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Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] NORMA ABNT NBR BRASILEIRA 10897 Segunda edição 07.07.2014 [72.024.599/0001-04] Válida a partir de 07.08.2014 Versão corrigida 08.10.2014 Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos Requisitos Automatic sprinklers fire protection systems Requirements Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. ICS 13.220.20 ISBN 978-85-07-05008-7 ASSOCIAÇÃO Número de referência BRASILEIRA ABNT NBR 10897:2014 DE NORMAS TÉCNICAS 130 páginas © ABNT 2014Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 [72.024.599/0001-04] Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. © ABNT 2014 Todos direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito da ABNT. ABNT Av.Treze de Maio, 13 28° andar 20031-901 Rio de Janeiro - - RJ Tel.: + 55 21 3974-2300 Fax: + 55 21 3974-2346 abnt@abnt.org.br www.abnt.org.br ii © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Sumário Página Prefácio viii 1 Escopo 1 [72.024.599/0001-04] 2 Referências normativas 1 3 Termos e definições 3 4 Ocupações 9 4.1 Ocupações de risco leve 9 4.2 Ocupações de risco ordinário 9 4.2.1 Grupo 9 4.2.2 Grupo 9 4.3 Ocupações de risco extra ou extraordinário 10 4.3.1 Grupo 10 4.3.2 Grupo II 10 4.4 Áreas de armazenamento 10 5 Materiais e componentes 10 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.1 Generalidades 10 5.2 Chuveiros automáticos 10 5.2.1 Generalidades 10 5.2.2 Fator de descarga 10 5.2.3 Temperatura 11 5.2.4 Revestimentos especiais 12 5.2.5 Canoplas e invólucros 12 5.2.6 Proteções 12 5.2.7 Estoque de chuveiros automáticos sobressalentes 12 5.3 Tubos de condução não enterrados 13 5.3.1 Generalidades 13 5.3.2 Tubos de aço 13 5.3.3 Tubos de cobre 14 5.3.4 Tubos de CPVC 14 5.3.5 Outros tipos de materiais 14 5.3.6 Dobramento em tubos de condução 14 5.4 Tubos de condução enterrados 14 5.5 Conexões 14 5.6 Válvulas 16 5.7 Conexões de teste de alarme 17 5.7.1 Edificações térreas 17 5.7.2 Edificações de múltiplos pavimentos 17 5.7.3 Sistemas de ação prévia 18 5.7.4 Sistemas de dilúvio 18 5.8 Tomada (conexão) de recalque para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros 18 5.9 Alarmes de fluxo de água 20 5.10 Suportes 21 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados iiiArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 6 Requisitos dos sistemas 27 6.1 Sistemas de tubo molhado 27 6.1.1 Manômetros 27 6.1.2 Válvulas de alívio 28 [72.024.599/0001-04] 6.1.3 Sistemas auxiliares 28 6.2 Sistemas de ação prévia e sistemas de dilúvio 28 6.2.1 Válvula automática de controle 28 6.2.2 Manômetros 28 6.2.3 Detecção 28 6.2.4 Localização e proteção de válvulas de controle do sistema 28 6.2.5 Sistemas de ação prévia 28 6.2.6 Sistemas de dilúvio 30 7 Requisitos de instalação 30 7.1 Generalidades 30 7.2 Restrições de uso 30 7.3 Áreas máximas de proteção 31 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 7.4 Temperatura 31 7.5 Sensibilidade térmica (velocidade de resposta) 32 7.6 Área de cobertura por chuveiro automático 32 7.6.1 Determinação da área de cobertura 32 7.6.2 Área máxima de cobertura 34 7.7 Espaçamento de chuveiros automáticos 37 7.7.1 Distância máxima entre chuveiros automáticos 37 7.7.2 Distância máxima do chuveiro automático à parede 38 7.7.3 Distância mínima de chuveiros automáticos à parede 39 7.7.4 Distância mínima entre chuveiros automáticos 40 7.8 Distância entre defletor e tetos/forros 41 7.8.1 Distância entre tetos/forros e defletor de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida 41 7.8.2 Distância entre tetos/forros e defletor de chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão 46 7.8.3 Distância entre tetos/forros e defletor de chuveiros automáticos de controle para área específica (CCAE) 47 7.8.4 Distância entre tetos/forros e defletor de chuveiros ESFR 47 7.9 Orientação do defletor 47 7.9.1 Orientação do defletor de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida 47 7.9.2 Orientação do defletor de chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão 47 7.9.3 Orientação do defletor de chuveiros automáticos de controle para aplicação específica (CCAE) 48 7.9.4 Orientação do defletor de chuveiros automáticos ESFR 48 7.10 Obstruções à descarga 48 iv © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 7.10.1 Obstruções à descarga dos chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida 48 7.10.2 Obstruções à descarga dos chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão 53 [72.024.599/0001-04] 7.10.3 Obstruções à descarga de chuveiros automáticos de controle para aplicações específicas (CCAE) 56 7.10.4 Obstruções à descarga de chuveiros automáticos ESFR 61 7.11 Distância mínima livre entre topo da estocagem e defletor 63 7.11.1 Distância mínima livre entre topo da estocagem e defletor de chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão e estendida 63 7.11.2 Distância mínima livre entre topo da estocagem e defletor de chuveiros laterais de cobertura padrão 63 7.11.3 Distância mínima livre entre topo da estocagem e defletor de chuveiros de controle para aplicação específica (CCAE) 63 7.11.4 Distância mínima livre entre topo da estocagem e defletor de chuveiros ESFR 63 7.12 Situações especiais 63 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 7.12.1 Espaços encobertos 63 7.12.2 Shafts 64 7.12.3 Escadas 64 7.12.4 Aberturas verticais 64 7.12.5 Poços e casas de máquinas de elevadores 65 7.12.6 Espaços sob plataformas de carga externas 65 7.12.7 Marquises e similares 65 7.12.8 Limpeza interna da rede de chuveiro 65 7.12.9 Curvas de retorno 66 8 Métodos de cálculo 66 8.1 Métodos utilizados 66 8.2 Ocupações adjacentes 66 8.3 Classificação de ocupações 67 8.4 Demanda de água Método de cálculo por tabela 67 8.5 Demanda de água Métodos de cálculo hidráulico 68 8.5.1 Demanda mínima de água 68 8.5.2 Curvas de densidade e área 68 8.5.3 Demanda de hidrantes em áreas com várias classificações de risco 69 8.5.4 Restrições 69 8.5.5 Método de densidade e área 69 8.5.6 Método de cálculo por recinto 71 8.5.7 Áreas especiais de cálculo 72 8.5.8 Cortinas d'água 72 9 Plantas e cálculos 73 9.1 Plantas de trabalho e memória descritiva 73 9.2 Informações sobre abastecimento de água 75 9.3 Formulários de cálculos hidráulicos 75 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados VArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 9.4 Procedimentos de cálculos hidráulicos 78 9.4.1 Generalidades 78 9.4.2 Fórmulas 78 9.4.3 Pontos de união hidráulica 79 [72.024.599/0001-04] 9.4.4 Procedimento de cálculo 79 9.5 Tabelas de 84 9.5.1 Generalidades 84 9.5.2 Diâmetro das colunas de alimentação 84 9.5.3 Pisos vazados, grandes aberturas em pisos, mezaninos e grandes plataformas 84 9.5.4 Tabelas para riscos leves 85 9.5.5 Tabelas para riscos ordinários 87 9.5.6 Ocupações de risco extra ou extraordinária 89 9.5.7 Ocupações de armazenamento 89 9.5.8 Sistemas de dilúvio 89 10 Aceitação de sistemas 89 10.1 Ensaios de aceitação 89 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 10.1.1 Ensaio hidrostático 89 10.1.2 Ensaios operacionais de sistemas 89 10.2 Placa de identificação de sistema dimensionado por cálculo hidráulico 90 Anexo A (informativo) Tabelas 91 Anexo (normativo) Abastecimento de água para sistemas de chuveiros automáticos 95 B.1 Tanques e reservatórios 95 B.1.1 Generalidades 95 B.1.2 Reservatório elevado 95 B.1.3 Reservatório com fundo elevado ou com fundo ao nível do solo, piscinas, açudes, represas, rios, lagos e lagoas, com uma ou mais bombas de incêndio 96 B.1.4 Tanques de pressão 101 B.2 Bombas 102 Bombas acionadas por motores elétricos 111 B.4 Bombas acionadas por motores a diesel 112 B.5 Painel de comando para bombas acionadas por motores elétricos 115 B.6 Painel de comando para bombas acionadas por motores a diesel 116 B.7 Carregador de baterias para bombas acionadas por motores a diesel 118 B.8 Painel de sinalização e alarme remoto 119 B.9 Capacidade efetiva dos reservatórios 119 Anexo c (informativo) Inspeção rotineira e manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos 120 C.1 Geral 120 C.2 Desativações da proteção 127 C.3 Inspeções 128 C.3.1 Chuveiros automáticos 128 C.3.2 Tubulações e conexões 128 C.3.3 Suportes 128 vi © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 C.3.4 Manômetros 128 C.3.5 Dispositivos de alarme 128 C.3.6 Placa de identificação hidráulica 128 C.3.7 Válvulas 128 [72.024.599/0001-04] C.4 Ensaios 129 C.4.1 Chuveiros automáticos 129 C.4.2 Manômetros 129 C.4.3 Alarmes 129 C.4.4 Válvulas 129 C.5 Manutenção 130 C.5.1 Chuveiros automáticos 130 C.5.2 Válvulas 130 C.5.3 Investigação e prevenção de obstruções 130 Figuras Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Figura 1 Sistema tipo anel fechado 5 Figura 2 Sistema tipo grelha 6 Figura 3 Conexão setorial de dreno, ensaio e alarme 17 Figura 4 Tomada de recalque na fachada da edificação 19 Figura 5 Tomada de recalque em coluna 19 Figura 6 Tomada de recalque em caixa de alvenaria 20 Figura 7 Comprimento máximo das derivações 22 Figura 8 Distância máxima entre chuveiros automáticos da ponta de ramais e suportes 23 Figura 9 Posição de suportes entre tesouras ou vigas Situação A 24 Figura 10 Posição de suportes entre tesouras ou vigas Situação B 24 Figura 11 Posição de suportes entre tesouras ou vigas Situação c 25 Figura 12 Suportes 26 Figura 13 Suportes 27 Figura 14 Área de cobertura 33 Figura 15 Área de cobertura Exemplo 33 Figura 16 Distância máxima até as paredes (risco leve) 38 Figura 17 Distância (d) do chuveiro automático à parede (vista em planta) 39 Figura 18 Distância entre chuveiros em caso de desnível do teto maior que 900 mm 41 Figura 19 Distância entre chuveiros em caso de desnível do teto menor que 900 mm 42 Figura 20 Posicionamento de chuveiro automático em pé de cobertura padrão ou de cobertura estendida, sob teto obstruído 42 Figura 21 Posicionamento de chuveiro automático em pé de cobertura padrão ou de cobertura estendida sob teto obstruído com defletor acima da superfície inferior do elemento estrutural 43 Figura 22 Posicionamento de chuveiro automático em pé de cobertura padrão ou de cobertura estendida sob teto obstruído em cada vão formado pelos elementos estruturais 43 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados viiArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Figura 23 Chuveiros automáticos sob telhados inclinados com chuveiro diretamente sob a cumeeira (ramais acompanham a inclinação do telhado) 44 Figura 24 Chuveiros automáticos sob telhados inclinados (ramais acompanham a inclinação do telhado) 45 [72.024.599/0001-04] Figura 25 Distância livre horizontal na cumeeira de telhados inclinados 45 Figura 26 Instalação de chuveiro lateral 46 Figura 27 Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções à descarga (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida) 49 Figura 28 Obstruções junto à parede (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e estendida) 50 Figura 29 Distância mínima a uma obstrução (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida) 51 Figura 30 