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DNIT 
JUNHO 2025 NORMA DNIT 456/2025 – ME 
Determinação do teor de umidade de solos e 
agregados – Métodos expeditos e de laboratório 
– Método de ensaio 
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES 
 
DEPARTAMENTO NACIONAL DE 
INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES 
 
DIRETORIA-GERAL 
 
DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E 
PESQUISA 
 
INSTITUTO DE PESQUISAS EM 
TRANSPORTES 
Setor de Autarquias Norte 
Quadra 03, Lote A 
Ed. Núcleo dos Transportes 
Brasília – DF – CEP 70040-902 
Tel./fax: (61) 3315-4831 
Autor: Instituto de Pesquisas em Transportes – IPR 
Processo: 50600.010490/2025-28 
Origem: Revisão das normas DNER – ME 052/94, DNER – ME 196/98 e DNER – ME 
213/94 
Aprovação pela Diretoria Colegiada do DNIT na reunião de 10/06/2025. 
Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reprodução parcial ou total, desde que 
citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e não acrescentado nenhum tipo de propaganda 
comercial. 
Palavras-chave: Nº total de páginas 
Solos, Agregados, Teor de umidade 9 
Resumo 
Este documento estabelece a sistemática a ser 
empregada na determinação do teor de umidade de solos 
e agregados, considerando métodos expeditos e de 
laboratório. Prescreve a aparelhagem, a amostragem e 
os requisitos para a obtenção do resultado. 
Abstract 
This document establishes the methodology employed in 
determining the moisture content of soils and aggregates, 
considering both expedited and laboratory methods. It 
prescribes the equipment, sampling, and requirements for 
obtaining the result. 
Sumário 
Prefácio .......................................................................... 1 
1 Objetivo ................................................................... 1 
2 Referências normativas .......................................... 1 
3 Termos e definições ................................................ 2 
4 Aparelhagem ........................................................... 2 
5 Procedimento .......................................................... 2 
6 Resultados .............................................................. 5 
Anexo A (normativo) – Imagens exemplificativas dos 
ensaios ........................................................................... 6 
Anexo B (informativo) – Bibliografia ............................... 8 
Índice geral ..................................................................... 9 
Prefácio 
A presente Norma foi preparada pelo Instituto de 
Pesquisas em Transportes – IPR/DPP, conforme a 
Instrução Normativa nº 20/DNIT/SEDE, de 1º de 
novembro de 2022, e a norma DNIT 001/2023 – PRO. 
Esta publicação cancela e substitui as normas DNER –
ME 052/94, DNER – ME 196/98 e DNER – ME 213/94, 
que foram tecnicamente revisadas. 
1 Objetivo 
Esta Norma estabelece os procedimentos necessários 
para a obtenção do teor de umidade de solos e 
agregados por meio dos métodos expeditos e de 
laboratório. 
2 Referências normativas 
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis 
à aplicação desta Norma. Para referências datadas, 
aplicam-se somente as edições citadas. Para referências 
não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do 
referido documento (incluindo emendas): 
a) DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE 
RODAGEM. DNER – ME 041/94: Solos – 
preparação de amostras para ensaios de 
caracterização. 
NORMA DNIT 456/2025 – ME 2 
b) DEPARTAMENTO NACIONAL DE 
INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. 
DNIT 455 – PRO: Redução de amostra de campo de 
agregados para ensaio de laboratório – 
Procedimento. 
3 Termos e definições 
Para os efeitos deste documento técnico, aplicam-se os 
seguintes termos e definições: 
3.1 Dimensão máxima característica do agregado 
É a menor abertura de peneira da série padronizada para 
a qual o agregado apresenta uma porcentagem retida 
acumulada igual ou inferior a 5 % em massa. 
3.2 Massa seca 
Massa do solo ou agregado após total secagem, 
correspondendo, sobretudo, à massa das partículas do 
material. 
3.3 Massa úmida 
Massa de solo ou agregado composta da massa das 
partículas mais a massa de água referente à umidade do 
material. 
3.4 Resolução (balança) 
Menor valor da grandeza medida identificado pelo 
equipamento sem a necessidade de interpolação de 
valores. Ou seja, é a menor divisão da escala da balança. 
3.5 Teor de umidade 
Razão entre a massa de água que envolve a superfície e 
preenche os vazios de determinado volume de solo ou 
agregado e a massa do mesmo material seco (massa das 
partículas sólidas), considerando o mesmo volume. O 
valor é expresso em porcentagem. 
4 Aparelhagem 
