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DOCUMENTO ORIENTADOR 2026 - EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Documento orientador sobre a oferta de cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio na Rede Estadual de Minas Gerais (edição 3.0, 2026). Apresenta diretrizes metodológicas e normativas, carta aos profissionais, princípios pedagógicos, base legal e metas de organização da oferta.

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DOCUMENTO ORIENTADOR 
 
EDIÇÃO 3.0 
 
Educação Profissional 
Oferta de Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio pela 
Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais 
Janeiro/2026 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Governador do Estado de Minas Gerais 
Romeu Zema Neto 
 
Vice-Governador do Estado de Minas Gerais 
Mateus Simões de Almeida 
 
Secretário do Estado de Educação 
Rossieli Soares da Silva 
 
Secretária Adjunta 
Stephanie Flavia Ferreira de Carvalho 
Subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica 
Kellen Silva Senra 
Superintendência de Ensino Médio, Integral, EJA e Profissional 
Rosely Lúcia de Lima 
Diretoria de Educação Profissional e Trilhas de Futuro 
André Henrique Marques da Silva 
 
Coordenação Trilhas de Futuro 
Leonardo Cristiano Miranda Guimarães 
 
Coordenação de Educação Profissional 
Larissa Emanoela da Silva 
 
Equipe Técnica 
Miranda Amanda Correia
Armanda Rodrigues de Souza 
Ana Luiza Teófilo Higino 
Arthur Costa Pereira 
Cristina Maria de Queiroz 
Claudinei Domingos Mendes 
Daniela Aparecida Braga Araujo 
Juares Dutra da Silva 
Katia Regina Bibiano 
Keila Amarante de Melo Faria 
Laurimar Ferreira de Paiva Martins 
Maxwell Robert Pereira Martins 
Michele Silva Pires 
Sônia Soares de Abreu 
Túlio César Accácio Menezes Souza 
Vagner Marcos Neves 
 
mailto:amanda.correia@educacao.mg.gov.br
 
CARTA AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO 
Prezado e Prezada Educador (a), 
O Documento Orientador da Educação Profissional Técnica de Nível Médio da Rede Estadual de 
Ensino de Minas Gerais tem como finalidade apresentar, de forma clara e objetiva, as diretrizes 
metodológicas e normativas que orientam a organização e o desenvolvimento do trabalho 
pedagógico nas escolas estaduais. Essas diretrizes buscam assegurar a qualidade da formação 
técnica e profissional ofertada a adolescentes, jovens, adultos e idosos, articulando a dimensão 
técnica à formação humana integral. 
Nesse sentido, as escolas e os profissionais da educação da rede estadual desempenham papel 
central na implementação dessas orientações, fundamentando suas práticas em princípios 
inclusivos, colaborativos e sustentáveis. Tais princípios orientam o desenvolvimento de saberes, 
habilidades, atitudes e valores necessários à formação integral dos estudantes, por meio de 
percursos formativos consistentes e de uma orientação profissional qualificada. 
Além disso, a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, na Rede Pública Estadual de Ensino 
de Minas Gerais, está voltada ao desenvolvimento de competências alinhadas às demandas do 
século XXI. Para tanto, articula-se às dimensões do trabalho, da ciência, da cultura e da 
tecnologia, em consonância com a estrutura sócio-ocupacional e as transformações do mundo 
do trabalho, reafirmando a importância de uma formação ética, crítica e socialmente 
comprometida. 
Diante do contexto contemporâneo, em que o conhecimento e a qualificação profissional se 
apresentam como vetores de transformação social, a Educação Profissional assume papel 
estratégico no desenvolvimento humano, econômico e socioambiental. Cabe, portanto, aos 
profissionais da educação fortalecer essa perspectiva, reconhecendo a formação profissional 
como instrumento de ampliação de oportunidades e de promoção da cidadania. 
A proposta de oferta de cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio nas escolas da 
Rede Estadual de Minas Gerais está em consonância com o Plano Estadual de Educação para o 
decênio 2018–2027, instituído pela Lei nº 23.197/2018, especialmente com a Meta 11, que 
estabelece a ampliação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, com a triplicação do 
número de matrículas, assegurada a qualidade da oferta e a expansão mínima de 50% desse 
atendimento no segmento público. Essa diretriz orienta a organização das ações estaduais no 
sentido de garantir acesso, permanência e êxito dos estudantes, em articulação com as 
demandas sociais, produtivas e territoriais. 
Nessa perspectiva, a política estadual de Educação Profissional dialoga diretamente com a 
Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT), instituída pelo Decreto nº 
 
https://www.almg.gov.br/legislacao-mineira/texto/LEI/23197/2018/
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
 
12.603, de 28 de agosto de 2025, que reafirma a centralidade do trabalho como princípio 
educativo, a indissociabilidade entre teoria e prática e a integração entre educação, inclusão 
social e inserção socioprodutiva. 
A oferta da Educação Profissional no Ensino Médio Parcial, na forma integrada, tem como base 
legal as diretrizes estabelecidas pelo Novo Ensino Médio e pela Política Nacional de Ensino 
Médio, instituída pela Lei nº 14.945/2024, com vigência a partir de 2025. A normativa assegura a 
integração da formação técnica ao Ensino Médio, permitindo sua organização como itinerário 
formativo articulado à Formação Geral Básica. Essa integração fortalece a articulação entre 
educação básica e mundo do trabalho, promovendo o desenvolvimento de competências 
técnicas, científicas e profissionais alinhadas às demandas do setor produtivo e à continuidade 
dos estudos. 
As diretrizes da Resolução CNE/CP Nº 1, de 5 de janeiro de 2021, o Catálogo Nacional de Cursos 
Técnicos e a Lei 14.945/2024, abriram caminhos para inovações significativas em nosso sistema 
educacional. Além destas, a Resolução CNE/CEB Nº 3, de 8 de abril de 2025 institui as Diretrizes 
Operacionais Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos com importante fomento para a 
oferta da EJA articulada à Educação Profissional e Tecnológica. Em resposta a esse marco 
normativo, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais tem ampliado e diversificado a 
oferta da Educação Profissional Técnica de Nível Médio. 
A flexibilidade e a diversidade dos itinerários formativos constituem, assim, estratégias 
importantes para alinhar a educação às demandas dinâmicas do mundo do trabalho. Essa 
abordagem contribui para a inserção profissional, a geração de renda e o desenvolvimento de 
trajetórias formativas mais significativas, ampliando as perspectivas pessoais e profissionais dos 
estudantes. 
Este documento se apresenta como uma ferramenta de apoio e orientação às ações 
pedagógicas, com o objetivo de fortalecer a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no 
Estado de Minas Gerais. Ao sistematizar diretrizes e encaminhamentos, busca-se contribuir para 
a construção de uma educação pública de qualidade, socialmente referenciada e 
comprometida com um futuro mais justo e equitativo. 
Aos profissionais da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, registramos nosso 
reconhecimento pelo compromisso e pela dedicação na consolidação dessa política 
educacional. 
Boa leitura! 
Coordenação de Educação Profissional e Trilhas de Futuro 
2 
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14945.htm
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5-de-janeiro-de-2021-297767578
https://cnct.mec.gov.br/
https://cnct.mec.gov.br/
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14945.htm
https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/2025/abril/rceb003_25.pdf
 
SUMÁRIO 
 
1. APRESENTAÇÃO 
2. FORMAS DE OFERTA 
3. PÚBLICO-ALVO 
3.1. Oferta Integrada 
3.2. Oferta Concomitante/Subsequente 
3.3. Oferta Concomitante Intercomplementar 
4. SOBRE AS OFERTAS 
4.1. Concomitante/Subsequente 
4.2. Ensino Médio Parcial Profissional (Itinerário de Formação Técnica e Profissional 
4.3. Ensino Médio em Tempo integral - Profissional 
4.4. Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Profissional 
5. PROJETOS E PARCERIAS 
5.1. Trilhas de Futuro nas Escolas 
5.2. Curso Técnico em Administração - Núcleo de Empreendedorismocurricular específico da parte técnica e fará jus ao 
acréscimo de 02 horas/aulas. As atribuições do Coordenador de Educação Profissional 
consistem em: 
● Planejar/programar e executar, juntamente com os professores, as atividades 
relacionadas à prática de formação a serem vivenciadas pelos estudantes no semestre 
letivo: oficinas, visitas técnicas, seminários, palestras, workshops e outras; 
● Zelar para que os princípios, ações e práticas educativas sejam desenvolvidas conforme 
estabelece a metodologia usada nas escolas de EMTI; 
● Organizar, juntamente com os professores e a direção da escola, ações de Intervenção 
Pedagógica voltadas a garantir diferentes oportunidades de aprendizagem e 
continuidade de um percurso escolar com sucesso; 
● Auxiliar o(a) Diretor(a) da escola na gestão e no monitoramento das ações do curso; 
● Orientar professores e estudantes sobre as normas e procedimentos relativos aos cursos 
técnicos; 
● Monitorar a frequência e planejar, juntamente com a direção da escola, ações que 
promovam o acolhimento e o engajamento dos estudantes, de modo a evitar a evasão; 
● Acompanhar a efetivação do Plano de Curso, garantindo a estruturação de um percurso 
formativo significativo, alinhado ao perfil do egresso e às demandas do mundo do 
trabalho; 
● Em conjunto com os professores e o Coordenador Geral do EMTI, propor ações, projetos, 
elaborar normas e atividades do curso; 
● Juntamente com Coordenador Geral do EMTI verificar e auxiliar aos professores de 
componentes curriculares técnicos a preencherem o Guia de Ensino e de Aprendizagem 
– GEA. 
 
10.1.3. Ensino Médio Parcial Profissional e Educação de Jovens e Adultos Profissional 
 
Coordenador Geral para Ensino Médio (parcial e Educação de Jovens e Adultos) 
26 
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1anOnU4iITd4liTXb4dm-nAb2I6IPfik8
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/SEI_127359887_Resolucao_N__5.210_2025.pdf
 
Para assegurar a efetividade dos itinerários formativos de aprofundamento e itinerários 
formativos técnicos do Ensino Médio (parcial e Educação de Jovens e Adultos, cada unidade 
escolar contará com 01 (um) Professor de Educação Básica (PEB) ou 01 (um) Especialista em 
Educação Básica (EEB) na função de COORDENADOR GERAL. Este servidor atuará como elo 
estratégico entre o eixo tecnológico e os componentes da Formação Geral Básica (FGB), 
garantindo que a proposta pedagógica respeite a autonomia, a experiência prévia e as 
necessidades imediatas de inserção socioprofissional do estudante do Ensino Médio Parcial/EJA 
Nota: Será disponibilizado um único servidor para o atendimento do Ensino Médio (parcial 
noturno e Educação de Jovens e Adultos) propedêuticos e integrados à Educação Profissional e 
Tecnológica, conforme tabela¹ abaixo: 
 
QUANTIDADES DE 
TURMAS 
CARGA HORÁRIA DO 
RB COORDENADOR 
CUMPRIMENTO 
PRESENCIAL NA 
UNIDADE ESCOLAR 
QUANTIDADE DE 
HORAS/AULA 
Até 04 turmas 02 h/a semanais 03 horas 
01 PEB que atue nas 
turmas do Ensino Médio 
de 05 a 07 turmas 04 h/a semanais 06 horas 
01 PEB que atue nas 
turmas do Ensino Médio 
de 08 a 10 turmas 05 h/a semanais 08 horas 
01 PEB que atue nas 
turmas do Ensino Médio 
de 11 a 20 turmas 08 h/a semanais 12 horas 
01 PEB que atue nas 
turmas do Ensino Médio 
acima de 20 turmas 24 h semanais 24 horas 01 EEB 
 
¹Tabela IV – Coordenador(es) Geral(is) para Ensino Médio (parcial e Educação de Jovens e Adultos) - RESOLUÇÃO SEE Nº 
5.210, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2025. Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Unidades 
Escolares na Rede Estadual da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG). 
 
