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FACULDADE UNINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA BRUNA GABRIELA DE ALMEIDA SILVA RELATÓRIO DE ESTÁGIO NO ENSINO FUNDAMENTAL Relatório de Estágio apresentado ao Curso de Pedagogia, como requisito necessário para avaliação final da disciplina. Orientador(a): Soraia Delcy Ranzani ITAPIRAPUÃ PAULISTA - SP 2025 1. INTRODUÇÃO O presente relatório descreve a experiência que vivenciei nas atividades proposta pela disciplina de Estágio Supervisionado da Ensino Fundamental. Tais atividades ocorreram na turma do 3º ano do Ensino Fundamental, na Escola Municipal Padre Caetano Chibarro durante o período da manhã, nos dias 24/04/2025 até 12/05/2025, com duração de 44 horas. O estágio teve observação em sala de aula, leitura do plano de aula, observação dos alunos em atividades diversas, auxílio na aplicação de atividades, preparação de atividades e observação da escola como um todo, o professor e o projeto pedagógico. O empenho da professora em estimular, dar assistência e transmitir o conhecimento é admirável, foi encantador não poderia ter um exemplo melhor para minha formação. Observando a atuação do corpo docente e a interação entre a direção, coordenação e funcionários para a formação e desenvolvimento dos alunos, o estágio proporciona vivenciar a realidade do que aprendemos na teoria, trazendo as dificuldades, alegrias, rotinas e uma experiência enriquecedora para o nosso desenvolvimento profissional. O Estágio Curricular possibilita a apropriação da realidade presente no cotidiano estudantil. Ele orienta e guia no reconhecimento do espaço escolar, mostrando caminhos, técnicas, soluções e problemas para o desenvolvimento do educador e do processo de ensino e aprendizagem. O estágio é fundamental para que o aluno relacione os saberes construídos durante sua formação à prática planejada para esse período. O estágio assim como as disciplinas teóricas é uma parte importante dos estudos, é por meio dele que muitos escolhem atuar na área da educação, com essa experiência ele poderá se aprofundar cada vez e contribuir com os conhecimentos aos assuntos que precisam de tantas mudanças. 2. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA instituição A Escola Municipal Padre Caetano Chicharro está localizada na Rua Dr. Marcelo de Oliveira Ivo, nº 79, no Centro de Itapirapuã Paulista, São Paulo. Desde a sua fundação para atender a todo tipo de aluno, a escola passou por diversas reformulações ao longo dos anos, consolidando-se como uma instituição que atende a Educação Infantil e o Ensino Fundamental até o 5º ano, além de programas de Educação Especial. Atualmente, conta com 36 funcionários, incluindo diretora, coordenadora pedagógica, pedagoga, secretária, bibliotecária, 15 professoras, 6 auxiliares de serviços gerais, 4 cozinheiras. O estágio foi realizado no período de 24/04/2025 á 12/05/2025, totalizando 44 horas ao longo de 10 dias. Durante este período, foi possível observar o cotidiano escolar e as práticas pedagógicas desenvolvidas. A escola atende 213 alunos, com idades variando de quatro a onze anos, distribuídos entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental. O perfil socioeconômico dos estudantes abrange desde famílias de baixa renda até a classe média, refletindo a diversidade cultural e social da comunidade local. A concepção pedagógica da instituição é fundamentada na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Sua abordagem busca promover um ensino interdisciplinar e contextualizado, com foco na formação integral do aluno, respeitando os aspectos cognitivos, emocionais e sociais. A escola adota metodologias ativas que incentivam a participação dos estudantes no processo de aprendizagem, com o professor atuando como mediador. O PPP da escola também reflete um compromisso com a inclusão, contemplando adaptações curriculares e estratégias pedagógicas para atender às necessidades de alunos com deficiências intelectuais e auditivas, além de transtornos globais do desenvolvimento. A instituição dispõe de uma sala de recursos multifuncionais e promove atividades voltadas à diversidade cultural, incluindo a valorização da história afro-brasileira e indígena. O espaço físico da escola é organizado para atender às necessidades de diferentes etapas educacionais, com salas amplas, biblioteca, quadra esportiva, áreas de convivência e laboratório de informática. A infraestrutura inclui adaptações de acessibilidade, assegurando que todos os alunos possam participar plenamente das atividades escolares. A escola se empenha em construir uma educação pública de qualidade, democrática e inclusiva, priorizando o desenvolvimento integral de seus estudantes e sua preparação para a cidadania. 