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1. Módulo - Estrutura da SEEDF
A estrutura da SEEDF é formada por onze Unidades Orgânicas. O foco do
estudo desta semana inicial será as Subsecretarias, principalmente da
Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB e da Subsecretaria de
Educação Inclusiva e Integral – SUBIN. A seguir, você irá encontrar
informações sobre cada Subsecretaria , e falaremos também um pouco
da historia da EAPE, das Coordenações Regionais de Ensino e das
Unidades Escolares.
Fonte: www.eape.se.df.gov.br
Gabinete da Secretaria representado pela professora Hélvia M.
Paranaguá Fraga
Assessorias
Secretaria Executiva
Encarregados Setoriais LGPD
Ouvidoria
Unidade de Controle Interno
Unidade de Apoio às Coordenações Regionais de Ensino
Corregedoria
Conselhos
Subsecretarias
Coordenações Regionais de Ensino
As Subsecretarias contabilizam nove unidades:
Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação –
SUPLAV
Unidade orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada
ao/à Secretário(a) de Estado de Educação, compete: definir, elaborar,
implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes e orientações
relacionadas ao planejamento estratégico, ao acompanhamento e à
avaliação, no âmbito da Secretaria e da Rede Pública de Ensino.
Falaremos um pouco mais da SUPLAV, no terceiro módulo.
Subsecretaria de Educação Básica – SUBEB
Unidade orgânica responsável por implementar políticas, diretrizes
específicas e orientações relacionadas ao trabalho pedagógico
desenvolvido nas etapas e nas modalidades da Educação Básica, no
âmbito da Rede Pública de Ensino.
Subsecretaria de Infraestrutura Escolar – SIAE
A SIAE tem como atribuições: definir, elaborar, implantar, implementar e
acompanhar políticas, diretrizes e orientações relacionadas à
infraestrutura da Secretaria (manutenção nas escolas da rede e
acompanhamento de obras/construção de prédios próprios da SEEDF).
Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral – SUBIN
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir, elaborar,
implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes específicas e
orientações relacionadas à educação inclusiva e integral, no âmbito da
Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação
– EAPE
Fonte: Acervo EAPE
Unidade orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada ao
Gabinete da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
Compete: definir, propor, elaborar, coordenar, implantar e implementar
políticas e diretrizes específicas de formação continuada, de letramento
científico, e de pesquisa, em consonância com as necessidades da Rede
Pública de Ensino e dos demais setores da Secretaria. Atualmente, a
EAPE conta com a professora Maria das Graças de Paula Machado
como gestora.
Subsecretaria de Gestão de Pessoas – SUGEP
Fonte: Acervo EAPE
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir, elaborar,
implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes e orientações
relacionadas à gestão e ao desenvolvimento de pessoas.
Logo a seguir, apresentamos um documento da SUGEP, uma Cartilha
(2019) com as principais orientações para o servidor ingressante ou ,
para você, professor/a futuro servidor.
Documento SUGEP: Cartilha SUGEP
Subsecretaria de Administração Geral – SUAG
Unidade orgânica de comando e supervisão que compete: supervisionar,
acompanhar, avaliar e promover, no âmbito da Secretaria, o controle e a
execução das atividades de gestão da administração referentes aos
recursos organizacionais, materiais e patrimoniais.
https://cdn.sinprodf.org.br/portal/uploads/2022/01/12181104/CARTILHA_PARA_OS_SERVIDORES_INGRESSANTES__9_.pdf
Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais – SUAPE
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: definir e
acompanhar políticas, diretrizes e orientações relacionadas ao apoio
educacional; elaborar, executar, acompanhar e avaliar a implantação e a
implementação de programas suplementares de material didático
escolar, de transporte escolar, de serviços terceirizados de vigilância,
cocção e limpeza, de alimentação escolar e de assistência à saúde
destinados ao estudante da Educação Básica da Rede Pública de
Ensino.
Subsecretaria de Operações em Tecnologia da Informação e
Comunicação – SUBTIC
Unidade orgânica de comando e supervisão, compete: subsidiar,
acompanhar e supervisionar a formulação de políticas, diretrizes e
orientações relacionadas às Tecnologias da Informação e Comunicação
– TICs.
Para saber mais: https://www.educacao.df.gov.br/institucional/
2. CRE´s e UE´s
Coordenações Regionais de ensino - CRE´s
https://www.educacao.df.gov.br/institucional/
Fonte: Produção Equipe GITEAD
Atualmente são 14 Coordenações Regionais de ensino - CRE´s
que atuam diretamente no dia a dia das escolas. Ao longo da sua
carreira, você estará em contato com a CRE na qual esteja lotado, onde
poderá resolver a maioria das suas questões profissionais, além de
acompanhar as orientações sobre o trabalho que é desenvolvido pelas
Unidades Escolares daquela localidade.
A seguir, apresentaremos algumas das funções que competem às
Coordenações Regionais de Ensino, de acordo com o Regimento Interno
da SEEDF.
I – coordenar, orientar, articular e supervisionar, no âmbito de sua área
de atuação e junto às unidades escolares – UEs vinculadas, as políticas
educacionais, administrativas e de aperfeiçoamento dos profissionais da
educação instituídas pela Secretaria;
II – cumprir e fazer cumprir a legislação educacional vigente, as normas
e orientações instituídas pela Secretaria;
III – coordenar e articular o acompanhamento de programas, projetos e
ações de caráter pedagógico desenvolvidos no âmbito de sua área de
atuação e nas UEs vinculadas;
IV – garantir a orientação, o acompanhamento e a supervisão, no âmbito
de sua área de atuação e junto às UEs vinculadas, referentes ao
planejamento, ao acompanhamento e à avaliação educacional, bem
como quanto à escrituração escolar, à operacionalização da Estratégia
de Matrícula e ao cumprimento do Calendário Escolar;
V – garantir a orientação, o acompanhamento e a supervisão, no âmbito
de sua área de atuação e junto às UEs vinculadas, relativos às ações
administrativas e pedagógicas associadas às tecnologias da informação
e comunicação – TICs, bem como aos demais atos normativos e
orientações da Secretaria, no âmbito das TICs;
VI – coordenar, orientar e supervisionar, no âmbito de sua área de
atuação e junto às UEs vinculadas, as ações necessárias à execução dos
programas suplementares de material didático, transporte escolar,
alimentação escolar e assistência à saúde do estudante;
VII – acompanhar e encaminhar, no âmbito de sua área de atuação, as
demandas relacionadas à infraestrutura;
VIII – coordenar, orientar e supervisionar, no âmbito de sua área de
atuação e junto às UEs vinculadas, as ações relativas à segurança e à
conservação dos bens patrimoniais, e à solicitação e à distribuição de
materiais de consumo e permanente;
As Regionais de Ensino são compostas por cinco unidades
orgânicas que desempenham funções importantes para a articulação
das ações desenvolvidas nas escolas. São elas: UNIPLAT, UNIEB,
UNIAE, UNIGEP e UNIAG. Vamos falar um pouco delas.
UNIPLAT
Começamos pela Unidade Regional de Planejamento Educacional
e de Tecnologia na Educação, a UNIPLAT. Essa unidade da CRE é
responsável por orientar as escolas quanto à aplicação da legislação
educacional e à escrituração escolar para fins de regularização da vida
escolar dos estudantes, além de orientar sobre as ações de tecnologias
implementadas pela SEEDF. Os profissionais que atuam na UNIPLAT
promovem capacitação, principalmente para os/as secretários/as
escolares, coordenam a estratégia de matrícula, acompanham o
levantamento de dados do Censo Escolar, além de outras atividades que
lhe forem atribuídas na sua área de atuação.
UNIEB
Outra grande unidade que compõe a CRE é a Unidade Regional
de Educação Básica, a UNIEB. Ela é responsável por orientar, articular e
acompanhar otrabalho pedagógico das unidades escolares, bem como
a implementação do Projeto Político Pedagógico e seus programas,
projetos e ações. A UNIEB atua, também, na direção da melhoria do
desempenho escolar dos estudantes, da redução da defasagem
idade/ano e da redução da evasão escolar. Além disso, essa unidade
acompanha as ações relativas à Orientação Educacional, às Equipes
Especializadas de Apoio à Aprendizagem, às Salas de Apoio à
Aprendizagem e ao Atendimento Educacional Especializado, além de
executar outras atividades que lhe forem atribuídas no âmbito de suas
competências.
UNIAE
A terceira unidade apresentada é a Unidade Regional de
Infraestrutura e Apoio Educacional, a UNIAE. Suas principais funções
são: executar as ações relativas aos programas suplementares de
material didático, transporte escolar, alimentação escolar e assistência à
saúde dos estudantes matriculados nas unidades escolares. Suas ações
compreendem a elaboração o plano de distribuição de gêneros
alimentícios; orientar os responsáveis pela alimentação escolar quanto à
manipulação correta dos gêneros alimentícios e à higienização da
cozinha, dos seus utensílios e do depósito; orientar os professores e os
orientadores educacionais quanto à identificação prévia de déficit visual
apresentado pelo estudante; promover palestras e distribuição de kits
relacionados à higiene bucal nas UEs; receber e controlar as demandas
de transporte escolar das UEs vinculadas destinadas aos estudantes
que residem em áreas não atendidas pelo DFTRANS; dentre outras
atividades.
UNIGEP
Outro importante setor que integra a CRE é a Unidade Regional
de Gestão de Pessoas, a UNIGEP, que tem como papel principal
orientar, executar e controlar as ações referentes à gestão dos
servidores das unidades escolares. Dentre várias ações, a UNIGEP
acompanha as modulações apresentadas pelas UEs, confere e lança as
carências no sistema, realiza procedimentos relativos à contratação de
professores substitutos, bem como recebe e confere as folhas de ponto
dos professores das escolas da referida CRE. Além disso, essa unidade
é responsável por analisar, mensalmente, a prévia de pagamentos,
licenças, férias e auxílios dos servidores. É responsável, também, pelo
acompanhamento dos servidores recém empossados e recebimento das
avaliações do estágio probatório desses servidores para encaminhá-las
para publicação no Diário Oficial do Distrito Federal.
UNIAG
E, para finalizar, a Unidade Regional de Administração Geral, a
UNIAG, que controla os bens patrimoniais da CRE e suas unidades
escolares adotando medidas de segurança e conservação desses bens,
além de proceder à análise da documentação de solicitação de liberação
de recursos oriundos de programas de descentralização financeira do
Distrito Federal. Dentre outras funções que são atribuídas aos servidores
da UNIAG, estão: distribuir material de consumo e permanente nas UEs,
bem como controlar estoque de material no almoxarifado; gerenciar, no
âmbito da respectiva CRE, a frota de veículos; orientar as UEs quanto à
aplicação e à prestação de contas dos recursos financeiros e outras
questões orçamentárias relativas.
Destacamos, assim, que a CRE está de portas abertas e à
disposição para articular as ações que são desenvolvidas na/pela escola
e, também, para orientar e contribuir com o/a professor/a em seu
trabalho na SEEDF em toda a sua trajetória profissional. A seguir,
veremos algumas informações sobre a organização e funcionamento
das nossas Unidades Escolas.
Unidades Escolas -UE´s
Toda Unidade Escolar apresenta sua identidade e o seu modo de
existir, a partir dos movimentos dos sujeitos que compõem essa
comunidade escolar (pais, professores, funcionários, estudantes, e
demais). Nesse sentido, cada escola apresenta uma realidade
específica que deve ser reconhecida e valorizada. A partir da Lei de
Gestão Democrática que direciona a Organização do Trabalho
Pedagógico e que valida a efetivação dos Órgãos Colegiados que
fortalecem a identidade de cada escola. Para apresentar as UE's,
destacaremos a seguir o Regimento Interno de 2019 da SEEDF, que
regulamenta a organização/classificação para o funcionamento das
nossas escolas.
As unidades escolares da SEEDF são classificadas de acordo
com suas características organizacionais de oferta e de atendimento.
São elas:
Centro de Educação Infantil, Jardim de Infância, Centro de Educação
da Primeira Infância
Destinados a oferecer, exclusivamente, a Educação Infantil: creche e
pré-escola. A Secretaria tem convênio com 123 entidades filantrópicas,
confessionais e sem fins lucrativos, sendo 64 delas com atendimento em
prédio próprio e 59 Centros de Ensino de Primeira Infância (CEPIs).
https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/12/09/jardim-de-infancia-da-
114-sul-ganha-premio-do-sebrae-df/
Escola Classe (EC)
Destinada a oferecer os anos iniciais do Ensino Fundamental, podendo,
excepcionalmente, oferecer a Educação Infantil: creche e pré-escola; e o
1.º e o 2.º segmento de Educação de Jovens e Adultos, de acordo com
as necessidades da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. As
Escolas Classes são 299 unidades de ensino em todo Distrito Federal.
https://www.aovivodebrasilia.com.br/escolas-no-df-recebem-reparos-par
a-o-inicio-do-ano-letivo/
Centro de Ensino Fundamental (CEF)
Destinado a oferecer o Ensino Fundamental (1º ao 9º anos) e o 1.º e 2.º
segmentos da Educação de Jovens e Adultos, podendo,
excepcionalmente, ofertar o 3.º segmento da Educação de Jovens e
Adultos.
https://www.brasildefatodf.com.br/2022/02/22/escola-de-planaltina-e-a-
15-a-se-tornar-militarizada-no-df
Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (CAIC)
Destinado a oferecer a Educação Infantil: creche e pré-escola e o Ensino
Fundamental – anos iniciais. Com 14 unidades.
http://meninaspedagogasunip.blogspot.com/2014
Escola Parque
Destinada a oferecer atividades complementares e/ou
intercomplementares ao currículo. A Secretaria conta com 7 Escolas
Parques em regime de contraturno.
Centro de Ensino Especial (CEE)
Destinado a oferecer atendimento aos estudantes, público alvo da
Educação Especial, sob a forma complementar, suplementar ou
substitutiva ao ensino regular. Centro de Ensino Especial com 13
unidades e a Educação Precoce com atendimento em 19 unidades
escolares.
http://psicopedagogiaecia123.blogspot.com/2013/04/ocentro-de-ensino
-especial-01-de.html
Escola Bilíngue Libras e Português Escrito
Localizada em Taguatinga, ela é destinada a oferecer a educação
bilíngue em todas as etapas e modalidades da Educação Básica. Em
uma área especial, na 912 Sul, vai ser instalada uma nova Escola
Bilíngue Libras e Português Escrito do Plano Piloto.
https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-basica/20
22/03/4991037-escola-bilingue-de-taguatinga-abre-vagas-para-ano-letivo
-de-2022.html
Centro Educacional (CED)
Destinado a oferecer os anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º), o
Ensino Médio, a Educação de Jovens e Adultos, bem como o Ensino
Médio e a Educação de Jovens e Adultos Integrados.
https://policiamentointeligente.com/noticias/distrito-federal/cidades/fru
to-de-pedido-da-comunidade-o-ced-darcy-ribeiro-do-paranoa/
Centro de Ensino Médio (CEM)
Destinado a oferecer o Ensino Médio e/ou o Ensino Médio integrado à
Educação Profissional e o 3.º segmento da Educação de Jovens e
Adultos e/ou o 3.º segmento da Educação de Jovens e Adultos
Integrado.
https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/06/21/aberta-a-semana-de-
acolhimento-aos-estudantes-do-df
Centro de Educação de Jovens e Adultos (EJA)
Destinado a oferecer, exclusivamente, a Educação de Jovens e Adultos
presencial e na modalidade a distância.
https://agenciabrasilia.df.gov.br/2019/10/25/matriculas-para-a-eja-pode
m-ser-feitas-a-partir-desta-sexta-25
Centro Interescolar de Línguas (CIL)
Destinado a oferecer Língua Estrangeira moderna, em caráter de
formação complementar aos estudantes da Rede Pública de Ensino do
Distrito Federal, matriculados no Ensino Fundamental, no Ensino Médio e
naEducação de Jovens e Adultos. E ainda oferta vagas semestralmente
para a comunidade em geral. Atualmente são 17 unidades, as mais
recentes são Paranoá e São Sebastião.
https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/08/12/cil-01-de-brasilia-45-a
nos-tornando-o-brasiliense-poliglota
Centro de Educação Profissional (CEP)
Destinado a oferecer a Educação Profissional por meio de cursos e
programas de formação inicial e continuada e a Educação Profissional
Técnica de Nível Médio, inclui-se aqui a Escola de Música. A educação
profissional (combinada Médio e Profissional ) para o ano letivo de 2023
foram disponibilizadas mais de 4 mil vagas para os estudantes.
https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-profissional/2021/01/489834
0-inscricoes-para-cursos-das-escolas-tecnicas-da-see-df.html
Centro Integrado de Educação Física (CIEF)
Destinado a oferecer a Educação Física, por meio de atividades
complementares e/ou intercomplementares para as unidades escolares
integrantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Uma nova
parceria foi celebrada com a a Secretaria de Educação editou a portaria
nº 92, publicada no Diário Oficial de 4 de março, que transforma em polo
diretamente ligado à Diretoria de Educação Física e Desporto Escolar.
Apresentando um novo projeto para os CIEF é a Escola Vocacionada,
com o objetivo de proporcionar aos estudantes com predisposição à
carreira no mundo do esporte.
http://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/07/portaria_92_3mar21_dodf_42_4mar21_33.pdf
http://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/07/portaria_92_3mar21_dodf_42_4mar21_33.pdf
https://www.bombeirosdf.com.br/2017/08/vinte-e-um-locais-irao-ocorrer-os-jogos.html
***Observamos que a Educação do Campo é uma modalidade e seu
funcionamento atende toda a Educação Básica em suas etapas de
Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, assim como as
modalidades de educação de jovens, adultos e Educação Profissional
Técnica de Nível Médio Integrada com o Ensino Médio.
Parágrafo único. Toda unidade escolar poderá oferecer as etapas da
Educação Básica e modalidades fora de sua tipologia, em caráter
excepcional e provisório, quando autorizada por ato próprio do titular da
SEEDF.
Fonte:www.agenciabrasilia.df.gov.br/
O CASEB foi a primeira escola de Brasília. Inaugurada em 19 de
maio de 1960 pelo então presidente da República Juscelino Kubistchek.
Saiba mais clicando aqui em: CASEB 63 anos, uma reportagem da
Ascom/SEEDF - 2023.
Clique no link e acesse o vídeo: HISTÓRIA DAS ESCOLAS DO
DISTRITO FEDERAL 1960 - 2020, uma breve linha do tempo da
SEEDF.
