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Teorias e Metodologias do Ensino da Arte e da Literatura
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Teorias e Metodologias do Ensino da Arte e da Literatura
FELIPE QUEIROGA
Caminho:
‣ UNIDADE 02
• Os livros nas escolas
• Técnicas de leitura e interpretação de textos
• Identificando e solucionando problemas
relacionados ao ensino da literatura nas escolas
• Procedimentos didáticas do Ensino de Arte e 
de Literatura
‣ A criatividade
O grito, Munch
https://www.ex-isto.com/2018/12/grito-edvard-munch.html
Onde está a arte? 
Onde está a literatura?
1. OS LIVROS NAS ESCOLAS
Os livros didáticos de Língua Portuguesa e
Literatura
Os livros didáticos vêm sofrendo diversas
transformações ao longo dos anos. Cada
disciplina passou a ter seus livros
específicos. No entanto, a questão do uso do
livro didático nas escolas é alvo de muitas
polêmicas.
Quando docente não é totalmente qualificado, ele
passa a utilizar o livro didático como a única fonte
de conhecimento, e como o único recurso didático
de suas aulas, diminuindo, portanto, a receptividade
de suas aulas por parte dos alunos.
De acordo com Tardelli: O livro didático é presença
constante em sala de aula; geralmente, ele assume o
estatuto de autoridade, pois sua programação, na
maioria das vezes, é seguida fielmente pelo
professor. Em geral parece não ser o mestre que
ensina, orienta, pensa e reflete com os alunos, mas
o livro didático que fala, impõe, determina a todos e
as suas falas
(2002, p. 37).
Em tempos nos quais a qualificação dos
docentes não tem sido priorizada pelos
sistemas educacionais, a presença dos livros
didáticos nas escolas se torna essencial, pois
os livros são uma garantia de que mesmo
que a didática do docente não seja a melhor,
o livro didático assegurará aos alunos o
fornecimento dos conteúdos que eles devem
aprender.
x
O livro didático é um instrumento que reflete o currículo escolar.
O livro didático possui duas
funções a cultural e a instrumental.
Sendo assim, a função
instrumental do livro didático se
dá por meio de seu
armazenamento de informações,
de modo ordenado, o que facilita o
processo ensino-aprendizagem.
Já a função cultural se dá por meio
do registro de passagens da tradição
oral, que se manifesta nestas obras
por meio de lendas, anedotas,
histórias, adivinhações, pelos textos
da tradição literária, entre outros.
No que concerne ao livro didático da disciplina de língua
portuguesa, este passou por diversas transformações.
Antes dos anos 40 não existiam gramáticas, ou
manuais de língua portuguesa, tal como existem hoje.
Já nos anos 60, existia uma coletânea de textos sem
indicações de metodologia, sem nenhum exercício. E
a gramática, que continha exercícios que poderiam ser
resolvidos pelos alunos.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação de nº 4.024,
promulgada em 10 de dezembro de 1961, deu um
novo rumo ao ensino de língua portuguesa, trazendo
as instruções de amplitude e desenvolvimento do
programa de português, as quais continham
recomendações para o Ensino de Língua Portuguesa.
A partir da década de 70, os livros didáticos
passaram a trazer além dos textos, diversos
exercícios, que conquistaram os alunos e os
professores, no entanto essas melhorias do
livros foram fortemente encorajas pelo
governo, pois durante a época da ditadura
militar no Brasil, que compreende o ano de
1964 a 1985, o governo apoiou fortemente o
desenvolvimento de aulas nas quais os
professores seguissem à risca o livro didático,
para que os docentes não precisassem falar
muito em sala de aula, evitando assim o
desenvolvimento do pensamento crítico dos
alunos. De tal modo, o governo via o ato de o
professor instruir o aluno a abrir o livro em
uma determinada página como uma
maravilha destas obras didáticas inovadoras,
que na visão deles impossibilitavam a criação
do pensamento crítico.
A partir de 1980 surgiram diversos avanços nas
pesquisas do âmbito da linguística, as quais
colaboraram muito para o ensino da língua
portuguesa. Desse modo, o ensino dogmático da
gramática tradicional de forma
descontextualizada e fragmentada passou a ser
rejeitado, e assim surgiram as análises da
linguagem, considerando a sua inserção em
contextos sociais.
Dessa forma, verifica-se que um bom livro de
Língua e Literatura, é aquele que contempla o
ensino da gramática e da literatura de forma
contextualizada, respeitando as variações
linguísticas, e as diferenças culturais de nosso
país.
Luiz Antônio Marcuschi
Os livros didáticos de Arte nas escolas
Cultura e arte, são de certo modo, um fenômeno coletivo
As manifestações artísticas são compostas por
uma soma de métodos e procedimentos que
refletem as formas de pensamento e ação de uma
sociedade. Assim, cada comunidade possui uma
cultura diferente, que se reflete em suas
manifestações artísticas, sejam elas massivas ou
eruditas.
