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1. Módulo - Estrutura da SEEDF A estrutura da SEEDF é formada por onze Unidades Orgânicas. O foco do estudo desta semana inicial será as Subsecretarias, principalmente da Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB e da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral – SUBIN. A seguir, você irá encontrar informações sobre cada Subsecretaria , e falaremos também um pouco da historia da EAPE, das Coordenações Regionais de Ensino e das Unidades Escolares. Fonte: www.eape.se.df.gov.br Gabinete da Secretaria representado pela professora Hélvia M. Paranaguá Fraga Assessorias Secretaria Executiva Encarregados Setoriais LGPD Ouvidoria Unidade de Controle Interno Unidade de Apoio às Coordenações Regionais de Ensino Corregedoria Conselhos Subsecretarias Coordenações Regionais de Ensino As Subsecretarias contabilizam nove unidades: Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação – SUPLAV Unidade orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada ao/à Secretário(a) de Estado de Educação, compete: definir, elaborar, implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes e orientações relacionadas ao planejamento estratégico, ao acompanhamento e à avaliação, no âmbito da Secretaria e da Rede Pública de Ensino. Falaremos um pouco mais da SUPLAV, no terceiro módulo. Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB Unidade orgânica responsável por implementar políticas, diretrizes específicas e orientações relacionadas ao trabalho pedagógico desenvolvido nas etapas e nas modalidades da Educação Básica, no âmbito da Rede Pública de Ensino. Subsecretaria de Infraestrutura Escolar – SIAE A SIAE tem como atribuições: definir, elaborar, implantar, implementar e acompanhar políticas, diretrizes e orientações relacionadas à infraestrutura da Secretaria (manutenção nas escolas da rede e acompanhamento de obras/construção de prédios próprios da SEEDF). Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral – SUBIN Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir, elaborar, implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes específicas e orientações relacionadas à educação inclusiva e integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação – EAPE Unidade orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada ao Gabinete da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Compete: definir, propor, elaborar, coordenar, implantar e implementar políticas e diretrizes específicas de formação continuada, de letramento científico, e de pesquisa, em consonância com as necessidades da Rede Pública de Ensino e dos demais setores da Secretaria. Atualmente, a EAPE conta com a professora Maria das Graças de Paula Machado como gestora. Subsecretaria de Gestão de Pessoas – SUGEP Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir, elaborar, implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes e orientações relacionadas à gestão e ao desenvolvimento de pessoas. Logo a seguir, apresentamos um documento da SUGEP, uma Cartilha (2019) com as principais orientações para o servidor ingressante ou , para você, professor/a futuro servidor. Documento SUGEP: Cartilha SUGEP Subsecretaria de Administração Geral – SUAG https://cdn.sinprodf.org.br/portal/uploads/2022/01/12181104/CARTILHA_PARA_OS_SERVIDORES_INGRESSANTES__9_.pdf Unidade orgânica de comando e supervisão que compete: supervisionar, acompanhar, avaliar e promover, no âmbito da Secretaria, o controle e a execução das atividades de gestão da administração referentes aos recursos organizacionais, materiais e patrimoniais. Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais – SUAPE Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir e acompanhar políticas, diretrizes e orientações relacionadas ao apoio educacional; elaborar, executar, acompanhar e avaliar a implantação e a implementação de programas suplementares de material didático escolar, de transporte escolar, de serviços terceirizados de vigilância, cocção e limpeza, de alimentação escolar e de assistência à saúde destinados ao estudante da Educação Básica da Rede Pública de Ensino. Subsecretaria de Operações em Tecnologia da Informação e Comunicação – SUBTIC Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: subsidiar, acompanhar e supervisionar a formulação de políticas, diretrizes e orientações relacionadas às Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs. Para saber mais: https://www.educacao.df.gov.br/institucional/ 2. CRE´s e UE´s Coordenações Regionais de ensino - CRE´s Atualmente são 14 Coordenações Regionais de ensino - CRE´s que atuam diretamente no dia a dia das escolas. Ao longo da sua carreira, você estará em contato com a CRE na qual esteja lotado, onde poderá resolver a maioria das suas questões profissionais, além de acompanhar as orientações sobre o trabalho que é desenvolvido pelas Unidades Escolares daquela localidade. A seguir, apresentaremos algumas das funções que competem às Coordenações Regionais de Ensino, de acordo com o Regimento Interno da SEEDF. I – coordenar, orientar, articular e supervisionar, no âmbito de sua área de atuação e junto às unidades escolares – UEs vinculadas, as políticas educacionais, administrativas e de aperfeiçoamento dos profissionais da educação instituídas pela Secretaria; II – cumprir e fazer cumprir a legislação educacional vigente, as normas e orientações instituídas pela Secretaria; III – coordenar e articular o acompanhamento de programas, projetos e ações de caráter pedagógico desenvolvidos no âmbito de sua área de atuação e nas UEs vinculadas; IV – garantir a orientação, o acompanhamento e a supervisão, no âmbito de sua área de atuação e junto às UEs vinculadas, referentes ao planejamento, ao acompanhamento e à https://www.educacao.df.gov.br/institucional/ avaliação educacional, bem como quanto à escrituração escolar, à operacionalização da Estratégia de Matrícula e ao cumprimento do Calendário Escolar; V – garantir a orientação, o acompanhamento e a supervisão, no âmbito de sua área de atuação e junto às UEs vinculadas, relativos às ações administrativas e pedagógicas associadas às tecnologias da informação e comunicação – TICs, bem como aos demais atos normativos e orientações da Secretaria, no âmbito das TICs; VI – coordenar, orientar e supervisionar, no âmbito de sua área de atuação e junto às UEs vinculadas, as ações necessárias à execução dos programas suplementares de material didático, transporte escolar, alimentação escolar e assistência à saúde do estudante; VII – acompanhar e encaminhar, no âmbito de sua área de atuação, as demandas relacionadas à infraestrutura; VIII – coordenar, orientar e supervisionar, no âmbito de sua área de atuação e junto às UEs vinculadas, as ações relativas à segurança e à conservação dos bens patrimoniais, e à solicitação e à distribuição de materiais de consumo e permanente; As Regionais de Ensino são compostas por cinco unidades orgânicas que desempenham funções importantes para a articulação das ações desenvolvidas nas escolas. São elas: UNIPLAT, UNIEB, UNIAE, UNIGEP e UNIAG. Vamos falar um pouco delas. UNIPLAT Começamos pela Unidade Regional de Planejamento Educacional e de Tecnologia na Educação, a UNIPLAT. Essa unidade da CRE é responsável por orientar as escolas quanto à aplicação da legislação educacional e à escrituração escolar para fins de regularização da vida escolar dos estudantes, além de orientar sobre as ações de tecnologias implementadas pela SEEDF. Os profissionais que atuam na UNIPLAT promovem capacitação, principalmente para os/as secretários/as escolares, coordenam a estratégia de matrícula, acompanham o levantamento de dados do Censo Escolar, além de outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação. UNIEB Outra grande unidade que compõe a CRE é a Unidade Regional de Educação Básica, a UNIEB. Ela é responsável por orientar, articular e acompanhar o trabalho pedagógico das unidades escolares, bem como a implementação do ProjetoPolítico Pedagógico e seus programas, projetos e ações. A UNIEB atua, também, na direção da melhoria do desempenho escolar dos estudantes, da redução da defasagem idade/ano e da redução da evasão escolar. Além disso, essa unidade acompanha as ações relativas à Orientação Educacional, às Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem, às Salas de Apoio à Aprendizagem e ao Atendimento Educacional Especializado, além de executar outras atividades que lhe forem atribuídas no âmbito de suas competências. UNIAE A terceira unidade apresentada é a Unidade Regional de Infraestrutura e Apoio Educacional, a UNIAE. Suas principais funções são: executar as ações relativas aos programas suplementares de material didático, transporte escolar, alimentação escolar e assistência à saúde dos estudantes matriculados nas unidades escolares. Suas ações compreendem a elaboração o plano de distribuição de gêneros alimentícios; orientar os responsáveis pela alimentação escolar quanto à manipulação correta dos gêneros alimentícios e à higienização da cozinha, dos seus utensílios e do depósito; orientar os professores e os orientadores educacionais quanto à identificação prévia de déficit visual apresentado pelo estudante; promover palestras e distribuição de kits relacionados à higiene bucal nas UEs; receber e controlar as demandas de transporte escolar das UEs vinculadas destinadas aos estudantes que residem em áreas não atendidas pelo DFTRANS; dentre outras atividades. UNIGEP Outro importante setor que integra a CRE é a Unidade Regional de Gestão de Pessoas, a UNIGEP, que tem como papel principal orientar, executar e controlar as ações referentes à gestão dos servidores das unidades escolares. Dentre várias ações, a UNIGEP acompanha as modulações apresentadas pelas UEs, confere e lança as carências no sistema, realiza procedimentos relativos à contratação de professores substitutos, bem como recebe e confere as folhas de ponto dos professores das escolas da referida CRE. Além disso, essa unidade é responsável por analisar, mensalmente, a prévia de pagamentos, licenças, férias e auxílios dos servidores. É responsável, também, pelo acompanhamento dos servidores recém empossados e recebimento das avaliações do estágio probatório desses servidores para encaminhá-las para publicação no Diário Oficial do Distrito Federal. UNIAG E, para finalizar, a Unidade Regional de Administração Geral, a UNIAG, que controla os bens patrimoniais da CRE e suas unidades escolares adotando medidas de segurança e conservação desses bens, além de proceder à análise da documentação de solicitação de liberação de recursos oriundos de programas de descentralização financeira do Distrito Federal. Dentre outras funções que são atribuídas aos servidores da UNIAG, estão: distribuir material de consumo e permanente nas UEs, bem como controlar estoque de material no almoxarifado; gerenciar, no âmbito da respectiva CRE, a frota de veículos; orientar as UEs quanto à aplicação e à prestação de contas dos recursos financeiros e outras questões orçamentárias relativas. Destacamos, assim, que a CRE está de portas abertas e à disposição para articular as ações que são desenvolvidas na/pela escola e, também, para orientar e contribuir com o/a professor/a em seu trabalho na SEEDF em toda a sua trajetória profissional. A seguir, veremos algumas informações sobre a organização e funcionamento das nossas Unidades Escolas. Unidades Escolas -UE´s Toda Unidade Escolar apresenta sua identidade e o seu modo de existir, a partir dos movimentos dos sujeitos que compõem essa comunidade escolar (pais, professores, funcionários, estudantes, e demais). Nesse sentido, cada escola apresenta uma realidade específica que deve ser reconhecida e valorizada. A partir da Lei de Gestão Democrática que direciona a Organização do Trabalho Pedagógico e que valida a efetivação dos Órgãos Colegiados que fortalecem a identidade de cada escola. Para apresentar as UE's, destacaremos a seguir o Regimento Interno de 2019 da SEEDF, que regulamenta a organização/classificação para o funcionamento das nossas escolas. As unidades escolares da SEEDF são classificadas de acordo com suas características organizacionais de oferta e de atendimento. São elas: Centro de Educação Infantil, Jardim de Infância, Centro de Educação da Primeira Infância Destinados a oferecer, exclusivamente, a Educação Infantil: creche e pré-escola. A Secretaria tem convênio com 123 entidades filantrópicas, confessionais e sem fins lucrativos, sendo 64 delas com atendimento em prédio próprio e 59 Centros de Ensino de Primeira Infância (CEPIs). https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/12/09/jardim-de-infancia-da-114-sul-ganha-premi o-do-sebrae-df/ Escola Classe (EC) Destinada a oferecer os anos iniciais do Ensino Fundamental, podendo, excepcionalmente, oferecer a Educação Infantil: creche e pré-escola; e o 1.º e o 2.º segmento de Educação de Jovens e Adultos, de acordo com as necessidades da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. As Escolas Classes são 299 unidades de ensino em todo Distrito Federal. https://www.aovivodebrasilia.com.br/escolas-no-df-recebem-reparos-para-o-inicio-do-ano-leti vo/ Centro de Ensino Fundamental (CEF) Destinado a oferecer o Ensino Fundamental (1º ao 9º anos) e o 1.º e 2.º segmentos da Educação de Jovens e Adultos, podendo, excepcionalmente, ofertar o 3.º segmento da Educação de Jovens e Adultos. https://www.brasildefatodf.com.br/2022/02/22/escola-de-planaltina-e-a-15-a-se-tornar-militari zada-no-df Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (CAIC) Destinado a oferecer a Educação Infantil: creche e pré-escola e o Ensino Fundamental – anos iniciais. Com 14 unidades. http://meninaspedagogasunip.blogspot.com/2014 Escola Parque Destinada a oferecer atividades complementares e/ou intercomplementares ao currículo. A Secretaria conta com 7 Escolas Parques em regime de contraturno. Centro de Ensino Especial (CEE) Destinado a oferecer atendimento aos estudantes, público alvo da Educação Especial, sob a forma complementar, suplementar ou substitutiva ao ensino regular. Centro de Ensino Especial com 13 unidades e a Educação Precoce com atendimento em 19 unidades escolares. http://psicopedagogiaecia123.blogspot.com/2013/04/ocentro-de-ensino-especial-01-de.html Escola Bilíngue Libras e Português Escrito Localizada em Taguatinga, ela é destinada a oferecer a educação bilíngue em todas as etapas e modalidades da Educação Básica. Em uma área especial, na 912 Sul, vai ser instalada uma nova Escola Bilíngue Libras e Português Escrito do Plano Piloto. https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-basica/2022/03/4991037-escola- bilingue-de-taguatinga-abre-vagas-para-ano-letivo-de-2022.html Centro Educacional (CED) Destinado a oferecer os anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º), o Ensino Médio, a Educação de Jovens e Adultos, bem como o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos Integrados. https://policiamentointeligente.com/noticias/distrito-federal/cidades/fruto-de-pedido-da-comu nidade-o-ced-darcy-ribeiro-do-paranoa/ Centro de Ensino Médio (CEM) Destinado a oferecer o Ensino Médio e/ou o Ensino Médio integrado à Educação Profissional e o 3.º segmento da Educação de Jovens e Adultos e/ou o 3.º segmento da Educação de Jovens e Adultos Integrado. https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/06/21/aberta-a-semana-de-acolhimento-aos-estuda ntes-do-df Centro de Educação de Jovens e Adultos (EJA) Destinado a oferecer, exclusivamente, a Educação de Jovens e Adultos presencial e na modalidade a distância. https://agenciabrasilia.df.gov.br/2019/10/25/matriculas-para-a-eja-podem-ser-feitas-a-partir-d esta-sexta-25 Centro Interescolar de Línguas (CIL) Destinado a oferecer Língua Estrangeira moderna, em caráter de formação complementar aos estudantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, matriculados no Ensino Fundamental, no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos. E ainda oferta vagas semestralmente para a comunidade em geral.Atualmente são 17 unidades, as mais recentes são Paranoá e São Sebastião. https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/08/12/cil-01-de-brasilia-45-anos-tornando-o-brasil iense-poliglota Centro de Educação Profissional (CEP) Destinado a oferecer a Educação Profissional por meio de cursos e programas de formação inicial e continuada e a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, inclui-se aqui a Escola de Música. A educação profissional (combinada Médio e Profissional ) para o ano letivo de 2023 foram disponibilizadas mais de 4 mil vagas para os estudantes. https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-profissional/2021/01/4898340-i nscricoes-para-cursos-das-escolas-tecnicas-da-see-df.html Centro Integrado de Educação Física (CIEF) Destinado a oferecer a Educação Física, por meio de atividades complementares e/ou intercomplementares para as unidades escolares integrantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Uma nova parceria foi celebrada com a a Secretaria de Educação editou a portaria nº 92, publicada no Diário Oficial de 4 de março, que transforma em polo diretamente ligado à Diretoria de Educação Física e Desporto Escolar. Apresentando um novo projeto para os CIEF é a Escola Vocacionada, com o objetivo de proporcionar aos estudantes com predisposição à carreira no mundo do esporte. https://www.bombeirosdf.com.br/2017/08/vinte-e-um-locais-irao-ocorrer-os-jogos.html ***Observamos que a Educação do Campo é uma modalidade e seu funcionamento atende toda a Educação Básica em suas etapas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, assim como as modalidades de educação de jovens, adultos e Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrada com o Ensino Médio. Parágrafo único. Toda unidade escolar poderá oferecer as etapas da Educação Básica e modalidades fora de sua tipologia, em caráter excepcional e provisório, quando autorizada por ato próprio do titular da SEEDF. http://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/07/portaria_92_3mar21_dodf_42_4mar21_33.pdf Fonte:www.agenciabrasilia.df.gov.br/ O CASEB foi a primeira escola de Brasília. Inaugurada em 19 de maio de 1960 pelo então presidente da República Juscelino Kubistchek. Saiba mais clicando aqui em: CASEB 63 anos, uma reportagem da Ascom/SEEDF - 2023. Clique no link e acesse o vídeo: HISTÓRIA DAS ESCOLAS DO DISTRITO FEDERAL 1960 - 2020, uma breve linha do tempo da SEEDF. 