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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA RITIMO DE DANÇA ALANA JACKELINE PEREIRA DIAS UP 25112034 CASA DE CULTURA DE SANTARÉM/PA SANTARÉM PARÁ 2025 2 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP ALANA JACKELINE PEREIRA DIAS UP 25112034 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA RITIMO DE DANÇA Atividade prática realizada no âmbito da disciplina Ritmo de dança, sob orientação do professor Joenilson Dorzane Cardoso, no dia 22 de outubro de 2025, na Casa de Cultura de Santarém, Pará. SANTARÉM PARÁ 2025 3 Sumário RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA ............................................................................... 1 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP ........................................................................... 2 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA ............................................................................... 2 INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 4 OBJETIVO GERAL: ..................................................................................................... 5 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: ...................................................................................... 5 MATERIAIS E MÉTODOS ........................................................................................... 6 RESULTADOS E DISCUSSÃO ................................................................................... 8 CONCLUSÃO ............................................................................................................ 10 BIBLIOGRAFIA .......................................................................................................... 11 APÊNDICES .............................................................................................................. 12 4 INTRODUÇÃO O que é ritmo e dança? Ritmo e dança têm uma ligação natural, porque um depende do outro para fazer sentido. O ritmo é como se fosse o coração da música, que marca quando cada movimento deve acontecer. Já a dança é o jeito que o corpo encontra para mostrar esse tempo, transmitindo a batida em movimento. Quando dançamos, o corpo responde quase que automaticamente ao ritmo, como se sentisse a música por dentro. Se não existisse ritmo, a dança não teria coordenação e, se não tivesse dança, o ritmo não seria mostrado de forma tão viva. A importância do estudo: O estudo do ritmo e da dança é importante porque faz a pessoa entender melhor o próprio corpo e o movimento. Quando aprendemos sobre ritmo, desenvolvemos noção de tempo e coordenação. Já a dança ajuda na expressão, na sociabilidade e até na confiança. Juntos, eles melhoram o equilíbrio, a atenção e o jeito de se movimentar, tornando o corpo e a mente mais conectados. No dia 22 de outubro de 2025, a casa de cultura de Santarém/PA foi palco de uma apresentação especial preparada pelos estudantes de Educação Física da UNIP, do primeiro e segundo semestre. O tema escolhido, "uma viagem no tempo", levou o público a reviver diferentes épocas por meio da dança, passando dos estilos dos anos 60 até os anos 2000. Com a orientação do professor Joenilson Dorzone Cardoso, que acompanhou todo o processo de criação e ensaios, o grupo conseguiu realizar apresentações envolventes e bem estruturadas. O resultado foi um evento vibrante que encantou quem assistiu e mostrou o comprometimento e a seriedade dos alunos na construção desse espetáculo. 5 OBJETIVO GERAL: Representar a década de 1960 por meio da elaboração, prática e apresentação de uma coreografia em pares, buscando compreender e aplicar os elementos característicos das danças desse período, desenvolver habilidades corporais relevantes como ritmo, expressão artística, postura e coordenação motora, e fortalecer o trabalho em equipe durante todas as etapas de preparação, incluindo ensaios, organização e construção coletiva da apresentação final. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Aprender, praticar e aplicar passos, movimentos, ritmos e características gerais das danças dos anos 60, reconhecendo a estética corporal, musical e cultural da década e incorporando esses elementos na montagem da coreografia. • Desenvolver habilidades corporais relacionadas ao ritmo, à sincronia, à expressão artística, à postura e à coordenação motora, aprimorando o desempenho individual e em dupla, com foco na execução harmoniosa da coreografia proposta. • Colaborar de forma ativa e responsável com o grupo para organizar os ensaios, definir figurinos, auxiliar na tomada de decisões coletivas e contribuir para a construção completa da apresentação, fortalecendo o espírito de cooperação, comunicação e responsabilidade compartilhada ao longo do processo. 