Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1. Módulo - Estrutura da SEEDF
A estrutura da SEEDF é formada por onze Unidades Orgânicas. O foco do estudo desta
semana inicial será as Subsecretarias, principalmente da Subsecretaria de Educação Básica –
SUBEB e da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral – SUBIN. A seguir, você irá
encontrar informações sobre cada Subsecretaria , e falaremos também um pouco da historia
da EAPE, das Coordenações Regionais de Ensino e das Unidades Escolares.
Fonte: www.eape.se.df.gov.br
Gabinete da Secretaria representado pela professora Hélvia M. Paranaguá Fraga
Assessorias
Secretaria Executiva
Encarregados Setoriais LGPD
Ouvidoria
Unidade de Controle Interno
Unidade de Apoio às Coordenações Regionais de Ensino
Corregedoria
Conselhos
Subsecretarias
Coordenações Regionais de Ensino
As Subsecretarias contabilizam nove unidades:
Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação – SUPLAV
Unidade orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada ao/à Secretário(a) de
Estado de Educação, compete: definir, elaborar, implantar, acompanhar e implementar
políticas, diretrizes e orientações relacionadas ao planejamento estratégico, ao
acompanhamento e à avaliação, no âmbito da Secretaria e da Rede Pública de Ensino.
Falaremos um pouco mais da SUPLAV, no terceiro módulo.
Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB
Unidade orgânica responsável por implementar políticas, diretrizes específicas e orientações
relacionadas ao trabalho pedagógico desenvolvido nas etapas e nas modalidades da Educação
Básica, no âmbito da Rede Pública de Ensino.
Subsecretaria de Infraestrutura Escolar – SIAE
A SIAE tem como atribuições: definir, elaborar, implantar, implementar e acompanhar
políticas, diretrizes e orientações relacionadas à infraestrutura da Secretaria (manutenção nas
escolas da rede e acompanhamento de obras/construção de prédios próprios da SEEDF).
Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral – SUBIN
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir, elaborar, implantar,
acompanhar e implementar políticas, diretrizes específicas e orientações relacionadas à
educação inclusiva e integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação – EAPE
Unidade orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada ao Gabinete da
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Compete: definir, propor, elaborar,
coordenar, implantar e implementar políticas e diretrizes específicas de formação continuada,
de letramento científico, e de pesquisa, em consonância com as necessidades da Rede Pública
de Ensino e dos demais setores da Secretaria. Atualmente, a EAPE conta com a professora
Maria das Graças de Paula Machado como gestora.
Subsecretaria de Gestão de Pessoas – SUGEP
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir, elaborar, implantar,
acompanhar e implementar políticas, diretrizes e orientações relacionadas à gestão e ao
desenvolvimento de pessoas.
Logo a seguir, apresentamos um documento da SUGEP, uma Cartilha (2019) com as
principais orientações para o servidor ingressante ou , para você, professor/a futuro servidor.
Documento SUGEP: Cartilha SUGEP
Subsecretaria de Administração Geral – SUAG
https://cdn.sinprodf.org.br/portal/uploads/2022/01/12181104/CARTILHA_PARA_OS_SERVIDORES_INGRESSANTES__9_.pdf
Unidade orgânica de comando e supervisão que compete: supervisionar, acompanhar, avaliar
e promover, no âmbito da Secretaria, o controle e a execução das atividades de gestão da
administração referentes aos recursos organizacionais, materiais e patrimoniais.
Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais – SUAPE
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir e acompanhar políticas,
diretrizes e orientações relacionadas ao apoio educacional; elaborar, executar, acompanhar e
avaliar a implantação e a implementação de programas suplementares de material didático
escolar, de transporte escolar, de serviços terceirizados de vigilância, cocção e limpeza, de
alimentação escolar e de assistência à saúde destinados ao estudante da Educação Básica da
Rede Pública de Ensino.
Subsecretaria de Operações em Tecnologia da Informação e Comunicação – SUBTIC
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: subsidiar, acompanhar e supervisionar a
formulação de políticas, diretrizes e orientações relacionadas às Tecnologias da Informação e
Comunicação – TICs.
Para saber mais: https://www.educacao.df.gov.br/institucional/
2. CRE´s e UE´s
Coordenações Regionais de ensino - CRE´s
Atualmente são 14 Coordenações Regionais de ensino - CRE´s que atuam diretamente
no dia a dia das escolas. Ao longo da sua carreira, você estará em contato com a CRE na qual
esteja lotado, onde poderá resolver a maioria das suas questões profissionais, além de
acompanhar as orientações sobre o trabalho que é desenvolvido pelas Unidades Escolares
daquela localidade.
A seguir, apresentaremos algumas das funções que competem às Coordenações
Regionais de Ensino, de acordo com o Regimento Interno da SEEDF.
I – coordenar, orientar, articular e supervisionar, no âmbito de sua área de atuação e junto às
unidades escolares – UEs vinculadas, as políticas educacionais, administrativas e de
aperfeiçoamento dos profissionais da educação instituídas pela Secretaria;
II – cumprir e fazer cumprir a legislação educacional vigente, as normas e orientações
instituídas pela Secretaria;
III – coordenar e articular o acompanhamento de programas, projetos e ações de caráter
pedagógico desenvolvidos no âmbito de sua área de atuação e nas UEs vinculadas;
IV – garantir a orientação, o acompanhamento e a supervisão, no âmbito de sua área de
atuação e junto às UEs vinculadas, referentes ao planejamento, ao acompanhamento e à
https://www.educacao.df.gov.br/institucional/
avaliação educacional, bem como quanto à escrituração escolar, à operacionalização da
Estratégia de Matrícula e ao cumprimento do Calendário Escolar;
V – garantir a orientação, o acompanhamento e a supervisão, no âmbito de sua área de
atuação e junto às UEs vinculadas, relativos às ações administrativas e pedagógicas
associadas às tecnologias da informação e comunicação – TICs, bem como aos demais atos
normativos e orientações da Secretaria, no âmbito das TICs;
VI – coordenar, orientar e supervisionar, no âmbito de sua área de atuação e junto às UEs
vinculadas, as ações necessárias à execução dos programas suplementares de material
didático, transporte escolar, alimentação escolar e assistência à saúde do estudante;
VII – acompanhar e encaminhar, no âmbito de sua área de atuação, as demandas relacionadas
à infraestrutura;
VIII – coordenar, orientar e supervisionar, no âmbito de sua área de atuação e junto às UEs
vinculadas, as ações relativas à segurança e à conservação dos bens patrimoniais, e à
solicitação e à distribuição de materiais de consumo e permanente;
As Regionais de Ensino são compostas por cinco unidades orgânicas que
desempenham funções importantes para a articulação das ações desenvolvidas nas escolas.
São elas: UNIPLAT, UNIEB, UNIAE, UNIGEP e UNIAG. Vamos falar um pouco delas.
UNIPLAT
Começamos pela Unidade Regional de Planejamento Educacional e de Tecnologia na
Educação, a UNIPLAT. Essa unidade da CRE é responsável por orientar as escolas quanto à
aplicação da legislação educacional e à escrituração escolar para fins de regularização da vida
escolar dos estudantes, além de orientar sobre as ações de tecnologias implementadas pela
SEEDF. Os profissionais que atuam na UNIPLAT promovem capacitação, principalmente
para os/as secretários/as escolares, coordenam a estratégia de matrícula, acompanham o
levantamento de dados do Censo Escolar, além de outras atividades que lhe forem atribuídas
na sua área de atuação.
UNIEB
Outra grande unidade que compõe a CRE é a Unidade Regional de Educação Básica, a
UNIEB. Ela é responsável por orientar, articular e acompanhar o trabalho pedagógico das
unidades escolares, bem como a implementação do ProjetoPolítico Pedagógico e seus
programas, projetos e ações. A UNIEB atua, também, na direção da melhoria do desempenho
escolar dos estudantes, da redução da defasagem idade/ano e da redução da evasão escolar.
Além disso, essa unidade acompanha as ações relativas à Orientação Educacional, às Equipes
Especializadas de Apoio à Aprendizagem, às Salas de Apoio à Aprendizagem e ao
Atendimento Educacional Especializado, além de executar outras atividades que lhe forem
atribuídas no âmbito de suas competências.
UNIAE
A terceira unidade apresentada é a Unidade Regional de Infraestrutura e Apoio
Educacional, a UNIAE. Suas principais funções são: executar as ações relativas aos
programas suplementares de material didático, transporte escolar, alimentação escolar e
assistência à saúde dos estudantes matriculados nas unidades escolares. Suas ações
compreendem a elaboração o plano de distribuição de gêneros alimentícios; orientar os
responsáveis pela alimentação escolar quanto à manipulação correta dos gêneros alimentícios
e à higienização da cozinha, dos seus utensílios e do depósito; orientar os professores e os
orientadores educacionais quanto à identificação prévia de déficit visual apresentado pelo
estudante; promover palestras e distribuição de kits relacionados à higiene bucal nas UEs;
receber e controlar as demandas de transporte escolar das UEs vinculadas destinadas aos
estudantes que residem em áreas não atendidas pelo DFTRANS; dentre outras atividades.
UNIGEP
Outro importante setor que integra a CRE é a Unidade Regional de Gestão de Pessoas,
a UNIGEP, que tem como papel principal orientar, executar e controlar as ações referentes à
gestão dos servidores das unidades escolares. Dentre várias ações, a UNIGEP acompanha as
modulações apresentadas pelas UEs, confere e lança as carências no sistema, realiza
procedimentos relativos à contratação de professores substitutos, bem como recebe e confere
as folhas de ponto dos professores das escolas da referida CRE. Além disso, essa unidade é
responsável por analisar, mensalmente, a prévia de pagamentos, licenças, férias e auxílios dos
servidores. É responsável, também, pelo acompanhamento dos servidores recém empossados
e recebimento das avaliações do estágio probatório desses servidores para encaminhá-las para
publicação no Diário Oficial do Distrito Federal.
UNIAG
E, para finalizar, a Unidade Regional de Administração Geral, a UNIAG, que controla
os bens patrimoniais da CRE e suas unidades escolares adotando medidas de segurança e
conservação desses bens, além de proceder à análise da documentação de solicitação de
liberação de recursos oriundos de programas de descentralização financeira do Distrito
Federal. Dentre outras funções que são atribuídas aos servidores da UNIAG, estão: distribuir
material de consumo e permanente nas UEs, bem como controlar estoque de material no
almoxarifado; gerenciar, no âmbito da respectiva CRE, a frota de veículos; orientar as UEs
quanto à aplicação e à prestação de contas dos recursos financeiros e outras questões
orçamentárias relativas.
Destacamos, assim, que a CRE está de portas abertas e à disposição para articular as
ações que são desenvolvidas na/pela escola e, também, para orientar e contribuir com o/a
professor/a em seu trabalho na SEEDF em toda a sua trajetória profissional. A seguir,
veremos algumas informações sobre a organização e funcionamento das nossas Unidades
Escolas.
Unidades Escolas -UE´s
Toda Unidade Escolar apresenta sua identidade e o seu modo de existir, a partir dos
movimentos dos sujeitos que compõem essa comunidade escolar (pais, professores,
funcionários, estudantes, e demais). Nesse sentido, cada escola apresenta uma realidade
específica que deve ser reconhecida e valorizada. A partir da Lei de Gestão Democrática que
direciona a Organização do Trabalho Pedagógico e que valida a efetivação dos Órgãos
Colegiados que fortalecem a identidade de cada escola. Para apresentar as UE's, destacaremos
a seguir o Regimento Interno de 2019 da SEEDF, que regulamenta a
organização/classificação para o funcionamento das nossas escolas.
As unidades escolares da SEEDF são classificadas de acordo com suas características
organizacionais de oferta e de atendimento. São elas:
Centro de Educação Infantil, Jardim de Infância, Centro de Educação da Primeira Infância
Destinados a oferecer, exclusivamente, a Educação Infantil: creche e pré-escola. A Secretaria
tem convênio com 123 entidades filantrópicas, confessionais e sem fins lucrativos, sendo 64
delas com atendimento em prédio próprio e 59 Centros de Ensino de Primeira Infância
(CEPIs).
https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/12/09/jardim-de-infancia-da-114-sul-ganha-premi
o-do-sebrae-df/
Escola Classe (EC)
Destinada a oferecer os anos iniciais do Ensino Fundamental, podendo, excepcionalmente,
oferecer a Educação Infantil: creche e pré-escola; e o 1.º e o 2.º segmento de Educação de
Jovens e Adultos, de acordo com as necessidades da Rede Pública de Ensino do Distrito
Federal. As Escolas Classes são 299 unidades de ensino em todo Distrito Federal.
https://www.aovivodebrasilia.com.br/escolas-no-df-recebem-reparos-para-o-inicio-do-ano-leti
vo/
Centro de Ensino Fundamental (CEF)
Destinado a oferecer o Ensino Fundamental (1º ao 9º anos) e o 1.º e 2.º segmentos da
Educação de Jovens e Adultos, podendo, excepcionalmente, ofertar o 3.º segmento da
Educação de Jovens e Adultos.
https://www.brasildefatodf.com.br/2022/02/22/escola-de-planaltina-e-a-15-a-se-tornar-militari
zada-no-df
Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (CAIC)
Destinado a oferecer a Educação Infantil: creche e pré-escola e o Ensino Fundamental – anos
iniciais. Com 14 unidades.
http://meninaspedagogasunip.blogspot.com/2014
Escola Parque
Destinada a oferecer atividades complementares e/ou intercomplementares ao currículo. A
Secretaria conta com 7 Escolas Parques em regime de contraturno.
Centro de Ensino Especial (CEE)
Destinado a oferecer atendimento aos estudantes, público alvo da Educação Especial, sob a
forma complementar, suplementar ou substitutiva ao ensino regular. Centro de Ensino
Especial com 13 unidades e a Educação Precoce com atendimento em 19 unidades escolares.
http://psicopedagogiaecia123.blogspot.com/2013/04/ocentro-de-ensino-especial-01-de.html
Escola Bilíngue Libras e Português Escrito
Localizada em Taguatinga, ela é destinada a oferecer a educação bilíngue em todas as etapas e
modalidades da Educação Básica. Em uma área especial, na 912 Sul, vai ser instalada uma
nova Escola Bilíngue Libras e Português Escrito do Plano Piloto.
https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-basica/2022/03/4991037-escola-
bilingue-de-taguatinga-abre-vagas-para-ano-letivo-de-2022.html
Centro Educacional (CED)
Destinado a oferecer os anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º), o Ensino Médio, a
Educação de Jovens e Adultos, bem como o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos
Integrados.
https://policiamentointeligente.com/noticias/distrito-federal/cidades/fruto-de-pedido-da-comu
nidade-o-ced-darcy-ribeiro-do-paranoa/
Centro de Ensino Médio (CEM)
Destinado a oferecer o Ensino Médio e/ou o Ensino Médio integrado à Educação Profissional
e o 3.º segmento da Educação de Jovens e Adultos e/ou o 3.º segmento da Educação de
Jovens e Adultos Integrado.
https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/06/21/aberta-a-semana-de-acolhimento-aos-estuda
ntes-do-df
Centro de Educação de Jovens e Adultos (EJA)
Destinado a oferecer, exclusivamente, a Educação de Jovens e Adultos presencial e na
modalidade a distância.
https://agenciabrasilia.df.gov.br/2019/10/25/matriculas-para-a-eja-podem-ser-feitas-a-partir-d
esta-sexta-25
Centro Interescolar de Línguas (CIL)
Destinado a oferecer Língua Estrangeira moderna, em caráter de formação complementar aos
estudantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, matriculados no Ensino
Fundamental, no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos. E ainda oferta vagas
semestralmente para a comunidade em geral.Atualmente são 17 unidades, as mais recentes
são Paranoá e São Sebastião.
https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/08/12/cil-01-de-brasilia-45-anos-tornando-o-brasil
iense-poliglota
Centro de Educação Profissional (CEP)
Destinado a oferecer a Educação Profissional por meio de cursos e programas de formação
inicial e continuada e a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, inclui-se aqui a
Escola de Música. A educação profissional (combinada Médio e Profissional ) para o ano
letivo de 2023 foram disponibilizadas mais de 4 mil vagas para os estudantes.
https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-profissional/2021/01/4898340-i
nscricoes-para-cursos-das-escolas-tecnicas-da-see-df.html
Centro Integrado de Educação Física (CIEF)
Destinado a oferecer a Educação Física, por meio de atividades complementares e/ou
intercomplementares para as unidades escolares integrantes da Rede Pública de Ensino do
Distrito Federal. Uma nova parceria foi celebrada com a a Secretaria de Educação editou a
portaria nº 92, publicada no Diário Oficial de 4 de março, que transforma em polo diretamente
ligado à Diretoria de Educação Física e Desporto Escolar. Apresentando um novo projeto para
os CIEF é a Escola Vocacionada, com o objetivo de proporcionar aos estudantes com
predisposição à carreira no mundo do esporte.
https://www.bombeirosdf.com.br/2017/08/vinte-e-um-locais-irao-ocorrer-os-jogos.html
***Observamos que a Educação do Campo é uma modalidade e seu funcionamento atende
toda a Educação Básica em suas etapas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino
Médio, assim como as modalidades de educação de jovens, adultos e Educação Profissional
Técnica de Nível Médio Integrada com o Ensino Médio.
Parágrafo único. Toda unidade escolar poderá oferecer as etapas da Educação Básica e
modalidades fora de sua tipologia, em caráter excepcional e provisório, quando autorizada por
ato próprio do titular da SEEDF.
http://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/07/portaria_92_3mar21_dodf_42_4mar21_33.pdf
Fonte:www.agenciabrasilia.df.gov.br/
O CASEB foi a primeira escola de Brasília. Inaugurada em 19 de maio de 1960 pelo
então presidente da República Juscelino Kubistchek. Saiba mais clicando aqui em: CASEB
63 anos, uma reportagem da Ascom/SEEDF - 2023.
Clique no link e acesse o vídeo: HISTÓRIA DAS ESCOLAS DO DISTRITO
FEDERAL 1960 - 2020, uma breve linha do tempo da SEEDF.