Obstruções suspensas ou sobre piso (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida) 52 Figura 31 Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão) 53 Figura 32 Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções ao longo da parede (chuveiro lateral tipo spray de cobertura padrão) 54 Figura 33 Distância mínima até a obstrução (chuveiro tipo spray lateral de cobertura padrão) 55 Figura 34 Obstruções suspensas ou sobre piso (chuveiros automáticos tipo spray laterais) 56 Figura 35 Obstruções suspensas ou sobre piso (chuveiros automáticos tipo spray laterais) 57 Figura 36 Distância mínima de obstruções (CCAE) 58 Figura 37 Obstruções localizadas inteiramente abaixo do chuveiro automático (chuveiros automáticos CCAE) 59 Figura 38 Obstrução localizada a mais que 600 mm abaixo do chuveiro (CCAE) 60 Figura 39 Obstrução localizada a mais que 900 mm abaixo do chuveiro (CCAE) 61 Figura 40 Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções à descarga (chuveiros ESFR) 62 Figura 41 Proteção em aberturas verticais 64 Figura 42 Curva de retorno 66 Figura 43 Curvas de densidade e área 68 Figura 44 Redução da área de operação devido a chuveiros automáticos de resposta rápida 71 Figura 45 Exemplo de indicação de área hidráulica mais remota Sistema tipo grelha 77 Figura 46 Exemplos de áreas de maior demanda hidráulica 80 Figura 47 Exemplos de áreas de maior demanda hidráulica 80 Figura 48 Determinação do número de chuveiros automáticos 81 Figura 49 Exemplo de determinação de área mais remota em sistema tipo grelha 82 Figura 50 Ramais alimentando chuveiros automáticos acima e abaixo de teto/forro 86 viii © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Figura 51 Chuveiro com niple de elevação conectado ao ramal na área inferior 86 Figura 52 Ramais que alimentam chuveiros automáticos acima, entre e abaixo de teto/forro 86 Figura B.1 Reservatórios para abastecimento de sistemas de chuveiros automáticos [72.024.599/0001-04] (Exemplos) 99 Figura B.2 Abastecimento de sistemas de chuveiros automáticos (Exemplos) 100 Figura Instalações de bombas de incêndio 105 Figura B.4 Tubulações de sucção 107 Figura B.5 Demonstração gráfica das curvas características das bombas 109 Figura B.6 Gráfico para a curva da bomba conforme dados de ensaio 110 Tabelas Tabela 1 Identificação das características de descarga dos chuveiros automáticos 11 Tabela 2 Limites de temperatura, classificação e código de cores dos chuveiros automáticos 12 Tabela 3 Espessura de parede para tubos unidos por solda Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. ou por acoplamento mecânico, fabricados conforme a ABNT NBR 5590 13 Tabela 4 Diâmetro dos tirantes em função dos tubos 21 Tabela 5 Diâmetro do suporte em "U" em função dos tubos 21 Tabela 6 Distância máxima entre suportes (em metros) 22 Tabela 7 Tempo de descarga em sistemas de ação préria com bloqueio duplo 29 Tabela 8 Área máxima servida por uma coluna de alimentação por pavimento 31 Tabela 9 Classificação de temperatura de chuveiros automáticos em locais específicos 32 Tabela 10 Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão) 35 Tabela 11 Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura estendida 35 Tabela 12 Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão) 36 Tabela 13 Área de cobertura máxima e distância máxima entre chuveiros automáticos para chuveiros CCAE 36 Tabela 14 Área de cobertura máxima e distância máxima entre chuveiros ESFR 37 Tabela 15 Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções na descarga (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida) 48 Tabela 16 Obstruções suspensas ou sobre piso (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida) 52 Tabela 17 Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções (chuveiros automáticos tipo spray laterais) 53 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados ixArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Tabela 18 Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções ao longo da parede (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão) 54 Tabela 19 Obstruções suspensas ou sobre piso (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão) 55 [72.024.599/0001-04] Tabela 20 Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções à descarga de chuveiros CCAE 57 Tabela 21 Obstruções localizadas inteiramente abaixo do chuveiro automático (chuveiros automáticos CCAE) 59 Tabela 22 Posicionamento dos Chuveiros ESFR para evitar obstruções à descarga 61 Tabela 23 Demanda de água para sistemas calculados por tabela 67 Tabela 24 Demanda de hidrantes e duração do abastecimento de água para sistemas projetados por cálculo hidráulico 68 Tabela 25 Valores de Hazen-Williams 83 Tabela 26 Dimensionamento para riscos leves 85 Tabela 27 - Número de chuveiros automáticos acima e abaixo de teto ou forro (risco leve) 87 Tabela 28 Dimensionamento para riscos ordinários 87 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Tabela 29 Número de chuveiros automáticos Distâncias maiores que 3,7 m 88 Tabela 30 Número de chuveiros automáticos acima e abaixo de um teto ou forro (risco ordinário) 88 Tabela A.1 Exemplos de classificação de ocupações 91 Tabela A.2 Ocupações de risco especial Exemplos de normas 93 Tabela B.1 Dimensões para cálculo da capacidade efetiva 96 Tabela B.2 Níveis de água e larguras mínimas para canais e adufas em função da vazão de alimentação 98 Tabela Dimensões nominais 106 Tabela C.1 Registro de testes e materiais para tubulação aérea 120 Tabela C.2 Registro de teste e materiais para tubulação subterrânea 124 Tabela C.3 Resumo de inspeções, ensaios e manutenção em sistemas de chuveiros automáticos 127 X © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Prefácio A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos [72.024.599/0001-04] de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto da normalização. Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2. A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT a qualquer momento (Lei n° 9.279, de 14 de maio de 1996). Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Nestes casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor. A ABNT NBR 10897 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. (ABNT/CB-24), pela Comissão de Estudo de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos (CE-24:302.02). seu Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital 02, de 28.02.2013 a 29.04.2013, com número de Projeto ABNT NBR 10897. seu Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital n° 11, de 27.11.2013 a 06.01.2014, com número de Projeto ABNT NBR 10897. Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 10897:2007), a qual foi tecnicamente revisada. Esta versão corrigida da ABNT NBR 10897:2014 incorpora a Errata 1 de 08.10.2014. Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte: Scope This Standard establishes minimum requirements for the design and installation of automatic sprinkler systems for fire protection, including water supply characteristics, selection of automatic sprinklers, fittings, piping, valves and all materials and accessories involved in building installations. It is not the intent of this standard to restrict the development or use of new technology or alternative methods, provided that these do not reduce the level of safety afforded by automatic sprinkler systems, nor eliminate or reduce the requirement herewith established. © ABNT 2014 Todos os direitos reservados xi[72.024.599/0001-04] rquivo de impressão gerado em 19/0 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OF OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA.Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 10897:2014 Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos Requisitos [72.024.599/0001-04] 1 Escopo Esta Norma estabelece os requisitos mínimos para projeto e a instalação de sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, incluindo as características de suprimento de água, seleção de chuveiros automáticos, conexões, tubos, válvulas e todos os materiais e acessórios envolvidos em instalações prediais. Esta Norma não tem a intenção de restringir desenvolvimento ou a utilização de novas tecnologias ou medidas alternativas, desde que estas não diminuam nível de segurança proporcionado pelos sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, nem eliminem ou reduzam os requisitos nela estabelecidos. 2 Referências normativas Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas). ABNT NBR 5580, Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluidos Especificação ABNT NBR 5590, Tubos de aço-carbono com ou sem solda longitudinal, pretos ou galvanizados Especificação ABNT NBR 5647-1, Sistemas para adução e distribuição de água Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 Parte 1: Requisitos gerais ABNT NBR 5647-2, Sistemas para adução e distribuição de água Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1,0 MPa ABNT NBR 5647-3, Sistemas para adução e distribuição de água Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,75 MPa ABNT NBR 5647-4, Sistemas para adução e distribuição de água Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,60 MPa ABNT NBR 5883, Solda branda ABNT NBR 6125, Chuveiros automáticos para extinção de incêndio Método de ensaio ABNT NBR 6135, Chuveiros automáticos para extinção de incêndio Especificação ABNT NBR 6493, Emprego de cores para identificação de tubulações © ABNT 2014 Todos os direitos reservados 1Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 ABNT NBR 6925, Conexão de ferro fundido maleável de classes 150 e 300, com rosca NPT para tubulação ABNT NBR 6943, Conexões de ferro fundido maleável, com rosca NBR NM-ISO 7-1, para tubulações [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 7674, Junta elástica para tubos e conexões de ferro fundido dúctil ABNT NBR 7675, Tubos e conexões de ferro dúctil e acessórios para sistemas de adução e distribuição de água Requisitos ABNT NBR 9442, Materiais de construção Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante Método de ensaio ABNT NBR 11720, Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar Requisitos ABNT NBR 12912, Rosca NPT para tubos Dimensões Padronização ABNT NBR 13206, Tubo de cobre leve, médio e pesado, sem costura, para condução de fluidos Requisitos Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. ABNT NBR 13714, Sistemas de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio ABNT NBR 13792, Proteção contra incêndio, por sistema de chuveiros automáticos, para áreas de armazenamento em geral Procedimento ABNT NBR 15345, Instalação predial de tubos e conexões de cobre e ligas de cobre Procedimento ABNT NBR 15647, Tubos e conexões de poli(cloreto de vinila) clorado (CPVC) para sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos Requisitos e métodos de ensaio ABNT NBR 15648, Tubos e conexões de poli(cloreto de vinila) clorado (CPVC) para sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos Procedimentos de instalação ABNT NBR 15561, Sistemas para distribuição e adução de água e transporte de esgoto sanitário sob pressão Requisitos para tubos de polietileno PE 80 e PE 100 ABNT NBR 15593, Sistemas para distribuição e adução de água e transporte de esgoto sanitário sob pressão Requisitos para conexões soldáveis de polietileno PE 80 e PE 100 ABNT NBR 17240, Sistemas de detecção e alarme de incêndio Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio Requisitos ABNT NBR NM ISO 7-1, Rosca para tubos onde a junta de vedação sob pressão é feita pela rosca Parte 1: Dimensões, tolerâncias e designação ISO 2531, Ductile iron pipes, fittings, accessories and their joints for water applications ISO 1182, Reaction to fire tests for products Non-combustibility test ANSI B16.9, Factory-made wrought buttwelding fittings AWS B2.1, Specification for qualification of welding procedures and welders for piping and tubing 2 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3 Termos e definições Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições. 