Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO E PRIVADO
Prof. Dr. Thomás Henrique Welter Ledesma
E-mail: thomas.ledesma@prof.unibalsas.edu.br
FUNDAMENTOS DO DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
 
A sociedade internacional
 Direito Internacional Público: ramo do direito que regula as relações internacionais.
 Sociedade internacional e comunidade internacional são expressões sinônimas?
A SOCIEDADE INTERNACIONAL
Características da Sociedade Internacional:
Universal
Heterogênea
 Descentralizada
Interestatal*
Não subordinação ou coordenação de interesses
OBJETOS DO DIREITO INTERNACIONAL
 Reduzir a anarquia internacional e delimitar as competências de seus membros;
 Regular a cooperação internacional;
 Satisfazes interesses comuns dos estados;
 Conferir tutela adicional a bens jurídicos aos quais a sociedade internacional decidiu atribuir importância;
QUESTIONAMENTOS
Qual a diferença entre Direito Internacional Público e Direito Internacional Privado?
O Direito Internacional pressupõe a relativização da soberania dos Estados?
O Direito Internacional possui caráter sancionatório?
FUNDAMENTOS DO DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
 Teorias: voluntarista e objetivista.
 Vertentes do voluntarismo
Autolimitação da vontade (Georg Jellinek);
Vontade coletiva (Henrich Trippel);
Consentimento das nações (Hall e Oppenheim);
Delegação do Direito Interno (Max Wenzel). 
FUNDAMENTOS DO DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
 
Vertentes teóricas do objetivismo
Jusnaturalismo (Teoria do Direito Natural);
Teria da norma-base de Hans Kelsen;
Direitos Fundamentais dos Estados.
Críticas as teorias voluntarista e objetivista.
Teoria do Pacta Sunt Servanda, desenvolvida por Dionísio Anzilotti. Obs: não pode violar o juscogens.
CONVENÇÃO DE VIENA SOBRE O DIREITO DOS TRATADOS, DE 1969.
Artigo 53
Tratado em Conflito com uma Norma Imperativa de Direito- Internacional Geral (jus cogens).
É nulo um tratado que, no momento de sua conclusão, conflite com uma norma imperativa de Direito Internacional geral. Para os fins da presente Convenção, uma norma imperativa de Direito Internacional geral é uma norma aceita e reconhecida pela comunidade internacional dos Estados como um todo, como norma da qual nenhuma derrogação é permitida e que só pode ser modificada por norma ulterior de Direito Internacional geral da mesma natureza.
DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO E O DIREITO INTERNO
Teoria monista (monismo)
Monismo nacionalista (com primazia do Direito Interno)
Monismo internacionalista (com primazia do Direito Internacional)
 Teoria dualista (dualismo)
Dualismo moderado
OBS: Teoria da Norma mais Favorável
QUAL A TEORIA ADOTADA PELO BRASIL?
É na Constituição da Republica - e não na controvérsia doutrinária que antagoniza monistas e dualistas - que se deve buscar a solução normativa para a questão da incorporação dos atos internacionais ao sistema de direito positivo interno brasileiro. O exame da vigente Constituição Federal permite constatar que a execução dos tratados internacionais e a sua incorporação à ordem jurídica interna decorrem, no sistema adotado pelo Brasil, de um ato subjetivamente complexo, resultante da conjugação de duas vontades homogêneas: a do Congresso Nacional, que resolve, definitivamente, mediante decreto legislativo, sobre tratados, acordos ou atos internacionais ( CF, art. 49, I) e a do Presidente da República, que, além de poder celebrar esses atos de direito internacional ( CF, art. 84, VIII), (...) – ADI 1.480/DF.
FONTES DO DIREITO INTERNACIONAL
Fontes formais: estatutárias e extraestatutárias.
Art. 38 A Corte, cuja função é decidir de acordo com o direito internacional as controvérsias que lhe forem submetidas, aplicará: 
as convenções internacionais, quer gerais, quer especiais, que estabeleçam regras expressamente reconhecidas pelos Estados litigantes;
o costume internacional, como prova de uma prática geral aceita como sendo o direito; 
os princípios gerais de direito, reconhecidos pelas nações civilizadas;
sob ressalva da disposição do Artigo 59, as decisões judiciárias e a doutrina dos juristas mais qualificados das diferentes nações, como meio auxiliar para a determinação das regras de direito.
A presente disposição não prejudicará a faculdade da Corte de decidir uma questão ex aequo et bono, se as partes com isto concordarem.
QUESTÃO OAB SOBRE FONTES INTERNACIONAIS
De acordo com o artigo 38 do Estatuto da Corte Internacional de Justiça, quais são as fontes do Direito Internacional Público?
Convenções internacionais, costumes internacionais, atos unilaterais dos Estados e decisões judiciais dos tribunais internos.
Convenções internacionais, resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas, opiniões consultivas da Corte Internacional de Justiça e decisões judiciais dos tribunais internacionais.
Convenções internacionais, costumes internacionais e princípios gerais de direito reconhecidos pelas nações civilizadas.
Convenções internacionais, costumes internacionais, atos unilaterais dos Estados e resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Convenções internacionais, tratados bilaterais entre Estados, opiniões consultivas da Corte Internacional de Justiça e decisões judiciais dos tribunais internacionais.
FONTES DO DIREITO INTERNACIONAL
 Qual a importância do Estatuto para a definição das fontes de Direito das Gentes?
 O problema da hierarquia das fontes de Direito Internacional: há hierarquia entre tratado e costume?
 Fontes extraestatutárias: Princípios Gerais do Direito Internacional, atos unilaterais dos Estados, as decisões das organizações internacionais, soft law, analogia* e jus cogens*.
 Atenção! Lex Mercatoria e Contratos Internacionais.
FONTES DO DIREITO INTERNACIONAL
 Fontes estatutárias e fonte extraestatutárias
 Fontes convencionais e não convencionais.
 Fontes principais e fontes acessórias (Art. 38 do CIJ)
(...) d. sob ressalva da disposição do Artigo 59, as decisões judiciárias e a doutrina dos juristas mais qualificados das diferentes nações, como meio auxiliar para a determinação das regras de direito
FONTES DO DIREITO INTERNACIONAL
 Jus Cogens
 Soft law
 Costumes Internacionais
 Tratado
 Atos unilaterais dos Estados: Protesto, Notificação, Renúncia, Denúncia, Reconhecimento, Promessa, Ruptura.
FONTES DO DIREITO INTERNACIONAL
 Decisões de organizações internacionais
 Doutrina
 Equidade
 Princípios Gerais do Direito
 Princípios Gerais do Direito Internacional Público
Analogia

Mais conteúdos dessa disciplina