3. DESCRIÇÕES DAS OBSERVAÇÕES Dia 1: 24/04/2025 No meu primeiro dia de observação, a professora Leila Faville me apresentou para as crianças que foram bem receptivas e explicou o motivo da minha presença. Os alunos se mostravam agitados em vários momentos, e assim foi possível observar a maneira que a professora conduzia, tratava e se comunicava com todos os alunos: firme, atenciosa e muito carinhosa. A professora Leila demonstrou domínio em relação aos conteúdos aplicados e procurava, sempre que possível, trazer as vivências dos alunos para o assunto abordado. Havia uma rotina inicial de oração, músicas, chamada e contagem dos alunos que faltaram no início da aula, logo após era feita uma leitura de algum livro e feita alguma reflexão da professora. Foi dada a oportunidade de observação, registro, auxilio na aplicação de atividades e verificar como são recebidas e absorvidas, de acordo com os conteúdos trabalhados. Desde o momento que entrei na escola fui muito bem recebida pelos funcionários, o que me proporcionou uma sensação de acolhimento e conforto para realizar minha observação. A docente integrou música e dança á aula transformando a aprendizagem em uma experiência lúdica e participativa. Foi interessante observar como os alunos se envolveram e se divertiram. Essa abordagem reforçou a importância de estratégias dinâmicas e criativas no processo de ensino – aprendizagem. Essa experiência foi enriquecedora e me motivou ainda mais a acompanhar e aprender com a prática docente. Dia 2: 25/04/2024 A professora iniciou a aula retomando o conceito de adição simples, com exemplos práticos no quadro. Em seguida, introduziu a idéia de reagrupamento com o exemplo: 47 + 35. Explicou passo a passo, mostrando que ao somar as unidades (7 + 5 = 12), seria necessário agrupar 10 unidades em uma dezena e somar com as dezenas já existentes. Para facilitar a compreensão, a professora utilizou material dourado e desenhou no quadro representações com dezenas e unidades. Depois, chamou alguns alunos ao quadro para realizar novas operações com auxílio da turma. Na segunda parte da aula, os alunos resolveram uma atividade impressa com 10 contas de adição com e sem reagrupamento. A professora circulou entre as carteiras auxiliando os alunos com mais dificuldade. A turma demonstrou bom envolvimento, especialmente durante os exemplos com material concreto. A maioria dos alunos compreendeu a proposta e trabalhou de forma concentrada na atividade. Alunos com maior facilidade ajudaram colegas em duplas, promovendo colaboração. Dia 3: 28/04/2025 No terceiro dia de observação, foquei no comportamento dos 22 alunos da turma, que é composta por 12 meninas e 10 meninos, onde uma das crianças possui diagnóstico de Autismo e a outra criança possui uma deficiência física em seu lado esquerdo do corpo. Notei que os alunos sem dificuldades permanecem atentos e realizam as atividades com calma, enquanto os demais freqüentemente precisam ser redirecionados, o que exige constantes pausas da professora. Essa dinâmica apresenta desafios para o fluxo da aula. Apesar das dificuldades, ela demonstrou paciência e criatividade para engajar a turma. Dia 4: 29/04/2025 No quarto dia, a aula foi diferente e envolveu atividades diversificadas. Houve uma contação de histórias, parquinho e junto com a professora,os alunos foram para o pátio, onde montamos um circuito com exercícios cuidadosamente planejados para desenvolver equilíbrio, raciocínio e agilidade. A professora não teve dificuldade em lidar com a aula, pois demonstrou segurança e clareza em seus conteúdos administrados onde os alunos se mostraram interessados pela atividade. Dia 5: 30/04/2025 Neste dia, a aula foi com o professor Edivaldo, ele deu inicio a aula com um cabeçalho, e passou continhas de adição, subtração e problemas. As duas primeiras aulas foram de Matemática. Após o recreio as aulas foram de História, na aula de história o professor passou um texto sobre migração e emigração. Observei que o professor dá o seu melhor para seus alunos, explicando de forma bem clara e transparente para que não fique nenhuma dúvida, e assim possa crescer crianças com saberes inexplicáveis. Durante todo momento, o professor demonstrou ser profissional em sua área. Disponibilizou materiais adequados para as atividades, explicando de forma carinhosa e eficaz. A forma de aprendizagem que presenciei, faz com que o aluno obtenha conhecimentos e descobertas de forma prazerosa, facilitando seu aprendizado. Contudo, a aula ministrada mostra que a formação teórica do professor, foi realizada com sucesso. Dia 6: 05/05/2025 As 07:00 horas os alunos entraram para a sala, a aula começou com o cabeçalho, o professor Adelson se apresentou aos