2. CRE´s e UE´s
2.1. Equipe gestora e Gestão Democrática
Equipe Gestora
A equipe gestora é composta por Diretor e Vice-Diretor, Supervisores e Chefe de
Secretaria, conforme a modulação de cada unidade escolar, em consonância com as
deliberações do Conselho Escolar, respeitadas as disposições legais.
Fonte: blogdowashingtondourado.files.wordpress.com
Destacamos algumas das atribuições desempenhadas pela Equipe Gestora:
I - elaborar e avaliar coletiva e continuamente o Projeto Político Pedagógico - PPP da unidade
escolar, durante a sua gestão;
II - elaborar o Plano de Ação Anual plenamente aliado e integrado ao respectivo Projeto
Político Pedagógico - PPP da unidade escolar;
III - fortalecer o Conselho Escolar da unidade escolar, em conformidade com a legislação
vigente;
IV - garantir o cumprimento da carga horária, de acordo com as Matrizes Curriculares,
aprovadas para todas as etapas e modalidades da Educação Básica;
V - fazer cumprir os dias letivos e as horas estabelecidas por turma, separadamente, conforme
legislação vigente;
VI - garantir o acesso e a permanência do estudante na unidade escolar visando a qualidade
social da educação, de acordo com as normas estabelecidas pela SEEDF;
VII - garantir a lisura, a transparência e a regularidade da prestação de contas dos recursos
repassados à unidade escolar, e daqueles por ela diretamente arrecadados;
VIII - distribuir a carga horária dos professores, segundo as normas estabelecidas pela
SEEDF;
https://www.educacao.df.gov.br/primeira-escola-construida-em-brasilia-celebra-63-anos/
https://www.educacao.df.gov.br/primeira-escola-construida-em-brasilia-celebra-63-anos/
https://www.canva.com/design/DAFeZNs59yA/VuX9TP-f_082AqJnFtpprA/watch?utm_content=DAFeZNs59yA&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink
https://www.canva.com/design/DAFeZNs59yA/VuX9TP-f_082AqJnFtpprA/watch?utm_content=DAFeZNs59yA&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink
IX - garantir a qualificação das informações declaradas anualmente ao Censo Escolar nos
termos da legislação vigente;
X - assegurar a qualidade das informações educacionais declaradas e atualizá-las,
continuamente, por meio do sistema informatizado, conforme Diretrizes da SEEDF;
XI - garantir a prestação de informações, quando solicitadas de maneira tempestiva, pela
Coordenação Regional de Ensino e pelos órgãos próprios da SEEDF;
XII - zelar pelo patrimônio, pela limpeza e pela conservação do ambiente escolar, das
instalações, dos equipamentos e dos materiais existentes na unidade escolar;
XIII - zelar pelo cumprimento do plano de ensino dos docentes;
XIV - promover e fortalecer a participação das famílias e da comunidade escolar, nos
processos de planejamento e execução da avaliação do trabalho pedagógico, na perspectiva da
corresponsabilidade pelo processo educativo;
XV - informar ao estudante, quando maior de idade, às famílias e/ ou responsáveis legais
sobre a frequência e o desempenho dos estudantes e sobre a execução do Projeto Político
Pedagógico - PPP da unidade escolar;
XVI - notificar ao Conselho Tutelar do Distrito Federal e à Coordenação Regional de Ensino
casos de:
a) maus tratos, envolvendo os estudantes da sua unidade escolar;
b) reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, uma vez esgotados os recursos
escolares;
c) elevados níveis de repetência.
XVII - acompanhar sistematicamente o processo de ensino-aprendizagem
Da Direção e da Vice-Direção
À Direção e Vice-Direção, compete cumprir o Termo de Compromisso assinado no ato da
posse, que contemplará as competências da Gestão Democrática nos aspectos administrativo,
pedagógico e financeiro, além daquelas decorrentes do cargo, bem como as atribuições a
serem definidas pela SEEDF;
Da Supervisão Escolar
O Supervisor, em articulação com os demais profissionais da equipe gestora, será responsável
pela supervisão pedagógica, administrativa e financeira da unidade escolar em consonância
com as deliberações do Conselho Escolar, respeitadas as disposições legais.
Da Secretaria Escolar
À Secretaria Escolar, em articulação com os demais profissionais da equipe gestora, compete
o planejamento e a execução de atividades de escrituração escolar, de arquivo, de expediente e
de atendimento a estudantes, a professores, às famílias e/ou responsáveis legais em assuntos
relativos à sua área de atuação
§1º A Secretaria Escolar é dirigida pelo Chefe de Secretaria Escolar, nomeado e legalmente
habilitado ou devidamente autorizado pelo órgão competente da SEEDF para o exercício da
função
§2º A Secretaria Escolar deverá contar com Apoios Técnico-Administrativos necessários ao
cumprimento de suas competências.
Da Escrituração Escolar
A escrituração escolar é o registro sistemático dos fatos relativos à vida escolar do estudante,
de forma a assegurar, a qualquer tempo, a verificação da identidade, da autenticidade de sua
vida escolar e da regularidade de seus estudos, bem como do funcionamento da unidade
escolar.
*A Secretaria Escolar somente expede e entrega documentações referentes à vida escolar do
estudante à família e aos responsáveis legais pela matrícula ou ao estudante, se maior.
Gestão Democrática
A Lei n° 4751/2012 estabelece a gestão democrática nas escolas públicas do DF. As
metas de uma Gestão Democrática é a centralidade e autonomia das escolas e uma maior
participação da comunidade escolar, a Lei veio garantir eleições diretas para diretores, mais
autonomia pedagógica e a criação/reorganização de diversas instâncias coletivas e
fortalecimento dos segmentos da comunidade escolar por meioda efetivação de órgãos
coletivos de participação, como, por exemplo, o Conselho Escolar, o Conselho de Classe e o
Grêmio Estudantil.
Dos Fins e dos Princípios da Gestão Democrática
Art. 5º A Gestão Democrática da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, cuja finalidade
é garantir a centralidade da unidade escolar no sistema e o caráter público quanto ao
financiamento, à gestão e à destinação, observará os seguintes princípios:
I - participação da comunidade escolar na definição, na implementação e no acompanhamento
de decisões pedagógicas, administrativas e financeiras, por meio de órgãos colegiados, e
participação na eleição de Diretor e Vice-Diretor da unidade escolar;
II - respeito à pluralidade, à diversidade, à laicidade da escola pública e aos direitos humanos
em todas as instâncias da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal;
III - autonomia das unidades escolares, nos aspectos pedagógico, administrativo e da gestão
financeira nos termos da legislação;
IV - transparência da gestão da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, em todos os seus
níveis, nos aspectos pedagógico, administrativo e financeiro;
V - garantia de qualidade social, traduzida pela busca constante do pleno desenvolvimento da
pessoa, da formação para o exercício da cidadania e da qualificação para o mundo do
trabalho;
VI - democratização das relações pedagógicas e de trabalho e criação de ambiente seguro e
propício ao aprendizado e à construção do conhecimento;
VII - valorização do profissional da educação.
Art. 6º A Gestão Democrática será efetivada por intermédio dos seguintes mecanismos de
participação:
I - Direção e Vice-Direção
II - Órgãos Colegiados:
a) Assembleia Geral Escolar
b) Conselho Escolar
c) Conselho de Classe
d) Grêmio Estudantil
2. CRE´s e UE´s
2.2. Dos Órgãos Colegiados
(http://portal.mec.gov.br/)
Da Assembleia Geral Escolar
A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação direta da comunidade
escolar, abrange todos os segmentos escolares e é responsável por acompanhar o
desenvolvimento das ações da unidade escolar. A Assembleia Geral Escolar se reunirá
ordinariamente a cada seis meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar
indicar a necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes, mediante convocação.
Do Conselho Escolar
Em cada unidade escolar pública do Distrito Federal, funcionará um Conselho Escolar,
órgão de natureza consultiva, fiscalizadora, mobilizadora, deliberativa e representativa da
comunidade escolar, regulamentado pela SEEDF.
Parágrafo Único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo, cinco e, no máximo,
vinte e um conselheiros, conforme quantidade de estudantes da unidade escolar prevista em
legislação vigente.
Do Conselho de Classe
O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da Gestão Democrática e se
destina a acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino e das aprendizagens,
havendo tantos Conselhos de Classe quantas forem as turmas existentes na unidade escolar.
Parágrafo único. O Conselho de Classe será composto por:
I -todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora, na condição de
conselheiros natos;
II - Pedagogo – Orientador Educacional;
III - representante da carreira Assistência à Educação;
IV - representante das famílias e/ou responsáveis legais;
V - representante dos estudantes a partir do 6.º ano do Ensino Fundamental ou do primeiro
segmento da Educação de Jovens e Adultos, escolhidos por seus pares, garantida a
representatividade dos estudantes de cada uma das turmas;
VI - representantes dos serviços de apoio especializado.
Para saber mais: Conselhos Escolares:
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/roberto_junior.pdf
Do Grêmio Estudantil
As unidades escolares devem estimular e favorecer a implementação e o
fortalecimento de grêmios estudantis, como forma de desenvolvimento da cidadania e da
autonomia dos estudantes.
§ 1º O grêmio estudantil configura-se como espaço de participação dos estudantes na gestão
escolar.
§ 2º A organização e o funcionamento do grêmio estudantil serão estabelecidos em estatuto, a
ser aprovado pelo segmento dos estudantes da respectiva unidade escolar.
Das Unidades Executoras
As Unidades Executoras, como Caixa Escolar, Associação de Pais e Mestres,
Associação de Pais, Alunos e Mestres, Grêmio Estudantil, Conselho Comunitário e Conselho
Comunitário de Segurança Escolar, são instituições de direito privado criadas com o objetivo
específico de apoiar a unidade escolar em sua gestão pedagógica, administrativa e financeira,
sem caráter lucrativo.
Parágrafo único. A organização e o funcionamento de cada uma dessas unidades devem estar
de acordo com as normas legais vigentes e estabelecidas em estatuto próprio ou em seu
Regimento.
2.3. Da Organização Pedagógica: Equipe de Apoio e Coordenação Pedagógica
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/roberto_junior.pdf
(https://pixabay.com)
ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA
A Organização Pedagógica das unidades escolares é parte indissociável do seu Projeto
Político Pedagógico - PPP.
§ 1º A Organização Pedagógica caracteriza-se por serviços que competem, em primeira
instância, à equipe gestora e, complementarmente, aos demais profissionais da unidade
escolar, a saber:
I - Coordenação Pedagógica;
II - Equipe de Apoio:
a) Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
b) Orientação Educacional
c) Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos
§ 2º A composição de que trata este artigo poderá, excepcionalmente, ser diferenciada, de
acordo com a oferta da unidade escolar.
Equipe de Apoio
Entende-se por Equipe de Apoio a integração dos três Serviços de Apoio aos
estudantes na unidade escolar: Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, Orientação
Educacional e Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos, que atuarão de
forma integrada e fundamentados teórico-metodologicamente na Pedagogia Histórico-Crítica
e na Psicologia Histórico-Cultural.
● Da Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
A Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, intitulada EEAA, é
multidisciplinar, composta de profissionais com formação em Pedagogia e em Psicologia, que
tem como objetivo principal contribuir para a superação das dificuldades presentes no
processo de ensino e escolarização, por meio de uma atuação institucional.
Parágrafo único: O trabalho é desenvolvido na Educação Básica em suas respectivas etapas e
modalidades.
● Da Orientação Educacional
A Orientação Educacional é serviço especializado, desempenhado pelo
Pedagogo-Orientador Educacional, para o acompanhamento e o apoio dos profissionais da
educação, dos estudantes, seus familiares e articulação da comunidade escolar e da rede
externa (rede social ou rede de apoio), quanto ao processo de ensino e aprendizagem e das
relações humanas que os cercam.
Parágrafo único. O Pedagogo-Orientador Educacional é profissional concursado e parte
integrante da equipe pedagógica da unidade escolar
● Do Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos
O Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos caracteriza-se como
serviço de natureza pedagógica conduzido por professor especializado, que suplementa, no
caso de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação, e complementa, no caso de
estudantes com deficiência e Transtorno Global do Desenvolvimento - TGD, o atendimento
educacional realizado em classes comuns em todas as etapas e modalidades da Educação
Básica.
Da Coordenação Pedagógica: espaço-tempo de reflexões
Constitui-se a Coordenação Pedagógica um espaço-tempo de reflexões sobre os processos
pedagógicos de ensino e de aprendizagem e formação continuada, tendo por finalidade
planejar, orientar e acompanhar as atividades didático-pedagógicas, a fim de dar suporte ao
Projeto Político Pedagógico - PPP.
§ 1º As ações devem contemplar a implementação do Currículo da Educação Básica e das
Orientações Pedagógicas da SEEDF em vigor.
§ 2º Cabe ao Coordenador Pedagógico articular ações que garantam a realização da
Coordenação Pedagógica.Retomando a história de conquistas sobre a nossa Coordenação Pedagógica,
observando que foi a partir da “implantação (1996-1998) da “Escola Candanga” a jornada de
trabalho do professor com carga horária de 40h de trabalho passou a ser composta por dois
períodos: um de regência, com 25h semanais e um para atividades extraclasse com 15 horas
semanais”.(MEDEIROS,2017,p. 22).
(http://samudex.museudaeducacao.com.br)
O processo foi lento, no início eram apenas turmas de alfabetização, e aos poucos
outras escolas aderiram ao projeto. Desde 2000 todas as escolas da rede têm garantida a
jornada ampliada. Vale destacar que com a “Lei Nacional do Piso do Magistério, promulgada
em 2008 (Lei 11.738/08), um terço da carga horária do professor é destinada à coordenação
pedagógica. Aqui no DF, temos uma jornada de coordenação pedagógica maior”. (SINPRO,
2014,p.8). Para saber mais:
https://www.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2019/03/quadro_negro__-184_final_site.pdf
Do desenvolvimento das atividades de Coordenação Pedagógica
Art. 25. A coordenação pedagógica abrigar-se-á no PPP da UE/UEE/ENE, no que se refere às
atividades individuais e coletivas, internas e externas.
Parágrafo único. As horas de trabalho destinadas às atividades de coordenação pedagógica
constarão do horário do servidor, devendo ser planejadas, cumpridas e registradas na folha de
frequência.
Art. 26. Para os professores que atuam com quarenta horas semanais, no turno diurno, com
jornada ampliada, em regência de classe na Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental, no Programa de Educação em Tempo Integral – PROEITI, na Educação
Integral – Ampliação Progressiva de Tempo, na Educação Especial, na Classe Bilíngue
Mediada e na interpretação de Libras-Língua Portuguesa-Libras Surdez/Deficiência Auditiva,
a coordenação pedagógica dar-se-á no turno contrário ao de regência, totalizando quinze horas
semanais, devendo atender ao disposto abaixo:
I- quartas-feiras destinadas à coordenação coletiva na UE/UEE/ENE;
II- terças e quintas-feiras destinadas à coordenação pedagógica individual na UE/UEE/ENE
ou, em um desse dias, à formação continuada;
III- segundas e sextas-feiras destinadas à coordenação pedagógica individual, podendo ser
realizada fora do ambiente escolar.
Art. 27. Para os professores em regência de classe que atuam com quarenta horas semanais,
no turno diurno, com jornada ampliada nos Anos Finais do Ensino Fundamental, no
PROEITI, na Educação Integral – Ampliação Progressiva de Tempo, no Ensino Médio e na
Formação Geral Básica do EMTI, a coordenação pedagógica dar-se-á no turno contrário ao de
regência, totalizando quinze horas semanais, devendo atender ao disposto abaixo:
I- quartas-feiras destinadas à coordenação coletiva na UE/UEE/ENE;
II- um dia destinado à coordenação por área de conhecimento:
a) terça-feira: área de Ciências da Natureza e de Matemática;
b) quinta-feira: área de Linguagens;
c) sexta-feira: área de Ciências Humanas e, quando houver, Ensino Religioso.
III- um dia destinado à coordenação pedagógica individual na UE/UEE/ENE ou à formação
continuada;
IV- dois dias destinados à coordenação pedagógica individual, podendo ser realizada fora do
ambiente escola.
3. EAPE
Olá, Professor e Olá, Professora
Nesta semana vamos apresentar a nossa última Subsecretaria e que possui grande relevância
para a Educação Pública no DF, desde a sua fundação, em 1988, até os dias atuais. Hoje,
vamos conhecer um pouco mais da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais
da Educação do Distrito Federal, a EAPE. A seguir, apresentaremos a sua estrutura
organizacional e das suas atribuições.
3.1. Compreensões da formação continuada na SEEDF
Você já parou para refletir sobre a importância da formação continuada na nossa
profissão?
Quais as perspectivas de educação e de formação continuada defendidas pela SEEDF?
Essas são questões que devem ser pensadas, repensadas e debatidas constantemente ao
longo da nossa trajetória docente. As Diretrizes de Formação Continuada da Rede Pública de
Ensino do Distrito Federal compreendem a educação como processo imprescindível para a
superação da ordem social vigente. A esse respeito, as ações de formação (cursos, congressos,
conferências, seminários, simpósios, mesas-redondas, colóquios, fóruns, palestras, oficinas
temáticas, projetos e outras ações similares) terão como referência a formação
crítico-emancipadora dos sujeitos que dela fizerem parte, por meio do levantamento prévio
das demandas de formação continuada, com base nas necessidades e prioridades da SEEDF.
Desse modo, o processo de formação continuada informa, forma e transforma: informa
quando atualiza e contextualiza os conhecimentos historicamente acumulados, forma e
transforma os profissionais da educação à medida que modifica e/ou agrega as concepções
práticas e os conceitos trazidos por eles para o espaço-tempo da formação, que, por
conseguinte, informam, formam e transformam as pessoas quando podem reconstruir a
própria sociedade. Assim, o processo de formação continuada é tomado como uma utopia
promissora (HADJI, 2001), aquela que se demonstra capaz de realizar as intervenções
necessárias na realidade das pessoas, na forma como interagem e vivem no mundo, tendo em
vista a educação inclusiva e a formação integral desses mesmos atores.