2. CRE´s e UE´s
2.1. Equipe gestora e Gestão Democrática
Equipe Gestora
A equipe gestora é composta por Diretor e Vice-Diretor,
Supervisores e Chefe de Secretaria, conforme a modulação de cada
unidade escolar, em consonância com as deliberações do Conselho
Escolar, respeitadas as disposições legais.
https://www.educacao.df.gov.br/primeira-escola-construida-em-brasilia-celebra-63-anos/
https://www.canva.com/design/DAFeZNs59yA/VuX9TP-f_082AqJnFtpprA/watch?utm_content=DAFeZNs59yA&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink
https://www.canva.com/design/DAFeZNs59yA/VuX9TP-f_082AqJnFtpprA/watch?utm_content=DAFeZNs59yA&utm_campaign=designshare&utm_medium=link&utm_source=publishsharelink
Fonte: blogdowashingtondourado.files.wordpress.com
Destacamos algumas das atribuições desempenhadas pela Equipe
Gestora:
I - elaborar e avaliar coletiva e continuamente o Projeto Político
Pedagógico - PPP da unidade escolar, durante a sua gestão;
II - elaborar o Plano de Ação Anual plenamente aliado e integrado ao
respectivo Projeto Político Pedagógico - PPP da unidade escolar;
III - fortalecer o Conselho Escolar da unidade escolar, em conformidade
com a legislação vigente;
IV - garantir o cumprimento da carga horária, de acordo com as Matrizes
Curriculares, aprovadas para todas as etapas e modalidades da
Educação Básica;
V - fazer cumprir os dias letivos e as horas estabelecidas por turma,
separadamente, conforme legislação vigente;
VI - garantir o acesso e a permanência do estudante na unidade escolar
visando a qualidade social da educação, de acordo com as normas
estabelecidas pela SEEDF;
VII - garantir a lisura, a transparência e a regularidade da prestação de
contas dos recursos repassados à unidade escolar, e daqueles por ela
diretamente arrecadados;
VIII - distribuir a carga horária dos professores, segundo as normas
estabelecidas pela SEEDF;
IX - garantir a qualificação das informações declaradas anualmente ao
Censo Escolar nos termos da legislação vigente;
X - assegurar a qualidade das informações educacionais declaradas e
atualizá-las, continuamente, por meio do sistema informatizado,
conforme Diretrizes da SEEDF;
XI - garantir a prestação de informações, quando solicitadas de maneira
tempestiva, pela Coordenação Regional de Ensino e pelos órgãos
próprios da SEEDF;
XII - zelar pelo patrimônio, pela limpeza e pela conservação do ambiente
escolar, das instalações, dos equipamentos e dos materiais existentes
na unidade escolar;
XIII - zelar pelo cumprimento do plano de ensino dos docentes;
XIV - promover e fortalecer a participação das famílias e da comunidade
escolar, nos processos de planejamento e execução da avaliação do
trabalho pedagógico, na perspectiva da corresponsabilidade pelo
processo educativo;
XV - informar ao estudante, quando maior de idade, às famílias e/ ou
responsáveis legais sobre a frequência e o desempenho dos estudantes
e sobre a execução do Projeto Político Pedagógico - PPP da unidade
escolar;
XVI - notificar ao Conselho Tutelar do Distrito Federal e à Coordenação
Regional de Ensino casos de:
a) maus tratos, envolvendo os estudantes da sua unidade escolar;
b) reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, uma vez
esgotados os recursos escolares;
c) elevados níveis de repetência.
XVII - acompanhar sistematicamente o processo de
ensino-aprendizagem
Da Direção e da Vice-Direção
À Direção e Vice-Direção, compete cumprir o Termo de Compromisso
assinado no ato da posse, que contemplará as competências da Gestão
Democrática nos aspectos administrativo, pedagógico e financeiro, além
daquelas decorrentes do cargo, bem como as atribuições a serem
definidas pela SEEDF;
Da Supervisão Escolar
O Supervisor, em articulação com os demais profissionais da equipe
gestora, será responsável pela supervisão pedagógica, administrativa e
financeira da unidade escolar em consonância com as deliberações do
Conselho Escolar, respeitadas as disposições legais.
Da Secretaria Escolar
À Secretaria Escolar, em articulação com os demais profissionais da
equipe gestora, compete o planejamento e a execução de atividades de
escrituração escolar, de arquivo, de expediente e de atendimento a
estudantes, a professores, às famílias e/ou responsáveis legais em
assuntos relativos à sua área de atuação
§1º A Secretaria Escolar é dirigida pelo Chefe de Secretaria Escolar,
nomeado e legalmente habilitado ou devidamente autorizado pelo órgão
competente da SEEDF para o exercício da função
§2º A Secretaria Escolar deverá contar com Apoios
Técnico-Administrativos necessários ao cumprimento de suas
competências.
Da Escrituração Escolar
A escrituração escolar é o registro sistemático dos fatos relativos à vida
escolar do estudante, de forma a assegurar, a qualquer tempo, a
verificação da identidade, da autenticidade de sua vida escolar e da
regularidade de seus estudos, bem como do funcionamento da unidade
escolar.
*A Secretaria Escolar somente expede e entrega documentações
referentes à vida escolar do estudante à família e aos responsáveis
legais pela matrícula ou ao estudante, se maior.
Gestão Democrática
A Lei n° 4751/2012 estabelece a gestão democrática nas escolas
públicas do DF. As metas de uma Gestão Democrática é a centralidade e
autonomia das escolas e uma maior participação da comunidade
escolar, a Lei veio garantir eleições diretas para diretores, mais
autonomia pedagógica e acriação/reorganização de diversas instâncias
coletivas e fortalecimento dos segmentos da comunidade escolar por
meio da efetivação de órgãos coletivos de participação, como, por
exemplo, o Conselho Escolar, o Conselho de Classe e o Grêmio
Estudantil.
Dos Fins e dos Princípios da Gestão Democrática
Art. 5º A Gestão Democrática da Rede Pública de Ensino do Distrito
Federal, cuja finalidade é garantir a centralidade da unidade escolar no
sistema e o caráter público quanto ao financiamento, à gestão e à
destinação, observará os seguintes princípios:
I - participação da comunidade escolar na definição, na implementação e
no acompanhamento de decisões pedagógicas, administrativas e
financeiras, por meio de órgãos colegiados, e participação na eleição de
Diretor e Vice-Diretor da unidade escolar;
II - respeito à pluralidade, à diversidade, à laicidade da escola pública e
aos direitos humanos em todas as instâncias da Rede Pública de Ensino
do Distrito Federal;
III - autonomia das unidades escolares, nos aspectos pedagógico,
administrativo e da gestão financeira nos termos da legislação;
IV - transparência da gestão da Rede Pública de Ensino do Distrito
Federal, em todos os seus níveis, nos aspectos pedagógico,
administrativo e financeiro;
V - garantia de qualidade social, traduzida pela busca constante do pleno
desenvolvimento da pessoa, da formação para o exercício da cidadania
e da qualificação para o mundo do trabalho;
VI - democratização das relações pedagógicas e de trabalho e criação de
ambiente seguro e propício ao aprendizado e à construção do
conhecimento;
VII - valorização do profissional da educação.
Art. 6º A Gestão Democrática será efetivada por intermédio dos
seguintes mecanismos de participação:
I - Direção e Vice-Direção
II - Órgãos Colegiados:
a) Assembleia Geral Escolar
b) Conselho Escolar
c) Conselho de Classe
d) Grêmio Estudantil
2. CRE´s e UE´s
2.2. Dos Órgãos Colegiados
(http://portal.mec.gov.br/)
Da Assembleia Geral Escolar
A Assembleia Geral Escolar, instância máxima de participação
direta da comunidade escolar, abrange todos os segmentos escolares e
é responsável por acompanhar o desenvolvimento das ações da unidade
escolar. A Assembleia Geral Escolar se reunirá ordinariamente a cada
seis meses, ou extraordinariamente, sempre que a comunidade escolar
indicar a necessidade de ampla consulta sobre temas relevantes,
mediante convocação.
Do Conselho Escolar
Em cada unidade escolar pública do Distrito Federal, funcionará
um Conselho Escolar, órgão de natureza consultiva, fiscalizadora,
mobilizadora, deliberativa e representativa da comunidade escolar,
regulamentado pela SEEDF.
Parágrafo Único. O Conselho Escolar será composto por, no mínimo,
cinco e, no máximo, vinte e um conselheiros, conforme quantidade de
estudantes da unidade escolar prevista em legislação vigente.
Do Conselho de Classe
O Conselho de Classe é órgão colegiado integrante da Gestão
Democrática e se destina a acompanhar e avaliar o processo de
educação, de ensino e das aprendizagens, havendo tantos Conselhos de
Classe quantas forem as turmas existentes na unidade escolar.
Parágrafo único. O Conselho de Classe será composto por:
I -todos os docentes de cada turma e representante da equipe gestora,
na condição de conselheiros natos;
II - Pedagogo – Orientador Educacional;
III - representante da carreira Assistência à Educação;
IV - representante das famílias e/ou responsáveis legais;
V - representante dos estudantes a partir do 6.º ano do Ensino
Fundamental ou do primeiro segmento da Educação de Jovens e
Adultos, escolhidos por seus pares, garantida a representatividade dos
estudantes de cada uma das turmas;
VI - representantes dos serviços de apoio especializado.
Para saber mais: Conselhos Escolares:
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/roberto_junior.pdf
Do Grêmio Estudantil
As unidades escolares devem estimular e favorecer a
implementação e o fortalecimento de grêmios estudantis, como forma
de desenvolvimento da cidadania e da autonomia dos estudantes.
§ 1º O grêmio estudantil configura-se como espaço de participação dos
estudantes na gestão escolar.
§ 2º A organização e o funcionamento do grêmio estudantil serão
estabelecidos em estatuto, a ser aprovado pelo segmento dos
estudantes da respectiva unidade escolar.
Das Unidades Executoras
As Unidades Executoras, como Caixa Escolar, Associação de Pais
e Mestres, Associação de Pais, Alunos e Mestres, Grêmio Estudantil,
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/roberto_junior.pdf
Conselho Comunitário e Conselho Comunitário de Segurança Escolar,
são instituições de direito privado criadas com o objetivo específico de
apoiar a unidade escolar em sua gestão pedagógica, administrativa e
financeira, sem caráter lucrativo.
Parágrafo único. A organização e o funcionamento de cada uma dessas
unidades devem estar de acordo com as normas legais vigentes e
estabelecidas em estatuto próprio ou em seu Regimento.
2.3. Da Organização Pedagógica: Equipe de Apoio e Coordenação Pedagógica
(https://pixabay.com)
ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA
A Organização Pedagógica das unidades escolares é parte indissociável
do seu Projeto Político Pedagógico - PPP.
§ 1º A Organização Pedagógica caracteriza-se por serviços que
competem, em primeira instância, à equipe gestora e,
complementarmente, aos demais profissionais da unidade escolar, a
saber:
I - Coordenação Pedagógica;
II - Equipe de Apoio:
a) Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
b) Orientação Educacional
c) Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos
§ 2º A composição de que trata este artigo poderá, excepcionalmente,
ser diferenciada, de acordo com a oferta da unidade escolar.
Equipe de Apoio
Entende-se por Equipe de Apoio a integração dos três Serviços de
Apoio aos estudantes na unidade escolar: Equipe Especializada de Apoio
à Aprendizagem, Orientação Educacional e Atendimento Educacional
Especializado/Sala de Recursos, que atuarão de forma integrada e
fundamentados teórico-metodologicamente na Pedagogia
Histórico-Crítica e na Psicologia Histórico-Cultural.
● Da Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
A Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem, intitulada EEAA,
é multidisciplinar, composta de profissionais com formação em
Pedagogia e em Psicologia, que tem como objetivo principal contribuir
para a superação das dificuldades presentes no processo de ensino e
escolarização, por meio de uma atuação institucional.
Parágrafo único: O trabalho é desenvolvido na Educação Básica em suas
respectivas etapas e modalidades.
● Da Orientação Educacional
A Orientação Educacional é serviço especializado, desempenhado
pelo Pedagogo-Orientador Educacional, para o acompanhamento e o
apoio dos profissionais da educação, dos estudantes, seus familiares e
articulação da comunidade escolar e da rede externa (rede social ou
rede de apoio), quanto ao processo de ensino e aprendizagem e das
relações humanas que os cercam.
Parágrafo único. O Pedagogo-Orientador Educacional é profissional
concursado e parte integrante da equipe pedagógica da unidade escolar
● Do Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos
O Atendimento Educacional Especializado/Sala de Recursos
caracteriza-se como serviço de natureza pedagógica conduzido por
professor especializado, que suplementa, no caso de estudantes com
Altas Habilidades/Superdotação, e complementa, no caso de estudantes
com deficiência e Transtorno Global do Desenvolvimento - TGD, o
atendimento educacional realizado em classes comuns em todas as
etapas e modalidades da Educação Básica.
Da Coordenação Pedagógica: espaço-tempo de reflexões
Constitui-se a Coordenação Pedagógica um espaço-tempo de reflexões
sobre os processos pedagógicos de ensino e de aprendizagem e
formação continuada, tendo por finalidade planejar, orientar e
acompanhar as atividades didático-pedagógicas, a fim de dar suporte ao
Projeto Político Pedagógico - PPP.
§ 1º As ações devem contemplar a implementação do Currículo da
Educação Básica e das Orientações Pedagógicasda SEEDF em vigor.
§ 2º Cabe ao Coordenador Pedagógico articular ações que garantam a
realização da Coordenação Pedagógica.
Retomando a história de conquistas sobre a nossa Coordenação
Pedagógica, observando que foi a partir da “implantação (1996-1998) da
“Escola Candanga” a jornada de trabalho do professor com carga horária
de 40h de trabalho passou a ser composta por dois períodos: um de
regência, com 25h semanais e um para atividades extraclasse com 15
horas semanais”.(MEDEIROS,2017,p. 22).
(http://samudex.museudaeducacao.com.br)
O processo foi lento, no início eram apenas turmas de
alfabetização, e aos poucos outras escolas aderiram ao projeto. Desde
2000 todas as escolas da rede têm garantida a jornada ampliada. Vale
destacar que com a “Lei Nacional do Piso do Magistério, promulgada
em 2008 (Lei 11.738/08), um terço da carga horária do professor é
destinada à coordenação pedagógica. Aqui no DF, temos uma jornada de
coordenação pedagógica maior”. (SINPRO, 2014,p.8). Para saber mais:
https://www.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2019/03/quadro_negro__-184_final
_site.pdf
Do desenvolvimento das atividades de Coordenação Pedagógica
Art. 25. A coordenação pedagógica abrigar-se-á no PPP da UE/UEE/ENE,
no que se refere às atividades individuais e coletivas, internas e externas.
Parágrafo único. As horas de trabalho destinadas às atividades de
coordenação pedagógica constarão do horário do servidor, devendo ser
planejadas, cumpridas e registradas na folha de frequência.
Art. 26. Para os professores que atuam com quarenta horas semanais,
no turno diurno, com jornada ampliada, em regência de classe na
Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, no
Programa de Educação em Tempo Integral – PROEITI, na Educação
Integral – Ampliação Progressiva de Tempo, na Educação Especial, na
Classe Bilíngue Mediada e na interpretação de Libras-Língua
Portuguesa-Libras Surdez/Deficiência Auditiva, a coordenação
pedagógica dar-se-á no turno contrário ao de regência, totalizando
quinze horas semanais, devendo atender ao disposto abaixo:
I- quartas-feiras destinadas à coordenação coletiva na UE/UEE/ENE;
II- terças e quintas-feiras destinadas à coordenação pedagógica
individual na UE/UEE/ENE ou, em um desse dias, à formação continuada;
III- segundas e sextas-feiras destinadas à coordenação pedagógica
individual, podendo ser realizada fora do ambiente escolar.
Art. 27. Para os professores em regência de classe que atuam com
quarenta horas semanais, no turno diurno, com jornada ampliada nos
Anos Finais do Ensino Fundamental, no PROEITI, na Educação Integral –
Ampliação Progressiva de Tempo, no Ensino Médio e na Formação Geral
Básica do EMTI, a coordenação pedagógica dar-se-á no turno contrário
ao de regência, totalizando quinze horas semanais, devendo atender ao
disposto abaixo:
I- quartas-feiras destinadas à coordenação coletiva na UE/UEE/ENE;
II- um dia destinado à coordenação por área de conhecimento:
a) terça-feira: área de Ciências da Natureza e de Matemática;
b) quinta-feira: área de Linguagens;
c) sexta-feira: área de Ciências Humanas e, quando houver, Ensino
Religioso.
III- um dia destinado à coordenação pedagógica individual na
UE/UEE/ENE ou à formação continuada;
IV- dois dias destinados à coordenação pedagógica individual, podendo
ser realizada fora do ambiente escola.
3. EAPE
Olá, Professor e Olá, Professora
Nesta semana vamos apresentar a nossa última Subsecretaria e que
possui grande relevância para a Educação Pública no DF, desde a sua
fundação, em 1988, até os dias atuais. Hoje, vamos conhecer um pouco
mais da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da
Educação do Distrito Federal, a EAPE. A seguir, apresentaremos a sua
estrutura organizacional e das suas atribuições.
3.1. Compreensões da formação continuada na SEEDF
Você já parou para refletir sobre a importância da formação
continuada na nossa profissão?
Quais as perspectivas de educação e de formação continuada
defendidas pela SEEDF?
Essas são questões que devem ser pensadas, repensadas e
debatidas constantemente ao longo da nossa trajetória docente. As
Diretrizes de Formação Continuada da Rede Pública de Ensino do
Distrito Federal compreendem a educação como processo
imprescindível para a superação da ordem social vigente. A esse
respeito, as ações de formação (cursos, congressos, conferências,
seminários, simpósios, mesas-redondas, colóquios, fóruns, palestras,
oficinas temáticas, projetos e outras ações similares) terão como
referência a formação crítico-emancipadora dos sujeitos que dela
fizerem parte, por meio do levantamento prévio das demandas de
formação continuada, com base nas necessidades e prioridades da
SEEDF.
Desse modo, o processo de formação continuada informa, forma e
transforma: informa quando atualiza e contextualiza os conhecimentos
historicamente acumulados, forma e transforma os profissionais da
educação à medida que modifica e/ou agrega as concepções práticas e
os conceitos trazidos por eles para o espaço-tempo da formação, que,
por conseguinte, informam, formam e transformam as pessoas quando
podem reconstruir a própria sociedade. Assim, o processo de formação
continuada é tomado como uma utopia promissora (HADJI, 2001),
aquela que se demonstra capaz de realizar as intervenções necessárias
na realidade das pessoas, na forma como interagem e vivem no mundo,
tendo em vista a educação inclusiva e a formação integral desses
mesmos atores.
A formação continuada é, também, um processo que se dá em
um contexto de disputas, valores, interesses, objetivos, crenças e
variadas perspectivas de formação inicial daqueles que dela participam,
na condição de formadores ou de cursistas. Assim, os espaços em que
a formação continuada se realiza são espaços de conflito, no sentido
daquilo que impulsiona as pessoas à mudança. Tais espaços, físicos ou
virtuais, são característicos do processo de formação continuada e
podem ser, a depender dos debates que neles ocorrerem, uma
oportunidade para a formação de profissionais emancipados e
emancipadores, conscientes das contradições que marcam o mundo e a
escola; conscientes de que o papel da escola é diverso, porque são
diversas as realidades; e, por fim, conscientes de que a escola não é um
lugar para se perpetuar comportamentos eivados de preceitos
discriminatórios.
