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AGREGADOS DA 
CONSTRUÇÃO CIVIL
Professor: Clélio Rodrigo Paiva Rafael
Os agregados podem ser definidos como fragmentos de 
rochas, conhecidos como pedras e areias. Tais 
fragmentos são materiais granulares e sua principal função 
é atuar como material inerte nas argamassas e concretos.
CARACTERÍSTICAS DOS AGREGADOS
• Não deve conter constituintes que reajam com o cimento fresco 
ou endurecido;
• Não deve sofrer variações de volume com a umidade;
• Não deve conter incompatibilidade térmica entre seus grãos e a 
pasta endurecida.
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
• O concreto é o segundo material mais utilizado 
no mundo.
• Cerca de até 75% do concreto é composto por 
agregados.
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
• Utilizado principalmente em concretos e 
argamassas, lastros de vias férreas e pavimentação.
• A importância do agregado está principalmente por 
influenciar diretamente as características do 
concreto de: Composição de Materiais; Resistência 
e Durabilidade; Estabilidade Estrutural; Controle 
Volumétrico; Custos; Trabalhabilidade.
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Composição de Materiais: 
• Os agregados compõem entre 60% e 80% do volume do concreto e da argamassa. Eles 
têm a função de preenchimento, mas também atuam como estrutura de sustentação 
interna da mistura. 
• A areia (agregado miúdo) preenche os vazios entre os grãos de brita (agregado graúdo), 
garantindo uma massa mais densa e uniforme.
• Em um concreto fck 25 MPa, a escolha correta da relação entre areia, brita e cimento 
é o que define a resistência final e a coesão do material.
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Resistência e Durabilidade: 
• Os agregados transferem ao concreto parte da sua resistência mecânica e capacidade de 
absorver tensões. 
• Quando a granulometria é bem distribuída, ocorre melhor empacotamento, reduzindo os 
vazios e a necessidade de pasta de cimento para preencher esses espaços.
• Menos vazios = maior densidade e menor permeabilidade, o que resulta em maior 
durabilidade frente a agentes químicos, ciclos de umidade e variações térmicas.
• Exemplo: concretos para pontes e barragens usam britas de baixa absorção de água, 
para garantir resistência a intempéries e ciclos de congelamento e descongelamento.
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
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• O empacotamento (ou arranjo granulométrico) é a forma como as partículas de diferentes 
tamanhos se organizam e se acomodam entre si dentro da mistura. Quando a proporção 
entre agregados graúdos (brita), médios e miúdos (areia) é bem ajustada, resulta em um 
material mais denso, coeso e resistente, dificultando a entrada de água e agentes 
agressivos.
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Estabilidade Estrutural
• Capacidade da mistura ou do sistema granular de manter sua forma e resistir a 
deformações quando submetido a cargas. É quanto o material suporta e distribui as 
forças sem ceder, afundar, rachar ou se desagregar.
• Exemplo: em uma rodovia, a brita graduada usada na base tem a função de distribuir 
as cargas dos veículos e evitar a formação de trilhas de roda ou afundamentos 
localizados.
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Controle Volumétrico: 
• O concreto e a argamassa sofrem variações de volume durante o processo de cura. Os 
agregados limitam essas variações porque não participam das reações químicas de 
hidratação do cimento, funcionando como elementos inertes que reduzem o volume de 
pasta sujeita a retração.
• Exemplo: concretos com excesso de pasta de cimento tendem a fissurar com o 
tempo; já misturas com proporção adequada de agregados têm menor índice de 
fissuração.
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Economia de Custo: 
• O cimento é o componente mais caro do concreto. Como os agregados são extraídos 
diretamente de jazidas ou rios (com baixo custo de processamento), seu uso em grandes 
quantidades reduz significativamente o custo da obra sem comprometer a qualidade.
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Trabalhabilidade: 
• É a facilidade com que o concreto fresco pode ser misturado, transportado, lançado 
(colocado na forma) e adensado, sem que ocorra segregação. É “quanto o concreto é fácil 
de trabalhar” antes de endurecer.
• Agregados arredondados (como seixos de rio) proporcionam melhor fluidez, exigindo 
menos água.
• Agregados angulosos (como brita) oferecem maior aderência à pasta de cimento, mas 
reduzem a fluidez, exigindo mais energia de mistura.