A formação continuada é, também, um processo que se dá em um contexto de
disputas, valores, interesses, objetivos, crenças e variadas perspectivas de formação inicial
daqueles que dela participam, na condição de formadores ou de cursistas. Assim, os espaços
em que a formação continuada se realiza são espaços de conflito, no sentido daquilo que
impulsiona as pessoas à mudança. Tais espaços, físicos ou virtuais, são característicos do
processo de formação continuada e podem ser, a depender dos debates que neles ocorrerem,
uma oportunidade para a formação de profissionais emancipados e emancipadores,
conscientes das contradições que marcam o mundo e a escola; conscientes de que o papel da
escola é diverso, porque são diversas as realidades; e, por fim, conscientes de que a escola não
é um lugar para se perpetuar comportamentos eivados de preceitos discriminatórios.
(Texto retirado das Diretrizes de Formação Continuada da SEEDF)
Pra saber mais:
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7
%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf
3.2. Organização Administrativa e Pedagógica da EAPE
Para conhecer um pouco mais sobre a EAPE, é importante conhecer a Portaria nº 659,
de 02/12/2021, que dispõe sobre a organização administrativa e pedagógica dessa importante
Subsecretaria.
Sobre a concepção da formação continuada, a Portaria afirma que deve ser considerada
a legislação nacional sobre o tema, as diretrizes de formação continuada, o currículo em
movimento da SEEDF e os documentos e orientações pedagógicos e de avaliação da rede.
Afirma, ainda, que a formação continuada deve considerar as dimensões do trabalho e do
desenvolvimento humano, a relação teoria e prática, a pesquisa e ser articulada com o
contexto social, político e cultural das Unidades Escolares, além de considerar a reflexão
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf
sobre a prática educacional e a busca de aperfeiçoamento técnico, pedagógico e ético dos
profissionais da educação.
Nesse sentido, a formação continuada se justifica pela necessidade de:
I - implementação de políticas públicas educacionais distritais e nacionais e, ampliação
conceitual e prática da atividade profissional;
II - ressignificação do trabalho dos profissionais da Educação do Distrito Federal frente às
demandas pedagógicas e administrativas;
III - promoção das aprendizagens dos estudantes da educação básica, considerando os
resultados das avaliações de larga escala;
IV - cumprimento de metas e estratégias dos Planos Nacionale Distrital de Educação;
V - atendimento ao Currículo da Educação Básica e às Diretrizes Pedagógicas da SEEDF, às
Diretrizes Curriculares Nacionais e à Lei que trata do Sistema de Ensino e da gestão
democrática da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal; e
VI – avaliação das propostas de cursos encaminhadas por instituições privadas com vistas à
validação para progressão vertical, prevista nos planos de carreira dos servidores da educação
do Distrito Federal.
A formação continuada ofertada pela EAPE poderá ser realizada por meio de:
I - cursos, congressos, conferências, seminários, simpósios, mesas-redondas, colóquios,
fóruns, palestras, oficinas temáticas, oficinas de formação específica, projetos e outras ações
similares de formação promovidas pela EAPE ou por meio de parcerias formalmente
constituídas;
II - orientação e acompanhamento de projetos relacionados à formação continuada
desenvolvidos na Unidade Escolar e em outros setores da SEEDF;
III - elaboração e publicação de pesquisa como princípio formativo e de pesquisas sobre os
desafios da educação pública no Distrito Federal; e
IV - emissão de parecer técnico pedagógico de cursos propostos por instituições privadas com
validade para progressão vertical prevista nos planos de carreira.
Sobre o formato/modalidade da formação continuada na rede, ela poderá ser realizada:
I - presencialmente, quando o processo de ensino-aprendizagem se dá majoritariamente por
meio de encontros presenciais com o/a formador/a; e
II - à distância, quando o processo de ensino-aprendizagem se dá majoritariamente com
atuação do formador por meio de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação -
TDICs, em lugares e tempos diversos.
III - hibridamente, quando combinado as modalidades presencial e à distância, salvo caso
fortuito ou força maior.
Sobre os deveres dos cursistas, destacamos alguns pontos importantes:
I - para fins de certificação da formação continuada, a frequência do participante, assim como
o aproveitamento nas atividades avaliativas, deverá ser, no mínimo, de 75%;
II - o/a cursista desistente, não concluinte ou evadido de curso/atividade, presencial ou a
distância, deverá apresentar justificativa mediante a Declaração de Justificativa de
Desistência. A não apresentação desse documento acarretará o bloqueio do CPF para nova
inscrição em outro curso.
III - justificar o desinteresse/desistência, no prazo máximo de 48 horas, úteis, antes do início
do curso;
IV - verificar a sua disponibilidade de tempo para o cumprimento das atividades;
V- frequentar, assiduamente, o curso/atividade em que encontra-se inscrito e cumprir o
estabelecido no Termo de Compromisso constante do formulário-ficha de inscrição do curso.
VI - frequentar assiduamente as salas de aula, o AVA, e estar conectado nas plataformas ou
aplicativos de transmissão de som e imagem, nos horários previamente estabelecidos na
programação do curso/atividade, quando forem realizadas as atividades presenciais ou a
distância, de modo assíncrono ou síncrono, para que seja realizado o registro/controle
automático de participação;
VII - realizar as atividades avaliativas quando previstas na proposta de curso/atividade, nas
modalidades presenciais e/ou a distância;
VIII - observar o disposto na legislação que rege os direitos autorais referentes a quaisquer
recursos, obras e conteúdos utilizados durante a realização de curso/atividade; e
IX - apresentar à chefia imediata a Declaração de Comparecimento dos cursos e/ou a
Declaração de Justificativa de Desistência, se couber, contendo dia e horário da formação
realizada na EAPE.
3.3. Diretoria de Organização do Trabalho Pedagógico e Pesquisa (DIOP)
Diretorias da EAPE
Atualmente, a EAPE se organiza em duas Diretorias, subdivididas em sete Gerências, e
alguns setores específicos como o de Inscrição, o de Documentação, o de Bolsas de Estudos,
Convênios e Validação de Cursos e o de Afastamento Remunerado para Estudos. Vamos falar
um pouco de cada uma delas.
Começaremos pela apresentação de algumas funções relativas à Diretoria de
Organização do Trabalho Pedagógico e Pesquisa (DIOP). São elas:
I – promover e coordenar as ações necessárias à realização de cursos de formação continuada
e de pesquisas voltados aos profissionais da educação; bem como as ações de acolhimento e
formação continuada dos profissionais da educação ingressantes na Secretaria;
II – propor e coordenar a articulação de ações referentes à formação continuada e pesquisa, no
âmbito da Secretaria, junto a outros órgãos públicos, instituições de ensino superior, entidades
classistas e demais instituições externas;
III – avaliar a viabilidade das propostas de cursos voltados à formação de servidores,
oferecidos por setores internos da Secretaria e realizados no âmbito da EAPE;
IV – supervisionar e acompanhar, na sua área de atuação, as ações referentes ao
estabelecimento de convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares, voltados à
formação continuada, à pesquisa e às atividades correlatas, junto a órgãos públicos,
instituições de ensino superior, entidades classistas e demais instituições externas;
V – avaliar as propostas de cursos apresentadas por instituições da iniciativa privada voltados
à formação de servidores da Secretaria;
VI – analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de formação
continuada e de pesquisas referentes aos profissionais da educação, no âmbito de pesquisa,
avaliação e incentivo ao desenvolvimento profissional;
Vinculadas à DIOP, estão as Gerências exclusivamente Pedagógicas. São elas:
EMEB
Compete à Gerência de Pesquisa e Formação Continuada para Modalidades da
Educação Básica (GEMEB), dentre outras funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações
necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas, no âmbito das
modalidades da Educação Básica, voltados aos profissionais da educação. Por exemplo:
Educação Especial; Educação do Campo; Educação Profissional; Educação de Jovens e
Adultos; e outros.
E-mail: gemeb.eape@edu.se.df.gov.br
GOET
Compete à Gerência de Pesquisa, Avaliação e Formação Continuada para Gestão,
Carreira Assistência, Orientação Educacional e Eixos Transversais (GOET), dentre outras
funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de
formação continuada e de pesquisas voltados aos profissionais da educação, no âmbito dos
eixos transversais e das oficinas pedagógicas; da gestão escolar; da orientação educacional; e
dos servidores da Carreira Assistência.
E-mail: goet.eape@edu.se.df.gov.br
GETEB
Compete à Gerência de Pesquisa e Formação Continuada para Etapas da Educação
Básica (GETEB), dentre outras funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações
necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas, no âmbito das
etapas da Educação Básica, voltados aos profissionais da educação. Por exemplo: Educação
Infantil; Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais); e Ensino Médio.
E-mail: geteb.eape@edu.se.df.gov.br
Diretoria de Inovação, Tecnologias e Documentação (DITED)
Apresentaremos, agora, a Diretoria de Inovação, Tecnologias e Documentação
(DITED) e suas funções. Compete à essa Diretoria:
I – acompanhar e estabelecer a divulgação, no âmbito da EAPE, dos programas oficiais
referentes ao uso das tecnologias na educação, no âmbito da política pública de formação
continuada;
II – propor critérios, acompanhar e avaliar o processo de seleção para Bolsa de Estudo e para
Afastamento Remunerado para Estudo, no âmbito da Secretaria;
III – supervisionar, coordenar e acompanhar procedimentos administrativos referentes aos
servidores da EAPE e aos servidores em situação de Afastamento Remunerado para Estudo;
IV – coordenar e supervisionar a divulgação e a execução da inscrição, da seleção e da
enturmação dos candidatos aos cursos e aos eventos promovidos pela EAPE;
V – supervisionar e acompanhar as ações de divulgação, inscrição e seleção referentes ao
Afastamento Remunerado para Estudo, às Bolsasde Estudo, e aos convênios;
VI – promover, dar suporte e manter, no âmbito da EAPE, o acesso dos formadores e dos
cursistas à rede de tecnologia e aos produtos de tecnologia da informação, conforme padrões
definidos e institucionalizados pela Secretaria.
Vinculadas à DIED, estão as Gerências Técnico-Pedagógicas e Administrativas. São
elas:
GITEAD
Compete à Gerência de Formação Continuada para Inovação, Tecnologias e Educação a
Distância (GITEAD), dentre outras funções: gerenciar, analisar e acompanhar as ações
necessárias à realização de cursos de formação continuada e de pesquisas voltados aos
profissionais da educação, no âmbito das tecnologias educacionais; educação à distância -
EAD; ingressantes na SEEDF; e outros. Cabe ainda aos servidores da GITEAD acompanhar,
orientar e gerenciar todos os cursos ofertados pela EAPE e que utilizam a plataforma Moodle,
bem como produzir materiais didáticos e audiovisuais demandados por essa Subsecretaria.
E-mail: gitead.eape@edu.se.df.gov.br
GDOL
Compete à Gerência de Documentação e Logística (GDOL) dentre outras funções:
gerenciar, catalogar, organizar e manter, no âmbito da EAPE, os serviços, os processos e os
procedimentos relativos à gestão do patrimônio, aos serviços gerais, ao transporte; e às
atividades de portaria e vigilância.
E-mail: gdol.eape@edu.se.df.gov.br
Em tempo, gostaríamos de apresentar outros setores importantes que compõem a EAPE, que
são:
● Setor de Documentação: que acompanha e avalia os processos administrativos
referentes à certificação das ações de formação continuada. E-mail:
sdoc.eape@edu.se.df.gov.br
● Setor de Inscrição: que acompanha e avalia os processos administrativos referentes à
inscrição nas ações de formação continuada. E-mail: sins.eape@edu.se.df.gov.br
● Setor de Afastamento Remunerado para Estudos: que acompanha e coordena o
processo seletivo e os procedimentos administrativos e pedagógicos referentes aos
servidores em situação de afastamento remunerado para estudo (mestrado, doutorado,
pós-doutorado). E-mail: afast.eape@edu.se.df.gov.br
● Setor de Bolsas de Estudos, Convênios e Validação de Cursos: que supervisiona e
acompanha as ações referentes ao estabelecimento de convênios, contratos, termos de
cooperação técnica e similares, junto a órgãos públicos, instituições de ensino
superior, entidades classistas e demais instituições externas voltadas à formação
continuada, além de acompanhar e avaliar o processo de seleção para bolsas de estudo.
E-mail: convenio.eape@edu.se.df.gov.br
4. SUBEB
Olá professor/a! Sem dúvidas uma das maiores subsecretarias, a SUBEB estará presente em
vários momentos da sua trajetória, seja por meio de orientações pedagógicas para a sua
atuação em sala de aula, até os grandes projetos implementados e desenvolvidos pela
Secretaria de Educação do DF.
Atualmente, a SUBEB é organizada em 7 Diretorias, composta pelas suas Gerências, e tem
como suas principais funções definir, elaborar, implantar, acompanhar e implementar
políticas, diretrizes específicas e orientações relacionadas ao trabalho pedagógico
desenvolvido nas etapas e nas modalidades da Educação Básica, no âmbito da Rede Pública
de Ensino. A partir de agora, vamos apresentar à você a organização estrutural dessas
Diretorias e algumas das ações que são implementadas por elas.
Vamos lá!!!
4.1. Estrutura organizacional
Atualmente, a Subsecretaria de Educação Básica (SUBEB) se organiza da seguinte
maneira:
Unidade de Gestão Estratégica da
Educação Básica
Diretoria de Educação Infantil
▸ Gerência de Atenção às Unidades Públicas
▸ Gerência de Atenção às Instituições Parceiras
Diretoria de Ensino Fundamental
▸ Gerência de Atenção aos Anos Iniciais
▸ Gerência de Atenção aos Anos Finais
▸ Gerência de Atenção às Aprendizagens
Diretoria de Ensino Médio
▸ Gerência de Atenção ao Ensino Médio
▸ Gerência de Atenção ao Novo Ensino Médio
Diretoria de Educação de Jovens e Adultos
▸ Gerência de Atenção à Educação de Jovens e
Adultos
▸ Gerência de Atenção à Educação Prisional
Diretoria de Educação Profissional
▸ Gerência de Atenção à Educação Profissional
▸ Gerência de Integração com o Ensino Médio e
com a Educação de Jovens e Adultos
▸ Gerência: Programa Novos Caminhos –
PRONATEC
Unidade de Gestão Articuladora da
Educação Básica
Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem
▸ Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das
Bibliotecas
▸ Gerência de Orientação Educacional
▸ Gerência de Programas e Projetos Transversais
Diretoria de Modalidades Especiais
▸ Gerência de Atenção à Educação do Campo
▸ Gerência de Atenção à Socioeducação
▸ Gerência de Desportos
▸ Gerência de Educação a Distância
Apresentaremos, a seguir, as principais ações realizadas por essa Subsecretaria.
Eventualmente, você que já faz parte da rede, antes mesmo de se tornar professor/a efetivo/a,
deve conhecer os projetos que serão apresentados e pode até ter participado de alguns deles
nas escolas em que trabalhou. Mas se você está chegando agora na SEEDF irá conhecer, em
primeira mão, algumas dessas ações que poderão ser desenvolvidas ainda nesse ano.
4. SUBEB
4.2. Diretoria de Educação Infantil
Vamos começar pela DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL (DIINF). Algumas
das principais funções são:
I – propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a
implantação e a implementação de políticas públicas para as unidades escolares – UEs da
Rede Pública de Ensino e as instituições educacionais – IEs parceiras que ofertam Educação
Infantil;
II – promover articulação, junto aos demais setores da Secretaria e às outras instâncias para
efetivação de políticas públicas, programas, projetos e ações para a Educação Infantil e a
Educação em Tempo Integral;
III – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do
currículo referente à Educação Infantil;
IV – orientar e acompanhar o cadastramento, a implantação e a execução dos projetos e dos
programas de Educação em Tempo Integral desenvolvidos nas UEs da Rede Pública de
Ensino e nas IEs parceiras que ofertam Educação Infantil;
V – orientar e acompanhar, junto às UNIEBs/CREs, as ações técnico-pedagógicas
concernentes aos programas e aos projetos de fomento à Educação em Tempo Integral nas
UEs da Rede Pública de Ensino e nas IEs parceiras que ofertam Educação Infantil;
Apresentaremos a seguir algumas das ações desenvolvidas pela DIINF.
O brincar como direito dos bebês e das crianças.
(https://www.educacao.df.gov.br/plenarinha_see.2021.pdf)
O Projeto O brincar como direito dos bebês e das crianças, criado em 2020, surgiu como uma
resposta à suspensão das aulas em decorrência da epidemia de COVID-19. A temática foi
eleita por ser a brincadeira um direito de aprendizagem e desenvolvimento, eixo estruturante
das práticas pedagógicas na Educação Infantil e atividade guia do desenvolvimento infantil,
considerando que as funções psíquicas que as crianças precisam ter desenvolvido para o
exercício de diferentes atividades pedagógicas na Educação Infantil e para a continuidade do
processo educativo nas outras etapas de ensino, se formam e se desenvolvem enquanto as
crianças brincam, de acordo com os pressupostos teóricos que balizam o Currículo em
Movimento do Distrito Federal.
Plenarinha da Educação Infantil
(https://www.criancacandanga.df.gov.br/plenarinha-de-educacao-infantil)
O projeto da Plenarinha, realizado desde o ano de 2013, tem como foco a criança, sua
aprendizagem e desenvolvimento, por meio de ações educativas organizadas por
professores/as e demais profissionais da escola. Essa ação enfatiza o protagonismo infantil,
por meio da escuta sensível e atenta, ao tornar as crianças partícipes no processo de
aprendizagem e desenvolvimento que é estruturado na primeira etapa da Educação Básica:
Educação Infantil e primeiro ano do Ensino Fundamental.
Alimentação na Educação Infantil: mais do que cuidar, educar, brincar e interagir.
(https://www.educacao.df.gov.br)
O Projeto Alimentação tem como objetivo a ressignificaçãodas práticas que envolvem a
alimentação escolar, bem como ampliar a compreensão sobre a importância dos bons hábitos
alimentares e sustentáveis, não apenas na instituição educativa, mas sobretudo, no contexto
familiar e social das crianças.
Papai Noel dos Correios.