(Texto retirado das Diretrizes de Formação Continuada da SEEDF)
Pra saber mais:
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A
7%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf
3.2. Organização Administrativa e Pedagógica da EAPE
Para conhecer um pouco mais sobre a EAPE, é importante
conhecer a Portaria nº 659, de 02/12/2021, que dispõe sobre a
organização administrativa e pedagógica dessa importante
Subsecretaria.
Sobre a concepção da formação continuada, a Portaria afirma que
deve ser considerada a legislação nacional sobre o tema, as diretrizes de
formação continuada, o currículo em movimento da SEEDF e os
documentos e orientações pedagógicos e de avaliação da rede. Afirma,
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/Diretrizes-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-Continuada_05fev19.pdf
ainda, que a formação continuada deve considerar as dimensões do
trabalho e do desenvolvimento humano, a relação teoria e prática, a
pesquisa e ser articulada com o contexto social, político e cultural das
Unidades Escolares, além de considerar a reflexão sobre a prática
educacional e a busca de aperfeiçoamento técnico, pedagógico e ético
dos profissionais da educação.
Nesse sentido, a formação continuada se justifica pela necessidade de:
I - implementação de políticas públicas educacionais distritais e
nacionais e, ampliação conceitual e prática da atividade profissional;
II - ressignificação do trabalho dos profissionais da Educação do Distrito
Federal frente às demandas pedagógicas e administrativas;
III - promoção das aprendizagens dos estudantes daeducação básica,
considerando os resultados das avaliações de larga escala;
IV - cumprimento de metas e estratégias dos Planos Nacional e Distrital
de Educação;
V - atendimento ao Currículo da Educação Básica e às Diretrizes
Pedagógicas da SEEDF, às Diretrizes Curriculares Nacionais e à Lei que
trata do Sistema de Ensino e da gestão democrática da Rede Pública de
Ensino do Distrito Federal; e
VI – avaliação das propostas de cursos encaminhadas por instituições
privadas com vistas à validação para progressão vertical, prevista nos
planos de carreira dos servidores da educação do Distrito Federal.
A formação continuada ofertada pela EAPE poderá ser realizada por
meio de:
I - cursos, congressos, conferências, seminários, simpósios,
mesas-redondas, colóquios, fóruns, palestras, oficinas temáticas,
oficinas de formação específica, projetos e outras ações similares de
formação promovidas pela EAPE ou por meio de parcerias formalmente
constituídas;
II - orientação e acompanhamento de projetos relacionados à formação
continuada desenvolvidos na Unidade Escolar e em outros setores da
SEEDF;
III - elaboração e publicação de pesquisa como princípio formativo e de
pesquisas sobre os desafios da educação pública no Distrito Federal; e
IV - emissão de parecer técnico pedagógico de cursos propostos por
instituições privadas com validade para progressão vertical prevista nos
planos de carreira.
Sobre o formato/modalidade da formação continuada na rede, ela
poderá ser realizada:
I - presencialmente, quando o processo de ensino-aprendizagem se dá
majoritariamente por meio de encontros presenciais com o/a
formador/a; e
II - à distância, quando o processo de ensino-aprendizagem se dá
majoritariamente com atuação do formador por meio de Tecnologias
Digitais de Informação e Comunicação - TDICs, em lugares e tempos
diversos.
III - hibridamente, quando combinado as modalidades presencial e à
distância, salvo caso fortuito ou força maior.
Sobre os deveres dos cursistas, destacamos alguns pontos importantes:
I - para fins de certificação da formação continuada, a frequência do
participante, assim como o aproveitamento nas atividades avaliativas,
deverá ser, no mínimo, de 75%;
II - o/a cursista desistente, não concluinte ou evadido de curso/atividade,
presencial ou a distância, deverá apresentar justificativa mediante a
Declaração de Justificativa de Desistência. A não apresentação desse
documento acarretará o bloqueio do CPF para nova inscrição em outro
curso.
III - justificar o desinteresse/desistência, no prazo máximo de 48 horas,
úteis, antes do início do curso;
IV - verificar a sua disponibilidade de tempo para o cumprimento das
atividades;
V- frequentar, assiduamente, o curso/atividade em que encontra-se
inscrito e cumprir o estabelecido no Termo de Compromisso constante
do formulário-ficha de inscrição do curso.
VI - frequentar assiduamente as salas de aula, o AVA, e estar conectado
nas plataformas ou aplicativos de transmissão de som e imagem, nos
horários previamente estabelecidos na programação do curso/atividade,
quando forem realizadas as atividades presenciais ou a distância, de
modo assíncrono ou síncrono, para que seja realizado o
registro/controle automático de participação;
VII - realizar as atividades avaliativas quando previstas na proposta de
curso/atividade, nas modalidades presenciais e/ou a distância;
VIII - observar o disposto na legislação que rege os direitos autorais
referentes a quaisquer recursos, obras e conteúdos utilizados durante a
realização de curso/atividade; e
IX - apresentar à chefia imediata a Declaração de Comparecimento dos
cursos e/ou a Declaração de Justificativa de Desistência, se couber,
contendo dia e horário da formação realizada na EAPE.
3.3. Diretoria de Organização do Trabalho Pedagógico e Pesquisa (DIOP)
Diretorias da EAPE
Atualmente, a EAPE se organiza em duas Diretorias, subdivididas
em sete Gerências, e alguns setores específicos como o de Inscrição, o
de Documentação, o de Bolsas de Estudos, Convênios e Validação de
Cursos e o de Afastamento Remunerado para Estudos. Vamos falar um
pouco de cada uma delas.
Começaremos pela apresentação de algumas funções relativas à
Diretoria de Organização do Trabalho Pedagógico e Pesquisa (DIOP).
São elas:
I – promover e coordenar as ações necessárias à realização de cursos
de formação continuada e de pesquisas voltados aos profissionais da
educação; bem como as ações de acolhimento e formação continuada
dos profissionais da educação ingressantes na Secretaria;
II – propor e coordenar a articulação de ações referentes à formação
continuada e pesquisa, no âmbito da Secretaria, junto a outros órgãos
públicos, instituições de ensino superior, entidades classistas e demais
instituições externas;
III – avaliar a viabilidade das propostas de cursos voltados à formação
de servidores, oferecidos por setores internos da Secretaria e realizados
no âmbito da EAPE;
IV – supervisionar e acompanhar, na sua área de atuação, as ações
referentes ao estabelecimento de convênios, contratos, termos de
cooperação técnica e similares, voltados à formação continuada, à
pesquisa e às atividades correlatas, junto a órgãos públicos, instituições
de ensino superior, entidades classistas e demais instituições externas;
V – avaliar as propostas de cursos apresentadas por instituições da
iniciativa privada voltados à formação de servidores da Secretaria;
VI – analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos
de formação continuada e de pesquisas referentes aos profissionais da
educação, no âmbito de pesquisa, avaliação e incentivo ao
desenvolvimento profissional;
Vinculadas à DIOP, estão as Gerências exclusivamente
Pedagógicas. São elas:
EMEB
Compete à Gerência de Pesquisa e Formação Continuada para
Modalidades da Educação Básica (GEMEB), dentre outras funções:
gerenciar, analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de
cursos de formação continuada e de pesquisas, no âmbito das
modalidades da Educação Básica, voltados aos profissionais da
educação. Por exemplo: Educação Especial; Educação do Campo;
Educação Profissional; Educação de Jovens e Adultos; e outros.
E-mail: gemeb.eape@edu.se.df.gov.br
GOET
Compete à Gerência de Pesquisa, Avaliação e Formação
Continuada para Gestão, Carreira Assistência, Orientação Educacional e
Eixos Transversais (GOET), dentre outras funções: gerenciar, analisar e
acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de formação
continuada e de pesquisas voltados aos profissionais da educação, no
âmbito dos eixos transversais e das oficinas pedagógicas; da gestão
escolar; da orientação educacional; e dos servidores da Carreira
Assistência.
E-mail: goet.eape@edu.se.df.gov.br
GETEB
Compete à Gerência de Pesquisa e Formação Continuada para
Etapas da Educação Básica (GETEB), dentre outras funções: gerenciar,
analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de cursos de
formação continuada e de pesquisas, no âmbito das etapas da
Educação Básica, voltados aos profissionais da educação. Por exemplo:
Educação Infantil; Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais); e
Ensino Médio.
E-mail: geteb.eape@edu.se.df.gov.br
Diretoria de Inovação, Tecnologias e Documentação (DITED)
Apresentaremos, agora, a Diretoria de Inovação, Tecnologias e
Documentação (DITED) e suas funções. Compete à essa Diretoria:
I – acompanhar e estabelecer a divulgação, no âmbito da EAPE, dos
programas oficiais referentes ao uso das tecnologias na educação, no
âmbito da política pública de formação continuada;
II – propor critérios, acompanhar e avaliar o processo de seleção para
Bolsa de Estudo e para Afastamento Remunerado para Estudo, no
âmbito da Secretaria;
III – supervisionar, coordenar e acompanhar procedimentos
administrativos referentes aos servidores da EAPE e aos servidores em
situação de Afastamento Remunerado para Estudo;
IV – coordenar e supervisionar a divulgação e a execução da inscrição,
da seleção e da enturmação dos candidatos aos cursos e aos eventos
promovidospela EAPE;
V – supervisionar e acompanhar as ações de divulgação, inscrição e
seleção referentes ao Afastamento Remunerado para Estudo, às Bolsas
de Estudo, e aos convênios;
VI – promover, dar suporte e manter, no âmbito da EAPE, o acesso dos
formadores e dos cursistas à rede de tecnologia e aos produtos de
tecnologia da informação, conforme padrões definidos e
institucionalizados pela Secretaria.
Vinculadas à DIED, estão as Gerências Técnico-Pedagógicas e
Administrativas. São elas:
GITEAD
Compete à Gerência de Formação Continuada para Inovação,
Tecnologias e Educação a Distância (GITEAD), dentre outras funções:
gerenciar, analisar e acompanhar as ações necessárias à realização de
cursos de formação continuada e de pesquisas voltados aos
profissionais da educação, no âmbito das tecnologias educacionais;
educação à distância - EAD; ingressantes na SEEDF; e outros. Cabe
ainda aos servidores da GITEAD acompanhar, orientar e gerenciar todos
os cursos ofertados pela EAPE e que utilizam a plataforma Moodle, bem
como produzir materiais didáticos e audiovisuais demandados por essa
Subsecretaria.
E-mail: gitead.eape@edu.se.df.gov.br
GDOL
Compete à Gerência de Documentação e Logística (GDOL) dentre
outras funções: gerenciar, catalogar, organizar e manter, no âmbito da
EAPE, os serviços, os processos e os procedimentos relativos à gestão
do patrimônio, aos serviços gerais, ao transporte; e às atividades de
portaria e vigilância.
E-mail: gdol.eape@edu.se.df.gov.br
Em tempo, gostaríamos de apresentar outros setores importantes que
compõem a EAPE, que são:
● Setor de Documentação: que acompanha e avalia os processos
administrativos referentes à certificação das ações de formação
continuada. E-mail: sdoc.eape@edu.se.df.gov.br
● Setor de Inscrição: que acompanha e avalia os processos
administrativos referentes à inscrição nas ações de formação
continuada. E-mail: sins.eape@edu.se.df.gov.br
● Setor de Afastamento Remunerado para Estudos: que acompanha
e coordena o processo seletivo e os procedimentos administrativos
e pedagógicos referentes aos servidores em situação de
afastamento remunerado para estudo (mestrado, doutorado,
pós-doutorado). E-mail: afast.eape@edu.se.df.gov.br
● Setor de Bolsas de Estudos, Convênios e Validação de Cursos:
que supervisiona e acompanha as ações referentes ao
estabelecimento de convênios, contratos, termos de cooperação
técnica e similares, junto a órgãos públicos, instituições de ensino
superior, entidades classistas e demais instituições externas
voltadas à formação continuada, além de acompanhar e avaliar o
processo de seleção para bolsas de estudo. E-mail:
convenio.eape@edu.se.df.gov.br
4. SUBEB
Olá professor/a! Sem dúvidas uma das maiores subsecretarias, a SUBEB
estará presente em vários momentos da sua trajetória, seja por meio de
orientações pedagógicas para a sua atuação em sala de aula, até os
grandes projetos implementados e desenvolvidos pela Secretaria de
Educação do DF.
Atualmente, a SUBEB é organizada em 7 Diretorias, composta pelas suas
Gerências, e tem como suas principais funções definir, elaborar,
implantar, acompanhar e implementar políticas, diretrizes específicas e
orientações relacionadas ao trabalho pedagógico desenvolvido nas
etapas e nas modalidades da Educação Básica, no âmbito da Rede
Pública de Ensino. A partir de agora, vamos apresentar à você a
organização estrutural dessas Diretorias e algumas das ações que são
implementadas por elas.
Vamos lá!!!
4.1. Estrutura organizacional
Atualmente, a Subsecretaria de Educação Básica (SUBEB) se
organiza da seguinte maneira:
Unidade de Gestão
Estratégica da Educação
Básica
Diretoria de Educação Infantil
▸ Gerência de Atenção às Unidades
Públicas
▸ Gerência de Atenção às Instituições
Parceiras
Diretoria de Ensino Fundamental
▸ Gerência de Atenção aos Anos
Iniciais
▸ Gerência de Atenção aos Anos Finais
▸ Gerência de Atenção às
Aprendizagens
Diretoria de Ensino Médio
▸ Gerência de Atenção ao Ensino
Médio
▸ Gerência de Atenção ao Novo Ensino
Médio
Diretoria de Educação de Jovens e
Adultos
▸ Gerência de Atenção à Educação de
Jovens e Adultos
▸ Gerência de Atenção à Educação
Prisional
Diretoria de Educação Profissional
▸ Gerência de Atenção à Educação
Profissional
▸ Gerência de Integração com o Ensino
Médio e com a Educação de Jovens e
Adultos
▸ Gerência: Programa Novos Caminhos
– PRONATEC
Unidade de Gestão
Articuladora da Educação
Básica
Diretoria de Serviços e Apoio à
Aprendizagem
▸ Gerência das Políticas de Leitura, do
Livro e das Bibliotecas
▸ Gerência de Orientação Educacional
▸ Gerência de Programas e Projetos
Transversais
Diretoria de Modalidades Especiais
▸ Gerência de Atenção à Educação do
Campo
▸ Gerência de Atenção à
Socioeducação
▸ Gerência de Desportos
▸ Gerência de Educação a Distância
Apresentaremos, a seguir, as principais ações realizadas por essa
Subsecretaria. Eventualmente, você que já faz parte da rede, antes
mesmo de se tornar professor/a efetivo/a, deve conhecer os projetos
que serão apresentados e pode até ter participado de alguns deles nas
escolas em que trabalhou. Mas se você está chegando agora na SEEDF
irá conhecer, em primeira mão, algumas dessas ações que poderão ser
desenvolvidas ainda nesse ano.
4. SUBEB
4.2. Diretoria de Educação Infantil
Vamos começar pela DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL (DIINF).
Algumas das principais funções são:
I – propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área
de atuação, para a implantação e a implementação de políticas públicas
para as unidades escolares – UEs da Rede Pública de Ensino e as
instituições educacionais – IEs parceiras que ofertam Educação Infantil;
II – promover articulação, junto aos demais setores da Secretaria e às
outras instâncias para efetivação de políticas públicas, programas,
projetos e ações para a Educação Infantil e a Educação em Tempo
Integral;
III – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a
implementação e a avaliação do currículo referente à Educação Infantil;
IV – orientar e acompanhar o cadastramento, a implantação e a
execução dos projetos e dos programas de Educação em Tempo Integral
desenvolvidos nas UEs da Rede Pública de Ensino e nas IEs parceiras
que ofertam Educação Infantil;
V – orientar e acompanhar, junto às UNIEBs/CREs, as ações
técnico-pedagógicas concernentes aos programas e aos projetos de
fomento à Educação em Tempo Integral nas UEs da Rede Pública de
Ensino e nas IEs parceiras que ofertam Educação Infantil;
Apresentaremos a seguir algumas das ações desenvolvidas pela DIINF.
O brincar como direito dos bebês e das crianças.
(https://www.educacao.df.gov.br/plenarinha_see.2021.pdf)
O Projeto O brincar como direito dos bebês e das crianças, criado em
2020, surgiu como uma resposta à suspensão das aulas em decorrência
da epidemia de COVID-19. A temática foi eleita por ser a brincadeira um
direito de aprendizagem e desenvolvimento, eixo estruturante das
práticas pedagógicas na Educação Infantil e atividade guia do
desenvolvimento infantil, considerando que as funções psíquicas que as
crianças precisam ter desenvolvido para o exercício de diferentes
atividades pedagógicas na Educação Infantil e para a continuidade do
processo educativo nas outras etapas de ensino, se formam e se
desenvolvem enquanto as crianças brincam, de acordo com os
pressupostos teóricos que balizam o Currículo em Movimento do Distrito
Federal.
Plenarinha da Educação Infantil
(https://www.criancacandanga.df.gov.br/plenarinha-de-educacao-infantil)
O projeto da Plenarinha, realizado desde o ano de 2013, tem como foco
a criança, sua aprendizagem e desenvolvimento, por meio de ações
educativas organizadas por professores/as e demais profissionais da
escola. Essa ação enfatiza o protagonismo infantil, por meio da escuta
sensível e atenta, ao tornar as crianças partícipes no processo de
aprendizagem e desenvolvimento que é estruturado na primeira etapa da
Educação Básica: Educação Infantil e primeiro ano do Ensino
Fundamental.
Alimentação na Educação Infantil:mais do que cuidar, educar, brincar e
interagir.
(https://www.educacao.df.gov.br)
O Projeto Alimentação tem como objetivo a ressignificação das práticas
que envolvem a alimentação escolar, bem como ampliar a compreensão
sobre a importância dos bons hábitos alimentares e sustentáveis, não
apenas na instituição educativa, mas sobretudo, no contexto familiar e
social das crianças.
Papai Noel dos Correios.
(agenciabrasil.ebc.com.br)
A campanha, em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e
Telégrafos, tem como objetivo incentivar o interesse pelo aprendizado da
escrita de cartas pelas crianças e estimular o desenvolvimento de
habilidades cognitivas e emocionais. A iniciativa utiliza-se da ação lúdica
e da crença no Papai Noel para a promoção da solidariedade e de
valores, tanto pelas crianças que elaboram as cartas como pela
sociedade civil que as adota, fortalecendo, assim, o exercício da
cidadania de todos os envolvidos.
Aquisição de utensílios para autosservimento de alimentação escolar.