3.1 [72.024.599/0001-04] aprovado aceito pela autoridade competente 3.2 autoridade competente órgão, repartição pública ou privada, pessoa jurídica ou física, investida de autoridade pela legislação vigente para examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar as instalações de combate a incêndio, com base em legislação específica local 3.3 compartimento espaço completamente enclausurado por paredes e teto 3.4 controle de incêndio Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. limitação do tamanho de um incêndio pela descarga de água, de modo a reduzir a taxa de liberação de calor, pré-umedecer materiais combustíveis adjacentes e controlar a temperatura dos gases no teto para evitar danos estruturais 3.5 dobramento de tubo toda e qualquer ação que implique alteração permanente da linearidade original do tubo 3.6 extinção ou supressão de incêndio redução drástica da taxa de liberação de calor de um incêndio e prevenção de seu ressurgimento pela aplicação direta de quantidade suficiente de água através da coluna de gases ascendentes gerados pelo fogo até atingir a superfície incendiada do material combustível 3.7 material de combustibilidade limitada materiais de construção, incluindo revestimentos, forros, coberturas, subcobertura e isolantes termoacústicos, que não atendem à definição de material incombustível e atendem ao descrito em a) ou b). Quando as características de combustibilidade limitada puderem ser comprometidas em função do tempo de uso do material ou da variação cíclica de seu conteúdo de umidade em razão das variações da umidade do ar, não podem ser considerados como sendo de combustibilidade limitada: a) materiais que tenham substrato composto por material incombustível e espessura máxima de 3,2 mm, com índice de propagação superficial de chama, determinado de acordo com a ABNT NBR 9442, menor ou igual a 50 b) materiais, na forma e espessura utilizadas, que não atendam ao descrito em a) e que apresentem índice de propagação superficial de chama até 25, determinado de acordo com a ABNT NBR 9442, nem evidência de combustão progressiva contínua 3.8 material materiais de construção, incluindo revestimentos, forros, coberturas, sub-coberturas e isolantes termo-acústicos, que, sob as condições esperadas de uso, sejam classificados como incombustíveis em ensaio executado de acordo com a ISO 1182 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 3Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3.9 pé-direito altura livre de um andar de um edifício, medida do piso à parte inferior do teto (ou telhado) 3.10 [72.024.599/0001-04] pressão de trabalho do sistema máxima pressão estática (sem vazão) ou dinâmica esperada, que é aplicada aos componentes do sistema, excetuando-se surtos de sobrepressão esporádicos 3.11 responsável técnico pessoa física ou jurídica responsável, legalmente habilitada, que goza da prerrogativa legal de prestar serviços especializados de execução, projeto e manutenção da instalação do sistema de proteção contra incêndio de uma edificação 3.12 sistemas de chuveiros automáticos sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas, alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água, para fins de proteção contra incêndio. A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste em uma rede de tubulações dimensionada Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. por tabelas ou por cálculo hidráulico, instalada em edifícios, estruturas ou áreas, normalmente junto ao teto, à qual são conectados chuveiros automáticos segundo um padrão regular, alimentado por uma tubulação que abastece o sistema, provida de uma válvula de controle e dispositivo de alarme. sistema é ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio 3.13 tetos desobstruídos tetos cujas vigas, nervuras ou outros elementos não impedem fluxo de calor e a distribuição de água, portanto não afetam fisicamente a capacidade de controle ou extinção de incêndio pelos chuveiros automáticos 3.14 tetos horizontais tetos cuja inclinação não seja superior ou igual 3.15 tetos inclinados tetos cuja inclinação seja superior a 3.16 tetos lisos tetos contínuos, sem irregularidades, saliências ou depressões significativas 3.17 tetos obstruídos tetos cujas vigas, nervuras ou outros elementos impeçam fluxo de calor e a distribuição de água, afetando fisicamente a capacidade de controle ou extinção de incêndio pelos chuveiros automáticos 3.18 tetos planos tetos contínuos, em um único plano 4 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3.19 barreira de fumaça anteparo vertical instalado junto ao teto, cuja função é dificultar a passagem de ar quente e fumaça entre áreas adjacentes nas proximidades do teto 3.20 [72.024.599/0001-04] nomenclatura de sistemas de chuveiros automáticos 3.20.1 ação prévia sistema que utiliza chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contém ar, que pode ou não estar sob pressão, conjugado a um sistema suplementar de detecção instalado na mesma área dos chuveiros automáticos 3.20.2 anel fechado sistema de chuveiros automáticos no qual tubulações subgerais múltiplas são conectadas de modo a permitir que a água siga mais do que uma rota de escoamento até chegar a um chuveiro em operação. Neste sistema, os ramais não são conectados entre si, conforme Figura 1 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Alimentação Figura 1 Sistema tipo anel fechado 3.20.3 dilúvio sistema automático de chuveiros que utiliza chuveiros abertos acoplados a uma tubulação conectada a uma fonte de abastecimento de água por uma válvula de dilúvio. Esta válvula é aberta pela operação de um sistema de detecção instalado na mesma área dos chuveiros. Com a abertura da válvula ocorre a entrada de água na tubulação, sendo descarregada por todos os chuveiros simultaneamente 3.20.4 grelha sistema de chuveiros automáticos no qual as tubulações subgerais são conectadas a ramais múltiplos. Um chuveiro em operação recebe água pelas duas extremidades do ramal, enquanto outros ramais auxiliam a transportar água entre as tubulações subgerais, conforme Figura 2 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 5Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 [72.024.599/0001-04] Alimentação Figura 2 Sistema tipo grelha 3.20.5 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. sistema calculado por tabela sistema de chuveiros automáticos cujos diâmetros de tubulação são selecionados em tabelas preparadas conforme a classificação da ocupação e no qual um dado número de chuveiros automáticos pode ser alimentado por diâmetros específicos de tubulação 3.20.6 sistema projetado por cálculo hidráulico sistema de chuveiros automáticos no qual os diâmetros de tubulação são selecionados com base na perda de carga, de modo a fornecer a densidade de descarga de água necessária ou a pressão mínima de descarga ou vazão por chuveiro automático exigida, distribuída com um grau razoável de uniformidade sobre uma área específica 3.20.7 tubo molhado sistema de chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contenha água e conectada a uma fonte de abastecimento, de maneira que a água seja descarregada imediatamente pelos chuveiros automáticos, quando abertos pelo calor de um incêndio 3.20.8 tubo seco sistema de chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contenha ar ou nitrogênio sob pressão. A partir da abertura de um chuveiro, a pressão de água abre uma válvula, conhecida como válvula para sistema seco, deixando a água entrar na tubulação para controle do incêndio, sendo descarregada pelos chuveiros abertos 3.21 componentes do sistema 3.21.1 chuveiro automático dispositivo para extinção ou controle de incêndios que funciona automaticamente quando seu elemento termossensível é aquecido à sua temperatura de operação ou acima dela, permitindo que a água seja descarregada sobre uma área específica 6 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3.21.2 chuveiro aberto chuveiro que não possui elemento acionador termossensível 3.21.3 [72.024.599/0001-04] coluna de alimentação tubulações verticais de alimentação de um sistema de chuveiros automáticos 3.21.4 coluna principal de alimentação do sistema (riser) tubo não subterrâneo, horizontal ou vertical, localizado entre a fonte de abastecimento de água e as tubulações gerais e subgerais, contando com uma válvula de governo e alarme 3.21.5 ramais tubos aos quais os chuveiros automáticos são fixados 3.21.6 tubulações gerais tubos que alimentam as tubulações subgerais, diretamente ou com conexões Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 3.21.7 tubulações subgerais tubos que alimentam os ramais 3.21.8 válvula de governo e alarme conjunto composto por válvula seccionadora, válvula de retenção e sistema de alarme de fluxo, manômetros, drenos e acessórios, instalado em cada coluna de alimentação (riser) de um sistema de chuveiros automáticos 3.22 fator K fator que relaciona a vazão do chuveiro automático com a pressão dinâmica nele atuante; serve para definir a capacidade de vazão do chuveiro automático 3.23 sensibilidade térmica medida da velocidade de operação de um elemento termossensível, na maneira como instalado em um chuveiro automático específico. Uma medida da sensibilidade térmica é índice de tempo de resposta (ITR) medido sob condições padronizadas de ensaio 3.24 classificação dos chuveiros automáticos quanto à distribuição de água 3.24.1 chuveiro de cobertura padrão chuveiro projetado para cobrir as áreas de cobertura apresentadas na Tabela 10 3.24.2 chuveiro de cobertura estendida chuveiro projetado para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros-padrão © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 7Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3.24.3 chuveiro tipo spray chuveiro cujo defletor direciona a água para baixo, lançando uma quantidade mínima de água, ou nenhuma, para teto [72.024.599/0001-04] 3.25 classificação dos chuveiros automáticos quanto à velocidade de operação 3.25.1 chuveiro automático de resposta rápida chuveiro automático que possui elementos termossensíveis com índice de tempo de resposta ITR