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Fisioterapia 
Musculoesquelética na 
Saúde do Adulto 
Aula Prática 01 – Fisioterapia em 
traumas toracolombares
Fisioterapia
• Unidade de Ensino: 2
• Competência da Unidade: Aplicar os conceitos teóricos em 
uma situação prática.
• Resumo: A aula prática têm como objetivo capacitar o 
acadêmico de fisioterapia conhecer e aprender a realizar a 
avaliação e conduta terapêutica em lesões toracolombares.
• Palavras-chave: reabilitação, traumatologia.
• Título da Teleaula: Fisioterapia em lesões toracolombares
• Teleaula nº: 01
• Permitir que o aluno(a) seja 
capaz ao final da aula elaborar 
um raciocínio crítico e 
reflexivo acerca da avaliação 
fisioterapêutica e conduta 
perante alteração diante de 
traumas da região 
toracolombar.
• Através do caso clínico, 
realizar avaliação e definir 
as condutas terapêuticas 
respeitando a 
individualidade do 
paciente.
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
Materiais para a Aula Prática:
• Ficha de avaliação
• Almotolia Bico Curvo
• Álcool 70%
• Maca tubular aço
• Goniômetro
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
Materiais para a Aula Prática:
• Toalha de rosto branca
• Aparelho de ultrassom 3MHz e 1 MHz
• Bola Bobath 85 cm
• Bola silicone
• Colchonete
• Exercitador elástico 
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
Materiais para a Aula Prática:
• Neurodyn Compact Ibramed
• Rolo de posicionamento grande
• Halter emborrachado 1 Kg
• Bola feijão 
• Bastão madeira
• Caneta laserpulse (904 nm)
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
Materiais para a Aula Prática:
• Laser endophoton
• Infravermelho 
• Caneleira ajustável até 1 Kg
• Eletrodo adesivo
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
• Caso clínico:
Uma mulher de 70 anos, está há cerca de cinco meses com muita 
dor na região de transição toracolombar. A paciente relata que a 
dor começou após uma queda no chuveiro, mas que no episódio 
não procurou atendimento por achar que se tratava de algo 
passageiro. Realizou tomografia que diagnosticou fratura por 
colapso em T10. No caso da paciente em questão, temos uma 
fratura do tipo compressão, especificamente do tipo impactada 
Tipo A (A1.3).
Radiografia
Fonte: Hebert et al. 2017 (p.958)
Classificação
Compressão Distração Rotação
Fonte: Hebert et al. 2017 (p.958)
Fraturas do tipo A: compressão do corpo vertebral
• As fraturas do tipo A são causadas por força de 
compressão axial, associada ou não à flexão. 
• Nesse grupo, a altura do corpo vertebral está 
diminuída e os ligamentos posteriores estão 
intactos.
Fraturas do tipo A: compressão do corpo vertebral
• A deformidade do corpo vertebral ocorre 
devido, sobretudo, à compressão do osso 
esponjoso do corpo vertebral. 
• A coluna posterior está íntegra e não há 
compressão do canal vertebral. 
• Essas lesões são estáveis, e é raro ocorrer o 
déficit neurológico
Fraturas do tipo A: compressão do corpo vertebral
Esse tipo de lesão é observado nos pacientes com osteoporose, 
e ocorre perda simétrica do corpo vertebral sem extrusão 
significativa dos fragmentos, de modo que o canal vertebral não 
é comprimido.
Fonte: Hebert et al. 2017 (p.958)
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
1. Amplitude de movimento das articulações: passivo ou 
ativo
• Flexão
• Extensão
• Inclinação lateral 
• Rotação
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
2. Teste de força muscular
• Extensão do tronco
• Ativação e controle de multífido
• Coativação segmentar vertebral do transverso do 
abdômen e multífido.
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
A posição de quatro apoios pode ser usada para demonstrar e 
praticar a contração isolada do transverso do abdome. Os 
pacientes são instruídos a A) deixar o ventre descer e B) contrair 
de modo lento e suave os músculos do assoalho pélvico, 
mantendo essa posição por 10 segundos.
Fonte: Voight et al. 2014,(p. 749)
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
Fonte: Voight et al. 2014 (p. 749)
Localização da palpação para sentir contrações isoladas do 
multífido do lombo.
