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COLETA: etapa do processo laboratorial responsável por obter a amostra biológica (sangue, urina, líquior, saliva etc.) do paciente seguindo técnicas padronizadas para garantir segurança, integridade e nenhuma contaminação.
A coleta segue normas de biossegurança e assepsia, ter um profissional treinado, ter identificação correta do paciente e da amostra, respeitar o preparo prévio, usar frascos/ tubos corretos.
OBJETIVO: garantir que amostra represente o estado fisiológico ou patológico do paciente, com resultados confiáveis.
ERROS: dificuldade na coleta (punção venosa), amostra insuficiente, uso do tubo ou frasco incorreto, contaminação, tempo inadequado, temperatura.
Bioquímica clínica aula 1
ETAPAS
FASE PRÉ ANALÍTICA: antes da análise, solicitação do exame, identificação do paciente e da amostra, preparação paciente, coleta.
FASE ANALÍTICA: realização exame, confiabilidade dos métodos, precisão das análises, manutenção dos equipamentos.
FASE PÓS ANALÍTICA: após a análise, cálculo e validação dos resultados, análise e crítica dos dados, emissão de laudo, liberação dos resultados
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TUBOS: os tubos de coleta de sangue são diferenciados pelas cores de suas tampas, que indicam o tipo de aditivo presente em cada um e a análise a ser realizada.
TAMPA VERMELHA OU AMARELA COM GEL SEPARADOR: coleta soro para análises bioquímicas e sorológicas, sem anticoagulante
TAMPA ROXA OU LILÁS: coleta sangue total, com EDTA para análises hematológicas.
TAMPA AZUL: coleta plasma (citrato de sódio) para estudos de coagulação.
TAMPA VERDE: coleta plasma (heparina) pra análises bioq. e gasometria.
TAMPA CINZA: coleta plasma (fluoreto de sódio) para testes de glicose.
Com coagulante é plasma
Sem coagulação pós centrifugação é soro
Bioquímica clínica aula 2
Flebotomia: processo de coleta de sangue, quem faz é flebotomista
Região de preferência para coleta é a veia cubital média na fossa antecubital. Nós profissionais temos a obrigação de conversar com o paciente, saber se ele passa mal na hora da coleta, precisa olhar os dois braços para ver qual está melhor para o acesso
Técnicas punção venosa: seleção da veia, higienização e antissepsia, uso adequado dos materiais, técnicas de inserção, cuidados pós-punção, verificar preparo do paciente (ex.: jejum)
Flebotomista e suas obrigações: identificação do paciente, posição do paciente, conferir materiais, inspeção do braço, limpar com algodão em um único sentido, exposição da veia (garrote), desinfecção, coleta
	Não é apenas ter o sangue pós coleta, precisa ter uma amostra de qualidade e satisfatória. 
Sangue total: sangue + anticoagulante
Soro: fração líquida obtida após a coagulação do sangue, contém os mesmos elementos do plasma, exceto fatores de coagulação (fibrina, principalmente)
Plasma: fração líquida obtida na ausência de coagulação, contém todos os fatores de coagulação do nosso sangue
Hemólise: ruptura dos eritrócitos
Coleta de urina: ideal é a primeira coleta da manhã. Deve ser analisada em até 4 horas, deve ser feita a amostra e já levada para o laboratório (uso de gelo se for preciso transportar de lugares distantes). Mulheres menstruadas o ideal é aguardar de 3 a 5 dias
Urina tipo 1: exame físico, exame químico e sedimentoscopia.
Urocultura: exame laboratorial que identifica o tipo de bactéria ou fungo em uma amostra de urina.
Se o médico pedir urina tipo 1 e urocultura, o primeiro a se fazer é urocultura, pois pode haver contaminação.
Exame de urina de 24h: colher a urina durante o dia todo. Avalia função renal e o metabolismo corporal. Podemos dosar, albumina, proteinúria, creatinina.
Sangue e urina são os que mais usamos para exame (rotina). Mas também tem outros líquidos (não cai na prova)
Bioquímica clínica aula 3
Procedimentos gerais
Centrifugação: para remover células antes da análise
Conservação: se não for possível processar imediatamente, manter refrigerado
Métodos analíticos
Qualitativo: presença ou ausência. Ex.: Beta-hCG, teste covid, gravidez
Semiquantitativo: determina o valor aproximado. Cruzes (+++) ou faixa de valores. Ex.: urina tipo 1
Quantitativo: valor exato do analito presente na amostra. Ex.: glicemia, colesterol – menciona o método
Métodos ópticos aplicados em análises clínicas: espectrofotometria é a medida da intensidade da luz transmitida em um comprimento de onda selecionado. A luz que não foi absorvida, foi transmitida, ele monitora a luz que passou.