 
11. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 
Todos os processos de acompanhamento e avaliação da aprendizagem devem estar sustentados 
em princípios éticos, inclusivos e democráticos que garantam o desenvolvimento e a formação 
acadêmica, profissional e humana pela via do acesso e da permanência em programas de 
Educação Pública de qualidade. Para isso, todas as estratégias e metodologias devem ser 
planejadas e desenvolvidas com foco nos estudantes integrantes de cada turma, 
compreendendo-os em suas semelhanças e singularidades. 
27 
 
É importante que além dos objetivos gerais apresentados para cada formação, sejam 
considerados também o ponto de partida de cada estudante, assim como o envolvimento, 
participação, interesse, recursos individuais e coletivos disponíveis e os construídos ao longo do 
processo, etc. Deste modo, será possível parametrizar, mensurar e apresentar resultados que 
sejam coerentes com os processos vivenciados por cada sujeito e que ao mesmo tempo 
forneçam informações para a constante revisão das estratégias pedagógicas e recursos 
selecionados para promover o ensino/aprendizagem de todos. 
Na educação profissional também devem ser garantidos aos estudantes, público da educação 
especial, os recursos de acessibilidade, as estratégias e os atendimentos educacionais 
especializados necessários, conforme as diretrizes estabelecidas na Resolução SEE 4.256/2020, de 
forma a garantir o acesso ao currículo e a qualidade no processo de ensino aprendizagem. 
A equipe pedagógica é responsável pela discussão, avaliação e elaboração de estratégias e 
metodologias pedagógicas, a serem registradas no PDI - Plano de Desenvolvimento Individual, 
de modo a assegurar os processos de desenvolvimento e aprendizagem, potencializando os 
recursos individuais de cada sujeito. 
O Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) é o instrumento obrigatório para o 
acompanhamento do desenvolvimento e aprendizagem do estudante com Deficiência, 
Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação. 
A reclassificação, prevista no Art. 24 da Resolução SEE Nº 5.234/2026 consiste no 
reposicionamento do estudante em ano/módulo diferente de sua situação atual, para fins de 
prosseguimento dos estudos, mediante comprovação de aprendizagem. Nos cursos técnicos de 
nível médio, nas formas integrada, concomitante e subsequente, poderá ser aplicada a 
reclassificação por frequência ao estudante que, ao final do período letivo, apresentar 
desempenho satisfatório em todos os componentes curriculares, mesmo com frequência inferior 
a 75% da carga horária mínima exigida, possibilitando seu posicionamento no período 
letivo/módulo subsequente. 
Para efetivar o processo de reclassificação o estudante deverá realizar uma avaliação elaborada 
pelos professores de todos os componentes curriculares do módulo em questão, a análise das 
competências e habilidades que devem estar desenvolvidas. Somente se obtiver o 
aproveitamento mínimo em todos os componentes curriculares do módulo é que o estudante 
será promovido, em caráter de reclassificação. 
Ressalta-se que é imprescindível garantir que as oportunidades de aprendizagem, de 
recuperação da aprendizagem e a oferta de recursos pedagógicos sejam desenvolvidos, 
analisados, debatidos em Conselhos de Classe trimestrais e sejam devidamente registrados e 
arquivados na pasta individual dos estudantes. 
28 
https://acervodenoticias.educacao.mg.gov.br/images/documentos/4256-20-r%20-%20Public.10-01-20.pdf.pdf
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/5234-26-r-Public.-24-01-26.pdf
 
Os Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores estão previstos no 
Plano de Curso. 
Observação: Não caberá reclassificação ou progressão parcial em Estágio Obrigatório, devido às 
especificidades do componente curricular. 
12. ESTÁGIO 
Estágio é um ato educativo escolar supervisionado e, em suas diversas modalidades, será 
realizado em locais que tenham efetivas condições de proporcionar aos estudantes, experiências 
profissionais ou de desenvolvimento sociocultural e científico, pela participação em situações 
reais de vida e do mundo do trabalho. É uma prática de caráter pedagógico, que promove a 
aquisição de competências,desenvolve habilidades, hábitos e atitudes essenciais para a inserção 
dos estudantes nos espaços socioprodutivos. 
Ressalta-se que todo estágio é curricular, ou seja, deve contribuir com a formação profissional do 
estudante e pode ser obrigatório para a integralização do curso, ou não obrigatório, 
caracterizando-se como uma formação complementar. Dessa forma, toda e qualquer atividade 
de estágio deve integrar a proposta pedagógica da escola e os instrumentos de planejamento 
curricular do curso, devendo ser planejado, executado e avaliado em conformidade com os 
objetivos propostos. 
O estágio curricular obrigatório é aquele cuja carga horária está prevista na Matriz Curricular 
(Técnico em Enfermagem) e é requisito para aprovação e obtenção de diploma, não sendo 
permitida progressão parcial ou reclassificação neste componente curricular, devido às 
especificidades do componente curricular. Já o estágio curricular não obrigatório é aquele 
desenvolvido como atividade complementar, realizada pelo estudante de qualquer curso que 
queira ampliar sua formação profissional. O estágio deve ser realizado ao longo do curso, 
ampliando as experiências formativas dos estudantes, em sintonia com os objetivos apresentados 
nos Planos de Curso e outros documentos curriculares. 
A carga horária destinada ao estágio não obrigatório, deverá ser devidamente registrada nos 
históricos e demais documentos escolares dos estudantes, em conformidade com as orientações 
da Superintendência de Organização Escolar e Informações Educacionais. 
Para outras orientações e modelo do termo de compromisso de estágio, acesse no ícone abaixo, 
a Resolução 4.811/2022 e o Memorando-Circular n° 28/2023/SEE/DIEM, que regulamentam o 
estágio supervisionado não obrigatório de estudantes matriculados nas escolas estaduais de 
Minas Gerais. 
 
29 
https://acervodenoticias.educacao.mg.gov.br/images/documentos/4811-22-r%20-%20%20Public.%2031-12-22%20(1).pdf
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1sjjFl62Y53THH0mP44srmd-rOht1L7SO
 
12.1. Estágio Obrigatório Supervisionado - Técnico em Enfermagem 
Os estágios supervisionados e as situações práticas vivenciadas pelos estudantes do curso Técnico 
em Enfermagem representam a principal oportunidade de formação profissional antes do 
ingresso no mercado de trabalho. Essas experiências são fundamentais para o desenvolvimento 
da expertise clínica, além de capacitarem os futuros profissionais para exercerem o cuidado com 
respeito, dignidade e ética, atendendo milhões de brasileiros em momentos cruciais, como o 
nascimento, a vida, o luto e a morte. 
Nesse contexto, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), por meio do Parecer Normativo nº 
001 de 2019/COFEN, estabeleceu uma carga horária mínima de 400 horas para o estágio curricular 
obrigatório nos cursos técnicos de Enfermagem. Essa medida visa formalizar, junto aos Conselhos 
Regionais de Enfermagem e aos Conselhos Estaduais de Educação, a obrigatoriedade dessa 
carga horária em âmbito nacional, reforçando a importância do estágio na formação desses 
profissionais. 
De acordo com o parecer, essa normatização tornou-se necessária devido à ausência de 
regulamentação específica sobre a carga horária mínima para estágios supervisionados nos 
cursos técnicos de Enfermagem. Atualmente, a carga horária total desses cursos é composta por 
1.200 horas destinadas a componentes teóricos, às quais devem ser adicionadas às 400 horas de 
estágio supervisionado obrigatório, conforme definido pelo regulamento. 
O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNTC) reforça que a carga horária destinada ao estágio 
obrigatório supervisionado deve ser acrescida à carga mínima prevista no curso. Além disso, o 
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) deve definir, em conformidade com a Lei nº 11.788/2008, a 
distribuição entre os componentes teóricos e práticos, assegurando uma formação completa e de 
qualidade para os futuros Técnicos em Enfermagem. 
Além disso, as instituições de ensino têm a responsabilidade de garantir o acompanhamento dos 
estudantes por supervisores qualificados, bem como de proporcionar treinamentos e 
observações que envolvam o manejo clínico. Cabe ainda às escolas assegurar a disponibilidade de 
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados para os estudantes durante o estágio. 
A parceria entre o COFEN e os Conselhos Regionais de Enfermagem é essencial para a 
disseminação e implementação das normas previstas no parecer. O objetivo principal é garantir a 
adequação dos planos de ensino das instituições e resolver problemas relacionados à execução 
do estágio supervisionado. 
 
13. DIPLOMA, HISTÓRICO E CERTIFICADO 
Os modelos de históricos, certificados e diplomas dos cursos técnicos e suas certificações 
intermediárias, assim como as orientações de preenchimento e emissão, estão disponíveis na 
ORIENTAÇÃO ASIE/VIDA ESCOLAR Nº 06/2022. Para acessá-la, clique no link abaixo: 
30 
https://www.cofen.gov.br/parecer-normativo-no-001-2019/
https://www.cofen.gov.br/parecer-normativo-no-001-2019/
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm
 
ORIENTAÇÕES PARA EMISSÃO DE DIPLOMA, HISTÓRICO E CERTIFICADO 
 
14. APOIO E MONITORAMENTO 
Serão elaborados, pela equipe de Coordenação de Educação Profissional instrumentos para 
monitorar e avaliar a qualidade dos cursos oferecidos pelo Programa e garantir a alocação 
eficiente dos recursos investidos. Esta equipe será responsável pela estruturação e 
operacionalização do processo de supervisão, monitoramento e avaliação, englobando a 
elaboração de instrumentos para coleta de dados nas instituições de ensino; processamento e 
produção de relatórios gerenciais; definição de fluxos e processos de trabalho internos e externos; 
realização de capacitações e orientações às equipes das SRE’s. 
 
Para identificar o contato das Superintendências Regionais de Ensino acesse: Site da Secretaria 
de Educação de Minas Gerais (SEE). 
 
15.ADENDO AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E REGIMENTO 
INTERNO 
Para as escolas que iniciarão a oferta de Educação Profissional, é necessário providenciar a 
atualização do Projeto Político Pedagógico (PPP) e a elaboração do Adendo ao Regimento 
Escolar, uma vez que estes documentos são norteadores de todas as diretrizes e ações da 
instituição. No PPP, as escolas devem atualizar as informações de seu Marco Referencial, 
explicitando concepções teórico-metodológicas que fundamentam a prática formativa com 
vistas a garantir aos estudantes a apropriação de técnicas e procedimentos e a sua atuação 
autônoma, consciente e dinâmica na sociedade. 
Para facilitar as adequações necessárias ao Regimento Escolar, disponibilizamos como sugestão, 
um MODELO DE ADENDO. É fundamental que, após a atualização, os documentos sejam 
aprovados e homologados conforme disposto na Resolução SEE Nº 5.234/2026. 
 
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Reconhecemos o grande potencial dos profissionais da educação e a responsabilidade no 
desenvolvimento de uma prática educativa de qualidade. O apoio das Superintendências 
Regionais de Ensino - SRE nas ações e na articulação, principalmente entre as escolas, para a 
troca de experiências e de boas práticas, é essencial para o sucesso da Educação Profissional. Por 
isso, é imprescindível que esse documento chegue até as escolas para potencializar o trabalho do 
Professor, do Especialista/Professor-Coordenador e da equipe gestora. 
31 
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1PXjp9mSLoyoO7EkbqEBMC29JZzzNoU8V
https://www.educacao.mg.gov.br/a-secretaria/superintendencias-regionais-de-ensino-sres/
https://www.educacao.mg.gov.br/a-secretaria/superintendencias-regionais-de-ensino-sres/
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1oajDWHDeMUj0qoLYAeP1BAbOgXH17q3L
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/5234-26-r-Public.-24-01-26.pdf
 
A Diretoria de Educação Profissional convidou as escolas a planejarem eestruturarem espaços 
temáticos, com o objetivo de fomentar, dar visibilidade e legitimidade para a formação 
profissional desenvolvida nas escolas estaduais. 
Para conhecer e se inspirar com os trabalhos realizados pelas escolas em 2023, acesse: 
PORTFÓLIO ESPAÇOS TEMÁTICOS 2023 
 
 
CONTATOS 
COORDENAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
educacaoprofissional@educacao.mg.gov.br 
TRILHAS DE FUTURO NAS ESCOLAS 
spp.trilhasnasescolas@educacao.mg.gov.br 
 
SEE/MG - Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais 
Prédio Minas - Rodovia Papa João Paulo II, 4143 - 11º andar 
Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves 
Bairro: Serra Verde - Belo Horizonte / MG CEP: 31630-9 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
32 
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1c_pgxEJXRn8TEPk9_op5tkA8OpaZFLKw
mailto:educacaoprofissional@educacao.mg.gov.br
mailto:spp.trilhasnasescolas@educacao.mg.gov.br
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quadro-Síntese das Modalidades de Oferta da Educação Profissional 
 