Fisioterapia em Lesões Toracolombares
Localização da palpação para sentir as contrações e dar aos 
pacientes feedback sobre sua capacidade de realizar uma 
contração com coativação para estabilização segmentar 
vertebral.
Fonte: Voight et al. 2014 (p. 749)
Conduta terapêutica
Eletroterapia:
• Tens
• Ultra-som
• Laser
• Infravermelho
Conduta terapêutica
Eletroterapia: TENS
Objetivo: melhora do quadro álgico.
TENS DOR AGUDA DOR CRÔNICA
Frequência 80-130
(120 Hz)
2-10
(8 Hz)
Duração do pulso 20-50 us 180-250 us
Intensidade Formigamento intenso Contração visível
Tempo de estimulação 30-60-120 30-60
Conduta terapêutica
Eletroterapia: TENS
Objetivo: melhora do quadro álgico
 Posicionamento dos eletrodos
Conduta terapêutica
Eletroterapia: Ultrassom
Objetivo: ação anti-inflamatório, analgésico, relaxamento 
muscular, regeneração tissular e reparação dos tecidos 
moles
ULTRASSOM FASE AGUDA FASE CRÔNICA
Frequência 1 MHZ 1 MHZ
Modo de emissão Pulsado Contínuo
Potência O,8-1,0 W/cm2
Tempo 3 a 5 minutos 3 a 5 minutos
Conduta terapêutica
Eletroterapia: Ultrassom
 Modo de aplicação do ultrassom
Conduta terapêutica
Eletroterapia: Laserterapia
Objetivo: anti-inflamatório, analgésico, antiedematoso e 
cicatrizante.
LASER AS-GA
Regime de emissão Pulsado
Comprimento de onda 904 nm
Cor Infravermelho(invisível)
Potência de pico 15 a 30 W
Penetração 10 a 50 mm
Conduta terapêutica
Eletroterapia: Laserterapia
Objetivo: anti-inflamatório, analgésico, 
antiedematoso e cicatrizante.
 Modo de aplicação
Conduta terapêutica
Eletroterapia: Infravermelho
Objetivo: analgesia, relaxamento muscular, anti-
inflamatório, pré-cinesioterápico.
Distância: média de 50 a 75 cm
Tempo de utilização: 20 a 30 minutos
Cinesioterapia
Objetivos:
 Exercícios de estabilização para promover uma junção 
toracolombar neutra e desenvolver estabilidade 
espinal.
 Exercícios de estabilização escapular para ajudar a 
corrigir a postura e diminuir a progressão de uma cifose 
torácica.
Cinesioterapia
Procedimento 1: Aumentar a flexão lombar
Fonte: Kisner, 2019(p.35) 
Fonte: Voight et al., 2014 (p.755) 
Cinesioterapia
Procedimento 2: Alongamento de isquiotibiais
Fonte: Voight et al., 2014 (p.756)
Cinesioterapia
Procedimento 3: Alongamento de piriforme
Fonte: Voight et al., 2014 (p.765)
Cinesioterapia
Procedimento 4: Inclinação pélvica
Fonte: Voight et al., 2014 (p.775) Fonte: Voight et al., 2014 (p.757)
Cinesioterapia
Procedimento 5: fortalecimento dos músculos abdominais 
Kisner, 2016 (p.525)
Cinesioterapia
Procedimento 6: fortalecimento dos músculos abdominais 
Kisner, 2016 (p.525)
Cinesioterapia
Procedimento 7:
 Dissociação de cinturas (escapular e pélvica)
Cinesioterapia
Procedimento 8: Aumentar a flexão lateral de tronco 
inferior
Fonte: Kisner, 2019(p.35) 
Cinesioterapia
Procedimento 9: Alongamento cadeia anterior
Cinesioterapia
Procedimento 10: Melhorar extensão lombar 
Fonte: Kisner, 2019(p.37)
Cinesioterapia
Procedimento 13: Fortalecimento de quadrado lombar
Fonte: Kisner, 2016 (p.521)
Recapitulando....
• Amplitude de movimento
• Força muscular
• Eletroterapia
• Cinesioterapia

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