• Exemplo: concretos bombeáveis exigem agregados com granulometria contínua e 
partículas menos angulosas, para facilitar o bombeamento sem entupimentos.
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Os agregados podem ser classificados quanto:
• À origem;
• Às dimensões das partículas
• À massa unitária
• Composição mineralógica 
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Quanto a origem:
• Naturais: já são encontrados na natureza sob a forma 
definitiva de utilização (areia de rios, seixos rolados, 
cascalhos, pedregulhos).
• Artificiais: são obtidos pelo britamento de rochas: 
pedrisco, pedra britada.
• Industrializados: aqueles que são obtidos por 
processos industriais (argila expandida e escória 
britada).
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Quanto a dimensão:
• NBR7211 DE 10/2022 - Agregados para concreto – Requisitos
• Agregado graúdo: material cujos grãos passam pela peneira de 75 mm e ficam retidos na 
peneira de 4,75 mm.
• Agregado miúdo: material cujos grãos passam pela peneira de 4,75 mm e ficam retidos 
na peneira de 150 µm (0,15 mm).
• Materiais finos (ou pulverulentos): material fino que passa pela peneira de 75 µm (0,075 
mm)”, usado para controle de qualidade.
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• Agregado graúdo: material cujos grãos passam pela peneira de 75 mm e ficam retidos na 
peneira de 4,75 mm.
•Brita 0 → pisos, pré-moldados, concretos bombeáveis.
•Brita 1 → concreto armado e obras em geral (uso mais comum).
•Brita 2 → fundações, pavimentação, concreto de grande volume.
•Brita 3 → base de estradas, drenagem, concreto ciclópico.
•Brita 4 → drenagem profunda e lastros ferroviários.
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• Agregado miúdo: material cujos grãos passam pela peneira de 4,75 mm e ficam retidos 
na peneira de 150 µm (0,15 mm).
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Quanto a densidade (NBR 9935/2024)
• Agregado leve: agregado de baixa densidade (Agregados expandidos de argila, escória 
siderúrgica, vermiculita);
• Agregado de densidade normal: densidade geralmente compreendida entre 2 000 kg/m3 e 3 000 
kg/m3
• Agregado denso: agregado pesado, agregado de elevada densidade (Barita, magnetita, limonita,
hematita etc).
Outras classificaçãoes:
• i) agregados leves (γ 3 g/cm3): raramente utilizados. São formados por minerais mais 
densos, como a limonita, a magnesita ou a barita.
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Quanto a Composição mineralógica:
• Ígneas: Formadas pelo resfriamento e solidificação do magma. São, em geral, rochas 
duras, densas e resistentes, amplamente utilizadas como agregados graúdos (brita) 
devido à sua excelente performance mecânica.
• Sedimentares: Formadas pela acumulação, compactação e litificação de sedimentos 
oriundos de outras rochas. Possuem resistência variável e podem conter materiais 
cimentantes como carbonato de cálcio, sílica ou óxidos de ferro. São empregadas 
principalmente como agregados miúdos (areias) e, em menor grau, como agregados 
graúdos.
• Metamórficas: Resultam da transformação de rochas ígneas ou sedimentares sob altas 
pressões e temperaturas. São geralmente compactas, resistentes e de textura foliada ou 
granular, dependendo do grau de metamorfismo.
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MineraisConstituintes dos Agregados
Os agregados são compostos principalmente por minerais estáveis e resistentes, cuja 
proporção define as propriedades da rocha. A NBR 17174 identifica os grupos mais 
frequentes:
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1.Desmonte
2.Carga e movimentação de rocha
3.Britagem
4.Carga e Movimentação de Agregados
5.Expedição
Processo de fabricação dos agregados (graúdos)
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Processo de fabricação dos agregados (graúdos)
• Desmonte: 
Consiste na desagregação do maciço rochoso por 
ação de explosivos e/ou por meios mecânicos. 
De modo a deixar o terreno pronto para 
o desmonte, existe a remoção da vegetação e das 
terras que cobrem o recurso mineral, com auxílio 
de escavadora giratória, pá carregadora e/ou 
Bulldozer.
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Processo de fabricação dos agregados (graúdos)
• Desmonte: 
1.1 - Durante a fase de perfuração, são realizados 
vários furos conforme indicado no diagrama de 
perfuração. Em seguida, os furos são carregados 
com explosivos, seguindo o diagrama de fogo, e 
detonados para promover a fragmentação do 
maciço rochoso.