Modalidade 
Como acontece a 
oferta 
Carga horária / 
Organização 
Público-alvo Certificação 
Oferta Concomitante/ 
Subsequente 
Curso técnico realizado 
paralelamente ao Ensino 
Médio, ou pós conclusão, 
com trajetórias formativas 
distintas, ofertado nas 
escolas da Rede Estadual. 
Conforme Plano de 
Curso e matriz 
curricular. 
Estudantes do Ensino 
Médio da Rede 
Pública Estadual a 
partir do 1º ano; 
estudantes da 
EJA/CESEC com no 
mínimo 4 
componentes 
concluídos, sendo 
dois deles 
obrigatoriamente, 
Língua Portuguesa e 
Matemática; jovens, 
adultos e idosos que 
concluíram o Ensino 
Médio em qualquer 
rede, inclusive por 
Banca Itinerante ou 
outras Bancas 
regulamentadas. 
Certificações 
intermediárias e 
diploma técnico 
ao final, 
conforme 
previsto no 
Plano de Curso. 
Ensino Médio Parcial 
Profissional 
(Itinerário de 
Formação Técnica 
Profissional) 
Integração entre 
Formação Geral Básica e 
curso técnico, com 
matrícula única e oferta no 
horário regular. 
6 horas diárias; cursos 
técnicos, em geral, 
com 900 horas. 
Estudantes 
ingressantes no 1º ano 
do Ensino Médio 
Regular. 
Certificações 
intermediárias 
anuais e diploma 
técnico ao final 
do 3º ano. 
33 
 
Ensino Médio em 
Tempo Integral – 
Profissional (EMTI) 
Integração da Formação 
Geral Básica com 
Formação Técnica e 
Profissional em jornada 
ampliada no contraturno. 
Tempo Integral, de 7 
ou 9 horas diárias, 
conforme oferta da 
escola. 
Estudantes do Ensino 
Médio matriculados 
em escolas de tempo 
integral com oferta de 
formação Técnica 
profissional. 
Certificações 
intermediárias, 
quando previstas 
em Matriz e 
Plano de curso, e 
diploma técnico 
ao final do curso. 
EMTI Profissional – 
Trilhas nas Escolas 
Oferta de cursos técnicos 
por meio de parcerias para 
formação Técnica 
Profissional, integrada ao 
EMTI. 
Tempo integral ao 
longo do Ensino 
Médio. 
Estudantes do Ensino 
Médio em Tempo 
Integral, conforme 
critérios de oferta. 
Certificação 
técnica 
conforme Plano 
de Curso e 
diretrizes do 
Projeto Trilhas 
nas Escolas. 
EJA Profissional 
Oferta modular integrada 
ao Ensino Médio EJA, 
respeitando as trajetórias 
dos estudantes. 
Duração de 3 ou 4 
semestres, conforme 
oferta do curso 
técnico. 
Jovens, adultos e 
idosos matriculados 
no Ensino Médio EJA. 
Certificações 
intermediárias 
por períodos, 
conforme Plano 
de Curso e 
matriz curricular. 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Centro Gráfico do Senado 
Federal, 1988. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 20 de dezembro de 
1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: Congresso Nacional, 1996. 
______. Lei Federal 14.945, de 21 de Julho de 2024, Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 
(Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a fim de definir diretrizes para o ensino médio, e 
as Leis nºs 14.818, de 16 de janeiro de 2024, 12.711, de 29 de agosto de 2012, 11.096, de 13 de janeiro 
de 2005, e 14.640, de 31 de julho de 2023. 
______. Lei Federal 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e 
dá outras providências. Brasília, DF, 25. jun. 2014. Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. Acesso em: 10 jan 2022. 
______. Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da 
Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação 
nacional, e dá outras providências. Brasília, DF: 23 de julho de 2004. 
______. Decreto nº 12.603, de 28 de agosto de 2025. Institui a Política Nacional de Educação 
Profissional e Tecnológica – PNEPT, regulamenta o art. 4º da Lei nº 14.645, de 2 de agosto de 2023, 
e institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica – SINAEPT. 
Diário Oficial da União, 29 ago. 2025. Disponível em: 
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicac
aooriginal-176241-pe.html 
______. Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008. Altera dispositivos da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro 
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensionar, 
institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação 
de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Brasília, DF: 16 de julho de 2008. 
______. Lei nº 11.788, de 25 de Setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a 
redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 
34 
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
 
5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 
6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da 
Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de 
agosto de 2001; e dá outras providências. 
Ministério da Educação. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Brasília, DF: 05 de janeiro de 2021. 
4ª ed. Atualizado em 18 de agosto de 2022. Brasília, DF. 
Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara da Educação Básica. Resolução 
CNE/CEB nº 03, de 08 de abril de 2025. Institui as Diretrizes Operacionais Nacionais para a 
Educação de Jovens e Adultos – EJA. 
Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara da Educação Básica. Resolução 
CNE/CP nº 01, de 05 de janeiro de 2021. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Profissional Tecnológica. 
Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara da Educação Básica. Resolução 
CNE/CEB nº 02, de 15 de dezembro de 2020. Aprova a quarta edição do Catálogo Nacional de 
Cursos Técnicos. Brasília, DF: 15 de dezembro de 2020. 
Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara da Educação Básica. Resolução 
CNE/CEB nº 03, DE 30 DE SETEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a instituição Sistema Nacional de 
Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC), em substituição ao Cadastro 
Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio (CNCT), definido pela Resolução CNE/CEB nº 4/99. 
CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS. Resolução CEE Nº 484, de 26 de 
outubro de 2021. Dispõe sobre a Educação Profissional e Tecnológica no Sistema de Ensino do 
Estado de Minas Gerais e dá outras providências. Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, Belo 
Horizonte, MG, 27 out. 2021. Seção 1, p. 23. 
CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS. Parecer Nº 448/SEE/CEE - 
Plenário/2022. Processo Nº 1260.01.0093253/2022-74. Relatora: Jussara Maria de Carvalho 
Guimarães. Aprovado em 27 dejunho de 2022. Belo Horizonte, 2022.29 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão. Linguagem Simples na 
Administração Pública. Fundação João Pinheiro, 2021. 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 4.144/2019. 
Regulamenta o disposto no Decreto Estadual nº 45.085, de 08 de abril de 2009, que dispõe sobre 
a transferência, utilização e prestação de contas de recursos financeiros repassados às caixas 
escolares vinculadas às unidades estaduais de ensino. Secretaria de Estado de Educação de 
Minas Gerais. 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 4.668, de 02 
de dezembro de 2021. Dispõe sobre as matrizes curriculares do Ensino Médio em Tempo Integral - 
EMTI Profissional para as turmas de 1º ano do ensino médio com início em 2022 nas escolas da 
Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais. 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução n° 5.085, de 30 de 
outubro de 2024. Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Unidades de 
Ensino na Rede Estadual da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. 
MINAS GERAIS. Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais. Resolução CEE nº 496, de 21 de 
dezembro de 2023. Fixa normas para credenciamento e recredenciamento de entidades 
mantenedoras, autorização de funcionamento de instituições educacionais, níveis, etapas, cursos 
35 
 
e modalidades de ensino, reconhecimento e renovação de reconhecimento de níveis, etapas, 
cursos e modalidades da Educação Básica, no âmbito do Sistema de Ensino de Minas Gerais, e dá 
outras providências. 
MINAS GERAIS. Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais. Resolução CEE nº 488, de 27 de 
janeiro de 2022. Dispõe sobre a habilitação e autorização para lecionar e dirigir e a concessão de 
registro para secretariar instituições educacionais públicas, privadas e comunitárias de Educação 
Básica, que integram o Sistema de Ensino de Minas Gerais, e a regulamentação do 
reconhecimento do Notório Saber de profissionais para docência na Formação Técnica e 
Profissional de Ensino Médio e dá outras providências. 
MINAS GERAIS. Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais. Resolução CEE nº 492, de 27 de 
junho de 2022. Dispõe sobre os pressupostos, as diretrizes e os procedimentos para a Avaliação e 
o reconhecimento de Saberes e de Competências Profissionais - Certificação Profissional - para 
fins do exercício profissional, no Sistema de Ensino do Estado de Minas Gerais, e dá outras 
providências. 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 4.256, de 
Janeiro de 2020. Institui as Diretrizes para normatização e organização da Educação Especial na 
rede estadual de Ensino de Minas Gerais. Institui as Diretrizes para normatização e organização da 
Educação Especial na rede estadual de Ensino de Minas Gerais. 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 4.811, de 30 
de Dezembro de 2022. Regulamenta o estágio supervisionado não obrigatório de estudantes 
matriculados nas escolas estaduais de Minas Gerais. 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 4.908, de 11 
de setembro de 2023. Dispõe sobre as matrizes curriculares do Ensino Fundamental, Ensino 
Médio e das modalidades de ensino, na Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais, com início em 
2024, e dá orientações correlatas. 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 4.944, de 19 
de dezembro de 2023. Dispõe sobre as matrizes curriculares da Educação Profissional em nível 
médio, concomitante e subsequente, nas escolas da Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais.30 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 5.234, 23 de 
Janeiro de 2026. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas Escolas Estaduais 
de Educação Básica de Minas Gerais e dá outras providências. 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 4.968, de 
Fevereiro de 2024. Estabelece normas para o cumprimento da carga horária destinada às 
atividades extraclasse pelo Professor de Educação Básica das escolas da Rede Estadual de Ensino 
de Minas Gerais. 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 5.036, de 02 
de Julho de 2024. Estabelece normas e diretrizes para o Plano de Atendimento Escolar da Rede 
Estadual de Ensino de Minas Gerais, para o ano de 2025. 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº Resolução 
SEE nº 5.210, de 13 de novembro de 2025. Estabelece normas para a organização do Quadro de 
Pessoal das Unidades Escolares na Rede Estadual da Secretaria de Estado de Educação de Minas 
Gerais do ano de 2026. 
 
36 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 5.212, de 19 
de novembro de 2025. Estabelece normas para a organização e a implementação das matrizes 
curriculares da Educação Infantil, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e das modalidades 
de ensino da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais para o ano de 2026. Disponível em: 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Resolucao-SEE-no-5.212_2025.pdf 
 
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Resolução SEE nº 5.222, de 4 
de dezembro de 2025. Estabelece o Calendário Escolar do ano letivo de 2026 para as unidades 
escolares da rede pública estadual de ensino de Minas Gerais. Disponível em: 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/5222-25-r-Public.-05-12-25.pdf 
37 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Resolucao-SEE-no-5.212_2025.pdf?utm_source=chatgpt.com
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/5222-25-r-Public.-05-12-25.pdf
 
 
 
 
 
 
 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO 
DE MINAS GERAIS 
 
38 
	 
	 
	 
	 
	 
	Governador do Estado de Minas Gerais 
	Subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica 
	Kellen Silva Senra 
	Superintendência de Ensino Médio, Integral, EJA e Profissional 
	Diretoria de Educação Profissional e Trilhas de Futuro 
	Coordenação Trilhas de Futuro 
	Coordenação de Educação Profissional 
	1.​APRESENTAÇÃO 
	2.​FORMAS DE OFERTA 
	3.​PÚBLICO-ALVO 
	A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais ofertará cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio aos seguintes públicos, conforme a modalidade de oferta: 
	3.1 Oferta Integrada 
	3.2 Oferta Concomitante/Subsequente 
	3.3 Oferta Concomitante Intercomplementar 
	4.​SOBRE AS OFERTAS 
	4.1. Oferta Concomitante/Subsequente 
	4.2. Ensino Médio Parcial Profissional - 5° Itinerário Formativo 
	4.3 Ensino Médio em Tempo Integral - Profissional 
	4.5 Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) - Profissional 
	5.​PROJETOS E PARCERIAS 
	5.1 Trilhas de Futuro nas Escolas 
	5.2 Curso Técnico em Administração - Núcleo de Empreendedorismo Juvenil (NEJ) - Parceria SEBRAE 
	6. DOCUMENTOS PEDAGÓGICOS 
	6.1. Práticas Pedagógicas 
	6.2 Cartilha de Cursos Técnicos 
	7. ORGANIZAÇÃO E REGISTRO DE TURMAS 
	7.1. Enturmação no SIMADE 
	7.2. Cadastro no SISTEC - Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional Técnica de Nível Médio 
	 
	7.3. Ciclo de Matrícula Extemporâneo 
	8. ORIENTAÇÕES PARA ANÁLISE DOS CURSOS 
	8.1. Oferta de Turmas em Continuidade 
	9. CALENDÁRIO ESCOLAR 
	 