(agenciabrasil.ebc.com.br)
A campanha, em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, tem como
objetivo incentivar o interesse pelo aprendizado da escrita de cartas pelas crianças e estimular
o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emocionais. A iniciativa utiliza-se da ação
lúdica e da crença no Papai Noel para a promoção da solidariedade e de valores, tanto pelas
crianças que elaboram as cartas como pela sociedade civil que as adota, fortalecendo, assim, o
exercício da cidadania de todos os envolvidos.
Aquisição de utensílios para autosservimento de alimentação escolar.
(fnde.gov.br/institucional/area-de-imprensa)
Constitui objeto deste Termo de Referência compor o Edital do Pregão Eletrônico para
Registro de Preços visando aquisição de utensílios para servimento da alimentação escolar,
para atender as crianças do Programa de Alimentação Escolar do Distrito Federal,
especificamente para as unidades escolares públicas que ofertam Educação Infantil, da
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). A pretensa aquisição atenderá
especificamente cerca de 25.135 crianças matriculadas nas 70 unidades escolares exclusivas
para atendimento à Educação Infantil e nas 33 unidades escolares do campo que atendem
turmas de Educação Infantil em tempo integral e parcial que participam do Programa
Nacional de Alimentação Escolar – PNAE (de acordo com dados do Censo Escolar de 20 de
março de 2019).
Criança Feliz Brasiliense.
O Criança Feliz Brasiliense é um programa intersetorial que tem a finalidade de apoiar as
famílias em seu papel protetivo, além de ampliar a rede de atenção e cuidado para o
desenvolvimento integral das crianças na primeira infância, ou seja, desde a gestação até os
seis anos de idade. Para isto, tem como principais ações as visitas domiciliares e a articulação
entre políticas públicas.
Eleitor do Futuro - Módulo Inclusão Social desde a Infância.
(tre-se.jus.br/o-tre/escola-judiciaria-eleitoral)
O Programa Eleitor do Futuro, uma parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito
Federal - TRE-DF, tem o objetivo discutir temas de inclusão social e cultural por meio da
associação dos personagens do folclore brasileiro com temas sociais contemporâneos.
Projeto Financinhas
(http://ec29taguatinga.blogspot.com)
Esse projeto desenvolve atividades para fomento da educação financeira para crianças da
Educação Infantil por meio de teatro e distribuição de livro paradidático nas unidades
escolares.
SAIBA MAIS!
Essas são algumas das ações que são implementadas junto pela DIINF junto às escolas
da rede. Para mais informações sobre essa Diretoria, deixaremos aqui para você os principais
documentos e referências que orientam as ações desenvolvidas pela Diretoria de Educação
Infantil. Fique a vontade para pesquisar quando sentir necessidade.
● Currículo em Movimento do Distrito Federal - Educação Infantil (2018)
● O brincar como direito dos bebês e das crianças
● Alimentação na Educação Infantil: mais que cuidar, educar, brincar e interagir
● Plenarinha
● Diretrizes Pedagógicas e Operacionais para as Instituições Educacionais Parceiras que
ofertam Educação Infantil.
● Relatório Descritivo Individual do Aluno – RDIA
● Formulários de Escrituração Escolar
● Orientações para o preenchimento dos Formulários
● Indicadores de Qualidade na Educação Infantil do Distrito Federal
● Manual de Procedimentos para Atendimento à Educação Infantil – Creche: em
unidades escolares da rede pública e instituições educacionais parceiras (Revisada e
atualizada – Publicado em 2016)
● Acolhimento e inserção na Rede pública de ensino, para o retorno presencial na
Educação Infantil (creche e pré-escola)
● Caderno Orientador – Transição Escolar: trajetórias na Educação Básica do Distrito
Federal
4.3. Diretoria de Ensino Fundamental
Seguiremos, agora, para a DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL (DIEF). Essa
Diretoria é uma unidade orgânica responsável pela direção e supervisão das ações
implementadas para os estudantes do 1º ao 9º ano da educação básica e pela orientação do
trabalho de todos os profissionais envolvidos com essa etapa de ensino. As principais funções
da DIEF, são:
I - propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a
implantação e a implementação de políticas e diretrizes específicas destinadas ao Ensino
Fundamental da Rede Pública de Ensino;
II - promover articulação com demais setores da Secretaria e com outras instâncias para
efetivação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para o Ensino
Fundamental;
III - coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do
currículo referente ao Ensino Fundamental na Rede Pública de Ensino;
IV - orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e
pedagógicos referentes ao Ensino Fundamental na Rede Pública de Ensino;
V - orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, junto às UNIEBs/CREs, as
políticas, as diretrizes, os programas, os projetos e as ações do Ensino Fundamental;
As principais ações desenvolvidas ou planejadas pela Diretoria de Ensino Fundamental, são:
Programa Eu Passarinho (Recomposição das Aprendizagens)
(https://www.flickr.com/photos)
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal - SEEDF, reafirmando seu
compromisso em ofertar educação pública de qualidade, com foco na melhoria das
aprendizagens dos estudantes e sua permanência na escola, apresenta, em parceria com a
Universidade de Brasília - UnB, o Projeto “Eu Passarinho: aprendendo juntos”. Essa ação tem
por objetivo contribuir para a realização de ações interventivas, voltadas para a recomposição
das aprendizagens dos estudantes do Ensino Fundamental, por meio da participação de
universitários, estagiários dos cursos de Pedagogia, Letras-Português, História e Artes da
UnB.
Programa Superação - 2023
http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/defasagem-escolar
O projeto SuperAção-2023 visa corrigir a situação de incompatibilidade idade/ano de
alunos, foi elaborado de maneira colaborativa de acordo com a legislação vigente LDB
9394/96, artigo 24, inciso V, e considerando as experiências e programas anteriores do DF e
de outros estados, para atender estudantes com dois ou mais anos de atraso em relação ao ano
escolar esperado do ensino fundametal O programa é feito em parceria com o Fundo das
Nações Unidas para a Infância (Unicef) por meio das ações propostas pela entidade nas
Trajetórias de Sucesso Escolar (TSE). A ideia do Unicef é que essas ações tragam estratégias
para o enfrentamento da cultura do fracasso escolar.
Na prática, a partir dos 13 anos de idade, estudantes do Ensino Fundamental (anos
finais), que reprovaram no mínimo duas vezes, vão ser atendidos. “O Novo Ensino Médio já
possui uma abordagem diferenciada que prevê novos itinerários. Por isso, não vai ser
realizada correção de fluxo, nesse momento, para essa etapa. Quanto aos anos iniciais, a
SEEDF já trabalha há mais de 10 anos com a política de ciclos para aprendizagens, que
apresenta resultados efetivos e a defasagem segue em queda”, explica a diretora de Ensino
Fundamental, da Gerência de Políticas Educacionais para o Desempenho Escolar da SEEDF,
Marli Dias Ribeiro.
Projeto Escolas Inovadoras
(educacao.df.gov.br/escolas-inovadoras-na-rede-publica/ CEF 5 de Taguatinga)
A proposta objetiva implementar e sistematizar o processo de cocriação de protótipos de
escolas inovadoras. Considerando educação inovadora, como aquela que inclui o uso de novas
tecnologias, sem desprezar as tecnologias tradicionais, rompe paradigmas e práticas
pedagógicas e gerenciais da educação vigente, instaura novos modelos adequados aos
estudantes e à sociedade em que estão inseridos tendopor propósito maior o bem-viver.
Sendo assim, durante 18 meses, a SEEDF passa a ter 4 (quatro) unidades escolares nas
quais serão cocriados projetos piloto de escolas inovadoras. Nestas unidades escolares serão
estudados, discutidos, escolhidos e aplicados modelos inovadores que contemplem 8 (oito)
elementos considerados como mínimos a serem transformados junto à escola contemplada
pelos projetos selecionados, quais sejam:
1. Modelo gerencial efetivo e inovador;
2. Proposta pedagógica;
3. Estratégias de facilitação de diálogos;
4. Comunidade escolar engajada;
5. Infraestrutura predial, equipamentos e mobiliário inovadores;
6. Implantação de recursos tecnológicos pedagógicos e gerenciais;
7. Times de profissionais alinhados e engajados;
8. Monitoramento e avaliação institucional.
O projeto Escolas Inovadoras surge a partir do Edital 04/2019 da Fundação de Apoio à
Pesquisa do Distrito Federal - FAPDF que em parceria com a SEEDF, apresentaram o
Chamamento Público para seleção de Organizações da Sociedade Civil - OSC para a
cocriação de projetos piloto de escolas inovadoras.
Projeto Trilhar
(https://www.educacao.df.gov.br)
O Projeto Trilhar busca acompanhar e fortalecer os trabalhos pedagógicos docentes,
sobretudo, os com foco na alfabetização, nos letramentos e no raciocínio lógico com vistas à
recomposição da aprendizagens, por meio de ações estruturadas em quatro eixos: Orientações
pedagógicas, Vivências de acompanhamento, Fórum de práticas exitosas e elaboração de
Política Distrital de Alfabetização.
Trata-se de um projeto que visa articular junto ao nível intermediário, práticas pedagógicas
que fortalecem e consolidam o desenvolvimento do processo de aquisição do Sistema de
Escrita Alfabética - SEA, das habilidades de leitura, interpretação e produção de textos na
perspectiva do letramento, reduzindo os índices de defasagem de aprendizagem além de
valorizar o empenho e as vivências dos profissionais de educação da rede.
Tempo de Aprender (MEC)
(http://alfabetizacao.mec.gov.br/tempo-de-aprender)
O Tempo de Aprender é um programa de alfabetização abrangente, com o objetivo de
melhorar a qualidade da alfabetização em todas as escolas públicas do país. O programa
propõe ações estruturadas em quatro eixos. São eles: eixo 1, formação continuada de
profissionais da alfabetização; eixo 2, apoio pedagógico e gerencial para a alfabetização; eixo
3, aprimoramento das avaliações da alfabetização e eixo 4, valorização dos profissionais da
alfabetização.
Programa Educação com Movimento
(https://www.educacao.df.gov.br)
O PECM tem como finalidade precípua a ampliação das experiências corporais dos
estudantes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, mediante a
intervenção pedagógica integrada e interdisciplinar entre o/a professor/a de Atividades e o/a
professor/a de Educação Física, na perspectiva da Educação Integral, conforme preconizado
no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal.
Projeto Aprender Mais
(https://www.agenciabrasilia.df.gov.br )
O Projeto Aprender Mais visa estimular as potencialidades e trabalhar as fragilidades
percebidas na Rede Pública de ensino durante o processo pedagógico, em especial às
proposições voltadas para a recuperação das aprendizagens nos blocos I e II do 3º Ciclo para
as aprendizagens.
O projeto tem como objetivos: promover orientações técnicas sobre as intervenções
propostas na Diretriz Pedagógica do 3º Ciclo para os professores de Anos Finais da SEEDF e
acompanhar o andamento das ações para o 3º Ciclo para as aprendizagens no pós ensino
remoto nas Unidades Escolares junto às UNIEB, com o foco na recomposição das
aprendizagens, por meio de ações estruturadas nos seguintes eixos: Formação Continuada
(Curso Conectando Práticas), Orientações pedagógicas, Vivências de acompanhamento e
Fórum de práticas exitosas.
Programa Aprender Valor
(https://aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor)
No Programa Aprender Valor, a Educação Financeira se efetiva nas escolas de Ensino
Fundamental, do 1º ao 9º ano, oportunizando formação online para gestores e professores,
com certificação, além de disponibilizar projetos escolares que trazem sequências didáticas
com atividades que articulam habilidades relacionadas ao planejamento do uso de recursos, à
poupança ativa e ao uso responsável do crédito com conceitos e habilidades de Matemática,
de Língua Portuguesa (para os anos iniciais) e de Ciências Humanas (para os anos finais), de
modo transversal e integrado.
SAIBA MAIS!
Para saber mais sobre o Ensino Fundamental, deixaremos aqui alguns documentos que
referencia o trabalho desenvolvido por essa Diretoria.
● Orientação Pedagógica: 3º Ciclo para as Aprendizagens
● Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2º Ciclo para as Aprendizagens:
Bia e 2º Bloco
● Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 3º Ciclo para as Aprendizagens
● Currículo em Movimento do Ensino Fundamental do Distrito Federal -- Anos
Iniciais/Anos Finais
● RAv Formulário 1: Descrição do Processo de Aprendizagem do Estudante: 2 o Ciclo
● RAv Formulário 2: Ata de Conselho de Classe
● Registro Formativo de Avaliação – RFA
4.4. Diretoria de Ensino Médio
A nossa próxima parada será na DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO (DIEM).
Destacamos que, nos últimos anos, essa Diretoria vem trabalhando diariamente em prol da
implantação e implementação do Novo Ensino Médio no Distrito Federal, dentre outras
funções, como:
I - Propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação, para a
implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e
ações para o Ensino Médio e para o Novo Ensino Médio da Rede Pública de Ensino;
II - Promover articulação com os demais setores da Secretaria e com outras instâncias para
efetivação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para o Ensino
Médio e para o Novo Ensino Médio;
III - Coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do
currículo referente ao Ensino Médio e ao Novo Ensino Médio;
IV - Orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e
pedagógicos concernentes ao Ensino Médio e ao Novo Ensino Médio na Rede Pública de
Ensino;
V - Orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, políticas, diretrizes específicas e
ações do Ensino Médio e do Novo Ensino Médio, junto às UNIEBs/CREs;
VI - Propor e elaborar documentos norteadores para o acompanhamento técnico-pedagógico
destinados a subsidiar as ações dos profissionais da educação que atuam no Ensino Médio;
As ações realizadas pela DIEM contemplam a Meta 3 do PDE e o Regimento Escolar
(Art. 44, Art. 45 e Art. 49). Além disso, são respaldadas nos referenciais legais e regulatórios
da Lei n.º 9394/1996, da Lei n.º 13.415/2017, da Lei n.º 11.494/2007, da Resolução
CNE/CEB n.º 03/2018 e da Portaria n.º 1432/2018.
A Diretoria de Ensino Médio atua em todas as fases de organização do Novo Ensino
Médio. Acompanha a fase de análise da situação educacional de estudantes, com a finalidade
de (re)estruturação das ações educacionais, junto ao Ministério da Educação, ao Conselho
Nacional de Educação, à Universidade de Brasília, ao Conselho de Educação do Distrito
Federal, aos fóruns educacionais, às organizações da sociedade civil, às entidades de classe.
Ainda, propõe a gestão dos processos necessários para a plena implementação do novo
currículo revisado à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
O Decreto n.º 42.687/2021 (DODF n.º 205, p. 5) apresentou a reconfiguração da
estrutura da Diretoria de Ensino Médio, conciliando atribuições necessárias ao atendimento
do Ensino Médio com as necessidades suscitadas pelo Novo Ensino Médio, desde a
implantação até a implementação, sob ação conjunta de órgãos governamentais, não
governamentais, da sociedade civil e entidades de classe.
(https://www.educacao.df.gov.br)
Nesse contexto, destacamos algumas das principais ações desenvolvidas nas 94 Unidades
Escolares do Ensino Médio:1. Implementação das mudanças trazidas pela Lei n.º 13.415 e suas possibilidades para o
Ensino Médio no DF.
2. Articulação institucional e elaboração de documentos normativos voltados para o
Ensino Médio.
3. Formação Continuada: a DIEM, em parceria com a Subsecretaria de Formação
Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE), elaborou um Plano de Formação
Continuada para o Novo Ensino Médio. O objetivo da formação foi o de promover a
capacitação dos Profissionais da Educação no desenvolvimento de metodologias e
estratégias pedagógicas diversificadas para o Novo Ensino Médio, com abordagens
relacionadas ao novo Currículo do Ensino Médio, ao Projeto de Vida, às Metodologias
Ativas, à Pedagogia de Projetos e à elaboração de Unidades Curriculares Eletivas
Orientadas e Trilhas de Aprendizagem.
4. Itinerário Formativo de Educação Profissional Técnica (EPT): A formulação de ações
voltadas à implantação do Itinerário Formativo de Educação Profissional se
caracteriza como um conjunto de iniciativas que visa oportunizar ao estudante a
formação técnica e profissional. Os estudantes matriculados no Ensino Médio regular
terão a possibilidade de cursar integralmente um itinerário técnico, fazer um curso
técnico junto com cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) ou, até mesmo, um
conjunto de FICs articuladas entre si.
5. Catálogo em Movimento dos Itinerários Formativos: o catálogo é fruto da escuta dos
estudantes e das contribuições de diversos atores, contemplando práticas pedagógicas
de profissionais da educação da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal e
parceiros durante a implementação de Unidades Escolares-Piloto e do processo de
formação continuada dos profissionais da educação desenvolvido pela Subsecretaria
de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE). Trata-se de um
material de apoio para as Unidades Escolares ofertarem seus itinerários formativos a
partir de objetivos e metodologias que reflitam a realidade local, a Proposta
Pedagógica, as necessidades e características da comunidade escolar.
6. Parcerias externas: Com a proposta de flexibilização curricular trazida pelo Novo
Ensino Médio, abriu-se a oportunidade de formalização de parcerias com entidades e
instituições externas para a oferta de Itinerários Formativos. Dentro das parcerias, é
possível mencionar, por exemplo: o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
(SENAC), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Fundação
Oswaldo Cruz - Fiocruz, o Serviço Social da Indústria-SESI, a Universidade de
Brasília (UnB), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
(SEBRAE), a Defensoria Pública do Distrito Federal, as Embaixadas da Espanha e da
França, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), o Ministério
Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), etc.
SAIBA MAIS!
Nesse momento, o Ensino Médio está passando por grandes transformações estruturais
em todo o nosso país. Voltaremos a esse assunto de maneira detalhada mais a frente, no nosso
módulo sobre etapas e modalidades educacionais. Enquanto isso, destacamos aqui os
principais documentos de referência sobre o trabalho realizado junto ao Ensino Médio no
Distrito Federal. Caso seja do seu interesse, aproprie-se do material e os utilizem quando
necessário.
● Plano Nacional de Educação (PNE).
● Plano Distrital de Educação (PDE).
● Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
● Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.
● Lei n.º 9.394/1996.
● Lei n.º 13.415/2017.
● Portaria MEC n.º 649, de 10 de julho de 2018.
● Portaria MEC n.º 1.023, de 4 de outubro de 2018.
● Portaria MEC n.º 1.024, de 4 de outubro de 2018.