Por isso, tais práticas devem ser apresentadas nas
escolas, estimulando o debate entre os alunos,
para que os educandos
do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio
possam vir a fazer suas próprias escolhas,
deixando de somente reproduzir os padrões
culturais que lhes foram impostos pelos
mecanismos das culturas hegemônicas.
Hélio Oiticica, 1968
De acordo com Lima, a apresentação das
manifestações de arte somente da cultura
hegemônica nas escolas, é resultante de uma
tentativa de alienação dos sujeitos, em suas
palavras: Uma vez que o verdadeiro
conhecimento sempre resulta de transformação
entre o homem e o mundo, isso implica tanto
reflexão como ação. Assim, a comunicação é a
práxis da epistemologia dialética de Freire. Essas
práxis compreende uma dimensão política
específica fundada na igualdade básica entre os
seres humanos e num compromisso radical com
a justiça social. Por conseguinte, como não pode
haver conhecimento sem comunicação entre
Sujeitos, esta não ocorre a menos que os Sujeitos
sejam igualmente livres. (LIMA, 2015, p. 140)
O artista de rua
2. TÉCNICAS DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
A leitura e a interpretação de textos nos
anos finais do Ensino Fundamental
Entrar em contato com a leitura e a escrita nos mais diversos
espaços de circulação de um texto, é uma prática social do
que chamamos de letramento. O letramento é um conceito
que se dá às práticas da língua escrita, que vão além da
escola. Verifica-se que a escrita está presente em todos os
lugares, pois quando um indivíduo saí de casa ele se depara
com jornais, revistas, outdoor, placas entre outros. Desta
forma, a leitura é um componente praticamente indispensável
para que o indivíduo compreenda o meio em que ele vive.
Dessa forma, as pessoas veem a vida de acordo com a língua
que elas conhecem, e a leitura é uma prática que engloba o
contexto social e individual de cada pessoa, pois a leitura de
um texto parte de um conjunto de crenças que reflete o nicho
no qual cada pessoa se insere na sociedade.
É importante que o professor, bem
como, os alunos compreendam que a
leitura vai muito além de
simplesmente desvendar códigos
linguísticos. O ato de ler consiste em
compreender a linguagem, entender a
mensagem, interpretar, debater, e
sentir o que o autor tenta transmitir
através de sua escrita.
A leitura analítica
A leitura analítica consiste na capacidade de ler e
interpretar textos, sendo assim, as estratégias de
leitura são um meio para que os leitores possam vir
a compreender um texto.
Uma leitura chama o uso de outras fontes de
informação, de outras leituras, possibilitando a
articulação de todas as áreas da escola. Uma leitura
remete a diferentes fontes de conhecimentos, da
história à matemática. Nesse sentido, leitura e
escrita são tarefas fundamentais da escola e,
portanto, de todas as áreas (SEFFNER, 1998, p.
121). SEFFNER apud ZIRALDO.
A escola não está preparada para a mágica da
leitura. Nova Escola, São Paulo: Abril. n. 25. p.26-
29. out 1988.
A escola não está preparadapara a mágica da leitura. 
Para entender um texto:
Por fim, o aluno deve aprender a Monitorar a 
Compreensão de Textos, tal prática se refere a uma 
atividade de metacognição. O termo metacognição 
advém da palavra meta, que significa além. Assim, 
a metacognição nada mais é do que a capacidade de 
um indivíduo de aprender a monitorar e 
autorregular seus processos cognitivos, indo além 
de seus limites pré-estabelecidos, melhorando o seu 
próprio processo de aprendizagem.
A atividade metacognitiva de leitura, consiste em fazer
com que por meio das pistas fornecidas pelo próprio texto, o
aluno levante hipóteses do que irá acontecer no decorrer do
texto, que deverão ser reformuladas, refutadas ou confirmadas
no decorrer de sua leitura. Destarte, se estabelece um processo
de interação entre o texto e o leitor.
Aprende-se a ler por meio de muitas leituras, do
conhecimento de diversos autores, de vários setores
da cultura escrita, etc. Tudo isso depende de jornadas
longas. É um processo em espiral, no qual se volta
a certos conteúdos sob uma nova perspectiva.
Há aspectos que ocorrem simultaneamente e
necessitam de diferentes situações para que sejam
apropriados (LERNER, 2006, p. 16).
O papel do professor:
O professor desempenha um papel muito
relevante nos processos de leitura dos alunos, visto que:
O professor é aquele que apresenta ao aluno o que
será lido: o livro, o texto, a paisagem, a imagem, a
partitura, o corpo em movimento, o mundo. É ele
quem auxilia a interpretar e a estabelecer significados.