	10. RECURSOS HUMANOS 
	10.1. Coordenação e Supervisão Pedagógica das Atividades da Educação Profissional 
	11. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 
	12. ESTÁGIO 
	12.1. Estágio Obrigatório Supervisionado - Técnico em Enfermagem 
	13. DIPLOMA, HISTÓRICO E CERTIFICADO 
	14. APOIO E MONITORAMENTO 
	15.ADENDO AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E REGIMENTO INTERNO 
	16. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
	Quadro-Síntese das Modalidades de Oferta da Educação Profissional 
	REFERÊNCIASJuvenil (NEJ) 
5.2.1. Das Competências 
6. DOCUMENTOS PEDAGÓGICOS 
6.1. Práticas Pedagógicas 
6.2. Cartilha de Cursos Técnicos 
7. ORGANIZAÇÃO E REGISTRO DE TURMAS 
7.1. Enturmação no SIMADE 
7.2. Cadastro no SISTEC - Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional Técnica de 
Nível Médio 
7.3. Ciclo de Matrícula Extemporâneo 
8. ORIENTAÇÕES PARA ANÁLISE DOS CURSOS 
9. CALENDÁRIO ESCOLAR 
10. RECURSOS HUMANOS 
10.1. Coordenação e Supervisão Pedagógica das Atividades da Educação Profissional 
10.1.1. Concomitante/Subsequente 
10.1.2. Ensino Médio em Tempo Integral - Profissional 
10.1.3. Ensino Médio Parcial Profissional e Educação de Jovens e Adultos - Profissional 
11. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 
12. ESTÁGIO 
12.1. Estágio Obrigatório Supervisionado - Técnico em Enfermagem 
13. DIPLOMA, HISTÓRICO E CERTIFICADO 
14. APOIO E MONITORAMENTO 
15. ADENDO AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E REGIMENTO INTERNO 
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
QUADRO SÍNTESE DAS MODALIDADES DE OFERTA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
REFERÊNCIAS 
1 
 
 
1. APRESENTAÇÃO 
A Secretaria de Estado de Educação apresenta neste documento os princípios norteadores, as 
orientações e os procedimentos para a oferta de cursos de Educação Profissional pela 
Secretaria de Estado de Educação, nas modalidades Integrada, Concomitante/Subsequente, 
Concomitante Intercomplementar, no Ensino Médio Parcial Profissional - 5° Itinerário 
Formativo e na Educação de Jovens, Adultos e Idosos - EJA Profissional no âmbito das escolas 
estaduais de Minas Gerais. 
Destacamos que a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, tem no trabalho a 
centralidade de sua proposta e, portanto, sua organização curricular objetiva a construção de 
competências profissionais em alinhamento com a ciência, a cultura e a tecnologia. A proposta 
pedagógica desenvolvida nas escolas precisa garantir uma integração entre objetivos, 
conteúdos e estratégias de ensino e aprendizagem e as competências gerais para o mundo do 
trabalho. 
Dessa forma, é importante que todos os profissionais de nossas escolas apropriem-se das 
diretrizes e informações aqui apresentadas. Ressaltamos que este documento deve ser 
complementado com a leitura e estudo da legislação federal e estadual vigentes, bem como 
de outros documentos que abordam temáticas relativas à oferta da Educação Profissional, 
garantindo a sustentabilidade e a qualidade de nossa política educacional. 
Os cursos de Educação Profissional têm por finalidade proporcionar ao estudante 
conhecimentos, saberes e competências pessoais e profissionais necessários ao exercício de 
atividades laborais e da cidadania, com base nos fundamentos científico-tecnológicos, 
sócio-históricos e culturais. 
Nesse sentido, a oferta de cursos de Educação Profissional, no cumprimento dos objetivos da 
educação nacional, articula-se com o Ensino Médio e suas diferentes modalidades, incluindo a 
Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA), e com as dimensões do trabalho, da tecnologia, da 
ciência e da cultura, propiciando, simultaneamente, a elevação dos níveis de escolaridade e 
contribuindo para a profissionalização dos jovens, adultos e idosos com vistas à inserção no 
mundo do trabalho e atendendo às demandas das comunidades e dos Arranjos Produtivos 
Locais (APL). 
O desenvolvimento dos cursos de Educação Profissional atenderá aos princípios norteadores, 
apresentados no Art. 3º das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional 
Tecnológica Resolução CNE/CP Nº1/2021, e às normas complementares e operacionais para a 
Educação Profissional Técnica de Nível Médio no Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais 
Resolução CEE/MG nº 484/2021. 
2 
https://desenvolvimento.mg.gov.br/inicio/projetos/projeto/1101#:~:text=APL%20s%C3%A3o%20aglomera%C3%A7%C3%B5es%20de%20empresas,ferramentas%20para%20a%20diversifica%C3%A7%C3%A3o%20econ%C3%B4mica
https://desenvolvimento.mg.gov.br/inicio/projetos/projeto/1101#:~:text=APL%20s%C3%A3o%20aglomera%C3%A7%C3%B5es%20de%20empresas,ferramentas%20para%20a%20diversifica%C3%A7%C3%A3o%20econ%C3%B4mica
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5-de-janeiro-de-2021-297767578
https://www.educacao.mg.gov.br/documentos-legislacao/resolucao-cee-no-484-de-26-de-outubro-de-2021/#gallery
 
Em consonância, a organização e a oferta dos cursos alinham-se à Política Nacional de 
Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT), instituída pelo Decreto nº 12.603, de 28 de agosto 
de 2025, a qual reafirma a centralidade do trabalho como princípio educativo, a formação 
integral e cidadã dos estudantes e a articulação entre educação, inclusão social e inserção 
socioprodutiva. 
Nesse contexto, os cursos deverão observar diretrizes voltadas à ampliação do acesso, à 
permanência e ao êxito dos estudantes, à diversificação de itinerários formativos, à valorização 
da diversidade e à aderência da oferta aos contextos sociais, econômicos e produtivos, locais e 
regionais, em diálogo permanente com o mundo do trabalho e com as políticas públicas 
estruturantes. 
Este documento orientador tem como objetivo principal, orientar as ofertas da Educação 
Profissional que acontecem nas escolas estaduais da Secretaria de Educação de Minas Gerais, 
nas ofertas: concomitante/subsequente; Ensino Médio em Tempo Integral - EMTI Profissional; 
Ensino Médio Parcial Profissional - 5° Itinerário Formativo Profissional; Projeto Trilhas de Futuro 
nas Escolas e Educação de Jovens e Adultos Profissional. 
 
2. FORMAS DE OFERTA 
Os cursos técnicos de nível médio podem ser ofertados nas formas: 
I. integrada, ofertada a quem ingressa no Ensino Médio, com matrícula única na mesma 
instituição, de modo a conduzir o estudante à habilitação profissional técnica ao mesmo tempo 
em que conclui a última etapa da Educação Básica; 
II. concomitante, ofertada a quem ingressa no Ensino Médio ou já o estejam cursando, 
efetuando-se matrículas distintas para cada curso, aproveitando oportunidades educacionais 
disponíveis, seja em unidades de ensino da mesma instituição ou em distintas instituições e 
redes de ensino; 
III. concomitante intercomplementar, desenvolvida simultaneamente em distintas instituições 
ou redes de ensino, mas integrada no conteúdo, mediante a ação de convênio ou acordo de 
Intercomplementaridade, para a execução de projeto pedagógico unificado; 
IV. subsequente, desenvolvida em cursos destinados exclusivamente a quem já tenha 
concluído o Ensino Médio. 
As formas de oferta da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, visam preparar os 
estudantes para enfrentar os desafios do mundo de maneira completa e colaborativa, formando 
cidadãos plenamente desenvolvidos e conscientes de seu papel na sociedade. 
 
3 
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
https://querointegral.org/MG/
 
3. PÚBLICO-ALVO 
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais ofertará cursos de Educação Profissional 
Técnica de Nível Médio aos seguintes públicos, conforme a modalidade de oferta: 
3.1 Oferta Integrada 
Destina-se a: 
● Estudantes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual, ingressantes a partir do 1º ano do 
Ensino Médio em Tempo Integral – EMTI Profissional 
● Estudantes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual, ingressantes a partir do 1º ano do 
Ensino Médio Parcial Profissional 
● Estudantes do Ensino Médio na modalidade EJA, ingressantes em qualquer um dos 
períodos, sendo que apenas o ingresso a partir do 1º período na modalidade EJA-EPT 
possibilita a diplomação em curso técnico de nível médio. Para as entradas a partir do 2º 
período serão asseguradas as certificações intermediárias, conforme o plano de curso e 
matriz curricular de cada curso. 
 
3.2 Oferta Concomitante/SubsequenteDestina-se a: 
● Estudantes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual, matriculados a partir do 1º ano do 
Ensino Médio, na oferta Concomitante/Subsequente; 
● Estudantes da Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) – Ensino Médio, da Rede 
Pública Estadual; 
● Estudantes da EJA – Ensino Médio, matriculados nos Centros Estaduais de Educação 
Continuada (CESEC), que tenham concluído, no mínimo, quatro componentes 
curriculares, sendo obrigatoriamente dois deles Língua Portuguesa e Matemática; 
● Estudantes que já concluíram o Ensino Médio; 
● Jovens, adultos e idosos que tenham concluído o Ensino Médio em qualquer rede de 
ensino, inclusive aqueles certificados por meio do programa Banca Itinerante. 
IMPORTANTE: 
● O estudante que cursa concomitantemente o curso técnico e o Ensino Médio deve 
comprovar, a cada semestre ou módulo, sua matrícula ou permanência no Ensino 
Médio com vistas a garantir os requisitos para a obtenção do diploma ao final do curso. 
● Para ingresso no primeiro módulo dos cursos Técnico em Enfermagem, Técnico 
em Agente Comunitário de Saúde e Técnico em Massoterapia, os estudantes 
4 
 
poderão estar matriculados desde o 1º ano do Ensino Médio. Entretanto, 
considerando as especificidades formativas desses cursos, especialmente no que 
se refere às atividades práticas, estágios e demais componentes que envolvem 
interação com usuários e serviços da área da saúde, orienta-se que a escola 
observe atentamente as condições necessárias para o adequado 
acompanhamento das atividades previstas no Projeto Pedagógico do Curso. Assim, 
caberá à instituição de ensino, no exercício de sua autonomia pedagógica e 
administrativa, proceder à matrícula com a devida análise das implicações 
acadêmicas e formativas relacionadas ao percurso do estudante, resguardando o 
cumprimento das normativas vigentes e a responsabilidade institucional quanto à 
oferta. 
3.3 Oferta Concomitante Intercomplementar 
Destina-se a: 
● Estudantes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual, matriculados em instituições que 
mantenham convênio ou acordo de intercomplementaridade com a Secretaria de 
Estado de Educação de Minas Gerais, conforme projeto pedagógico unificado. 
 
4. SOBRE AS OFERTAS 
O desenvolvimento dos cursos técnicos observa os princípios estabelecidos no Art. 3º das 
Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional Técnica de Nível Médio da Resolução 
CNE/CEB nº 01/2021, as normas complementares do Sistema Estadual de Ensino de Minas 
Gerais, conforme a Resolução CEE/MG nº 484/2021, alinhando-se à Política Nacional de 
Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT), instituída pelo Decreto nº 12.603, de 28 de agosto 
de 2025. A seguir, seguem informações acerca das ofertas da Educação Profissional Técnica de 
Nível Médio na Rede Estadual de Ensino. 
4.1. Oferta Concomitante/Subsequente 
A oferta Concomitante/Subsequente constitui uma modalidade de Educação Profissional 
Técnica de Nível Médio realizada no interior das escolas da Rede Pública Estadual, ampliando o 
acesso à formação profissional para diferentes públicos e etapas de escolarização. Essa forma de 
oferta possibilita que a formação técnica ocorra de maneira articulada ou posterior à conclusão 
do Ensino Médio, respeitando os marcos legais vigentes e as especificidades dos estudantes 
atendidos, ao mesmo tempo em que fortalece o papel da escola como espaço de formação 
integral e continuada. 
5 
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5-de-janeiro-de-2021-297767578
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cne/cp-n-1-de-5-de-janeiro-de-2021-297767578
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/RESOLUCAO-CEE-No-484-DE-26-DE-OUTUBRO-DE-2021-1.pdf
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12603-28-agosto-2025-797897-publicacaooriginal-176241-pe.html
 