(fnde.gov.br/institucional/area-de-imprensa)
Constitui objeto deste Termo de Referência compor o Edital do Pregão
Eletrônico para Registro de Preços visando aquisição de utensílios para
servimento da alimentação escolar, para atender as crianças do
Programa de Alimentação Escolar do Distrito Federal, especificamente
para as unidades escolares públicas que ofertam Educação Infantil, da
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). A
pretensa aquisição atenderá especificamente cerca de 25.135 crianças
matriculadas nas 70 unidades escolares exclusivas para atendimento à
Educação Infantil e nas 33 unidades escolares do campo que atendem
turmas de Educação Infantil em tempo integral e parcial que participam
do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE (de acordo com
dados do Censo Escolar de 20 de março de 2019).
Criança Feliz Brasiliense.
O Criança Feliz Brasiliense é um programa intersetorial que tem a
finalidade de apoiar as famílias em seu papel protetivo, além de ampliar
a rede de atenção e cuidado para o desenvolvimento integral das
crianças na primeira infância, ou seja, desde a gestação até os seis anos
de idade. Para isto, tem como principais ações as visitas domiciliares e a
articulação entre políticas públicas.
Eleitor do Futuro - Módulo Inclusão Social desde a Infância.
(tre-se.jus.br/o-tre/escola-judiciaria-eleitoral)
O Programa Eleitor do Futuro, uma parceria com o Tribunal Regional
Eleitoral do Distrito Federal - TRE-DF, tem o objetivo discutir temas de
inclusão social e cultural por meio da associação dos personagens do
folclore brasileiro com temas sociais contemporâneos.
Projeto Financinhas
(http://ec29taguatinga.blogspot.com)
Esse projeto desenvolve atividades para fomento da educação financeira
para crianças da Educação Infantil por meio de teatro e distribuição de
livro paradidático nas unidades escolares.
SAIBA MAIS!
Essas são algumas das ações que são implementadas junto pela
DIINF junto às escolas da rede. Para mais informações sobre essa
Diretoria, deixaremos aqui para você os principais documentos e
referências que orientam as ações desenvolvidas pela Diretoria de
Educação Infantil. Fique a vontade para pesquisar quando sentir
necessidade.
● Currículo em Movimento do Distrito Federal - Educação Infantil
(2018)
● O brincar como direito dos bebês e das crianças
● Alimentação na Educação Infantil: mais que cuidar, educar, brincar
e interagir
● Plenarinha
● Diretrizes Pedagógicas e Operacionais para as Instituições
Educacionais Parceiras que ofertam Educação Infantil.
● Relatório Descritivo Individual do Aluno – RDIA
● Formulários de Escrituração Escolar
● Orientações para o preenchimento dos Formulários
● Indicadores de Qualidade na Educação Infantil do Distrito Federal
● Manual de Procedimentos para Atendimento à Educação Infantil –
Creche: em unidades escolares da rede pública e instituições
educacionais parceiras (Revisada e atualizada – Publicado em
2016)
● Acolhimento e inserção na Rede pública de ensino, para o retorno
presencial na Educação Infantil (creche e pré-escola)
● Caderno Orientador – Transição Escolar: trajetórias na Educação
Básica do Distrito Federal
4.3. Diretoria de Ensino Fundamental
Seguiremos, agora, para a DIRETORIA DE ENSINO
FUNDAMENTAL (DIEF). Essa Diretoria é uma unidade orgânica
responsável pela direção e supervisão das ações implementadas para
os estudantes do 1º ao 9º ano da educação básica e pela orientação do
trabalho de todos os profissionais envolvidos com essa etapa de ensino.
As principais funções da DIEF, são:
I - propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área
de atuação, para a implantação e a implementação de políticas e
diretrizes específicas destinadas ao Ensino Fundamental da Rede
Pública de Ensino;
II - promover articulação com demais setores da Secretaria e com outras
instâncias para efetivação de políticas, diretrizes específicas, programas,
projetos e ações para o Ensino Fundamental;
III - coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a
implementação e a avaliação do currículo referente ao Ensino
Fundamental na Rede Pública de Ensino;
IV - orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos
dispositivos legais e pedagógicos referentes ao Ensino Fundamental na
Rede Pública de Ensino;
V - orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, junto às
UNIEBs/CREs, as políticas, as diretrizes, os programas, os projetos e as
ações do Ensino Fundamental;
As principais ações desenvolvidas ou planejadas pela Diretoria de
Ensino Fundamental, são:
Programa Eu Passarinho (Recomposição das Aprendizagens)
(https://www.flickr.com/photos)
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal - SEEDF,
reafirmando seu compromisso em ofertar educação pública de
qualidade, com foco na melhoria das aprendizagens dos estudantes e
sua permanência na escola, apresenta, em parceria com a Universidade
de Brasília - UnB, o Projeto “Eu Passarinho: aprendendo juntos”. Essa
ação tem por objetivo contribuir para a realização de ações interventivas,
voltadas para a recomposição das aprendizagens dos estudantes do
Ensino Fundamental, por meio da participação de universitários,
estagiários dos cursos de Pedagogia, Letras-Português, História e Artes
da UnB.
Programa Superação - 2023
http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/defasagem-escolar
O projeto SuperAção-2023 visa corrigir a situação de
incompatibilidade idade/ano de alunos, foi elaborado de maneira
colaborativa de acordo com a legislação vigente LDB 9394/96, artigo 24,
inciso V, e considerando as experiências e programas anteriores do DF
e de outros estados, para atender estudantes com dois ou mais anos de
atraso em relação ao ano escolar esperado do ensino fundametal O
programa é feito em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a
Infância (Unicef) por meio das ações propostas pela entidade nas
Trajetórias de Sucesso Escolar (TSE). A ideia do Unicef é que essas
ações tragam estratégias para o enfrentamento da cultura do fracasso
escolar.
Na prática, a partir dos 13 anos de idade, estudantes do Ensino
Fundamental (anos finais), que reprovaram no mínimo duas vezes, vão
ser atendidos. “O Novo Ensino Médio já possui uma abordagem
diferenciada que prevê novos itinerários. Por isso, não vai ser realizada
correção de fluxo, nesse momento, para essa etapa. Quanto aos anos
iniciais, a SEEDF já trabalha há mais de 10 anos com a política de ciclos
para aprendizagens, que apresenta resultados efetivos e a defasagem
segue em queda”, explica a diretora de Ensino Fundamental, da
Gerência de Políticas Educacionais para o Desempenho Escolar da
SEEDF, Marli Dias Ribeiro.
Projeto Escolas Inovadoras
(educacao.df.gov.br/escolas-inovadoras-na-rede-publica/ CEF 5 de Taguatinga)
A proposta objetiva implementar e sistematizar o processo de
cocriação de protótipos de escolas inovadoras. Considerando educação
inovadora, como aquela que inclui o uso de novas tecnologias, sem
desprezar as tecnologias tradicionais, rompe paradigmase práticas
pedagógicas e gerenciais da educação vigente, instaura novos modelos
adequados aos estudantes e à sociedade em que estão inseridos tendo
por propósito maior o bem-viver.
Sendo assim, durante 18 meses, a SEEDF passa a ter 4 (quatro)
unidades escolares nas quais serão cocriados projetos piloto de escolas
inovadoras. Nestas unidades escolares serão estudados, discutidos,
escolhidos e aplicados modelos inovadores que contemplem 8 (oito)
elementos considerados como mínimos a serem transformados junto à
escola contemplada pelos projetos selecionados, quais sejam:
1. Modelo gerencial efetivo e inovador;
2. Proposta pedagógica;
3. Estratégias de facilitação de diálogos;
4. Comunidade escolar engajada;
5. Infraestrutura predial, equipamentos e mobiliário inovadores;
6. Implantação de recursos tecnológicos pedagógicos e gerenciais;
7. Times de profissionais alinhados e engajados;
8. Monitoramento e avaliação institucional.
O projeto Escolas Inovadoras surge a partir do Edital 04/2019 da
Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal - FAPDF que em
parceria com a SEEDF, apresentaram o Chamamento Público para
seleção de Organizações da Sociedade Civil - OSC para a cocriação de
projetos piloto de escolas inovadoras.
Projeto Trilhar
(https://www.educacao.df.gov.br)
O Projeto Trilhar busca acompanhar e fortalecer os trabalhos
pedagógicos docentes, sobretudo, os com foco na alfabetização, nos
letramentos e no raciocínio lógico com vistas à recomposição da
aprendizagens, por meio de ações estruturadas em quatro eixos:
Orientações pedagógicas, Vivências de acompanhamento, Fórum de
práticas exitosas e elaboração de Política Distrital de Alfabetização.
Trata-se de um projeto que visa articular junto ao nível intermediário,
práticas pedagógicas que fortalecem e consolidam o desenvolvimento
do processo de aquisição do Sistema de Escrita Alfabética - SEA, das
habilidades de leitura, interpretação e produção de textos na perspectiva
do letramento, reduzindo os índices de defasagem de aprendizagem
além de valorizar o empenho e as vivências dos profissionais de
educação da rede.
Tempo de Aprender (MEC)
(http://alfabetizacao.mec.gov.br/tempo-de-aprender)
O Tempo de Aprender é um programa de alfabetização abrangente,
com o objetivo de melhorar a qualidade da alfabetização em todas as
escolas públicas do país. O programa propõe ações estruturadas em
quatro eixos. São eles: eixo 1, formação continuada de profissionais da
alfabetização; eixo 2, apoio pedagógico e gerencial para a alfabetização;
eixo 3, aprimoramento das avaliações da alfabetização e eixo 4,
valorização dos profissionais da alfabetização.
Programa Educação com Movimento
(https://www.educacao.df.gov.br)
O PECM tem como finalidade precípua a ampliação das experiências
corporais dos estudantes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do
Ensino Fundamental, mediante a intervenção pedagógica integrada e
interdisciplinar entre o/a professor/a de Atividades e o/a professor/a de
Educação Física, na perspectiva da Educação Integral, conforme
preconizado no Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito
Federal.
Projeto Aprender Mais
(https://www.agenciabrasilia.df.gov.br )
O Projeto Aprender Mais visa estimular as potencialidades e trabalhar
as fragilidades percebidas na Rede Pública de ensino durante o processo
pedagógico, em especial às proposições voltadas para a recuperação
das aprendizagens nos blocos I e II do 3º Ciclo para as aprendizagens.
O projeto tem como objetivos: promover orientações técnicas sobre
as intervenções propostas na Diretriz Pedagógica do 3º Ciclo para os
professores de Anos Finais da SEEDF e acompanhar o andamento das
ações para o 3º Ciclo para as aprendizagens no pós ensino remoto nas
Unidades Escolares junto às UNIEB, com o foco na recomposição das
aprendizagens, por meio de ações estruturadas nos seguintes eixos:
Formação Continuada (Curso Conectando Práticas), Orientações
pedagógicas, Vivências de acompanhamento e Fórum de práticas
exitosas.
Programa Aprender Valor
(https://aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor)
No Programa Aprender Valor, a Educação Financeira se efetiva nas
escolas de Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano, oportunizando
formação online para gestores e professores, com certificação, além de
disponibilizar projetos escolares que trazem sequências didáticas com
atividades que articulam habilidades relacionadas ao planejamento do
uso de recursos, à poupança ativa e ao uso responsável do crédito com
conceitos e habilidades de Matemática, de Língua Portuguesa (para os
anos iniciais) e de Ciências Humanas (para os anos finais), de modo
transversal e integrado.
SAIBA MAIS!
Para saber mais sobre o Ensino Fundamental, deixaremos aqui alguns
documentos que referencia o trabalho desenvolvido por essa Diretoria.
● Orientação Pedagógica: 3º Ciclo para as Aprendizagens
● Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2º Ciclo para
as Aprendizagens: Bia e 2º Bloco
● Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 3º Ciclo para
as Aprendizagens
● Currículo em Movimento do Ensino Fundamental do Distrito
Federal -- Anos Iniciais/Anos Finais
● RAv Formulário 1: Descrição do Processo de Aprendizagem do
Estudante: 2 o Ciclo
● RAv Formulário 2: Ata de Conselho de Classe
● Registro Formativo de Avaliação – RFA
4.4. Diretoria de Ensino Médio
A nossa próxima parada será na DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO
(DIEM). Destacamos que, nos últimos anos, essa Diretoria vem
trabalhando diariamente em prol da implantação e implementação do
Novo Ensino Médio no Distrito Federal, dentre outras funções, como:
I - Propor e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na sua área de
atuação, para a implantação e a implementação de políticas, diretrizes
específicas, programas, projetos e ações para o Ensino Médio e para o
Novo Ensino Médio da Rede Pública de Ensino;
II - Promover articulação com os demais setores da Secretaria e com
outras instâncias para efetivação de políticas, diretrizes específicas,
programas, projetos e ações para o Ensino Médio e para o Novo Ensino
Médio;
III - Coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a
implementação e a avaliação do currículo referente ao Ensino Médio e
ao Novo Ensino Médio;
IV - Orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos
dispositivos legais e pedagógicos concernentes ao Ensino Médio e ao
Novo Ensino Médio na Rede Pública de Ensino;
V - Orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, políticas,
diretrizes específicas e ações do Ensino Médio e do Novo Ensino Médio,
junto às UNIEBs/CREs;
VI - Propor e elaborar documentos norteadores para o acompanhamento
técnico-pedagógico destinados a subsidiar as ações dos profissionais
da educação que atuam no Ensino Médio;
As ações realizadas pela DIEM contemplam a Meta 3 do PDE e o
Regimento Escolar (Art. 44, Art. 45 e Art. 49). Além disso, são
respaldadas nos referenciais legais e regulatórios da Lei n.º 9394/1996,
da Lei n.º 13.415/2017, da Lei n.º 11.494/2007, da Resolução CNE/CEB
n.º 03/2018 e da Portaria n.º 1432/2018.
A Diretoria de Ensino Médio atua em todas as fases de
organização do Novo Ensino Médio. Acompanha a fase de análise da
situação educacional de estudantes, com a finalidade de
(re)estruturação das ações educacionais, junto ao Ministério da
Educação, ao Conselho Nacional de Educação, à Universidade de
Brasília, ao Conselho de Educação do Distrito Federal, aos fóruns
educacionais, às organizações da sociedade civil, às entidades de
classe. Ainda, propõe a gestão dos processos necessários para a plena
implementação do novo currículo revisado à luz da Base Nacional
Comum Curricular (BNCC).
O Decreto n.º 42.687/2021 (DODF n.º 205, p. 5) apresentou a
reconfiguração da estrutura da Diretoria de Ensino Médio, conciliando
atribuições necessárias ao atendimento do Ensino Médio com as
necessidades suscitadas pelo Novo Ensino Médio, desde a implantação
até a implementação, sob ação conjunta de órgãos governamentais, não
governamentais, da sociedade civil e entidades declasse.
(https://www.educacao.df.gov.br)
Nesse contexto, destacamos algumas das principais ações
desenvolvidas nas 94 Unidades Escolares do Ensino Médio:
1. Implementação das mudanças trazidas pela Lei n.º 13.415 e suas
possibilidades para o Ensino Médio no DF.
2. Articulação institucional e elaboração de documentos normativos
voltados para o Ensino Médio.
3. Formação Continuada: a DIEM, em parceria com a Subsecretaria
de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE),
elaborou um Plano de Formação Continuada para o Novo Ensino
Médio. O objetivo da formação foi o de promover a capacitação
dos Profissionais da Educação no desenvolvimento de
metodologias e estratégias pedagógicas diversificadas para o
Novo Ensino Médio, com abordagens relacionadas ao novo
Currículo do Ensino Médio, ao Projeto de Vida, às Metodologias
Ativas, à Pedagogia de Projetos e à elaboração de Unidades
Curriculares Eletivas Orientadas e Trilhas de Aprendizagem.
4. Itinerário Formativo de Educação Profissional Técnica (EPT): A
formulação de ações voltadas à implantação do Itinerário
Formativo de Educação Profissional se caracteriza como um
conjunto de iniciativas que visa oportunizar ao estudante a
formação técnica e profissional. Os estudantes matriculados no
Ensino Médio regular terão a possibilidade de cursar integralmente
um itinerário técnico, fazer um curso técnico junto com cursos de
Formação Inicial e Continuada (FIC) ou, até mesmo, um conjunto
de FICs articuladas entre si.
5. Catálogo em Movimento dos Itinerários Formativos: o catálogo é
fruto da escuta dos estudantes e das contribuições de diversos
atores, contemplando práticas pedagógicas de profissionais da
educação da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal e
parceiros durante a implementação de Unidades Escolares-Piloto e
do processo de formação continuada dos profissionais da
educação desenvolvido pela Subsecretaria de Formação
Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE). Trata-se de um
material de apoio para as Unidades Escolares ofertarem seus
itinerários formativos a partir de objetivos e metodologias que
reflitam a realidade local, a Proposta Pedagógica, as necessidades
e características da comunidade escolar.
6. Parcerias externas: Com a proposta de flexibilização curricular
trazida pelo Novo Ensino Médio, abriu-se a oportunidade de
formalização de parcerias com entidades e instituições externas
para a oferta de Itinerários Formativos. Dentro das parcerias, é
possível mencionar, por exemplo: o Serviço Nacional de
Aprendizagem Comercial (SENAC), o Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial (SENAI), a Fundação Oswaldo Cruz -
Fiocruz, o Serviço Social da Indústria-SESI, a Universidade de
Brasília (UnB), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas
Empresas (SEBRAE), a Defensoria Pública do Distrito Federal, as
Embaixadas da Espanha e da França, o Departamento de Trânsito
do Distrito Federal (Detran-DF), o Ministério Público do Distrito
Federal e Territórios (MPDFT), etc.
SAIBA MAIS!
Nesse momento, o Ensino Médio está passando por grandes
transformações estruturais em todo o nosso país. Voltaremos a esse
assunto de maneira detalhada mais a frente, no nosso módulo sobre
etapas e modalidades educacionais. Enquanto isso, destacamos aqui os
principais documentos de referência sobre o trabalho realizado junto ao
Ensino Médio no Distrito Federal. Caso seja do seu interesse, aproprie-se
do material e os utilizem quando necessário.
● Plano Nacional de Educação (PNE).
● Plano Distrital de Educação (PDE).
● Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
● Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.
● Lei n.º 9.394/1996.
● Lei n.º 13.415/2017.
● Portaria MEC n.º 649, de 10 de julho de 2018.
● Portaria MEC n.º 1.023, de 4 de outubro de 2018.
● Portaria MEC n.º 1.024, de 4 de outubro de 2018.
● Portaria MEC n.º 1.432, de 28 de dezembro de 2018.
● Portaria n.º 21, de 4 de fevereiro de 2020.
● Portaria n.º 22, de 4 de fevereiro de 2020.
● Portaria n.º 507, de 30 de dezembro de 2020.
● Portaria n.º 93, de 3 de março de 2021.
● Resolução n.º 21/2018 - FNDE, de 14 de novembro de 2018.
