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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
PRÁTICA PROFISSIONAL
SANTA MARIA DE JETIBÁ
ELABORAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL
CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
THAILANE BICKEL DE SOUZA
PRÁTICA PEDAGÓGICA PROFISSIONAL
Trabalho apresentado a disciplina Prática Profissional, do Centro Universitário FAVENI, no Curso de segunda graduação em geografia, como pré-requisito para aprovação.
SANTA MARIA DE JETIBÁ 2025
1. TÍTULO
O desafio do ensino da geografia para alunos inseridos em classe inclusiva.
2. APRESENTAÇÃO
O ensino de Geografia em classes inclusivas demanda práticas pedagógicas que considerem as diferenças individuais dos estudantes, respeitando ritmos, estilos de aprendizagem e necessidades específicas. A educação inclusiva pressupõe a reorganização do trabalho escolar, de modo que todos tenham acesso ao currículo de forma significativa. Nessa perspectiva, a escola precisa adaptar procedimentos, recursos e estratégias que garantam a participação efetiva de todos os alunos. De acordo com Maria Teresa Eglér Mantoan, “a escola inclusiva exige que o ensino seja reorganizado a partir das diferenças, e não apesar delas”. Essa afirmação evidencia que a inclusão não se constitui apenas na presença física do aluno, mas na garantia de condições reais de aprendizagem.
A prática docente, nesse contexto, deve ser dinâmica, crítica e sensível às singularidades. Assim, ensinar Geografia em uma classe inclusiva implica levar o aluno a compreender o espaço geográfico por meio de estratégias acessíveis, como materiais visuais adaptados, recursos táteis, tecnologias assistivas, linguagem simplificada e atividades colaborativas. O professor atua como mediador desse processo, criando caminhos que possibilitam a construção do conhecimento. Essa visão é reforçada por Paulo Freire, ao afirmar que “ensinar é criar possibilidades para a produção e construção do conhecimento”. Portanto, para além de transmitir conteúdos, é papel do professor criar condições para que todos os estudantes, inclusive aqueles com necessidades específicas, possam compreender e interpretar o espaço.
A Geografia escolar contribui para a formação crítica dos estudantes, permitindo que compreendam o mundo em que vivem e estabeleçam relações entre território, sociedade e natureza. Para Milton Santos, “a Geografia é fundamental para compreender o espaço vivido, e seu ensino deve possibilitar ao aluno construir significados a partir de sua realidade”. Em classes inclusivas, essa compreensão exige a diversificação dos meios de acesso ao conhecimento, garantindo que o estudo do lugar, da paisagem e do território seja apresentado de forma concreta e acessível.
Nesse sentido, o ensino de Geografia em contextos inclusivos amplia a necessidade de metodologias ativas, recursos pedagógicos adaptados, flexibilização curricular e práticas que respeitem as especificidades de cada estudante. A inclusão não deve ser vista como obstáculo, mas como oportunidade para aprimorar a prática docente, tornando-a mais criativa, humana e democrática. Assim, a construção de um ambiente inclusivo favorece tanto os alunos com necessidades específicas quanto toda a turma, promovendo a equidade no processo educativo.
3. OBJETIVOS
O Objetivo geral
Trazer reflexão sobre o que podemos fazer para garantir que os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados e pensar nas competências de cada um dentro do processo de garantia de educação, que depende principalmente da mudança de atitude e da ação social de cada cidadão.
Os objetivos específicos
Ofertar atividades diferenciadas a respeito do uso da comunicação alternativa, no contexto da educação inclusiva, para garantir os direitos das pessoas com deficiência e possibilitar uma aprendizagem rica, significativa e inclusiva no processo de ensino aprendizagem como todas as outras crianças, pois o aprender é direito de todos.
4. METODOLOGIA
Metodologicamente as estratégias utilizadas foram baseadas na pesquisa e na ação. Através de construção de materiais lúdicos e didáticos para serem utilizados no ensino da disciplina geografia, para que o aluno possa assimilar o conteúdo de uma forma prazerosa e lúdica, os quais propiciarão a curiosidade, o constante desafio perceptivo, a qualidade lúdica e a alegria estejam presentes junto com a paciência, a atenção e o esforço necessários para a continuidade do processo de educação e entrosamento, parceria e respeito mútuo. O ensino de Geografia na Educação Inclusiva deve proporcionar ao aluno a compreensão e uma melhor análise do meio que o cerca, visto que este indivíduo enfrenta barreiras impostas diariamente em diversas situações cotidianas, desde um simples deslocamento pela cidade, até ao acesso de um ensino de qualidade e voltada a necessidade do aluno, as propostas pedagógicas, sempre priorizando a aprendizagem significativa e a inclusão da mesma com os demais alunos com necessidades educacionais especiais. Com isso pretende-se manter vivo o interesse da criança, construindo com ela, a surpresa, o mistério, o humor, o divertimento, a incerteza, a questão difícil como ingredientes das atividades, e estas serão desenvolvidas buscando o resgate das crianças, valorizando seu lado positivo e mostrando que todas as pessoas são capazes, basta ter a oportunidade de demonstrar seu potencial e possibilitar uma vivência enriquecedora e significativa, desenvolvendo uma comunicação alternativa através de recursos visuais e concretos: placas, brincadeiras e jogos proporcionando melhor entrosamento. conhecer e respeitar as diferenças para que a inclusão realmente aconteça em todos os níveis da sociedade. Pessoa com deficiência estar matriculada em uma escola regular. Esse aluno tem que ser inserido como um todo e ser parte ativa no processo de ensino e aprendizagem, portanto:
Para uma escola ser inclusiva não basta apenas aceitar os portadores de necessidades especiais, necessita ter um bom projeto pedagógico, que começa pela reflexão e não somente pela infraestrutura da escola, como construção de rampas, banheiros, entre outros. Também é importante um planejamento quanto à prática pedagógica, proporcionando atividades que envolvam a todos e que os