6 MATERIAIS E MÉTODOS No segundo semestre do curso de Educação Física, foi solicitada à turma 102 a produção de uma apresentação artística. Para execução da atividade, os estudantes foram organizados em grupos, e a cada grupo foi atribuída uma década específica. Ao grupo responsável pelos anos 60 coube a preparação de uma coreografia inspirada nos elementos característicos desse período. A escolha da década exigiu que os integrantes realizassem pesquisas prévias, tanto sobre o contexto histórico quanto sobre as tendências musicais e comportamentais da época, a fim de garantir autenticidade na construção coreográfica. Para o desenvolvimento da dança, foi contratado um coreógrafo profissional que conduziu os encontros de ensaio. Foram ensinados os passos, gestos e postura típicos da década, além do trabalho de sintonia entre as duplas, já que a coreografia foi montada em pares. Durante os ensaios, o coreógrafo também orientou sobre técnicas de deslocamento, expressões faciais e ocupação espacial, aspectos essenciais para que a apresentação tivesse unidade visual. Também foi estruturado um momento de solo destinado a um casal, que precisou ser ensaiado separadamente para garantir destaque dentro da composição, exigindo dedicação extra dos participantes selecionados. A elaboração do figurino feminino foi realizada com o auxílio de uma costureira, responsável pela confecção das saias. As roupas utilizadas incluíram meia-calça branca, sapatilha preta ou salto baixo, luva de renda preta, blusa preta, saia feita sob medida e faixinha de cabelo. O penteado foi feito em coque e a maquiagem seguiu referências estéticas dos anos 60, priorizando delineado marcado, sombra clara e lábios suaves, características marcantes do período. O figurino masculino foi composto por sapato social, calça social preta, camisa social branca de manga longa, suspensórios e óculos escuros, garantindo uniformidade visual entre as duplas. Todo o processo de organização do figurino demandou cooperação entre os estudantes, que precisaram alinhar cores, tamanhos, ajustes e a estética geral do grupo. Os ensaios ocorreram entre meados de setembro e o início de outubro. Durante esse período, foram praticadas todas as partes da coreografia, ajustados os tempos musicais e revisados os detalhes necessários para a execução no dia do evento. Diferentemente de uma rotina contínua, os encontros aconteciam nas segundas, quartas e sextas-feiras, o que exigiu organização por parte dos estudantes para 7 manter o ritmo de aprendizado e garantir evolução constante. Mesmo com a frequência definida, alguns participantes se reuniram espontaneamente fora desses dias para reforçar movimentos específicos e aperfeiçoar a sincronia, demonstrando comprometimento coletivo. No dia 22 de outubro de 2025, data oficial da apresentação, foi iniciado o processo de preparação final. As meninas chegaram antecipadamente para realizar a maquiagem temática, organizar o penteado e vestir o figurinocom calma. Os meninos ajustaram seus trajes sociais e revisaram pequenos trechos da coreografia. Todo o grupo se concentrou na organização dos últimos detalhes antes da chamada para o palco, revisando entradas, formações e tempos musicais. Esse momento pré-apresentação foi essencial para reforçar a confiança dos participantes e assegurar que todos estivessem alinhados com o planejamento estabelecido. Seguindo a ordem cronológica das décadas definida pela organização do evento, o grupo dos anos 60 foi o primeiro a se apresentar. Assim que o grupo foi convocado, todos se posicionaram no palco e aguardaram o início da música. Com o início da trilha sonora, a sequência coreográfica foi executada conforme o planejado nos ensaios, incluindo a entrada do solo do casal, previamente ensaiado para ocupar destaque na apresentação. A iluminação e o cenário contribuíram para reforçar a ambientação da década retratada, criando maior impacto visual para o público. Registrou-se fluidez na execução da apresentação, com os pares realizando os movimentos em sintonia e demonstrando segurança na performance. O momento destinado ao solo do casal apresentou destaque e foi executado conforme o planejado nos ensaios. Observou-se reação positiva da plateia, caracterizada por aplausos, sorrisos e comentários favoráveis sobre a composição, o figurino e a escolha musical. Ao deixarem o palco, constatou-se sensação coletiva de dever cumprido e satisfação relacionada à realização da apresentação, o que demonstrou que todo o processo de preparação havia sido proveitoso. Concluiu-se que o processo de preparação proporcionou vivências associadas ao trabalho em equipe, responsabilidade e organização. Verificou-se que aspectos como coreografia, figurino, penteado e maquiagem influenciaram diretamente na execução final, reforçando como o comprometimento conjunto contribuiu para um resultado marcante. Além disso, a experiência permitiu que os estudantes desenvolvessem habilidades de comunicação, planejamento e cooperação, 8 essenciais tanto no contexto acadêmico quanto profissional. Dessa forma, a atividade representou não apenas uma apresentação artística, mas uma oportunidade de aprendizagem prática que ampliou o desenvolvimento do grupo RESULTADOS E DISCUSSÃO A realização do projeto coreográfico sobre os anos 60 possibilitou ao grupo vivenciar, na prática, diversos conhecimentos abordados em sala de aula, especialmente no que tange à organização de eventos, construção de coreografias e compreensão do contexto histórico-cultural das manifestações