igual ou menor que 50 3.25.2 chuveiro automático de resposta padrão chuveiro automático que possui elementos termossensíveis com índice de tempo de resposta ITR igual ou maior que 80 3.26 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. classificação dos chuveiros automáticos quanto à orientação de instalação 3.26.1 chuveiro em pé chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para cima, contra defletor 3.26.2 chuveiro embutido chuveiro decorativo, cujo corpo, ou parte dele, exceto a rosca, é montado dentro de um invólucro embutido 3.26.3 chuveiro flush chuveiro decorativo, cujo corpo, ou parte dele, incluindo a rosca, é montado acima do plano inferior do teto. Ao ser ativado, defletor se prolonga para baixo do plano inferior do teto 3.26.4 chuveiro lateral chuveiro projetado para ser instalado em paredes e descarregar água em direção à parede oposta 3.26.5 chuveiro oculto chuveiro embutido, coberto por uma placa que é liberada antes do funcionamento do chuveiro 3.26.6 chuveiro pendente chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual jato de água é direcionado para baixo, contra defletor 8 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3.27 classificação dos chuveiros automáticos quanto às condições especiais de uso 3.27.1 chuveiro decorativo [72.024.599/0001-04] chuveiro automático, pintado ou revestido com camada metálica pelo fabricante 3.27.2 chuveiro resistente à corrosão chuveiro automático, fabricado com materiais resistentes à corrosão ou com revestimentos especiais, para ser utilizado em atmosferas agressivas 3.27.3 chuveiro seco chuveiro fixado a um niple de extensão, que possui um selo na extremidade de entrada, para permitir que a água ingresse em seu interior somente em caso de operação do chuveiro 3.28 classificação do chuveiro quanto às características de desempenho e projeto 3.28.1 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. chuveiro automático de controle para aplicações específicas (CCAE) chuveiro que atua no modo de controle e se caracteriza por produzir gotas grandes de água, e que é testado e aprovado para uso em áreas de incêndios de alta intensidade 3.28.2 chuveiro automático de resposta e supressão rápidas (ESFR) chuveiro que atua no modo de supressão e que se caracteriza por ter resposta rápida e por distribui água em grande quantidade e de forma especificada, sobre uma área limitada, de modo a proporcionar rápida extinção do fogo, quando instalado apropriadamente 4 Ocupações Anexo A apresenta exemplos de ocupações aplicáveis a esta Norma. 4.1 Ocupações de risco leve São compreendidas as ocupações ou parte das ocupações onde a quantidade e/ou a combustibilidade do conteúdo (carga incêndio) é baixa, tendendo à moderada, e onde é esperada uma taxa de liberação de calor de baixa a média. 4.2 Ocupações de risco ordinário 4.2.1 Grupo São compreendedidas as ocupações ou parte de ocupações onde a combustibilidade do conteúdo é baixa e a quantidade de materiais combustíveis é moderada. A altura de armazenamento não pode exceder 2,4 m. São esperados incêndios com moderada taxa de liberação de calor. 4.2.2 Grupo São compreendidas as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade do conteúdo é de moderada a alta. A altura de armazenamento não pode exceder 3,7 m. São esperados incêndios com alta taxa de liberação de calor. © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 9Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 4.3 Ocupações de risco extra ou extraordinário 4.3.1 Grupo São compreendidas as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade [72.024.599/0001-04] do conteúdo são muito altas, podendo haver a presença de pós e outros materiais que provocam incêndios de rápido desenvolvimento, produzindo alta taxa de liberação de calor. Neste grupo as ocupações não podem possuir líquidos combustíveis e inflamáveis. 4.3.2 Grupo Compreendem as ocupações com moderada ou substancial quantidade de líquidos combustíveis ou inflamáveis. 4.4 Áreas de armazenamento Essas ocupações devem ser protegidas de acordo com a ABNT NBR 13792. 5 Materiais e componentes Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.1 Generalidades 5.1.1 Os componentes do sistema devem estar em conformidade com as Normas Brasileiras aplicáveis ou, na falta destas, com as normas reconhecidas. 5.1.2 Recomenda-se que os componentes dos sistemas de chuveiros automáticos sejam avaliados com relação à conformidade aos requisitos estabelecidos nas Normas Brasileiras aplicáveis. 5.1.3 Os componentes do sistema devem estar classificados para a máxima pressão de trabalho à qual serão empregados, porém nunca inferior a 1 200 kPa. 5.1.4 Os trechos aparentes da instalação do sistema de chuveiros automáticos devem ser identificados com a cor vermelha-segurança, correspondente à classificação 5 R 4/14 do sistema Munsell, de acordo com a ABNT NBR 6493. Opcionalmente, a tubulação pode ser identificada com anéis pintados em vermelho, com 0,20 m de largura, a cada 5 m de distância. 5.2 Chuveiros automáticos 5.2.1 Generalidades 5.2.1.1 Somente chuveiros automáticos não previamente utilizados devem ser instalados. 5.2.1.2 Os chuveiros automáticos devem ser conforme as ABNT NBR 6125 e ABNT NBR 6135. 5.2.2 Fator K de descarga 5.2.2.1 fator de descarga é determinado pela fórmula: onde Q é a vazão; 10 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 P a pressão. NOTA Todas as referências nesta Norma estão indicadas em litros por minuto por raiz quadrada de bar L/min/bar [72.024.599/0001-04] 5.2.2.2 Os valores de fator K, relativos à descarga do chuveiro em função de seu diâmetro de orifício, devem obedecer à Tabela 1. Tabela 1 Identificação das características de descarga dos chuveiros automáticos Fator nominal Diâmetro nominal da rosca mm 20 1,4 DN 15 27 1,9 DN 15 40 2,8 DN 15 61 4,2 DN 15 80 DN 15 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5,6 115 8,0 DN 15 ou DN 20 161 11,2 DN 15 ou DN 20 202 14,0 DN 20 242 16,8 DN 20 282 19,6 DN 25 323 22,4 DN 25 363 25,2 DN 25 403 28,0 DN 25 5.2.3 Temperatura 5.2.3.1 As temperaturas nominais de operação dos chuveiros automáticos são indicadas na Tabela 2. 5.2.3.2 Exceto no caso de chuveiros automáticos decorativos e de chuveiros automáticos resistentes à corrosão, chuveiros automáticos de liga fusível devem ter seus braços pintados e de bulbo de vidro devem ter líquido colorido, conforme Tabela 2. Os chuveiros automáticos resistentes à corrosão podem ser identificados de três maneiras: com um ponto no topo do defletor, com revestimentos de cores específicas e pela cor dos braços. © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 11Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Tabela 2 Limites de temperatura, classificação e código de cores dos chuveiros automáticos Máxima Limites de temperatura no teto temperatura Classificação Código Cor do líquido da temperatura de cores do bulbo de vidro °C °C [72.024.599/0001-04] Vermelha ou 38 57 77 Ordinária Incolor ou preta laranja 66 79 107 Intermediária Branca Amarela ou verde 107 121 149 Alta Azul Azul 149 163 191 Extra-alta Vermelha Roxa 191 204 246 Extra-extra-alta Verde Preta 246 260 302 Ultra-alta Laranja Preta 329 343 Ultra-alta Laranja Preta 5.2.4 Revestimentos especiais Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.2.4.1 Chuveiros automáticos devem possuir revestimentos especiais, resistentes à corrosão, quando instalados em locais onde haja a presença de vapores corrosivos, umidade ou outras condições ambientais capazes de provocar danos. 5.2.4.2 Os revestimentos anticorrosivos devem ser aplicados exclusivamente pelos fabricantes dos chuveiros automáticos. 5.2.4.3 A menos que indicado pelo fabricante, chuveiro automático não pode ser pintado e qualquer chuveiro revestido só pode ser substituído por outro de mesmas características. 5.2.4.4 Qualquer acabamento ornamental do chuveiro automático deve ser executado pelo fabricante. 5.2.5 Canoplas e invólucros 5.2.5.1 Canoplas e invólucros não metálicos devem ser fornecidos pelo fabricante do chuveiro automático. 5.2.5.2 Canoplas e invólucros usados com chuveiros automáticos embutidos ou não aparentes devem ser fornecidos em conjunto com OS chuveiros automáticos. 5.2.6 Proteções Os chuveiros automáticos instalados em locais sujeitos a danos mecânicos devem ser providos com proteções. 5.2.7 Estoque de chuveiros automáticos sobressalentes 5.2.7.1 Devem ser mantidos chuveiros automáticos sobressalentes para substituição imediata em caso de operação ou dano. Esses chuveiros automáticos devem possuir as mesmas características dos que se encontram instalados e devem ser mantidos em local cuja temperatura não supere 38 °C. 5.2.7.2 Uma chave especial para retirada e instalação dos chuveiros automáticos deve estar disponível junto aos chuveiros sobressalentes. 12 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 5.2.7.3 estoque de chuveiros automáticos sobressalentes deve incluir todos os modelos instalados, devendo ser composto da seguinte forma: a) 6 chuveiros, no mínimo, para sistemas com até 300 chuveiros automáticos; [72.024.599/0001-04] b) 12 chuveiros, no mínimo, para sistemas com 301 a 1 000 chuveiros automáticos; c) 24 chuveiros no mínimo, para sistemas com mais de 1 000 chuveiros automáticos. 5.3 Tubos de condução não enterrados 5.3.1 Generalidades Os tubos utilizados nos sistemas de chuveiros automáticos devem atender ou exceder os requisitos estabelecidos em 5.3.1 a 5.3.4. tipo e a classe de tubos, bem como as proteções adicionais para uma instalação específica, devem ser determinados considerando-se sua resistência ao fogo, pressão máxima de serviço etc. 5.3.2 Tubos de aço Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.3.2.1 Tubos de aço (com ou sem costura) devem ser conforme as ABNT NBR 5580 ou ABNT NBR 5590. 5.3.2.2 Tubos de aço unidos por solda ou por acoplamento mecânico, para pressões até 2,07 MPa, devem ser conforme a ABNT NBR 5580 (classe leve) ou ABNT NBR 5590. 5.3.2.3 Na Tabela 3 encontram-se as características mínimas de espessura de parede para tubos unidos por solda ou por acoplamento mecânico e fabricados conforme a ABNT NBR 5590. Tabela 3 Espessura de parede para tubos unidos por solda ou por acoplamento mecânico, fabricados conforme a ABNT NBR 5590 Diâmetro nominal Espessura mínima de parede mm mm 25 2,77 32 2,77 40 2,77 50 2,77 65 3,05 80 3,05 90 3,05 100 3,05 125 3,4 150 3,4 200 4,78 250 4,78 300 8,38 5.3.2.4 Tubos de aço unidos por conexões roscadas, para pressões até 2,07 MPa, devem ser conforme as ABNT NBR 5580 (classe média) e ABNT NBR 5590 (classe normal). © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 13Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 5.3.3 Tubos de cobre Tubos de cobre (sem costura) devem ser conforme a ABNT NBR 13206. 