No caso da oferta concomitante, podem ingressar estudantes regularmente matriculados no 
Ensino Médio da Rede Pública Estadual, a partir do 1º ano, que passam a cursar o ensino regular 
e a formação técnica de maneira paralela, ainda que com matrículas e trajetórias formativas 
distintas. 
Já na oferta subsequente, a formação técnica destina-se a jovens, adultos e idosos que já 
concluíram o Ensino Médio em qualquer rede de ensino, incluindo aqueles que obtiveram 
certificação por meio do programa Banca Itinerante ou de outras bancas oficialmente 
regulamentadas para esse fim. Nessa modalidade, o curso técnico é realizado de forma 
independente do Ensino Médio, tendo como foco o desenvolvimento de competências 
profissionais específicas e a ampliação das possibilidades de inserção ou reinserção no mundo 
do trabalho. 
Também podem acessar a oferta concomitante/subsequente os estudantes da Educação de 
Jovens e Adultos – Ensino Médio, vinculados aos Centros Estaduais de Educação Continuada 
(CESEC), desde que tenham concluído, no mínimo, quatro componentes curriculares, sendo 
obrigatoriamente dois deles Língua Portuguesa e Matemática. Essa previsão reconhece os 
percursos formativos já realizados, assegura a base necessária para o acompanhamento do 
curso técnico e reforça a perspectiva de progressão educacional articulada à qualificação 
profissional. 
Em todos os casos, a oferta concomitante/subsequente realizada nas escolas da Rede Estadual 
de Ensino devem observar o que está previsto nos respectivos Planos de Curso e matrizes 
curriculares aprovados, garantindo coerência pedagógica, certificação válida e reconhecimento 
institucional, conforme diretrizes e normas da Resolução SEE n° 5.214/2025. Assim, essa 
modalidade reafirma o compromisso com a democratização do acesso à Educação Profissional, 
a valorização das trajetórias educacionais diversas e a promoção de oportunidades formativas 
ao longo da vida. 
4.2. Ensino Médio Parcial Profissional - 5° Itinerário Formativo 
O 5º Itinerário Formativo constitui uma das possibilidades de aprofundamento previstas na 
organização curricular do Ensino Médio e corresponde à Formação Técnica Específica (FTE). 
Essa oferta permite que o estudante curse, de forma integrada, o Ensino Médio parcial e um 
curso técnico de nível médio, construindo um percurso formativo articulado, com certificações 
intermediárias ao longo dos anos escolares e a obtenção do diploma técnico ao final do terceiro 
ano. 
Trata-se, portanto, de uma proposta que amplia as oportunidades formativas dos estudantes, 
sem romper com a unidade do currículo do Ensino Médio, configurando o 5º Itinerário como 
uma forma específica de materialização da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) na 
6 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Resolucao-e-Matriz-Educacao-Profissional.pdf
 
estrutura curricular do Ensino Médio parcial. Nesse contexto, é importante distinguir o Ensino 
Médio em Tempo Integral Profissional do Ensino Médio Parcial Profissional estruturado a partir 
do 5º itinerário. O EMTI Profissional caracteriza-se por uma jornada ampliada, de sete ou nove 
horas diárias, com proposta pedagógica própria de tempo integral, componentes específicos e 
possibilidade de cursos técnicos com maior carga horária. Já o Ensino Médio Parcial Profissional, 
por meio do Itinerário de Formação técnica e profissional, organiza-se em 6 (seis) horas 
módulo/aula diárias e oferta cursos técnicos, com carga horária menor. 
Ao final de cada ano letivo, o estudante receberá certificações intermediárias, com caráter de 
qualificações profissionais técnicas, de acordo com a Matriz, Ementa e Plano do curso técnico 
ofertado, conforme diretrizes e normas da Resolução SEE n° 5.212/2025. Dessa forma, o Itinerário 
FTE integra oficialmente o currículo do Ensino Médio, articulado com a BNCC e o CRMG. 
No primeiro ano do Ensino Médio, os componentes do Itinerário de Formação Técnica 
Profissionalsão comuns a todos os cursos, exceto o curso de Ciência de Dados. Esses 
componentes não possuem caráter reprovativo, tendo em vista a organização desse ano como 
etapa comum de ambientação e introdução à formação técnica, excetuando-se o curso Técnico 
em Ciência de Dados, cuja matriz curricular prevê o início de componentes técnicos específicos 
passíveis de reprovação desde o primeiro ano. Essa organização visa garantir a equidade de 
acesso, a adaptação dos estudantes à proposta formativa e a construção progressiva do 
percurso profissional, respeitando as especificidades de cada curso 
Os componentes curriculares técnicos serão distribuídos ao longo do horário regular de aulas, 
não havendo obrigatoriedade de agrupamento dos componentes curriculares técnicos ao final 
do turno, conforme a organização pedagógica e administrativa da unidade escolar. 
Por fim, cabe às equipes escolares organizar a grade horária de modo a contemplar, de forma 
equilibrada, a Formação Geral Básica e o Itinerário Formativo de Formação Técnica Específica 
dentro das 6 (seis) horas módulo/aula, assegurando, ainda, um acompanhamento pedagógico 
que considere simultaneamente o desenvolvimento escolar e técnico-profissional dos 
estudantes. 
4.3 Ensino Médio em Tempo Integral - Profissional 
No EMTI, a Educação Profissional também se concentra no desenvolvimento de habilidades e 
competências essenciais ao século XXI, integrando o Ensino Médio com as dimensões do 
trabalho, da tecnologia, da ciência e da cultura. Essa integração promove a elevação dos níveis 
de escolaridade, contribui para a profissionalização dos jovens, e os prepara para o mercado de 
trabalho, em consonância com as demandas da comunidade e dos Arranjos Produtivos Locais 
(APL). Ademais, promove uma formação acadêmica de excelência e preparação para a vida, 
alinhando-se aos eixos da educação em tempo integral na rede estadual de Minas Gerais. 
7 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Resolucao-SEE-no-5.212_2025.pdf
 
É fundamental ressaltar a importância de uma formação profissional abrangente e ética, 
reconhecendo o papel da educação no desenvolvimento econômico e social da comunidade. 
No EMTI Profissional, a formação do estudante será realizada por meio da articulação entre a 
Formação Geral Básica e o Itinerário Formativo, que inclui Atividades Integradoras e 
componentes curriculares de Formação Técnica Específica. 
Os componentes curriculares Atividades Integradoras e Preparação para o Mundo do Trabalho, 
ofertados no primeiro ano dos cursos de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI), nas 
organizações de 7 (sete) e 9 (nove) horas, não possuem caráter reprovativo. Esses componentes 
integram o primeiro ano comum, com a finalidade de assegurar a adaptação, o acolhimento e a 
formação integral dos estudantes, promovendo o desenvolvimento de competências 
socioemocionais, a ampliação do repertório formativo e a aproximação inicial com o mundo do 
trabalho, sem prejuízo ao percurso escolar dos educandos 
Essa transversalidade curricular possibilita aos estudantes compreender as dinâmicas do 
mundo do trabalho e desenvolver competências essenciais para a atuação nos espaços sociais 
produtivos, promovendo a articulação entre habilidades humanas, acadêmicas e 
técnico-profissionais. Desse modo, amplia-se o leque de escolhas dos estudantes em relação ao 
presente e ao futuro, em consonância com seus Projetos de Vida. 
Os cursos técnicos podem prever certificações intermediárias, com caráter de qualificações 
profissionais técnicas, desde que estejam claramente previstas no Plano de Curso e articuladas 
ao perfil profissional de conclusão, conforme diretrizes, normas e matrizes Resolução SEE n° 
5.212/2025. 
Desse modo, os professores do Itinerário da Formação Técnica e Profissional devem elaborar e 
executar seus planejamentos com base nas Ementas e nos Planos de Curso, que orientam os 
saberes, as metodologias, os procedimentos e as técnicas do processo de ensino-aprendizagem. 
Todas as diretrizes adotadas estão referenciadas no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, 
documento que regulamenta a oferta da educação profissional técnica de nível médio e orienta 
instituições, estudantes e a sociedade, sendo periodicamente atualizado pelo Ministério da 
Educação (MEC) para atender às demandas socioeducacionais. 
Para mais informações consulte o Documento Orientador do Ensino Médio Integral. 
 
4.5 Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) - Profissional 
A Educação Profissional integrada à Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA), na etapa do 
Ensino Médio, constitui uma estratégia formativa orientada à ampliação das possibilidades de 
qualificação e inserção socioprofissional dos estudantes, respeitando as especificidades dos 
8 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Resolucao-SEE-no-5.212_2025.pdf
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Resolucao-SEE-no-5.212_2025.pdf
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1zJTeacpON7RoOp_W62t1pWMWGgE6cH5K
https://cnct.mec.gov.br/
 
percursos escolares marcados pela diversidade de experiências, tempos e trajetórias de vida. 
Essa proposta integra o currículo do Ensino Médio EJA, reafirmando o compromisso com uma 
formação que conjuga elevação da escolaridade, desenvolvimento de competências 
profissionais e reconhecimento dos saberes construídos ao longo da vida. 
A organização da EJA Profissional pressupõe a integração entre os componentes da formação 
geral básica do Ensino Médio EJA e os componentes curriculares da formação técnica 
específica, assegurando coerência pedagógica, intencionalidade formativa e alinhamento com 
os perfis profissionais definidos. A escola, nesse processo, assume papel central na organização 
da oferta, no acompanhamento pedagógico e na garantia de que os percursos formativos 
estejam em consonância com as diretrizes curriculares, os planos de curso aprovados e as 
matrizes vigentes. 
Nesse contexto, a EJA Profissional será organizada por períodos (ou semestres) com duração de 
três ou quatro semestres/períodos, a depender do curso ofertado, autorizado para cada unidade 
escolar, considerando as condições pedagógicas, estruturais e a demanda local. Essa 
flexibilidade temporal assegura maior adequação às realidades dos estudantes da EJA, 
possibilitando a permanência, a conclusão dos estudos e a progressão qualificada ao longo do 
curso. 
Ao longo do percurso formativo os cursos técnicos podem prever certificações intermediárias, 
com caráter de qualificações profissionais técnicas, desde que estejam claramente previstas no 
Plano de Curso e articuladas ao perfil profissional de conclusão, conforme diretrizes, normas e 
matrizes Resolução SEE n° 5212/2025. Essas certificações correspondem a qualificações 
profissionais vinculadas aos períodos (ou semestres) cursados e integram o itinerário formativo 
proposto, reconhecendo etapas concluídas e competências desenvolvidas. Dessa forma, as 
certificações não se configuram como ações isoladas, mas como parte constitutiva da trajetória 
educacional e profissional do estudante. 
O primeiro período é comum a todos os cursos técnicos da EJA e trata da temática do 
Microempreendedor Individual (MEI), estruturando-se como base formativa para o 
desenvolvimento do espírito empreendedor e da compreensão do trabalho formalizado. A 
proposta visa promover uma formação inicial que possibilite ao estudante compreender, 
planejar e gerir iniciativas empreendedoras de maneira crítica e contextualizada. 
Além dos aspectos acima citados, todas as matrizes curriculares dos cursos EJA EPT preveem o 
componente curricular "Saberes e Vivências" que configura-se como um "espaço-tempo" 
dedicado à valorização e legitimação do conhecimento prévio dos estudantes da EJA. A 
proposta assume e reconhece que as experiências e o repertório cultural dos estudantes são 
alicerces necessários para o conhecimentoformalizado pela escola, tratando o cotidiano dos 
estudantes como pilares para a construção da autonomia e da cidadania. Ao considerar 
9 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Resolucao-SEE-no-5.212_2025.pdf
 
professores e alunos como sujeitos cognoscentes — ambos capazes de aprender e ensinar —, a 
proposta busca integrar os saberes historicamente construídos às trajetórias de vida, culturas e 
valores dos estudantes, garantindo que a escola seja um local de (re)construção de seus projetos 
de vida. 
O trabalho pedagógico desse componente visa promover uma aprendizagem significativa 
através do diálogo constante, evitando a sobreposição do saber escolar sobre o saber da 
vivência. O objetivo final é fomentar a práxis, ou seja, o movimento contínuo de 
ação-reflexão-ação, que permite ao estudante realizar uma autorreflexão crítica sobre sua 
realidade para superá-la. Ao transformar o senso comum em saber elaborado e problematizar o 
conhecimento, a SEE MG pretende que o estudante desenvolva a capacidade de reinventar seus 
conhecimentos e aplicá-los em novas situações concretas, potencializando o aprendizado ao 
longo de toda a vida. 
Para o desenvolvimento do componente curricular “Saberes e Vivências” a Secretaria de 
Educação de Minas Gerais elaborou e está disponibilizando à rede, materiais que buscam 
orientar o professor no acompanhamento do trabalho dos estudantes. Para tanto, foram 
produzidos o Documento Orientador Saberes e Vivências EJA EPT - Caderno do Professor, que 
tem como objetivo subsidiar a prática docente acerca das propostas, intenções educativas e 
abordagem de cada atividade, e Saberes e Vivências EJA EPT - Caderno do Estudante, onde o 
estudante tem acesso a todas as atividades a serem realizadas, a partir da seleção e adaptações 
do professor. Além disso, na pasta SABERES E VIVÊNCIAS é possível acessar todas as atividades 
de cada uma das três propostas didáticas sugeridas para o desenvolvimento do componente. 
A partir das definições curriculares acima descritas, esse modelo reafirma-se como uma política 
educacional voltada à valorização das trajetórias dos estudantes da EJA, promovendo formação 
integrada, certificação progressiva e ampliação das possibilidades de inserção no mundo do 
trabalho e de continuidade dos estudos, em consonância com os marcos legais e pedagógicos 
que orientam o Ensino Médio nessa modalidade. 
5. PROJETOS E PARCERIAS 
 
