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Histofisiologia da polpa e dos tecidos periapicais Odontogenese → Período da formação dos dentes. Inicio na quinta semana de VIU. → Ocorre a invasão do ectomesênquima e formação da banda epitelial primária (onde vai ser formado os arcos dentários) → Fases: 1.Botão 2.Capuz 3.Campânula 4.Coroa 5.Raiz → A população de células ectomesenquimais condensadas localizada na concavidade do órgão dental, que formará a dentina e a polpa é chamada de papila dental. → Papila dental apresenta uma função modeladora da forma da coroa no futuro dente; → A formação da dentina é centripeta e é formada pelos odontoblastos na periferia da polpa. É importante para a formação da dentina o fenômeno da indução recíproca (deposição de esmalte e dentina para que aja a diferenciação das células formadoras) Dentina → Coberta por esmalte na porção coronária, e por cemento, na porção radicular. → Delimita a polpa formando a câmara e canal radicular. → Estrutura permeável , formada por túbulos dentinários Nesses túbulos apresenta fluidos dentinários, prolongamentos odontoblasticos e terminações nervosas → os prolongamentos “ficam” na dentina conforme ocorre mais a produção de dentina que é centrípeta. → Composição da dentina 70% material inorgânico 12% água 18% matriz orgânica 90% Componentes colágenos 85% colágeno tipo I 5% colágeno tipo III e V 10% componentes não colágenos → TIPOS DE DENTINA Dentina primária É aquela que forma-se até o fechamento doápice radicular. Se divide em dentina do manto e circumpulpar: Dentina do manto É a primeira dentina sintetizada pelos odontoblastos recém diferenciados; Localiza-se abaixo do esmalte e do cemento; Espessas fibras de colágeno dispostas de forma ordenada e regular formam a matriz orgânica; É menos calcificada do que a dentina circumpulpar; Contém as ramificações terminais dos túbulos dentinários, que são mais numerosos nesta localização. Dentina circumpulpar Os odontoblastos começam a se deslocar centripetamente depositando-a (vão em direção ao centro da cavidade pulpar); Localiza-se entre a dentina do manto e a pré- dentina (a mais recente e à medida que se calcifica, vai se tornando dentina circumpulpar e vai ocorrendo deposição de mais dentina, ou seja, pré-dentina novamente); É mais calcificada do que a dentina do manto; O processo de mineralização torna-se mais regular. Durante o movimento centrípeto, os odontoblastos deixam seus processos celulares na dentina, formando túbulos dentinários que se estendem da polpa até a união amelodentinária ou cementodentinária. Esses túbulos tornam a dentina permeável, favorecendo a cárie e intensificando a resposta pulpar aos procedimentos restauradores. O processo odontoblástico ocupa de um terço a metade do túbulo. A dentina que reveste os túbulos é chamada intratubular (peritubular) e é mais calcificada e rígida, enquanto a dentina que a circunda, constituindo a maior parte da dentina, é denominada intertubular. Dentina intratubular (peritubular) São paredes de dentina que delimitam os túbulos dentinários, altamente mineralizadas e bem distintas da dentina intertubular. Sua deposição ocorre de forma lenta e centrípeta em relação aos túbulos. Estímulos persistentes e de baixa intensidade podem aumentar essa deposição, levando à obliteração dos túbulos e à formação de dentina esclerosada ou translúcida, de aspecto cristalino. Dentina intertubular Se distribui entre os túbulos dentinários, e é formada por fibras de colágeno que constituem uma malha fibrilar onde se depositam os cristais de hidroxiapatita. Essa matriz constitui a matéria orgânica da dentina. Dentina secudária Forma-se após o fechamento do ápice radicular; Deposita-se mais lentamente do que a dentina primária; Possui produção contínua durante toda a vida do dente; Possui túbulos ligeiramente menos regulares do que na dentina primária; Em cortes histológicos