Cabe a ele criar, promover experiências, situações
novas e manipulações que conduzam à formação
de uma geração de leitores capazes de dominar as
múltiplas formas de linguagem e de reconhecer
os variados e inovadores recursos tecnológicos,
disponíveis para a comunicação humana presentes
no dia-a-dia (NEVES, 1998, p. 14).
A leitura e a interpretação de textos no Ensino Médio
A leitura é uma prática com a qual os alunos do 
Ensino Médio, já estão de certo modo 
familiarizados. No entanto, para que se produza 
conhecimento, o ato de ler na escola não deve
ser uma prática mecanizada, visto que a leitura é 
um processo cognitivo, no qual o educando passa 
a construir significados
sobre um determinado texto.
Jakobson definiu esses elementos como:
emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto. Em 
um texto, pode-se identificar cada um desses elementos, 
pois eles estão presentes nos mais variados gêneros 
textuais.
O REMETENTE envia uma MENSAGEM ao
DESTINATÁRIO. Para ser eficaz, a mensagem requer um
CONTEXTO a que se refere (ou “referente”, em outra 
nomenclatura algo ambígua), apreensível pelo destinatário, 
e que seja verbal ou suscetível de verbalização; um 
CÓDIGO total ou parcialmente comum ao remetente e ao 
destinatário (ou, em outras palavras, ao codificador e ao 
decodificador da mensagem); e, finalmente,
um CONTACTO, um canal físico e uma conexão 
psicológica entre o remetente e o destinatário, que os 
capacite a ambos a entrarem e permanecerem em 
comunicação.
3. IDENTIFICANDO E SOLUCIONANDO PROBLEMAS 
RELACIONADOS AO ENSINO DA LITERATURA NAS ESCOLAS 
Ensinando literatura de forma contextualizada
Nas aulas de literatura é importante que este
ensino se dê de forma contextualizada, buscando
relatar ao aluno o contexto no qual as obras
trabalhadas em sala de aula foram escritas, bem
como deve-se buscar uma possível aplicação da
obra literária para a realidade atual.
Sabe-se que é principalmente no ambiente escolar que
o aluno passa a ter contato com as mais diversas obras da
literatura. Sendo assim, é a partir das experiências que o
aluno vivencia em relação a literatura que as suas preferências 
literárias serão formadas. Desse modo, é nas aulas de língua e 
de literatura, que o desejo por conhecer novas obras deve ser 
despertado.
Desse modo, o senso estético das obras literárias
trabalhadas em sala de aula deve ser considerado, porquanto um 
conto possui uma estrutura diferente de um poema, e existem 
motivos para que isto seja feito desta forma. Então, cabe ao 
professor explicar as diferenças estéticas das obras literárias, 
com o intuito de despertar o interesse dos alunos pela leitura de 
gêneros literários que possuam estilos de estética diferenciados.
Sobre o que a literatura desperta no ser
humano, Todorov (1939) afirma que: Ela
nos proporciona sensações insubstituíveis
que fazem o mundo real se tornar mais
pleno de sentido e mais belo. Longe de ser
um simples entretenimento, uma distração
reservada às pessoas educadas, ela permite
que cada um responda melhor à sua
vocação de ser humano.
(TODOROV, 1939. p. 24).
A Literatura e a Vida Social: 
O autor, a obra e o público
No capítulo intitulado: A Literatura e a Vida Social,
escrito por Antônio Candido, contido no livro
Literatura e Sociedade, ele fala sobre os fundamentos
da comunicação artística, que denomina em sua óptica
como o autor, a obra e o público.
Houve uma época na qual o coletivo era
considerado como criador de obras literárias, tal
conceito surgiu quando se esboçavam teorias sobre
a formação popular de romances, contos, epopeias,
poemas e histórias infantis. Segundo Candido, hoje,
tal noção está superada, de forma que, sabe-se que
a obra literária exige a presença do autor.
As relações entre o autor e o leitor
Candido afirma que o escritor é alguém que desempenha
um papel social, pois tende a corresponder às expectativas de
leitores ou auditores, deste modo:
A matéria e a forma da sua obra dependerão em parte
da tensão entre as veleidades profundas e a consonância ao
meio, caracterizando um diálogo mais ou menos vivo entre
criador e público. Mas o panorama é dinâmico, complicando-se
pela ação que a obra realizada exerce tanto sobre o público,
no momento da criação e na posteridade, quanto sobre o autor,
a cuja realidade se incorpora em acréscimo, e cuja fisionomia
espiritual se define através dela (CANDIDO, 2006, p. 83).