● Portaria MEC n.º 1.432, de 28 de dezembro de 2018.
● Portaria n.º 21, de 4 de fevereiro de 2020.
● Portaria n.º 22, de 4 de fevereiro de 2020.
● Portaria n.º 507, de 30 de dezembro de 2020.
● Portaria n.º 93, de 3 de março de 2021.
● Resolução n.º 21/2018 - FNDE, de 14 de novembro de 2018.
● Resolução n.º 3/2018 - CNE/CEB, de 21 de novembro de 2018.
● Resolução n.º 2/2020 - CEDF, de 24 de dezembro de 2020.
● Nota Técnica n.º 02/2019, do Conselho de Educação do DF.
● Nota Técnica n.º 03/2019, do Conselho de Educação do DF.
● Parecer n.º 112/2020 - CEDF, de 08 de dezembro de 2020.
● Parecer n.º 01/2022 - CEDF, de 25 de janeiro de 2022.
4.5. Diretoria de Educação de Jovens e Adultos
Em consonância com o Regimento Interno da SEEDF, instituído pelo Decreto nº 38.631
de 20 de novembro de 2017, apresentamos, nesse momento, a DIRETORIA DE EDUCAÇÃO
DE JOVENS E ADULTOS (DIEJA). Essa Diretoria atua junto às suas duas Gerências
exercendo as seguintes funções:
I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação,
para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos
e ações para a Educação de Jovens e Adultos da Rede Pública de Ensino;
II – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do
currículo referente à Educação de Jovens e Adultos;
III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e
pedagógicos concernentes à Educação de Jovens e Adultos na Rede Pública de Ensino;
IV – orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, políticas, diretrizes específicas e
ações referentes à Educação de Jovens e Adultos, junto às Unidades Regionais de Educação
Básica – UNIEBs/CREs;
V – elaborar documentos norteadores para o acompanhamento técnico-pedagógico destinados
a subsidiar as ações dos profissionais da educação que atuam na Educação de Jovens e
Adultos;
(https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/)
 As principais ações desenvolvidas ou planejadas pela Diretoria de Educação de Jovens e
Adultos são:
1. Mapeamento do perfil do público atendido pelas unidades ofertantes da EJA com o
objetivo de sinalizar possíveis intervenções pedagógicas, vislumbrando o
fortalecimento da oferta, o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos dos
sujeitos atendidos pela modalidade.
2. Publicação das Orientações Pedagógicas voltadas para Política Distrital do Idoso com
o objetivo de fortalecer o atendimento direto à população idosa da Rede Pública de
Ensino e a conscientização do público atendido pelas demais etapas e modalidades
sobre o processo de envelhecimento, promovendo a valorização da pessoa idosa e
atuando na prevenção do preconceito geracional e da violência contra a pessoa idosa.
3. Publicação da Nota Técnica sobre Projetos/Programas que visa orientar às Unidades
Escolares quanto à organização do trabalho pedagógico referente à implementação do
Componente Curricular Projetos/Programa contido nas matrizes curriculares da EJA.
4. Organização e realização dos Seminários sobre integração da EJA à Educação
Profissional e Tecnológica com o objetivo de fomentar a formação de professores para
a implementação da integração da EJA à Educação Profissional Tecnológica, em
cumprimento da Meta 10 do Plano Nacional de Educação e das Metas 9 e 10 do Plano
Distrital de Educação e em atendimento aos anseios do público atendido pela
modalidade.
5. Implantação, junto com a Universidade de Brasília, do projeto “Eu passarinho” com o
objetivo de recompor as aprendizagens dos estudantes da EJA, por meio da interação e
do acompanhamento das atividades propostas em sala de aula, pelos graduandos dos
cursos de licenciatura da UnB.
6. Interlocução com o Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização do Distrito Federal GTPA-
Fórum EJA/DF com o objetivo de fortalecer as políticas educacionais e ações
destinadas ao atendimento da Educação de Jovens e Adultos no Distrito Federal.
7. Realização de visitas às Unidades Escolares ofertantes de EJA para acompanhamento
pedagógico com o objetivo de atender às demandas pedagógicas das Unidades Escolas
que ofertam a modalidade EJA.
8. Implementação do Programa Paulo Freire de Alfabetização de Jovens, Adultos e
Idosos com o objetivo de minimizar o analfabetismo e seus impactos na vida de
jovens, adultos e idosos moradores ou trabalhadores do DistritoFederal.
9. Implantação da oferta educacional na Penitenciária Federal em Brasília (PFBRA) com
o objetivo de proporcionar o acesso à Educação Básica, por meio da modalidade da
Educação de Jovens e Adultos, às pessoas privadas de liberdade na Penitenciária
Federal em Brasília (PFBRA).
10. Implementação da “Ler Liberta: Política de Remição de Pena pela Leitura no Distrito
Federal” com o objetivo de propiciar às pessoas privadas de liberdade dos
estabelecimentos penais do Distrito Federal o acesso à leitura de obras literárias,
científicas e filosóficas, possibilitando a remição de pena e a ressocialização,
promovendo o conhecimento, o resgate da autoestima e o desenvolvimento pessoal
pelo próprio engrandecimento e pela busca da cidadania.
11. Publicação de Portaria Conjunta com atribuições e competências dos servidores que
atuam com a educação no Sistema Prisional que visa regulamentar as atribuições e
competências dos servidores da SEEDF e da Secretaria de Estado de Administração
Penitenciária do Distrito Federal (SEAPE/DF) envolvidos com o atendimento
educacional referente à educação básica e à política de remição de pena pela leitura
para as pessoas privadas de liberdade nos estabelecimentos penais do DF.
12. Implantação da Integração da Educação de Jovens e Adultos à Educação Profissional e
Tecnológica no Sistema Prisional do Distrito Federal que visa proporcionar aos
estudantes privados de liberdade o acesso à Educação Básica, com possibilidade de
elevação da escolaridade, e à qualificação profissional, ampliando as perspectivas para
o mercado de trabalho.
13. Participação no processo de concessão de aptidão para os professores da rede,
verificando se os candidatos selecionados por meio de edital apresentam os critérios
elencados para a atuação nos Núcleos de Ensino do Sistema Prisional do Distrito
Federal.
SAIBA MAIS!
Para conhecimento, registramos aqui alguns documentos orientadores para o trabalho
pedagógico junto à Diretoria de Educação de Jovens e Adultos.
● Resolução CNE/CEB nº 01, de 28 de maio de 2021, que dispõe sobre o documento
referencial para a implementação das Diretrizes Operacionais da EJA nos Estados,
Municípios e Distrito Federal.
● Plano Nacional de Educação (Brasil, 2014 -2024).
● Plano Distrital de Educação (Distrito Federal, 2015-2024).
● Regimento Interno da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (2018).
● Diretrizes Operacionais da Educação de Jovens e Adultos (Distrito Federal, 2021).
● Diretrizes de Avaliação Educacional: Aprendizagem, institucional e em larga escala
(Distrito Federal, 2014-2016).
● Currículo em Movimento da Educação Básica – Pressupostos Teóricos (Distrito
Federal, 2014).
● Currículo em Movimento da Educação Básica – Caderno da Educação de Jovens e
Adultos (Distrito Federal, 2014).
● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional).
● Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), e suas posteriores
alterações.
● Decreto nº 7.626, de 24 de novembro de 2011 (Plano Estratégico de Educação no
âmbito do Sistema Prisional –PEESP).
● Resolução nº 2/2010-CNE/CEB, de 19 de maio de 2010, que dispõe sobre as
Diretrizes Nacionais para a oferta de educação para jovens e adultos em situação de
privação de liberdade nos estabelecimentos penais.
● Resolução nº 3/2010-CNE/CEB, de 15 de junho de 2010, que institui Diretrizes
Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração
dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima e
certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por
meio da Educação a Distância.
● Resolução nº 3/2009-CNPCP, de 11 de março de 2009, que dispõe sobre as Diretrizes
Nacionais para a Oferta de Educação nos estabelecimentos penais.
● Portaria nº 10/2016-VEP/DF, de 17 de novembro de 2016. Revoga a Portaria
005/2013-VEP/DF, regulamenta as modalidades de remição de pena pelas atividades
de ensino presencial, pela realização de cursos à distância e pela leitura de obras
literárias no âmbito do sistema penitenciário do Distrito Federal.
● Resolução nº 391, de 10 de maio de 2021, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que
estabelece procedimentos e diretrizes a serem observados pelo Poder Judiciário para o
reconhecimento do direito à remição de pena por meio de práticas sociais educativas
em unidades de privação de liberdade.
● Portaria Conjunta JF/DEPEN nº 276, de 20 de junho de 2012, da Corregedoria-Geral
da Justiça Federal (JF) e do Departamento Penitenciário Federal (DEPEN), que
disciplina o Projeto da Remição pela Leitura no Sistema Penitenciário Federal.
● Plano Distrital de Educação para Pessoas Privadas de Liberdade e Egressas do Sistema
Prisional (2021-2024).
4.6. Diretoria de Educação Profissional
A próxima Diretoria que vamos conhecer será a DIRETORIA DE EDUCAÇÃO
PROFISSIONAL (DIEP). Além de suas Gerências, ela é composta, também, pelo Programa
Novos Caminhos, anteriormente denominado Programa Nacional de Acesso ao Ensino
Técnico e Emprego (Pronatec). As principais funções da DIEP, são:
(https://www.educacao.df.gov.br/)
I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de atuação,
para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos
e ações para a Educação Profissional e para a sua integração ao Ensino Médio e à Educação
de Jovens e Adultos na Rede Pública de Ensino;
II – elaborar as diretrizes pedagógicas e operacionais relativas à Educação Profissional nas
formas integrada, concomitante e subsequente, e nas modalidades presencial e a distância,
voltadas à oferta de cursos de formação inicial e continuada – FIC, cursos técnicos de nível
médio, e de especialização técnica de nível médio;
III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e
pedagógicos concernentes à Educação Profissional na Rede Pública de Ensino;
IV – articular intra e intersetorialmente a manutenção, a expansão e o fomento da oferta da
Educação Profissional, e o desenvolvimento de estratégias para acesso dos estudantes ao
mundo do trabalho;
V – propor, executar e acompanhar as ações de formação inicial e continuada para os
profissionais que atuam na Educação Profissional, junto ao Centro de Aperfeiçoamento dos
Profissionais de Educação – EAPE, ao Instituto Federal de Brasília – IFB, a outras
instituições de Ensino Superior, e à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica –
SETEC/MEC;
As principais ações do Programa Novos Caminho (antigo Pronatec), são:
(agenciabrasilia.df.gov.br) (http://portal.mec.gov.br)
1. expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional
técnica de nível médio presencial e a distância e de cursos e programas de formação
inicial e continuada ou qualificação profissional;
2. fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da educação profissional e
tecnológica;
3. contribuir para a melhoria da qualidade do ensino médio público, por meio da
articulação com a educação profissional;
4. ampliar as oportunidades educacionais dos trabalhadores, por meio do incremento da
formação e qualificação profissional;
5. estimular a difusão de recursos pedagógicos para apoiar a oferta de cursos de educação
profissional e tecnológica.
6. estimular a articulação entre a política de educação profissional e tecnológica e as
políticas de geração de trabalho, emprego e renda.
SAIBA MAIS!
A seguir, indicamos os documentos normatizadores mais utilizados pela Diretoria de
Educação Profissional:
● Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal
● Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
● Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.
● Resolução nº 2/2020-CEDF, de 24 de dezembro de 2020, que estabelece normas e
diretrizes para a educação básica no sistema de ensino do Distrito Federal.● Portaria MEC nº 1.432/18, de 28 de dezembro de 2018, que estabelece os referenciais
para elaboração dos itinerários formativos conforme preveem as Diretrizes Nacionais
do Ensino Médio.
● Lei nº 12.513, de 26 de outubro de 2011, que institui o Programa Nacional de Acesso
ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
● Portaria MEC nº 817, de 13 de agosto de 2015, que dispõe sobre a oferta da
Bolsa-Formação no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e
Emprego – Pronatec.
● Portaria MEC nº 1.163, de 9 de novembro de 2018, que altera a Portaria MEC nº 817,
de 13 de agosto de 2015.
● Portaria nº 127, de 30 de março de 2017, que regulamenta, no âmbito da Secretaria de
Estado de Educação do Distrito Federal - SEEDF, o Programa Nacional de Acesso ao
Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC.
● Portaria nº117, de 02 de maio de 2018, que altera a Portaria nº 127, de 30 de março de
2017.
● Portaria nº 30, de 10 de fevereiro de 2020, Altera o Anexo I e II, da Portaria nº 127, de
30 de março de 2017.
● Portaria nº 192, de 03 de março de 2022, que altera o artigo 21, da Portaria nº 127, de
30 de março de 2017.
4.7. Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem
Apresentamos, agora, a DIRETORIA DE SERVIÇOS E APOIO À APRENDIZAGEM.
Sua função principal é orientar, acompanhar e apoiar as ações relacionadas à Gerência de
Orientação Educacional, à Gerência de Programas e Projetos transversais e à Gerência das
Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas. A seguir, falaremos brevemente sobre cada
uma delas.
Gerência de Orientação Educacional
(https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacao-escolar)
Começamos pela Gerência de Orientação Educacional. Compete à essa Gerência, as
seguintes funções:
I - Implementar ações direcionadas ao fortalecimento da identidade e o papel da Orientação
Educacional em seus aspectos técnico-pedagógicos, em todas as etapas e modalidades de
ensino;
II - Orientar, articular e acompanhar, em âmbito central, as ações técnico-pedagógicas
relativas à implantação e à implementação de políticas, diretrizes específicas, programas e
projetos referentes à Orientação Pedagógica e Currículo da Educação Básica e aos demais
referenciais norteadores da prática da Orientação Educacional;
III - Emitir parecer técnico pedagógico sobre assuntos relacionados à sua área de atuação;
IV - Coordenar, acompanhar e subsidiar a articulação do trabalho desenvolvido nos níveis
intermediário e local voltadas à atuação da Orientação Educacional;
V - Articular e acompanhar a formação continuada voltada para os(as) Pedagogos(as) -
Orientadores(as) Educacionais;
A Gerência de Orientação Educacional desenvolverá as seguintes ações, que se
integram ao planejamento da SUBEB, com vista a colaborar na superação dos desafios
educacionais do ano de 2022: de aumentar o engajamento, a motivação e o encantamento dos
estudantes e profissionais da educação com o espaço escolar; articular ações institucionais, em
rede e de assessoria pedagógica para recomposição das aprendizagens; e auxiliar no
desenvolvimento de estratégias de acolhimento focadas na melhor forma possível de lidar
com a saúde mental e emocional de crianças, adolescentes e adultos dentro do ambiente
escolar.
As ações da Gerência de Orientação Educacional incidem diretamente na pŕaxis dos
profissionais da Orientação Educacional de modo a direcionar e fundamentar as ações
educativas voltadas às seguintes temáticas: Acolhimento; Autoestima; Cidadania; Cultura de
Paz; Competências Socioemocionais; Desenvolvimento humano e processo de
ensino-aprendizagem; Educação Ambiental; Educação Patrimonial; Inclusão de diversidades;
Integração família/escola; Mediação de conflitos; Prevenção ao uso indevido de álcool e
outras drogas; Projeto de Vida; Protagonismo (Participação Estudantil); Psicomotricidade/
Ludicidade; Saúde/Saúde Mental; Sexualidade; Transição escolar.
Tais abordagens são fundamentadas nos Pressupostos Teóricos do Currículo em
Movimento, com objetivos claros de aprendizagem e desenvolvimento, articulação de ações
em rede para garantia de direitos e sucesso no processo de escolarização de todos os
estudantes, bem como assessoria pedagógica aos professores e ação institucional para
alinhamento pedagógico que favoreça a superação das situações problema-desafios
manifestos na realidade escolar.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência, são:
● Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento.
● https://www.educacao.df.gov.br/wpconteudo/uploads/2018/02/1_pressupostos_teorico
s.pdf
● Orientação Pedagógica da Orientação Educacional.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2019/03/orienta%C3%A7%C3
%A3o-pedagogica-da-orienta%C3%A7%C3%A3o-educacional_02mai19.pdf
● Circular Nº 04/2022 - SEE/SUBEB de 04 de janeiro de 2022, que dispõe sobre a
Organização do Trabalho Pedagógico da Orientação Educacional para o ano letivo de
2022. Processo SEI nº 00080-00001291/2022-89
● Regimento da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2017/08/Regimento-SEEDF-C
OMPLETO-FINAL.pdf
● Orientação Pedagógica para o Projeto Político-Pedagógico e Coordenação Pedagógica
nas Escolas.
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/orientacao_pedagoggica_projeto_politi
co_pedagogico.pdf
● Caderno Orientador Convivência Escolar e Cultura de Paz.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Caderno-Conviv%C3
%AAncia-Escolar-e-Cultura-de-Paz.pdf
● Caderno Orientador Transição Escolar: trajetórias na educação básica.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Caderno-Orientador-Tr
ansicao-Escolar-Trajetorias-na-Educacao-Basica-29mar2021.pdf
● Orientação Pedagógica para a Permanência Escolar.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Orientacao-pedagogica
-para-a-Permanencia-Escolar.pdf
● Diretrizes de Avaliação Educacional
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/diretrizes_avaliacao_educacional.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Contexto de Atividades
Pedagógicas Não Presenciais.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/recomendacao_guia_a
colhimento_comunidade_escolar.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Retorno Presencial a Unidades
Escolares.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/02/Guia-de-Acolhimento-
a-Comunidade-Escolar-Material-de-Apoio.pdf
● Formulários Padronizados da Orientação Educacional.
https://www.educacao.df.gov.br/espaco-pedagogico-formularios/
Gerência de Programas e Projetos Transversais
Compete à Gerência de Programas e Projetos Transversais:
I - elaborar, analisar, ofertar, monitorar e avaliar projetos educacionais que contribuam para as
aprendizagens dos estudantes;
II - subsidiar a Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem em suas atribuições referentes à
educação científica e tecnológica;
III - incentivar o desenvolvimento de atividades científicas e tecnológicas educacionais, em
parceria e apoio às UNIEB/CRE;
IV - colaborar com a difusão e divulgação de ações de educação científica, tecnológica e de
pesquisa desenvolvidas no âmbito das UNIEB/CRE e das unidades escolares;
V - identificar projetos educacionais de excelência e potencializar a sua disseminação;
VI - ofertar, com base em indicadores e evidências, projetos com potencial para atender as
necessidades educacionais das etapas e modalidades da educação básica;
VII - coordenar, em parceria com a Subsecretaria de Educação Básica, a elaboração de
documentos norteadores para a implantação e a implementação de políticas públicas de
fomento às atividades científicas e tecnológicas educacionais, em especial de iniciação
científica, no âmbito da educação básica;
VIII - auxiliar as diretorias da SUBEB na análise técnico-pedagógica de projetos e parcerias;
Algumas ações desenvolvidas ou planejadas por essa gerência para esse ano, são:
● 11º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do DF
Realizar o Circuito de Ciências das EscolasPúblicas na Rede de Ensino Público do DF,
atendendo a todas as etapas e modalidades da educação, por meio de atividades de produção
científica em 3 etapas, local, regional e distrital tendo sua culminância na seleção do melhores
trabalhos pra participação em feiras nacionais, contribuindo para inserir e despertar nos
estudantes o interesse pelas Ciências.