● Resolução n.º 3/2018 - CNE/CEB, de 21 de novembro de 2018.
● Resolução n.º 2/2020 - CEDF, de 24 de dezembro de 2020.
● Nota Técnica n.º 02/2019, do Conselho de Educação do DF.
● Nota Técnica n.º 03/2019, do Conselho de Educação do DF.
● Parecer n.º 112/2020 - CEDF, de 08 de dezembro de 2020.
● Parecer n.º 01/2022 - CEDF, de 25 de janeiro de 2022.
4.5. Diretoria de Educação de Jovens e Adultos
Em consonância com o Regimento Interno da SEEDF, instituído
pelo Decreto nº 38.631 de 20 de novembro de 2017, apresentamos,
nesse momento, a DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
(DIEJA). Essa Diretoria atua junto às suas duas Gerências exercendo as
seguintes funções:
I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na
sua área de atuação, para a implantação e a implementação de políticas,
diretrizes específicas, programas, projetos e ações para a Educação de
Jovens e Adultos da Rede Pública de Ensino;
II – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a
implementação e a avaliação do currículo referente à Educação de
Jovens e Adultos;
III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos
dispositivos legais e pedagógicos concernentes à Educação de Jovens e
Adultos na Rede Pública de Ensino;
IV – orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, políticas,
diretrizes específicas e ações referentes à Educação de Jovens e
Adultos, junto às Unidades Regionais de Educação Básica –
UNIEBs/CREs;
V – elaborar documentos norteadores para o acompanhamento
técnico-pedagógico destinados a subsidiar as ações dos profissionais
da educação que atuam na Educação de Jovens e Adultos;
(https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/)
 As principais ações desenvolvidas ou planejadas pela Diretoria de
Educação de Jovens e Adultos são:
1. Mapeamento do perfil do público atendido pelas unidades
ofertantes da EJA com o objetivo de sinalizar possíveis
intervenções pedagógicas, vislumbrando o fortalecimento da
oferta, o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos dos
sujeitos atendidos pela modalidade.
2. Publicação das Orientações Pedagógicas voltadas para Política
Distrital do Idoso com o objetivo de fortalecer o atendimento direto
à população idosa da Rede Pública de Ensino e a conscientização
do público atendido pelas demais etapas e modalidades sobre o
processo de envelhecimento, promovendo a valorização da pessoa
idosa e atuando na prevenção do preconceito geracional e da
violência contra a pessoa idosa.
3. Publicação da Nota Técnica sobre Projetos/Programas que visa
orientar às Unidades Escolares quanto à organização do trabalho
pedagógico referente à implementação do Componente Curricular
Projetos/Programa contido nas matrizes curriculares da EJA.
4. Organização e realização dos Seminários sobre integração da EJA
à Educação Profissional e Tecnológica com o objetivo de fomentar
a formação de professores para a implementação da integração da
EJA à Educação Profissional Tecnológica, em cumprimento da
Meta 10 do Plano Nacional de Educação e das Metas 9 e 10 do
Plano Distrital de Educação e em atendimento aos anseios do
público atendido pela modalidade.
5. Implantação, junto com a Universidade de Brasília, do projeto “Eu
passarinho” com o objetivo de recompor as aprendizagens dos
estudantes da EJA, por meio da interação e do acompanhamento
das atividades propostas em sala de aula, pelos graduandos dos
cursos de licenciatura da UnB.
6. Interlocução com o Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização do
Distrito Federal GTPA- Fórum EJA/DF com o objetivo de fortalecer
as políticas educacionais e ações destinadas ao atendimento da
Educação de Jovens e Adultos no Distrito Federal.
7. Realização de visitas às Unidades Escolares ofertantes de EJA
para acompanhamento pedagógico com o objetivo de atender às
demandas pedagógicas das Unidades Escolas que ofertam a
modalidade EJA.
8. Implementação do Programa Paulo Freire de Alfabetização deJovens, Adultos e Idosos com o objetivo de minimizar o
analfabetismo e seus impactos na vida de jovens, adultos e idosos
moradores ou trabalhadores do Distrito Federal.
9. Implantação da oferta educacional na Penitenciária Federal em
Brasília (PFBRA) com o objetivo de proporcionar o acesso à
Educação Básica, por meio da modalidade da Educação de Jovens
e Adultos, às pessoas privadas de liberdade na Penitenciária
Federal em Brasília (PFBRA).
10. Implementação da “Ler Liberta: Política de Remição de Pena pela
Leitura no Distrito Federal” com o objetivo de propiciar às pessoas
privadas de liberdade dos estabelecimentos penais do Distrito
Federal o acesso à leitura de obras literárias, científicas e
filosóficas, possibilitando a remição de pena e a ressocialização,
promovendo o conhecimento, o resgate da autoestima e o
desenvolvimento pessoal pelo próprio engrandecimento e pela
busca da cidadania.
11. Publicação de Portaria Conjunta com atribuições e competências
dos servidores que atuam com a educação no Sistema Prisional
que visa regulamentar as atribuições e competências dos
servidores da SEEDF e da Secretaria de Estado de Administração
Penitenciária do Distrito Federal (SEAPE/DF) envolvidos com o
atendimento educacional referente à educação básica e à política
de remição de pena pela leitura para as pessoas privadas de
liberdade nos estabelecimentos penais do DF.
12. Implantação da Integração da Educação de Jovens e Adultos à
Educação Profissional e Tecnológica no Sistema Prisional do
Distrito Federal que visa proporcionar aos estudantes privados de
liberdade o acesso à Educação Básica, com possibilidade de
elevação da escolaridade, e à qualificação profissional, ampliando
as perspectivas para o mercado de trabalho.
13. Participação no processo de concessão de aptidão para os
professores da rede, verificando se os candidatos selecionados
por meio de edital apresentam os critérios elencados para a
atuação nos Núcleos de Ensino do Sistema Prisional do Distrito
Federal.
SAIBA MAIS!
Para conhecimento, registramos aqui alguns documentos
orientadores para o trabalho pedagógico junto à Diretoria de Educação
de Jovens e Adultos.
● Resolução CNE/CEB nº 01, de 28 de maio de 2021, que dispõe
sobre o documento referencial para a implementação das
Diretrizes Operacionais da EJA nos Estados, Municípios e Distrito
Federal.
● Plano Nacional de Educação (Brasil, 2014 -2024).
● Plano Distrital de Educação (Distrito Federal, 2015-2024).
● Regimento Interno da Secretaria de Estado de Educação do Distrito
Federal (2018).
● Diretrizes Operacionais da Educação de Jovens e Adultos (Distrito
Federal, 2021).
● Diretrizes de Avaliação Educacional: Aprendizagem, institucional e
em larga escala (Distrito Federal, 2014-2016).
● Currículo em Movimento da Educação Básica – Pressupostos
Teóricos (Distrito Federal, 2014).
● Currículo em Movimento da Educação Básica – Caderno da
Educação de Jovens e Adultos (Distrito Federal, 2014).
● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional).
● Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), e
suas posteriores alterações.
● Decreto nº 7.626, de 24 de novembro de 2011 (Plano Estratégico
de Educação no âmbito do Sistema Prisional –PEESP).
● Resolução nº 2/2010-CNE/CEB, de 19 de maio de 2010, que dispõe
sobre as Diretrizes Nacionais para a oferta de educação para
jovens e adultos em situação de privação de liberdade nos
estabelecimentos penais.
● Resolução nº 3/2010-CNE/CEB, de 15 de junho de 2010, que
institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e
Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade
mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima e
certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos
desenvolvida por meio da Educação a Distância.
● Resolução nº 3/2009-CNPCP, de 11 de março de 2009, que dispõe
sobre as Diretrizes Nacionais para a Oferta de Educação nos
estabelecimentos penais.
● Portaria nº 10/2016-VEP/DF, de 17 de novembro de 2016. Revoga a
Portaria 005/2013-VEP/DF, regulamenta as modalidades de
remição de pena pelas atividades de ensino presencial, pela
realização de cursos à distância e pela leitura de obras literárias no
âmbito do sistema penitenciário do Distrito Federal.
● Resolução nº 391, de 10 de maio de 2021, do Conselho Nacional
de Justiça (CNJ), que estabelece procedimentos e diretrizes a
serem observados pelo Poder Judiciário para o reconhecimento do
direito à remição de pena por meio de práticas sociais educativas
em unidades de privação de liberdade.
● Portaria Conjunta JF/DEPEN nº 276, de 20 de junho de 2012, da
Corregedoria-Geral da Justiça Federal (JF) e do Departamento
Penitenciário Federal (DEPEN), que disciplina o Projeto da Remição
pela Leitura no Sistema Penitenciário Federal.
● Plano Distrital de Educação para Pessoas Privadas de Liberdade e
Egressas do Sistema Prisional (2021-2024).
4.6. Diretoria de Educação Profissional
A próxima Diretoria que vamos conhecer será a DIRETORIA DE
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (DIEP). Além de suas Gerências, ela é
composta, também, pelo Programa Novos Caminhos, anteriormente
denominado Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e
Emprego (Pronatec). As principais funções da DIEP, são:
(https://www.educacao.df.gov.br/)
I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores, na
sua área de atuação, para a implantação e a implementação de políticas,
diretrizes específicas, programas, projetos e ações para a Educação
Profissional e para a sua integração ao Ensino Médio e à Educação de
Jovens e Adultos na Rede Pública de Ensino;
II – elaborar as diretrizes pedagógicas e operacionais relativas à
Educação Profissional nas formas integrada, concomitante e
subsequente, e nas modalidades presencial e a distância, voltadas à
oferta de cursos de formação inicial e continuada – FIC, cursos técnicos
de nível médio, e de especialização técnica de nível médio;
III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos
dispositivos legais e pedagógicos concernentes à Educação Profissional
na Rede Pública de Ensino;
IV – articular intra e intersetorialmente a manutenção, a expansão e o
fomento da oferta da Educação Profissional, e o desenvolvimento de
estratégias para acesso dos estudantes ao mundo do trabalho;
V – propor, executar e acompanhar as ações de formação inicial e
continuada para os profissionais que atuam na Educação Profissional,
junto ao Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação –
EAPE, ao Instituto Federal de Brasília – IFB, a outras instituições de
Ensino Superior, e à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica –
SETEC/MEC;
As principais ações do Programa Novos Caminho (antigo Pronatec), são:
(agenciabrasilia.df.gov.br) (http://portal.mec.gov.br)
1. expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de
educação profissional técnica de nível médio presencial e a
distância e de cursos e programas de formação inicial e
continuada ou qualificação profissional;
2. fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da
educação profissional e tecnológica;
3. contribuir para a melhoria da qualidade do ensino médio público,
por meio da articulação com a educação profissional;
4. ampliar as oportunidades educacionais dos trabalhadores, por
meio do incremento da formação e qualificação profissional;
5. estimular a difusão de recursos pedagógicos para apoiar a oferta
de cursos de educação profissional e tecnológica.
6. estimular a articulação entre a política de educação profissional e
tecnológica e as políticas de geração de trabalho, emprego e
renda.
SAIBA MAIS!
A seguir, indicamos os documentos normatizadores mais
utilizados pela Diretoria de Educação Profissional:
● Currículo em Movimento da Educação Básica do Distrito Federal
● Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional.
● Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021, que define as
Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação
Profissionale Tecnológica.
● Resolução nº 2/2020-CEDF, de 24 de dezembro de 2020, que
estabelece normas e diretrizes para a educação básica no sistema
de ensino do Distrito Federal.
● Portaria MEC nº 1.432/18, de 28 de dezembro de 2018, que
estabelece os referenciais para elaboração dos itinerários
formativos conforme preveem as Diretrizes Nacionais do Ensino
Médio.
● Lei nº 12.513, de 26 de outubro de 2011, que institui o Programa
Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
● Portaria MEC nº 817, de 13 de agosto de 2015, que dispõe sobre a
oferta da Bolsa-Formação no âmbito do Programa Nacional de
Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec.
● Portaria MEC nº 1.163, de 9 de novembro de 2018, que altera a
Portaria MEC nº 817, de 13 de agosto de 2015.
● Portaria nº 127, de 30 de março de 2017, que regulamenta, no
âmbito da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal -
SEEDF, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e
Emprego - PRONATEC.
● Portaria nº117, de 02 de maio de 2018, que altera a Portaria nº
127, de 30 de março de 2017.
● Portaria nº 30, de 10 de fevereiro de 2020, Altera o Anexo I e II, da
Portaria nº 127, de 30 de março de 2017.
● Portaria nº 192, de 03 de março de 2022, que altera o artigo 21, da
Portaria nº 127, de 30 de março de 2017.
4.7. Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem
Apresentamos, agora, a DIRETORIA DE SERVIÇOS E APOIO À
APRENDIZAGEM. Sua função principal é orientar, acompanhar e apoiar
as ações relacionadas à Gerência de Orientação Educacional, à Gerência
de Programas e Projetos transversais e à Gerência das Políticas de
Leitura, do Livro e das Bibliotecas. A seguir, falaremos brevemente sobre
cada uma delas.
Gerência de Orientação Educacional
(https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacao-escolar)
Começamos pela Gerência de Orientação Educacional. Compete à
essa Gerência, as seguintes funções:
I - Implementar ações direcionadas ao fortalecimento da identidade e o
papel da Orientação Educacional em seus aspectos
técnico-pedagógicos, em todas as etapas e modalidades de ensino;
II - Orientar, articular e acompanhar, em âmbito central, as ações
técnico-pedagógicas relativas à implantação e à implementação de
políticas, diretrizes específicas, programas e projetos referentes à
Orientação Pedagógica e Currículo da Educação Básica e aos demais
referenciais norteadores da prática da Orientação Educacional;
III - Emitir parecer técnico pedagógico sobre assuntos relacionados à
sua área de atuação;
IV - Coordenar, acompanhar e subsidiar a articulação do trabalho
desenvolvido nos níveis intermediário e local voltadas à atuação da
Orientação Educacional;
V - Articular e acompanhar a formação continuada voltada para os(as)
Pedagogos(as) - Orientadores(as) Educacionais;
A Gerência de Orientação Educacional desenvolverá as seguintes
ações, que se integram ao planejamento da SUBEB, com vista a
colaborar na superação dos desafios educacionais do ano de 2022: de
aumentar o engajamento, a motivação e o encantamento dos estudantes
e profissionais da educação com o espaço escolar; articular ações
institucionais, em rede e de assessoria pedagógica para recomposição
das aprendizagens; e auxiliar no desenvolvimento de estratégias de
acolhimento focadas na melhor forma possível de lidar com a saúde
mental e emocional de crianças, adolescentes e adultos dentro do
ambiente escolar.
As ações da Gerência de Orientação Educacional incidem
diretamente na pŕaxis dos profissionais da Orientação Educacional de
modo a direcionar e fundamentar as ações educativas voltadas às
seguintes temáticas: Acolhimento; Autoestima; Cidadania; Cultura de
Paz; Competências Socioemocionais; Desenvolvimento humano e
processo de ensino-aprendizagem; Educação Ambiental; Educação
Patrimonial; Inclusão de diversidades; Integração família/escola;
Mediação de conflitos; Prevenção ao uso indevido de álcool e outras
drogas; Projeto de Vida; Protagonismo (Participação Estudantil);
Psicomotricidade/ Ludicidade; Saúde/Saúde Mental; Sexualidade;
Transição escolar.
Tais abordagens são fundamentadas nos Pressupostos Teóricos
do Currículo em Movimento, com objetivos claros de aprendizagem e
desenvolvimento, articulação de ações em rede para garantia de direitos
e sucesso no processo de escolarização de todos os estudantes, bem
como assessoria pedagógica aos professores e ação institucional para
alinhamento pedagógico que favoreça a superação das situações
problema-desafios manifestos na realidade escolar.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por
essa gerência, são:
● Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento.
● https://www.educacao.df.gov.br/wpconteudo/uploads/2018/02/1_
pressupostos_teoricos.pdf
● Orientação Pedagógica da Orientação Educacional.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2019/03/o
rienta%C3%A7%C3%A3o-pedagogica-da-orienta%C3%A7%C3%A3o-
educacional_02mai19.pdf
● Circular Nº 04/2022 - SEE/SUBEB de 04 de janeiro de 2022, que
dispõe sobre a Organização do Trabalho Pedagógico da
Orientação Educacional para o ano letivo de 2022. Processo SEI nº
00080-00001291/2022-89
● Regimento da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2017/08/R
egimento-SEEDF-COMPLETO-FINAL.pdf
● Orientação Pedagógica para o Projeto Político-Pedagógico e
Coordenação Pedagógica nas Escolas.
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/orientacao_pedag
oggica_projeto_politico_pedagogico.pdf
● Caderno Orientador Convivência Escolar e Cultura de Paz.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/C
aderno-Conviv%C3%AAncia-Escolar-e-Cultura-de-Paz.pdf
● Caderno Orientador Transição Escolar: trajetórias na educação
básica.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/C
aderno-Orientador-Transicao-Escolar-Trajetorias-na-Educacao-Basi
ca-29mar2021.pdf
● Orientação Pedagógica para a Permanência Escolar.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/O
rientacao-pedagogica-para-a-Permanencia-Escolar.pdf
● Diretrizes de Avaliação Educacional
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/diretrizes_avaliac
ao_educacional.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Contexto de
Atividades Pedagógicas Não Presenciais.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/re
comendacao_guia_acolhimento_comunidade_escolar.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Retorno
Presencial a Unidades Escolares.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/02/G
uia-de-Acolhimento-a-Comunidade-Escolar-Material-de-Apoio.pdf
● Formulários Padronizados da Orientação Educacional.
https://www.educacao.df.gov.br/espaco-pedagogico-formularios/
Gerência de Programas e Projetos Transversais
Compete à Gerência de Programas e Projetos Transversais:
I - elaborar, analisar, ofertar, monitorar e avaliar projetos educacionais
que contribuam para as aprendizagens dos estudantes;
II - subsidiar a Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem em suas
atribuições referentes à educação científica e tecnológica;
III - incentivar o desenvolvimento de atividades científicas e tecnológicas
educacionais, em parceria e apoio às UNIEB/CRE;
IV - colaborar com a difusão e divulgação de ações de educação
científica, tecnológica e de pesquisa desenvolvidas no âmbito das
UNIEB/CRE e das unidades escolares;
V - identificar projetos educacionais de excelência e potencializar a sua
disseminação;
VI - ofertar, com base em indicadores e evidências, projetos com
potencial para atender as necessidades educacionais das etapas e
modalidades da educação básica;
VII - coordenar, em parceria com a Subsecretaria de Educação Básica, a
elaboração de documentos norteadores para a implantação e a
implementação de políticas públicas de fomento às atividades
científicas e tecnológicas educacionais, em especial de iniciação
científica, no âmbito da educação básica;
VIII - auxiliar as diretorias da SUBEB na análise técnico-pedagógica de
projetos e parcerias;Algumas ações desenvolvidas ou planejadas por essa gerência
para esse ano, são:
● 11º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do DF
Realizar o Circuito de Ciências das Escolas Públicas na Rede de Ensino
Público do DF, atendendo a todas as etapas e modalidades da educação,
por meio de atividades de produção científica em 3 etapas, local,
regional e distrital tendo sua culminância na seleção do melhores
trabalhos pra participação em feiras nacionais, contribuindo para inserir
e despertar nos estudantes o interesse pelas Ciências.