5.1 Trilhas de Futuro nas Escolas 
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) idealizou o Projeto Trilhas de 
Futuro nas Escolas, que consiste na oferta de EPT em escolas estaduais, por meio de parceria 
entre a SEE/MG e instituições públicas e privadas que ofertam Educação Profissional. 
A parceria tem como objetivo ampliar e qualificar a EPT integrada ao Ensino Médio, ofertando 
cursos de maior complexidade em áreas estratégicas para o desenvolvimento econômico do 
10 
https://drive.google.com/file/d/11-bbrvtWUtNXPqMHmXDVcvWn3ZxfNos3/view
https://drive.google.com/file/d/1CGSVO--YjhGR_M6n_f4FUoWa6hfEiYs0/view?usp=drive_link
https://drive.google.com/drive/folders/1rrqt4VmIOKirq_NrmZs1UcxvOJg5QfQz?usp=drive_link
 
estado. O projeto promove a integração curricular da formação geral básica, da formação 
técnica específica, do projeto de vida dos estudantes e das demandas socioeconômicas 
emergentes, favorecendo a transição da escola para o mundo do trabalho. 
Com a implementação do Projeto Trilhas de Futuro nas Escolas, a SEE/MG busca fortalecer e 
valorizar o Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI), vinculado ao itinerário formativo da 
formação técnica e profissional. A iniciativa coloca o estudante e seu projeto de vida no centro 
do processo pedagógico, contribuindo para sua formação pessoal e a inserção qualificada no 
mercado de trabalho. 
Além disso, o projeto colabora para o cumprimento das Metas 6 e 11 do Plano Nacional de 
Educação (PNE), que preveem, respectivamente, a ampliação das matrículas em tempo integral 
e a triplicação das matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a 
qualidade da oferta. 
As diretrizes do projeto constam em documento específico, disponível no Documento 
Orientador Trilhas de Futuro nas Escolas. 
 
5.2 Curso Técnico em Administração - Núcleo de Empreendedorismo 
Juvenil (NEJ) - Parceria SEBRAE 
 
O curso Técnico em Administração - Núcleo de Empreendedorismo Juvenil (NEJ - Núcleo de 
Empreendedorismo Juvenil), em parceria entre SEBRAE/MG e SEE/MG, reflete o compromisso 
com a formação de jovens protagonistas, com capacidade para enfrentar e superar os desafios 
que lhe apresentam nas esferas profissional, pessoal e social, ofertando a formação de um 
sujeito empreendedor, ético e consciente de sua responsabilidade social, capaz de reconhecer 
suas habilidades para transformar sua vida e impactar positivamente o seu entorno. 
A proposta da parceria, tem como objetivo a Cessão, em caráter de não exclusividade, do direito 
de uso da marca e da metodologia de ensino Escola do Sebrae® NEJ - Núcleo de 
Empreendedorismo Juvenil - Curso Técnico em Administração – Eixo Tecnológico Gestão e 
Negócios, de titularidade do SEBRAE-MG, para implementação nas escolas estaduais de Ensino 
Médio e Técnico, definidas pela Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais. 
O curso Técnico em Administração Núcleo de Empreendedorismo Juvenil - NEJ, conta com uma 
metodologia própria que integra teoria e prática. A metodologia é projetada para engajar os 
estudantes em atividades práticas que simulam o ambiente real de negócios, permitindo uma 
compreensão aprofundada dos conceitos de administração e empreendedorismo. 
11 
 
Com o objetivo de assegurar a correta implementação da metodologia NEJ no curso Técnico em 
Administração – NEJ, destaca-se a importância e a obrigatoriedade da participação nas 
formações ofertadas pelo Sebrae/MG. Essas formações serão realizadas pelos(as) professores(as) 
dos componentes curriculares do curso, pelo Professor(a)-Coordenador(a) de Educação 
Profissional e pelo(a) Especialista em Educação Básica do turno noturno, ou, alternativamente, 
pelo Vice-Diretor(a) do Noturno, Diretor(a) ou Secretário(a) Escolar, desde que se trate de 
profissional apto a acompanhar, com domínio da metodologia, todo o percurso formativo do 
curso Técnico. 
 
5.2.1. Das Competências 
 
Superintendência Regional de Ensino de Minas Gerais: 
a) Divulgar as formações oferecidas pelo SEBRAE/MG para as escolas da sua região, 
incentivando e acompanhando a participação dos profissionais. Isso pode envolver a promoção 
de eventos de divulgação, o envio de comunicados e o acompanhamento da presença dos 
profissionais nas capacitações; 
b) coletar comentários e considerações dos profissionais participantes das formações e 
fornecer à SEE/MG e ao SEBRAE/MG informações relevantes sobre o desenvolvimento e a 
eficácia das capacitações. 
Gestores(as) Escolares: 
a) É responsabilidade da escola garantir a participação dos professores, 
Professor-Coordenador de Educação Profissional, especialistas ou demais profissionais nas 
formações oferecidas pelo SEBRAE/MG. Isso envolve incentivar e motivar os profissionais a 
participarem das atividades programadas, reconhecendo a importância da capacitação para o 
desenvolvimento educacional; 
b) Após as formações, a escola deve orientar os profissionais a aplicarem os conhecimentos 
e metodologias aprendidos em suas práticas pedagógicas. Isso pode incluir a incorporação das 
abordagens do SEBRAE/MG ao currículo escolar, a adaptação de materiais didáticos e a 
realização de atividades práticas relacionadas ao curso técnico; 
c) A escola deve também colaborar com o monitoramento e avaliação do impacto das 
formações, fornecendo feedbacks e informações relevantes sobre a aplicação das metodologias 
do SEBRAE/MG na prática educacional. Essa colaboração é fundamental para garantir a eficácia 
das capacitaçõese o alcance dos objetivos educacionais estabelecidos. 
Especialista, Professor(a)-Coordenador(a) de Educação Profissional e Professores(as): 
12 
 
a) É fundamental que o(a) especialista ou profissional que acompanhará o curso em todo 
seu percurso, o(a) professor(a)-coordenador(a) de educação profissional e os professores(as) 
compareçam e participem ativamente das formações oferecidas pelo SEBRAE/MG. Isso 
contribui para o desenvolvimento de suas competências e habilidades no ensino de 
empreendedorismo, bem como para a integração das abordagens do SEBRAE/MG ao contexto 
escolar; 
b) Após as formações, esses profissionais devem aplicar os conhecimentos adquiridos em 
suas práticas pedagógicas, adaptando e incorporando as metodologias do SEBRAE/MG ao 
planejamento e execução das atividades curriculares. Essa aplicação prática é essencial para 
maximizar o impacto das capacitações e promover uma educação de qualidade; 
c) O especialista, o professor(a)-coordenador(a) de educação profissional e os(as) 
professores(as) devem colaborar ativamente com as equipes escolares e com os demais 
profissionais envolvidos no projeto NEJ, compartilhando experiências, ideias e contribuindo para 
o alcance dos objetivos educacionais estabelecidos. Essa colaboração é essencial para o sucesso 
do projeto e para a promoção de uma cultura empreendedora nas escolas. 
 
 
 
 
6. DOCUMENTOS PEDAGÓGICOS 
O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos é o eixo balizador para elaboração dos documentos 
pedagógicos. Ele disciplina a oferta de cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, 
orientando e informando as instituições de ensino, os estudantes, as empresas e a sociedade 
em geral. Seu conteúdo é atualizado periodicamente pelo Ministério da Educação para 
contemplar novas demandas socioeducacionais. 
Os documentos curriculares de cada curso técnico e cursos de Formação Inicial e Continuada - 
FIC são elaborados pelas Equipes Pedagógicas da Diretoria de Educação Profissional e do 
Programa Pronatec, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação, com a participação de 
professores da Rede estadual e de profissionais que atuam no setor produtivo. Eles são 
compostos pelos componentes curriculares considerados necessários à formação profissional e 
ao perfil de egressos almejados. 
Os Planos de Curso e os Projetos Pedagógicos possuem o objetivo de referenciar os saberes a 
serem alcançados, as metodologias, os procedimentos e as técnicas a serem utilizadas no 
processo de ensino-aprendizagem concernentes às unidades escolares. Estes Documentos 
Pedagógicos trazem as matrizes curriculares e ementas organizadas conforme as 
singularidades de cada uma das ofertas, seus respectivos componentes curriculares e cargas 
horárias, conforme diretrizes e normas vigentes da SEE/MG, e estão disponíveis no site da 
Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, na área destinada à Educação Profissional. 
13 
https://cnct.mec.gov.br/
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1YYjtXrTj5gJjDPlN5BV9seW8QBmvrsFh
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1YYjtXrTj5gJjDPlN5BV9seW8QBmvrsFh
 
Importante ressaltar que as Superintendências Regionais de Ensino - SRE ou as escolas não 
poderão realizar quaisquer alterações nos planos de curso, projetos pedagógicos ou matrizes 
curriculares. As singularidades referentes a cada território e escola devem ser contempladas no 
desenvolvimento das metodologias e estratégias de ensino aprendizagem. 
6.1. Práticas Pedagógicas 
 
A Secretaria de Estado de Educação, considerando a rapidez e a complexidade das 
transformações nas relações socioprodutivas, orienta que os cursos e programas de formação 
profissional estejam alinhados às demandas contemporâneas do mundo do trabalho. Em 
articulação com as Superintendências Regionais de Ensino e com os profissionais das unidades 
escolares, a Secretaria atua no aprimoramento contínuo do percurso formativo dos estudantes 
da Rede Estadual. Nesse contexto, destaca-se a proposta pedagógica do eixo curricular 
“Letramentos Transversais”, já integrante da matriz curricular de alguns cursos ofertados na 
modalidade concomitante/subsequente, como diretriz fundamental para a promoção da 
interdisciplinaridade, assegurando a articulação entre os componentes dos letramentos 
transversais e os componentes específicos de cada curso técnico ofertado nessa modalidade. 
Esse eixo retoma e fortalece os conhecimentos estruturantes, pois aborda temas essenciais nos 
diversos contextos do mundo do trabalho, como sustentabilidade, saúde, segurança, bem viver, 
ética, inovação e empreendedorismo social. A recomendação é que os 
Professores-Coordenadores de Educação Profissional estejam plenamente informados sobre 
essa proposta e a compartilhem com os docentes envolvidos na oferta de cursos técnicos da 
Rede Estadual. Isso possibilitará a abordagem orgânica e interdisciplinar dos componentes 
curriculares dos letramentos transversais com os componentes de cada curso técnico. Assim, 
asseguramos um percurso formativo que leva em consideração as nuances do mundo 
profissional. 
No Catálogo Pedagógico, é possível consultar os objetivos gerais e específicos, juntamente com 
a bibliografia básica de cada componente curricular. Essa ferramenta visa proporcionar suporte 
aos docentes na integração desses elementos, facilitando a compreensão e implementação dos 
conteúdos. 
Para obter informações mais detalhadas sobre esse eixo curricular inovador, recomendamos a 
consulta ao Catálogo pedagógico: 
14 
 
 
 
6.2 Cartilha de Cursos Técnicos 
A Secretaria Estadual de Educação elaborou uma Cartilha de Cursos Técnicos que reúne 
informações abrangentes sobre os conteúdos programáticos, as formas de ingresso e as 
possíveis áreas de atuação profissional. Essa iniciativa tem como objetivo oferecer aos 
estudantes uma ferramenta informativa que os apoie na tomada de decisões mais conscientes, 
auxiliando na escolha do curso que melhor corresponda às suas expectativas, interesses e 
objetivos de carreira. 
Dessa forma, é fundamental que as escolas disponibilizem esse material aos estudantes e à 
comunidade, promovendo um acesso mais amplo às informações. 
Para obter informações mais detalhadas sobre a cartilha acesse no ícone abaixo: 
 
 
7. ORGANIZAÇÃO E REGISTRO DE TURMAS 
As Superintendências Regionais de Ensino e as escolas deverão realizar todos os procedimentos 
necessários para os devidos registros no Sistema Nacional de Informações da Educação 
Profissional Técnica de Nível Médio (SISTEC), bem como no Sistema Mineiro de Administração 
Escolar (SIMADE). 
A composição das turmas é determinada a partir de critérios pedagógicos com a finalidade de 
favorecer a aprendizagem dos estudantes e otimizar os recursos disponíveis e poderá ser 
organizada em: 
I. Concomitante: Composta exclusivamente por estudantes do Ensino Médio da Rede Pública 
Estadual, inclusive da educação de jovens, adultos e idosos; 
15 
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1bGzrsGxJTSXn_GUArMpzh_pZ7IvSrXbh
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/17nQGghlyvtfiVcRqeqxbv3RQJYTVkF2E
 