corporais. O processo completo, desde os primeiros ensaios até a apresentação final, realizada em 22 de outubro de 2025, favoreceu o desenvolvimento de habilidades técnicas, sociais e criativas. Durante os ensaios, iniciados no final de setembro e estendidos até outubro, observou-se uma evolução significativa na coordenação, ritmo e execução dos movimentos propostos pelo coreógrafo Lucas, profissional contratado pelo grupo. A prática constante contribuiu para aprimorar a sincronia entre as duplas, elemento essencial para a dança escolhida, uma vez que a coreografia era baseada em pares e incluía um momento de solo executado por apenas um casal. Os ajustes realizados ao longo dos encontros auxiliaram o grupo a aplicar, de forma concreta, os conteúdos teóricos relacionados à expressão corporal, musicalidade e trabalho coletivo. O processo de construção do figurino destacou-se como parte fundamental do aprendizado. As integrantes femininas contrataram uma costureira para confeccionar as saias, e o figurino completo foi concebido para representar fielmente a estética dos anos 60, incluindo meia-calça branca, sapatilha ou saltinho preto, luvas de renda, blusa preta, coque com faixa no cabelo e maquiagem temática. Os integrantes masculinos utilizaram calça, camisa e sapato social, suspensório e óculos escuros, reforçando a caracterização da década. Essa etapa permitiu compreender a importância do figurino na construção da identidade visual de uma apresentação artística. Alguns desafios foram enfrentados durante o processo, tais como dificuldades iniciais de sincronia entre os casais, atrasos em alguns ensaios e necessidade de ajustes no figurino para garantir praticidade e conforto na execução dos movimentos. Tais questões foram solucionadas por meio da comunicação efetiva entre os membros 9 do grupo, aumento da dedicação nos treinos e realização de ensaios extras fora do horário oficial. Esse esforço coletivo evidenciou maturidade, responsabilidade e capacidade de adaptação diante das demandas práticas. No dia do evento, as integrantes femininas chegaram antecipadamente para realizar a maquiagem e vestir o figurino, assegurando organização e prontidão para a apresentação. Considerando que o grupo foi o primeiro a se apresentar, tal fato exigiu ainda mais preparação e concentração. O resultado final consistiu em uma apresentação coerente, sincronizada e bem caracterizada, alinhada ao objetivo geral de representar artisticamente a década de 1960 e aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula. De modo geral, o projeto possibilitou a articulação entre teoria e prática, fortalecendo competências essenciais à formação em Educação Física, especialmente no que se refere às manifestações culturais, ao trabalho em grupo e à construção de uma performance artística 10 CONCLUSÃO A execução da atividade prática, centrada na temática dos anos 60, proporcionou uma observação empírica da influência direta da organização, do trabalho em equipe e da aplicação dos conhecimentos adquiridos no curso sobre o resultado final de uma apresentação. Constatou-se que a preparação prévia, os ensaios contínuos e o suporte de um profissional qualificado foram fatores determinantes para a performance segura e coordenada durante o evento. Os objetivos inicialmente estabelecidos foram plenamente atingidos, visto que o grupo demonstrou capacidade de executar a coreografia com sincronia, expressividade e aderência ao estilo da década em questão. Adicionalmente, o processo contribuiu para a assimilação de aspectos relevantes do conteúdo teórico, tais como coordenação motora, ritmo, comunicação corporal e interação interpessoal. A experiência prática permitiu uma compreensão aprofundada de como os elementos teóricos se manifestam no corpo e na dinâmica coletiva, reforçando a relevância da prática para a consolidação do aprendizado. Observou-se, ainda, que a elaboração do figurino, a distribuição de tarefas e a disciplina nos ensaios estreitaram a conexão entre o conhecimento acadêmico e a vivência prática. Em suma, evidenciou-se a interrelação entre teoria e prática, uma vez que os conceitos abordados em sala de aula foram aplicados de forma concreta ao longo de todo o processo de concepção e apresentação da coreografia. Tal vivência proporcionou uma aprendizagem mais abrangente, significativa e intrinsecamente ligada à realidade da Educação Física. 11 BIBLIOGRAFIA • ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA. Recortes de artigos de revistas sobre Dança. Disponível em: https://www.esd.ipl.pt/recortes-artigos-sobre- danca. Acesso em: 01 dez. 2025. • DANTAS, Patrícia Lopes. Dança. Mundo Educação, 2025. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/artes/danca.htm. Acesso em: 01 dez. 2025. • ITACARAMBY, Daniele Vilela et al. Efeitos da dança nos aspectos biopsicossociais: uma revisão sistemática. Revista Educação Pública, 2025. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/25/efeitos-da-danca- nos-aspectos-biopsicossociais-uma-revisao-sistematica. Acesso em: 01 dez. 2025. APÊNDICES FOTO 1 - ENSAIO FOTO 2 – APRESENTAÇÃO ( MENINAS) FOTO 3 – APRESENTAÇÃO ( DUPLA ) FOTO 4 – CAMARINFOTO 5 – GRUPO GERAL