alunos, pois era o segundo dia dele na turma. Explicou aos alunos as matérias que iria aplicar, que seria de Ciências e Geografia, e como seria suas aulas. Foi passado aos alunos um texto na lousa sobre as boas maneiras, para convivência social harmônica e respeitosa entre os colegas de sala. Notei que alguns alunos ainda apresentam grandes dificuldades em relação á escrita e a diferença entre os números, não conseguem diferenciar os nomes dos números, escrevendo errados. Já outros alunos foram observados que já sabem diferenciar os números e são rápidos na resolução das tarefas. As crianças estão sempre sendo estimuladas pelo professor, sempre fazendo com que eles se esforcem cada vez mais, isso faz com que as crianças tenham autonomia, sendo criativos e dinâmicos havendo respeito mútuo e que a aprendizagem flua de forma significativa. Dia 7: 06/05/2025 Neste dia os alunos como de costume, fizeram o cabeçalho, oração, uma música e iniciaram com a aula de português. A aula teve como tema “uso correto do ponto final, da interrogação e da exclamação”. A professora iniciou com uma breve explicação no quadro e usou exemplos práticos. Em seguida, aplicou uma atividade impressa com frases para os alunos identificarem e corrigir a pontuação. O ambiente estava organizado, e os alunos participaram ativamente, levantando a mão para responder. A professora demonstrou domínio do conteúdo e boa didática, chamando a atenção dos alunos com bom humor e exemplos do cotidiano. A maioria dos alunos demonstrou compreensão do conteúdo. A professora circulou pela sala auxiliando os que tinham dúvidas. Ao final, corrigiu a atividade coletivamente com a turma. Dia 8: 07/05/2025 A aula de hoje foi de ciências. A professora iniciou a aula com perguntas orais, incentivando os alunos a falarem o que lembravam sobre os sentidos do corpo humano. A participação foi ativa, e os alunos demonstraram bastante interesse no tema. Em seguida, apresentou um cartaz com imagens relacionadas aos cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato. Ela explicou de forma clara a função de cada sentido, relacionando com exemplos do cotidiano (como “escutamos o barulho de um carro se aproximando” ou “sentimos o gosto doce do chocolate”). A professora utilizou também objetos para experimentação: um perfume para os alunos sentirem o cheiro (olfato), algodão e lixa para o tato, um fone de ouvido com sons de animais (audição), e balas de sabores diferentes (paladar). Os alunos participaram com entusiasmo nas atividades práticas. Os alunos mostraram-se bastante envolvidos, especialmente durante os momentos de experimentação. A turma manteve bom comportamento e houve respeito às regras estabelecidas para o manuseio dos objetos. Dia 9: 08/05/2025 A professora iniciou a aula com uma conversa informal perguntando aos alunos o que eles consideravam como “lugar”, visto que hoje a aula estava mais voltada para geografia. As crianças responderam com exemplos como "minha casa", "a escola", "a rua onde eu moro". A docente aproveitou essas respostas para explicar que o “lugar” é o espaço vivido, onde acontecem as relações sociais e culturais. Em seguida, ela utilizou um mapa simples do bairro e da cidade onde os alunos vivem, projetado na TV da sala. Os alunos foram convidados a localizar pontos conhecidos, como escola, a praça, o mercado e suas casas (quando possível). Houve bastante interesse e participação nesse momento. Após a explicação, a professora distribuiu uma atividade impressa onde os alunos deveriam desenhar seu lugar preferido e escrever uma pequena frase explicando por que gostam daquele espaço. Alguns alunos escolheram o parque, outros o quarto, outros ainda a casa da avó. Os alunos participaram ativamente das discussões e demonstraram curiosidade ao explorar o mapa. A atividade foi bem recebida, e a maioria finalizou com capricho e criatividade. Houve colaboração entre colegas, com trocas de idéias e ajuda mútua na escrita. Dia 10: 09/05/2025 No décimo dia a rotina ocorreu como de costume, oração, música, momento de conversa e etc.. Hoje a aula se iniciou com ensino religioso, onde a professora iniciou a aula com uma roda de conversa, questionando os alunos sobre o que significa “respeitar os outros”. Muitos alunos deram respostas relacionadas a tratar bem os colegas, aceitar que as pessoas são diferentes, e não brigar por pensar diferente. A docente acolheu todas as falas com atenção, estimulando o diálogo e a escuta ativa. Em seguida, leu um pequeno trecho de uma história infantil chamada “Cada um do seu jeito”, que trata sobre crianças com costumes, famílias e gostos diferentes. Após a leitura, a turma foi convidada a refletir: “Como seria o mundo se todos fossem iguais?” – o que gerou