Cromóforos: qualquer substância que absorve a luz, em certos comprimentos de onda. É a capacidade de absorver a luz. 
Lei de Beer: quando a concentração de substância é proporcional a quantidade de luz absorvida. A absorbância cresce de forma linear com a concentração. 
Tipos de reações
Colorimétricas: mede energia radiante transmitida/absorvida na faixa do visível.
Reações na região do UV: reações em que os produtos não são coloridos, mas absorvem energia radiante na faixa UV.
Ponto final: a leitura é feita somente depois que a reação termina.
Cinética: realiza-se várias leituras de absorbância.
Eletroforese: técnica de separação em que moléculas carregadas migram em um campo elétrico. 
Instrumentação (partes principais): fonte de luz, monocromador, cubeta, detector, dispositivo de leitura. º Fonte de luz passa pelo monocromador, essa luz entra na cubeta com a amostra, parte da luz é absorvida e parte transmitida. O detector mede a luz transmitida e o aparelho calcula a absorbância.
Bioquímica clínica aula 4
Porção endócrina do pâncreas: insulina e glucagon são hormônios que são produzidas e secretadas nas células das ilhotas de Langerhans. Célula alfa glucagon
Célula beta insulina
Insulina se liga ao receptor da parede das células e ocorre a redução da glicemia (via de sinalização da insulina).
Os Glut são os transportadores de glicose, estão dentro da célula, quando dispara as reações (insulina se liga ao receptor) eles vão para a membrana e formam tipo uma porta para liberar a passagem para a glicose entrar, para diminuir a glicose na corrente sanguínea
Insulina é hipoglicemiante
Glicogênese: fígado absorve a glicose e armazena em forma de glicogênio
Glicogenólise: quebra o glicogênio e libera em forma de glicose (quando estamos de jejum, por exemplo, para não morrermos, temos essa reserva de energia)
Diabetes Mellitus: é uma síndrome, conjunto de características, altera o metabolismo como um todo. De maneira geral, existe a falta de insulina ou tipo 2 é quando tem insulina mas não tem mais capacidade de exercer suas funções
TIPO 1: menos frequente, é descoberta de forma bruta, pessoas mais jovens antes dos 30 anos. Insulinopenia é a produção insuficiente das células B das ilhotas de Langerhans, por isso precisa da insulina
TIPO 1 A: é autoimune, o próprio organismo destrói suas células
Tipo 1B: não é autoimune
Cetoacidose diabética: complicação aguda, evita administrando insulina. Vômitos, náusea, dor, respiração muda, sonolento, pode até entrar em coma
Vem por conta de um aumento de glicólise (quebra de gordura), aumenta síntese de AG no fígado tem muito acetil coa formando muitos corpos cetonicos causando cetoacidose.
É um evento importante para o diabético tipo 1
Tipo 2: maioria dos casos, por obesidade, sedentarismo etc. a insulina está ali mas ela não faz a função que deveria fazer, não age como deveria agir. Começa com uma resistência à insulina e depois vai para defeitos na secreção de insulina
Glicemia de jejum: diabetes tem que ser igual ou maior que 126mg/dL. Mesmo que o médico pediu o exame de curva glicêmica, se o paciente já estiver acima de 126mg/dL NÃO pode fazer. 
Chega uma hora que as células b das ilhotas de Langerhans no pâncreas não dão conta de liberar insulina para controlar a entrada de glicose, aí ocorre os defeitos na secreção de insulina.
Curva glicêmica: primeiro precisa fazer a glicemia em jejum pois a pessoa pode estar já com diabete. Tem muitos passos para seguir para poder fazer a curva. 
Glicemia casual: normal, sem jejum, se estiver acima ou igual a 200 já é diabete
Hemoglobinaglicada: parâmetro que rastreia níveis de glicemia do paciente a 2, 3 meses atras. 
Bioquímica clínica prática
Abs A: absorbância da amostra (soro paciente)
Abs P: absorbância do padrão
Linearidade: significa que o método só é confiável até essa concentração. Se a glicose ultrapassa esse valor (ex. 700mg/dL) a amostra deve ser diluída para entrar na faixa válida de leitura.
