospitalar apresenta sinais e</p><p>sintomas de Cetoacidose Diabética (CAD).</p><p>Assinale a opção que apresenta, corretamente, um critério diagnóstico dessa complicação.</p><p>a) Cetonemia maior que ou igual a 3 mmol/L.</p><p>b) Alcalose metabólica.</p><p>c) Glicemia acima de 150 mg/dL.</p><p>d) Cetonúria menor a 2 + nas tiras reagentes.</p><p>www.romulopassos.com.br 22</p><p>16. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) De acordo com o algoritmo da Sociedade</p><p>Brasileira de Diabetes (2019), as insulinas podem ser agrupadas em diversas categorias com base</p><p>no início, no pico máximo e na duração da ação. De acordo com essas características, associe o</p><p>tipo de insulina ao tempo de ação correspondente.</p><p>1. Regular</p><p>2. NPH</p><p>3. Glargina</p><p>4. Lispro</p><p>(_) Ação intermediária, com duração do efeito terapêutico de 10 - 18 horas.</p><p>(_) Ação ultrarrápida, com duração do efeito terapêutico de 3 - 5 horas.</p><p>(_) Ação rápida, com duração do efeito terapêutico de 5 - 8 horas.</p><p>(_) Ação longa, com duração do efeito terapêutico de 20 - 24 horas.</p><p>Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo.</p><p>a) 2 - 1 - 3 - 4.</p><p>b) 2 - 4 - 1 - 3.</p><p>c) 3 - 1 - 4 - 2.</p><p>d) 1 - 2 - 3 - 4.</p><p>e) 4 - 3 - 2 - 1.</p><p>17. (Senado Federal/FGV/2012-Adaptada) A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e</p><p>tem como função primordial a manutenção da glicemia dentro dos limites da normalidade. A</p><p>respeito da insulina de longa duração, conhecida por glargina 100UI/ml, assinale a alternativa</p><p>que indica o tempo de duração do seu efeito terapêutico.</p><p>a) De 10 a 16 horas.</p><p>b) De 16 a 20 horas.</p><p>c) De 20 a 24 horas.</p><p>d) De 24 a 36 horas.</p><p>e) De 36 a 48 horas.</p><p>18. (ALETO/FGV/2024) Entre as insulinas e análogas de insulina apresentadas a seguir, assinale</p><p>aquela de ação mais rápida.</p><p>a) NPH. c) regular. e) glargina 100.</p><p>b) lispro. d) degludeca.</p><p>19. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) De acordo com os protocolos do</p><p>Ministério da Saúde para o tratamento do Diabetes Tipo 1, os análogos de insulina de ação</p><p>rápida possuem farmacocinética semelhante, com ação que dura em torno de</p><p>a) 1 a 2 horas.</p><p>b) 2 a 3 horas.</p><p>c) 3 a 4 horas.</p><p>d) 4 a 6 horas.</p><p>e) 6 a 8 horas.</p><p>www.romulopassos.com.br 23</p><p>20. (SES-MT/FGV/2024) A velocidade de absorção da insulina varia conforme o local de aplicação.</p><p>Nesse sentido, assinale a opção que indica o local em que a absorção é mais rápida.</p><p>a) Coxa.</p><p>b) Braço.</p><p>c) Nádegas.</p><p>d) Abdômen.</p><p>www.romulopassos.com.br 24</p><p>21. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) As ações de promoção, prevenção e tratamento do pé</p><p>diabético são parte das estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica. Sobre a</p><p>classificação de risco do pé diabético, o Grau 2 diz respeito à seguinte situação clínica.</p><p>a) ausência de neuropatia.</p><p>b) história de úlcera e/ou amputação.</p><p>c) neuropatia presente sem deformidades.</p><p>d) neuropatia com deformidade (dedos em garra, Charcot).</p><p>e) doença arterial periférica com ou sem neuropatia presente.</p><p>22. (FHEMIG/FGV/2023) Durante a avaliação de um paciente adulto com Diabetes mellitus não</p><p>controlada, o Enfermeiro identificou pé diabético neuropático. Assinale a opção que indica</p><p>características dessa condição.</p><p>a) Pulso pedial diminuído e pele fria.</p><p>b) Ausência de edema e deformidades.</p><p>c) Palidez com elevação e sensação dolorosa.</p><p>d) Dedo em garra e sensibilidade diminuída.</p><p>e) Cianose com declive e pele fina e brilhante.</p><p>www.romulopassos.com.br 25</p><p>De acordo com o Manual do pé diabético: estratégias para o cuidado da pessoa com doença</p><p>crônica (BRASIL, 2016), abordaremos também a classificação da gravidade das infecções no pé</p><p>diabético e as condutas que devem ser tomadas, conforme tabela a seguir:</p><p>23. (SES-MT/FGV/2024) Um paciente apresenta sinais de infecção no pé diabético com as</p><p>seguintes características: sem manifestações sistêmicas, presença de eritema que se estende > 2</p><p>cm da margem da ulcera e envolvimento de tendão e músculo.</p><p>Nesse caso, a infecção é classificada como</p><p>a) leve. c) severa.</p><p>b) grave. d) moderada.</p><p>www.romulopassos.com.br 26</p>

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