A aparelhagem a ser empregada deve ser definida de 
acordo com o método a ser empregado na determinação 
de umidade do material. 
4.1 Método expedito da frigideira 
a) Frigideira de tamanho médio; 
b) Fogareiro a gás; 
c) Espátula ou colher metálica de cabo longo; 
d) Placa de vidro; 
e) Balança com capacidade de 5 kg e resolução de 
0,1 g; 
f) Recipiente metálico para a pesagem da amostra; 
g) Saco plástico para coleta da amostra de solo; 
h) Concha metálica. 
4.2 Método expedito do “Speedy” 
a) Conjunto “Speedy”; 
b) Ampolas padrão de carbureto de cálcio (CaC2); 
c) Espátula metálica. 
4.3 Método de laboratório 
a) Estufa elétrica capaz de manter a temperatura 
continuamente entre 60 ºC e 65 ºC para turfas e 
solos com matéria orgânica e 105 ºC e 110 ºC para 
os demais tipos de solos e agregados; 
b) Fonte de calor capaz de manter a temperatura entre 
105 ºC e 110 ºC, no caso de agregados; 
c) Balança com capacidade de 200 g e resolução de 
0,01 g; 
d) Cápsulas metálicas com tampa resistentes ao calor; 
e) Recipiente metálico resistente ao calor e 
suficientemente grande para comportar a amostra de 
agregado; 
f) Pinça metálica. 
5 Procedimento 
5.1 Métodos Expeditos 
Os métodos expeditos para a determinação do teor de 
umidade são, usualmente, empregados em campo e 
possuem grau de acurácia inferior ao procedimento de 
laboratório, devido às limitações da aparelhagem 
empregada e ao ambiente externo com menor controle. 
NORMA DNIT 456/2025 – ME 3 
Por essa razão, a confiabilidade dos resultados fica, 
muitas vezes, restrita à habilidade e à experiência do 
operador. 
5.1.1 Método da frigideira 
a) Determina-se a massa do conjunto frigideira e 
espátula utilizado (𝑚𝑚𝑡𝑡), considerando-a como tara. 
b) Para materiais com mais de 20 % de material retido 
na peneira Nº 4 (4,8 mm), tomar uma quantidade 
mínima de 300 g de amostra, enquanto que, para 
materiais com mais de 20 % retido na peneira com 
abertura de 19 mm, tomar uma quantidade mínima 
de 500 g de amostra. Para os demais casos, utilizar 
cerca de 200 g de material. 
c) A amostra deve, então, ser depositada na frigideira. 
d) A massa corresponde ao somatório das massas do 
conjunto frigideira, espátula e amostra que deve ser 
pesada e registrada (𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎). 
e) Deve-se levar a frigideira ao fogareiro e aquecer a 
amostra em fogo baixo, revolvendo o material com o 
auxílio da espátula, de modo a promover sua 
secagem e evitar a queima das partículas. 
f) A placa de vidro deve ser regularmente posicionada 
sobre a amostra, a fim de verificar se ainda há a 
ocorrência de vapor d’água. 
g) Ao se verificar o fim da formação de vapor d’água 
na placa de vidro, deve-se interromper o 
aquecimento e pesar o conjunto. 
h) A alternância entre aquecimento e pesagem deve 
ser realizada até se obter a constância de massa. 
i) Deve-se pesar e registrar a massa do conjunto 
frigideira, espátula e amostra seca (𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎𝑎𝑎). 
5.1.2 Método do “Speedy” 
a) O método é recomendado para materiais arenosos. 
b) A massa de amostra natural a ser empregada no 
ensaio deve seguir as recomendações 
disponibilizadas pelo fabricante do equipamento 
utilizado. 
c) Adicionar cuidadosamente, com o auxílio da 
espátula, a amostra no recipiente do “Speedy”. 
d) Introduzir no recipiente as esferas metálicas eas 
cápsulas de carbureto. 
e) Fechar e vedar o aparelho adequadamente e agitá-
lo vigorosamente, de forma que as esferas metálicas 
rompam as cápsulas de carbureto. 
f) O aparelho deve ser continuamente agitado até que 
a pressão resultante da reação exotérmica entre o 
carbureto e a água contida na amostra, lida no 
manômetro, se estabilize. 
g) Registrar a pressão lida no manômetro após a 
estabilização. 
h) O ensaio deve ser realizado longe de fontes de calor, 
pois o gás resultante é inflamável. 
i) Após o procedimento, deve-se abrir o aparelho 
cuidadosamente, remover as esferas de aço e fazer 
a limpeza a seco. 
j) Com o valor de pressão obtido, deve-se recorrer à 
curva de calibração do aparelho “Speedy”, obtendo-
se a umidade correspondente. 
NOTA 1: Caso a leitura manométrica seja inferior a 20 
kPa (0,2 kg/cm²), o ensaio deve ser repetido 
com uma massa de amostra imediatamente 
superior. Da mesma maneira, caso a leitura 
manométrica seja superior a 150 kPa 
(1,5 kg/cm²), repete-se o ensaio com uma 
massa de amostra imediatamente inferior. 
5.2 Método de laboratório 
O método de laboratório consiste na utilização de estufa 
ou fonte de calor adequada para a secagem de solos e 
agregados com o intuito de se obter o teor de umidade 
desses materiais. Nesse caso, o controle sobre o 
procedimento é mais rigoroso, e não depende da 