observa-se mudança de direção nos túbulos dentinários; Sua deposição causa redução progressiva no volume da cavidade pulpar. Dentina terciária Não ocorre em todos os casos pois é uma dentina reacional, proveniente de uma agressão que estimula os odontoblastos levando a sua produção; Altera a morfologia da câmara pulpar nas regiões onde existe um estímulo localizado formando uma barreira entre a polpa e o local afetado; Quanto mais acentuado o estímulo, mais rápida e irregular será a oposição da dentina. Classifica-se em dois tipos: Dentina reacional: Produzida em situações de agressão de baixa intensidade. Os odontoblastos primários depositam e mineralizam matriz dentinária que pode ainda apresentar característica tubular. A deposição de dentina intratubular, caracteriza a esclerose dentinária. A esclerose dentinária é um mecanismo de defesa que resulta numa diminuição da luz tubular ou completa obliteração do túbulo. Ou seja, o trajeto dos túbulos dentinários da dentina primária e secundária podem ser interrompidos e isso serve para evitar que o agente agressor, chegue a polpa. Esse processoafeta a permeabilidade dentinária. Reduzindo-a. Dentina reparadora: Produzida em situações de agressão de alta intensidade (morte dos odontoblastos) Há recrutamento de células ectomesenquimais indiferenciadas da polpa. Essas células recrutadas, diferenciam-se em odontoblastóides, que são células semelhantes aos odontoblastos, e que desempenham a função inicial de deposição de uma matriz dentinária amorfa e atubular. Após a interrupção do estimulo, essa nova camada odontoblastóide continua a depositar a matriz dentinária, mas de uma forma mais organizada , com formação tubulares. Dentina esclerosada: Caracterizada pela obliteração total ou parcial dos túbulos dentinários. Pré-dentina: É uma dentina não mineralizada, entre a camada odontoblástica e a dentina mineralizada. Faz com que a polpa e dentina mineralizada não tenham contato. Túbulos dentinários Alojam os prolongamentos dos odontoblastos e formam-se, durante a dentinogênese, ao redor dos processos odontoblásticos. O revestimento dos túbulos dentinários é constituído por um material hipomineralizado, denominado lâmina limitante. Os túbulos dentinários têm função de: Comunicação entre a polpa e a dentina Nutrição e manutenção da dentina Transmissão de estímulos sensoriais à polpa Permitem a difusão de substâncias (toxinas bacterianas, ácidos, medicamentos) Influenciam diretamente o desenvolvimento da cárie e a resposta pulpar aos procedimentos restauradores No interior dos túbulos dentinários podem estar presentes: Processo odontoblástico Fluido dentinário Eventualmente fibras nervosas (principalmente próximas à polpa) Movimentos do fluido dentinário dentro dos túbulos, provocados por estímulos térmicos, mecânicos ou osmóticos, ativam terminações nervosas na polpa (teoria hidrodinâmica), resultando em dor ou sensibilidade. Quanto maior: o número de túbulos o diâmetro dos túbulos maior a permeabilidade e a sensibilidade dentinária. Túbulos mais próximo ao esmalte ou cemento são mais estreitos, tem menor sensibilidade e menor permeabilidade Túbulos mais próximos da polpa tem maior diametro, maior presença de fibras nervosas, maior permeabilidade e sensibilidade. Permeabilidade dentinária Aumenta conforme cresce o número e o diâmetro dos túbulos. Durante o preparo cavitário, forma-se a smear layer, uma camada de detritos dentinários que reduz a permeabilidade ao obliterar os túbulos. Já o condicionamento ácido remove essa camada e desmineraliza a dentina peritubular, aumentando a permeabilidade pela ampliação da abertura dos túbulos. Sensibilidade dentinária O que é: A dentina pode responder com dor a estímulos térmicos, mecânicos, osmóticos e químicos. Inervação dentinária: Fibras nervosas podem penetrar nos túbulos dentinários, mas não estão presentes na periferia da dentina, onde a