1.2 - Pode ocorrer uma fragmentação secundária, 
normalmente utilizando martelos hidráulicos, para 
corrigir inadequações na fragmentação inicial.
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Processo de fabricação dos agregados (graúdos)
• Carga e Movimentação da Rocha: 
A carga e transporte de rochas são realizados por 
meio de equipamentos mecânicos, com o objetivo 
de retirar e levar a rocha desmontada até o 
britador.
A carga é efetuada por pás carregadoras e/ou 
escavadoras, enquanto a movimentação é feita por 
dumpers, que podem ser camiões de pedreira 
articulados ou rígidos.
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Processo de fabricação dos agregados (graúdos)
• Britagem: 
A britagem envolve uma série de etapas de 
fragmentação utilizando meios mecânicos, 
seguidas pela separação do produto fragmentado 
em diferentes granulometrias por meio de crivos 
vibrantes.
O produto final resultante pode passar por uma, 
duas ou três fases de fragmentação. Algumas 
linhas de processamento incluem ainda uma 
unidade de lavagem para a produção de agregados 
lavados.
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Processo de fabricação dos agregados (graúdos)
• Carga e Movimentação de Agregados: 
A armazenagem dos agregados produzidos é 
seguida de carregamento dos camiões mediante 
dispensadores manuais a partir de silos ou através 
de pá-carregadoras a partir de pargas (pilhas) de 
material.
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Processo de fabricação dos agregados (graúdos)
• Expedição: 
Após carregamento dos camiões, realiza-se a 
pesagem em básculas e emitem-se os documentos 
correspondentes para transporte ou venda.
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Bica-Corrida Primária
Britador Primário
Britador Secundário
Bica-Corrida Secundária
Britador Terciário
Peneiras de
Classificação
Separador
de areia
Areia Restolho* Rachão
Pó de
pedra
Pedrisco Pedra 1
Pedra 2 Pedra 4Pedra 3
* Por se tratar de um resíduo da britagem, 
não há registros de imagem deste material
Lavra
Grelha
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Processo de fabricação dos agregados (miúdos)
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Processo de fabricação dos agregados (miúdos)
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Ensaio de peneiramento (NBR 17054)
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Ensaio de peneiramento
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Ensaio de peneiramento
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Ensaio de peneiramento
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• Ensaio de peneiramento
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
• Ensaio de peneiramento
AGREGADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
• Granulometria
É a proporção relativa dos diferentes tamanhos de grãos que compõem esse material, 
como a areia e a brita.
• Representação
Curva granulométrica: É a representação gráfica do resultado da análise, mostrando a 
relação entre as aberturas das peneiras e a porcentagem acumulada de grãos passantes. 
Essa curva permite uma análise rápida da distribuição e de eventuais deficiências na 
composição do agregado.
Outros parâmetros: A análise também define o módulo de finura e a dimensão máxima do 
agregado (diâmetro máximo), que são utilizados para classificar o material. 
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• Granulometria (NBR 7211:2022)
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• Granulometria (NBR 7211:2022)
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• Ensaio de peneiramento
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• Tipos de Curvas Granulométricas
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• Granulometria (NBR 7211:2022)
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• Granulometria (NBR 7211:2022)
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• Tipos de Curvas Granulométricas
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• Dimensão Máxima Característica (Dmáx)
Grandeza associada à distribuição granulométrica do agregado, correspondente à abertura 
nominal, em milímetros, da malha da peneira da série normal ou intermediária na qual o 
agregado apresenta uma porcentagem retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 
5 % em massa.
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• Dimensão Máxima Característica (Dmáx)
Suponha que fizemos o ensaio com 1000 g de brita e usamos as peneiras:
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• Módulo de Finura (MF)
É um número que indica o grau de “grossura” ou “finesa” da areia (ou agregado miúdo). 
Ele mostra se a areia é fina, média ou grossa, com base no resultado do peneiramento.
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• Módulo de Finura (MF)
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• Módulo de Finura (MF)
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Forma dos grãos
• Angulosos;
• Arredondados;
• Lamelares
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Ensaio de Abrasão Los Angeles
É um método para medir a resistência ao desgaste superficial de agregados. Ele determina 
o quão facilmente os grãos de agregado se quebram ou desintegram sob atrito, simulando 
as condições de tráfego em uma via.