II. Concomitante Intercomplementar: Composta exclusivamente por estudantes do Ensino 
Médio da Rede Pública Estadual, desenvolvida simultaneamente por distintas instituições ou 
redes de ensino, mas integrada no conteúdo, mediante a ação de convênio ou acordo de 
Intercomplementaridade, para a execução de projeto pedagógico unificado; 
III. Integrada: Composta exclusivamente por estudantes do Ensino Médio da Rede Pública 
Estadual, com matrícula única. 
IV. Subsequente: Composta exclusivamente por jovens, adultos e idosos que já concluíram o 
Ensino Médio, em qualquer rede de ensino; 
V. Mista: Composta por estudantes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual, e estudantes 
concluintes do Ensino Médio de qualquer rede de ensino. 
A enturmação e os respectivos critérios deverãoobservar o disposto nos normativos vigentes, 
sendo os parâmetros e autorizações definidos pela Diretoria de Gestão e Atendimento Escolar 
(DGAE). 
7.1. Enturmação no SIMADE 
A escola deve regularizar, no início de cada semestre letivo, todos os registros das turmas e dos 
estudantes no SIMADE, conforme orientações e normatizações emitidas pela Superintendência 
de Organização Escolar e Informações Educacionais - SOE. As atividades escolares das novas 
turmas para 2026, devem iniciar em alinhamento com a SEE, com referência na Resolução Nº 
5.222/2025 e Calendário Letivo 2026, normatizados pela SEE/MG. 
7.2. Cadastro no SISTEC - Sistema Nacional de Informações da 
Educação Profissional Técnica de Nível Médio 
 
O Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, instituído 
pela Resolução CNE/CEB nº 03, de 2009, é um sistema de registro, divulgação de dados e de 
validação de diplomas de cursos de nível médio da educação profissional e tecnológica 
instituído e implantado pelo Ministério da Educação (MEC). Ele abarca informações da 
educação profissional e da formação inicial e continuada ou qualificação profissional, em todas 
as suas formas e modalidades de ensino, incluindo a certificação profissional decorrente de 
processos de reconhecimento formal de saberes, de conhecimentos e de competências 
profissionais. 
São objetivos do SISTEC, conforme artigo 2º da Portaria MEC nº 31/2022: 
a) organizar e divulgar informações sobre as instituições e/ou unidades escolares, as 
matrículas, os certificados e os diplomas dos cursos de educação profissional técnica de nível 
médio; 
b) gerar indicadores dos dados dos cursos de educação profissional técnica de nível médio; 
16 
https://www.educacao.mg.gov.br/documentos-legislacao/resolucao-see-n-o-5222-2025/
https://www.educacao.mg.gov.br/documentos-legislacao/resolucao-see-n-o-5222-2025/
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Calendario-Escolar-Organizacao-Anual-2026-4.pdf
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb003_09.pdf
 
c) servir de base para a regulação, a supervisão e a avaliação dos cursos de educação 
profissional técnica de nível médio e das instituições e/ou unidades de ensino, no âmbito do 
Sistema Federal de Ensino e nos demais sistemas de ensino, em regime de colaboração; 
d) possibilitar o acompanhamento de programas e de políticas públicas da educação 
profissional técnica de nível médio; 
e) disponibilizar para a sociedade informações sobre a ofertas de cursos de educação 
profissional técnica de nível médio. 
ATENÇÃO: O prazo para cadastrar o ciclo de matrícula vai até o dia 25 do mês seguinte à data 
de início das aulas. Por exemplo, se as aulas começarem em fevereiro de 2026, 
independentemente do dia deste mês, tal ciclo pode ser cadastrado até o dia 25 de março de 
2026. Todas as orientações e o passo-a-passo para as ações citadas acima estão disponibilizadas 
no Manual do SISTEC, no item B “Primeiros Passos do Sistema” (páginas 17 a 48). 
7.3. Ciclo de Matrícula Extemporâneo 
Caso a Unidade de Ensino tente cadastrar o Ciclo de Matrícula fora do prazo estabelecido, o 
SISTEC emitirá a seguinte mensagem: Não é possível cadastrar Ciclo de Matrícula para Período 
em status Consolidado. 
Para realizar o cadastro de dados no SISTEC (ciclos de matrículas) fora do prazo, é necessário 
solicitar abertura extemporânea, por meio Fale com o MEC: 
Selecionar item: 11 - SETEC - Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica; 
Selecionar Assunto: SISTEC; 
Selecionar Serviço: Como solicitar matrícula extemporânea no SISTEC; 
Ler as Orientações e preencher corretamente o requerimento, que deverá ser assinado pelo 
gestor(a) escolar responsável, junto ao ato autorizativo (Portaria em PDF) do curso técnico e 
enviar à SETEC no Fale com o MEC. 
Importante: no requerimento é necessário informar a quantidade de estudantes e o(s) 
período(s) (mês e ano que o curso iniciou) desejado(s) para inserção e/ou modificação no 
sistema. 
A senha utilizada no Fale com o MEC não é a mesma do SISTEC, assim para quem ainda não 
possui cadastro no Sistema é necessário criar Login e Senha na opção CADASTRO. 
*O conceito de ciclo de matrícula refere-se à oferta de cursos e não de turmas. Os estudantes 
de diferentes turmas que iniciam um curso de mesma certificação e mesma carga horária, 
numa mesma data, podem pertencer a um mesmo ciclo de matrícula. O ciclo de matrícula 
representa uma visão relativa a dois momentos do estudante no curso: sua entrada (situação 
17 
https://www.gov.br/mec/pt-br/media/seb-1/pdf/MANUAL_SISTEC.pdf
https://mecsp.metasix.solutions/portal
https://docs.google.com/document/d/1w4RKeB9LmZoucnwsq3KAmrb5Qv4iRDnf/edit#heading=h.gjdgxs
https://mecsp.metasix.solutions/portal
 
inicial) e a sua saída do curso (situação final). Esta última pode ser por conclusão, 
desligamento, evasão ou transferência. 
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), possui o perfil de Órgão 
Validador junto ao MEC para: 
Solicitar troca de gestor responsável, gerar código de acesso para cadastrar unidade de ensino, 
validar pré cadastro de Instituição e validar pré cadastro de curso. 
Assim, todas as solicitações operacionais no SISTEC, para as escolas da rede pública deverão ser 
encaminhadas para o seguinte e-mail: spp.sistec@educacao.mg.gov.br. 
Todas as solicitações operacionais no SISTEC, para as escolas da rede privada deverão ser 
encaminhadas para o seguinte e-mail: cee.supor@educacao.mg.gov.br. 
Orientamos que, antes de solicitar código de acesso para escolas não cadastradas no SISTEC é 
necessário verificar na consulta pública das unidades de ensino se a mesma já possui cadastro 
ou não. 
 Para solicitar Código de acesso para escolas não cadastradas no SISTEC informar: 
● SRE 
● Município 
● Escola 
● Diretor 
● CPF do diretor 
Para outras solicitações informar: 
● SRE 
● Município 
● Escola 
● CPF do diretor ( para solicitar troca de gestor) 
● Código SISTEC da Escola (não é o código INEP) 
● Curso (se for o caso) 
A atualização de ato autorizativo vencido (Portaria) de cursos técnicos de unidades de ensino da 
rede pública no Sistec é feita pela SEE/MG. 
OBS.: Nos casos em que a escola já possui uma Portaria de curso cadastrada no SISTEC na 
modalidade concomitante/subsequente e pretende ofertar o mesmo curso na modalidade 
integrada, ou vice-versa, será necessário enviar os documentos listados abaixo. 
18 
mailto:spp.sistec@educacao.mg.gov.br
mailto:cee.supor@educacao.mg.gov.br
 
Para que a atualização seja feita, é necessário o envio da planilha devidamente preenchida em 
todos os campos e da cópia da Portaria a ser inserida no Sistec em formato PDF e com tamanho 
máximo de 2MB. 
Para baixar a planilha, CLIQUE AQUI 
 
8. ORIENTAÇÕES PARA ANÁLISE DOS CURSOS 
 
Para avaliar se a oferta de um curso técnico deve ser mantida, ajustada ou descontinuada, é 
essencial adotar uma visão integrada que busque, idealmente, atingir o equilíbrio entre três 
pilares fundamentais: o que pode ser ofertado, o que o setor produtivo demanda e o que os 
estudantes procuram: 
 
¹ Complexidade de Implantação 
Categorização disponibilizada pelo Observatório da EPT para os cursos do CNCT, considerando o número 
de requisitos de infraestrutura mínima e o grau de especificidade da infraestrutura, que classifica os cursos 
em Baixa, Média, Alta e Altíssima complexidades de implementação. Para aprofundamento, acesse: Estudo 
Observatório da EPT 
² Guia de Oferta de Cursos Técnicos 
 
É de responsabilidade das escolas ofertantes dos cursos de Educação Profissional: 
19 
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1XiINGxnL56NfpupSWvKQWuE1KFHvzblp/edit?gid=1863320688#gid=1863320688
https://observatorioept.org.br/ferramentas/categorizacao-de-cursos/cursos/entenda-a-classificacao
https://observatorioept.org.br/ferramentas/categorizacao-de-cursos/cursos/entenda-a-classificacao1) Proceder à divulgação da oferta dos cursos perante a comunidade escolar; 
2) Acompanhar a emissão de Portarias e providenciar os devidos registros no Sistema Nacional 
de Informações da Educação Profissional Técnica de Nível Médio (SISTEC), bem como no 
Sistema Mineiro de Administração Escolar (SIMADE), para dar início às atividades das turmas e 
cursos autorizados. 
Havendo desistência de estudantes depois de iniciadas as atividades escolares, a escola poderá 
preencher essas vagas, desde que a atividade se dê antes do prazo final do ciclo de matrículas. 
Neste e em outros casos é imprescindível planejar e realizar a recomposição das aprendizagens 
não vivenciadas pelos estudantes que ingressam no curso após o início de suas atividades 
formativas. O Professor-Coordenador de Educação Profissional é responsável por articular e 
implementar as ações de recuperação e recomposição de aprendizagem. 
8.1. Oferta de Turmas em Continuidade 
A Escola e o Serviço de Inspeção da SRE devem manter atualizados os registros dos estudantes 
no SIMADE e SISTEC. 
Na ocorrência de evasão, com vistas a respeitar o quantitativo mínimo para composição das 
turmas, deverá ser verificada a possibilidade de fusão dessas turmas, observando-se os critérios 
pedagógicos, bem como a finalidade de favorecer a aprendizagem dos estudantes e otimizar os 
recursos disponíveis. 
9. CALENDÁRIO ESCOLAR 
As atividades escolares das turmas de cursos técnicos autorizadas para o ano de 2026 devem 
ser iniciadas, obrigatoriamente, em alinhamento com o calendário letivo normatizado pela 
Resolução SEE Nº 5.222 que estabelece para a Rede Pública Estadual de Ensino de Educação 
Básica os procedimentos de ensino, diretrizes administrativas e pedagógicas do Calendário 
Escolar do ano de 2026. Ressalta-se, portanto, que as turmas com organização semestral 
(Concomitante/Subsequente e EJA Profissional) devem planejar e realizar as atividades 
pedagógicas distribuídas entre os trimestres. 
As turmas do EMTI Profissional e Ensino Médio Parcial Profissional também devem desenvolver 
suas atividades em alinhamento com a Resolução SEE Nº 5.222, cujo calendário letivo da 
SEE/MG, está alinhado em formato anual, compreendendo as atividades pedagógicas 
organizadas em 3 trimestres. As informações sobre esta oferta devem ser verificadas no 
Documento Orientador de Educação de Ensino Médio Integral. 
Lembramos por fim que, de acordo com a Lei no 14.139, de 16 de abril de 2021, o dia 23 de 
setembro ficou instituído como o Dia Nacional da Educação Profissional Tecnológica. Sugerimos 
que as escolas se organizem para estruturar momentos e atividades diferenciados voltadas a 
discussões e aprofundamentos sobre temáticas transversais referentes ao mundo do trabalho. 
20 
https://www.educacao.mg.gov.br/documentos-legislacao/resolucao-see-n-o-5222-2025/
https://www.educacao.mg.gov.br/documentos-legislacao/resolucao-see-n-o-5222-2025/
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14139.htm
 
 
10. RECURSOS HUMANOS 
Os critérios e procedimentos para inscrição, classificação e convocação de candidatos para o 
exercício de função pública de Professor de Educação Básica, nas escolas da Rede Estadual de 
Ensino que ofertam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, estão definidos na 
Resolução SEE nº 5.210/2025. 
Assim, as dúvidas relativas ao processo de convocação deverão ser esclarecidas junto à equipe 
da Diretoria de Gestão de Pessoal do Sistema Educacional (DGEP), por meio do e-mail 
dgep.gab@educacao.mg.gov.br . 
As competências profissionais previstas nos Planos de Curso deverão ser consideradas para a 
definição dos planos de trabalho e para o acompanhamento do desempenho dos professores. 
 