sensibilidade é maior. Odontoblastos: Não atuam como receptores sensoriais, pois não possuem sinapses ou junções especializadas com as fibras nervosas e apresentam baixo potencial de membrana. Teoria hidrodinâmica (Brännström, 1963): A sensibilidadeocorre pela movimentação do fluido dentinário nos túbulos, que distorce mecanicamente as terminações nervosas localizadas na interface dentina- polpa. Efeito dos estímulos térmicos: Frio: contração do fluido e deslocamento rápido para fora da polpa (mais doloroso). Calor: expansão do fluido e deslocamento em direção à polpa. Procedimentos clínicos: Jato de ar pode causar intensa movimentação do fluido, podendo aspirar processos odontoblásticos para dentro dos túbulos, aumentando a sensibilidade. Hipersensibilidade dentinária: Relacionada principalmente à ativação das fibras A-delta, estimuladas por túbulos abertos e fluxo rápido de fluido. Fatores associados: Exposição dentinária, túbulos abertos, abrasão, erosão, escovação, cárie, placa bacteriana, procedimentos restauradores e cargas oclusais. Controle da sensibilidade: A sensibilidade tende a persistir enquanto os túbulos permanecem abertos; o selamento tubular reduz a dor. Limitação da teoria: Nem toda sensibilidade pode ser explicada apenas pela teoria hidrodinâmica, sendo a hipersensibilidade um fenômeno multifatorial. Polpa → A polpa dentária é um tecido vivo, altamente especializado, localizado no interior do dente, ocupando a câmara pulpar e os canais radiculares. Apesar de, classicamente, ser definida como um tecido conjuntivo frouxo, essa definição é limitada. A polpa é, na verdade, um tecido conjuntivo ectomesenquimal altamente diferenciado, com funções essenciais para a formação, nutrição, sensibilidade e defesa do dente. Ela se origina da papila dentária, portanto tem origem ectomesenquimal, o que explica sua grande capacidade biológica de resposta, especialmente frente a agressões como cárie, trauma e procedimentos restauradores. A polpa não funciona de forma isolada. Ela está intimamente ligada à dentina por meio dos odontoblastos e de seus processos nos túbulos dentinários, formando o chamado complexo dentino- pulpar. Por isso, qualquer estímulo que atinja a dentina — químico, térmico, mecânico ou bacteriano — pode repercutir diretamente na polpa, mesmo sem exposição pulpar direta. Do ponto de vista estrutural, a polpa é um tecido ricamente vascularizado e inervado, porém confinado em uma cavidade rígida (dentina). Essa característica é fundamental para entender: por que a polpa responde com dor, por que inflamações pulpares evoluem rapidamente, e por que o aumento de volume tecidual é tão problemático clinicamente. → Funções: A polpa dentária é responsável por manter o dente vivo, funcional e capaz de responder a agressões. Suas funções não acontecem de forma isolada, mas integradas ao complexo dentino-pulpar. Função formadora: A polpa participa da formação da dentina por meio dos odontoblastos. Essa função não se limita ao período de desenvolvimento do dente, pois a polpa mantém a capacidade de produzir dentina ao longo da vida, especialmente como resposta a estímulos, como cárie ou desgaste. Função nutritiva: Por ser um tecido ricamente vascularizado, a polpa fornece oxigênio e nutrientes à dentina, que é avascular. Qualquer alteração no suprimento sanguíneo pulpar compromete diretamente a vitalidade dentinária. Função sensorial: A polpa é responsável pela sensibilidade dentária. Os estímulos aplicados à dentina geram movimentação do fluido nos túbulos dentinários, ativando terminações nervosas localizadas na região pulpar, o que resulta em dor. Função defensiva: A polpa responde a agressões físicas, químicas e bacterianas por meio de mecanismos inflamatórios e pela produção de dentina como forma de proteção. Produtos tóxicos bacterianos podem desencadear respostas pulpares mesmo antes da invasão bacteriana direta. Estrutura