5.3.4 Tubos de CPVC [72.024.599/0001-04] Os tubos de policloreto de vinila clorado (CPVC), unidos por conexões soldadas conforme as ABNT NBR 15647 e ABNT NBR 15648, podem ser utilizados em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos para ocupações de risco leve até pressões de 1,21 MPa e em temperaturas ambientes até 65 °C. 5.3.5 Outros tipos de materiais Outros tipos de materiais para tubos podem ser utilizados, desde que comprovadamente testados por laboratórios de entidades ou instituições de reconhecida competência técnica, atendendo aos requisitos quanto à sua aplicabilidade em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, especificando: condições de uso e ocupação (classificação de risco), pressão máxima de trabalho do sistema e temperatura ambiente máxima da instalação. 5.3.6 Dobramento em tubos de condução Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Não se recomenda dobramento em tubos de aço, tubos de cobre e tubos de outros tipos de materiais. 5.4 Tubos de condução enterrados Tubos de condução enterrados, utilizados em sistemas de chuveiros automáticos, devem atender aos requisitos estabelecidos a seguir: a) tubos de aço (com ou sem costura): conforme ABNT NBR 5580 e ABNT NBR 5590; b) tubos de ferro dúctil: conforme ABNT NBR 7675 e ISO 2531; c) tubos de PVC: conforme ABNT NBR 5647-1, ABNT NBR 5647-2, ABNT NBR 5647-3 e ABNT NBR 5647-4; d) tubos de cobre (sem costura): conforme ABNT NBR 13206; e) tubos em polietileno (PEAD) conforme ABNT NBR 15561. 5.5 Conexões 5.5.1 As conexões utilizadas nos sistemas de chuveiros automáticos devem atender aos requisitos estabelecidos a seguir: a) ferro fundido maleável: ABNT NBR 6943 e ABNT NBR 6925; b) aço para solda: ANSI B16.9; c) junta elástica para tubos e conexões: ABNT NBR 7674; d) cobre: ABNT NBR 11720; e) flanges de aço: ANSI 16.1; 14 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 f) PEAD por termofusão ou eletrofusão: ABNT NBR 15593; g) policloreto de vinila clorado (CPVC) conforme as ABNT NBR 15647 e ABNT NBR 15648, para utilização em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos para ocupações de risco leve até pressões de 1,21 MPa e em temperaturas ambientes até 65 °C; [72.024.599/0001-04] h) outros tipos de conexões podem ser utilizadas, desde que comprovadamente testadas por laboratórios de entidades ou instituições de reconhecida competência técnica, atendendo aos requisitos quanto à sua aplicabilidade em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, especificando condições de uso e ocupação (classificação de risco), pressão máxima de trabalho do sistema e temperatura ambiente máxima de instalação. 5.5.2 Conexões do tipo uniões roscadas (uniões com rosca) não podem ser usadas em tubulações de diâmetro maior que DN 50. Uniões que não sejam do tipo roscadas (uniões sem rosca) devem ser do tipo especificamente indicadas para uso em sistemas de chuveiros automáticos. 5.5.3 Luvas de redução ou buchas de redução devem ser usadas sempre que houver alguma mudança no diâmetro da tubulação. Deve ser dada preferência ao uso de luvas de redução. 5.5.4 A junção de tubos e conexões roscadas deve ser conforme 5.5.4.1 e 5.5.4.2. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.5.4.1 As roscas dos tubos e conexões roscadas devem estar em conformidade com as ABNT NBR 12912 e ABNT NBR NM ISO 7-1. 5.5.4.2 Vedantes podem ser utilizados, desde que garantam a vedação quando aplicados somente na rosca externa. No caso de utilização de fibras vegetais, deve ser aplicado zarcão ou primer. 5.5.5 A junção de tubos e conexões de aço soldados deve ser conforme 5.5.5.1 a 5.5.5.5. 5.5.5.1 Recomenda-se que métodos para solda em tubos e conexões estejam conforme a AWS B2.1. 5.5.5.2 Tubos de aço com diâmetros inferiores a DN 65 podem receber derivações através de soldagem somente se as conexões utilizadas forem indicadas para uso em sistemas de chuveiros automáticos, obedecendo aos critérios de 5.5.5.4. Os furos devem ser feitos em bancada, com serra tipo copo ou tecnologia similar. uso de maçarico não é permitido. 5.5.5.3 Os tubos de aço podem ser soldados topo a topo, desde que biselados. 5.5.5.4 Onde for empregado processo de soldagem, devem ser observados seguintes procedimentos: a) devem ser executados furos nos tubos com diâmetros iguais aos internos das conexões antes de estas serem soldadas; b) materiais resultantes das aberturas nos tubos devem ser retirados e descartados; c) cortes de abertura nos tubos devem ser lixados e todas as saliências internas e resíduos de solda devem ser retirados; d) conexões não podem transpassar para região interna dos tubos; e) chapas de aço não podem ser soldadas na terminação de tubos ou conexões; f) conexões não podem ser modificadas; © ABNT 2014 Todos os direitos reservados 15Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 g) acessórios de suporte e fixação de tubulação (tirantes, grampos, porcas etc.) não podem ser utilizados na soldagem de tubos ou conexões; h) na mudança de diâmetros nominais das tubulações, devem ser empregadas conexões apropriadas. [72.024.599/0001-04] 5.5.5.5 Os procedimentos de solda devem ser preparados e qualificados pelo instalador ou fabricante antes da realização de qualquer processo de soldagem. Devem ser observadas qualificações do processo de solda e dos soldadores de acordo com a AWS B2.1. 5.5.6 A junção por encaixe deve ser conforme 5.5.6.1 e 5.5.6.2. 5.5.6.1 Tubos acoplados com conexões encaixadas devem ser executados por uma combinação aprovada de anéis de vedação e sulcos. Os sulcos devem possuir dimensões compatíveis com as conexões. 5.5.6.2 Conexões encaixadas, incluindo juntas utilizadas em sistemas de tubulação seca, devem ser adequadas para este fim. 5.5.7 A junção de tubos e conexões de cobre deve ser conforme 5.5.7.1 a 5.5.7.5. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.5.7.1 A união de tubos de cobre deve ser feita por conexões, utilizando-se brasagem capilar. 5.5.7.2 Soldagem capilar pode ser utilizada em sistemas de tubos molhados em áreas de risco leve, desde que a temperatura dos chuveiros automáticos não ultrapasse 100 °C. 5.5.7.3 Soldagem capilar pode ser utilizada em sistemas de tubos molhados em áreas de risco leve e ordinário, Grupo I, independentemente da temperatura de ativação dos chuveiros automáticos, desde que a tubulação esteja sobre forro. 5.5.7.4 Materiais de adição para solda devem estar de acordo com a ABNT NBR 5883. Materiais de adição para brasagem, se utilizados, não podem ser do tipo corrosivo. 5.5.7.5 acoplamento de tubos e conexões de cobre deve ser conforme a ABNT NBR 15345. 5.5.8 Acoplamento para tubos e conexões de CPVC: os tubos e conexões de CPVC, com seu respectivo adesivo, devem atender aos requisitos exigidos pelas ABNT NBR 15647 e ABNT NBR 15648. 5.5.9 Podem existir outros meios de conexão, conforme 5.5.9.1 e 5.5.9.2. 5.5.9.1 Outros métodos de acoplamento para utilização em instalações de chuveiros automáticos podem ser utilizados e instalados de acordo com suas instruções específicas e limitações de instalação, e aprovados por autoridade competente. 5.5.9.2 É proibido o uso de solda ou corte por maçarico para reparos ou alterações no sistema de chuveiros automáticos. 5.6 Válvulas 5.6.1 Todas as válvulas de bloqueio que controlam as ligações entre sistemas de alimentação de água para combate a incêndio e tubulações de sistemas de chuveiros automáticos devem ser do tipo indicadoras da posição de Essas válvulas devem ser construídas de tal maneira que não possam ser fechadas, desde a posição totalmente aberta, em menos de 5 S, considerando a máxima velocidade possível de operação. 16 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 5.6.2 Todas as válvulas de teste, dreno e controle de vazão devem ser providas de placas de identificação de plástico rígido ou metal à prova de corrosão ou intempéries. Estas placas de identificação devem ser fixadas por meio de fios ou correntes resistentes à corrosão ou outro meio aprovado. [72.024.599/0001-04] 5.7 Conexões de teste de alarme 5.7.1 Edificações térreas Cada sistema de chuveiros automáticos deve ser provido de uma conexão de teste de alarme, cuja principal função é testar funcionamento dos alarmes de fluxo de água (gongo, chave de fluxo). A conexão deve ser composta por uma tubulação de diâmetro nominal mínimo de 25 mm, dotada de válvula-globo e de um bocal com orifício não corrosivo, de diâmetro nominal igual ao do chuveiro automático de menor orifício utilizado no sistema, obedecendo ainda às condições descritas a seguir: a) o orifício pode ser obtido com um chuveiro automático cujo defletor tenha sido removido; b) a conexão deve ser instalada em qualquer ponto da rede, desde que esteja situada após sistema de alarme de fluxo de água; c) a conexão deve ser situada em local de fácil acesso, onde possa ser observada a descarga Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. de água. 5.7.2 Edificações de múltiplos pavimentos Em edificações de múltiplos pavimentos, a conexão de teste de alarme de cada pavimento deve ser conforme a Figura 3. 2 3 1 NA 5 NF 4 25 DN 25 4 6 DN 25 NF DN 25 DN 25 NA = Normalmente aberta NF = Normalmente fechada Legenda de bloqueio 2. Manômetro 0 a 20mca 3. Chave de fluxo com retardo pneumático, ligada ao painel de alarmes 4. Válvula (T) teste (D) dreno 5. Visor de fluxo 6. União de aço galvanizado assento plano, com placa de orifício, resistente à corrosão, e orifício igual ao menor chuveiro utilizado na instalação Figura 3 Conexão setorial de dreno, ensaio e alarme © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 17Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 5.7.3 Sistemas de ação prévia 5.7.3.1 Uma conexão de teste deve ser instalada em sistemas de ação prévia utilizando ar supervisório. [72.024.599/0001-04] 5.7.3.2 A conexão usada para controlar nível de água de escorva pode ser usada para testar o funcionamento dos alarmes que monitoram a pressão do ar supervisório. 5.7.3.3 Em sistemas com bloqueio duplo, uma conexão para teste de acionamento ou um cabeçote com diâmetro mínimo de 25 mm, com orifício liso, resistente à corrosão, capaz de fornecer uma vazão equivalente à de um chuveiro usado no sistema, deve ser instalado. 5.7.3.4 Em sistemas com bloqueio duplo, a conexão para teste de acionamento ou cabeçote deve ser instalada na extremidade da tubulação de chuveiros mais distante da válvula, no pavimento mais alto, e deve ser provida de válvula de fechamento acessível e um bujão de no mínimo 25 mm, de bronze. 5.7.3.5 Quando a vazão for proveniente de quatro chuveiros, a tubulação usada para teste de acionamento deve simular dois chuveiros em cada um de dois ramais. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.7.4 Sistemas de dilúvio Não é necessário instalar uma conexão de teste em sistemas de dilúvio. 5.8 Tomada (conexão) de recalque para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros 5.8.1 A conexão de recalque para sistema de chuveiros automáticos deve ser instalada conforme descrito em 5.8.3. 5.8.2 dispositivo de tomada de recalque deve ainda possuir duas entradas de água de DN 65, providas de adaptadores e tampões tipo engate rápido. 5.8.3 A tomada de recalque deve ser localizada: a) na fachada principal ou muro da divisa com a rua, a uma altura mínima de 0,60 m e máxima de 1,00 m em relação ao piso, conforme Figura 4; b) em coluna, junto à via de acesso de veículos ou via de circulação interna, de modo que permita fácil localização e acesso de viaturas do Corpo de Bombeiros, conforme Figura 5; c) enterrado em uma caixa de alvenaria no passeio público, conforme Figura 6. 