professores entendam que os alunos precisam de liberdade para aprender de acordo com as suas condições (e isto tanto vale para os estudantes com deficiência ou não) (SGARABOTTO & DURANTI, 2006, p.04)
No processo de ensino e aprendizagem, o docente tem papel fundamental e não deve ser apenas um mero transmissor de conhecimento pronto e acabado, mas sim, um estimulador/mediador do conhecimento e ao mesmo tempo um pesquisador contribuinte para o desenvolvimento da educação. O professor de Geografia em sala de aula tem como função potencializar seus estudantes, utilizando todas as formas diversas de expressões para atingi-los. É preciso entender como estes alunos pensam e se sentem em relação à escola e ao espaço em que vivem” (MELO; SAMPAIO, 2007, p.128).
Certo é que os indivíduos com deficiência requerem adaptações individuais. Entretanto, centralizar o foco nas especificidades dos alunos mais do que em adaptações mais significativas, como a formação dos professores, a organização das salas e da escola para atendimento, a relação professor e aluno e entre a família e a escola, dentre outras, podem induzir os pesquisadores na área a acreditarem que mudanças apenas na metodologia já são suficientes para incluir de fato a pessoa com deficiência (CAIADO; et.al, 2015, p. 782)
5. CRONOGRAMA
	AÇÕES
	DATAS
	Responsáveis
	Reconhecimento e diálogo
expiatório
	05 a 07 /06/2025
	Thailane:
	Planejamento e diálogo
sobre o projeto
	10/06/2025
	Thailane e equipe
gestora
	Levantamento biográfico
	17 a 21/06/ 2025
	Thailane
	Aplicação das aulas
	24/06 a 02/08/2025
	Thailane
	Culminância do projeto
	09/08/2025
	Thailane	e	equipe
gestora
6. RECURSOS NECESSÁRIOS
Os recursos utilizados: folhas A4 (produção dos alunos), tesoura, fita adesiva, tampinha de garrafa, materialreciclável, fichas, pinceis, alfabeto móvel, sapateira pedagógica, mural com tecido, TNT e EVA. Esses recursos serão utilizados para assimilação dos conteúdos e ludicidade dos alunos e exposição.
7. RESULTADOS ESPERADOS
A Possibilitar que os estudantes participem ativamente do projeto interventivo e inclusivo, que seja produzindo, dialogando, apreciando e respeitando os demais colegas e suas apresentações, além de proporcionar essa reflexão do papel da literatura.
8. REFERÊNCIAS
9. BEUCLAIR, J. Incluir, um verbo necessário a inclusão: (pressupostos psicopedagógicos). São José dos Campos: Pulso Editorial, 2007.
10. AGUILAR, Renata. Neurociência aplicada a educação: caminhos para facilitar a aprendizagem na sala de aula. São Paulo: Edicon, 2019.
11. BENCZIK, E.B.P (2014) Funções Executivas e aprendizagem: Um ponto de vista neuropsicológico IN: Martins, M. A; Cardoso, M.S e CAPELLINI, S.A. Tópicos em Transtornos de Aprendizagem – Parte II, PP. 41-57. Fundepe Editora. 2014. Marília/SP.
12. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação. PNEE: Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida. Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação – Brasília; MEC. SEMESP. 2020.
13. COSENZA, Ramon M. GUERRA, Leonor B.	Neurociência e Educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.
14. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
15. KLIN; Ami. Autismo e síndrome de Asperger: uma visão geral. Rev Bras Psiquiatr.	São	Paulo.	v.	28,	2006.	Disponível	em:acesso em 12 ago 2021.
16. LOPES, Claudio Neves. Autismo e família: o desenvolvimento da autonomia de um adolescente com Síndrome de Asperger e a relação familiar. Revista diálogos e perspectivas em educação especial. V.5, n1, p.53-66. Jan-jun,
2018FIRMINO, Simone Gomes; MORAES, Fernando Aparecido de. A pesquisa no estágio, o projeto de intervenção pedagógica e a escola: interfaces necessárias.
17. IV EDIPE–ENCONTRO ESTADUAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE
ENSINO, Anais... Goiânia, 2011. PADILHA, Günter Bayerl. CELEBRANDO O DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA.
18. Identidade! v. 27, n. 2, p. 410-422, 2022.
 FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
19. MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão Escolar: O que é? por quê? como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.
20. SANTOS, Milton. Por uma Geografia Nova: Da Crítica da Geografia a uma Geografia Crítica. São Paulo: Hucitec, 1996.
RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE INTERVENÇÃO
A inclusão do aluno com deficiência na rede regular de ensino foi uma conquista histórica para estes indivíduos. A obrigatoriedade de recursos e metodologias, discriminados em leis como a LDBEN de 1996 deveria atender os alunos com deficiência e suas especificidades. A questão é debater se as escolas consideradas inclusivas realmente promovem um processo efetivo de inclusão, ou se esses alunos estão apenas inseridos em classes regulares. Nesse contexto, o ensino de Geografia, assim como das demais disciplinas escolares, trazem alguns desafios, e um fator que deve ser considerado para a superação das barreiras existentes é a formação inicial e continuada do professor, bem como o aprimoramento de estudos na área, para o desenvolvimento de metodologias que de fato proporcionem um aprendizado significativo para estes alunos. Porém, é preciso se atentar que o processo de inclusão não se estabelece apenas na prática em sala de aula, mas sim nas diversas relações desenvolvidas cotidianamente. A realização desse projeto favoreceu a abertura de um espaço para a reflexão e o diálogo sobre as diferenças e sobre o respeito mútuo, desenvolvendo as habilidades de conhecimento no ensino da geografia para alunos especiais no ambiente escolar. Essa estratégia de comunicação proporciona oportunidades para esclarecimentos, mudanças de atitudes, colaboração e flexibilidade no processo de ensino da disciplina. Assim, a inclusão escolar vem contribuir para o desenvolvimento não apenas do aluno com necessidades educacionais especiais, mas principalmente na formação de valores positivos e na convivência com a diversidade e incluir, bem como efetivar a participação da comunicação alternativa no contexto da educação inclusiva.
	FOTOS DAS PRATICAS PEDAGOGICAS:
Elaboração do projeto unto a equipe gestora.
	