● PrOCien: Despertando Talentos
Desenvolver o Programa Olimpíadas Científicas na Rede Pública do Distrito Federal, a
atender todas etapas e modalidades da educação, mediante realização de olimpíadas
científicas ao longo do ano letivo, a contribuir e despertar nos estudante o interesse científico,
bem como fortalecer e colaborar com apropriação, por parte dos professores, das olimpíadas
como estratégia didática e fomentar movimento maker.
● Conexão Científica
Desenvolver ações de iniciação científica com enfoque interdisciplinar, buscando popularizar
a ciência na educação básica. As ações serão desenvolvidas, no ano de 2022, em 15 escolas de
Ensino Fundamental e Médio da Rede de Educação Pública do DF, e contará, em sua
execução, com a colaboração e parcerias de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e
Instituições de Ensino Superior (IES) do DF. O Projeto desenvolverá ações como
experimentos, debates e visitas técnicas de cunho científico para oferecer informação e
formação acessível à estudantes, professores, coordenadores, gestores e público interessado.
● Projeto de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0
Cooperação técnica entre os partícipes, sem ônus financeiro para ambas as instituições, com
vistas à execução dos projetos de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0 do
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – IFB em escolas
administradas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
A partir dessas e outras ações, essa Gerência busca popularizar a cultura científica na
educação básica e proporcionar aprendizagens significativas com enfoque interdisciplinar aos
estudantes da rede, considerando a história dos envolvidos e sua participação como sujeito
ativo e de direito.
SAIBA MAIS!
Por se tratar de uma gerência transversal os principais documentos que orientam as
ações são os mesmos normativos da Educação Básica, tais como:
● Currículo em Movimento da Educação Básica;
● Diretrizes Pedagógicas;
● Orientações Pedagógicas
● Portaria nº 168 , de 16 de maio de 2019 – Disciplina a aplicação prática do Marco
Regulatório das Organizações da sociedade Civil – MROSC na gestão pública do
Distrito Federal no âmbito da Secretaria de Estado de Educação, constituindo Ato
Normativo Setorial de que trata o inciso XIV do caput do art. 2º do Decreto Distrital
no 37.843, de 2016.
Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas
(https://agenciabelem.com.br/Noticia/219344)
E para finalizar, vamos apresentar a Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das
Bibliotecas e as principais funções desempenhadas por ela.
I - Implementar as Políticas Públicas do Livro, Leitura e Bibliotecas Escolares e
Escolares-Comunitárias no âmbito da rede pública de ensino do DF.
II - Acompanhar, coordenar e executar o Programa Nacional do Livro e Material Didático
(PNLD).
III - Valorizar, democratizar o acesso e promover a prática de leitura e formação de leitores,
por meio de projetos técnico-pedagógicos da GPLEI.
IV - Orientar e acompanhar as ações concernentes ao Plano Nacional de Livro e Leitura –
PNLL e Plano Distrital de Livro e Leitura – PDLL.
V - Propor e articular, em sua área de atuação, políticas, diretrizes específicas e ações de
formação continuada destinadas aos profissionais da educação, relativas às políticas públicas
do livro, da leitura, e das bibliotecas.
VI - Orientar e acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução de convênios,
contratos, termos de cooperação técnica, termos de fomento e similares destinados a atender
às políticas públicas do livro, da leitura e de bibliotecas, na Rede Pública de Ensino.
VII - Divulgar e implementar as legislações e divulgar as Instituições de Apoio referentes às
políticas de Livro, Leitura e Biblioteca.
VIII - Propor a aquisição de novos títulos para compor o acervo das bibliotecas escolares e
das bibliotecas escolares-comunitárias.
IX - Divulgar, coordenar, executar e monitorar as ações do Programa Escrevendo o Futuro -
Olimpíada de Língua Portuguesa - OLP.
Algumas das ações desenvolvidas por essa Gerência, bem como, as planejadas para o
ano de 2022, são: 
● PNLD - orientar a escolha das obras;
● monitorar a escolha das unidades escolares;
● garantir que todas as escolas cadastradas no CENSO participem da escolha;
● acompanhar a distribuição do material didático;
● realizar remanejamento interno e externo entre as unidades escolares e regionais;
● divulgar e orientar o processo de reserva técnica e de recolhimento do material
didático;
● promover encontros informativos e oficinas de formação continuada para os
profissionais atuantes em Bibliotecas;
● OLP - Promover curso de formação para os professores/as de Língua Portuguesa do 5º
ano à 3ª série do Ensino Médio;
● Feira do Livro - Promover encontros informativos para orientação da compra
qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares
durante o evento; organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande
da SEEDF;
● Bienal - Promover encontros informativos para orientação da compra qualificada;
acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares durante o evento;
organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF;
● acompanhar as tratativas com a ABDF para realização do curso Técnico em
Biblioteconomia;
● acompanhar as tratativas para implantação do Sistema Integrado de Bibliotecas do
Distrito Federal, previsto na Portaria dos Territórios Culturais;
● dar continuidade a realização dos projetos Caixa-Estante Sustentável e Projeto Painel
Folclórico nas unidades escolares;
● divulgar e promover a Semana Nacional do Livro e das Bibliotecas.
Em suma, esta Gerência, tem como horizonte a formação de leitores, bem como com as
aprendizagens dos estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, as quais estão
intimamente relacionadas ao desenvolvimento de sua competência leitora, e tem empenhado
esforços para realizar ações que contribuam para este fim.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência:
● Decreto nº 9.099/2017 - Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro e do Material
Didático;
● Resolução/CD/FNDE nº 42, de 28 de agosto de 2012;
● Resolução nº 15, de 26 de julho de 2018;
● Portaria nº 39, de 30 de março de 2015 - Dispõe sobre os procedimentos para descarte
de acervo bibliográfico;
● Lei nº 12.244/2010;
● Resolução CFB nº 199/2018;
● Lei nº 13.601/2018 ;
● Portaria nº 380/2018 da SEEDF;
● Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) instituído por meio da Portaria
Interministerial nº 1.442, de 10 de agosto de 2006;
● Lei nº 13.696/2018, institui a Política Nacional de Leitura e Escrita;;
● Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura - PDLL;
● O acervo bibliográfico na escola: contribuições para uma escolha qualificada do
acervo bibliográfico que circula no âmbito escolar e que compõe a coleção de
materiais presentes nas bibliotecas da rede pública de ensino do Distrito Federal;
● Guia de Orientações para os Profissionais atuantes em Bibliotecas Escolares e
Escolares-Comunitárias em contexto de Atividades Escolares durante a pandemia de
COVID-19;
● Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias: caderno de possibilidades
pedagógicas;
● Caderno Orientador: A Lei de Direitos Autorais no Contexto Educacional;
● Almanaque: Dicionário e sua heterogeneidade discursiva: contribuições para um
diálogo entre diferentes discursos para favorecer o uso do dicionário;
● Guia Orientador: escolha do livro didático do ensino médio: projetos integradores e
projeto de vida (PNLD 2021);
● Ler: a hora é agora!;
● Caderno deorientações para a retomada das atividades presenciais nas bibliotecas
escolares e escolares-comunitárias da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal;
● Vídeo: Ponto por ponto o recomeço de nossas atividades nas bibliotecas da rede
pública de ensino.
4.8. Diretoria de Modalidades Especiais
Apresentamos, agora, a DIRETORIA DE SERVIÇOS E APOIO À APRENDIZAGEM.
Sua função principal é orientar, acompanhar e apoiar as ações relacionadas à Gerência de
Orientação Educacional, à Gerência de Programas e Projetos transversais e à Gerência das
Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas. A seguir, falaremos brevemente sobre cada
uma delas.
Gerência de Orientação Educacional
(https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacao-escolar)
Começamos pela Gerência de Orientação Educacional. Compete à essa Gerência, as
seguintes funções:
I - Implementar ações direcionadas ao fortalecimento da identidade e o papel da Orientação
Educacional em seus aspectos técnico-pedagógicos, em todas as etapas e modalidades de
ensino;
II - Orientar, articular e acompanhar, em âmbito central, as ações técnico-pedagógicas
relativas à implantação e à implementação de políticas, diretrizes específicas, programas e
projetos referentes à Orientação Pedagógica e Currículo da Educação Básica e aos demais
referenciais norteadores da prática da Orientação Educacional;
III - Emitir parecer técnico pedagógico sobre assuntos relacionados à sua área de atuação;
IV - Coordenar, acompanhar e subsidiar a articulação do trabalho desenvolvido nos níveis
intermediário e local voltadas à atuação da Orientação Educacional;
V - Articular e acompanhar a formação continuada voltada para os(as) Pedagogos(as) -
Orientadores(as) Educacionais;
VI - Buscar e estimular a integração com outras instituições educacionais para intercâmbio de
estudo, experiências de pesquisa e de atuação pedagógica;
A Gerência de Orientação Educacional desenvolverá as seguintes ações, que se
integram ao planejamento da SUBEB, com vista a colaborar na superação dos desafios
educacionais do ano de 2022: de aumentar o engajamento, a motivação e o encantamento dos
estudantes e profissionais da educação com o espaço escolar; articular ações institucionais, em
rede e de assessoria pedagógica para recomposição das aprendizagens; e auxiliar no
desenvolvimento de estratégias de acolhimento focadas na melhor forma possível de lidar
com a saúde mental e emocional de crianças, adolescentes e adultos dentro do ambiente
escolar.
As ações da Gerência de Orientação Educacional incidem diretamente na pŕaxis dos
profissionais da Orientação Educacional de modo a direcionar e fundamentar as ações
educativas voltadas às seguintes temáticas: Acolhimento; Autoestima; Cidadania; Cultura de
Paz; Competências Socioemocionais; Desenvolvimento humano e processo de
ensino-aprendizagem; Educação Ambiental; Educação Patrimonial; Inclusão de diversidades;
Integração família/escola; Mediação de conflitos; Prevenção ao uso indevido de álcool e
outras drogas; Projeto de Vida; Protagonismo (Participação Estudantil); Psicomotricidade/
Ludicidade; Saúde/Saúde Mental; Sexualidade; Transição escolar.
Tais abordagens são fundamentadas nos Pressupostos Teóricos do Currículo em
Movimento, com objetivos claros de aprendizagem e desenvolvimento, articulação de ações
em rede para garantia de direitos e sucesso no processo de escolarização de todos os
estudantes, bem como assessoria pedagógica aos professores e ação institucional para
alinhamento pedagógico que favoreça a superação das situações problema-desafios
manifestos na realidade escolar.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência, são:
● Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento.
● https://www.educacao.df.gov.br/wpconteudo/uploads/2018/02/1_pressupostos_teorico
s.pdf
● Orientação Pedagógica da Orientação Educacional.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2019/03/orienta%C3%A7%C3
%A3o-pedagogica-da-orienta%C3%A7%C3%A3o-educacional_02mai19.pdf
● Circular Nº 04/2022 - SEE/SUBEB de 04 de janeiro de 2022, que dispõe sobre a
Organização do Trabalho Pedagógico da Orientação Educacional para o ano letivo de
2022. Processo SEI nº 00080-00001291/2022-89
● Regimento da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2017/08/Regimento-SEEDF-C
OMPLETO-FINAL.pdf
● Orientação Pedagógica para o Projeto Político-Pedagógico e Coordenação Pedagógica
nas Escolas.
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/orientacao_pedagoggica_projeto_politi
co_pedagogico.pdf
● Caderno Orientador Convivência Escolar e Cultura de Paz.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Caderno-Conviv%C3
%AAncia-Escolar-e-Cultura-de-Paz.pdf
● Caderno Orientador Transição Escolar: trajetórias na educação básica.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Caderno-Orientador-Tr
ansicao-Escolar-Trajetorias-na-Educacao-Basica-29mar2021.pdf
● Orientação Pedagógica para a Permanência Escolar.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/Orientacao-pedagogica
-para-a-Permanencia-Escolar.pdf
● Diretrizes de Avaliação Educacional
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/diretrizes_avaliacao_educacional.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Contexto de Atividades
Pedagógicas Não Presenciais.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/recomendacao_guia_a
colhimento_comunidade_escolar.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Retorno Presencial a Unidades
Escolares.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/02/Guia-de-Acolhimento-
a-Comunidade-Escolar-Material-de-Apoio.pdf
● Formulários Padronizados da Orientação Educacional.
https://www.educacao.df.gov.br/espaco-pedagogico-formularios/
Gerência de Programas e Projetos Transversais
Compete à Gerência de Programas e Projetos Transversais:
I - elaborar, analisar, ofertar, monitorar e avaliar projetos educacionais que contribuam para as
aprendizagens dos estudantes;
II - subsidiar a Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem em suas atribuições referentes à
educação científica e tecnológica;
III - incentivar o desenvolvimento de atividades científicas e tecnológicas educacionais, em
parceria e apoio às UNIEB/CRE;
IV - colaborar com a difusão e divulgação de ações de educação científica, tecnológica e de
pesquisa desenvolvidas no âmbito das UNIEB/CRE e das unidades escolares;
V - identificar projetos educacionais de excelência e potencializar a sua disseminação;
VI - ofertar, com base em indicadores e evidências, projetos com potencial para atender as
necessidades educacionais das etapas e modalidades da educação básica;
VII - coordenar, em parceria com a Subsecretaria de Educação Básica, a elaboração de
documentos norteadores para a implantação e a implementação de políticas públicas de
fomento às atividades científicas e tecnológicas educacionais, em especial de iniciação
científica, no âmbito da educação básica;
VIII - auxiliar as diretorias da SUBEB na análise técnico-pedagógica de projetos e parcerias;
Algumas ações desenvolvidas ou planejadas por essa gerência para esse ano, são:
● 11º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do DF
Realizar o Circuito de Ciências das Escolas Públicas na Rede de Ensino Público do DF,
atendendo a todas as etapas e modalidades da educação, por meio de atividades de produção
científica em 3 etapas, local, regional e distrital tendo sua culminância na seleção do melhores
trabalhos pra participação em feiras nacionais, contribuindo para inserir e despertar nos
estudantes o interesse pelas Ciências.
● PrOCien: Despertando Talentos
Desenvolver o Programa Olimpíadas Científicas na Rede Pública do Distrito Federal, a
atender todas etapas e modalidades da educação, mediante realização de olimpíadas
científicas ao longo do ano letivo, a contribuir e despertar nos estudante o interesse científico,
bem como fortalecer e colaborar com apropriação, por parte dos professores,das olimpíadas
como estratégia didática e fomentar movimento maker.
● Conexão Científica
Desenvolver ações de iniciação científica com enfoque interdisciplinar, buscando popularizar
a ciência na educação básica. As ações serão desenvolvidas, no ano de 2022, em 15 escolas de
Ensino Fundamental e Médio da Rede de Educação Pública do DF, e contará, em sua
execução, com a colaboração e parcerias de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e
Instituições de Ensino Superior (IES) do DF. O Projeto desenvolverá ações como
experimentos, debates e visitas técnicas de cunho científico para oferecer informação e
formação acessível à estudantes, professores, coordenadores, gestores e público interessado.
● Projeto de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0
Cooperação técnica entre os partícipes, sem ônus financeiro para ambas as instituições, com
vistas à execução dos projetos de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0 do
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – IFB em escolas
administradas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
A partir dessas e outras ações, essa Gerência busca popularizar a cultura científica na
educação básica e proporcionar aprendizagens significativas com enfoque interdisciplinar aos
estudantes da rede, considerando a história dos envolvidos e sua participação como sujeito
ativo e de direito.
SAIBA MAIS!
Por se tratar de uma gerência transversal os principais documentos que orientam as
ações são os mesmos normativos da Educação Básica, tais como:
● Currículo em Movimento da Educação Básica;
● Diretrizes Pedagógicas;
● Orientações Pedagógicas
● Portaria nº 168 , de 16 de maio de 2019 – Disciplina a aplicação prática do Marco
Regulatório das Organizações da sociedade Civil – MROSC na gestão pública do
Distrito Federal no âmbito da Secretaria de Estado de Educação, constituindo Ato
Normativo Setorial de que trata o inciso XIV do caput do art. 2º do Decreto Distrital
no 37.843, de 2016.
Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas
(https://agenciabelem.com.br/Noticia/219344)
E para finalizar, vamos apresentar a Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das
Bibliotecas e as principais funções desempenhadas por ela.
I - Implementar as Políticas Públicas do Livro, Leitura e Bibliotecas Escolares e
Escolares-Comunitárias no âmbito da rede pública de ensino do DF.
II - Acompanhar, coordenar e executar o Programa Nacional do Livro e Material Didático
(PNLD).
III - Valorizar, democratizar o acesso e promover a prática de leitura e formação de leitores,
por meio de projetos técnico-pedagógicos da GPLEI.
IV - Orientar e acompanhar as ações concernentes ao Plano Nacional de Livro e Leitura –
PNLL e Plano Distrital de Livro e Leitura – PDLL.
V - Propor e articular, em sua área de atuação, políticas, diretrizes específicas e ações de
formação continuada destinadas aos profissionais da educação, relativas às políticas públicas
do livro, da leitura, e das bibliotecas.