10.1. Coordenação e Supervisão Pedagógica das Atividades da 
Educação Profissional 
 
10.1.1. Concomitante/Subsequente 
Para o acompanhamento dos cursos técnicos ofertados, à exceção do Técnico em Enfermagem 
(vide Item 9.3, letra b), a escola terá 01 (um) PROFESSOR COORDENADOR DE EDUCAÇÃO 
PROFISSIONAL que assumirá as funções de Coordenador do eixo tecnológico e também 
Coordenador de Estágio Curricular não obrigatório. 
A seleção do PROFESSOR COORDENADOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL deverá seguir os 
critérios de avaliação das competências necessárias para o exercício da função, tais como: 
● Organizar e gerenciar programas de ensino, planos de aula e situações de 
aprendizagem, considerando os perfis profissionais a serem formados; 
● Gerenciar os resultados pedagógicos acompanhando a trajetória dos estudantes 
garantindo o processo de ensino-aprendizagem; 
● Envolver os estudantes e os professores nos processos de construção do conhecimento, 
suscitando o desejo de aprender e favorecendo a estruturação de um projeto de vida; 
● Conduzir o processo de ensino em sinergia e integração com os demais profissionais da 
escola e integrantes da comunidade escolar; 
● Investigar a realidade para novas descobertas e construções, conduzindo os estudantes 
à investigação e à inventividade no campo profissional e social; 
21 
https://www.educacao.mg.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/SEI_127359887_Resolucao_N__5.210_2025.pdf
mailto:dgep.gab@educacao.mg.gov.br
 
● Identificar as demandas da sociedade contemporânea relativas ao mundo do trabalho 
quanto a conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e emoções, de modo a garantir o 
desenvolvimento do conjunto de competências necessárias para a inserção no mundo 
do trabalho; 
● Promover o uso das novas tecnologias de informação e comunicação - TIC para 
fortalecer o processo de ensino-aprendizagem; 
● Acompanhar regularmente a frequência e aprendizagem dos estudantes, juntamente 
com a Especialista para identificação de possíveis intervenções e providências cabíveis. 
A seleção do PROFESSOR COORDENADOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL deverá ser feita por 
comissão composta pelo diretor escolar e por demais representantes das equipes gestora e 
pedagógica, e o seu ato deverá ser registrado em ata, analisado e validado pelo Serviço de 
Inspeção. 
O PROFESSOR COORDENADOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL fará jus ao acréscimo de 
horas/aulas, conforme apresentado a seguir: 
 
QUANTIDADES DE TURMAS QUANTIDADE DE HORAS/AULA 
01 turma 04 horas/aula 
02 turmas 08 horas/ aula 
03 turmas 12 horas/aula 
04 turmas ou mais 16 horas/aula 
Tabela I 
 
 
● São atribuições do Professor Coordenador de Educação Profissional: 
● Acompanhar os lançamentos referentes ao cadastramento e atualização das turmas e 
estudantes no SISTEC; 
● Planejar/programar e executar juntamente com os professores as atividades 
relacionadas à prática de formação a serem vivenciadas pelos estudantes no semestre 
letivo: oficinas, visitas técnicas, seminários, palestras, workshops e outras; 
● Organizar juntamente com os Especialistas, professores e a Direção da Escola ações de 
Intervenção Pedagógica, voltadas a garantir diferentes oportunidades de aprendizagem 
e continuidade de um percurso escolar com sucesso; 
● Auxiliar o(a) Diretor(a) da Escola na gestão e no monitoramento das ações do curso; 
● Orientar os professores e estudantes sobre as normas e procedimentos relativos aos 
cursos técnicos; 
● Monitorar a frequência e planejar, juntamente com o Especialista e Direção da Escola, 
ações que promovam o acolhimento e o engajamento dos estudantes, de modo a evitar 
a evasão; 
22 
 
● Acompanhar a efetivação do Plano de Curso garantindo a estruturação de um percurso 
formativo significativo, alinhado ao perfil de egresso e as demandas do mundo do 
trabalho; 
● Em conjunto com os professores e o Especialista, propor ações, projetos, elaborar 
normas e atividades do curso; 
● Apoiar e acompanhar a realização das atividades de estágio não obrigatório. 
 
a) Professor Coordenador de Educação Profissional: Técnico em Enfermagem 
Para o curso Técnico em Enfermagema escola terá 01 (um) professor que atuará na 
coordenação do curso. A seleção do PROFESSOR COORDENADOR DE EDUCAÇÃO 
PROFISSIONAL: Técnico em Enfermagem, deverá ser feita por comissão composta pelo diretor 
escolar e por demais representantes das equipes gestora e pedagógica. O ato deverá ser 
registrado em ata, analisado e validado pelo Serviço de Inspeção Escolar . 
O Professor Coordenador de Educação Profissional: Técnico em Enfermagem fará jus ao 
acréscimo de horas/aula, conforme apresentado a seguir: 
 
São Atribuições do Professor Coordenador de Educação Profissional: Técnico em Enfermagem: 
● Acompanhar os lançamentos referentes ao cadastramento e atualização das turmas e 
estudantes no SISTEC; 
● Planejar, programar e executar juntamente com os professores as atividades 
relacionadas à prática de formação a serem vivenciadas pelos estudantes no semestre 
letivo: oficinas, visitas técnicas, seminários, palestras, workshops e outras; 
● Organizar juntamente com os professores e a Direção da Escola o Plano de Intervenção 
Pedagógica a ser ofertado aos estudantes que apresentarem baixo rendimento escolar, 
garantindo-lhes diferentes oportunidades de aprendizagem e continuidade de um 
percurso escolar com excelência; 
● Auxiliar o(a) Diretor(a) da Escola na gestão e no monitoramento das ações do curso; 
● Orientar os professores e estudantes sobre as normas e procedimentos relativos aos 
cursos técnicos, acompanhando as diretrizes e normativas do COREN-MG e COFEN e 
zelando pelo seu cumprimento; 
● Monitorar a frequência e planejar, juntamente com o especialista e Direção da Escola, 
ações que promovam o acolhimento e o engajamento dos estudantes, de modo a evitar 
a evasão; 
● Acompanhar a efetivação do Plano de Curso garantindo a estruturação de um percurso 
formativo significativo, alinhado ao perfil de egresso e as demandas do mundo do 
trabalho; 
● Em conjunto com os professores e o especialista da escola, propor ações, projetos, 
elaborar normas e atividades do curso. 
23 
 
b) Professor Coordenador de Estágio Obrigatório do Curso Técnico em Enfermagem 
O Professor Coordenador de Estágio Obrigatório do curso Técnico em Enfermagem terá um 
acréscimo de 12 (doze) horas-aula semanais em sua carga horária, conforme apresentado a 
seguir: 
 
 
 Tabela III 
● O Diretor escolar deverá escolher o Coordenador de Estágio dentre os professores 
graduados em Enfermagem, com o devido registro no Conselho Regional de 
Enfermagem - COREN. O Professor Coordenador de Estágio Obrigatório do curso 
Técnico em Enfermagem acompanhará as turmas em andamento, nos módulos 
curriculares de estágio obrigatório. O quantitativo de estudantes para cada professor de 
estágio está descrito na tabela III. 
● São atribuições do Professor Coordenador de Estágio Obrigatório do Curso Técnico em 
Enfermagem: 
● Em conjunto com os professores, professor-coordenador de curso e especialista da 
escola, elaborar e zelar pelo cumprimento de normas, orientações e atividades de 
estágio; 
● Buscar parceria junto às Instituições Públicas e Privadas visando à abertura de vagas 
para o estágio, observando as normas vigentes da SEE; 
● Firmar, em conjunto com a Direção da Escola, os Termos de Compromisso de Estágio 
junto às Instituições ofertantes do estágio, em conformidade com o disposto na Lei nº 
11.788/2008 e as normas vigentes da SEE; 
● Coordenar e acompanhar a execução do Plano de Estágio; 
● Elaborar e definir, junto ao Supervisor de Estágio na instituição concedente do estágio, o 
cronograma de distribuição de estudantes nos campos de estágios; 
● Elaborar o Plano de Estágio e o cronograma das atividades, delimitando o que pode ser 
desenvolvido pelos estudantes, apresentá-lo à concedente do estágio e acompanhar a 
sua execução; 
● Manter permanente contato com o Supervisor responsável pelo estágio procurando 
dinamizar e aperfeiçoar as condições de funcionamento do estágio; 
24 
QUANTITATIVO DE ESTUDANTES QUANTITATIVO DE PROFESSORES COORDENADORES 
Até 80 estudantes 1 Professor Coordenador 
De 81 a 160 estudantes 2 Professores Coordenadores 
De 161 a 320 estudantes 3 Professores Coordenadores 
Acima de 321 estudantes 4 Professores Coordenadores 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm
 
● Em conjunto com os supervisores de Estágio das instituições concedentes, assegurar as 
condições referidas (frequência, pré-requisitos e avaliações) dos estudantes para o 
cumprimento do estágio curricular; 
● Promover reuniões com as instituições de campo de estágio buscando estruturar um 
trabalho alinhado e coeso; 
● Acompanhar o estagiário, durante a realização de seu estágio, observando e zelando por 
sua: assiduidade, responsabilidade, e seu compromisso e desempenho pedagógico; 
● Organizar e manter atualizados os registros dos estagiários, bem como das atividades 
realizadas durante os estágios e mantê-los arquivados em local adequado; 
● Orientar os estagiários quanto à prevenção de acidentes; 
● Orientar os estudantes quanto às normas inerentes aos estágios; 
● Orientar os estagiários quanto à importância de articulação dos conteúdos aprendidos 
com a prática pedagógica de estágio; 
● Orientar os estagiários na elaboração do Plano Individual de Estágio, relatórios e demais 
atividades pertinentes; 
● Orientar os estagiários quanto às condições de realização do estágio, ao local, 
procedimentos, ética, responsabilidade, comprometimento, dentre outros; 
● Analisar as atividades desenvolvidas pelos estudantes de forma contínua, orientando-os 
quando necessário; 
● Coordenar e participar de reuniões de avaliação do Estágio e/ou prática profissional; 
● Elaborar, sempre que necessário, instrumento para o monitoramento e 
acompanhamento dos estágios; 
● Providenciar credencial de apresentação do estagiário para ingresso nas empresas; 
● Informar e orientar a instituição concedente quanto à Legislação e Normas de estágio; 
● Realizar a avaliação final dos estudantes estagiários e das atividades desenvolvidas; 
● Colaborar para manter um ambiente agradável e ético com equipes multiprofissionais e 
demais funcionários dos locais de estágios de cada Instituição; 
● Zelar e colaborar pela manutenção e aperfeiçoamento do campo de estágio; 
● Promover encontros periódicos para a avaliação das atividades dos estagiários, 
encaminhando, ao final de cada módulo, à Coordenação do Curso, as fichas de 
acompanhamento das atividades, avaliação e frequências. 
c) Professor Supervisor de Estágio do curso Técnico em Enfermagem 
As escolas terão direito a 01 (um) Professor(a)/Supervisor(a) de Estágio (Enfermeiro(a), com o 
devido registro no Conselho Regional de Enfermagem - COREN) para acompanhar grupos de 
até 10 (dez) estudantes, com convocação temporária de 24 horas/aula, devendo cumprir sua 
jornada do seguinte modo: 
a) 04 horas diárias, de segunda à sexta-feira, na Unidade de Saúde ou Hospital; 
25 
 
b) Demais horas semanais em atividades a serem definidas pela Escola. 
Obs.: É de responsabilidade do estudante cumprir integralmente as atividades e a carga horária 
destinada ao estágio obrigatório supervisionado, dentro de cada módulo, não sendo permitida 
progressão parcial ou reclassificação neste componente curricular. É necessário a apresentação 
do Termo de ciência e responsabilidade para conclusão e certificação do Curso de Enfermagem. 
 
10.1.2. Ensino Médio em Tempo Integral Profissional 
Para o acompanhamento dos cursos técnicos ofertados no Ensino Médio em Tempo Integral, a 
escola terá 01 Professor Coordenador de Educação Profissional por eixo tecnológico, conforme 
Resolução SEE Nº5210, de 13 de Novembro de 2025. Esse Coordenador precisa ser um professor 
que lecione pelo menos um componente

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