18 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3 [72.024.599/0001-04] 1 3 2 2 Vista A Planta L1 Legenda 1. Válvula de retenção Piso acabado 2. Adaptador storz com tampão Vista A 3. Parede de alvenaria L1 = 0,60m a 1,00m Figura 4 Tomada de recalque na fachada da edificação Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 1 1 2 L1 Piso acabado Piso acabado Legenda 1.Válvula de retenção 2. Adaptador storz com tampão L1 = 0,60m a 1,00m Figura 5 - Tomada de recalque em coluna © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 19Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 3 4 4 2 2 1 1 [72.024.599/0001-04] Vista 3 1 3 2 Vista A Vista Planta Vista A Legenda 1. Válvula de retenção 2. Adaptador storz com tampão 3. Caixa em alvenaria 4. Tampa de calçada de ferro fundido Figura 6 Tomada de recalque em caixa de alvenaria Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.8.4 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros automáticos e hidrantes, pode-se ter uma única tomada de recalque para ambos sistemas. 5.9 Alarmes de fluxo de água 5.9.1 alarme de fluxo de água deve ser específico para sistemas de chuveiros automáticos e deve ser ativado pelo fluxo de água equivalente ao fluxo em um chuveiro automático de menor orifício instalado no sistema. alarme sonoro deve ser acionado no máximo 5 min após início fluxo e deve continuar até a sua interrupção. 5.9.2 Para sistemas de tubulação molhada, os equipamentos de alarme para sistemas de tubulação molhada devem ser constituídos de uma válvula de governo e alarme ou outro detector de fluxo. 5.9.3 Para sistemas de pré-ação e dilúvio, os equipamentos de alarme para sistemas de pré-ação e dilúvio devem ser constituídos de dois alarmes acionados independentemente, sendo um pelo sistema de detecção e outro pelo fluxo de água. 5.9.4 As chaves de alarme de fluxo de água tipo palheta com retardo automático devem ser instaladas apenas em sistemas de tubo molhado. 5.9.5 dispositivo de alarme deve ser mecânico ou elétrico, de forma a emitir um sinal audível, pelo menos 20 dB acima do ruído normal da área considerada. Caso nível de ruído da área considerada não permita o cumprimento deste item, um sinalizador visual tipo estroboscópico deve ser utilizado. 5.9.6 Toda a tubulação dos gongos hidráulicos deve ser feita com material resistente à corrosão e em diâmetro não inferior a DN 20. 5.9.7 Os equipamentos de alarmes elétricos devem ser projetados e instalados conforme a ABNT NBR 17240. 5.9.8 dreno do dispositivo de alarme deve ser dimensionado de modo a não haver 20 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 5.10 Suportes 5.10.1 Devem ser utilizados apenas materiais ferrosos na fabricação de suportes. 5.10.2 As tubulações do sistema de chuveiros automáticos devem ser convenientemente suportadas [72.024.599/0001-04] por pilares, vigas, paredes, tetos e estruturas do telhado de um prédio, levando-se em consideração que os suportes devem sustentar cinco vezes a massa do tubo cheio d'água mais 100 kg em cada ponto de fixação. A estrutura de edificação deve suportar no mínimo peso da tubulação cheia de água. No ponto de fixação do suporte com a estrutura deve-se acrescentar 100 kgf. 5.10.3 As tubulações não podem ser sustentadas pelas telhas de um telhado, a não ser em casos especiais, quando as telhas forem formadas por elementos de chapas metálicas ou por concreto com resistência suficiente para suportá-los, considerados os requisitos estabelecidos em 5.10.2. 5.10.4 Quando a tubulação for instalada abaixo de dutos de ar, deve ser sustentada pela estrutura da edificação ou pelos suportes dos dutos, desde que seja capaz de resistir à carga especificada em 5.10.2. 5.10.5 Os tirantes dos suportes devem ser de ferro redondo, dimensionados segundo as cargas especificadas em 5.10.2, e com diâmetro nunca inferior aos indicados na Tabela 4. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Tabela 4 Diâmetro dos tirantes em função dos tubos Tubulação Diâmetro do tirante do suporte DN mm Até 100 9,5 De 125 a 200 12,7 De 250 a 300 16,0 5.10.6 Os suportes em "U" devem ser de ferro redondo, dimensionados segundo as cargas especificadas em 5.10.2 e de diâmetro nunca inferior aos indicados na Tabela 5. Tabela 5 Diâmetro do suporte em "U" em função dos tubos Tubulação Diâmetro do suporte "U" DN mm Até 50 8,0 De 65 a 150 9,5 De 200 12,7 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 21Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 5.10.7 A distância máxima entre suportes para tubos de aço, cobre e CPVC deve ser conforme a Tabela 6. Tabela 6 Distância máxima entre suportes (em metros) [72.024.599/0001-04] Diâmetro nominal 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 200 mm Tubo de aço N/A 3,65 3,65 4,60 4,60 4,60 4,60 4,60 4,60 4,60 4,60 4,60 Tubo de cobre 2,45 2,45 3,05 3,05 3,65 3,65 3,65 4,60 4,60 4,60 4,60 4,60 CPVC 1,70 1,80 2,00 2,15 2,45 2,75 3,05 N/A N/A N/A N/A N/A 5.10.8 Para os tubos de CPVC, quando houver um chuveiro automático instalado entre dois suportes, a distância máxima permitida entre os suportes não pode exceder 0,90 m, 1,20 m, 1,50 m e 2,10 m para tubos DN 20, DN 25, DN 32 e acima de DN 40, respectivamente, sendo que chuveiro automático deve estar instalado no centro das distâncias mencionadas. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 5.10.9 Deve ser instalado um suporte entre dois chuveiros automáticos, exceto nos casos estabelecidos a seguir: a) quando espaçamento entre chuveiros automáticos for inferior a 1,80 m, a distância entre suportes não pode exceder 3,65 m, não sendo necessária a colocação de suportes em cada trecho da tubulação; b) em derivações, para tubos de cobre até DN 25 e comprimento máximo de 0,30 m, e para tubos de aço até DN 25 e comprimento máximo de 0,60 m, conforme mostra a Figura 7. Ramal Suporte Para tubo de cobre de até 25 mm Máx.30 cm Para tubo de aço de até 25 mm, Máx 30 cm Não é necessário suporte Figura 7 Comprimento máximo das derivações 5.10.10 A distância mínima permitida entre os chuveiros automáticos instalados na posição em pé e os suportes é de 80 mm. 5.10.11 A distância máxima permitida entre chuveiro automático da ponta dos ramais e suporte mais próximo não pode exceder 0,90 m e 1,2 m para tubos de aço DN 25 e DN 32, respectivamente. Para tubos maiores, não pode exceder 1,5 m. Quando estes limites forem excedidos, a tubulação deve ser prolongada além do chuveiro automático dos ramais até ultrapassar a terça ou viga mais próxima e sustentar chuveiros automáticos, conforme Figura 8. 22 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Máximo 0,90m para tubo de 25mm Máximo de 1,80m Máximo 1,20m para tubo de até 32mm não requer suportes Terça Tampão [72.024.599/0001-04] Suporte Subgeral Máximo 0,90m para tubo de até 25mm Máximo 1,20m para tubo de 32mm Figura 8 Distância máxima entre chuveiros automáticos da ponta de ramais e suportes 5.10.12 Quando comprimento do primeiro tubo dos ramais junto a subgeral medir até 1,80 m, suporte não é necessário, conforme Figura 8. 5.10.13 Para tubos de CPVC, a distância máxima permitida entre chuveiro automático da ponta dos ramais e suporte mais próximo não pode exceder 0,15 m e 0,20 m para tubos Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. de DN 20 e DN 25, respectivamente, e 0,30 m para tubos acima de DN 32. 5.10.14 Para tubos de cobre, a distância máxima permitida entre chuveiro automático da ponta dos ramais e suporte mais próximo não pode exceder 0,45 m e 0,60 m para tubos DN 25 e DN 32 respectivamente, e 0,75 m para tubos acima de DN 40. 5.10.15 Nas subgerais deve ser instalado no mínimo um suporte entre cada dois ramais, exceto nos casos estabelecidos a seguir: a) nos vãos formados entre tesouras ou vigas, onde são instalados dois ramais, suporte intermediário da subgeral pode ser suprimido, desde que seja colocado um suporte no primeiro trecho de tubo de cada ramal, diretamente fixado na terça mais próxima e paralela à subgeral, conforme Figura 9; b) nos vãos formados entre tesouras ou vigas, onde são instalados três ou mais ramais, somente um suporte intermediário na subgeral pode ser suprimido, desde que seja colocado um suporte no primeiro trecho de tubo de cada ramal diretamente fixado na terça mais próxima e paralela à subgeral, conforme Figuras 10 e 11; c) no final de uma subgeral, deve ser colocado um suporte preso a um ferro-cantoneira, fixado nas terças em ambos os extremos, a menos que a subgeral seja prolongada até a próxima tesoura ou viga, empregando um suporte comum neste ponto e suprimindo suporte intermediário entre os ramais. © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 23Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 E Suporte É requerido um suporte na [72.024.599/0001-04] primeira terça, se O suporte intermediário for omitido Tesoura Terça Suporte intermediário pode ser omitido Subgeral Ramais Tesoura Figura 9 - Posição de suportes entre tesouras ou vigas Situação A Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Tesoura Suporte intermediário pode ser omitido É requerido um suporte na primeira terça, se suporte intermediário for omitido Ramais Subgeral Tesoura Figura 10 Posição de suportes entre tesouras ou vigas - Situação B 24 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Tesoura [72.024.599/0001-04] Suporte intermediário pode ser omitido É requerido um suporte na primeira terça, se suporte intermediário for omitido Subgeral Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Tesoura Figura 11 Posição de suportes entre tesouras ou vigas Situação c 5.10.16 Nas tubulações gerais deve ser colocado no mínimo um suporte a cada 4,60 m de tubulação. 5.10.17 Nas subidas ou descidas deve ser colocado no mínimo um suporte em cada nível, próximo à extremidade superior, de modo a aliviar a carga nas conexões e acessórios. 5.10.18 Na subida principal deve ser colocado no mínimo um suporte próximo à extremidade superior, de modo a aliviar a carga sobre as conexões e válvulas de alarme. 5.10.19 Nas Figuras 12 e 13 são mostrados tipos de suportes normalmente empregados em sistemas de chuveiros automáticos. Outros tipos podem ser empregados, desde que construídos de maneira a atender aos requisitos de 5.10.2. © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 25Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 + [72.024.599/0001-04] N°1 N°2 N°3 N°5 N°6 N°7 N°4 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. N°8 N°9 + + + + + + + + N°10 N°11 N°12 Figura 12 - Suportes 26 © ABNT 2014 - Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 [72.024.599/0001-04] N° 13 14 15 Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 16 17 18 N° 19 20 Figura 13 Suportes 6 Requisitos dos sistemas 6.1 Sistemas de tubo molhado 6.1.1 Manômetros Nas válvulas de governo e alarme, um manômetro deve ser instalado acima e outro abaixo de cada válvula. Os manômetros devem ter fundo de escala de no mínimo dobro da pressão do sistema no ponto em que forem instalados, e devem ser instalados de modo a poderem ser removidos. © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 27Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 6.1.2 Válvulas de alívio 6.1.2.1 Um sistema de tubo molhado em forma de grelha deve ter uma válvula de alívio de no mínimo 6,4 mm, regulada para operar a no máximo 1,21 MPa. Preferencialmente esta válvula deve ser instalada na coluna principal de alimentação, imediatamente acima da válvula de governo e alarme. [72.024.599/0001-04] 6.1.2.2 Nos casos em que a pressão máxima do sistema for maior que 1,14 MPa, a válvula de alívio deve abrir 70 KPa acima da pressão máxima do sistema. 