VI - Orientar e acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução de convênios,
contratos, termos de cooperação técnica, termos de fomento e similares destinados a atender
às políticas públicas do livro, da leitura e de bibliotecas, na Rede Pública de Ensino.
VII - Divulgar e implementar as legislações e divulgar as Instituições de Apoio referentes às
políticas de Livro, Leitura e Biblioteca.
VIII - Propor a aquisição de novos títulos para compor o acervo das bibliotecas escolares e
das bibliotecas escolares-comunitárias.
IX - Divulgar, coordenar, executar e monitorar as ações do Programa Escrevendo o Futuro -
Olimpíada de Língua Portuguesa - OLP.
Algumas das ações desenvolvidas por essa Gerência, bem como, as planejadas para o
ano de 2022, são: 
● PNLD - orientar a escolha das obras;
● monitorar a escolha das unidades escolares;
● garantir que todas as escolas cadastradas no CENSO participem da escolha;
● acompanhar a distribuição do material didático;
● realizar remanejamento interno e externo entre as unidades escolares e regionais;
● divulgar e orientar o processo de reserva técnica e de recolhimento do material
didático;
● promover encontros informativos e oficinas de formação continuada para os
profissionais atuantes em Bibliotecas;
● OLP - Promover curso de formação para os professores/as de Língua Portuguesa do 5º
ano à 3ª série do Ensino Médio;
● Feira do Livro - Promover encontros informativos para orientação da compra
qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares
durante o evento; organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande
da SEEDF;
● Bienal - Promover encontros informativos para orientação da compra qualificada;
acompanhar e garantir a compra qualificada das unidades escolares durante o evento;
organizar a logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF;
● acompanhar as tratativas com a ABDF para realização do curso Técnico em
Biblioteconomia;
● acompanhar as tratativas para implantação do Sistema Integrado de Bibliotecas do
Distrito Federal, previsto na Portaria dos Territórios Culturais;
● dar continuidade a realização dos projetos Caixa-Estante Sustentável e Projeto Painel
Folclórico nas unidades escolares;
● divulgar e promover a Semana Nacional do Livro e das Bibliotecas.
Em suma, esta Gerência, tem como horizonte a formação de leitores, bem como com as
aprendizagens dos estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, as quais estão
intimamente relacionadas ao desenvolvimento de sua competência leitora, e tem empenhado
esforços para realizar ações que contribuam para este fim.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por essa gerência:
● Decreto nº 9.099/2017 - Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro e do Material
Didático;
● Resolução/CD/FNDE nº 42, de 28 de agosto de 2012;
● Resolução nº 15, de 26 de julho de 2018;
● Portaria nº 39, de 30 de março de 2015 - Dispõe sobre os procedimentos para descarte
de acervo bibliográfico;
● Lei nº 12.244/2010;
● Resolução CFB nº 199/2018;
● Lei nº 13.601/2018 ;
● Portaria nº 380/2018 da SEEDF;
● Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) instituído por meio da Portaria
Interministerial nº 1.442, de 10 de agosto de 2006;
● Lei nº 13.696/2018, institui a Política Nacional de Leitura e Escrita;;
● Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura - PDLL;
● O acervo bibliográfico na escola: contribuições para uma escolha qualificada do
acervo bibliográfico que circula no âmbito escolar e que compõe a coleção de
materiais presentes nas bibliotecas da rede pública de ensino do Distrito Federal;
● Guia de Orientações para os Profissionais atuantes em Bibliotecas Escolares e
Escolares-Comunitárias em contexto de Atividades Escolares durante a pandemia de
COVID-19;
● Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias: caderno de possibilidades
pedagógicas;
● Caderno Orientador: A Lei de Direitos Autorais no Contexto Educacional;
● Almanaque: Dicionário e sua heterogeneidade discursiva: contribuições para um
diálogo entre diferentes discursos para favorecer o uso do dicionário;
● Guia Orientador: escolha do livro didático do ensino médio: projetos integradores e
projeto de vida (PNLD 2021);
● Ler: a hora é agora!;
● Caderno de orientações para a retomada das atividades presenciais nas bibliotecas
escolares e escolares-comunitárias da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal;
● Vídeo: Ponto por ponto o recomeço de nossas atividades nas bibliotecas da rede
pública de ensino.
4.9. Diretoria de Modalidades Especiais
E para fechar o tema de hoje, apresentamos a DIRETORIA DE MODALIDADES
ESPECIAIS, e como o próprio nome já diz, é uma Diretoria muito especial, organizada em
quatro Gerências muito específicas que merecem destaque e serão apresentadas a seguir. São
elas:
Gerência de Atenção à Socioeducação
O acompanhamento e a escolarização de adolescentes em cumprimento de medidas
socioeducativas se configuram em diferentes realidades e espaços.Os adolescentes em
cumprimento de Medidas Socioeducativas de Semiliberdade e Meio Aberto são atendidos nas
Unidades Escolares da região em que residem. Já os adolescentes em cumprimento de
Internação Provisória e de Medida Socioeducativa de Internação estudam nos Núcleos de
Ensino (NUEN) das Unidades de Internação Socioeducativas do DF.
(agenciabrasilia.df.gov.br)
Esta gerência é responsável, também, pela organização da política educacional da
socioeducação na Rede Pública de Ensino, bem como a implementação das disposições das
Diretrizes Pedagógicas - Escolarização na Socioeducação (SEEDF, 2014).
Tendo em vista que todas as unidades escolares da rede pública de ensino no DF, podem
atender estudantes cumprindo medidas socioeducativas em Meio Aberto e/ou Semiliberdade,
aliada ao atendimento educativo nos Núcleos de Ensino das Unidades de Internação da
Socioeducação/NUENs/UIS, é importante que as escolas conheçam as políticas e legislações
afins e consigam atender de forma específica e contextualizada os estudantes nesta condição.
As ações da GSED apoiam e auxiliam nestas adequações, refletindo no chão da escola, com
articulação de formação continuada, acompanhamento de projetos pedagógicos especiais e
fortalecendo ações de superação de defasagem das aprendizagens e outras questões ligadas às
vulnerabilidades sociais que impactam a matrícula, o atendimento e a garantia dos
adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas a partir da garantia dos direitos da
crianças e adolescentes de acordo com o ECA(estatuto da criança e do adolescente).
SAIBA MAIS !
Os documentos que normatizam a oferta, acompanhamento e avaliação da política de
escolarização de adolescentes em Internação Provisória, em cumprimento de Medidas
Socioeducativas de Internação, Semiliberdade e Meio Aberto – Liberdade assistida(LA) e
Prestação de Serviço à Comunidade(PSC), além dos(as) adolescentes atendidos pelo Núcleo
de Atendimento Integrado – NAI/SEJUS, são:
● Portaria Conjunta n° 09/2013 – SEEDF/SECRIANÇA: Dispõe sobre as rotinas de
acompanhamento da escolarização de adolescentes em cumprimento de medidas
socioeducativas, e dá outras providências;
(http://www.sinj.df.gov.br/sinj/Norma/74071/fcf394ef.html)
● Portaria n° 71/2014 - SEEDF: resolve, dentre outros, (Art. 2º) Autorizar, em caráter
excepcional, que a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal considere que
a frequência do estudante oriundo do sistema socioeducativo seja computada somente
a partir da data de efetivação da matrícula, nas instituições educacionais do Sistema de
Ensino do Distrito Federal, até que sejam definidas diretrizes específicas;
(http://www.sinj.df.gov.br/sinj/Norma/76664/Portaria_71_17_04_2014.html)
● Plano Distrital de Educação – META 21
(http://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/pde_site_versao_comp
leta.pdf)
● Diretrizes Pedagógicas de Escolarização na Socioeducação
(http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/subeb/diretrizes_socioeducacao.pdf)
● Portaria Conjunta n° 10/2018 – SEEDF/SECRIANÇA: Dispõe sobre a mútua
cooperação entre a SEEDF e a SEJUS na oferta, acompanhamento e avaliação da
política pública de escolariazação de adolescentes em Internação Provisória, em
cumprimento de Medidas Socioeducativas de Internação, Semiliberdade, Meio Aberto
– Liberdade Assistida(LA) e Prestação de Serviço à Comunidade(PSC) – e dos(as)
adolescentes atendidos(as) pelo Núcleo de Atendimento Integrado(NAI) e dá outras
providências;
(http://www.tc.df.gov.br/sinj/Norma/0d03f9846ab7444d8c7f5457478781bb/Portaria_
Conjunta_10_01_11_2018.html)
● Portaria Conjunta n° 07/2021 – SEEDF/SEJUS: Dispõe sobre a indicação de Unidades
Escolares vinculantes dos Núcleos de Ensino das Unidades Socioeducativas de
Internação e Internação Provisória; a lotação dos profissionais da educação; a
matrícula e a escrituração escolar dos estudantes desses núcleos.
http://www.tc.df.gov.br/sinj/Norma/7463d72dda5d4992810ed12166831fc4/Portaria_C
onjunta_7_17_06_2021.html
Gerência de Desportos
Essa Gerência busca orientar e acompanhar, em âmbito central, as ações
técnico-pedagógicas relativas à implantação e a realização de políticas públicas, diretrizes
específicas, programas e projetos referentes ao Desporto Educacional na Rede Pública de
Ensino, como o Programa Centro de Iniciação Desportiva (CID) e Centro de Iniciação
Desportiva Paralímpico (CIDP).
(https://www.educacao.df.gov.br/jogos-escolares-do-df-2022)
As outras funções desempenhadas pela Gerência de Desportos, são:
I - Promover o papel educativo do programa Escola Comunidade Ginástica nas Quadras, em
relação aos princípios filosóficos metodológicos da educação física.
II - Elaborar e acompanhar estratégias, procedimentos e intervenção didático-pedagógica dos
Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF), bem como promover a adesão de unidades
escolares aos Jogos de competição nacional.
III - Reunir com professores que participam dos programas e projetos e ainda tem contato
direto com os estudantes, participando ativamente no processo de ensino-aprendizagem em
treinamentos e competições esportivas escolares.
IV - Planejar ações pedagógicas para serem desenvolvidas no CIEF.
V - Acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução de convênios, contratos, termos
de cooperação técnica e similares destinados a atender às demandas em sua área de atuação.
As ações da Gerência de Desportos podem refletir no atendimento da unidade escolar
com redução da evasão escolar, tornando o ambiente escolar mais atrativo; auxiliando na
promoção da saúde dos estudantes e da comunidade em geral; contribuindo para o
desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e afetivo dos estudantes; e possibilitando a
descoberta de novos talentos esportivos, além da possibilidade de participação em programas
de bolsas.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas pela Gerência de Desportos,
são:
● Artigo 217 da Constituição Federal que define que o desporto educacional deve ser
garantido aos estudantes da rede pública de ensino;
● Artigos 3, 6, 7 e 56, da Lei nº 9.615 de 24 de março de 1998, que institui normas
gerais sobre o desporto;
● Artigo 3 do Decreto n° 7.984 de 8 de abril de 2013 que regulamenta a Lei nº 9.615/98;
● Artigo 16 da Lei n° 13.756 de 12 de dezembro de 2018, que define a destinação do
produto da loteria de prognóstico para aplicação prioritária em jogos escolares de
esportes olímpicos e paralímpicos;
● Artigo 27 da Lei nº 9.394/1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional;
● Artigo 255, da Lei Orgânica do DF;
● Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, que
garante às crianças e adolescentes o acesso ao esporte;
● Política Nacional do Esporte, Resolução nº 5 CNE, de 14 de junho de 2005;
● Lei nº 6.791, de 25 de janeiro de 2021, que dispõe sobre a proteção integral aos
direitos do estudante atleta;
● Lei nº 6. 069, de 09 de janeiro de 2018 que inclui no calendário oficial de eventos do
Distrito Federal os Jogos Escolares do Distrito Federal;
● Plano Nacional de Educação - PNE (2014 - 2024) que visualiza o desporto
educacional como ferramenta para atingir o desenvolvimento educacional e o Plano
Distrital de Educação - PDE (2015 - 2024) que cita o esporte como uma das
estratégias para alcançar: a universalização do ensino médio a toda população de 15 a
17 anos; alcançar a universalização do atendimento educacional aos estudantes com
deficiência; fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e
modalidades; e garantir a educação básica a toda população camponesa.
● Decreto nº 42.687, de 29/10/2021 - que dispõe sobre a nova estrutura administrativa
da SEEDF e publicação anual do Regulamento dos Jogos Escolares do Distrito
Federal - JEDF.
Gerência de Atenção à Educação do Campo
(https://m.facebook.com/Centro-Educacional-do-PAD-DF-107923787702717)
As principais funções principais atribuições e atividades pedagógicas desenvolvidas
pela Gerência de Atenção à Educação do Campo, são:
I - Proposição,articulação, elaboração e/ou implementação de dispositivos legais, diretrizes e
demais documentos norteadores para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes
específicas, programas, projetos e ações para a Educação do Campo na Rede Pública de
Ensino;
II - Orientação, acompanhamento e avaliação das ações técnico-pedagógicas da Educação do
Campo, no percurso de implantação dessa política no âmbito da Modalidade de Ensino de
Educação do Campo;
III - Proposição, orientação, acompanhamento e avaliação das flexibilizações, adequações
curriculares e ações para o aprimoramento do trabalho pedagógico nas Unidades Escolares do
Campo;
IV - Orientação e monitoramento do processo de construção dos Inventários Sociais,
Históricos, Culturais e Ambientais das Escolas do Campo e análise comparativa com as
Propostas Pedagógicas das referidas escolas;
V - Acompanhamento e suporte pedagógico das atuais 10 (dez) Coordenações Regionais de
Ensino que têm Unidades Escolares Campo, de forma articulada com as UNIEB's, no que
tange a assessorar e apoiar as unidades escolares do campo quanto ao desenvolvimento de
práticas pedagógicas contextualizadas nas especificidades e realidades dos sujeitos do campo
e, consequentemente, nos pressupostos e princípios da política pública de Educação do
Campo;
VI - Proposição e avaliação de planos pedagógicos específicos para as escolas do campo,
contextualizados às conjunturas e adversidades sociais e sanitárias impostas por
circunstâncias e motivos de força maior, a exemplo da Pandemia da Covid-19;
VII - Orientação, acompanhamento e avaliação, em sua dimensão pedagógica, da execução de
convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares, destinados a atender às
demandas da Educação do Campo na rede;
VIII - Prestação de suporte técnico-pedagógico, planejamento e acompanhamento operacional
e pedagógico da implementação do Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Projovem
Campo - Saberes da Terra junto às CREs e Unidades Escolares pertinentes, no sentido de
orientar as propostas pedagógicas articuladas com as práticas sociais, modo de produção e
trabalho dos sujeitos do campo;
IX - Desenvolvimento de ações articuladas com a EAPE na perspectiva de ampliação da
oferta de formação continuada para os(as) educadores(as) da rede;
X - Prestação de suporte técnico-pedagógico, planejamento e acompanhamento operacional e
pedagógico da implementação do Programa Escola da Terra, oriundo de parceria
interinstitucional entre SEEDF, MEC e UnB - com vistas a assegurar a ampliação da
formação continuada em Educação do Campo, bem como o aperfeiçoamento profissional dos
professores que atuam nas escolas do campo do DF.
SAIBA MAIS!
Nesta oportunidade, vale ressaltar duas normativas específicas da Modalidade
Educação do Campo, a fim de aprofundamentos eventualmente necessários ao processo
formativo à atuação profissional, a saber: Portaria/SEEDF nº 419, de 20 de dezembro de 2018
e as Diretrizes Pedagógicas da Educação Básica do Campo, publicadas em 2019 e disponíveis
no portal desta secretaria.
Gerência de Educação a Distância
E, por fim, a Gerência de Educação a Distância, que apresenta como suas principais
funções:
I - Desenvolver normativos no âmbito da SEEDF que contemplem as especificidades de
etapas e modalidades da educação básica, fundamentados nos pressupostos teóricos que
norteiam a modalidade de ensino de Educação a Distância (EaD) em nível nacional.
II - Promover estudos articulados com as etapas e modalidades da educação básica (Ensino
Médio, Educação de Jovens e Adultos, e Educação Profissional e Tecnológica), com vistas a
subsidiar os processos de tomada de decisão quanto à oferta, ao fortalecimento e à ampliação
da EaD, conforme as especificidades previstas em lei.
III - Planejar e orientar ações pedagógicas inerentes a modalidade de ensino de EaD na
Educação Básica, com vistas à implementação e acompanhamento pelas Coordenações
Regionais de Ensino e Unidades Escolares.
IV - Orientar as instâncias pedagógicas sobre as possibilidades que o ensino em EaD
proporciona como recurso e ferramenta de apoio didático pedagógico nas atividades do ensino
presencial.
V - Articular com a Diretoria de Operações em Tecnologia da Informação e Comunicação
(DITIC) com vistas ao alinhamento de ações no que tange a estrutura tecnológica necessária à
oferta da EaD na Educação Básica, bem como ações de orientação, levantamento de
necessidades de atualização dos recursos já existentes, procedimento de aquisição de novos
equipamentos e programas caso seja necessário.
VI - Fomentar formação continuada para os(as) professores(as) da rede.
(https://www.educacao.df.gov.br)
As ações planejadas por essa Gerência são: 
1. Escrita e publicação de normativos sobre a modalidade de ensino EaD na Educação
Básica;
2. Criação e disponibilização de plataforma colaborativa de aprendizagem
(COLABORA) para alimentação e utilização pelos professores da SEEDF, sendo a
primeira etapa de implantação voltada para o compartilhamento de atividades
pedagógicas do Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos, e Educação
Profissional e Tecnológica;
3. Criação e disponibilização de Projeto Interventivo em Educação a Distância (PIEAD)
a ser implantado no novo ensino médio.
4. Criação de salas virtuais para a oferta em 2023 de componentes curriculares do ensino
médio, em complementação à carga horária presencial.
5. Criação de salas virtuais para a oferta de dependência em 2023 dos componentes
curriculares do ensino médio.
6. Acompanhar as unidades escolares que ofertam a EaD por meio de relatórios e visitas
in loco.