Nós estávamos determinando a concentração de glicose no soro do paciente usando método espectrofotométrico. Quanto mais glicose na amostra, mais intensa será a cor formada na reação e maior a absorbância
Princípio da determinação da concentração de glicose pelo método espect.: baseia-se na lei de Lambert-Beer, em que a absorbância é proporcional a concentração da substância em solução. 
Glicose reage formando um composto colorido, cuja intensidade é comparada com o padrão conhecido
Bioquímica clínica aula 5
Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 Np2 
Diabete Mellitus Gestacional: na primeira consulta é solicitado o exame de glicemia em jejum. Se o resultado for menor ou igual a 92mg/dL e menor que 126mg/dL será feito diagnóstico de DMG. Durante a gravidez a mulher pode desenvolver diabetes pela primeira vez
2. DMG: tipo mais comum, é quando a gestante não tinha diabetes antes de engravidar. Durante a gestação, os hormônios da placenta atrapalham a ação da insulina e o açúcar aumenta. DMG aparece somente na gravidez e melhora depois do parto (maioria).
2 situações:
1. DM diagnosticado na gestação: quando descobre o diabetes durante a gravidez, mas ela já tinha diabetes tipo 1 ou 2 antes de engravidar, mas não sabia. Se ela tem HbA1c (exame) maior ou igual a 6,5%, ela não tem só DMG, ela tem DM diagnosticado na gestação.
Diabete precisa ser controlada durante a gravidez. Complicações podem causar riscos ao feto e a mãe.
Mãe: candidíase, infecção urinária, cesárea, surgimento de complicações...
Sintomas neuroglicopênicos: acontecem quando o cérebro começa a sofrer pela falta de glicose – dor de cabeça, confusão, tontura, convulsões etc. 
Hipoglicemia pós prandial: acontece 1 a 3 horas após comer, comum em pessoas sem diabetes. A glicose sobe após comer, o corpo libera muita...
...Hb glicada, cetonuria, proteinúria etc.
Hipoglicemia: concentrações de glicose abaixo do valor de jejum – 50 a 60mg/dL. 
Sintomas adrenérgicos liberados pela adrenalina (para corrigir o problema): suor, náusea, pulso rápido, desmaio, fome, tremor. 
...crônicas, níveis baixo de VD e distúrbios do sono tem sido associado com aumento do risco de DMG.
Feto: macrossomia, aborto, morte, prematuridade, DM futura, sequelas e má formação.
Diagnóstico: urina tipo 1, glicemia causal, pós prandial...
...insulina e isso faz a glicose cair demais logo depois. O que pode causar? Após cirurgia do estomago, indivíduos com risco de desenvolver DM2, liberação excessiva de insulina após refeições.
Pancreatite aguda: doença do pâncreas exócrino. Dor abdominal intensa de forma repentina que pode irradiar para as costas – enzimas amilase e lipases alteradas. Inflamação aguda, processo inflamatório no pâncreas. 90% dos casos são em adultos e 5% vêm a óbito. Principal causa: pedra na vesícula (litíase biliar)!!!!!!!!
Uso abusivo de álcool também é uma das causas, altera fluxo sanguíneo pancreático e pode gerar radicais livre, causando danos.
Pancreatite crônica: dor abdominal pode irradiar para as costas, perda progressiva das funções do pâncreas...
...chega um momento que atinge até as células endócrinas, ele começa a perder sua função. Principal causa: alcoolismo crônico (70-80%)
Diferenças: as duas são inflamatórias, causa dor abdominal e alterações de enzimas como amilase e lipase.
Bioquímica clínica
A pancreatite aguda dependendo do momento que você descobre pode haver reconstituição do pâncreas.
Crônica evolui de maneira persistente, não há como reverter. A crônica pode passar para uma diabetes pois o pâncreas todo é comprometido, até mesmo a parte endócrina.
...esse fato. Amilase aumenta em caso de pancreatite.
Lipase: filtrada e reabsorvida, não vou encontrar na urina. Maior fração da lipase veio do pâncreas.
Na pancreatite aguda, depois de 2 horas dos sintomas a amilase começa a subir, cerca de 3 a 4 ...
Enzimas: amilase e lipase são solicitados para diagnósticos. Temos amilase salivar (produzida pelas glândulas salivares) e pancreática (produzida pelas células acinares).
Amilase Alfa: proteína pequena, é filtrada mas não é reabsorvida, encontramos na urina por...