2. CRE´s e UE´s 2.1. Equipe gestora e Gestão Democrática Equipe Gestora A equipe gestora é composta por Diretor e Vice-Diretor, Supervisores e Chefe de Secretaria, conforme a modulação de cada unidade escolar, em consonância com as deliberações do Conselho Escolar, respeitadas as disposições legais. Fonte: blogdowashingtondourado.files.wordpress.com Destacamos algumas das atribuições desempenhadas pela Equipe Gestora: I - elaborar e avaliar coletiva e continuamente o Projeto Político Pedagógico - PPP da unidade escolar, durante a sua gestão; II - elaborar o Plano de Ação Anual plenamente aliado e integrado ao respectivo Projeto Político Pedagógico - PPP da unidade escolar; III - fortalecer o Conselho Escolar da unidade escolar, em conformidade com a legislação vigente; IV - garantir o cumprimento da carga horária, de acordo com as Matrizes Curriculares, aprovadas para todas as etapas e modalidades da Educação Básica; V - fazer cumprir os dias letivos e as horas estabelecidas por turma, separadamente, conforme legislação vigente; VI - garantir o acesso e a permanência do estudante na unidade escolar visando a qualidade social da educação, de acordo com as normas estabelecidas pela SEEDF; VII - garantir a lisura, a transparência e a regularidade da prestação de contas dos recursos repassados à unidade escolar, e daqueles por ela diretamente arrecadados; VIII - distribuir a carga horária dos professores, segundo as normas estabelecidas pela SEEDF; https://www.educacao.df.gov.br/primeira-escola-construida-em-brasilia-celebra-63-anos/ https://www.educacao.df.gov.br/primeira-escola-construida-em-brasilia-celebra-63-anos/ https://www.canva.com/design/DAFeZNs59yA/VuX9TP-f_082AqJnFtpprA/watch?utm_content=DAFeZNs59yA&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink https://www.canva.com/design/DAFeZNs59yA/VuX9TP-f_082AqJnFtpprA/watch?utm_content=DAFeZNs59yA&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink IX - garantir a qualificação das informações declaradas anualmente ao Censo Escolar nos termos da legislação vigente; X - assegurar a qualidade das informações educacionais declaradas e atualizá-las, continuamente, por meio do sistema informatizado, conforme Diretrizes da SEEDF; XI - garantir a prestação de informações, quando solicitadas de maneira tempestiva, pela Coordenação Regional de Ensino e pelos órgãos próprios da SEEDF; XII - zelar pelo patrimônio, pela limpeza e pela conservação do ambiente escolar, das instalações, dos equipamentos e dos materiais existentes na unidade escolar; XIII - zelar pelo cumprimento do plano de ensino dos docentes; XIV - promover e fortalecer a participação das famílias e da comunidade escolar, nos processos de planejamento e execução da avaliação do trabalho pedagógico, na perspectiva da corresponsabilidade pelo processo educativo; XV - informar ao estudante, quando maior de idade, às famílias e/ ou responsáveis legais sobre a frequência e o desempenho dos estudantes e sobre a execução do Projeto Político Pedagógico - PPP da unidade escolar; XVI - notificar ao Conselho Tutelar do Distrito Federal e à Coordenação Regional de Ensino casos de: a) maus tratos, envolvendo os estudantes da sua unidade escolar; b) reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, uma vez esgotados os recursos escolares; c) elevados níveis de repetência. XVII - acompanhar sistematicamente o processo de ensino-aprendizagem Da Direção e da Vice-Direção À Direção e Vice-Direção, compete cumprir o Termo de Compromisso assinado no ato da posse, que contemplará as competências da Gestão Democrática nos aspectos administrativo, pedagógico e financeiro, além daquelas decorrentes do cargo, bem como as atribuições a serem definidas pela SEEDF; Da Supervisão Escolar O Supervisor, em articulação com os demais profissionais da equipe gestora, será responsável pela supervisão pedagógica, administrativa e financeira da unidade escolar em consonância com as deliberações do Conselho Escolar, respeitadas as disposições legais. Da Secretaria Escolar À Secretaria Escolar, em articulação com os demais profissionais da equipe gestora, compete o planejamento e a execução de atividades de escrituração escolar, de arquivo, de expediente e de atendimento a estudantes, a professores, às famílias e/ou responsáveis legais em assuntos relativos à sua área de atuação §1º A Secretaria Escolar é dirigida pelo Chefe de Secretaria Escolar, nomeado e legalmente habilitado ou devidamente autorizado pelo órgão competente da SEEDF para o exercício da função §2º A Secretaria Escolar deverá contar com Apoios Técnico-Administrativos necessários ao cumprimento de suas competências. Da Escrituração Escolar A escrituração escolar é o registro sistemático dos fatos relativos à vida escolar do estudante, de forma a assegurar, a qualquer tempo, a verificação da identidade, da autenticidade de sua vida escolar e da regularidade de seus estudos, bem como do funcionamento da unidade escolar. *A Secretaria Escolar somente expede e entrega documentações referentes à vida escolar do estudante à família e aos responsáveis legais pela matrícula ou ao estudante, se maior. Gestão Democrática A Lei n° 4751/2012 estabelece a gestão democrática nas escolas públicas do DF. As metas de uma Gestão Democrática é a centralidade e autonomia das escolas e uma maior participação da comunidade escolar, a Lei veio garantir eleições diretas para diretores, mais autonomia pedagógica e a criação/reorganização de diversas instâncias coletivas e fortalecimento dos segmentos da comunidade escolar por meioda efetivação de órgãos coletivos de participação, como, por exemplo, o Conselho Escolar, o Conselho de Classe e o Grêmio Estudantil. Dos Fins e dos Princípios da Gestão Democrática Art. 5º A Gestão Democrática da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, cuja finalidade é garantir a centralidade da unidade escolar no sistema e o caráter público quanto ao financiamento, à gestão e à destinação, observará os seguintes princípios: I - participação da comunidade escolar na definição, na implementação e no acompanhamento de decisões pedagógicas, administrativas e financeiras, por meio de órgãos colegiados, e participação na eleição de Diretor e Vice-Diretor da unidade escolar; II - respeito à pluralidade, à diversidade, à laicidade da escola pública e aos direitos humanos em todas as instâncias da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal; III - autonomia das unidades escolares, nos aspectos pedagógico, administrativo e da gestão financeira nos termos da legislação; IV - transparência da gestão da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, em todos os seus níveis, nos aspectos pedagógico, administrativo e financeiro; V - garantia de qualidade social, traduzida pela busca constante do pleno desenvolvimento da pessoa, da formação para o exercício da cidadania e da qualificação para o mundo do trabalho; VI - democratização das relações pedagógicas e de trabalho e criação de ambiente seguro e propício ao aprendizado e à construção do conhecimento; VII - valorização do profissional da educação. Art. 6º A Gestão Democrática será efetivada por intermédio dos seguintes mecanismos de participação: I - Direção e Vice-Direção II - Órgãos Colegiados: a) Assembleia Geral Escolar b) Conselho Escolar c) Conselho de Classe d) Grêmio Estudantil 2. CRE´s e UE´s 2.2. Dos Órgãos Colegiados (http://portal.mec.gov.br/) Da Assembleia Geral Escolar A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por acompanhar o desenvolvimento das ações da unidade escolar. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada seis meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar indicar a necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação. Do Conselho Escolar Em cada unidade escolar pública do Distrito Federal, funcionará um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora, deliberativa e representativa da comunidade escolar, regulamentado pela SEEDF. Parágrafo Único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e, no máximo, vinte e um conselheiros, conforme quantidade de estudantes da unidade escolar prevista em legislação vigente. Do Conselho de Classe O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da Gestão Democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino e das aprendizagens, havendo tantos Conselhos de Classe quantas forem as turmas existentes na unidade escolar. Parágrafo único. O Conselho de Classe será composto por: I -todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na condição de conselheiros natos; II - Pedagogo – Orientador Educacional; III - representante da carreira Assistência à Educação; IV - representante das famílias e/ou responsáveis legais; V - representante dos estudantes a partir do 6.º ano do Ensino Fundamental ou do primeiro segmento da Educação de Jovens e Adultos, escolhidos por seus pares, garantida a representatividade dos estudantes de cada uma das turmas; VI - representantes dos serviços de apoio especializado. Para saber mais: Conselhos Escolares: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/roberto_junior.pdf Do Grêmio Estudantil As unidades escolares devem estimular e favorecer a implementação e o fortalecimento de grêmios estudantis, como forma de desenvolvimento da cidadania e da autonomia dos estudantes. § 1º O grêmio estudantil configura-se como espaço de participação dos estudantes na gestão escolar. § 2º A organização e o funcionamento do grêmio estudantil serão estabelecidos em estatuto, a ser aprovado pelo segmento dos estudantes da respectiva unidade escolar. Das Unidades Executoras As Unidades Executoras, como Caixa Escolar, Associação de Pais e Mestres, Associação de Pais, Alunos e Mestres, Grêmio Estudantil, Conselho Comunitário e Conselho Comunitário de Segurança Escolar, são instituições de direito privado criadas com o objetivo específico de apoiar a unidade escolar em sua gestão pedagógica, administrativa e financeira, sem caráter lucrativo. Parágrafo único. A organização e o funcionamento de cada uma dessas unidades devem estar de acordo com as normas legais vigentes e estabelecidas em estatuto próprio ou em seu Regimento. 2.3. Da Organização Pedagógica: Equipe de Apoio e Coordenação Pedagógica http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/roberto_junior.pdf (https://pixabay.com) ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA A Organização Pedagógica das unidades escolares é parte indissociável do seu Projeto Político Pedagógico - PPP. § 1º A Organização Pedagógica caracteriza-se por serviços que competem, em primeira instância, à equipe gestora e, complementarmente, aos demais profissionais da unidade escolar, a saber: I - Coordenação Pedagógica; II - Equipe de Apoio: a) Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem b) Orientação Educacional c) Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos § 2º A composição de que trata este artigo poderá, excepcionalmente, ser diferenciada, de acordo com a oferta da unidade escolar. Equipe de Apoio Entende-se por Equipe de Apoio a integração dos três Serviços de Apoio aos estudantes na unidade escolar: Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, Orientação Educacional e Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos, que atuarão de forma integrada e fundamentados teórico-metodologicamente na Pedagogia Histórico-Crítica e na Psicologia Histórico-Cultural. ● Da Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem A Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, intitulada EEAA, é multidisciplinar, composta de profissionais com formação em Pedagogia e em Psicologia, que tem como objetivo principal contribuir para a superação das dificuldades presentes no processo de ensino e escolarização, por meio de uma atuação institucional. Parágrafo único: O trabalho é desenvolvido na Educação Básica em suas respectivas etapas e modalidades. ● Da Orientação Educacional A Orientação Educacional é serviço especializado, desempenhado pelo Pedagogo-Orientador Educacional, para o acompanhamento e o apoio dos profissionais da educação, dos estudantes, seus familiares e articulação da comunidade escolar e da rede externa (rede social ou rede de apoio), quanto ao processo de ensino e aprendizagem e das relações humanas que os cercam. Parágrafo único. O Pedagogo-Orientador Educacional é profissional concursado e parte integrante da equipe pedagógica da unidade escolar ● Do Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos O Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos caracteriza-se como serviço de natureza pedagógica conduzido por professor especializado, que suplementa, no caso de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação, e complementa, no caso de estudantes com deficiência e Transtorno Global do Desenvolvimento - TGD, o atendimento educacional realizado em classes comuns em todas as etapas e modalidades da Educação Básica. Da Coordenação Pedagógica: espaço-tempo de reflexões Constitui-se a Coordenação Pedagógica um espaço-tempo de reflexões sobre os processos pedagógicos de ensino e de aprendizagem e formação continuada, tendo por finalidade planejar, orientar e acompanhar as atividades didático-pedagógicas, a fim de dar suporte ao Projeto Político Pedagógico - PPP. § 1º As ações devem contemplar a implementação do Currículo da Educação Básica e das Orientações Pedagógicas da SEEDF em vigor. § 2º Cabe ao Coordenador Pedagógico articular ações que garantam a realização da Coordenação Pedagógica.Retomando a história de conquistas sobre a nossa Coordenação Pedagógica, observando que foi a partir da “implantação (1996-1998) da “Escola Candanga” a jornada de trabalho do professor com carga horária de 40h de trabalho passou a ser composta por dois períodos: um de regência, com 25h semanais e um para atividades extraclasse com 15 horas semanais”.(MEDEIROS,2017,p. 22). (http://samudex.museudaeducacao.com.br) O processo foi lento, no início eram apenas turmas de alfabetização, e aos poucos outras escolas aderiram ao projeto. Desde 2000 todas as escolas da rede têm garantida a jornada ampliada. Vale destacar que com a “Lei Nacional do Piso do Magistério, promulgada em 2008 (Lei 11.738/08), um terço da carga horária do professor é destinada à coordenação pedagógica. Aqui no DF, temos uma jornada de coordenação pedagógica maior”. (SINPRO, 2014,p.8). Para saber mais: https://www.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2019/03/quadro_negro__-184_final_site.pdf Do desenvolvimento das atividades de Coordenação Pedagógica Art. 25. A coordenação pedagógica abrigar-se-á no PPP da UE/UEE/ENE, no que se refere às atividades individuais e coletivas, internas e externas. Parágrafo único. As horas de trabalho destinadas às atividades de coordenação pedagógica constarão do horário do servidor, devendo ser planejadas, cumpridas e registradas na folha de frequência. Art. 26. Para os professores que atuam com quarenta horas semanais, no turno diurno, com jornada ampliada, em regência de classe na Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, no Programa de Educação em Tempo Integral – PROEITI, na Educação Integral – Ampliação Progressiva de Tempo, na Educação Especial, na Classe Bilíngue Mediada e na interpretação de Libras-Língua Portuguesa-Libras Surdez/Deficiência Auditiva, a coordenação pedagógica dar-se-á no turno contrário ao de regência, totalizando quinze horas semanais, devendo atender ao disposto abaixo: I- quartas-feiras destinadas à coordenação coletiva na UE/UEE/ENE; II- terças e quintas-feiras destinadas à coordenação pedagógica individual na UE/UEE/ENE ou, em um desse dias, à formação continuada; III- segundas e sextas-feiras destinadas à coordenação pedagógica individual, podendo ser realizada fora do ambiente escolar. Art. 27. Para os professores em regência de classe que atuam com quarenta horas semanais, no turno diurno, com jornada ampliada nos Anos Finais do Ensino Fundamental, no PROEITI, na Educação Integral – Ampliação Progressiva de Tempo, no Ensino Médio e na Formação Geral Básica do EMTI, a coordenação pedagógica dar-se-á no turno contrário ao de regência, totalizando quinze horas semanais, devendo atender ao disposto abaixo: I- quartas-feiras destinadas à coordenação coletiva na UE/UEE/ENE; II- um dia destinado à coordenação por área de conhecimento: a) terça-feira: área de Ciências da Natureza e de Matemática; b) quinta-feira: área de Linguagens; c) sexta-feira: área de Ciências Humanas e, quando houver, Ensino Religioso. III- um dia destinado à coordenação pedagógica individual na UE/UEE/ENE ou à formação continuada; IV- dois dias destinados à coordenação pedagógica individual, podendo ser realizada fora do ambiente escola. 3. EAPE Olá, Professor e Olá, Professora Nesta semana vamos apresentar a nossa última Subsecretaria e que possui grande relevância para a Educação Pública no DF, desde a sua fundação, em 1988, até os dias atuais. Hoje, vamos conhecer um pouco mais da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação do Distrito Federal, a EAPE. A seguir, apresentaremos a sua estrutura organizacional e das suas atribuições. 