● PrOCien: Despertando Talentos
Desenvolver o Programa Olimpíadas Científicas na Rede Pública do
Distrito Federal, a atender todas etapas e modalidades da educação,
mediante realização de olimpíadas científicas ao longo do ano letivo, a
contribuir e despertar nos estudante o interesse científico, bem como
fortalecer e colaborar com apropriação, por parte dos professores, das
olimpíadas como estratégia didática e fomentar movimento maker.
● Conexão Científica
Desenvolver ações de iniciação científica com enfoque interdisciplinar,
buscando popularizar a ciência na educação básica. As ações serão
desenvolvidas, no ano de 2022, em 15 escolas de Ensino Fundamental e
Médio da Rede de Educação Pública do DF, e contará, em sua execução,
com a colaboração e parcerias de Instituições de Ciência e Tecnologia
(ICTs) e Instituições de Ensino Superior (IES) do DF. O Projeto
desenvolverá ações como experimentos, debates e visitas técnicas de
cunho científico para oferecer informação e formação acessível à
estudantes, professores, coordenadores, gestores e público interessado.
● Projeto de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0
Cooperação técnica entre os partícipes, sem ônus financeiro para ambas
as instituições, com vistas à execução dos projetos de Iniciação
Tecnológica com foco na Economia 4.0 do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – IFB em escolas
administradas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito
Federal.
A partir dessas e outras ações, essa Gerência busca popularizar a
cultura científica na educação básica e proporcionar aprendizagens
significativas com enfoque interdisciplinar aos estudantes da rede,
considerando a história dos envolvidos e sua participação como sujeito
ativo e de direito.
SAIBA MAIS!
Por se tratar de uma gerência transversal os principais
documentos que orientam as ações são os mesmos normativos da
Educação Básica, tais como:
● Currículo em Movimento da Educação Básica;
● Diretrizes Pedagógicas;
● Orientações Pedagógicas
● Portaria nº 168 , de 16 de maio de 2019 – Disciplina a aplicação
prática do Marco Regulatório das Organizações da sociedade Civil
– MROSC na gestão pública do Distrito Federal no âmbito da
Secretaria de Estado de Educação, constituindo Ato Normativo
Setorial de que trata o inciso XIV do caput do art. 2º do Decreto
Distrital no 37.843, de 2016.
Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas
(https://agenciabelem.com.br/Noticia/219344)
E para finalizar, vamos apresentar a Gerência das Políticas de
Leitura, do Livro e das Bibliotecas e as principais funções
desempenhadas por ela.
I - Implementar as Políticas Públicas do Livro, Leitura e Bibliotecas
Escolares e Escolares-Comunitárias no âmbito da rede pública de ensino
do DF.
II - Acompanhar, coordenar e executar o Programa Nacional do Livro e
Material Didático (PNLD).
III - Valorizar, democratizar o acesso e promover a prática de leitura e
formação de leitores, por meio de projetos técnico-pedagógicos da
GPLEI.
IV - Orientar e acompanhar as ações concernentes ao Plano Nacional de
Livro e Leitura – PNLL e Plano Distrital de Livro e Leitura – PDLL.
V - Propor e articular, em sua área de atuação, políticas, diretrizes
específicas e ações de formação continuada destinadas aos
profissionais da educação, relativas às políticas públicas do livro, da
leitura, e das bibliotecas.
VI - Orientar e acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução
de convênios, contratos, termos de cooperação técnica, termos de
fomento e similares destinados a atender às políticas públicas do livro,
da leitura e de bibliotecas, na Rede Pública de Ensino.
VII - Divulgar e implementar as legislações e divulgar as Instituições de
Apoio referentes às políticas de Livro, Leitura e Biblioteca.
VIII - Propor a aquisição de novos títulos para compor o acervo das
bibliotecas escolares e das bibliotecas escolares-comunitárias.
IX - Divulgar, coordenar, executar e monitorar as ações do Programa
Escrevendo o Futuro - Olimpíada de Língua Portuguesa - OLP.
Algumas das ações desenvolvidas por essa Gerência, bem como,
as planejadas para o ano de 2022, são: 
● PNLD - orientar a escolha das obras;
● monitorar a escolha das unidades escolares;
● garantir que todas as escolas cadastradas no CENSO participem
da escolha;
● acompanhar a distribuição do material didático;
● realizar remanejamento interno e externo entre as unidades
escolares e regionais;
● divulgar e orientar o processo de reserva técnica e de recolhimento
do material didático;
● promover encontros informativos e oficinas de formação
continuada para os profissionais atuantes em Bibliotecas;
● OLP - Promover curso de formação para os professores/as de
Língua Portuguesa do 5º ano à 3ª série do Ensino Médio;
● Feira do Livro - Promover encontros informativos para orientação
da compra qualificada; acompanhar e garantir a compra
qualificada das unidades escolares durante o evento; organizar a
logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF;
● Bienal - Promover encontros informativos para orientação da
compra qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada
das unidades escolares durante o evento; organizar a logística da
visitação por regional e organizar o estande da SEEDF;
● acompanhar as tratativas com a ABDF para realização do curso
Técnico em Biblioteconomia;
● acompanhar as tratativas para implantação do Sistema Integrado
de Bibliotecas do Distrito Federal, previsto na Portaria dos
Territórios Culturais;
● dar continuidade a realização dos projetos Caixa-Estante
Sustentável e Projeto Painel Folclórico nas unidades escolares;
● divulgar e promover a Semana Nacional do Livro e das Bibliotecas.
Em suma, esta Gerência, tem como horizonte a formação de
leitores, bem como com as aprendizagens dos estudantes da rede
pública de ensino do Distrito Federal, as quais estão intimamente
relacionadas ao desenvolvimento de sua competência leitora, e tem
empenhado esforços para realizar ações que contribuam para este fim.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas
por essa gerência:
● Decreto nº 9.099/2017 - Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro e do Material
Didático;
● Resolução/CD/FNDE nº 42, de 28 de agosto de 2012;
● Resolução nº 15, de 26 de julho de 2018;
● Portaria nº 39, de 30 de março de 2015 - Dispõe sobre os
procedimentos para descarte de acervo bibliográfico;
● Lei nº 12.244/2010;
● Resolução CFB nº 199/2018;
● Lei nº 13.601/2018 ;
● Portaria nº 380/2018 da SEEDF;
● Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) instituído por meio da
Portaria Interministerial nº 1.442, de 10 de agosto de 2006;
● Lei nº 13.696/2018, institui a Política Nacional de Leitura e Escrita;;
● Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura - PDLL;
● O acervo bibliográfico na escola: contribuições para uma escolha
qualificada do acervo bibliográfico que circula no âmbito escolar e
que compõe a coleção de materiais presentes nas bibliotecas da
rede pública de ensino do Distrito Federal;
● Guia de Orientações para os Profissionais atuantes em Bibliotecas
Escolares e Escolares-Comunitárias em contexto de Atividades
Escolares durante a pandemia de COVID-19;
● Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias: caderno de
possibilidades pedagógicas;
● Caderno Orientador: A Lei de Direitos Autorais no Contexto
Educacional;
● Almanaque: Dicionário e sua heterogeneidade discursiva:
contribuições para um diálogo entre diferentes discursos parafavorecer o uso do dicionário;
● Guia Orientador: escolha do livro didático do ensino médio:
projetos integradores e projeto de vida (PNLD 2021);
● Ler: a hora é agora!;
● Caderno de orientações para a retomada das atividades
presenciais nas bibliotecas escolares e escolares-comunitárias da
Rede Pública de Ensino do Distrito Federal;
● Vídeo: Ponto por ponto o recomeço de nossas atividades nas
bibliotecas da rede pública de ensino.
4.8. Diretoria de Modalidades Especiais
Apresentamos, agora, a DIRETORIA DE SERVIÇOS E APOIO À
APRENDIZAGEM. Sua função principal é orientar, acompanhar e apoiar
as ações relacionadas à Gerência de Orientação Educacional, à Gerência
de Programas e Projetos transversais e à Gerência das Políticas de
Leitura, do Livro e das Bibliotecas. A seguir, falaremos brevemente sobre
cada uma delas.
Gerência de Orientação Educacional
(https://educador.brasilescola.uol.com.br/orientacao-escolar)
Começamos pela Gerência de Orientação Educacional. Compete à
essa Gerência, as seguintes funções:
I - Implementar ações direcionadas ao fortalecimento da identidade e o
papel da Orientação Educacional em seus aspectos
técnico-pedagógicos, em todas as etapas e modalidades de ensino;
II - Orientar, articular e acompanhar, em âmbito central, as ações
técnico-pedagógicas relativas à implantação e à implementação de
políticas, diretrizes específicas, programas e projetos referentes à
Orientação Pedagógica e Currículo da Educação Básica e aos demais
referenciais norteadores da prática da Orientação Educacional;
III - Emitir parecer técnico pedagógico sobre assuntos relacionados à
sua área de atuação;
IV - Coordenar, acompanhar e subsidiar a articulação do trabalho
desenvolvido nos níveis intermediário e local voltadas à atuação da
Orientação Educacional;
V - Articular e acompanhar a formação continuada voltada para os(as)
Pedagogos(as) - Orientadores(as) Educacionais;
VI - Buscar e estimular a integração com outras instituições
educacionais para intercâmbio de estudo, experiências de pesquisa e de
atuação pedagógica;
A Gerência de Orientação Educacional desenvolverá as seguintes
ações, que se integram ao planejamento da SUBEB, com vista a
colaborar na superação dos desafios educacionais do ano de 2022: de
aumentar o engajamento, a motivação e o encantamento dos estudantes
e profissionais da educação com o espaço escolar; articular ações
institucionais, em rede e de assessoria pedagógica para recomposição
das aprendizagens; e auxiliar no desenvolvimento de estratégias de
acolhimento focadas na melhor forma possível de lidar com a saúde
mental e emocional de crianças, adolescentes e adultos dentro do
ambiente escolar.
As ações da Gerência de Orientação Educacional incidem
diretamente na pŕaxis dos profissionais da Orientação Educacional de
modo a direcionar e fundamentar as ações educativas voltadas às
seguintes temáticas: Acolhimento; Autoestima; Cidadania; Cultura de
Paz; Competências Socioemocionais; Desenvolvimento humano e
processo de ensino-aprendizagem; Educação Ambiental; Educação
Patrimonial; Inclusão de diversidades; Integração família/escola;
Mediação de conflitos; Prevenção ao uso indevido de álcool e outras
drogas; Projeto de Vida; Protagonismo (Participação Estudantil);
Psicomotricidade/ Ludicidade; Saúde/Saúde Mental; Sexualidade;
Transição escolar.
Tais abordagens são fundamentadas nos Pressupostos Teóricos
do Currículo em Movimento, com objetivos claros de aprendizagem e
desenvolvimento, articulação de ações em rede para garantia de direitos
e sucesso no processo de escolarização de todos os estudantes, bem
como assessoria pedagógica aos professores e ação institucional para
alinhamento pedagógico que favoreça a superação das situações
problema-desafios manifestos na realidade escolar.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas por
essa gerência, são:
● Pressupostos Teóricos do Currículo em Movimento.
● https://www.educacao.df.gov.br/wpconteudo/uploads/2018/02/1_
pressupostos_teoricos.pdf
● Orientação Pedagógica da Orientação Educacional.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2019/03/o
rienta%C3%A7%C3%A3o-pedagogica-da-orienta%C3%A7%C3%A3o-
educacional_02mai19.pdf
● Circular Nº 04/2022 - SEE/SUBEB de 04 de janeiro de 2022, que
dispõe sobre a Organização do Trabalho Pedagógico da
Orientação Educacional para o ano letivo de 2022. Processo SEI nº
00080-00001291/2022-89
● Regimento da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2017/08/R
egimento-SEEDF-COMPLETO-FINAL.pdf
● Orientação Pedagógica para o Projeto Político-Pedagógico e
Coordenação Pedagógica nas Escolas.
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/orientacao_pedag
oggica_projeto_politico_pedagogico.pdf
● Caderno Orientador Convivência Escolar e Cultura de Paz.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/C
aderno-Conviv%C3%AAncia-Escolar-e-Cultura-de-Paz.pdf
● Caderno Orientador Transição Escolar: trajetórias na educação
básica.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/C
aderno-Orientador-Transicao-Escolar-Trajetorias-na-Educacao-Basi
ca-29mar2021.pdf
● Orientação Pedagógica para a Permanência Escolar.
https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/10/O
rientacao-pedagogica-para-a-Permanencia-Escolar.pdf
● Diretrizes de Avaliação Educacional
● http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/diretrizes_avaliac
ao_educacional.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Contexto de
Atividades Pedagógicas Não Presenciais.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/re
comendacao_guia_acolhimento_comunidade_escolar.pdf
● Guia para Acolhimento à Comunidade Escolar no Retorno
Presencial a Unidades Escolares.
● https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/02/G
uia-de-Acolhimento-a-Comunidade-Escolar-Material-de-Apoio.pdf
● Formulários Padronizados da Orientação Educacional.
https://www.educacao.df.gov.br/espaco-pedagogico-formularios/
Gerência de Programas e Projetos Transversais
Compete à Gerência de Programas e Projetos Transversais:
I - elaborar, analisar, ofertar, monitorar e avaliar projetos educacionais
que contribuam para as aprendizagens dos estudantes;
II - subsidiar a Diretoria de Serviços e Apoio à Aprendizagem em suas
atribuições referentes à educação científica e tecnológica;
III - incentivar o desenvolvimento de atividades científicas e tecnológicas
educacionais, em parceria e apoio às UNIEB/CRE;
IV - colaborar com a difusão e divulgação de ações de educação
científica, tecnológica e de pesquisa desenvolvidas no âmbito das
UNIEB/CRE e das unidades escolares;
V - identificar projetos educacionais de excelência e potencializar a sua
disseminação;
VI - ofertar, com base em indicadores e evidências, projetos com
potencial para atender as necessidades educacionais das etapas e
modalidades da educação básica;
VII - coordenar, em parceria com a Subsecretaria de Educação Básica, a
elaboração de documentos norteadores para a implantação e a
implementação de políticas públicas de fomento às atividades
científicas e tecnológicas educacionais, em especial de iniciação
científica, no âmbito da educação básica;
VIII - auxiliar as diretorias da SUBEB na análise técnico-pedagógica de
projetos e parcerias;
Algumas ações desenvolvidas ou planejadas por essa gerência
para esse ano, são:
● 11º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do DF
Realizar o Circuito de Ciências das Escolas Públicas na Rede de Ensino
Público do DF, atendendo a todas as etapas e modalidades da educação,
por meio de atividades de produção científica em 3 etapas, local,
regional e distrital tendo sua culminância na seleção do melhores
trabalhos pra participação em feiras nacionais, contribuindo para inserir
e despertar nos estudantes o interesse pelas Ciências.
● PrOCien: Despertando Talentos
Desenvolver o Programa Olimpíadas Científicas na Rede Pública do
Distrito Federal, a atender todas etapas e modalidades da educação,
medianterealização de olimpíadas científicas ao longo do ano letivo, a
contribuir e despertar nos estudante o interesse científico, bem como
fortalecer e colaborar com apropriação, por parte dos professores, das
olimpíadas como estratégia didática e fomentar movimento maker.
● Conexão Científica
Desenvolver ações de iniciação científica com enfoque interdisciplinar,
buscando popularizar a ciência na educação básica. As ações serão
desenvolvidas, no ano de 2022, em 15 escolas de Ensino Fundamental e
Médio da Rede de Educação Pública do DF, e contará, em sua execução,
com a colaboração e parcerias de Instituições de Ciência e Tecnologia
(ICTs) e Instituições de Ensino Superior (IES) do DF. O Projeto
desenvolverá ações como experimentos, debates e visitas técnicas de
cunho científico para oferecer informação e formação acessível à
estudantes, professores, coordenadores, gestores e público interessado.
● Projeto de Iniciação Tecnológica com foco na Economia 4.0
Cooperação técnica entre os partícipes, sem ônus financeiro para ambas
as instituições, com vistas à execução dos projetos de Iniciação
Tecnológica com foco na Economia 4.0 do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – IFB em escolas
administradas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito
Federal.
A partir dessas e outras ações, essa Gerência busca popularizar a
cultura científica na educação básica e proporcionar aprendizagens
significativas com enfoque interdisciplinar aos estudantes da rede,
considerando a história dos envolvidos e sua participação como sujeito
ativo e de direito.
SAIBA MAIS!
Por se tratar de uma gerência transversal os principais
documentos que orientam as ações são os mesmos normativos da
Educação Básica, tais como:
● Currículo em Movimento da Educação Básica;
● Diretrizes Pedagógicas;
● Orientações Pedagógicas
● Portaria nº 168 , de 16 de maio de 2019 – Disciplina a aplicação
prática do Marco Regulatório das Organizações da sociedade Civil
– MROSC na gestão pública do Distrito Federal no âmbito da
Secretaria de Estado de Educação, constituindo Ato Normativo
Setorial de que trata o inciso XIV do caput do art. 2º do Decreto
Distrital no 37.843, de 2016.
Gerência das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas
(https://agenciabelem.com.br/Noticia/219344)
E para finalizar, vamos apresentar a Gerência das Políticas de
Leitura, do Livro e das Bibliotecas e as principais funções
desempenhadas por ela.
I - Implementar as Políticas Públicas do Livro, Leitura e Bibliotecas
Escolares e Escolares-Comunitárias no âmbito da rede pública de ensino
do DF.
II - Acompanhar, coordenar e executar o Programa Nacional do Livro e
Material Didático (PNLD).
III - Valorizar, democratizar o acesso e promover a prática de leitura e
formação de leitores, por meio de projetos técnico-pedagógicos da
GPLEI.
IV - Orientar e acompanhar as ações concernentes ao Plano Nacional de
Livro e Leitura – PNLL e Plano Distrital de Livro e Leitura – PDLL.
V - Propor e articular, em sua área de atuação, políticas, diretrizes
específicas e ações de formação continuada destinadas aos
profissionais da educação, relativas às políticas públicas do livro, da
leitura, e das bibliotecas.
VI - Orientar e acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução
de convênios, contratos, termos de cooperação técnica, termos de
fomento e similares destinados a atender às políticas públicas do livro,
da leitura e de bibliotecas, na Rede Pública de Ensino.
VII - Divulgar e implementar as legislações e divulgar as Instituições de
Apoio referentes às políticas de Livro, Leitura e Biblioteca.
VIII - Propor a aquisição de novos títulos para compor o acervo das
bibliotecas escolares e das bibliotecas escolares-comunitárias.