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Ensaio de Abrasão Los Angeles
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Ensaio de Abrasão Los Angeles
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Ensaio de Abrasão Los Angeles
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Teor de umidade do agregado 
É a relação entre a massa de água presente em uma amostra de agregado e a massa desse 
mesmo material seco, expressa em porcentagem. Essa água pode estar tanto na superfície 
dos grãos quanto preenchendo os poros do agregado. 
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Teor de umidade do agregado 
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Teor de umidade do agregado
Método da Estufa (Norma: ABNT NBR 9939:2020)
• Método de referência laboratorial
• Como é feito:
1.Retira-se uma amostra representativa do agregado.
2.Pesa-se a amostra úmida (massa úmida).
3.Coloca-se a amostra na estufa a 105 ± 5 °C até atingir massa constante.
4.Pesa-se novamente (massa seca).
5.Calcula-se o teor de umidade (h):
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Teor de umidade do agregado
• Método Expedito (Speedy Test – Norma: DNIT 456/2025-ME)
• Método rápido de campo (expedito)
• Como é feito:
1.Coloca-se uma amostra do agregado úmido no frasco do Speedy.
2.Adiciona-se carbureto de cálcio (CaC₂) e fecha-se o recipiente.
3.O CaC₂ reage com a água, liberando gás acetileno (C₂H₂).
4.A pressão gerada é lida no manômetro, que indica diretamente o teor de umidade (%).
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Teor de umidade do agregado
• Frasco de Chapman (método volumétrico)
• Mais usado para solos e determinação de volume de vazios, mas pode indicar umidade 
de areias úmidas.
• Como é feito:
1.Mistura-se uma quantidade conhecida de agregado com água e álcool dentro do frasco.
2.Observa-se o volume deslocado para estimar o volume dos grãos e a quantidade de água 
livre.
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Teor de umidade do agregado 
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Teor de umidade do agregado 
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Inchamento do agregado
• É o aumento de volume aparente causado pela absorçãode água pelos grãos de 
agregado, principalmente o agregado miúdo (areia). 
• Esse fenômeno ocorre devido a uma película de água que se forma ao redor de cada 
grão, separando-os e resultando em um volume total maior do que o volume a seco. 
• É um fator importante para a dosagem de materiais, pois a variação de volume pode 
influenciar significativamente o cálculo da massa unitária e a quantidade de material 
necessária para uma obra. 
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Inchamento do agregado
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Massa específica
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Substâncias deletérias
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Considerando uma amostra de 1000 g.
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Considerando uma amostra de 1000 g.
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Considerando uma amostra de 1000 g de areia.
Classificação: Areia média para 
grossa (limite superior).
Ideal para concretos estruturais de 
resistência normal (20–30 MPa), pois 
garante boa trabalhabilidade e menor 
consumo de cimento.
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Considerando uma amostra de 1000 g de areia.
Classificação: MF = 2,40 → Areia 
MÉDIA (tendendo à fina)
Aplicações típicas:
•argamassas de assentamento,
•concretos não-estruturais,
•contrapiso e calçadas.
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Considerando uma amostra de 1000 g de areia.
MF = 3,72 → Areia GROSSA (bem 
graúda)
Aplicações típicas:
•concretos estruturais de maior resistência,
•concretos de fundação e pisos industriais,
•quando se deseja menor consumo de 
pasta/cimento.
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Considerando uma amostra de 1000 g.
•25 mm → 0 % retida acumulada
•19 mm → 3 % retida acumulada (≤ 5 %)
•12,5 mm → 25 % retida acumulada (> 5 %)
A peneira de 19 mm é a primeira em que a 
retida acumulada é ≤ 5 % antes de subir 
muito.
•Agregado graúdo, zona granulométrica típica 
9,5/25 mm (NBR 7211).
•Comercialmente: Brita 1, usada em concretos 
estruturais usuais.
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Considerando uma amostra de 1000 g.
•37,5 mm → 0 % retida acumulada
•31,5 mm → 4 % retida acumulada (≤ 5 %)
•25 mm → 30 % retida acumulada (> 5 %)
Logo, a peneira de 31,5 mm define o Dmáx:
•Agregado graúdo enquadrado na zona 
granulométrica 19/31,5 mm.
•Comercialmente: Brita 2, usada em concretos 
de volume, fundações, bases granulares mais 
grossas etc.
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