3.1. Compreensões da formação continuada na SEEDF Você já parou para refletir sobre a importância da formação continuada na nossa profissão? Quais as perspectivas de educação e de formação continuada defendidas pela SEEDF? Essas são questões que devem ser pensadas, repensadas e debatidas constantemente ao longo da nossa trajetória docente. As Diretrizes de Formação Continuada da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal compreendem a educação como processo imprescindível para a superação da ordem social vigente. A esse respeito, as ações de formação (cursos, congressos, conferências, seminários, simpósios, mesas-redondas, colóquios, fóruns, palestras, oficinas temáticas, projetos e outras ações similares) terão como referência a formação crítico-emancipadora dos sujeitos que dela fizerem parte, por meio do levantamento prévio das demandas de formação continuada, com base nas necessidades e prioridades da SEEDF. Desse modo, o processo de formação continuada informa, forma e transforma: informa quando atualiza e contextualiza os conhecimentos historicamente acumulados, forma e transforma os profissionais da educação à medida que modifica e/ou agrega as concepções práticas e os conceitos trazidos por eles para o espaço-tempo da formação, que, por conseguinte, informam, formam e transformam as pessoas quando podem reconstruir a própria sociedade. Assim, o processo de formação continuada é tomado como uma utopia promissora (HADJI, 2001), aquela que se demonstra capaz de realizar as intervenções necessárias na realidade das pessoas, na forma como interagem e vivem no mundo, tendo em vista a educação inclusiva e a formação integral desses mesmos atores. A formação continuada é, também, um processo que se dá em um contexto de disputas, valores, interesses, objetivos, crenças e variadas perspectivas de formação inicial daqueles que dela participam, na condição de formadores ou de cursistas. Assim, os espaços em que a formação continuada se realiza são espaços de conflito, no sentido daquilo que impulsiona as pessoas à mudança. Tais espaços, físicos ou virtuais, são característicos do processo de formação continuada e podem ser, a depender dos debates que neles ocorrerem, uma oportunidade para a formação de profissionais emancipados e emancipadores, conscientes das contradições que marcam o mundo e a escola; conscientes de que o papel da escola é diverso, porque são diversas as realidades; e, por fim, conscientes de que a escola não é um lugar para se perpetuar comportamentos eivados de preceitos discriminatórios. (Texto retirado das Diretrizes de Formação Continuada da SEEDF) Pra saber mais: https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7 %C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf 3.2. Organização Administrativa e Pedagógica da EAPE Para conhecer um pouco mais sobre a EAPE, é importante conhecer a Portaria nº 659, de 02/12/2021, que dispõe sobre a organização administrativa e pedagógica dessa importante Subsecretaria. Sobre a concepção da formação continuada, a Portaria afirma que deve ser considerada a legislação nacional sobre o tema, as diretrizes de formação continuada, o currículo em movimento da SEEDF e os documentos e orientações pedagógicos e de avaliação da rede. Afirma, ainda, que a formação continuada deve considerar as dimensões do trabalho e do desenvolvimento humano, a relação teoria e prática, a pesquisa e ser articulada com o contexto social, político e cultural das Unidades Escolares, além de considerar a reflexão https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf sobre a prática educacional e a busca de aperfeiçoamento técnico, pedagógico e ético dos profissionais da educação. Nesse sentido, a formação continuada se justifica pela necessidade de: I - implementação de políticas públicas educacionais distritais e nacionais e, ampliação conceitual e prática da atividade profissional; II - ressignificação do trabalho dos profissionais da Educação do Distrito Federal frente às demandas pedagógicas e administrativas; III - promoção das aprendizagens dos estudantes da educação básica, considerando os resultados das avaliações de larga escala; IV - cumprimento de metas e estratégias dos Planos Nacionale Distrital de Educação; V - atendimento ao Currículo da Educação Básica e às Diretrizes Pedagógicas da SEEDF, às Diretrizes Curriculares Nacionais e à Lei que trata do Sistema de Ensino e da gestão democrática da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal; e VI – avaliação das propostas de cursos encaminhadas por instituições privadas com vistas à validação para progressão vertical, prevista nos planos de carreira dos servidores da educação do Distrito Federal. A formação continuada ofertada pela EAPE poderá ser realizada por meio de: I - cursos, congressos, conferências, seminários, simpósios, mesas-redondas, colóquios, fóruns, palestras, oficinas temáticas, oficinas de formação específica, projetos e outras ações similares de formação promovidas pela EAPE ou por meio de parcerias formalmente constituídas; II - orientação e acompanhamento de projetos relacionados à formação continuada desenvolvidos na Unidade Escolar e em outros setores da SEEDF; III - elaboração e publicação de pesquisa como princípio formativo e de pesquisas sobre os desafios da educação pública no Distrito Federal; e IV - emissão de parecer técnico pedagógico de cursos propostos por instituições privadas com validade para progressão vertical prevista nos planos de carreira. Sobre o formato/modalidade da formação continuada na rede, ela poderá ser realizada: I - presencialmente, quando o processo de ensino-aprendizagem se dá majoritariamente por meio de encontros presenciais com o/a formador/a; e II - à distância, quando o processo de ensino-aprendizagem se dá majoritariamente com atuação do formador por meio de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação - TDICs, em lugares e tempos diversos. III - hibridamente, quando combinado as modalidades presencial e à distância, salvo caso fortuito ou força maior. Sobre os deveres dos cursistas, destacamos alguns pontos importantes: I - para fins de certificação da formação continuada, a frequência do participante, assim como o aproveitamento nas atividades avaliativas, deverá ser, no mínimo, de 75%; II - o/a cursista desistente, não concluinte ou evadido de curso/atividade, presencial ou a distância, deverá apresentar justificativa mediante a Declaração de Justificativa de Desistência. A não apresentação desse documento acarretará o bloqueio do CPF para nova inscrição em outro curso. III - justificar o desinteresse/desistência, no prazo máximo de 48 horas, úteis, antes do início do curso; IV - verificar a sua disponibilidade de tempo para o cumprimento das atividades; V- frequentar, assiduamente, o curso/atividade em que encontra-se inscrito e cumprir o estabelecido no Termo de Compromisso constante do formulário-ficha de inscrição do curso. VI - frequentar assiduamente as salas de aula, o AVA, e estar conectado nas plataformas ou aplicativos de transmissão de som e imagem, nos horários previamente estabelecidos na programação do curso/atividade, quando forem realizadas as atividades presenciais ou a distância, de modo assíncrono ou síncrono, para que seja realizado o registro/controle automático de participação; VII - realizar as atividades avaliativas quando previstas na proposta de curso/atividade, nas modalidades presenciais e/ou a distância; VIII - observar o disposto na legislação que rege os direitos autorais referentes a quaisquer recursos, obras e conteúdos utilizados durante a realização de curso/atividade; e IX - apresentar à chefia imediata a Declaração de Comparecimento dos cursos e/ou a Declaração de Justificativa de Desistência, se couber, contendo dia e horário da formação realizada na EAPE. 3.3. Diretoria de Organização do Trabalho Pedagógico e Pesquisa (DIOP) Diretorias da EAPE Atualmente, a EAPE se organiza em duas Diretorias, subdivididas em sete Gerências, e alguns setores específicos como o de Inscrição, o de Documentação, o de Bolsas de Estudos, Convênios e Validação de Cursos e o de Afastamento Remunerado para Estudos. Vamos falar um pouco de cada uma delas. Começaremos pela apresentação de algumas funções relativas à Diretoria de Organização do Trabalho Pedagógico e Pesquisa (DIOP). São elas: I – promover e coordenar as ações necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas voltados aos profissionais da educação; bem como as ações de acolhimento e formação continuada dos profissionais da educação ingressantes na Secretaria; II – propor e coordenar a articulação de ações referentes à formação continuada e pesquisa, no âmbito da Secretaria, junto a outros órgãos públicos, instituições de ensino superior, entidades classistas e demais instituições externas; III – avaliar a viabilidade das propostas de cursos voltados à formação de servidores, oferecidos por setores internos da Secretaria e realizados no âmbito da EAPE; IV – supervisionar e acompanhar, na sua área de atuação, as ações referentes ao estabelecimento de convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares, voltados à formação continuada, à pesquisa e às atividades correlatas, junto a órgãos públicos, instituições de ensino superior, entidades classistas e demais instituições externas; V – avaliar as propostas de cursos apresentadas por instituições da iniciativa privada voltados à formação de servidores da Secretaria; VI – analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas referentes aos profissionais da educação, no âmbito de pesquisa, avaliação e incentivo ao desenvolvimento profissional; Vinculadas à DIOP, estão as Gerências exclusivamente Pedagógicas. São elas: EMEB Compete à Gerência de Pesquisa e Formação Continuada para Modalidades da Educação Básica (GEMEB), dentre outras funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas, no âmbito das modalidades da Educação Básica, voltados aos profissionais da educação. Por exemplo: Educação Especial; Educação do Campo; Educação Profissional; Educação de Jovens e Adultos; e outros. E-mail: gemeb.eape@edu.se.df.gov.br GOET Compete à Gerência de Pesquisa, Avaliação e Formação Continuada para Gestão, Carreira Assistência, Orientação Educacional e Eixos Transversais (GOET), dentre outras funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas voltados aos profissionais da educação, no âmbito dos eixos transversais e das oficinas pedagógicas; da gestão escolar; da orientação educacional; e dos servidores da Carreira Assistência. E-mail: goet.eape@edu.se.df.gov.br GETEB Compete à Gerência de Pesquisa e Formação Continuada para Etapas da Educação Básica (GETEB), dentre outras funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas, no âmbito das etapas da Educação Básica, voltados aos profissionais da educação. Por exemplo: Educação Infantil; Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais); e Ensino Médio. E-mail: geteb.eape@edu.se.df.gov.br Diretoria de Inovação, Tecnologias e Documentação (DITED) Apresentaremos, agora, a Diretoria de Inovação, Tecnologias e Documentação (DITED) e suas funções. Compete à essa Diretoria: I – acompanhar e estabelecer a divulgação, no âmbito da EAPE, dos programas oficiais referentes ao uso das tecnologias na educação, no âmbito da política pública de formação continuada; II – propor critérios, acompanhar e avaliar o processo de seleção para Bolsa de Estudo e para Afastamento Remunerado para Estudo, no âmbito da Secretaria; III – supervisionar, coordenar e acompanhar procedimentos administrativos referentes aos servidores da EAPE e aos servidores em situação de Afastamento Remunerado para Estudo; IV – coordenar e supervisionar a divulgação e a execução da inscrição, da seleção e da enturmação dos candidatos aos cursos e aos eventos promovidos pela EAPE; V – supervisionar e acompanhar as ações de divulgação, inscrição e seleção referentes ao Afastamento Remunerado para Estudo, às Bolsasde Estudo, e aos convênios; VI – promover, dar suporte e manter, no âmbito da EAPE, o acesso dos formadores e dos cursistas à rede de tecnologia e aos produtos de tecnologia da informação, conforme padrões definidos e institucionalizados pela Secretaria. Vinculadas à DIED, estão as Gerências Técnico-Pedagógicas e Administrativas. São elas: GITEAD Compete à Gerência de Formação Continuada para Inovação, Tecnologias e Educação a Distância (GITEAD), dentre outras funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas voltados aos profissionais da educação, no âmbito das tecnologias educacionais; educação à distância - EAD; ingressantes na SEEDF; e outros. Cabe ainda aos servidores da GITEAD acompanhar, orientar e gerenciar todos os cursos ofertados pela EAPE e que utilizam a plataforma Moodle, bem como produzir materiais didáticos e audiovisuais demandados por essa Subsecretaria. E-mail: gitead.eape@edu.se.df.gov.br GDOL Compete à Gerência de Documentação e Logística (GDOL) dentre outras funções: gerenciar, catalogar, organizar e manter, no âmbito da EAPE, os serviços, os processos e os procedimentos relativos à gestão do patrimônio, aos serviços gerais, ao transporte; e às atividades de portaria e vigilância. E-mail: gdol.eape@edu.se.df.gov.br Em tempo, gostaríamos de apresentar outros setores importantes que compõem a EAPE, que são: ● Setor de Documentação: que acompanha e avalia os processos administrativos referentes à certificação das ações de formação continuada. E-mail: sdoc.eape@edu.se.df.gov.br ● Setor de Inscrição: que acompanha e avalia os processos administrativos referentes à inscrição nas ações de formação continuada. E-mail: sins.eape@edu.se.df.gov.br ● Setor de Afastamento Remunerado para Estudos: que acompanha e coordena o processo seletivo e os procedimentos administrativos e pedagógicos referentes aos servidores em situação de afastamento remunerado para estudo (mestrado, doutorado, pós-doutorado). E-mail: afast.eape@edu.se.df.gov.br ● Setor de Bolsas de Estudos, Convênios e Validação de Cursos: que supervisiona e acompanha as ações referentes ao estabelecimento de convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares, junto a órgãos públicos, instituições de ensino superior, entidades classistas e demais instituições externas voltadas à formação continuada, além de acompanhar e avaliar o processo de seleção para bolsas de estudo. E-mail: convenio.eape@edu.se.df.gov.br 4. SUBEB Olá professor/a! Sem dúvidas uma das maiores subsecretarias, a SUBEB estará presente em vários momentos da sua trajetória, seja por meio de orientações pedagógicas para a sua atuação em sala de aula, até os grandes projetos implementados e desenvolvidos pela Secretaria de Educação do DF. Atualmente, a SUBEB é organizada em 7 Diretorias, composta pelas suas Gerências, e tem como suas principais funções definir, elaborar, implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes específicas e orientações relacionadas ao trabalho pedagógico desenvolvido nas etapas e nas modalidades da Educação Básica, no âmbito da Rede Pública de Ensino. A partir de agora, vamos apresentar à você a organização estrutural dessas Diretorias e algumas das ações que são implementadas por elas. Vamos lá!!! 4.1. Estrutura organizacional Atualmente, a Subsecretaria de Educação Básica (SUBEB) se organiza da seguinte maneira: Unidade de Gestão Estratégica da Educação Básica Diretoria de Educação Infantil ▸ Gerência de Atenção às Unidades Públicas ▸ Gerência de Atenção às Instituições Parceiras Diretoria de Ensino Fundamental ▸ Gerência de Atenção aos Anos Iniciais ▸ Gerência de Atenção aos Anos Finais ▸ Gerência de Atenção às Aprendizagens Diretoria de Ensino Médio ▸ Gerência de Atenção ao Ensino Médio ▸ Gerência de Atenção ao Novo Ensino Médio Diretoria de Educação de Jovens e Adultos ▸ Gerência de Atenção à Educação de Jovens e Adultos ▸ Gerência de Atenção à Educação Prisional Diretoria de Educação Profissional ▸ Gerência de Atenção à Educação Profissional ▸ Gerência de Integração com o Ensino Médio e com a Educação de Jovens e Adultos ▸ Gerência: Programa Novos Caminhos – PRONATEC Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem ▸ Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas ▸ Gerência de Orientação Educacional ▸ Gerência de Programas e Projetos Transversais Diretoria de Modalidades Especiais ▸ Gerência de Atenção à Educação do Campo ▸ Gerência de Atenção à Socioeducação ▸ Gerência de Desportos ▸ Gerência de Educação a Distância Apresentaremos, a seguir, as principais ações realizadas por essa Subsecretaria. Eventualmente, você que já faz parte da rede, antes mesmo de se tornar professor/a efetivo/a, deve conhecer os projetos que serão apresentados e pode até ter participado de alguns deles nas escolas em que trabalhou. Mas se você está chegando agora na SEEDF irá conhecer, em primeira mão, algumas dessas ações que poderão ser desenvolvidas ainda nesse ano. 4. SUBEB 4.2. Diretoria de Educação Infantil Vamos começar pela DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL (DIINF). Algumas das principais funções são: I – propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a implantação e a implementação de políticas públicas para as unidades escolares – UEs da Rede Pública de Ensino e as instituições educacionais – IEs parceiras que ofertam Educação Infantil; II – promover articulação, junto aos demais setores da Secretaria e às outras instâncias para efetivação de políticas públicas, programas, projetos e ações para a Educação Infantil e a Educação em Tempo Integral; III – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do currículo referente à Educação Infantil; IV – orientar e acompanhar o cadastramento, a implantação e a execução dos projetos e dos programas de Educação em Tempo Integral desenvolvidos nas UEs da Rede Pública de Ensino e nas IEs parceiras que ofertam Educação Infantil; V – orientar e acompanhar, junto às UNIEBs/CREs, as ações técnico-pedagógicas concernentes aos programas e aos projetos de fomento à Educação em Tempo Integral nas UEs da Rede Pública de Ensino e nas IEs parceiras que ofertam Educação Infantil; Apresentaremos a seguir algumas das ações desenvolvidas pela DIINF. O brincar como direito dos bebês e das crianças. (https://www.educacao.df.gov.br/plenarinha_see.2021.pdf) O Projeto O brincar como direito dos bebês e das crianças, criado em 2020, surgiu como uma resposta à suspensão das aulas em decorrência da epidemia de COVID-19. A temática foi eleita por ser a brincadeira um direito de aprendizagem e desenvolvimento, eixo estruturante das práticas pedagógicas na Educação Infantil e atividade guia do desenvolvimento infantil, considerando que as funções psíquicas que as crianças precisam ter desenvolvido para o exercício de diferentes atividades pedagógicas na Educação Infantil e para a continuidade do processo educativo nas outras etapas de ensino, se formam e se desenvolvem enquanto as crianças brincam, de acordo com os pressupostos teóricos que balizam o Currículo em Movimento do Distrito Federal. Plenarinha da Educação Infantil (https://www.criancacandanga.df.gov.br/plenarinha-de-educacao-infantil) O projeto da Plenarinha, realizado desde o ano de 2013, tem como foco a criança, sua aprendizagem e desenvolvimento, por meio de ações educativas organizadas por professores/as e demais profissionais da escola. Essa ação enfatiza o protagonismo infantil, por meio da escuta sensível e atenta, ao tornar as crianças partícipes no processo de aprendizagem e desenvolvimento que é estruturado na primeira etapa da Educação Básica: Educação Infantil e primeiro ano do Ensino Fundamental. Alimentação na Educação Infantil: mais do que cuidar, educar, brincar e interagir. (https://www.educacao.df.gov.br) O Projeto Alimentação tem como objetivo a ressignificaçãodas práticas que envolvem a alimentação escolar, bem como ampliar a compreensão sobre a importância dos bons hábitos alimentares e sustentáveis, não apenas na instituição educativa, mas sobretudo, no contexto familiar e social das crianças. Papai Noel dos Correios. (agenciabrasil.ebc.com.br) A campanha, em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, tem como objetivo incentivar o interesse pelo aprendizado da escrita de cartas pelas crianças e estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emocionais. A iniciativa utiliza-se da ação lúdica e da crença no Papai Noel para a promoção da solidariedade e de valores, tanto pelas crianças que elaboram as cartas como pela sociedade civil que as adota, fortalecendo, assim, o exercício da cidadania de todos os envolvidos. Aquisição de utensílios para autosservimento de alimentação escolar. (fnde.gov.br/institucional/area-de-imprensa) Constitui objeto deste Termo de Referência compor o Edital do Pregão Eletrônico para Registro de Preços visando aquisição de utensílios para servimento da alimentação escolar, para atender as crianças do Programa de Alimentação Escolar do Distrito Federal, especificamente para as unidades escolares públicas que ofertam Educação Infantil, da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). A pretensa aquisição atenderá especificamente cerca de 25.135 crianças matriculadas nas 70 