...dias ela volta ao normal. Amilase tem baixa especificidade no diagnóstico de pancreatite aguda, pois pode estar relacionada a outras doenças, mas tem alta sensibilidade, pois aumenta rápido.
Na lipase temos mais especificidade, pois a maior parte dela vem do pâncreas, não vem de muitos lugares...
...aguda geralmente aumenta as duas.
Essas duas são da pancreatite AGUDA!!!
A crônica pode ter alterações das enzimas como pode ter também elas controladas, por isso não falamos sobre isso.
...volta ao normal após 8-14 dias, mais que a amilase. Aumenta muito mais também. Para fechar diagnóstico ele pede as duas enzimas se ele está suspeitando de pancreatite aguda.
Por que a lipase é mais específica? São menos tecidos envolvidos. Na pancreatite...
Bioquímica clínica
É um parâmetro importante para estudo da função renal. Antes da urina é formado um ultrafiltrado (parecido com o plasma, exceção células e proteínas). 
3L de plasma por dia sendo filtrado 60x, são 180L filtrados por dia. Se fizermos 2L de xixi...
...178L são reabsorvidos.
Filtração glomerular: índice de creatinina monitora a taxa de filtração glomerular. Reabsorção renal: transporte de uma subst. do interior no tubulo para o sangue. Secreção: transporte de subst.do sangue para p túbulo. Excreção: eliminação da urina final para uretra
Função renal: possui diversas funções como excreção, filtração, participa metabolismo de uma forma completa. Participa do metabolismo de glicose. 
Néfron: menor unidade funcional do rim (possui corpúsculo renal e túbulos renais). Cada rim possui 1 milhão.
Uma das funções do rim é formar urina. 125ml/min taxa filtração glomerular.
...irreversível, aguda pode tratar e curar. Ureia é filtrada, não é reabsorvida nem secretada. A creatinina é mais adequada para diagnóstico.
Creatinina: creatina serve para dar energia para os nossos músculos em forma de ATP. Creatina formada nos rins e fígado
Bioquímica clínica
De ATP ela se transforma em ADP e forma a creatinina. Diariamente, a creatina é convertida em creatinina. A creatinina é excretada na urina. Exames que o médico pede como marcadores da taxa de filtração glomerular – concentração plasmática e clearance de creatinina.
Creatinina, ureia, ácido úrico são marcadores de função renal, participam da avaliação renal.
Ureia: vem do ciclo da ureia, quando comemos muita proteína, ela não é armazenada, o que não for usado é descartado. Quando tem acúmulo de ureia ele está em um estado urêmico. Caracteriza doença renal. A crônica é...
Taxa de filtração glomerular vemos fazendo índice de creatinina.
Creatinina pode aumentar por problema renal na maioria das vezes, mas pode aumentar por exemplo quando toma medicamento que aumenta.
Ácido úrico: veio do catabolismo das purinas (adenosina e guanosina).
Obtemos essas bases a partir da alimentação também. Ácido úrico excretado pelos rins e pelas fezes. Se aumentar muito pode se tornar gota, o acúmulo – tratamento com alopurinol, ele inibe a síntese do ácido úrico, inibe xantina oxidase e produz menos xantina.
Se o paciente não sente nada (assintomático) quando está aumentado, deve fazer triagem bioquímica. Pessoa que vive com ele aumentado e não trata pode ter doença renal crônica pela deposição dos uratos (cristais) no rim. GOTA. 
...pelo nosso organismo, dispensa infusão venosa, é totalmente excretado pelos rins. 
TFG estimada: a coleta de urina 24h pode ser limitante, por exemplo de um idoso que usa fralda. É quando eu não coleto a urinade 24h. Marcador é a creatinina sérica pois está no...
Requer coleta de urina confiável, do dia todo mesmo.
Clearance de inulina: não é usual, precisa ser injetada e não é solúvel em água, não é secretada.
Clearance de creatinina: filtrada livremente, não reabsorvida, é secretada (pouco). Produzida...
TFG: clearance de creatinina. Monitoro a taxa de filtração glomerular, para investigação da função renal é superimportante. Precisa dosar no soro do paciente e na urina. Técnica fácil, minimamente invasiva, informa o funcionamento do rim como um todo. Mas não dá para saber o segmento específico do problema.
...sangue, pois aqui filtramos o sangue. pega os valores de idade, sexo e coloca nas fórmulas.
Para perda de integridade glomerular o médico pede proteinúria. 