Sendo assim, o autor é fruto de sua sociedade, mas a sua
obra pode estar à frente de seu tempo, assim como ele mesmo, em
alguns casos. De qualquer forma, em cada período da história, as
obras literárias foram interpretadas de formas diferentes.
Algumas obras escritas no século XIX, eram recebidas
de uma forma pelo público, que muitas vezes não percebia a
crítica social implícita na obra, como nós vemos e interpretamos
hoje. Da mesma forma que, questões como o preconceito racial 
e social, não eram vistos no século XIX, da forma que são vistos
hoje em dia. Entretanto, isso não diminui o valor da obra 
literária, pois ela é fruto de uma determinada época, de um 
determinado povo, e de uma determinada forma de pensar.
A literatura é, pois, um sistema vivo de obras, agindo
umas sobre as outras e sobre os leitores; e só vive na
medida em que estes a vivem, decifrando-a,
aceitando-a, deformando-a. A obra não é produto fixo,
unívoco ante qualquer público; nem este é passivo,
homogêneo, registrando uniformemente o seu efeito.
São dois termos que atuam um sobre o outro, e aos
quais se junta o autor, termo inicial desse processo de
circulação literária, para configurar a realidade da
literatura atuando no tempo.
(CANDIDO, 2006, p. 83)
A literatura é, pois, um sistema vivo de obras
Excerto do romance A Escrava Isaura de Bernardo
Guimarães, no qual as esferas da escravidão são expostas:
Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar
que és maltratada, que és uma escrava infeliz,
vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto
passas aqui uma vida, que faria inveja a muita gente
livre. Gozas da estima de teus senhores. Deram-te
uma educação, como não tiveram muitas ricas e
ilustres damas, que eu conheço. És formosa e tens
uma cor linda, que ninguém dirá que gira em tuas
veias uma só gota de sangue africano.
[...]
– Mas senhora, apesar de tudo isso que sou eu mais
do que uma simples escrava? Essa educação, que
me deram, e essa beleza,que tanto me gabam, de
que me servem?... São trastes de luxo colocados
na senzala do africano. A senzala nem por isso
deixa de ser o que é: uma senzala.
– Queixas-te de tua sorte, Isaura?
– Eu não, senhora: apesar de todos esses dotes e
vantagens, que me atribuem, sei conhecer o meu
lugar.
Fonte: A Escrava Isaura de Bernardo Guimarães, disponível em https://bit.ly/35kbd40.
A importância do desenho nas aulas de arte
O desenho é algo grandioso e significativo na vida do ser
humano, que existe desde os primórdios da sociedade. No
entanto em outras épocas, o desenho possuía outras funções. As
quais não fogem muito das funções dos dias atuais, mas as
ideias do século XXI, vem com o intuito de contribuir para o
desenvolvimento das habilidades sensitivas, como da
criatividade do educando.
O desenho faz parte de um conjunto de atividades plásticas tais
como a pintura, a escultura, a modelagem, a marcenaria, a
colagem, a confecção de máscaras, de bonecos e de outros
objetos. É corriqueira a visão de que o desenho é apenas uma
atividade prática, em que só se trabalha a mão, dissociando-o
do pensar. Contudo, há uma estreita relação entre “pensar e
fazer, teoria e prática, conceito e ação”.
Sendo assim, é importante que principalmente nos anos
finais do Ensino Fundamental sejam desenvolvidas atividades
relacionadas ao desenho nas aulas de arte, pois o desenho é um
agente formador da criatividade.
4. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS PARA O 
ENSINO DE LITERATURA
Algo muito importante nas aulas de literatura,
é o ensino das escolas literárias e suas visões
estéticas, de forma contextualizada.
Literatura e problematizadora!
Na sala de aula, é preciso dar à criatividade a importância que ela
merece, pois é por meio dela que o homem mostra seu potencial
de inovação. É por meio do seu potencial criativo que se pode
notar a particularidade de cada ser, pois trata-se de algo ímpar de
cada um, mostrando assim a singularidade pessoal do ser humano.
Cabe ao professor utilizar diferentes maneiras de ensinar, novas
formas que chamem a atenção do aluno fazendo com que o
mesmo tenha um desenvolvimento da sua criatividade, pois uma
pessoa criativa consegue por meio de suas ideias ver o mundo de
outra maneira.
Segundo Osborne (1972, p. 40): Os objetivos da educação são
alimentar e exercitar a mente e formar o caráter. Uma mente bem
alimentada é sem dúvida, essencial à criatividade, pois os fatos
são os fundamentos de ideias.
O melhor lugar para que a criatividade dos educandos seja
estimulada é a escola, pois quanto mais a mente humana for
alimentada de informações ela tende a trabalhar em seu potencial
máximo. A educação desempenha o papel fundamental
A criatividade
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