Nesse sentido, as ações desta Gerência tem como objetivo fortalecer a oferta da
Educação a Distância no âmbito da Educação básica da SEEDF, bem como subsidiar as
coordenações regionais de ensino na realização de acompanhamento pedagógico que estejam
em consonância com os recursos Tecnológicos de Comunicação e Informação utilizados pelas
unidades escolares, como estratégias que busquem uma oferta de excelência da EAD pelas
Unidades Escolares.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas pela Gerência de Educação à
Distância, são:
● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da
Educação Nacional.
● Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017, no qual regulamenta o art. 80 da Lei nº
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que trata sobre a modalidade da Educação a
Distância.
● Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica, documento publicado
em 2013 pelo Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica e Diretoria de
Currículos e Educação Integral.
● Resolução nº 2/2020-CEDF, republicada no DODF nº 158, de 20 de agosto de 2021,
que estabelece normas e diretrizes para a educação básica no sistema de ensino do
Distrito Federal.
● Currículo em Movimento da Educação Básica, caderno da Educação Profissional e da
Educação a Distância.
5. SUBIN
(https://www.educacao.df.gov.br)
Olá professor/a! A Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN) que
desenvolve sua ações voltadas para à educação inclusiva e integral, no âmbito da Rede
Pública de Ensino do Distrito Federal.
A luta da educação inclusiva é bem antiga, com várias conquistas legais reconhecidas e
ampliação de direitos para os educandos, todas as escolas da Rede são inclusivas.
Destacamos a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, no artigo 59,
preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos estudantes currículo, métodos,
recursos e organização específicos para atender às suas necessidades; assegura a
terminalidade específica àqueles que não atingiram o nível exigido para a conclusão do ensino
fundamental, em virtude de suas deficiências; A nossa Rede conta com diversos atendimentos
para apoiar a efetivação das pŕaticas inclusivas em todas as escolas.
A educação integral defendida nos Pressupostos Teóricos buscam, entre outros,
“contemplar as diversas dimensões da formação humana, no comprometimento de diferentesatores sociais com o direito de aprender, reconhecendo os(as) estudantes como sujeitos de
direitos e deveres e na busca da garantia do acesso e da permanência dos(as) estudantes com
sucesso” (SEEDF, Pressupostos Teóricos, 2014, p.11).
As funções da SUBIN são semelhantes à SUBEB, já que suas ações estão
destinadas a atender aos educandos da Educação Básica, agora com olhar para as
possibilidades da educação inclusiva e integral.
À Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral - SUBIN, unidade orgânica de
comando e supervisão, diretamente subordinada ao Secretário de Estado de Educação,
compete:
I - formular, planejar, coordenar e definir as políticas públicas, as diretrizes pedagógicas e
operacionais e, documentos norteadores técnico-pedagógicos referentes à Educação
Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino;
II - formular, planejar, coordenar e definir, em sua dimensão pedagógica, as políticas públicas,
diretrizes específicas, programas e projetos concernentes à Educação Especial/Inclusiva e à
Educação em Tempo Integral, em atendimento às estratégias, aos objetivos e às metas
definidas por esta Secretaria de Estado de Educação, pelo Governo do Distrito Federal e pelo
Governo Federal, constantes nos instrumentos de planejamento estratégico e de gestão
pedagógica, no âmbito da Rede Pública de Ensino;
III - formular, definir, planejar e coordenar, em sua dimensão pedagógica, a implantação e a
implementação do Plano Nacional de Educação - PNE e do Plano Distrital de Educação –
PDE, dos estudantes da Educação Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral, da
Rede Pública de Ensino;
IV - planejar, definir e coordenar os programas e projetos de caráter pedagógico, em parceria
com órgãos e entidades governamentais e não governamentais, voltados para a Educação
Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino;
V - formular, definir e coordenar, em âmbito central, as condições de acessibilidade
necessárias à inclusão, nas etapas e nas modalidades da Educação Básica da Rede Pública de
Ensino;
VI - formular, planejar, e coordenar, intra e intersetorialmente, ações pedagógicas
relacionadas às políticas, às diretrizes específicas, e aos planos educacionais das etapas e das
modalidades da Educação Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral da Educação
Básica;
VII - definir e coordenar, em sua dimensão pedagógica, o calendário escolar, referente à
Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral;
VIII - definir e coordenar, em sua dimensão pedagógica, as ações relacionadas à modulação e
à distribuição de carga horária dos profissionais da educação referente à Educação
Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral que atuam nas da Rede Pública de
Ensino;
IX - planejar, formular, coordenar, definir e articular o trabalho pedagógico das
Coordenações Regionais de Ensino - CREs e das unidades escolares - UEs da Rede Pública
de Ensino do Distrito Federal, quanto à parte flexível da matriz curricular da Educação
Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral;
X - planejar, formular e articular as políticas, as diretrizes específicas e as ações de formação
continuada para os profissionais da Educação Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo
Integral, que atuam na Educação Básica da Rede Pública de Ensino;
XI - apreciar e aprovar parecer técnico-pedagógico sobre a execução de parcerias, convênios,
contratos, acordos e instrumentos congêneres, destinados a atender às demandas educacionais
relacionadas às áreas de atuação;
XII - formular, planejar, definir e coordenar em sua dimensão pedagógica, ações e estratégias
orçamentárias e financeiras destinadas ao alcance das metas relacionadas à Educação
Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo Integral, da Rede Pública de Ensino; e
XIII - desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação.
A estrutura da SUBIN conta com três Diretorias e suas respectivas Diretorias e
Gerências como acompanhamos no organograma a seguir.
Anterior
Próximo
5.1. Estrutura organizacional
Atualmente, a Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN) se organiza da
seguinte maneira:
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4297
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4299
Diretoria de Educação Inclusiva e
Atendimentos Educacionais Especializados
▸ Gerência de Acompanhamento à Educação
Inclusiva
▸ Gerência de Acompanhamento dos
Centros Especializados
▸ Gerência de Atendimentos Educacionais
Especializados
▸ Gerência de Educação de Jovens e Adultos
Interventiva
▸ Gerência de Programas, Projetos, Parcerias
e Temáticas Especiais
Diretoria de Educação em Tempo Integral ▸ Gerência de Educação Infantil e
Fundamental em Tempo Integral
▸ Gerência de Educação Ambiental,
Patrimonial, Língua Estrangeira e
Arte-Educação
▸ Gerência de Programas, Projetos e
Parcerias em Tempo Integral
Diretoria de Serviços de Apoio à
Aprendizagem, Direitos Humanos e
Diversidade
▸ Gerência de Educação em Direitos
Humanos e Diversidade
▸ Gerência de Serviços Especializados de
Apoio à Aprendizagem
5.2. Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados
A Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados
desenvolve ações para os educandos da educação Especial/Inclusiva com deficiências,
Transtorno do Espectro Autista - TEA, estudantes com comportamento de altas
habilidades/superdotação e estudantes do Programa de Educação Precoce.
(https://www.educacao.df.gov.br/educacao-precoce-do-df-disputa-premio-internacional)
A Diretoria conta com cinco gerências: à Gerência de Acompanhamento à Educação
Inclusiva - GEIN, à Gerência de Atendimentos Educacionais Especializados - GAESP, à
Gerência de Acompanhamento dos Centros Especializados - GECEN, à Gerência de
Programas, Projetos, Parcerias e Temáticas Especiais – GPTE, à Gerência de Educação de
Jovens e Adultos Interventiva - GEINTER.
À Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados,
unidade orgânica de direção, diretamente subordinada à Subsecretaria de Educação Inclusiva
e Integral, compete:
I – planejar, formular, promover e coordenar políticas públicas, diretrizes específicas e
documentos norteadores pedagógicos e operacionais, na área da Educação Especial/Inclusiva,
no âmbito da Rede Pública de Ensino;
II – planejar, formular, promover e coordenar políticas públicas, diretrizes, programas,
projetos e ações, no âmbito pedagógico e operacional, da Educação Especial/Inclusiva dos
estudantes com deficiências, Transtorno do Espectro Autista - TEA, estudantes com
comportamento de altas habilidades/superdotação e estudantes do Programa de Educação
Precoce, junto às demais unidades da Secretaria de Estado de Educação, e outras instâncias;
III– formular, promover, analisar e supervisionar ações educativas referentes ao atendimento,
aos objetivos e às metas previstos no Plano Nacional de Educação - PNE - e no Plano Distrital
de Educação - PDE -, na área da Educação Especial/Inclusiva;
IV – supervisionar e coordenar a implementação dos programas, projetos e ações pedagógicas
articuladas com órgãos públicos e entidades não governamentais parceiras, para atender às
diferentes necessidades educacionais dos estudantes com deficiências concernentes à
Educação Especial/Inclusiva, para o atendimento às estratégias, aos objetivos e às metas
definidas por esta Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, pelo Governo do
Distrito Federal e pelo Governo Federal, constantes dos instrumentos de planejamento
estratégico e de gestão pedagógica, no âmbito da Rede Pública de Ensino;
V – formular, planejar, coordenar e supervisionar a gestão e a execução de políticas públicas,
diretrizes específicas, programas, projetos e ações, da Educação Inclusiva, nas unidades
escolares - UEs Inclusivas, nos Centros de Ensino Especial, nas Escolas Bilíngues Libras e
Português Escrito da Rede Pública de Ensino;VI – analisar e supervisionar a implantação e a execução de políticas públicas, das diretrizes
específicas e das ações pedagógicas concernentes às Instituições Educacionais parceiras;
VII – coordenar, supervisionar e analisar os instrumentos utilizados na prática pedagógica da
Educação Especial/Inclusiva;
VIII – analisar parecer técnico-pedagógico referente aos programas, projetos e ações
relacionadas à Educação Especial/Inclusiva;
IX – analisar parecer técnico-pedagógico sobre a execução de parcerias, convênios, contratos,
acordos e instrumentos congêneres, destinados a atender as demandas educacionais à
Educação Especial/Inclusiva;
X – acompanhar a implementação dos planos de formação continuada dos docentes,
coordenadores pedagógicos e intermediários no que concerne à Educação Especial/Inclusiva
da Rede Pública de Ensino; e
XI – desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação.
(http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/educacao-inclusiva)
5. SUBIN
5.3. Diretoria de Educação Integral
Veremos agora a Diretoria de Educação Integral e suas três gerências: a Gerência de
Educação Infantil e Fundamental em Tempo Integral; a Gerência de Educação Ambiental,
Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação; e a Gerência de Programas, Projetos e
Parcerias em Tempo Integral.
( https://www.inclusive.org.br)
À Diretoria de Educação Integral, unidade orgânica de direção, diretamente
subordinada à Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, compete:
I – formular e planejar as políticas públicas, diretrizes e documentos norteadores pedagógicos
e operacionais, para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas,
programas, projetos e ações para a Educação em Tempo Integral, a Educação Ambiental, a
Educação Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação; dos Centros Interescolares de
Línguas, das Escolas Parques e da Escola da Natureza no âmbito da Rede Pública de Ensino;
II – promover, supervisionar e coordenar as políticas públicas, diretrizes específicas,
programas, projetos e ações voltadas à Educação em Tempo Integral, à Educação Ambiental,
à Educação Patrimonial, aos Centros Interescolares de Línguas, ao Ensino de Língua
Estrangeira na rede, às Escolas Parques e à Escola da Natureza, com os setores da Secretaria
de Estado de Educação do Distrito Federal e com outras instâncias;
III– formular, promover, analisar e supervisionar ações educativas de Educação em Tempo
Integral, Educação Ambiental, Educação Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação
nos objetivos e nas metas do Plano Nacional de Educação - PNE e do Plano Distrital de
Educação - PDE.
IV – planejar e supervisionar os planos de formação continuada dos docentes, coordenadores
pedagógicos e intermediários que atuam na Educação em Tempo Integral, Educação
Ambiental, Educação Patrimonial, nas Escolas Bilíngues Interculturais, nos Centros
Interescolares de Línguas, no Ensino de Língua Estrangeira na rede, nas Escolas Parques e na
Escola da Natureza no âmbito da Rede Pública de Ensino;
V – coordenar e supervisionar o desenvolvimento das ações pedagógicas e da realização dos
projetos pedagógicos nas Unidades Escolares que atendam Educação em Tempo Integral,
Educação Ambiental, que promovam Educação Patrimonial, Bilíngues Interculturais, que
ofertem Língua Estrangeira, dos Centros Interescolares de Línguas, Escolas Parques e a
Escola da Natureza, no âmbito da Rede Pública de Ensino;
VI - planejar, coordenar e supervisionar, junto às Unidades Regionais de Educação Básica –
UNIEBs/CREs, as ações técnico-pedagógicas concernentes aos programas, aos projetos e às
ações da Unidades Regionais de Educação Básica – UNIEBs/CREs, nas Unidades Escolares
da Rede Pública de Ensino;
VII – formular, analisar e supervisionar parecer técnico-pedagógico sobre as parcerias,
convênios, contratos, acordos e instrumentos congêneres, no âmbito desta Diretoria; e
VIII- elaborar outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação.
Anterior
Próximo
5.4. Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade
Por fim, a terceira é a Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos
Humanos e Diversidade, composta por duas gerências que são elas: Gerência de Educação
em Direitos Humanos e Diversidade e Gerência de Serviços Especializados de Apoio à
Aprendizagem.
À Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade,
unidade orgânica de direção e supervisão, diretamente subordinada à Subsecretaria de
Educação Inclusiva e Integral (SUBIN), compete:
I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores para a implantação e a
implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações para as
unidades escolares – UEs da Rede Pública de Ensino ;
II – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a implementação e a avaliação do
currículo referente a Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem;
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4300
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4302
III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos dispositivos legais e
pedagógicos referentes à Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio a
Aprendizagem.na Rede Pública de Ensino;
IV – orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, as Unidades Regionais de
Educação Básica – UNIEB`s/CRE`s quanto às políticas, às diretrizes específicas e às ações
dos Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem;
V – elaborar documentos norteadores do acompanhamento técnico-pedagógico para subsidiar
as ações dos profissionais da educação que atuam nos Direitos Humanos, Diversidade e
Serviços de apoio à Aprendizagem;
VI – supervisionar, em sua dimensão pedagógica, convênios, contratos, termos de cooperação
técnica e similares, referentes ao desenvolvimento das atividades dos Direitos Humanos,
Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem;
VII – promover ações articuladas com órgãos públicos e com a sociedade civil organizada
para atender às demandas relativas à Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à
Aprendizagem;
VIII – propor, orientar e acompanhar a realização de pesquisas, estudos e experiências para
subsidiar a prática pedagógica dos Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à
Aprendizagem;
IX – desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação.
5.5. Ações desenvolvidas pela SUBIN
As ações desenvolvidas ou planejadas Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral
(SUBIN), são:
● Projeto ENEM Inclusivo e Especial - 2021/2020/2019. O projeto começou em 2019,
desenvolvido pela Subin, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Em
2021, está em sua segunda edição com apoio da Eape e das CREs. O público-alvo são
os estudantes da rede pública do 3º ano do ensino médio que realizaram inscrição no
Enem e apontaram a necessidade de atendimento especializado. Os jovens que cursam
os 1º e 2º anos também poderão participar da iniciativa a título de conhecimento.
(https://agenciabrasilia.df.gov.br)
● Levantamento e análise dos termos de cooperação e convênios.
● Estabelecimento de parcerias dentre os órgãos governamentais, associações não
governamentais e empresas.
● Levantamento das situação atual e identificação das necessidades.
● Elaborar as diretrizes do Projeto Vida – EMTI.
● Desenvolver e Implantar Projeto Música nas Escolas em Tempo Integral (Entrega de
650 instrumentos Musicais).
● Criar nova escola bilíngue para surdos no plano piloto na rede pública de ensino do
DF.
● Aplicar os desenvolvimentos da Tecnologia Assistiva na melhoria do ensino e
qualidade de vida dos estudantes com deficiência e transtornos.
● Criar Centro de Referência em Altas Habilidades.
● Acolher as crianças com deficiência e transtornos que estão fora do universo escolar e
conduzi-las para as unidades escolares.
● Orientar ações no sentido de promover a artena Educação Integral.
● Implantar Biblioteca Virtual Sobre Educação Integral e Inclusiva/Especial.
● Normalizar a Alfabetização de Cegos pelo CEEDV.
● Criar e lançar a Pesquisa de Opinião sobre Educação Inclusiva, Especial e Integral.
● Lançar o Enem Inclusivo e Especial 2022.
● Unificar as ações para lançar o Projeto Ensino Médio Integral Digital.
● Implantar Projeto Galeria de Arte Educa DF – Altas Habilidades.
● Empreender, incentivar e implementar a prática de esportes com a participação de
estudantes com deficiência e transtornos, promovendo periodicamente competições
atléticas desportivas entre eles nas diversas modalidades paralímpicos e
surdolímpicos. (CID’s paralímpicos e Surdolímpicos).
● Implantar Projeto Empregabilidade inclusiva e especial para os Estudantes do Ensino
Médio da educação em tempo integral.
● Trabalhar no sentido de promover ações de empregabilidade junto aos estudantes com
deficiências e transtornos, promovendo oficinas e estágios em empresas.
● Estabelecer o Projeto Libras Incluir.
● Garantir a adequação curricular às características dos estudantes com deficiências,
transtornos e altas habilidades.
● Regulamentar Biblioteca em Braille.
● Ampliação de matrículas da Educação em Tempo Integral na Escola Parque Núcleo
Bandeirante.
● Ampliação de matrículas da Educação em Tempo Integral em parceria com PROFESP
Programa Forças no Esporte - Ministério da Defesa/ Cidadania, da Mulher, Família e
Direitos Humanos.
 Em suma, as principais ações desenvolvidas pela SUBIN compreendem a melhoria na
formação continuada, implementação de políticas públicas e sociais na área de estudantes com
necessidades educacionais especiais. Uma meta necessária é a diminuição da evasão com a
ampliação e a universalização no atendimento do ensino em tempo integral. Além disso, a
rede compreende a importância de formar integralmente os alunos, com habilidades
socioemocionais e protagonismo juvenil, fazendo com que ele seja ator e responsável pela
própria aprendizagem, evitando o conteúdo estanque, visto que ele é um ser social,
profissional e familiar, sendo todas essas áreas integradas.

Mais conteúdos dessa disciplina