Bioquímica clínica
Colesterol é um lipídeo essencial, componente estrutural das membranas celulares, atua na síntese de hormônios esteroides, vitamina D e sais biliares, é transportado no sangue por lipoproteínas como LDL e HDL.
...hidrofílica (que se mistura com a água do sangue) e uma parte interna hidrofóbica (onde ficam os lipídeos).
Quilomícron: transporta tri da dieta para tecidos muscular e adiposo, origem do intestino.
Os lipídeos (colesterol, triglicerídeos e fosfolipídios) são insolúveis em água, então não podem circular sozinhos no plasma sanguíneo. Por isso, eles se associam as apolipoproteínas, formando as lipoproteínas — partículas que têm uma parte externa ...
	VLDL: transporta tri endógenos (do fígado) para os tecidos. Quando isso acontece, ele se transforma em LDL.
LDL: transporta colesterol para os tecidos, seu excesso pode depositá-los nas artérias e causar aterosclerose.
... única lipoproteína que faz o transporte do colesterol do fígado para os tecidos onde tem os receptores da apo B-100. Mesmo em grande quantidade o LDL não deixa o plasma turvo. LDL entra...
HDL: faz o reverso, leva o colesterol dos tecidos de volta ao fígado, onde será eliminado na bile, reduz seu acúmulo nas artérias.
Metabolismo LDL: apo B-100...
...na parede do vaso e oxida, os macrófagos comem LDL oxidada para tentar limpar o local, mas acabam formando células espumosas, e quando elas morrem libera radicais livres e enzimas destrutivas – gera resposta inflamatória e com o tempo placa de ateroma aterosclerose (infarto ou AVC),
LIPEMIA: quando há altas concentrações de gorduras no sangue (geralmente está com muito lipídeo VLDL ou quilomícron). A amostra é coletada do soro do paciente após 12h de jejum. O sangue fica esbranquiçado, leitoso. Chamado de plasma lipêmico.
TAG BAIXO: pouca gordura HDL e LDL.
TAG ALTO: muita gordura VLDL e quilomícron.
ATEROSCLEROSE: doença das artérias com acúmulo de gordura na parede dos vasos (placa de ateroma). Com o tempo, estreitam o vaso e dificultam a passagem do sangue.
Também pode indicar amostra sem jejum.
ÍNDICE DE CASTELLI: avalia o risco de desenvolver doenças como aterosclerose e AVC. 
Índice I é C-TOTAL/C-HDL maior 4,4 Índice II é C-LDL/C-HDL maior 2,9
Para avaliar função hepática: GGT, TGO e TGP. 
Razão: concentração de determinado marcador dividimos por outro marcador (TGO TGP).
Menos que 1: doença aguda, recente.
Importante saber qual a origem. 
MARCADORES
Injuria hepática: lesão da célula hepática, TGP, TGO, ALP, YGT – vemos como estão as células hepáticas.
PROVA TGO E TGP
Na parte de excreção – bilirrubina.
Bioquímica clínica
Albumina é uma proteína de transporte, transporta fármacos para fazer sua ação. Baixa quantidade pode haver sobrecarga do fármaco e sem ter ação, precisa haver um ajuste de dose para a pessoa (ex. desnutrido).
...ou inativadas. A amônia é produzida no fígado e transformada em ureia, se o fígado não funciona bem ele não consegue fazer essa transformação, o que causa acúmulo de amônia e muitos problemas (ex. confusão mental) – laxante tira.
Fígado recebe todas as moléculas que consumimos (bebidas, alimentação, medicamentos), ele faz o recebimento, distribuição e reciclagem delas. As medicações, sua moléculas passam pelo fígado e podem ser ativadas...
Importância de entender o perfil hepático é tentar detectar a doença da pessoa, fazer o diagnóstico e avaliar o dano (ex. dengue).
Alterações hepáticas podem ser genética, medicação, alimentação.
Pede albumina para ver funcionamento (produção).
Razão AST/ALT: dano celular
Baixa albumina o fígado não funciona bem, não está produzindo a albumina (precisa ajuste dose medicamento), é um marcador que avalia função. Se a albumina estiver ok mas o TGO e TGP estiver alterado está com lesão.
Maior que 1: relacionado com paracetamol (causa lesão hepática se associado com álcool), hepatite medicamentosa
Maior que 2: hepatite alcoólica, bebeu por tempo prolongado. IAM. AST/ALT
Maior que 4: doença genética.
	
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