experiência do operador. 
5.2.1 Solos 
a) A quantidade de amostra de solo natural a ser 
tomada para a realização do ensaio deve seguir as 
quantidades recomendadas na Tabela 1. 
NORMA DNIT 456/2025 – ME 4 
Tabela 1 – Massa mínima de amostra de solo para o 
ensaio 
Tamanho máximo das 
partículas, mm 
(peneira) 
Massa mínima da 
amostra natural (g) 
0,42 (nº 40) 10 
4,8 (nº 4) 100 
12,5 300 
25,0 500 
50,0 1000 
b) Pesar o conjunto cápsula mais tampa e registrar o 
valor de massa (𝑚𝑚𝑡𝑡), considerando-a como tara. 
c) Adicionar a amostra natural à cápsula, fechando-a 
com a tampa imediatamente e pesar o conjunto 
(𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎). 
d) Remover a tampa da cápsula e colocá-la no interior 
da estufa para secagem, respeitando as 
temperaturas de 60 ºC a 65 ºC para turfas e solos 
com matéria orgânica e 105 ºC a 110 ºC para os 
demais tipos de solos. 
e) A amostra deve ser continuamente pesada até se 
obter a constância de massa. Usualmente, 15 h a 
16 h em estufa são suficientes para a completa 
secagem da amostra. Um tempo de 24 h garante a 
total secagem da amostra. 
f) Ao final do processo, a cápsula com o solo seco deve 
ser removida da estufa e a tampa deve ser 
novamente colocada. 
g) Após o resfriamento do conjunto, este deve ser 
pesado e sua massa registrada (𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎𝑎𝑎). 
h) Ao final do procedimento, as amostras devem ser 
descartadas e não mais utilizadas em outros 
ensaios. 
NOTA 2: Recomenda-se que as cápsulas sejam 
numeradas, de forma a permitir sua 
identificação no interior da estufa. 
NOTA 3: As amostras secas devem ser retiradas da 
estufa antes da introdução de novas amostras, 
evitando a absorção de umidade. 
NOTA 4: Cápsulas sem tampa também podem ser 
utilizadas, contanto que a amostra úmida seja 
pesada imediatamente após sua coleta e 
desde que a amostra seca seja também 
pesada logo após seu resfriamento. 
5.2.2 Agregados 
a) O recipiente metálico utilizado deve ser pesado e sua 
massa registrada (𝑚𝑚𝑡𝑡), considerando-a como tara. 
b) A quantidade de amostra de agregado úmido a ser 
tomada para a realização do ensaio deve seguir as 
quantidades recomendadas na Tabela 2. 
Tabela 2 – Massa mínima da amostra de agregado 
para o ensaio 
Dimensão máxima 
característica do 
agregado (mm) 
Massa mínima da 
amostra de ensaio (g) 
9,5 1500 
12,5 2000 
19,0 3000 
25,0 4000 
38,0 6000 
50,0 8000 
76,0 13000 
c) A amostra de agregado úmido deve ser depositada 
no recipiente metálico e o conjunto pesado, 
registrando-se sua massa (𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎). 
d) A seguir, secar a amostra em estufa ou fonte de calor 
definida. Caso a fonte de calor não seja a estufa, o 
material deve ser homogeneizado periodicamente, 
com o intuito de uniformizar o procedimento de 
secagem. 
e) Realizar a pesagem periódica da amostra, em 
intervalos de pelo menos 2 h, até se obter a 
constância de massa. Deve-se aguardar o 
resfriamento da amostra, a fim de evitar danos à 
balança. 
f) A massa de amostra seca mais tara (𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎𝑎𝑎) é obtida 
quando duas pesagens sucessivas não 
apresentarem uma variação superior a 0,1 % entre 
os valores. 
NOTA 5: A Tabela 2 se refere a agregados com massa 
específica variando entre 2,30 g/cm³ e 
3,20 g/cm³. 
NOTA 6: Para agregados leves, a massa mínima da 
amostra de ensaio é obtida dividindo-se os 
valores da Tabela 2 por 1,60 e multiplicando-
NORMA DNIT 456/2025 – ME 5 
se o resultado obtido pela massa específica do 
agregado leve, no estado seco e solto, em 
grama por centímetro cúbico (g/cm³). 
6 Resultados 
a) Os resultados devem ser expressos com 
aproximação de 0,1 %. 
b) Para os métodos da frigideira e de laboratório, o teor 
de umidade é obtido pela equação geral abaixo: 
𝑤𝑤 = 𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎−𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎𝑎𝑎
𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎𝑎𝑎−𝑚𝑚𝑡𝑡
× 100 (1) 
Onde: 
𝑤𝑤 é o teor de umidade, expresso em porcentagem (%); 
𝑚𝑚𝑡𝑡 é a massa da tara, expressa em gramas (g); 
𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎 é a massa da tara mais amostra úmida, expressa 
em gramas (g); 
𝑚𝑚𝑡𝑡+𝑎𝑎𝑎𝑎 é a massa da tara mais amostra seca, expressa 
em gramas (g). 
NOTA 7: A massa da tara será determinada de acordo 
com o método empregado e os recipientes 
utilizados para a deposição da amostra. 
c) Em relação ao método do “Speedy”, o teor de 
umidade deve ser obtido a partir da pressão 
manométrica obtida no ensaio e consulta da curva 
de calibração do aparelho. A elaboração da curva de 
calibração do aparelho deve seguir as 
recomendações do fabricante. 
 