IX - Divulgar, coordenar, executar e monitorar as ações do Programa
Escrevendo o Futuro - Olimpíada de Língua Portuguesa - OLP.
Algumas das ações desenvolvidas por essa Gerência, bem como,
as planejadas para o ano de 2022, são: 
● PNLD - orientar a escolha das obras;
● monitorar a escolha das unidades escolares;
● garantir que todas as escolas cadastradas no CENSO participem
da escolha;
● acompanhar a distribuição do material didático;
● realizar remanejamento interno e externo entre as unidades
escolares e regionais;
● divulgar e orientar o processo de reserva técnica e de recolhimento
do material didático;
● promover encontros informativos e oficinas de formação
continuada para os profissionais atuantes em Bibliotecas;
● OLP - Promover curso de formação para os professores/as de
Língua Portuguesa do 5º ano à 3ª série do Ensino Médio;
● Feira do Livro - Promover encontros informativos para orientação
da compra qualificada; acompanhar e garantir a compra
qualificada das unidades escolares durante o evento; organizar a
logística da visitação por regional e organizar o estande da SEEDF;
● Bienal - Promover encontros informativos para orientação da
compra qualificada; acompanhar e garantir a compra qualificada
das unidades escolares durante o evento; organizar a logística da
visitação por regional e organizar o estande da SEEDF;
● acompanhar as tratativas com a ABDF para realização do curso
Técnico em Biblioteconomia;
● acompanhar as tratativas para implantação do Sistema Integrado
de Bibliotecas do Distrito Federal, previsto na Portaria dos
Territórios Culturais;
● dar continuidade a realização dos projetos Caixa-Estante
Sustentável e Projeto Painel Folclórico nas unidades escolares;
● divulgar e promover a Semana Nacional do Livro e das Bibliotecas.
Em suma, esta Gerência, tem como horizonte a formação de
leitores, bem como com as aprendizagens dos estudantes da rede
pública de ensino do Distrito Federal, as quais estão intimamente
relacionadas ao desenvolvimento de sua competência leitora, e tem
empenhado esforços para realizar ações que contribuam para este fim.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas
por essa gerência:
● Decreto nº 9.099/2017 - Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro e do Material
Didático;
● Resolução/CD/FNDE nº 42, de 28 de agosto de 2012;
● Resolução nº 15, de 26 de julho de 2018;
● Portaria nº 39, de 30 de março de 2015 - Dispõe sobre os
procedimentos para descarte de acervo bibliográfico;
● Lei nº 12.244/2010;
● Resolução CFB nº 199/2018;
● Lei nº 13.601/2018 ;
● Portaria nº 380/2018 da SEEDF;
● Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) instituído por meio da
Portaria Interministerial nº 1.442, de 10 de agosto de 2006;
● Lei nº 13.696/2018, institui a Política Nacional de Leitura e Escrita;;
● Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura - PDLL;
● O acervo bibliográfico na escola: contribuições para uma escolha
qualificada do acervo bibliográfico que circula no âmbito escolar e
que compõe a coleção de materiais presentes nas bibliotecas da
rede pública de ensino do Distrito Federal;
● Guia de Orientações para os Profissionais atuantes em Bibliotecas
Escolares e Escolares-Comunitárias em contexto de Atividades
Escolares durante a pandemia de COVID-19;
● Bibliotecas Escolares e Escolares-Comunitárias: caderno de
possibilidades pedagógicas;
● Caderno Orientador: A Lei de Direitos Autorais no Contexto
Educacional;
● Almanaque: Dicionário e sua heterogeneidade discursiva:
contribuições para um diálogo entre diferentes discursos para
favorecer o uso do dicionário;
● Guia Orientador: escolha do livro didático do ensino médio:
projetos integradores e projeto de vida (PNLD 2021);
● Ler: a hora é agora!;
● Caderno de orientações para a retomada das atividades
presenciais nas bibliotecas escolares e escolares-comunitárias da
Rede Pública de Ensino do Distrito Federal;
● Vídeo: Ponto por ponto o recomeço de nossas atividades nas
bibliotecas da rede pública de ensino.
4.9. Diretoria de Modalidades Especiais
E para fechar o tema de hoje, apresentamos a DIRETORIA DE
MODALIDADES ESPECIAIS, e como o próprio nome já diz, é uma Diretoria
muito especial, organizada em quatro Gerências muito específicas que
merecem destaque e serão apresentadasa seguir. São elas:
Gerência de Atenção à Socioeducação
O acompanhamento e a escolarização de adolescentes em
cumprimento de medidas socioeducativas se configuram em diferentes
realidades e espaços. Os adolescentes em cumprimento de Medidas
Socioeducativas de Semiliberdade e Meio Aberto são atendidos nas
Unidades Escolares da região em que residem. Já os adolescentes em
cumprimento de Internação Provisória e de Medida Socioeducativa de
Internação estudam nos Núcleos de Ensino (NUEN) das Unidades de
Internação Socioeducativas do DF.
(agenciabrasilia.df.gov.br)
Esta gerência é responsável, também, pela organização da política
educacional da socioeducação na Rede Pública de Ensino, bem como a
implementação das disposições das Diretrizes Pedagógicas -
Escolarização na Socioeducação (SEEDF, 2014).
Tendo em vista que todas as unidades escolares da rede pública
de ensino no DF, podem atender estudantes cumprindo medidas
socioeducativas em Meio Aberto e/ou Semiliberdade, aliada ao
atendimento educativo nos Núcleos de Ensino das Unidades de
Internação da Socioeducação/NUENs/UIS, é importante que as escolas
conheçam as políticas e legislações afins e consigam atender de forma
específica e contextualizada os estudantes nesta condição. As ações da
GSED apoiam e auxiliam nestas adequações, refletindo no chão da
escola, com articulação de formação continuada, acompanhamento de
projetos pedagógicos especiais e fortalecendo ações de superação de
defasagem das aprendizagens e outras questões ligadas às
vulnerabilidades sociais que impactam a matrícula, o atendimento e a
garantia dos adolescentes em cumprimento de medidas
socioeducativas a partir da garantia dos direitos da crianças e
adolescentes de acordo com o ECA(estatuto da criança e do
adolescente).
SAIBA MAIS !
Os documentos que normatizam a oferta, acompanhamento e
avaliação da política de escolarização de adolescentes em Internação
Provisória, em cumprimento de Medidas Socioeducativas de Internação,
Semiliberdade e Meio Aberto – Liberdade assistida(LA) e Prestação de
Serviço à Comunidade(PSC), além dos(as) adolescentes atendidos pelo
Núcleo de Atendimento Integrado – NAI/SEJUS, são:
● Portaria Conjunta n° 09/2013 – SEEDF/SECRIANÇA: Dispõe sobre
as rotinas de acompanhamento da escolarização de adolescentes
em cumprimento de medidas socioeducativas, e dá outras
providências;
(http://www.sinj.df.gov.br/sinj/Norma/74071/fcf394ef.html)
● Portaria n° 71/2014 - SEEDF: resolve, dentre outros, (Art. 2º)
Autorizar, em caráter excepcional, que a Secretaria de Estado de
Educação do Distrito Federal considere que a frequência do
estudante oriundo do sistema socioeducativo seja computada
somente a partir da data de efetivação da matrícula, nas
instituições educacionais do Sistema de Ensino do Distrito Federal,
até que sejam definidas diretrizes específicas;
(http://www.sinj.df.gov.br/sinj/Norma/76664/Portaria_71_17_04_2
014.html)
● Plano Distrital de Educação – META 21
(http://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/01/p
de_site_versao_completa.pdf)
● Diretrizes Pedagógicas de Escolarização na Socioeducação
(http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/subeb/diretrizes
_socioeducacao.pdf)
● Portaria Conjunta n° 10/2018 – SEEDF/SECRIANÇA: Dispõe sobre
a mútua cooperação entre a SEEDF e a SEJUS na oferta,
acompanhamento e avaliação da política pública de
escolariazação de adolescentes em Internação Provisória, em
cumprimento de Medidas Socioeducativas de Internação,
Semiliberdade, Meio Aberto – Liberdade Assistida(LA) e Prestação
de Serviço à Comunidade(PSC) – e dos(as) adolescentes
atendidos(as) pelo Núcleo de Atendimento Integrado(NAI) e dá
outras providências;
(http://www.tc.df.gov.br/sinj/Norma/0d03f9846ab7444d8c7f5457
478781bb/Portaria_Conjunta_10_01_11_2018.html)
● Portaria Conjunta n° 07/2021 – SEEDF/SEJUS: Dispõe sobre a
indicação de Unidades Escolares vinculantes dos Núcleos de
Ensino das Unidades Socioeducativas de Internação e Internação
Provisória; a lotação dos profissionais da educação; a matrícula e
a escrituração escolar dos estudantes desses núcleos.
http://www.tc.df.gov.br/sinj/Norma/7463d72dda5d4992810ed121
66831fc4/Portaria_Conjunta_7_17_06_2021.html
Gerência de Desportos
Essa Gerência busca orientar e acompanhar, em âmbito central, as
ações técnico-pedagógicas relativas à implantação e a realização de
políticas públicas, diretrizes específicas, programas e projetos referentes
ao Desporto Educacional na Rede Pública de Ensino, como o Programa
Centro de Iniciação Desportiva (CID) e Centro de Iniciação Desportiva
Paralímpico (CIDP).
(https://www.educacao.df.gov.br/jogos-escolares-do-df-2022)
As outras funções desempenhadas pela Gerência de Desportos, são:
I - Promover o papel educativo do programa Escola Comunidade
Ginástica nas Quadras, em relação aos princípios filosóficos
metodológicos da educação física.
II - Elaborar e acompanhar estratégias, procedimentos e intervenção
didático-pedagógica dos Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF),
bem como promover a adesão de unidades escolares aos Jogos de
competição nacional.
III - Reunir com professores que participam dos programas e projetos e
ainda tem contato direto com os estudantes, participando ativamente no
processo de ensino-aprendizagem em treinamentos e competições
esportivas escolares.
IV - Planejar ações pedagógicas para serem desenvolvidas no CIEF.
V - Acompanhar, em sua dimensão pedagógica, a execução de
convênios, contratos, termos de cooperação técnica e similares
destinados a atender às demandas em sua área de atuação.
As ações da Gerência de Desportos podem refletir no atendimento
da unidade escolar com redução da evasão escolar, tornando o ambiente
escolar mais atrativo; auxiliando na promoção da saúde dos estudantes
e da comunidade em geral; contribuindo para o desenvolvimento
cognitivo, motor, emocional e afetivo dos estudantes; e possibilitando a
descoberta de novos talentos esportivos, além da possibilidade de
participação em programas de bolsas.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas pela
Gerência de Desportos, são:
● Artigo 217 da Constituição Federal que define que o desporto
educacional deve ser garantido aos estudantes da rede pública de
ensino;
● Artigos 3, 6, 7 e 56, da Lei nº 9.615 de 24 de março de 1998, que
institui normas gerais sobre o desporto;
● Artigo 3 do Decreto n° 7.984 de 8 de abril de 2013 que regulamenta
a Lei nº 9.615/98;
● Artigo 16 da Lei n° 13.756 de 12 de dezembro de 2018, que define
a destinação do produto da loteria de prognóstico para aplicação
prioritária em jogos escolares de esportes olímpicos e
paralímpicos;
● Artigo 27 da Lei nº 9.394/1996, que estabelece as Diretrizes e
Bases da Educação Nacional;
● Artigo 255, da Lei Orgânica do DF;
● Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do
Adolescente, que garante às crianças e adolescentes o acesso ao
esporte;
● Política Nacional do Esporte, Resolução nº 5 CNE, de 14 de junho
de 2005;
● Lei nº 6.791, de 25 de janeiro de 2021, que dispõe sobre a proteção
integral aos direitos do estudante atleta;
● Lei nº 6. 069, de 09 de janeiro de 2018 que inclui no calendário
oficial de eventos do Distrito Federal os Jogos Escolares do
Distrito Federal;
● Plano Nacional de Educação - PNE (2014 - 2024) que visualiza o
desporto educacional como ferramenta para atingir o
desenvolvimento educacional e o Plano Distrital de Educação -
PDE (2015 - 2024) que cita o esporte como uma das estratégias
para alcançar: a universalização do ensino médio a toda população
de 15 a 17 anos; alcançar a universalização do atendimento
educacional aos estudantes com deficiência; fomentar a qualidade
da educação básica em todas as etapas e modalidades; e garantir
a educação básica a toda população camponesa.
● Decreto nº 42.687, de 29/10/2021 - que dispõe sobre a nova
estrutura administrativa da SEEDF e publicação anual do
Regulamento dos Jogos Escolares do Distrito Federal - JEDF.
Gerência de Atenção à Educação do Campo
(https://m.facebook.com/Centro-Educacional-do-PAD-DF-107923787702717)As principais funções principais atribuições e atividades
pedagógicas desenvolvidas pela Gerência de Atenção à Educação do
Campo, são:
I - Proposição, articulação, elaboração e/ou implementação de
dispositivos legais, diretrizes e demais documentos norteadores para a
implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas,
programas, projetos e ações para a Educação do Campo na Rede
Pública de Ensino;
II - Orientação, acompanhamento e avaliação das ações
técnico-pedagógicas da Educação do Campo, no percurso de
implantação dessa política no âmbito da Modalidade de Ensino de
Educação do Campo;
III - Proposição, orientação, acompanhamento e avaliação das
flexibilizações, adequações curriculares e ações para o aprimoramento
do trabalho pedagógico nas Unidades Escolares do Campo;
IV - Orientação e monitoramento do processo de construção dos
Inventários Sociais, Históricos, Culturais e Ambientais das Escolas do
Campo e análise comparativa com as Propostas Pedagógicas das
referidas escolas;
V - Acompanhamento e suporte pedagógico das atuais 10 (dez)
Coordenações Regionais de Ensino que têm Unidades Escolares Campo,
de forma articulada com as UNIEB's, no que tange a assessorar e apoiar
as unidades escolares do campo quanto ao desenvolvimento de práticas
pedagógicas contextualizadas nas especificidades e realidades dos
sujeitos do campo e, consequentemente, nos pressupostos e princípios
da política pública de Educação do Campo;
VI - Proposição e avaliação de planos pedagógicos específicos para as
escolas do campo, contextualizados às conjunturas e adversidades
sociais e sanitárias impostas por circunstâncias e motivos de força
maior, a exemplo da Pandemia da Covid-19;
VII - Orientação, acompanhamento e avaliação, em sua dimensão
pedagógica, da execução de convênios, contratos, termos de
cooperação técnica e similares, destinados a atender às demandas da
Educação do Campo na rede;
VIII - Prestação de suporte técnico-pedagógico, planejamento e
acompanhamento operacional e pedagógico da implementação do
Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Projovem Campo - Saberes
da Terra junto às CREs e Unidades Escolares pertinentes, no sentido de
orientar as propostas pedagógicas articuladas com as práticas sociais,
modo de produção e trabalho dos sujeitos do campo;
IX - Desenvolvimento de ações articuladas com a EAPE na perspectiva
de ampliação da oferta de formação continuada para os(as)
educadores(as) da rede;
X - Prestação de suporte técnico-pedagógico, planejamento e
acompanhamento operacional e pedagógico da implementação do
Programa Escola da Terra, oriundo de parceria interinstitucional entre
SEEDF, MEC e UnB - com vistas a assegurar a ampliação da formação
continuada em Educação do Campo, bem como o aperfeiçoamento
profissional dos professores que atuam nas escolas do campo do DF.
SAIBA MAIS!
Nesta oportunidade, vale ressaltar duas normativas específicas da
Modalidade Educação do Campo, a fim de aprofundamentos
eventualmente necessários ao processo formativo à atuação
profissional, a saber: Portaria/SEEDF nº 419, de 20 de dezembro de 2018
e as Diretrizes Pedagógicas da Educação Básica do Campo, publicadas
em 2019 e disponíveis no portal desta secretaria.
Gerência de Educação a Distância
E, por fim, a Gerência de Educação a Distância, que apresenta
como suas principais funções:
I - Desenvolver normativos no âmbito da SEEDF que contemplem as
especificidades de etapas e modalidades da educação básica,
fundamentados nos pressupostos teóricos que norteiam a modalidade
de ensino de Educação a Distância (EaD) em nível nacional.
II - Promover estudos articulados com as etapas e modalidades da
educação básica (Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos, e
Educação Profissional e Tecnológica), com vistas a subsidiar os
processos de tomada de decisão quanto à oferta, ao fortalecimento e à
ampliação da EaD, conforme as especificidades previstas em lei.
III - Planejar e orientar ações pedagógicas inerentes a modalidade de
ensino de EaD na Educação Básica, com vistas à implementação e
acompanhamento pelas Coordenações Regionais de Ensino e Unidades
Escolares.
IV - Orientar as instâncias pedagógicas sobre as possibilidades que o
ensino em EaD proporciona como recurso e ferramenta de apoio
didático pedagógico nas atividades do ensino presencial.
V - Articular com a Diretoria de Operações em Tecnologia da Informação
e Comunicação (DITIC) com vistas ao alinhamento de ações no que
tange a estrutura tecnológica necessária à oferta da EaD na Educação
Básica, bem como ações de orientação, levantamento de necessidades
de atualização dos recursos já existentes, procedimento de aquisição de
novos equipamentos e programas caso seja necessário.
VI - Fomentar formação continuada para os(as) professores(as) da rede.
(https://www.educacao.df.gov.br)
As ações planejadas por essa Gerência são: 
1. Escrita e publicação de normativos sobre a modalidade de ensino
EaD na Educação Básica;
2. Criação e disponibilização de plataforma colaborativa de
aprendizagem (COLABORA) para alimentação e utilização pelos
professores da SEEDF, sendo a primeira etapa de implantação
voltada para o compartilhamento de atividades pedagógicas do
Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos, e Educação
Profissional e Tecnológica;
3. Criação e disponibilização de Projeto Interventivo em Educação a
Distância (PIEAD) a ser implantado no novo ensino médio.
4. Criação de salas virtuais para a oferta em 2023 de componentes
curriculares do ensino médio, em complementação à carga horária
presencial.
5. Criação de salas virtuais para a oferta de dependência em 2023
dos componentes curriculares do ensino médio.
6. Acompanhar as unidades escolares que ofertam a EaD por meio
de relatórios e visitas in loco.
Nesse sentido, as ações desta Gerência tem como objetivo
fortalecer a oferta da Educação a Distância no âmbito da Educação
básica da SEEDF, bem como subsidiar as coordenações regionais de
ensino na realização de acompanhamento pedagógico que estejam em
consonância com os recursos Tecnológicos de Comunicação e
Informação utilizados pelas unidades escolares, como estratégias que
busquem uma oferta de excelência da EAD pelas Unidades Escolares.
SAIBA MAIS!