	
	APRESENTAÇÃO DO PROJETO AOS ALUNOS.
	
	APLICAÇÃO DO PROJETO.
	1ª atividade Formando nome dos estados utilizando	sílabas	nas
Tampinhas
	
Com pincel, escrevendo a
primeira letra dos desenhos dos tipos de vegetação.
	
	
	3ª atividade
Com o uso do alfabeto móvel, escrevendo o nome.
	
	Fechamento do Projeto
	
	
	
	
	
	
CARTA DE APRESENTAÇÃO
Santa Maria de Jetibá, 03 de junho de 2025.
Ilma. Srª. Diretor.
HEVERTON FELIPE GOMES DAZILIO.
Servimo-nos desta para apresentar a Srª. Thailane Bickel de Souza, aluna do Curso de segunda graduação em Geografia.
Por oportuno, solicitamos a colaboração de V.S.ª. no sentido de que seja autorizada a realização das Atividades Práticas nesta Instituição, em cumprimento das exigências curriculares, facilitando-lhe a oportunidade de vivenciar a realidade educacional, condição imprescindível para futura atuação profissional.
Sem mais para o momento,
DECLARAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO
Declaramos para devido fins que THAILANE BICKEL DE SOUZA, inscrito (a) no CPF nº 179.063.387-74, portador (a) do RG nº 4.140-932, realizou a Prática Pedagógica nos dia (s) 05-06 a 09-08 no mês de agosto de 2025 na instituição E.E.E.F.M “ JOSÉ GIESTAS, CNPJ 03.338.400/0001-08.
_______________________________________________________________
	Assinatura por extenso do (a) responsável da instituição. 
(Diretor (a), Vice-diretor (a) ou Coordenador)
Carimbo do responsável Carimbo oficial da instituição 
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