unidades escolares exclusivas para atendimento à Educação Infantil e nas 33 unidades escolares do campo que atendem turmas de Educação Infantil em tempo integral e parcial que participam do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE (de acordo com dados do Censo Escolar de 20 de março de 2019). Criança Feliz Brasiliense. O Criança Feliz Brasiliense é um programa intersetorial que tem a finalidade de apoiar as famílias em seu papel protetivo, além de ampliar a rede de atenção e cuidado para o desenvolvimento integral das crianças na primeira infância, ou seja, desde a gestação até os seis anos de idade. Para isto, tem como principais ações as visitas domiciliares e a articulação entre políticas públicas. Eleitor do Futuro - Módulo Inclusão Social desde a Infância. (tre-se.jus.br/o-tre/escola-judiciaria-eleitoral) O Programa Eleitor do Futuro, uma parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal - TRE-DF, tem o objetivo discutir temas de inclusão social e cultural por meio da associação dos personagens do folclore brasileiro com temas sociais contemporâneos. Projeto Financinhas (http://ec29taguatinga.blogspot.com) Esse projeto desenvolve atividades para fomento da educação financeira para crianças da Educação Infantil por meio de teatro e distribuição de livro paradidático nas unidades escolares. SAIBA MAIS! Essas são algumas das ações que são implementadas junto pela DIINF junto às escolas da rede. Para mais informações sobre essa Diretoria, deixaremos aqui para você os principais documentos e referências que orientam as ações desenvolvidas pela Diretoria de Educação Infantil. Fique a vontade para pesquisar quando sentir necessidade. ● Currículo em Movimento do Distrito Federal - Educação Infantil (2018) ● O brincar como direito dos bebês e das crianças ● Alimentação na Educação Infantil: mais que cuidar, educar, brincar e interagir ● Plenarinha ● Diretrizes Pedagógicas e Operacionais para as Instituições Educacionais Parceiras que ofertam Educação Infantil. ● Relatório Descritivo Individual do Aluno – RDIA ● Formulários de Escrituração Escolar ● Orientações para o preenchimento dos Formulários ● Indicadores de Qualidade na Educação Infantil do Distrito Federal ● Manual de Procedimentos para Atendimento à Educação Infantil – Creche: em unidades escolares da rede pública e instituições educacionais parceiras (Revisada e atualizada – Publicado em 2016) ● Acolhimento e inserção na Rede pública de ensino, para o retorno presencial na Educação Infantil (creche e pré-escola) ● Caderno Orientador – Transição Escolar: trajetórias na Educação Básica do Distrito Federal 4.3. Diretoria de Ensino Fundamental Seguiremos, agora, para a DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL (DIEF). Essa Diretoria é uma unidade orgânica responsável pela direção e supervisão das ações implementadas para os estudantes do 1º ao 9º ano da educação básica e pela orientação do trabalho de todos os profissionais envolvidos com essa etapa de ensino. As principais funções da DIEF, são: I - propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a implantação e a implementação de políticas e diretrizes específicas destinadas ao Ensino Fundamental da Rede Pública de Ensino; II - promover articulação com demais setores da Secretaria e com outras instâncias para efetivação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para o Ensino Fundamental; III - coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do currículo referente ao Ensino Fundamental na Rede Pública de Ensino; IV - orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e pedagógicos referentes ao Ensino Fundamental na Rede Pública de Ensino; V - orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, junto às UNIEBs/CREs, as políticas, as diretrizes, os programas, os projetos e as ações do Ensino Fundamental; As principais ações desenvolvidas ou planejadas pela Diretoria de Ensino Fundamental, são: Programa Eu Passarinho (Recomposição das Aprendizagens) (https://www.flickr.com/photos) A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal - SEEDF, reafirmando seu compromisso em ofertar educação pública de qualidade, com foco na melhoria das aprendizagens dos estudantes e sua permanência na escola, apresenta, em parceria com a Universidade de Brasília - UnB, o Projeto “Eu Passarinho: aprendendo juntos”. Essa ação tem por objetivo contribuir para a realização de ações interventivas, voltadas para a recomposição das aprendizagens dos estudantes do Ensino Fundamental, por meio da participação de universitários, estagiários dos cursos de Pedagogia, Letras-Português, História e Artes da UnB. Programa Superação - 2023 http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/defasagem-escolar O projeto SuperAção-2023 visa corrigir a situação de incompatibilidade idade/ano de alunos, foi elaborado de maneira colaborativa de acordo com a legislação vigente LDB 9394/96, artigo 24, inciso V, e considerando as experiências e programas anteriores do DF e de outros estados, para atender estudantes com dois ou mais anos de atraso em relação ao ano escolar esperado do ensino fundametal O programa é feito em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) por meio das ações propostas pela entidade nas Trajetórias de Sucesso Escolar (TSE). A ideia do Unicef é que essas ações tragam estratégias para o enfrentamento da cultura do fracasso escolar. Na prática, a partir dos 13 anos de idade, estudantes do Ensino Fundamental (anos finais), que reprovaram no mínimo duas vezes, vão ser atendidos. “O Novo Ensino Médio já possui uma abordagem diferenciada que prevê novos itinerários. Por isso, não vai ser realizada correção de fluxo, nesse momento, para essa etapa. Quanto aos anos iniciais, a SEEDF já trabalha há mais de 10 anos com a política de ciclos para aprendizagens, que apresenta resultados efetivos e a defasagem segue em queda”, explica a diretora de Ensino Fundamental, da Gerência de Políticas Educacionais para o Desempenho Escolar da SEEDF, Marli Dias Ribeiro. Projeto Escolas Inovadoras (educacao.df.gov.br/escolas-inovadoras-na-rede-publica/ CEF 5 de Taguatinga) A proposta objetiva implementar e sistematizar o processo de cocriação de protótipos de escolas inovadoras. Considerando educação inovadora, como aquela que inclui o uso de novas tecnologias, sem desprezar as tecnologias tradicionais, rompe paradigmas e práticas pedagógicas e gerenciais da educação vigente, instaura novos modelos adequados aos estudantes e à sociedade em que estão inseridos tendopor propósito maior o bem-viver. Sendo assim, durante 18 meses, a SEEDF passa a ter 4 (quatro) unidades escolares nas quais serão cocriados projetos piloto de escolas inovadoras. Nestas unidades escolares serão estudados, discutidos, escolhidos e aplicados modelos inovadores que contemplem 8 (oito) elementos considerados como mínimos a serem transformados junto à escola contemplada pelos projetos selecionados, quais sejam: 1. Modelo gerencial efetivo e inovador; 2. Proposta pedagógica; 3. Estratégias de facilitação de diálogos; 4. Comunidade escolar engajada; 5. Infraestrutura predial, equipamentos e mobiliário inovadores; 6. Implantação de recursos tecnológicos pedagógicos e gerenciais; 7. Times de profissionais alinhados e engajados; 8. Monitoramento e avaliação institucional. O projeto Escolas Inovadoras surge a partir do Edital 04/2019 da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal - FAPDF que em parceria com a SEEDF, apresentaram o Chamamento Público para seleção de Organizações da Sociedade Civil - OSC para a cocriação de projetos piloto de escolas inovadoras. Projeto Trilhar (https://www.educacao.df.gov.br) O Projeto Trilhar busca acompanhar e fortalecer os trabalhos pedagógicos docentes, sobretudo, os com foco na alfabetização, nos letramentos e no raciocínio lógico com vistas à recomposição da aprendizagens, por meio de ações estruturadas em quatro eixos: Orientações pedagógicas, Vivências de acompanhamento, Fórum de práticas exitosas e elaboração de Política Distrital de Alfabetização. Trata-se de um projeto que visa articular junto ao nível intermediário, práticas pedagógicas que fortalecem e consolidam o desenvolvimento do processo de aquisição do Sistema de Escrita Alfabética - SEA, das habilidades de leitura, interpretação e produção de textos na perspectiva do letramento, reduzindo os índices de defasagem de aprendizagem além de valorizar o empenho e as vivências dos profissionais de educação da rede. Tempo de Aprender (MEC) (http://alfabetizacao.mec.gov.br/tempo-de-aprender) O Tempo de Aprender é um programa de alfabetização abrangente, com o objetivo de melhorar a qualidade da alfabetização em todas as escolas públicas do país. O programa propõe ações estruturadas em quatro eixos. São eles: eixo 1, formação continuada de profissionais da alfabetização; eixo 2, apoio pedagógico e gerencial para a alfabetização; eixo 3, aprimoramento das avaliações da alfabetização e eixo 4, valorização dos profissionais da alfabetização. Programa Educação com Movimento (https://www.educacao.df.gov.br) O PECM tem como finalidade precípua a ampliação das experiências corporais dos estudantes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, mediante a intervenção pedagógica integrada e interdisciplinar entre o/a professor/a de Atividades e o/a professor/a de Educação Física, na perspectiva da Educação Integral, conforme preconizado no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal. Projeto Aprender Mais (https://www.agenciabrasilia.df.gov.br ) O Projeto Aprender Mais visa estimular as potencialidades e trabalhar as fragilidades percebidas na Rede Pública de ensino durante o processo pedagógico, em especial às proposições voltadas para a recuperação das aprendizagens nos blocos I e II do 3º Ciclo para as aprendizagens. O projeto tem como objetivos: promover orientações técnicas sobre as intervenções propostas na Diretriz Pedagógica do 3º Ciclo para os professores de Anos Finais da SEEDF e acompanhar o andamento das ações para o 3º Ciclo para as aprendizagens no pós ensino remoto nas Unidades Escolares junto às UNIEB, com o foco na recomposição das aprendizagens, por meio de ações estruturadas nos seguintes eixos: Formação Continuada (Curso Conectando Práticas), Orientações pedagógicas, Vivências de acompanhamento e Fórum de práticas exitosas. Programa Aprender Valor (https://aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor) No Programa Aprender Valor, a Educação Financeira se efetiva nas escolas de Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano, oportunizando formação online para gestores e professores, com certificação, além de disponibilizar projetos escolares que trazem sequências didáticas com atividades que articulam habilidades relacionadas ao planejamento do uso de recursos, à poupança ativa e ao uso responsável do crédito com conceitos e habilidades de Matemática, de Língua Portuguesa (para os anos iniciais) e de Ciências Humanas (para os anos finais), de modo transversal e integrado. SAIBA MAIS! Para saber mais sobre o Ensino Fundamental, deixaremos aqui alguns documentos que referencia o trabalho desenvolvido por essa Diretoria. ● Orientação Pedagógica: 3º Ciclo para as Aprendizagens ● Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2º Ciclo para as Aprendizagens: Bia e 2º Bloco ● Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 3º Ciclo para as Aprendizagens ● Currículo em Movimento do Ensino Fundamental do Distrito Federal -- Anos Iniciais/Anos Finais ● RAv Formulário 1: Descrição do Processo de Aprendizagem do Estudante: 2 o Ciclo ● RAv Formulário 2: Ata de Conselho de Classe ● Registro Formativo de Avaliação – RFA 4.4. Diretoria de Ensino Médio A nossa próxima parada será na DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO (DIEM). Destacamos que, nos últimos anos, essa Diretoria vem trabalhando diariamente em prol da implantação e implementação do Novo Ensino Médio no Distrito Federal, dentre outras funções, como: I - Propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para o Ensino Médio e para o Novo Ensino Médio da Rede Pública de Ensino; II - Promover articulação com os demais setores da Secretaria e com outras instâncias para efetivação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para o Ensino Médio e para o Novo Ensino Médio; III - Coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do currículo referente ao Ensino Médio e ao Novo Ensino Médio; IV - Orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e pedagógicos concernentes ao Ensino Médio e ao Novo Ensino Médio na Rede Pública de Ensino; V - Orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, políticas, diretrizes específicas e ações do Ensino Médio e do Novo Ensino Médio, junto às UNIEBs/CREs; VI - Propor e elaborar documentos norteadores para o acompanhamento técnico-pedagógico destinados a subsidiar as ações dos profissionais da educação que atuam no Ensino Médio; As ações realizadas pela DIEM contemplam a Meta 3 do PDE e o Regimento Escolar (Art. 44, Art. 45 e Art. 49). Além disso, são respaldadas nos referenciais legais e regulatórios da Lei n.º 9394/1996, da Lei n.º 13.415/2017, da Lei n.º 11.494/2007, da Resolução CNE/CEB n.º 03/2018 e da Portaria n.º 1432/2018. A Diretoria de Ensino Médio atua em todas as fases de organização do Novo Ensino Médio. Acompanha a fase de análise da situação educacional de estudantes, com a finalidade de (re)estruturação das ações educacionais, junto ao Ministério da Educação, ao Conselho Nacional de Educação, à Universidade de Brasília, ao Conselho de Educação do Distrito Federal, aos fóruns educacionais, às organizações da sociedade civil, às entidades de classe. Ainda, propõe a gestão dos processos necessários para a plena implementação do novo currículo revisado à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O Decreto n.º 42.687/2021 (DODF n.º 205, p. 5) apresentou a reconfiguração da estrutura da Diretoria de Ensino Médio, conciliando atribuições necessárias ao atendimento do Ensino Médio com as necessidades suscitadas pelo Novo Ensino Médio, desde a implantação até a implementação, sob ação conjunta de órgãos governamentais, não governamentais, da sociedade civil e entidades de classe. (https://www.educacao.df.gov.br) Nesse contexto, destacamos algumas das principais ações desenvolvidas nas 94 Unidades Escolares do Ensino Médio:1. Implementação das mudanças trazidas pela Lei n.º 13.415 e suas possibilidades para o Ensino Médio no DF. 2. Articulação institucional e elaboração de documentos normativos voltados para o Ensino Médio. 3. Formação Continuada: a DIEM, em parceria com a Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE), elaborou um Plano de Formação Continuada para o Novo Ensino Médio. O objetivo da formação foi o de promover a capacitação dos Profissionais da Educação no desenvolvimento de metodologias e estratégias pedagógicas diversificadas para o Novo Ensino Médio, com abordagens relacionadas ao novo Currículo do Ensino Médio, ao Projeto de Vida, às Metodologias Ativas, à Pedagogia de Projetos e à elaboração de Unidades Curriculares Eletivas Orientadas e Trilhas de Aprendizagem. 4. Itinerário Formativo de Educação Profissional Técnica (EPT): A formulação de ações voltadas à implantação do Itinerário Formativo de Educação Profissional se caracteriza como um conjunto de iniciativas que visa oportunizar ao estudante a formação técnica e profissional. Os estudantes matriculados no Ensino Médio regular terão a possibilidade de cursar integralmente um itinerário técnico, fazer um curso técnico junto com cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) ou, até mesmo, um conjunto de FICs articuladas entre si. 5. Catálogo em Movimento dos Itinerários Formativos: o catálogo é fruto da escuta dos estudantes e das contribuições de diversos atores, contemplando práticas pedagógicas de profissionais da educação da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal e parceiros durante a implementação de Unidades Escolares-Piloto e do processo de formação continuada dos profissionais da educação desenvolvido pela Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE). Trata-se de um material de apoio para as Unidades Escolares ofertarem seus itinerários formativos a partir de objetivos e metodologias que reflitam a realidade local, a Proposta Pedagógica, as necessidades e características da comunidade escolar. 6. Parcerias externas: Com a proposta de flexibilização curricular trazida pelo Novo Ensino Médio, abriu-se a oportunidade de formalização de parcerias com entidades e instituições externas para a oferta de Itinerários Formativos. Dentro das parcerias, é possível mencionar, por exemplo: o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, o Serviço Social da Indústria-SESI, a Universidade de Brasília (UnB), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), a Defensoria Pública do Distrito Federal, as Embaixadas da Espanha e da França, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), etc. SAIBA MAIS! Nesse momento, o Ensino Médio está passando por grandes transformações estruturais em todo o nosso país. Voltaremos a esse assunto de maneira detalhada mais a frente, no nosso módulo sobre etapas e modalidades educacionais. Enquanto isso, destacamos aqui os principais documentos de referência sobre o trabalho realizado junto ao Ensino Médio no Distrito Federal. Caso seja do seu interesse, aproprie-se do material e os utilizem quando necessário. ● Plano Nacional de Educação (PNE). ● Plano Distrital de Educação (PDE). ● Base Nacional Comum Curricular (BNCC). ● Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. ● Lei n.º 9.394/1996. ● Lei n.º 13.415/2017. ● Portaria MEC n.º 649, de 10 de julho de 2018. ● Portaria MEC n.º 1.023, de 4 de outubro de 2018. ● Portaria MEC n.º 1.024, de 4 de outubro de 2018. ● Portaria MEC n.º 1.432, de 28 de dezembro de 2018. ● Portaria n.º 21, de 4 de fevereiro de 2020. ● Portaria n.º 22, de 4 de fevereiro de 2020. ● Portaria n.º 507, de 30 de dezembro de 2020. ● Portaria n.º 93, de 3 de março de 2021. ● Resolução n.º 21/2018 - FNDE, de 14 de novembro de 2018. ● Resolução n.º 3/2018 - CNE/CEB, de 21 de novembro de 2018. ● Resolução n.º 2/2020 - CEDF, de 24 de dezembro de 2020. ● Nota Técnica n.º 02/2019, do Conselho de Educação do DF. ● Nota Técnica n.º 03/2019, do Conselho de Educação do DF. ● Parecer n.º 112/2020 - CEDF, de 08 de dezembro de 2020. ● Parecer n.º 01/2022 - CEDF, de 25 de janeiro de 2022. 