Os principais documentos que orientam as ações desenvolvidas pela
Gerência de Educação à Distância, são:
● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as
Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
● Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017, no qual regulamenta o
art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que trata sobre
a modalidade da Educação a Distância.
● Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica,
documento publicado em 2013 pelo Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Básica e Diretoria de Currículos e
Educação Integral.
● Resolução nº 2/2020-CEDF, republicada no DODF nº 158, de 20 de
agosto de 2021, que estabelece normas e diretrizes para a
educação básica no sistema de ensino do Distrito Federal.
● Currículo em Movimento da Educação Básica, caderno da
Educação Profissional e da Educação a Distância.
5. SUBIN
(https://www.educacao.df.gov.br)
Olá professor/a! A Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral
(SUBIN) que desenvolve sua ações voltadas para à educação inclusiva e
integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.
A luta da educação inclusiva é bem antiga, com várias conquistas
legais reconhecidas e ampliação de direitos para os educandos, todas
as escolas da Rede são inclusivas. Destacamos a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, no artigo 59, preconiza
que os sistemas de ensino devem assegurar aos estudantes currículo,
métodos, recursos e organização específicos para atender às suas
necessidades; assegura a terminalidade específica àqueles que não
atingiram o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em
virtude de suas deficiências; A nossa Rede conta com diversos
atendimentos para apoiar a efetivação das pŕaticas inclusivas em todas
as escolas.
Aeducação integral defendida nos Pressupostos Teóricos buscam,
entre outros, “contemplar as diversas dimensões da formação humana,
no comprometimento de diferentes atores sociais com o direito de
aprender, reconhecendo os(as) estudantes como sujeitos de direitos e
deveres e na busca da garantia do acesso e da permanência dos(as)
estudantes com sucesso” (SEEDF, Pressupostos Teóricos, 2014, p.11).
As funções da SUBIN são semelhantes à SUBEB, já que suas
ações estão destinadas a atender aos educandos da Educação Básica,
agora com olhar para as possibilidades da educação inclusiva e integral.
À Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral - SUBIN, unidade
orgânica de comando e supervisão, diretamente subordinada ao
Secretário de Estado de Educação, compete:
I - formular, planejar, coordenar e definir as políticas públicas, as
diretrizes pedagógicas e operacionais e, documentos norteadores
técnico-pedagógicos referentes à Educação Especial/Inclusiva e à
Educação em Tempo Integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino;
II - formular, planejar, coordenar e definir, em sua dimensão pedagógica,
as políticas públicas, diretrizes específicas, programas e projetos
concernentes à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em Tempo
Integral, em atendimento às estratégias, aos objetivos e às metas
definidas por esta Secretaria de Estado de Educação, pelo Governo do
Distrito Federal e pelo Governo Federal, constantes nos instrumentos de
planejamento estratégico e de gestão pedagógica, no âmbito da Rede
Pública de Ensino;
III - formular, definir, planejar e coordenar, em sua dimensão pedagógica,
a implantação e a implementação do Plano Nacional de Educação - PNE
e do Plano Distrital de Educação – PDE, dos estudantes da Educação
Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral, da Rede Pública de
Ensino;
IV - planejar, definir e coordenar os programas e projetos de caráter
pedagógico, em parceria com órgãos e entidades governamentais e não
governamentais, voltados para a Educação Especial/Inclusiva e à
Educação em Tempo Integral, no âmbito da Rede Pública de Ensino;
V - formular, definir e coordenar, em âmbito central, as condições de
acessibilidade necessárias à inclusão, nas etapas e nas modalidades da
Educação Básica da Rede Pública de Ensino;
VI - formular, planejar, e coordenar, intra e intersetorialmente, ações
pedagógicas relacionadas às políticas, às diretrizes específicas, e aos
planos educacionais das etapas e das modalidades da Educação
Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral da Educação
Básica;
VII - definir e coordenar, em sua dimensão pedagógica, o calendário
escolar, referente à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em
Tempo Integral;
VIII - definir e coordenar, em sua dimensão pedagógica, as ações
relacionadas à modulação e à distribuição de carga horária dos
profissionais da educação referente à Educação Especial/Inclusiva e à
Educação em Tempo Integral que atuam nas da Rede Pública de Ensino;
IX - planejar, formular, coordenar, definir e articular o trabalho
pedagógico das Coordenações Regionais de Ensino - CREs e das
unidades escolares - UEs da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal,
quanto à parte flexível da matriz curricular da Educação
Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral;
X - planejar, formular e articular as políticas, as diretrizes específicas e as
ações de formação continuada para os profissionais da Educação
Especial/Inclusiva e da Educação em Tempo Integral, que atuam na
Educação Básica da Rede Pública de Ensino;
XI - apreciar e aprovar parecer técnico-pedagógico sobre a execução de
parcerias, convênios, contratos, acordos e instrumentos congêneres,
destinados a atender às demandas educacionais relacionadas às áreas
de atuação;
XII - formular, planejar, definir e coordenar em sua dimensão pedagógica,
ações e estratégias orçamentárias e financeiras destinadas ao alcance
das metas relacionadas à Educação Especial/Inclusiva e à Educação em
Tempo Integral, da Rede Pública de Ensino; e
XIII - desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área
de atuação.
A estrutura da SUBIN conta com três Diretorias e suas respectivas
Diretorias e Gerências como acompanhamos no organograma a seguir.
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5.1. Estrutura organizacional
Atualmente, a Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN) se
organiza da seguinte maneira:
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4297
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4299
Diretoria de Educação Inclusiva e
Atendimentos Educacionais
Especializados
▸ Gerência de Acompanhamento à
Educação Inclusiva
▸ Gerência de Acompanhamento
dos Centros Especializados
▸ Gerência de Atendimentos
Educacionais Especializados
▸ Gerência de Educação de Jovens
e Adultos Interventiva
▸ Gerência de Programas,
Projetos, Parcerias e Temáticas
Especiais
Diretoria de Educação em Tempo
Integral
▸ Gerência de Educação Infantil e
Fundamental em Tempo Integral
▸ Gerência de Educação
Ambiental, Patrimonial, Língua
Estrangeira e Arte-Educação
▸ Gerência de Programas, Projetos
e Parcerias em Tempo Integral
Diretoria de Serviços de Apoio à
Aprendizagem, Direitos Humanos
e Diversidade
▸ Gerência de Educação em
Direitos Humanos e Diversidade
▸ Gerência de Serviços
Especializados de Apoio à
Aprendizagem
5.2. Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados
A Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais
Especializados desenvolve ações para os educandos da educação
Especial/Inclusiva com deficiências, Transtorno do Espectro Autista -
TEA, estudantes com comportamento de altas
habilidades/superdotação e estudantes do Programa de Educação
Precoce.
(https://www.educacao.df.gov.br/educacao-precoce-do-df-disputa-premio-internacional)
A Diretoria conta com cinco gerências: à Gerência de
Acompanhamento à Educação Inclusiva - GEIN, à Gerência de
Atendimentos Educacionais Especializados - GAESP, à Gerência de
Acompanhamento dos Centros Especializados - GECEN, à Gerência de
Programas, Projetos, Parcerias e Temáticas Especiais – GPTE, à
Gerência de Educação de Jovens e Adultos Interventiva - GEINTER.
À Diretoria de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais
Especializados, unidade orgânica de direção, diretamente subordinada à
Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, compete:
I – planejar, formular, promover e coordenar políticas públicas, diretrizes
específicas e documentos norteadores pedagógicos e operacionais, na
área da Educação Especial/Inclusiva, no âmbito da Rede Pública de
Ensino;
II – planejar, formular, promover e coordenar políticas públicas, diretrizes,
programas, projetos e ações, no âmbito pedagógico e operacional, da
Educação Especial/Inclusiva dos estudantes com deficiências,
Transtorno do Espectro Autista - TEA, estudantes com comportamento
de altas habilidades/superdotação e estudantes do Programa de
Educação Precoce, junto às demais unidades da Secretaria de Estado de
Educação, e outras instâncias;
III– formular, promover, analisar e supervisionar ações educativas
referentes ao atendimento, aos objetivos e às metas previstos no Plano
Nacional de Educação - PNE - e no Plano Distrital de Educação - PDE -, na
área da Educação Especial/Inclusiva;
IV – supervisionar e coordenar a implementação dos programas,
projetos e ações pedagógicas articuladas com órgãos públicos e
entidades não governamentais parceiras, para atender às diferentes
necessidades educacionais dos estudantes com deficiências
concernentes à Educação Especial/Inclusiva, para o atendimento às
estratégias, aos objetivos e às metas definidas por esta Secretaria de
Estado de Educação do Distrito Federal, pelo Governo do Distrito Federal
e pelo Governo Federal, constantes dos instrumentos de planejamento
estratégico e de gestão pedagógica, no âmbito da Rede Pública de
Ensino;
V – formular, planejar, coordenar e supervisionar a gestão e a execução
de políticas públicas, diretrizes específicas, programas, projetos e ações,da Educação Inclusiva, nas unidades escolares - UEs Inclusivas, nos
Centros de Ensino Especial, nas Escolas Bilíngues Libras e Português
Escrito da Rede Pública de Ensino;
VI – analisar e supervisionar a implantação e a execução de políticas
públicas, das diretrizes específicas e das ações pedagógicas
concernentes às Instituições Educacionais parceiras;
VII – coordenar, supervisionar e analisar os instrumentos utilizados na
prática pedagógica da Educação Especial/Inclusiva;
VIII – analisar parecer técnico-pedagógico referente aos programas,
projetos e ações relacionadas à Educação Especial/Inclusiva;
IX – analisar parecer técnico-pedagógico sobre a execução de parcerias,
convênios, contratos, acordos e instrumentos congêneres, destinados a
atender as demandas educacionais à Educação Especial/Inclusiva;
X – acompanhar a implementação dos planos de formação continuada
dos docentes, coordenadores pedagógicos e intermediários no que
concerne à Educação Especial/Inclusiva da Rede Pública de Ensino; e
XI – desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área
de atuação.
(http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/educacao-inclusiva)
5. SUBIN
5.3. Diretoria de Educação Integral
Veremos agora a Diretoria de Educação Integral e suas três
gerências: a Gerência de Educação Infantil e Fundamental em Tempo
Integral; a Gerência de Educação Ambiental, Patrimonial, Língua
Estrangeira e Arte-Educação; e a Gerência de Programas, Projetos e
Parcerias em Tempo Integral.
( https://www.inclusive.org.br)
À Diretoria de Educação Integral, unidade orgânica de direção,
diretamente subordinada à Subsecretaria de Educação Inclusiva e
Integral, compete:
I – formular e planejar as políticas públicas, diretrizes e documentos
norteadores pedagógicos e operacionais, para a implantação e a
implementação de políticas, diretrizes específicas, programas, projetos e
ações para a Educação em Tempo Integral, a Educação Ambiental, a
Educação Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação; dos Centros
Interescolares de Línguas, das Escolas Parques e da Escola da Natureza
no âmbito da Rede Pública de Ensino;
II – promover, supervisionar e coordenar as políticas públicas, diretrizes
específicas, programas, projetos e ações voltadas à Educação em
Tempo Integral, à Educação Ambiental, à Educação Patrimonial, aos
Centros Interescolares de Línguas, ao Ensino de Língua Estrangeira na
rede, às Escolas Parques e à Escola da Natureza, com os setores da
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal e com outras
instâncias;
III– formular, promover, analisar e supervisionar ações educativas de
Educação em Tempo Integral, Educação Ambiental, Educação
Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação nos objetivos e nas
metas do Plano Nacional de Educação - PNE e do Plano Distrital de
Educação - PDE.
IV – planejar e supervisionar os planos de formação continuada dos
docentes, coordenadores pedagógicos e intermediários que atuam na
Educação em Tempo Integral, Educação Ambiental, Educação
Patrimonial, nas Escolas Bilíngues Interculturais, nos Centros
Interescolares de Línguas, no Ensino de Língua Estrangeira na rede, nas
Escolas Parques e na Escola da Natureza no âmbito da Rede Pública de
Ensino;
V – coordenar e supervisionar o desenvolvimento das ações
pedagógicas e da realização dos projetos pedagógicos nas Unidades
Escolares que atendam Educação em Tempo Integral, Educação
Ambiental, que promovam Educação Patrimonial, Bilíngues
Interculturais, que ofertem Língua Estrangeira, dos Centros
Interescolares de Línguas, Escolas Parques e a Escola da Natureza, no
âmbito da Rede Pública de Ensino;
VI - planejar, coordenar e supervisionar, junto às Unidades Regionais de
Educação Básica – UNIEBs/CREs, as ações técnico-pedagógicas
concernentes aos programas, aos projetos e às ações da Unidades
Regionais de Educação Básica – UNIEBs/CREs, nas Unidades Escolares
da Rede Pública de Ensino;
VII – formular, analisar e supervisionar parecer técnico-pedagógico
sobre as parcerias, convênios, contratos, acordos e instrumentos
congêneres, no âmbito desta Diretoria; e
VIII- elaborar outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de
atuação.
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5.4. Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade
Por fim, a terceira é a Diretoria de Serviços de Apoio à
Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade, composta por duas
gerências que são elas: Gerência de Educação em Direitos Humanos e
Diversidade e Gerência de Serviços Especializados de Apoio à
Aprendizagem.
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4300
https://eadeape.se.df.gov.br/mod/book/view.php?id=90552&chapterid=4302
À Diretoria de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos
Humanos e Diversidade, unidade orgânica de direção e supervisão,
diretamente subordinada à Subsecretaria de Educação Inclusiva e
Integral (SUBIN), compete:
I – propor, articular e elaborar diretrizes e documentos norteadores para
a implantação e a implementação de políticas, diretrizes específicas,
programas, projetos e ações para as unidades escolares – UEs da Rede
Pública de Ensino ;
II – coordenar e acompanhar a elaboração, a implantação, a
implementação e a avaliação do currículo referente a Direitos Humanos,
Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem;
III – orientar e acompanhar a implantação e a implementação dos
dispositivos legais e pedagógicos referentes à Direitos Humanos,
Diversidade e Serviços de apoio a Aprendizagem.na Rede Pública de
Ensino;
IV – orientar, articular e acompanhar, de forma sistemática, as Unidades
Regionais de Educação Básica – UNIEB`s/CRE`s quanto às políticas, às
diretrizes específicas e às ações dos Direitos Humanos, Diversidade e
Serviços de apoio à Aprendizagem;
V – elaborar documentos norteadores do acompanhamento
técnico-pedagógico para subsidiar as ações dos profissionais da
educação que atuam nos Direitos Humanos, Diversidade e Serviços de
apoio à Aprendizagem;
VI – supervisionar, em sua dimensão pedagógica, convênios, contratos,
termos de cooperação técnica e similares, referentes ao
desenvolvimento das atividades dos Direitos Humanos, Diversidade e
Serviços de apoio à Aprendizagem;
VII – promover ações articuladas com órgãos públicos e com a
sociedade civil organizada para atender às demandas relativas à Direitos
Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem;
VIII – propor, orientar e acompanhar a realização de pesquisas, estudos
e experiências para subsidiar a prática pedagógica dos Direitos
Humanos, Diversidade e Serviços de apoio à Aprendizagem;
IX – desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área
de atuação.
5.5. Ações desenvolvidas pela SUBIN
As ações desenvolvidas ou planejadas Subsecretaria de Educação
Inclusiva e Integral (SUBIN), são:
● Projeto ENEM Inclusivo e Especial - 2021/2020/2019. O projeto
começou em 2019, desenvolvido pela Subin, da Secretaria de
Educação do Distrito Federal (SEEDF). Em 2021, está em sua
segunda edição com apoio da Eape e das CREs. O público-alvo são
os estudantes da rede pública do 3º ano do ensino médio que
realizaram inscrição no Enem e apontaram a necessidade de
atendimento especializado. Os jovens que cursam os 1º e 2º anos
também poderão participar da iniciativa a título de conhecimento.
(https://agenciabrasilia.df.gov.br)
● Levantamento e análise dos termos de cooperação e convênios.
● Estabelecimento de parcerias dentre os órgãos governamentais,
associações não governamentais e empresas.
● Levantamento das situação atual e identificação das
necessidades.
● Elaborar as diretrizes do Projeto Vida – EMTI.
● Desenvolver e Implantar Projeto Música nas Escolas em Tempo
Integral (Entrega de 650 instrumentos Musicais).
● Criar nova escola bilíngue para surdos no plano piloto na rede
pública de ensino do DF.
● Aplicar os desenvolvimentos da Tecnologia Assistiva na melhoria
do ensino e qualidade de vida dos estudantes com deficiência e
transtornos.
● Criar Centro de Referência em Altas Habilidades.● Acolher as crianças com deficiência e transtornos que estão fora
do universo escolar e conduzi-las para as unidades escolares.
● Orientar ações no sentido de promover a arte na Educação
Integral.
● Implantar Biblioteca Virtual Sobre Educação Integral e
Inclusiva/Especial.
● Normalizar a Alfabetização de Cegos pelo CEEDV.
● Criar e lançar a Pesquisa de Opinião sobre Educação Inclusiva,
Especial e Integral.
● Lançar o Enem Inclusivo e Especial 2022.
● Unificar as ações para lançar o Projeto Ensino Médio Integral
Digital.
● Implantar Projeto Galeria de Arte Educa DF – Altas Habilidades.
● Empreender, incentivar e implementar a prática de esportes com a
participação de estudantes com deficiência e transtornos,
promovendo periodicamente competições atléticas desportivas
entre eles nas diversas modalidades paralímpicos e surdolímpicos.
(CID’s paralímpicos e Surdolímpicos).
● Implantar Projeto Empregabilidade inclusiva e especial para os
Estudantes do Ensino Médio da educação em tempo integral.
● Trabalhar no sentido de promover ações de empregabilidade junto
aos estudantes com deficiências e transtornos, promovendo
oficinas e estágios em empresas.
● Estabelecer o Projeto Libras Incluir.
● Garantir a adequação curricular às características dos estudantes
com deficiências, transtornos e altas habilidades.
● Regulamentar Biblioteca em Braille.
● Ampliação de matrículas da Educação em Tempo Integral na
Escola Parque Núcleo Bandeirante.
● Ampliação de matrículas da Educação em Tempo Integral em
parceria com PROFESP Programa Forças no Esporte - Ministério
da Defesa/ Cidadania, da Mulher, Família e Direitos Humanos.
 Em suma, as principais ações desenvolvidas pela SUBIN
compreendem a melhoria na formação continuada, implementação de
políticas públicas e sociais na área de estudantes com necessidades
educacionais especiais. Uma meta necessária é a diminuição da evasão
com a ampliação e a universalização no atendimento do ensino em
tempo integral. Além disso, a rede compreende a importância de formar
integralmente os alunos, com habilidades socioemocionais e
protagonismo juvenil, fazendo com que ele seja ator e responsável pela
própria aprendizagem, evitando o conteúdo estanque, visto que ele é um
ser social, profissional e familiar, sendo todas essas áreas integradas.

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