da polpa → CÉLULAS: Odontoblastos Ficam na periferia da polpa, coladinhos na dentina e se comunicam entre si. Função principal: formar dentina (primária, secundária e terciária) Têm prolongamentos nos túbulos dentinários, que se chamam fibras de tomes São os primeiros a sentir agressões vindas da dentina Linha de frente do complexo dentino-pulpar. Fibroblastos Células mais abundantes da polpa Produzem e mantêm a matriz extracelular Importantes na manutenção e reparo do tecido pulpar → produz colágeno Mudam de comportamento em inflamações Células mesenquimais indiferentes Funcionam como reserva biológica Localizadas principalmente ao redor dos vasos Podem se diferenciar em: novos odontoblastos células reparadoras Fundamentais na formação de dentina reparadora Células de defesa Mesmo em polpa saudável, elas existem. Macrófagos: fagocitose + controle da inflamação Células dendríticas: apresentação de antígenos Linfócitos: aumentam em processos inflamatórios → Matriz extra-celular A matriz extracelular da polpa é o meio onde as células vivem, se comunicam e funcionam. Ela não é só “preenchimento”: é ativa biologicamente. Fibras: As fibras fazem parte dos componentes extracelulares estruturais da polpa e são representadas principalmente por: Fibras colágenas → firmeza e sustentação Fibras reticulares → suporte de vasos e nervos Elas conferem suporte e organização ao tecido pulpar, mantendo sua estrutura frouxa e flexível. Substância fundamental amorfa A substância fundamental amorfa corresponde à matriz extracelular não fibrilar, localizada entre as fibras e as células. Rica em água Importante para a retenção hídrica Facilita a difusão de nutrientes e metabólitos Contribui para a elasticidade do tecido pulpar → Elementos de suporte Capilares, arteriolas e vênulas Os vasos penetram e saem da polpa principalmente pelo forame apical, além de foraminas e ramificações laterais. Os capilares são numerosos e de paredes finas, facilitando a troca de substâncias. Essa vascularização é essencial para: nutrição da polpa e da dentina resposta inflamatória reparo tecidual Vasos linfáticos Estão presentes na polpa, embora em menor quantidade Responsáveis pela drenagem do excesso de fluido Atuam no controle da pressão tecidual e da inflamação Quando a drenagem é insuficiente, a pressão interna aumenta → dor. → Forame apical O forame apical é a principal via de comunicação entre: a polpa o feixe vascular-nervoso os tecidos periapicais e radiculares Ele conecta a polpa ao restante do organismo e tem papel central na: inflamação pulpar disseminação de processos patológicos endodontia clínica → Zonas estruturais da polpa Zona odontoblástica É a camada mais periférica da polpa, em contato direto com a dentina. Formada pelos odontoblastos Responsável pela formação da dentina Os prolongamentos dos odontoblastos penetram nos túbulos dentinários Atua como primeira linha de defesa frente a estímulos vindos da dentina É a zona que conecta diretamente polpa ↔ dentina. Zona de Weil (ou zona pobre em células) Localiza-se logo abaixo da camada odontoblástica. Apresenta baixa densidade celular Rica em: capilares fibras nervosas Importante para a nutrição dos odontoblastos Em dentes jovens, essa zona é bem evidente; com o envelhecimento, pode ficar menos definida. Zona rica em células Situada abaixo da zona de Weil. Alta concentração de: fibroblastos células mesenquimais indiferenciadas células de defesa Região importante para reparo e resposta inflamatória Funciona como um reservatório celular da polpa. Zona central da polpa Corresponde à porção mais interna da polpa. Rica em: vasos sanguíneos nervos tecido conjuntivo frouxo Responsável pela manutenção metabólica do tecido pulpar → Inervação pulpar A inervação pulpar é sensitiva e autônoma, constituída por fibras simpáticas e sensitivas, podendo ser mielínicas e amielínicas. Essas fibras acompanham a vascularização