4.5. Diretoria de Educação de Jovens e Adultos Em consonância com o Regimento Interno da SEEDF, instituído pelo Decreto nº 38.631 de 20 de novembro de 2017, apresentamos, nesse momento, a DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (DIEJA). Essa Diretoria atua junto às suas duas Gerências exercendo as seguintes funções: I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para a Educação de Jovens e Adultos da Rede Pública de Ensino; II – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do currículo referente à Educação de Jovens e Adultos; III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e pedagógicos concernentes à Educação de Jovens e Adultos na Rede Pública de Ensino; IV – orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, políticas, diretrizes específicas e ações referentes à Educação de Jovens e Adultos, junto às Unidades Regionais de Educação Básica – UNIEBs/CREs; V – elaborar documentos norteadores para o acompanhamento técnico-pedagógico destinados a subsidiar as ações dos profissionais da educação que atuam na Educação de Jovens e Adultos; (https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/) As principais ações desenvolvidas ou planejadas pela Diretoria de Educação de Jovens e Adultos são: 1. Mapeamento do perfil do público atendido pelas unidades ofertantes da EJA com o objetivo de sinalizar possíveis intervenções pedagógicas, vislumbrando o fortalecimento da oferta, o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos dos sujeitos atendidos pela modalidade. 2. Publicação das Orientações Pedagógicas voltadas para Política Distrital do Idoso com o objetivo de fortalecer o atendimento direto à população idosa da Rede Pública de Ensino e a conscientização do público atendido pelas demais etapas e modalidades sobre o processo de envelhecimento, promovendo a valorização da pessoa idosa e atuando na prevenção do preconceito geracional e da violência contra a pessoa idosa. 3. Publicação da Nota Técnica sobre Projetos/Programas que visa orientar às Unidades Escolares quanto à organização do trabalho pedagógico referente à implementação do Componente Curricular Projetos/Programa contido nas matrizes curriculares da EJA. 4. Organização e realização dos Seminários sobre integração da EJA à Educação Profissional e Tecnológica com o objetivo de fomentar a formação de professores para a implementação da integração da EJA à Educação Profissional Tecnológica, em cumprimento da Meta 10 do Plano Nacional de Educação e das Metas 9 e 10 do Plano Distrital de Educação e em atendimento aos anseios do público atendido pela modalidade. 5. Implantação, junto com a Universidade de Brasília, do projeto “Eu passarinho” com o objetivo de recompor as aprendizagens dos estudantes da EJA, por meio da interação e do acompanhamento das atividades propostas em sala de aula, pelos graduandos dos cursos de licenciatura da UnB. 6. Interlocução com o Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização do Distrito Federal GTPA- Fórum EJA/DF com o objetivo de fortalecer as políticas educacionais e ações destinadas ao atendimento da Educação de Jovens e Adultos no Distrito Federal. 7. Realização de visitas às Unidades Escolares ofertantes de EJA para acompanhamento pedagógico com o objetivo de atender às demandas pedagógicas das Unidades Escolas que ofertam a modalidade EJA. 8. Implementação do Programa Paulo Freire de Alfabetização de Jovens, Adultos e Idosos com o objetivo de minimizar o analfabetismo e seus impactos na vida de jovens, adultos e idosos moradores ou trabalhadores do DistritoFederal. 9. Implantação da oferta educacional na Penitenciária Federal em Brasília (PFBRA) com o objetivo de proporcionar o acesso à Educação Básica, por meio da modalidade da Educação de Jovens e Adultos, às pessoas privadas de liberdade na Penitenciária Federal em Brasília (PFBRA). 10. Implementação da “Ler Liberta: Política de Remição de Pena pela Leitura no Distrito Federal” com o objetivo de propiciar às pessoas privadas de liberdade dos estabelecimentos penais do Distrito Federal o acesso à leitura de obras literárias, científicas e filosóficas, possibilitando a remição de pena e a ressocialização, promovendo o conhecimento, o resgate da autoestima e o desenvolvimento pessoal pelo próprio engrandecimento e pela busca da cidadania. 11. Publicação de Portaria Conjunta com atribuições e competências dos servidores que atuam com a educação no Sistema Prisional que visa regulamentar as atribuições e competências dos servidores da SEEDF e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (SEAPE/DF) envolvidos com o atendimento educacional referente à educação básica e à política de remição de pena pela leitura para as pessoas privadas de liberdade nos estabelecimentos penais do DF. 12. Implantação da Integração da Educação de Jovens e Adultos à Educação Profissional e Tecnológica no Sistema Prisional do Distrito Federal que visa proporcionar aos estudantes privados de liberdade o acesso à Educação Básica, com possibilidade de elevação da escolaridade, e à qualificação profissional, ampliando as perspectivas para o mercado de trabalho. 13. Participação no processo de concessão de aptidão para os professores da rede, verificando se os candidatos selecionados por meio de edital apresentam os critérios elencados para a atuação nos Núcleos de Ensino do Sistema Prisional do Distrito Federal. SAIBA MAIS! Para conhecimento, registramos aqui alguns documentos orientadores para o trabalho pedagógico junto à Diretoria de Educação de Jovens e Adultos. ● Resolução CNE/CEB nº 01, de 28 de maio de 2021, que dispõe sobre o documento referencial para a implementação das Diretrizes Operacionais da EJA nos Estados, Municípios e Distrito Federal. ● Plano Nacional de Educação (Brasil, 2014 -2024). ● Plano Distrital de Educação (Distrito Federal, 2015-2024). ● Regimento Interno da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (2018). ● Diretrizes Operacionais da Educação de Jovens e Adultos (Distrito Federal, 2021). ● Diretrizes de Avaliação Educacional: Aprendizagem, institucional e em larga escala (Distrito Federal, 2014-2016). ● Currículo em Movimento da Educação Básica – Pressupostos Teóricos (Distrito Federal, 2014). ● Currículo em Movimento da Educação Básica – Caderno da Educação de Jovens e Adultos (Distrito Federal, 2014). ● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). ● Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), e suas posteriores alterações. ● Decreto nº 7.626, de 24 de novembro de 2011 (Plano Estratégico de Educação no âmbito do Sistema Prisional –PEESP). ● Resolução nº 2/2010-CNE/CEB, de 19 de maio de 2010, que dispõe sobre as Diretrizes Nacionais para a oferta de educação para jovens e adultos em situação de privação de liberdade nos estabelecimentos penais. ● Resolução nº 3/2010-CNE/CEB, de 15 de junho de 2010, que institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima e certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância. ● Resolução nº 3/2009-CNPCP, de 11 de março de 2009, que dispõe sobre as Diretrizes Nacionais para a Oferta de Educação nos estabelecimentos penais. ● Portaria nº 10/2016-VEP/DF, de 17 de novembro de 2016. Revoga a Portaria 005/2013-VEP/DF, regulamenta as modalidades de remição de pena pelas atividades de ensino presencial, pela realização de cursos à distância e pela leitura de obras literárias no âmbito do sistema penitenciário do Distrito Federal. ● Resolução nº 391, de 10 de maio de 2021, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece procedimentos e diretrizes a serem observados pelo Poder Judiciário para o reconhecimento do direito à remição de pena por meio de práticas sociais educativas em unidades de privação de liberdade. ● Portaria Conjunta JF/DEPEN nº 276, de 20 de junho de 2012, da Corregedoria-Geral da Justiça Federal (JF) e do Departamento Penitenciário Federal (DEPEN), que disciplina o Projeto da Remição pela Leitura no Sistema Penitenciário Federal. ● Plano Distrital de Educação para Pessoas Privadas de Liberdade e Egressas do Sistema Prisional (2021-2024). 4.6. Diretoria de Educação Profissional A próxima Diretoria que vamos conhecer será a DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (DIEP). Além de suas Gerências, ela é composta, também, pelo Programa Novos Caminhos, anteriormente denominado Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). As principais funções da DIEP, são: (https://www.educacao.df.gov.br/) I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para a Educação Profissional e para a sua integração ao Ensino Médio e à Educação de Jovens e Adultos na Rede Pública de Ensino; II – elaborar as diretrizes pedagógicas e operacionais relativas à Educação Profissional nas formas integrada, concomitante e subsequente, e nas modalidades presencial e a distância, voltadas à oferta de cursos de formação inicial e continuada – FIC, cursos técnicos de nível médio, e de especialização técnica de nível médio; III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e pedagógicos concernentes à Educação Profissional na Rede Pública de Ensino; IV – articular intra e intersetorialmente a manutenção, a expansão e o fomento da oferta da Educação Profissional, e o desenvolvimento de estratégias para acesso dos estudantes ao mundo do trabalho; V – propor, executar e acompanhar as ações de formação inicial e continuada para os profissionais que atuam na Educação Profissional, junto ao Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação – EAPE, ao Instituto Federal de Brasília – IFB, a outras instituições de Ensino Superior, e à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica – SETEC/MEC; As principais ações do Programa Novos Caminho (antigo Pronatec), são: (agenciabrasilia.df.gov.br) (http://portal.mec.gov.br) 1. expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio presencial e a distância e de cursos e programas de formação inicial e continuada ou qualificação profissional; 2. fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da educação profissional e tecnológica; 3. contribuir para a melhoria da qualidade do ensino médio público, por meio da articulação com a educação profissional; 4. ampliar as oportunidades educacionais dos trabalhadores, por meio do incremento da formação e qualificação profissional; 5. estimular a difusão de recursos pedagógicos para apoiar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. 6. estimular a articulação entre a política de educação profissional e tecnológica e as políticas de geração de trabalho, emprego e renda. SAIBA MAIS! A seguir, indicamos os documentos normatizadores mais utilizados pela Diretoria de Educação Profissional: ● Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal ● Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. ● Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. ● Resolução nº 2/2020-CEDF, de 24 de dezembro de 2020, que estabelece normas e diretrizes para a educação básica no sistema de ensino do Distrito Federal.● Portaria MEC nº 1.432/18, de 28 de dezembro de 2018, que estabelece os referenciais para elaboração dos itinerários formativos conforme preveem as Diretrizes Nacionais do Ensino Médio. ● Lei nº 12.513, de 26 de outubro de 2011, que institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). ● Portaria MEC nº 817, de 13 de agosto de 2015, que dispõe sobre a oferta da Bolsa-Formação no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec. ● Portaria MEC nº 1.163, de 9 de novembro de 2018, que altera a Portaria MEC nº 817, de 13 de agosto de 2015. ● Portaria nº 127, de 30 de março de 2017, que regulamenta, no âmbito da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal - SEEDF, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC. ● Portaria nº117, de 02 de maio de 2018, que altera a Portaria nº 127, de 30 de março de 2017. ● Portaria nº 30, de 10 de fevereiro de 2020, Altera o Anexo I e II, da Portaria nº 127, de 30 de março de 2017. ● Portaria nº 192, de 03 de março de 2022, que altera o artigo 21, da Portaria nº 127, de 30 de março de 2017. 4.7. Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem Apresentamos, agora, a DIRETORIA DE SERVIÇOS E APOIO À APRENDIZAGEM. Sua função principal é orientar, acompanhar e apoiar as ações relacionadas à Gerência de Orientação Educacional, à Gerência de Programas e Projetos transversais e à Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas. A seguir, falaremos brevemente sobre cada uma delas. Gerência de Orientação Educacional (https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacao-escolar) Começamos pela Gerência de Orientação Educacional. Compete à essa Gerência, as seguintes funções: I - Implementar ações direcionadas ao fortalecimento da identidade e o papel da Orientação Educacional em seus aspectos técnico-pedagógicos, em todas as etapas e modalidades de ensino; II - Orientar, articular e acompanhar, em âmbito central, as ações técnico-pedagógicas relativas à implantação e à implementação de políticas, diretrizes específicas, programas e projetos referentes à Orientação Pedagógica e Currículo da Educação Básica e aos demais referenciais norteadores da prática da Orientação Educacional; III - Emitir parecer técnico pedagógico sobre assuntos relacionados à sua área de atuação; IV - Coordenar, acompanhar e subsidiar a articulação do trabalho desenvolvido nos níveis intermediário e local voltadas à atuação da Orientação Educacional; V - Articular e acompanhar a formação continuada voltada para os(as) Pedagogos(as) - Orientadores(as) Educacionais; A Gerência de Orientação Educacional desenvolverá as seguintes ações, que se integram ao planejamento da SUBEB, com vista a colaborar na superação dos desafios educacionais do ano de 2022: de aumentar o engajamento, a motivação e o encantamento dos estudantes e profissionais da educação com o espaço escolar; articular ações institucionais, em rede e de assessoria pedagógica para recomposição das aprendizagens; e auxiliar no desenvolvimento de estratégias de acolhimento focadas na melhor forma possível de lidar com a saúde mental e emocional de crianças, adolescentes e adultos dentro do ambiente escolar. As ações da Gerência de Orientação Educacional incidem diretamente na pŕaxis dos profissionais da Orientação Educacional de modo a direcionar e fundamentar as ações educativas voltadas às seguintes temáticas: Acolhimento; Autoestima; Cidadania; Cultura de Paz; Competências Socioemocionais; Desenvolvimento humano e processo de ensino-aprendizagem; Educação Ambiental; Educação Patrimonial; Inclusão de diversidades; Integração família/escola; Mediação de conflitos; Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas; Projeto de Vida; Protagonismo (Participação Estudantil); Psicomotricidade/ Ludicidade; Saúde/Saúde Mental; Sexualidade; Transição escolar. Tais abordagens são fundamentadas nos Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento, com objetivos claros de aprendizagem e desenvolvimento, articulação de ações em rede para garantia de direitos e sucesso no processo de escolarização de todos os estudantes, bem como assessoria pedagógica aos professores e ação institucional para alinhamento pedagógico que favoreça a superação das situações problema-desafios manifestos na realidade escolar. SAIBA MAIS! Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência, são: ● Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento. ● https://www.educacao.df.gov.br/wpconteudo/uploads/2018/02/1_pressupostos_teorico s.pdf ● Orientação Pedagógica da Orientação Educacional. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2019/03/orienta%C3%A7%C3 %A3o-pedagogica-da-orienta%C3%A7%C3%A3o-educacional_02mai19.pdf ● Circular Nº 04/2022 - SEE/SUBEB de 04 de janeiro de 2022, que dispõe sobre a Organização do Trabalho Pedagógico da Orientação Educacional para o ano letivo de 2022. Processo SEI nº 00080-00001291/2022-89 ● Regimento da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2017/08/Regimento-SEEDF-C OMPLETO-FINAL.pdf ● Orientação Pedagógica para o Projeto Político-Pedagógico e Coordenação Pedagógica nas Escolas. ● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/orientacao_pedagoggica_projeto_politi co_pedagogico.pdf ● Caderno Orientador Convivência Escolar e Cultura de Paz. https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Caderno-Conviv%C3 %AAncia-Escolar-e-Cultura-de-Paz.pdf ● Caderno Orientador Transição Escolar: trajetórias na educação básica. https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Caderno-Orientador-Tr ansicao-Escolar-Trajetorias-na-Educacao-Basica-29mar2021.pdf ● Orientação Pedagógica para a Permanência Escolar. https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Orientacao-pedagogica -para-a-Permanencia-Escolar.pdf ● Diretrizes de Avaliação Educacional ● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/diretrizes_avaliacao_educacional.pdf ● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Contexto de Atividades Pedagógicas Não Presenciais. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/recomendacao_guia_a colhimento_comunidade_escolar.pdf ● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Retorno Presencial a Unidades Escolares. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/02/Guia-de-Acolhimento- a-Comunidade-Escolar-Material-de-Apoio.pdf ● Formulários Padronizados da Orientação Educacional. https://www.educacao.df.gov.br/espaco-pedagogico-formularios/ Gerência de Programas e Projetos Transversais Compete à Gerência de Programas e Projetos Transversais: I - elaborar, analisar, ofertar, monitorar e avaliar projetos educacionais que contribuam para as aprendizagens dos estudantes; II - subsidiar a Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem em suas atribuições referentes à educação científica e tecnológica; III - incentivar o desenvolvimento de atividades científicas e tecnológicas educacionais, em parceria e apoio às UNIEB/CRE; IV - colaborar com a difusão e divulgação de ações de educação científica, tecnológica e de pesquisa desenvolvidas no âmbito das UNIEB/CRE e das unidades escolares; V - identificar projetos educacionais de excelência e potencializar a sua disseminação; VI - ofertar, com base em indicadores e evidências, projetos com potencial para atender as necessidades educacionais das etapas e modalidades da educação básica; VII - coordenar, em parceria com a Subsecretaria de Educação Básica, a elaboração de documentos norteadores para a implantação e a implementação de políticas públicas de fomento às atividades científicas e tecnológicas educacionais, em especial de iniciação científica, no âmbito da educação básica; VIII - auxiliar as diretorias da SUBEB na análise técnico-pedagógica de projetos e parcerias; Algumas ações desenvolvidas ou planejadas por essa gerência para esse ano, são: ● 11º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do DF Realizar o Circuito de Ciências das EscolasPúblicas na Rede de Ensino Público do DF, atendendo a todas as etapas e modalidades da educação, por meio de atividades de produção científica em 3 etapas, local, regional e distrital tendo sua culminância na seleção do melhores trabalhos pra participação em feiras nacionais, contribuindo para inserir e despertar nos estudantes o interesse pelas Ciências. ● PrOCien: Despertando Talentos Desenvolver o Programa Olimpíadas Científicas na Rede Pública do Distrito Federal, a atender todas etapas e modalidades da educação, mediante realização de olimpíadas científicas ao longo do ano letivo, a contribuir e despertar nos estudante o interesse científico, bem como fortalecer e colaborar com apropriação, por parte dos professores, das olimpíadas como estratégia didática e fomentar movimento maker. ● Conexão Científica Desenvolver ações de iniciação científica com enfoque interdisciplinar, buscando popularizar a ciência na educação básica. As ações serão desenvolvidas, no ano de 2022, em 15 escolas de Ensino Fundamental e Médio da Rede de Educação Pública do DF, e contará, em sua execução, com a colaboração e parcerias de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e Instituições de Ensino Superior (IES) do DF. O Projeto desenvolverá ações como experimentos, debates e visitas técnicas de cunho científico para oferecer informação e formação acessível à estudantes, professores, coordenadores, gestores e público interessado. ● Projeto de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0 Cooperação técnica entre os partícipes, sem ônus financeiro para ambas as instituições, com vistas à execução dos projetos de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0 do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – IFB em escolas administradas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. A partir dessas e outras ações, essa Gerência busca popularizar a cultura científica na educação básica e proporcionar aprendizagens significativas com enfoque interdisciplinar aos estudantes da rede, considerando a história dos envolvidos e sua participação como sujeito ativo e de direito. SAIBA MAIS! Por se tratar de uma gerência transversal os principais documentos que orientam as ações são os mesmos normativos da Educação Básica, tais como: ● Currículo em Movimento da Educação Básica; ● Diretrizes Pedagógicas; ● Orientações Pedagógicas ● Portaria nº 168 , de 16 de maio de 2019 – Disciplina a aplicação prática do Marco Regulatório das Organizações da sociedade Civil – MROSC na gestão pública do Distrito Federal no âmbito da Secretaria de Estado de Educação, constituindo Ato Normativo Setorial de que trata o inciso XIV do caput do art. 2º do Decreto Distrital no 37.843, de 2016. Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas (https://agenciabelem.com.br/Noticia/219344) E para finalizar, vamos apresentar a Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas e as principais funções desempenhadas por ela. I - Implementar as Políticas Públicas do Livro, Leitura e Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias no âmbito da rede pública de ensino do DF. II - Acompanhar, coordenar e executar o Programa Nacional do Livro e Material Didático (PNLD). III - Valorizar, democratizar o acesso e promover a prática de leitura e formação de leitores, por meio de projetos técnico-pedagógicos da GPLEI. IV - Orientar e acompanhar as ações concernentes ao Plano Nacional de Livro e Leitura – PNLL e Plano Distrital de Livro e Leitura – PDLL. V - Propor e articular, em sua área de atuação, políticas, diretrizes específicas e ações de formação continuada destinadas aos profissionais da educação, relativas às políticas públicas do livro, da leitura, e das bibliotecas. VI - Orientar e acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução de convênios, contratos, termos de cooperação técnica, termos de fomento e similares destinados a atender às políticas públicas do livro, da leitura e de bibliotecas, na Rede Pública de Ensino. VII - Divulgar e implementar as legislações e divulgar as Instituições de Apoio referentes às políticas de Livro, Leitura e Biblioteca. VIII - Propor a aquisição de novos títulos para compor o acervo das bibliotecas escolares e das bibliotecas escolares-comunitárias. IX - Divulgar, coordenar, executar e monitorar as ações do Programa Escrevendo o Futuro - Olimpíada de Língua Portuguesa - OLP. Algumas das ações desenvolvidas por essa Gerência, bem como, as planejadas para o ano de 2022, são: ● PNLD - orientar a escolha das obras; ● monitorar a escolha das unidades escolares; ● garantir que todas as escolas cadastradas no CENSO participem da escolha; ● acompanhar a distribuição do material didático; ● realizar remanejamento interno e externo entre as unidades escolares e regionais; ● divulgar e orientar o processo de reserva técnica e de recolhimento do material didático; ● promover encontros informativos e oficinas de formação continuada para os profissionais atuantes em Bibliotecas; ● OLP - Promover curso de formação para os professores/as de Língua Portuguesa do 5º ano à 3ª série do Ensino Médio; ● Feira do Livro - Promover encontros informativos para orientação da compra qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares durante o evento; organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF; ● Bienal - Promover encontros informativos para orientação da compra qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares durante o evento; organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF; ● acompanhar as tratativas com a ABDF para realização do curso Técnico em Biblioteconomia; ● acompanhar as tratativas para implantação do Sistema Integrado de Bibliotecas do Distrito Federal, previsto na Portaria dos Territórios Culturais; ● dar continuidade a realização dos projetos Caixa-Estante Sustentável e Projeto Painel Folclórico nas unidades escolares; ● divulgar e promover a Semana Nacional do Livro e das Bibliotecas. Em suma, esta Gerência, tem como horizonte a formação de leitores, bem como com as aprendizagens dos estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, as quais estão intimamente relacionadas ao desenvolvimento de sua competência leitora, e tem empenhado esforços para realizar ações que contribuam para este fim. SAIBA MAIS! Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência: ● Decreto nº 9.099/2017 - Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro e do Material Didático; ● Resolução/CD/FNDE nº 42, de 28 de agosto de 2012; ● Resolução nº 15, de 26 de julho de 2018; ● Portaria nº 39, de 30 de março de 2015 - Dispõe sobre os procedimentos para descarte de acervo bibliográfico; ● Lei nº 12.244/2010; ● Resolução CFB nº 199/2018; ● Lei nº 13.601/2018 ; ● Portaria nº 380/2018 da SEEDF; ● Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) instituído por meio da Portaria Interministerial nº 1.442, de 10 de agosto de 2006; ● Lei nº 13.696/2018, institui a Política Nacional de Leitura e Escrita;; ● Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura - PDLL; ● O acervo bibliográfico na escola: contribuições para uma escolha qualificada do acervo bibliográfico que circula no âmbito escolar e que compõe a coleção de materiais presentes nas bibliotecas da rede pública de ensino do Distrito Federal; ● Guia de Orientações para os Profissionais atuantes em Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias em contexto de Atividades Escolares durante a pandemia de COVID-19; ● Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias: caderno de possibilidades pedagógicas; ● Caderno Orientador: A Lei de Direitos Autorais no Contexto Educacional; ● Almanaque: Dicionário e sua heterogeneidade discursiva: contribuições para um diálogo entre diferentes discursos para favorecer o uso do dicionário; ● Guia Orientador: escolha do livro didático do ensino médio: projetos integradores e projeto de vida (PNLD 2021); ● Ler: a hora é agora!; ● Caderno deorientações para a retomada das atividades presenciais nas bibliotecas escolares e escolares-comunitárias da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal; ● Vídeo: Ponto por ponto o recomeço de nossas atividades nas bibliotecas da rede pública de ensino. 4.8. Diretoria de Modalidades Especiais Apresentamos, agora, a DIRETORIA DE SERVIÇOS E APOIO À APRENDIZAGEM. Sua função principal é orientar, acompanhar e apoiar as ações relacionadas à Gerência de Orientação Educacional, à Gerência de Programas e Projetos transversais e à Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas. A seguir, falaremos brevemente sobre cada uma delas. Gerência de Orientação Educacional (https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacao-escolar) Começamos pela Gerência de Orientação Educacional. Compete à essa Gerência, as seguintes funções: I - Implementar ações direcionadas ao fortalecimento da identidade e o papel da Orientação Educacional em seus aspectos técnico-pedagógicos, em todas as etapas e modalidades de ensino; II - Orientar, articular e acompanhar, em âmbito central, as ações técnico-pedagógicas relativas à implantação e à implementação de políticas, diretrizes específicas, programas e projetos referentes à Orientação Pedagógica e Currículo da Educação Básica e aos demais referenciais norteadores da prática da Orientação Educacional; III - Emitir parecer técnico pedagógico sobre assuntos relacionados à sua área de atuação; IV - Coordenar, acompanhar e subsidiar a articulação do trabalho desenvolvido nos níveis intermediário e local voltadas à atuação da Orientação Educacional; V - Articular e acompanhar a formação continuada voltada para os(as) Pedagogos(as) - Orientadores(as) Educacionais; VI - Buscar e estimular a integração com outras instituições educacionais para intercâmbio de estudo, experiências de pesquisa e de atuação pedagógica; A Gerência de Orientação Educacional desenvolverá as seguintes ações, que se integram ao planejamento da SUBEB, com vista a colaborar na superação dos desafios educacionais do ano de 2022: de aumentar o engajamento, a motivação e o encantamento dos estudantes e profissionais da educação com o espaço escolar; articular ações institucionais, em rede e de assessoria pedagógica para recomposição das aprendizagens; e auxiliar no desenvolvimento de estratégias de acolhimento focadas na melhor forma possível de lidar com a saúde mental e emocional de crianças, adolescentes e adultos dentro do ambiente escolar. As ações da Gerência de Orientação Educacional incidem diretamente na pŕaxis dos profissionais da Orientação Educacional de modo a direcionar e fundamentar as ações educativas voltadas às seguintes temáticas: Acolhimento; Autoestima; Cidadania; Cultura de Paz; Competências Socioemocionais; Desenvolvimento humano e processo de ensino-aprendizagem; Educação Ambiental; Educação Patrimonial; Inclusão de diversidades; Integração família/escola; Mediação de conflitos; Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas; Projeto de Vida; Protagonismo (Participação Estudantil); Psicomotricidade/ Ludicidade; Saúde/Saúde Mental; Sexualidade; Transição escolar. Tais abordagens são fundamentadas nos Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento, com objetivos claros de aprendizagem e desenvolvimento, articulação de ações em rede para garantia de direitos e sucesso no processo de escolarização de todos os estudantes, bem como assessoria pedagógica aos professores e ação institucional para alinhamento pedagógico que favoreça a superação das situações problema-desafios manifestos na realidade escolar. SAIBA MAIS! Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência, são: ● Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento. ● https://www.educacao.df.gov.br/wpconteudo/uploads/2018/02/1_pressupostos_teorico s.pdf ● Orientação Pedagógica da Orientação Educacional. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2019/03/orienta%C3%A7%C3 %A3o-pedagogica-da-orienta%C3%A7%C3%A3o-educacional_02mai19.pdf ● Circular Nº 04/2022 - SEE/SUBEB de 04 de janeiro de 2022, que dispõe sobre a Organização do Trabalho Pedagógico da Orientação Educacional para o ano letivo de 2022. Processo SEI nº 00080-00001291/2022-89 ● Regimento da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2017/08/Regimento-SEEDF-C OMPLETO-FINAL.pdf ● Orientação Pedagógica para o Projeto Político-Pedagógico e Coordenação Pedagógica nas Escolas. ● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/orientacao_pedagoggica_projeto_politi co_pedagogico.pdf ● Caderno Orientador Convivência Escolar e Cultura de Paz. https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Caderno-Conviv%C3 %AAncia-Escolar-e-Cultura-de-Paz.pdf ● Caderno Orientador Transição Escolar: trajetórias na educação básica. https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Caderno-Orientador-Tr ansicao-Escolar-Trajetorias-na-Educacao-Basica-29mar2021.pdf ● Orientação Pedagógica para a Permanência Escolar. https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Orientacao-pedagogica -para-a-Permanencia-Escolar.pdf ● Diretrizes de Avaliação Educacional ● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/diretrizes_avaliacao_educacional.pdf ● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Contexto de Atividades Pedagógicas Não Presenciais. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/recomendacao_guia_a colhimento_comunidade_escolar.pdf ● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Retorno Presencial a Unidades Escolares. ● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/02/Guia-de-Acolhimento- a-Comunidade-Escolar-Material-de-Apoio.pdf ● Formulários Padronizados da Orientação Educacional. https://www.educacao.df.gov.br/espaco-pedagogico-formularios/ Gerência de Programas e Projetos Transversais Compete à Gerência de Programas e Projetos Transversais: I - elaborar, analisar, ofertar, monitorar e avaliar projetos educacionais que contribuam para as aprendizagens dos estudantes; II - subsidiar a Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem em suas atribuições referentes à educação científica e tecnológica; III - incentivar o desenvolvimento de atividades científicas e tecnológicas educacionais, em parceria e apoio às UNIEB/CRE; IV - colaborar com a difusão e divulgação de ações de educação científica, tecnológica e de pesquisa desenvolvidas no âmbito das UNIEB/CRE e das unidades escolares; V - identificar projetos educacionais de excelência e potencializar a sua disseminação; VI - ofertar, com base em indicadores e evidências, projetos com potencial para atender as necessidades educacionais das etapas e modalidades da educação básica; VII - coordenar, em parceria com a Subsecretaria de Educação Básica, a elaboração de documentos norteadores para a implantação e a implementação de políticas públicas de fomento às atividades científicas e tecnológicas educacionais, em especial de iniciação científica, no âmbito da educação básica; VIII - auxiliar as diretorias da SUBEB na análise técnico-pedagógica de projetos e parcerias; Algumas ações desenvolvidas ou planejadas por essa gerência para esse ano, são: ● 11º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do DF Realizar o Circuito de Ciências das Escolas Públicas na Rede de Ensino Público do DF, atendendo a todas as etapas e modalidades da educação, por meio de atividades de produção científica em 3 etapas, local, regional e distrital tendo sua culminância na seleção do melhores trabalhos pra participação em feiras nacionais, contribuindo para inserir e despertar nos estudantes o interesse pelas Ciências. ● PrOCien: Despertando Talentos Desenvolver o Programa Olimpíadas Científicas na Rede Pública do Distrito Federal, a atender todas etapas e modalidades da educação, mediante realização de olimpíadas científicas ao longo do ano letivo, a contribuir e despertar nos estudante o interesse científico, bem como fortalecer e colaborar com apropriação, por parte dos professores,das olimpíadas como estratégia didática e fomentar movimento maker. ● Conexão Científica Desenvolver ações de iniciação científica com enfoque interdisciplinar, buscando popularizar a ciência na educação básica. As ações serão desenvolvidas, no ano de 2022, em 15 escolas de Ensino Fundamental e Médio da Rede de Educação Pública do DF, e contará, em sua execução, com a colaboração e parcerias de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e Instituições de Ensino Superior (IES) do DF. O Projeto desenvolverá ações como experimentos, debates e visitas técnicas de cunho científico para oferecer informação e formação acessível à estudantes, professores, coordenadores, gestores e público interessado. ● Projeto de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0 Cooperação técnica entre os partícipes, sem ônus financeiro para ambas as instituições, com vistas à execução dos projetos de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0 do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – IFB em escolas administradas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. A partir dessas e outras ações, essa Gerência busca popularizar a cultura científica na educação básica e proporcionar aprendizagens significativas com enfoque interdisciplinar aos estudantes da rede, considerando a história dos envolvidos e sua participação como sujeito ativo e de direito. SAIBA MAIS! Por se tratar de uma gerência transversal os principais documentos que orientam as ações são os mesmos normativos da Educação Básica, tais como: ● Currículo em Movimento da Educação Básica; ● Diretrizes Pedagógicas; ● Orientações Pedagógicas ● Portaria nº 168 , de 16 de maio de 2019 – Disciplina a aplicação prática do Marco Regulatório das Organizações da sociedade Civil – MROSC na gestão pública do Distrito Federal no âmbito da Secretaria de Estado de Educação, constituindo Ato Normativo Setorial de que trata o inciso XIV do caput do art. 2º do Decreto Distrital no 37.843, de 2016. Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas (https://agenciabelem.com.br/Noticia/219344) E para finalizar, vamos apresentar a Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas e as principais funções desempenhadas por ela. I - Implementar as Políticas Públicas do Livro, Leitura e Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias no âmbito da rede pública de ensino do DF. II - Acompanhar, coordenar e executar o Programa Nacional do Livro e Material Didático (PNLD). III - Valorizar, democratizar o acesso e promover a prática de leitura e formação de leitores, por meio de projetos técnico-pedagógicos da GPLEI. IV - Orientar e acompanhar as ações concernentes ao Plano Nacional de Livro e Leitura – PNLL e Plano Distrital de Livro e Leitura – PDLL. V - Propor e articular, em sua área de atuação, políticas, diretrizes específicas e ações de formação continuada destinadas aos profissionais da educação, relativas às políticas públicas do livro, da leitura, e das bibliotecas. VI - Orientar e acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução de convênios, contratos, termos de cooperação técnica, termos de fomento e similares destinados a atender às políticas públicas do livro, da leitura e de bibliotecas, na Rede Pública de Ensino. VII - Divulgar e implementar as legislações e divulgar as Instituições de Apoio referentes às políticas de Livro, Leitura e Biblioteca. VIII - Propor a aquisição de novos títulos para compor o acervo das bibliotecas escolares e das bibliotecas escolares-comunitárias. IX - Divulgar, coordenar, executar e monitorar as ações do Programa Escrevendo o Futuro - Olimpíada de Língua Portuguesa - OLP. Algumas das ações desenvolvidas por essa Gerência, bem como, as planejadas para o ano de 2022, são: ● PNLD - orientar a escolha das obras; ● monitorar a escolha das unidades escolares; ● garantir que todas as escolas cadastradas no CENSO participem da escolha; ● acompanhar a distribuição do material didático; ● realizar remanejamento interno e externo entre as unidades escolares e regionais; ● divulgar e orientar o processo de reserva técnica e de recolhimento do material didático; ● promover encontros informativos e oficinas de formação continuada para os profissionais atuantes em Bibliotecas; ● OLP - Promover curso de formação para os professores/as de Língua Portuguesa do 5º ano à 3ª série do Ensino Médio; ● Feira do Livro - Promover encontros informativos para orientação da compra qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares durante o evento; organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF; ● Bienal - Promover encontros informativos para orientação da compra qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares durante o evento; organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF; ● acompanhar as tratativas com a ABDF para realização do curso Técnico em Biblioteconomia; ● acompanhar as tratativas para implantação do Sistema Integrado de Bibliotecas do Distrito Federal, previsto na Portaria dos Territórios Culturais; ● dar continuidade a realização dos projetos Caixa-Estante Sustentável e Projeto Painel Folclórico nas unidades escolares; ● divulgar e promover a Semana Nacional do Livro e das Bibliotecas. Em suma, esta Gerência, tem como horizonte a formação de leitores, bem como com as aprendizagens dos estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, as quais estão intimamente relacionadas ao desenvolvimento de sua competência leitora, e tem empenhado esforços para realizar ações que contribuam para este fim. SAIBA MAIS! Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência: ● Decreto nº 9.099/2017 - Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro e do Material Didático; ● Resolução/CD/FNDE nº 42, de 28 de agosto de 2012; ● Resolução nº 15, de 26 de julho de 2018; ● Portaria nº 39, de 30 de março de 2015 - Dispõe sobre os procedimentos para descarte de acervo bibliográfico; ● Lei nº 12.244/2010; ● Resolução CFB nº 199/2018; ● Lei nº 13.601/2018 ; ● Portaria nº 380/2018 da SEEDF; ● Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) instituído por meio da Portaria Interministerial nº 1.442, de 10 de agosto de 2006; ● Lei nº 13.696/2018, institui a Política Nacional de Leitura e Escrita;; ● Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura - PDLL; ● O acervo bibliográfico na escola: contribuições para uma escolha qualificada do acervo bibliográfico que circula no âmbito escolar e que compõe a coleção de materiais presentes nas bibliotecas da rede pública de ensino do Distrito Federal; ● Guia de Orientações para os Profissionais atuantes em Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias em contexto de Atividades Escolares durante a pandemia de COVID-19; ● Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias: caderno de possibilidades pedagógicas; ● Caderno Orientador: A Lei de Direitos Autorais no Contexto Educacional; ● Almanaque: Dicionário e sua heterogeneidade discursiva: contribuições para um diálogo entre diferentes discursos para favorecer o uso do dicionário; ● Guia Orientador: escolha do livro didático do ensino médio: projetos integradores e projeto de vida (PNLD 2021); ● Ler: a hora é agora!; ● Caderno de orientações para a retomada das atividades presenciais nas bibliotecas escolares e escolares-comunitárias da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal; ● Vídeo: Ponto por ponto o recomeço de nossas atividades nas bibliotecas da rede pública de ensino. 4.9. Diretoria de Modalidades Especiais E para fechar o tema de hoje, apresentamos a DIRETORIA DE MODALIDADES ESPECIAIS, e como o próprio nome já diz, é uma Diretoria muito especial, organizada em quatro Gerências muito específicas que merecem destaque e serão apresentadas a seguir. São elas: Gerência de Atenção à Socioeducação O acompanhamento e a escolarização de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas se configuram em diferentes realidades e espaços.Os adolescentes em cumprimento de Medidas Socioeducativas de Semiliberdade e Meio Aberto são atendidos nas Unidades Escolares da região em que residem. Já os adolescentes em cumprimento de Internação Provisória e de Medida Socioeducativa de Internação estudam nos Núcleos de Ensino (NUEN) das Unidades de Internação Socioeducativas do DF. (agenciabrasilia.df.gov.br) Esta gerência é responsável, também, pela organização da política educacional da socioeducação na Rede Pública de Ensino, bem como a implementação das disposições das Diretrizes Pedagógicas - Escolarização na Socioeducação (SEEDF, 2014). Tendo em vista que todas as unidades escolares da rede pública de ensino no DF, podem atender estudantes cumprindo medidas socioeducativas em Meio Aberto e/ou Semiliberdade, aliada ao atendimento educativo nos Núcleos de Ensino das Unidades de Internação da Socioeducação/NUENs/UIS, é importante que as escolas conheçam as políticas e legislações afins e consigam atender de forma específica e contextualizada os estudantes nesta condição. As ações da GSED apoiam e auxiliam nestas adequações, refletindo no chão da escola, com articulação de formação continuada, acompanhamento de projetos pedagógicos especiais e fortalecendo ações de superação de defasagem das aprendizagens e outras questões ligadas às vulnerabilidades sociais que impactam a matrícula, o atendimento e a garantia dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas a partir da garantia dos direitos da crianças e adolescentes de acordo com o ECA(estatuto da criança e do adolescente). SAIBA MAIS ! Os documentos que normatizam a oferta, acompanhamento e avaliação da política de escolarização de adolescentes em Internação Provisória, em cumprimento de Medidas Socioeducativas de Internação, Semiliberdade e Meio Aberto – Liberdade assistida(LA) e Prestação de Serviço à Comunidade(PSC), além dos(as) adolescentes atendidos pelo Núcleo de Atendimento Integrado – NAI/SEJUS, são: ● Portaria Conjunta n° 09/2013 – SEEDF/SECRIANÇA: Dispõe sobre as rotinas de acompanhamento da escolarização de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, e dá outras providências; (http://www.sinj.df.gov.br/sinj/Norma/74071/fcf394ef.html) ● Portaria n° 71/2014 - SEEDF: resolve, dentre outros, (Art. 2º) Autorizar, em caráter excepcional, que a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal considere que a frequência do estudante oriundo do sistema socioeducativo seja computada somente a partir da data de efetivação da matrícula, nas instituições educacionais do Sistema de Ensino do Distrito Federal, até que sejam definidas diretrizes específicas; (http://www.sinj.df.gov.br/sinj/Norma/76664/Portaria_71_17_04_2014.html) ● Plano Distrital de Educação – META 21 (http://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/pde_site_versao_comp leta.pdf) ● Diretrizes Pedagógicas de Escolarização na Socioeducação (http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/subeb/diretrizes_socioeducacao.pdf) ● Portaria Conjunta n° 10/2018 – SEEDF/SECRIANÇA: Dispõe sobre a mútua cooperação entre a SEEDF e a SEJUS na oferta, acompanhamento e avaliação da política pública de escolariazação de adolescentes em Internação Provisória, em cumprimento de Medidas Socioeducativas de Internação, Semiliberdade, Meio Aberto – Liberdade Assistida(LA) e Prestação de Serviço à Comunidade(PSC) – e dos(as) adolescentes atendidos(as) pelo Núcleo de Atendimento Integrado(NAI) e dá outras providências; (http://www.tc.df.gov.br/sinj/Norma/0d03f9846ab7444d8c7f5457478781bb/Portaria_ Conjunta_10_01_11_2018.html) ● Portaria Conjunta n° 07/2021 – SEEDF/SEJUS: Dispõe sobre a indicação de Unidades Escolares vinculantes dos Núcleos de Ensino das Unidades Socioeducativas de Internação e Internação Provisória; a lotação dos profissionais da educação; a matrícula e a escrituração escolar dos estudantes desses núcleos. http://www.tc.df.gov.br/sinj/Norma/7463d72dda5d4992810ed12166831fc4/Portaria_C onjunta_7_17_06_2021.html Gerência de Desportos Essa Gerência busca orientar e acompanhar, em âmbito central, as ações técnico-pedagógicas relativas à implantação e a realização de políticas públicas, diretrizes específicas, programas e projetos referentes ao Desporto Educacional na Rede Pública de Ensino, como o Programa Centro de Iniciação Desportiva (CID) e Centro de Iniciação Desportiva Paralímpico (CIDP). (https://www.educacao.df.gov.br/jogos-escolares-do-df-2022) As outras funções desempenhadas pela Gerência de Desportos, são: I - Promover o papel educativo do programa Escola Comunidade Ginástica nas Quadras, em relação aos princípios filosóficos metodológicos da educação física. II - Elaborar e acompanhar estratégias, procedimentos e intervenção didático-pedagógica dos Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF), bem como promover a adesão de unidades escolares aos Jogos de competição nacional. III - Reunir com professores que participam dos programas e projetos e ainda tem contato direto com os estudantes, participando ativamente no processo de ensino-aprendizagem em treinamentos e competições esportivas escolares. IV - Planejar ações pedagógicas para serem desenvolvidas no CIEF. V - Acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução de convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares destinados a atender às demandas em sua área de atuação. As ações da Gerência de Desportos podem refletir no atendimento da unidade escolar com redução da evasão escolar, tornando o ambiente escolar mais atrativo; auxiliando na promoção da saúde dos estudantes e da comunidade em geral; contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e afetivo dos estudantes; e possibilitando a descoberta de novos talentos esportivos, além da possibilidade de participação em programas de bolsas. SAIBA MAIS! Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas pela Gerência de Desportos, são: ● Artigo 217 da Constituição Federal que define que o desporto educacional deve ser garantido aos estudantes da rede pública de ensino; ● Artigos 3, 6, 7 e 56, da Lei nº 9.615 de 24 de março de 1998, que institui normas gerais sobre o desporto; ● Artigo 3 do Decreto n° 7.984 de 8 de abril de 2013 que regulamenta a Lei nº 9.615/98; ● Artigo 16 da Lei n° 13.756 de 12 de dezembro de 2018, que define a destinação do produto da loteria de prognóstico para aplicação prioritária em jogos escolares de esportes olímpicos e paralímpicos; ● Artigo 27 da Lei nº 9.394/1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional; ● Artigo 255, da Lei Orgânica do DF; ● Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, que garante às crianças e adolescentes o acesso ao esporte; ● Política Nacional do Esporte, Resolução nº 5 CNE, de 14 de junho de 2005; ● Lei nº 6.791, de 25 de janeiro de 2021, que dispõe sobre a proteção integral aos direitos do estudante atleta; ● Lei nº 6. 069, de 09 de janeiro de 2018 que inclui no calendário oficial de eventos do Distrito Federal os Jogos Escolares do Distrito Federal; ● Plano Nacional de Educação - PNE (2014 - 2024) que visualiza o desporto educacional como ferramenta para atingir o desenvolvimento educacional e o Plano Distrital de Educação - PDE (2015 - 2024) que cita o esporte como uma das estratégias para alcançar: a universalização do ensino médio a toda população de 15 a 17 anos; alcançar a universalização do atendimento educacional aos estudantes com deficiência; fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades; e garantir a educação básica a toda população camponesa. ● Decreto nº 42.687, de 29/10/2021 - que dispõe sobre a nova estrutura administrativa da SEEDF e publicação anual do Regulamento dos Jogos Escolares do Distrito Federal - JEDF. Gerência de Atenção à Educação do Campo (https://m.facebook.com/Centro-Educacional-do-PAD-DF-107923787702717) As principais funções principais atribuições e atividades pedagógicas desenvolvidas pela Gerência de Atenção à Educação do Campo, são: I - Proposição,articulação, elaboração e/ou implementação de dispositivos legais, diretrizes e demais documentos norteadores para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para a Educação do Campo na Rede Pública de Ensino; II - Orientação, acompanhamento e avaliação das ações técnico-pedagógicas da Educação do Campo, no percurso de implantação dessa política no âmbito da Modalidade de Ensino de Educação do Campo; III - Proposição, orientação, acompanhamento e avaliação das flexibilizações, adequações curriculares e ações para o aprimoramento do trabalho pedagógico nas Unidades Escolares do Campo; IV - Orientação e monitoramento do processo de construção dos Inventários Sociais, Históricos, Culturais e Ambientais das Escolas do Campo e análise comparativa com as Propostas Pedagógicas das referidas escolas; V - Acompanhamento e suporte pedagógico das atuais 10 (dez) Coordenações Regionais de Ensino que têm Unidades Escolares Campo, de forma articulada com as UNIEB's, no que tange a assessorar e apoiar as unidades escolares do campo quanto ao desenvolvimento de práticas pedagógicas contextualizadas nas especificidades e realidades dos sujeitos do campo e, consequentemente, nos pressupostos e princípios da política pública de Educação do Campo; VI - Proposição e avaliação de planos pedagógicos específicos para as escolas do campo, contextualizados às conjunturas e adversidades sociais e sanitárias impostas por circunstâncias e motivos de força maior, a exemplo da Pandemia da Covid-19; VII - Orientação, acompanhamento e avaliação, em sua dimensão pedagógica, da execução de convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares, destinados a atender às demandas da Educação do Campo na rede; VIII - Prestação de suporte técnico-pedagógico, planejamento e acompanhamento operacional e pedagógico da implementação do Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Projovem Campo - Saberes da Terra junto às CREs e Unidades Escolares pertinentes, no sentido de orientar as propostas pedagógicas articuladas com as práticas sociais, modo de produção e trabalho dos sujeitos do campo; IX - Desenvolvimento de ações articuladas com a EAPE na perspectiva de ampliação da oferta de formação continuada para os(as) educadores(as) da rede; X - Prestação de suporte técnico-pedagógico, planejamento e acompanhamento operacional e pedagógico da implementação do Programa Escola da Terra, oriundo de parceria interinstitucional entre SEEDF, MEC e UnB - com vistas a assegurar a ampliação da formação continuada em Educação do Campo, bem como o aperfeiçoamento profissional dos professores que atuam nas escolas do campo do DF. SAIBA MAIS! Nesta oportunidade, vale ressaltar duas normativas específicas da Modalidade Educação do Campo, a fim de aprofundamentos eventualmente necessários ao processo formativo à atuação profissional, a saber: Portaria/SEEDF nº 419, de 20 de dezembro de 2018 e as Diretrizes Pedagógicas da Educação Básica do Campo, publicadas em 2019 e disponíveis no portal desta secretaria. Gerência de Educação a Distância E, por fim, a Gerência de Educação a Distância, que apresenta como suas principais funções: I - Desenvolver normativos no âmbito da SEEDF que contemplem as especificidades de etapas e modalidades da educação básica, fundamentados nos pressupostos teóricos que norteiam a modalidade de ensino de Educação a Distância (EaD) em nível nacional. II - Promover estudos articulados com as etapas e modalidades da educação básica (Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos, e Educação Profissional e Tecnológica), com vistas a subsidiar os processos de tomada de decisão quanto à oferta, ao fortalecimento e à ampliação da EaD, conforme as especificidades previstas em lei. III - Planejar e orientar ações pedagógicas inerentes a modalidade de ensino de EaD na Educação Básica, com vistas à implementação e acompanhamento pelas Coordenações Regionais de Ensino e Unidades Escolares. IV - Orientar as instâncias pedagógicas sobre as possibilidades que o ensino em EaD proporciona como recurso e ferramenta de apoio didático pedagógico nas atividades do ensino presencial. V - Articular com a Diretoria de Operações em Tecnologia da Informação e Comunicação (DITIC) com vistas ao alinhamento de ações no que tange a estrutura tecnológica necessária à oferta da EaD na Educação Básica, bem como ações de orientação, levantamento de necessidades de atualização dos recursos já existentes, procedimento de aquisição de novos equipamentos e programas caso seja necessário. VI - Fomentar formação continuada para os(as) professores(as) da rede. (https://www.educacao.df.gov.br) As ações planejadas por essa Gerência são: 1. Escrita e publicação de normativos sobre a modalidade de ensino EaD na Educação Básica; 2. Criação e disponibilização de plataforma colaborativa de aprendizagem (COLABORA) para alimentação e utilização pelos professores da SEEDF, sendo a primeira etapa de implantação voltada para o compartilhamento de atividades pedagógicas do Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos, e Educação Profissional e Tecnológica; 3. Criação e disponibilização de Projeto Interventivo em Educação a Distância (PIEAD) a ser implantado no novo ensino médio. 4. Criação de salas virtuais para a oferta em 2023 de componentes curriculares do ensino médio, em complementação à carga horária presencial. 5. Criação de salas virtuais para a oferta de dependência em 2023 dos componentes curriculares do ensino médio. 6. Acompanhar as unidades escolares que ofertam a EaD por meio de relatórios e visitas in loco. Nesse sentido, as ações desta Gerência tem como objetivo fortalecer a oferta da Educação a Distância no âmbito da Educação básica da SEEDF, bem como subsidiar as coordenações regionais de ensino na realização de acompanhamento pedagógico que estejam em consonância com os recursos Tecnológicos de Comunicação e Informação utilizados pelas unidades escolares, como estratégias que busquem uma oferta de excelência da EAD pelas Unidades Escolares. SAIBA MAIS! Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas pela Gerência de Educação à Distância, são: ● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. ● Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017, no qual regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que trata sobre a modalidade da Educação a Distância. ● Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica, documento publicado em 2013 pelo Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica e Diretoria de Currículos e Educação Integral. ● Resolução nº 2/2020-CEDF, republicada no DODF nº 158, de 20 de agosto de 2021, que estabelece normas e diretrizes para a educação básica no sistema de ensino do Distrito Federal. ● Currículo em Movimento da Educação Básica, caderno da Educação Profissional e da Educação a Distância. 