 
 
_________________/Anexo A 
 
NORMA DNIT 456/2025 – ME 6 
Anexo A (normativo) – Imagens exemplificativas dos ensaios 
 
 
Figura A1 – Secagem do solo pelo método da frigideira 
Fonte: DER-DF 
 
Figura A2 – Estufa com amostras de solo 
Fonte: DER-DF 
 
 
 
NORMA DNIT 456/2025 – ME 7 
 
 
 
 
Figura A3 – Conjunto do aparelho “Speedy” 
Fonte: DER-DF
 
 
_________________/Anexo B 
 
NORMA DNIT 456/2025 – ME 8 
Anexo B (informativo) – Bibliografia 
 
a) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS 
TÉCNICAS. ABNT NBR 16097: Solo – Determinação 
do teor de umidade – Métodos expeditos de ensaio. 
Rio de Janeiro, 2012. 
 
b) AGUIAR, R.M. ANÁLISE COMPARATIVA PARA 
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE DE 
SOLO PELOS MÉTODOS DA ESTUFA, 
FRIGIDEIRA, SPEEDY TEST E BALANÇA 
INFRAVERMELHO. Ouro Preto, 2024. 
 
 
 
 
 
_________________/Índice geral 
 
NORMA DNIT 456/2025 – ME 9 
Índice geral
Abstract .............................................................. ............ 1 
Agregados.........................................................5.2.2.......4 
Anexo A (normativo) – Imagens exemplificativas dos 
ensaios ............................................................... ............ 6 
Anexo B (informativo) – Bibliografia ................... ............ 8 
Aparelhagem..........................................................4........2 
Dimensão máxima característica do agregado.......3.1.....2 
Índice geral ......................................................... ............ 9 
Massa seca........................................................3.2..........2 
Massa úmida.....................................................3.3..........2 
Método da frigideira..........................................5.1.1........3 
Método de laboratório........................................4.3..........2 
Método de laboratório.......................................5.2...........3 
Método do "Speedy"..........................................5.1.2.......3 
Método expedito da frigideira.............................4.1..........2Método expedito do "Speedy"............................4.2..........2 
Objetivo .............................................................. 1 .......... 1 
Prefácio .............................................................. ............ 1 
Procedimento.....................................................5............2 
Referências normativas ...................................... 2 .......... 1 
Resolução (balança).........................................3.4...........2 
Resultados.........................................................6............5 
Resumo .............................................................. ............ 1 
Solos.................................................................5.2.1.......3 
Sumário .............................................................. ............ 1 
Teor de umidade................................................3.5..........2 
Termos e definições ........................................... 3 .......... 2 
 
 
_________________ 
	DNIT
	9
	Solos, Agregados, Teor de umidade
	Prefácio
	3.1 Dimensão máxima característica do agregado
	3.2 Massa seca
	3.3 Massa úmida
	3.4 Resolução (balança)
	3.5 Teor de umidade
	4 Aparelhagem
	4.1 Método expedito da frigideira
	4.2 Método expedito do “Speedy”
	4.3 Método de laboratório
	5 Procedimento
	5.1 Métodos Expeditos
	5.1.1 Método da frigideira
	5.1.2 Método do “Speedy”
	5.2 Método de laboratório
	5.2.1 Solos
	5.2.2 Agregados
	Anexo A (normativo) – Imagens exemplificativas dos ensaios
	Anexo B (informativo) – Bibliografia
	Índice geral

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