6.1.3 Sistemas auxiliares É permitida a utilização de sistemas de tubo molhado para a alimentação de sistemas auxiliares do tipo ação prévia ou dilúvio. 6.2 Sistemas de ação prévia e sistemas de dilúvio 6.2.1 Válvula automática de controle A válvula automática de controle deve também poder ser operada manualmente, independentemente dos detectores e dos chuveiros automáticos. acionamento manual pode ser feito com auxílio dispositivo hidráulico, pneumático ou mecânico. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 6.2.2 Manômetros Os manômetros devem ter fundo de escala de no mínimo dobro da pressão do sistema no ponto em que forem instalados e devem ser instalados de modo a poderem ser removidos, nos seguintes locais: a) a montante e a jusante da válvula de ação prévia e a montante da válvula de dilúvio; b) na linha de abastecimento de ar para as válvulas de ação prévia e de dilúvio. 6.2.3 Detecção Podem ser usados sistemas hidráulicos (por exemplo, chuveiros automáticos), pneumáticos, detectores de fumaça, de calor, de radiação infravermelha/ultravioleta ou outros tipos de detectores, dependendo do tipo de risco a ser protegido. 6.2.4 Localização e proteção de válvulas de controle do sistema 6.2.4.1 As válvulas de controle e a tubulação devem ser protegidas contra danos mecânicos. 6.2.4.2 Os abrigos de válvulas devem ser de fácil acesso, ventilados e iluminação ambiente e de emergência. 6.2.5 Sistemas de ação prévia 6.2.5.1 Classificação dos sistemas de ação prévia a) sistema com bloqueio simples: permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos após a operação dos detectores; b) sistema sem bloqueio: permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos após a operação dos detectores ou dos chuveiros automáticos; c) sistema com bloqueio duplo: permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos quando da operação dos detectores e dos chuveiros automáticos. 28 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 6.2.5.2 Dimensões do sistema 6.2.5.2.1 Sistemas com bloqueio simples e sistemas sem bloqueio No máximo chuveiros automáticos devem ser controlados por uma única válvula de ação prévia. [72.024.599/0001-04] 6.2.5.2.2 Sistemas com bloqueio duplo 6.2.5.2.2.1 Sistemas com bloqueio duplo cuja capacidade seja no máximo 1 900 L podem ser instalados e não necessitam cumprir qualquer exigência relacionada ao tempo de descarga de água até a conexão de teste de acionamento. 6.2.5.2.2.2 Sistemas com bloqueio duplo cuja capacidade seja maior que 900 L devem ser dimensionados de modo que o tempo máximo até que ocorra a descarga de água pela conexão de teste seja 60 S. A contagem deve ser iniciada à pressão normal de ar no sistema, após operação do sistema de detecção e no momento em que a conexão de teste for totalmente aberta. Nos casos dos sistemas de ação prévia com bloqueio duplo, cada válvula de ação prévia deve ser dimensionada para descarregar água pela conexão de teste em não mais que tempo máximo de descarga de água especificado na Tabela 7. A contagem deve ser iniciada à pressão normal Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. de ar no sistema, após operação do sistema de detecção e no momento em que a conexão de teste for totalmente aberta. Tabela 7 Tempo de descarga em sistemas de ação préria com bloqueio duplo Tempo máximo de Número de chuveiros mais Risco descarga de água remotos inicialmente abertos S Leve 1 60 Ordinário 2 50 Ordinário 2 50 Extra 4 45 Extra 4 45 6.2.5.3 Supervisão 6.2.5.3.1 A supervisão, tanto elétrica quanto mecânica, se refere ao monitoramento constante pressão de ar e do equipamento de detecção para garantir a integridade do sistema. 6.2.5.3.2 A pressão de ar ou de nitrogênio nas tubulações aéreas deve ser supervisionada automaticamente em sistemas com mais de 20 chuveiros automáticos. Os sistemas de ação prévia sem bloqueio e com bloqueio duplo devem manter uma pressão mínima de ar de supervisão de 50 kPa. 6.2.5.3.3 Os dispositivos elétricos do sistema, como detectores, pressostatos, chaves de fluxo, acionadores manuais, alarmes sonoros e visuais, devem ser supervisionados e monitorados ininterruptamente conforme a ABNT NBR 17240. © ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 29Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 6.2.5.4 Chuveiros automáticos 6.2.5.4.1 Para evitar acúmulo de água em áreas sujeitas a congelamento e também para evitar acúmulo de sedimentos, independentemente da temperatura do local, os sistemas de ação prévia devem utilizar chuveiros automáticos em pé. [72.024.599/0001-04] 6.2.5.4.2 Chuveiros automáticos do tipo seco podem ser usados, desde que ensaiados e aprovados para este fim. 6.2.5.4.3 Chuveiros automáticos pendentes, instalados com curvas de retorno, podem ser usados quando os chuveiros automáticos e as curvas de retorno estiverem localizados fora da área sujeita a congelamento. 6.2.5.4.4 Chuveiros automáticos tipo spray laterais podem ser usados, desde que instalados de modo a não permitir que a água fique retida no chuveiro. 6.2.5.5 Configuração do sistema Sistemas de ação prévia com bloqueio duplo não podem ser do tipo grelha. 6.2.6 Sistemas de dilúvio Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 6.2.6.1 Os sistemas de detecção de sistemas de dilúvio devem ser supervisionados automaticamente. Os dispositivos elétricos do sistema como detectores, pressostatos, chaves de fluxo, acionadores manuais, alarmes sonoros e visuais, devem ser supervisionados e monitorados ininterruptamente conforme a ABNT NBR 17240 6.2.6.2 Os sistemas de dilúvio devem ser projetados por cálculo hidráulico. 7 Requisitos de instalação 7.1 Generalidades 7.1.1 A edificação deve ser totalmente protegida por chuveiros automáticos, exceto em áreas onde a proteção não é exigida por esta Norma. 7.1.2 espaçamento dos chuveiros automáticos não pode exceder a maior área de cobertura permitida por chuveiro. 7.1.3 As válvulas e manômetros do sistema devem estar acessíveis para operação, inspeção e manutenção. Esses acessórios não precisam necessariamente estar em local aberto, podendo ser instalados em abrigos com portas, painéis removíveis ou tampas. Os acessórios não podem estar obstruídos permanentemente por paredes, dutos, colunas ou similares. 7.1.4 Chuveiros automáticos em pé devem ser instalados com os braços paralelos aos ramais. 7.1.5 projeto e instalação de sistemas de chuveiros automáticos devem atender, além dos requisitos desta Norma, às condições específicas para as quais equipamentos foram certificados. 7.2 Restrições de uso 7.2.1 Os chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão podem ser usados em todos os tipos de riscos e de tetos. 30 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 7.2.2 Os chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão só podem ser usados em ocupações de risco leve com tetos lisos e planos. Excepcionalmente, podem ser usados em ocupações de risco ordinário com tetos lisos e planos, quando especificamente ensaiados e aprovados para tal fim. [72.024.599/0001-04] 7.2.3 Os chuveiros automáticos de cobertura estendida só podem ser utilizados em locais cujos tetos sejam planos, lisos, sem obstruções, com uma inclinação máxima de 16,7 7.2.4 Os chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura estendida podem ser usados dentro de treliças metálicas cujos elementos tenham seção transversal máxima de 25 mm ou espaçamento maior que 2,3 m entre si. 7.3 Áreas máximas de proteção 7.3.1 A área máxima a ser utilizada para a proteção de um pavimento por uma coluna principal de alimentação deve estar de acordo com a Tabela 8. 7.3.1.1 Cada coluna pode alimentar vários pavimentos, desde que cada pavimento possua área igual ou inferior à indicada na Tabela 8. No caso de necessidade de uma área maior por pavimento que a especificada na referida Tabela 8, devem ser utilizadas tantas colunas quantas forem necessárias Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. para atendimento da Tabela 8. 7.3.2 Nos casos em que um único sistema for utilizado para proteger simultaneamente uma área de risco extraordinário ou de armazenamento e uma área de risco leve ou ordinário, a área de risco extraordinário ou de armazenamento não pode exceder a área especificada abaixo e a área total de cobertura não pode exceder m². Tabela 8 Área máxima servida por uma coluna de alimentação por pavimento Área máxima servida por uma coluna Tipo de risco de alimentação por pavimento m² Leve Ordinário Extraordinário (projetado por tabela) Extraordinário (projetado por cálculo hidráulico) Armazenamento 7.4 Temperatura 7.4.1 Chuveiros automáticos de temperatura ordinária (57 °C a 77 °C) devem ser preferencialmente usados em todos edifícios. Em ocupações de risco ordinário e de risco extraordinário, podem ser usados chuveiros automáticos de temperatura intermediária e temperatura alta. 7.4.2 Nos casos em que as temperaturas máximas no teto forem superiores a 38 °C, a escolha dos chuveiros automáticos deve ser feita de acordo com os valores de temperatura máxima de tetos especificados na Tabela 2. 7.4.3 Locais que apresentam características especiais de temperatura, como sótãos, vitrines e locais próximos a fontes de calor, devem utilizar chuveiros automáticos com temperatura de operação conforme a Tabela 9. © ABNT 2014 Todos os direitos reservados 31Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Tabela 9 Classificação de temperatura de chuveiros automáticos em locais específicos Localização Temperatura de operação Chuveiros automáticos localizados lateralmente a até 300 mm ou 750 mm acima de uma tubulação de Intermediária [72.024.599/0001-04] vapor não isolada ou de outras fontes de calor radiante Chuveiros automáticos localizados a até 2 m de uma válvula de purga de baixa pressão que descarregue Alta livremente em um grande ambiente Chuveiros automáticos em equipamentos comerciais Alta, ou extra-alta dependendo da de cozinha e ventilação temperatura presente no equipamento Claraboias (vidro ou plástico) Intermediária Sótãos ventilados Ordinária Sótãos sem ventilação Intermediária Vitrines ventiladas Ordinária Vitrines sem ventilação Intermediária NOTA Pode ser necessário realizar uma medição no local para confirmação da temperatura. 7.4.4 Em caso de alteração de ocupação que acarrete em alteração de temperatura do ambiente, Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. os chuveiros automáticos devem ser modificados apropriadamente. 