5. SUBIN (https://www.educacao.df.gov.br) Olá professor/a! A Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN) que desenvolve sua ações voltadas para à educação inclusiva e integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. A luta da educação inclusiva é bem antiga, com várias conquistas legais reconhecidas e ampliação de direitos para os educandos, todas as escolas da Rede são inclusivas. Destacamos a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, no artigo 59, preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos estudantes currículo, métodos, recursos e organização específicos para atender às suas necessidades; assegura a terminalidade específica àqueles que não atingiram o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências; A nossa Rede conta com diversos atendimentos para apoiar a efetivação das pŕaticas inclusivas em todas as escolas. A educação integral defendida nos Pressupostos Teóricos buscam, entre outros, “contemplar as diversas dimensões da formação humana, no comprometimento de diferentesatores sociais com o direito de aprender, reconhecendo os(as) estudantes como sujeitos de direitos e deveres e na busca da garantia do acesso e da permanência dos(as) estudantes com sucesso” (SEEDF, Pressupostos Teóricos, 2014, p.11). As funções da SUBIN são semelhantes à SUBEB, já que suas ações estão destinadas a atender aos educandos da Educação Básica, agora com olhar para as possibilidades da educação inclusiva e integral. À Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral - SUBIN, unidade orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada ao Secretário de Estado de Educação, compete: I - formular, planejar, coordenar e definir as políticas públicas, as diretrizes pedagógicas e operacionais e, documentos norteadores técnico-pedagógicos referentes à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino; II - formular, planejar, coordenar e definir, em sua dimensão pedagógica, as políticas públicas, diretrizes específicas, programas e projetos concernentes à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral, em atendimento às estratégias, aos objetivos e às metas definidas por esta Secretaria de Estado de Educação, pelo Governo do Distrito Federal e pelo Governo Federal, constantes nos instrumentos de planejamento estratégico e de gestão pedagógica, no âmbito da Rede Pública de Ensino; III - formular, definir, planejar e coordenar, em sua dimensão pedagógica, a implantação e a implementação do Plano Nacional de Educação - PNE e do Plano Distrital de Educação – PDE, dos estudantes da Educação Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral, da Rede Pública de Ensino; IV - planejar, definir e coordenar os programas e projetos de caráter pedagógico, em parceria com órgãos e entidades governamentais e não governamentais, voltados para a Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino; V - formular, definir e coordenar, em âmbito central, as condições de acessibilidade necessárias à inclusão, nas etapas e nas modalidades da Educação Básica da Rede Pública de Ensino; VI - formular, planejar, e coordenar, intra e intersetorialmente, ações pedagógicas relacionadas às políticas, às diretrizes específicas, e aos planos educacionais das etapas e das modalidades da Educação Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral da Educação Básica; VII - definir e coordenar, em sua dimensão pedagógica, o calendário escolar, referente à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral; VIII - definir e coordenar, em sua dimensão pedagógica, as ações relacionadas à modulação e à distribuição de carga horária dos profissionais da educação referente à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral que atuam nas da Rede Pública de Ensino; IX - planejar, formular, coordenar, definir e articular o trabalho pedagógico das Coordenações Regionais de Ensino - CREs e das unidades escolares - UEs da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, quanto à parte flexível da matriz curricular da Educação Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral; X - planejar, formular e articular as políticas, as diretrizes específicas e as ações de formação continuada para os profissionais da Educação Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral, que atuam na Educação Básica da Rede Pública de Ensino; XI - apreciar e aprovar parecer técnico-pedagógico sobre a execução de parcerias, convênios, contratos, acordos e instrumentos congêneres, destinados a atender às demandas educacionais relacionadas às áreas de atuação; XII - formular, planejar, definir e coordenar em sua dimensão pedagógica, ações e estratégias orçamentárias e financeiras destinadas ao alcance das metas relacionadas à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral, da Rede Pública de Ensino; e XIII - desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação. A estrutura da SUBIN conta com três Diretorias e suas respectivas Diretorias e Gerências como acompanhamos no organograma a seguir. Anterior Próximo 5.1. Estrutura organizacional Atualmente, a Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN) se organiza da seguinte maneira: https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4297 https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4299 Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados ▸ Gerência de Acompanhamento à Educação Inclusiva ▸ Gerência de Acompanhamento dos Centros Especializados ▸ Gerência de Atendimentos Educacionais Especializados ▸ Gerência de Educação de Jovens e Adultos Interventiva ▸ Gerência de Programas, Projetos, Parcerias e Temáticas Especiais Diretoria de Educação em Tempo Integral ▸ Gerência de Educação Infantil e Fundamental em Tempo Integral ▸ Gerência de Educação Ambiental, Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação ▸ Gerência de Programas, Projetos e Parcerias em Tempo Integral Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade ▸ Gerência de Educação em Direitos Humanos e Diversidade ▸ Gerência de Serviços Especializados de Apoio à Aprendizagem 5.2. Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados A Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados desenvolve ações para os educandos da educação Especial/Inclusiva com deficiências, Transtorno do Espectro Autista - TEA, estudantes com comportamento de altas habilidades/superdotação e estudantes do Programa de Educação Precoce. (https://www.educacao.df.gov.br/educacao-precoce-do-df-disputa-premio-internacional) A Diretoria conta com cinco gerências: à Gerência de Acompanhamento à Educação Inclusiva - GEIN, à Gerência de Atendimentos Educacionais Especializados - GAESP, à Gerência de Acompanhamento dos Centros Especializados - GECEN, à Gerência de Programas, Projetos, Parcerias e Temáticas Especiais – GPTE, à Gerência de Educação de Jovens e Adultos Interventiva - GEINTER. À Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados, unidade orgânica de direção, diretamente subordinada à Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, compete: I – planejar, formular, promover e coordenar políticas públicas, diretrizes específicas e documentos norteadores pedagógicos e operacionais, na área da Educação Especial/Inclusiva, no âmbito da Rede Pública de Ensino; II – planejar, formular, promover e coordenar políticas públicas, diretrizes, programas, projetos e ações, no âmbito pedagógico e operacional, da Educação Especial/Inclusiva dos estudantes com deficiências, Transtorno do Espectro Autista - TEA, estudantes com comportamento de altas habilidades/superdotação e estudantes do Programa de Educação Precoce, junto às demais unidades da Secretaria de Estado de Educação, e outras instâncias; III– formular, promover, analisar e supervisionar ações educativas referentes ao atendimento, aos objetivos e às metas previstos no Plano Nacional de Educação - PNE - e no Plano Distrital de Educação - PDE -, na área da Educação Especial/Inclusiva; IV – supervisionar e coordenar a implementação dos programas, projetos e ações pedagógicas articuladas com órgãos públicos e entidades não governamentais parceiras, para atender às diferentes necessidades educacionais dos estudantes com deficiências concernentes à Educação Especial/Inclusiva, para o atendimento às estratégias, aos objetivos e às metas definidas por esta Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, pelo Governo do Distrito Federal e pelo Governo Federal, constantes dos instrumentos de planejamento estratégico e de gestão pedagógica, no âmbito da Rede Pública de Ensino; V – formular, planejar, coordenar e supervisionar a gestão e a execução de políticas públicas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações, da Educação Inclusiva, nas unidades escolares - UEs Inclusivas, nos Centros de Ensino Especial, nas Escolas Bilíngues Libras e Português Escrito da Rede Pública de Ensino;VI – analisar e supervisionar a implantação e a execução de políticas públicas, das diretrizes específicas e das ações pedagógicas concernentes às Instituições Educacionais parceiras; VII – coordenar, supervisionar e analisar os instrumentos utilizados na prática pedagógica da Educação Especial/Inclusiva; VIII – analisar parecer técnico-pedagógico referente aos programas, projetos e ações relacionadas à Educação Especial/Inclusiva; IX – analisar parecer técnico-pedagógico sobre a execução de parcerias, convênios, contratos, acordos e instrumentos congêneres, destinados a atender as demandas educacionais à Educação Especial/Inclusiva; X – acompanhar a implementação dos planos de formação continuada dos docentes, coordenadores pedagógicos e intermediários no que concerne à Educação Especial/Inclusiva da Rede Pública de Ensino; e XI – desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação. (http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/educacao-inclusiva) 5. SUBIN 5.3. Diretoria de Educação Integral Veremos agora a Diretoria de Educação Integral e suas três gerências: a Gerência de Educação Infantil e Fundamental em Tempo Integral; a Gerência de Educação Ambiental, Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação; e a Gerência de Programas, Projetos e Parcerias em Tempo Integral. ( https://www.inclusive.org.br) À Diretoria de Educação Integral, unidade orgânica de direção, diretamente subordinada à Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, compete: I – formular e planejar as políticas públicas, diretrizes e documentos norteadores pedagógicos e operacionais, para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para a Educação em Tempo Integral, a Educação Ambiental, a Educação Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação; dos Centros Interescolares de Línguas, das Escolas Parques e da Escola da Natureza no âmbito da Rede Pública de Ensino; II – promover, supervisionar e coordenar as políticas públicas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações voltadas à Educação em Tempo Integral, à Educação Ambiental, à Educação Patrimonial, aos Centros Interescolares de Línguas, ao Ensino de Língua Estrangeira na rede, às Escolas Parques e à Escola da Natureza, com os setores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e com outras instâncias; III– formular, promover, analisar e supervisionar ações educativas de Educação em Tempo Integral, Educação Ambiental, Educação Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação nos objetivos e nas metas do Plano Nacional de Educação - PNE e do Plano Distrital de Educação - PDE. IV – planejar e supervisionar os planos de formação continuada dos docentes, coordenadores pedagógicos e intermediários que atuam na Educação em Tempo Integral, Educação Ambiental, Educação Patrimonial, nas Escolas Bilíngues Interculturais, nos Centros Interescolares de Línguas, no Ensino de Língua Estrangeira na rede, nas Escolas Parques e na Escola da Natureza no âmbito da Rede Pública de Ensino; V – coordenar e supervisionar o desenvolvimento das ações pedagógicas e da realização dos projetos pedagógicos nas Unidades Escolares que atendam Educação em Tempo Integral, Educação Ambiental, que promovam Educação Patrimonial, Bilíngues Interculturais, que ofertem Língua Estrangeira, dos Centros Interescolares de Línguas, Escolas Parques e a Escola da Natureza, no âmbito da Rede Pública de Ensino; VI - planejar, coordenar e supervisionar, junto às Unidades Regionais de Educação Básica – UNIEBs/CREs, as ações técnico-pedagógicas concernentes aos programas, aos projetos e às ações da Unidades Regionais de Educação Básica – UNIEBs/CREs, nas Unidades Escolares da Rede Pública de Ensino; VII – formular, analisar e supervisionar parecer técnico-pedagógico sobre as parcerias, convênios, contratos, acordos e instrumentos congêneres, no âmbito desta Diretoria; e VIII- elaborar outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação. Anterior Próximo 5.4. Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade Por fim, a terceira é a Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade, composta por duas gerências que são elas: Gerência de Educação em Direitos Humanos e Diversidade e Gerência de Serviços Especializados de Apoio à Aprendizagem. À Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade, unidade orgânica de direção e supervisão, diretamente subordinada à Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN), compete: I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para as unidades escolares – UEs da Rede Pública de Ensino ; II – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do currículo referente a Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem; https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4300 https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4302 III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e pedagógicos referentes à Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio a Aprendizagem.na Rede Pública de Ensino; IV – orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, as Unidades Regionais de Educação Básica – UNIEB`s/CRE`s quanto às políticas, às diretrizes específicas e às ações dos Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem; V – elaborar documentos norteadores do acompanhamento técnico-pedagógico para subsidiar as ações dos profissionais da educação que atuam nos Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem; VI – supervisionar, em sua dimensão pedagógica, convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares, referentes ao desenvolvimento das atividades dos Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem; VII – promover ações articuladas com órgãos públicos e com a sociedade civil organizada para atender às demandas relativas à Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem; VIII – propor, orientar e acompanhar a realização de pesquisas, estudos e experiências para subsidiar a prática pedagógica dos Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem; IX – desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação. 5.5. Ações desenvolvidas pela SUBIN As ações desenvolvidas ou planejadas Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN), são: ● Projeto ENEM Inclusivo e Especial - 2021/2020/2019. O projeto começou em 2019, desenvolvido pela Subin, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Em 2021, está em sua segunda edição com apoio da Eape e das CREs. O público-alvo são os estudantes da rede pública do 3º ano do ensino médio que realizaram inscrição no Enem e apontaram a necessidade de atendimento especializado. Os jovens que cursam os 1º e 2º anos também poderão participar da iniciativa a título de conhecimento. (https://agenciabrasilia.df.gov.br) ● Levantamento e análise dos termos de cooperação e convênios. ● Estabelecimento de parcerias dentre os órgãos governamentais, associações não governamentais e empresas. ● Levantamento das situação atual e identificação das necessidades. ● Elaborar as diretrizes do Projeto Vida – EMTI. ● Desenvolver e Implantar Projeto Música nas Escolas em Tempo Integral (Entrega de 650 instrumentos Musicais). ● Criar nova escola bilíngue para surdos no plano piloto na rede pública de ensino do DF. ● Aplicar os desenvolvimentos da Tecnologia Assistiva na melhoria do ensino e qualidade de vida dos estudantes com deficiência e transtornos. ● Criar Centro de Referência em Altas Habilidades. ● Acolher as crianças com deficiência e transtornos que estão fora do universo escolar e conduzi-las para as unidades escolares. ● Orientar ações no sentido de promover a artena Educação Integral. ● Implantar Biblioteca Virtual Sobre Educação Integral e Inclusiva/Especial. ● Normalizar a Alfabetização de Cegos pelo CEEDV. ● Criar e lançar a Pesquisa de Opinião sobre Educação Inclusiva, Especial e Integral. ● Lançar o Enem Inclusivo e Especial 2022. ● Unificar as ações para lançar o Projeto Ensino Médio Integral Digital. ● Implantar Projeto Galeria de Arte Educa DF – Altas Habilidades. ● Empreender, incentivar e implementar a prática de esportes com a participação de estudantes com deficiência e transtornos, promovendo periodicamente competições atléticas desportivas entre eles nas diversas modalidades paralímpicos e surdolímpicos. (CID’s paralímpicos e Surdolímpicos). ● Implantar Projeto Empregabilidade inclusiva e especial para os Estudantes do Ensino Médio da educação em tempo integral. ● Trabalhar no sentido de promover ações de empregabilidade junto aos estudantes com deficiências e transtornos, promovendo oficinas e estágios em empresas. ● Estabelecer o Projeto Libras Incluir. ● Garantir a adequação curricular às características dos estudantes com deficiências, transtornos e altas habilidades. ● Regulamentar Biblioteca em Braille. ● Ampliação de matrículas da Educação em Tempo Integral na Escola Parque Núcleo Bandeirante. ● Ampliação de matrículas da Educação em Tempo Integral em parceria com PROFESP Programa Forças no Esporte - Ministério da Defesa/ Cidadania, da Mulher, Família e Direitos Humanos. Em suma, as principais ações desenvolvidas pela SUBIN compreendem a melhoria na formação continuada, implementação de políticas públicas e sociais na área de estudantes com necessidades educacionais especiais. Uma meta necessária é a diminuição da evasão com a ampliação e a universalização no atendimento do ensino em tempo integral. Além disso, a rede compreende a importância de formar integralmente os alunos, com habilidades socioemocionais e protagonismo juvenil, fazendo com que ele seja ator e responsável pela própria aprendizagem, evitando o conteúdo estanque, visto que ele é um ser social, profissional e familiar, sendo todas essas áreas integradas.