e penetram na polpa pelo forame apical, seguindo o trajeto do feixe vásculo-nervoso. Tipos de fibras Fibras mielínicas A-delta – são a maioria Condução rápida Dor aguda, curta e bem localizada Associadas a estímulos como frio e toque A-beta Também mielínicas Condução rápida Menor relevância clínica comparada às A-delta Fibras amielínicas Fibras tipo C Condução lenta Dor difusa, profunda e pulsátil Associadas a processosinflamatórios Região periapical A polpa é altamente vascularizada e tem pressão interna elevada. Está confinada pela dentina, que é rígida e impede expansão. Pequeno aumento no volume sanguíneo → grande aumento de pressão → dor. A dor está relacionada à compressão vascular e ativação das fibras nervosas. A fisiologia pulpar varia conforme idade, espessura dentinária e condição do dente. Fisiologia da polpa A região periapical corresponde aos tecidos que circundam o ápice radicular. Ela funciona como o centro vascular, nervoso e linfático do periodonto, apresentando alta atividade metabólica. Composição Cemento Ligamento periodontal Osso alveolar Essas estruturas garantem: sustentação do dente nutrição sensibilidade defesa Conexão com a polpa O forame apical conecta a polpa ao feixe vásculo-nervoso e às estruturas perirradiculares. Tudo o que acontece no endodonto pode repercutir no periápice. Se ocorrer inflamação pulpar e ela não for tratada: a infecção pode se estender pelo forame apical atingir o ligamento periodontal e evoluir para lesão periapical Histologia da Região Periapical A região periapical é formada principalmente pelo ligamento periodontal, que é um tecido conjuntivo fibroso, altamente vascularizado e metabolicamente ativo. Ele é continuação do tecido conjuntivo pulpar através do forame apical. Células Fibroblastos (mais abundantes → produzem colágeno) Células mesenquimais (reparo) Células de defesa Cementoblastos e osteoblastos Fibras Feixes abundantes de colágeno Substância fundamental Amorfa Retém água Permite trocas metabólicas Complexo dentina-polpa Origem embrionária semelhantes Relação anatômica Relação fisiológica Todo evento que ocorre na dentina terá repercussão na polpa → prolongamentos odontoblásticos Não funcionam separados Dentina protege e polpa responde Onde cada uma fica: Dentina: Parte dura do dente Fica sob o esmalte na coroa Fica sob o cemento na raiz Polpa: Fica dentro do dente Ocupa a cavidade pulpar, que se divide em: Câmara pulpar: presente na coroa → polpa coronária Canal radicular: presente na raiz → polpa radicular Divisão histológica do canal radicular Canal dentinário É a parte do canal revestida por dentina. Formado por dentina em praticamente toda sua extensão. Tem abertura maior na porção coronária. Vai afunilando em direção ao ápice. É o canal “principal” que a gente instrumenta. Canal cementário É a porção final do canal, já perto do ápice. Revestido por cemento, não por dentina. Começa no CDC (junção cemento-dentina). Termina no forame apical. Formato: Mais estreito próximo ao CDC Pode ser um pouco mais largo ao sair no forame É uma região pequena, mas biologicamente MUITO importante. CDC (Constrição Dentina-Cemento) É o ponto onde: Termina o canal dentinário Começa o canal cementário Ele é considerado o limite ideal de trabalho na endodontia, porque: Até ali estamos dentro do sistema dentinário. A partir dali já estamos em contato direto com tecidos periapicais. Por isso usamos o famoso: Recuo de aproximadamente 1 mm do forame apical Mas isso NÃO é padrão fixo. Cada paciente tem variações anatômicas. O CDC nem sempre está exatamente 1 mm antes do forame. Por isso usamos: Localizador apical Radiografia Conhecimento anatômico Por que não devemos ultrapassar o CDC? Porque se ultrapassarmos: Irritamos os tecidos periapicais Podemos causar dor pós-operatória Podemos extravasar material obturador O objetivo é limpar e modelar até o limite biológico, não além dele.