7.5 Sensibilidade térmica (velocidade de resposta) 7.5.1 Chuveiros automáticos em novos sistemas instalados em ocupações de risco leve devem ser de resposta rápida. 7.5.2 Chuveiros automáticos de resposta normal podem ser utilizados quando forem feitas modificações ou adições em sistemas existentes em ocupações de risco leve que utilizem chuveiros automáticos de resposta normal. 7.5.3 Quando sistemas existentes em ocupações de risco leve forem convertidos para uso de chuveiros automáticos de resposta rápida, todos os chuveiros automáticos que fizerem parte da mesma área de incêndio devem ser substituídos por chuveiros automáticos de resposta rápida. 7.5.4 Chuveiros automáticos de resposta rápida não são permitidos em ocupações de risco extra ou extraordinário, se sistema for calculado pelo método de área-densidade. 7.6 Área de cobertura por chuveiro automático 7.6.1 Determinação da área de cobertura 7.6.1.1 Determinação da área de cobertura de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão A área de cobertura por chuveiro é estabelecida pela multiplicação da dimensão pela dimensão L, ou seja: conforme descrito abaixo e exemplificado nas Figuras 14 e 15: a) ao longo dos ramais (S): determinar a distância entre chuveiros automáticos (ou até a parede ou obstrução no caso do último chuveiro no ramal) a montante ou a jusante. Escolher a maior entre as duas dimensões: dobro da distância até a parede ou obstrução ou a distância até 0 próximo chuveiro; 32 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 b) entre ramais (L): determinar a distância perpendicular até chuveiro no ramal adjacente (ou até a parede ou obstrução no caso do último ramal) em cada lado do ramal no qual chuveiro em questão está posicionado. Escolher a maior entre as duas dimensões: dobro da distância até a parede ou obstrução ou a distância até próximo chuveiro automático. [72.024.599/0001-04] A Ramal D Chuveiro então Ax2=S então B=S Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Se X 2 > D, então Cx2=L Se D>Cx2, então D=L Área por chuveiro = Figura 14 Área de cobertura 1,80 m 0,9 m 4,60 m Ramal 3,10 m Chuveiro S = Maior dimensão: 4,6 m ou 0,9 m X 2 L = Maior dimensão: 3,1 m ou Área do chuveiro = = 4,6 m X 3,6 m Figura 15 Área de cobertura Exemplo © ABNT 2014 Todos os direitos reservados 33Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 7.6.1.2 Determinação da área de cobertura de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura estendida A área de cobertura de chuveiros automáticos de cobertura estendida não pode ser menor do que aquela especificada para cada tipo de chuveiro a ser utilizado de acordo com as características [72.024.599/0001-04] ensaiadas e aprovadas por entidade ou laboratório de reconhecida competência técnica. As áreas de proteção devem ser quadradas, conforme mostrado na Tabela 11. 7.6.1.3 Determinação da área de cobertura de chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão A área de cobertura de cada chuveiro deve ser estabelecida pela multiplicação da dimensão pela dimensão L, ou seja: = conforme descrito abaixo: a) ao longo da parede (S): determinar a distância entre chuveiros automáticos ao longo da parede (ou até a parede, no caso do ultimo chuveiro no ramal) a montante e a jusante. Escolher a maior entre as duas dimensões: dobro da distância até a parede final ou a distância até próximo chuveiro; Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. b) de um lado a outro do quarto (L): determinar a distância do chuveiro automático até a parede oposta ao chuveiro ou até ponto médio do quarto, quando houver chuveiros automáticos em duas paredes opostas (ver 7.7.1). 7.6.1.4 Determinação da área de cobertura de chuveiros automáticos de controle de aplicação específica (CCAE) A área de cobertura por chuveiro é estabelecida de acordo com 7.6.1.1. 7.6.1.5 Determinação da área de cobertura de chuveiros ESFR A área de cobertura por chuveiro é estabelecida de acordo com 7.6.1.1. 7.6.2 Área máxima de cobertura Em pequenas salas de risco leve, com teto desobstruído e área de piso de no máximo 75 m², fechada por paredes e teto, a área de cobertura de cada chuveiro automático deve ser a área da sala dividida pelo número de chuveiros existentes na sala. 7.6.2.1 Área máxima de cobertura de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão A máxima área de cobertura permitida para um chuveiro automático em pé e pendente de cobertura padrão deve ser conforme valor indicado na Tabela 10. Em nenhum caso a área deve ser superior a 21 m². 34 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 Tabela 10 Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão) Distância máxima entre Área de cobertura chuveiros automáticos [72.024.599/0001-04] Tipo de teto Método de cálculo m Leve Ord. Extra Leve Ord. Extra Não combustível Calculado por tabela 18,6 8,4 3,7 obstruído e não obstruído; combustível Cálculo hidráulico 20,9 9,3 a 12,1a 3,7 a 4,6b não obstruído Calculado por tabela 8,4 3,7 obstruído 15,6 12.1 4,6 Cálculo hidráulico 9,3 a 12,1a 3,7 a 4,6b com Calculado por tabela 8,4 3,7 elementos estruturais 12,1 distanciados a menos de Cálculo hidráulico 9,3 a 3,7 a 4,6b 0,90 m a Área de cobertura, risco extra: 9,3 se densidade > 10,2 mm/min, e 12,1 se densidadeArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 7.6.2.3 Área máxima de cobertura de chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão A máxima área de cobertura permitida para um chuveiro deve ser conforme valor indicado na Tabela 12. A área máxima de cobertura nunca pode exceder 18,2 m². [72.024.599/0001-04] Tabela 12 Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão) Risco leve Risco ordinário Acabamento Acabamento incombustível incombustível Acabamento Acabamento ou de ou de combustível combustível combustibilidade combustibilidade limitada limitada Área de cobwertura máxima 11,2 18,2 7,4 m² 9,3 m² Distância máxima ao longo 4,3 m 4,3 m 3m 3m da parede (S) Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. Largura máxima do quarto (L) 3,7 m 4,3 m 3m 3m 7.6.2.4 Área máxima de cobertura de chuveiros de controle de aplicação específica (CCAE) A máxima área de cobertura permitida para um chuveiro de controle de aplicação específica (CCAE) deve ser conforme a Tabela 13. A área mínima de cobertura deve ser de 7,4 m². Tabela 13 Área de cobertura máxima e distância máxima entre chuveiros automáticos para chuveiros CCAE Distância máxima Área de proteção entre chuveiros Área protegida Tipo de teto m² automáticos m Incombustível Sem estruturas 12,1 3,7 Combustível porta-paletes Combustível 9,3 3,1 Incombustível Com estruturas 9,3 3,7 Combustível porta-paletes Combustível 9,3 3,1 a Ver Seção 3. 36 © ABNT 2014 Todos os direitos reservadosArquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 7.6.2.5 Área máxima de cobertura de chuveiros ESFR A máxima área de cobertura permitida para um chuveiro ESFR deve ser conforme a Tabela 14. A área mínima de cobertura deve ser de 6 m². [72.024.599/0001-04] Tabela 14 Área de cobertura máxima e distância máxima entre chuveiros ESFR Distância máxima entre chuveiros Área de cobertura m Tipo de teto m² Altura do telhado Altura do telhado até 9,1m acima de 9,1m Incombustível 9,3 3,7 3,1 Combustível Combustível Não é permitido Seção 3. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 7.7 Espaçamento de chuveiros automáticos 7.7.1 Distância máxima entre chuveiros automáticos A distância máxima permitida entre chuveiros automáticos deve ser baseada na distância entre chuveiros automáticos no mesmo ramal ou em ramais adjacentes. A distância máxima deve ser medida ao longo da inclinação do telhado. 7.7.1.1 Distância máxima entre chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão A distância máxima permitida entre chuveiros automáticos deve atender à Tabela 10. 7.7.1.2 Distância máxima entre chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura estendida A distância máxima permitida entre chuveiros automáticos deve atender à Tabela 11. 7.7.1.3 Distância máxima entre chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão 7.7.1.3.1 A distância máxima permitida entre chuveiros automáticos deve ser medida ao longo do ramal, acompanhando sua inclinação, se houver. 7.7.1.3.2 Os chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão devem ser instalados ao longo de uma única parede, de acordo com os valores máximos de espaçamento listados na Tabela 12. 7.7.1.3.3 Quando a largura do quarto for superior à largura máxima permitida (até 7,3 m para risco leve ou 6,1 m para risco ordinário), os chuveiros automáticos laterais devem ser instalados em duas paredes opostas, com espaçamento exigido pela Tabela 12, desde que nenhum chuveiro automático esteja localizado dentro da área máxima de cobertura de outro chuveiro. 7.7.1.4 Distância máxima entre chuveiros automáticos de controle para aplicação específica © ABNT 2014 Todos os direitos reservados 37Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. [72.024.599/0001-04] ABNT NBR 10897:2014 (CCAE) A distância máxima permitida entre chuveiros automáticos deve atender à Tabela 13. 7.7.1.5 Distância máxima entre chuveiros automáticos ESFR [72.024.599/0001-04] A distância máxima permitida entre chuveiros automáticos deve atender à Tabela 14. 7.7.2 Distância máxima do chuveiro automático à parede A distância de um chuveiro automático até uma parede não pode exceder metade da distância máxima permitida entre chuveiros automáticos. A distância do chuveiro à parede deve ser medida perpendicularmente à parede. 7.7.2.1 Distância máxima à parede de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida 7.7.2.1.1 A distância do chuveiro automático à parede não pode exceder metade da distância máxima entre chuveiros automáticos indicada nas Tabelas 10 e 11. A distância do chuveiro automático à parede deve ser medida perpendicularmente à parede. Arquivo de impressão gerado em 19/01/2017 09:42:14 de uso exclusivo de OFOS ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA. 7.7.2.1.2 Nos casos em que as paredes formem ângulos, ou seja, irregulares, a distância máxima horizontal entre um chuveiro automático e qualquer ponto do piso protegido por aquele chuveiro automático não pode exceder 3/4 da distância máxima permitida entre chuveiros automáticos, desde que a distância máxima perpendicular não seja excedida (ver Figura 16). 2,3 m Máximo 3,4 m Risco leve espaçamento de 4,6 m X 4,6 m 2,3 m Figura 16 Distância máxima até as paredes (risco leve) 7.7.2.1.3 Em salas pequenas, os chuveiros automáticos podem ser posicionados a até 2,7 m de qualquer parede. As limitações de espaçamento contidas em 7.7 e as limitações de área da Tabela 10 não podem ser excedidas. 7.7.2.1.4 Sob superfícies curvas, a distância horizontal deve ser medida no piso, a partir da parede ou da interseção da superfície curva com piso até a projeção do chuveiro automático mais próximo, e não pode ser maior que metade da distância permitida entre chuveiros automáticos. 38 © ABNT 2014 Todos os direitos reservados