respostas criativas e divertidas. A atividade principal foi a produção de um cartaz coletivo com desenhos que representassem diferentes tipos de pessoas: diferentes culturas, religiões, raças, formas de ser e pensar. A professora orientou o trabalho em grupo, valorizando a cooperação e a troca de idéias. Os alunos demonstraram bastante envolvimento com a temática e participaram ativamente das discussões. Houve respeito pelas falas dos colegas e boa interação nos momentos de produção do cartaz. A turma mostrou sensibilidade ao abordar temas como empatia e convivência. Dia 11: 12/05/2025 A aula teve início com uma breve conversa sobre o que é “história” e como cada pessoa possui uma história própria, especialmente dentro do contexto familiar. A professora utilizou um mural com fotos antigas e atuais de sua própria família como exemplo, explicando como os costumes, roupas e objetos mudaram ao longo do tempo. Em seguida, ela pediu que os alunos compartilhassem informações que trouxeram de casa, como fotos, relatos de familiares ou objetos antigos, conforme havia sido combinado previamente. A turma mostrou muito interesse e entusiasmo ao apresentar os materiais, contando histórias de avós, festas familiares, viagens e tradições. A atividade principal foi o início da produção de uma “árvore genealógica simples”, com os nomes e, quando possível, fotos de familiares. A professora orientou a organização do trabalho e esclareceu dúvidas sobre parentesco e gerações. O objetivo era desenvolver noções de tempo e vínculos históricos dentro da família. Os alunos participaram com entusiasmo e atenção. Demonstraram curiosidade sobre as histórias dos colegas e respeitaram os momentos de fala. A proposta despertou afetividade e envolvimento, criando um ambiente acolhedor. 4. REGÊNCIA O tema proposto para a aula de regência foi: produção de texto – bilhete, o objetivo da aula era que osalunos compreendessem a finalidade do gênero textual "bilhete", e que produzissem um bilhete com estrutura adequada, considerando destinatário, mensagem e despedida. Iniciei a aula perguntando aos alunos se já haviam recebido ou escrito um bilhete e para que servia esse tipo de texto. As respostas foram diversas e ricas, o que permitiu uma introdução natural ao conteúdo. Apresentei no quadro dois exemplos simples de bilhete (um entre colegas e outro entre mãe e filho). Juntos, analisamos os elementos principais: data, destinatário, mensagem clara e assinatura. Os alunos demonstraram boa compreensão e curiosidade. Em seguida, propus uma atividade em que cada aluno deveria escrever um bilhete para um colega da sala, comunicando algo simples (como um convite para brincar ou um agradecimento). Os alunos escreveram com empenho e, após revisão, puderam trocar os bilhetes entre si e ler em voz baixa para o colega. A turma se mostrou bastante envolvida, especialmente durante a troca dos bilhetes. Houve entusiasmo e respeito pela proposta. Alguns alunos com maior dificuldade de escrita receberam apoio individual e usaram o quadro como referência. Avaliei por meio da observação direta e da análise dos textos produzidos, considerando se os alunos conseguiram identificar e aplicar os elementos do gênero bilhete. A maioria atendeu ao proposto, com variações naturais de escrita conforme o nível individual. Durante a regência prática, o planejamento foi cuidadosamente elaborado, e a professora colaborou ativamente na escolha do tema, pois o mesmo já estava incluído no seu planejamento de aulas. No geral, a experiência de regência foi enriquecedora, e as dificuldades encontradas contribuíram para meu crescimento como futura profissional da educação. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS A vivência do estágio supervisionado na Escola Municipal EMEF Padre Caetano Chibarro foi essencial para minha formação como docente, proporcionando a integração da teoria aprendida em sala com a prática pedagógica no ambiente escolar. Durante as atividades desenvolvidas, foi possível observar e experiênciar o cotidiano educacional, compreendendo melhor os desafios e as potencialidades do processo de ensino-aprendizagem no Ensino Fundamental. Essa experiência foi crucial para ressignificar conceitos teóricos, como a aplicação de metodologias ativas e inclusivas, reforçando a importância de estratégias diversificadas para atender às necessidades dos alunos. O estágio também propiciou o desenvolvimento de competências práticas, como planejamento de aulas, manejo de turmas diversas e adaptação às dinâmicas do ambiente escolar. Entre os desafios encontrados, destacaram-se o gerenciamento do tempo e a manutenção da atenção dos alunos em atividades mais prolongadas. No entanto, essas situações representaram oportunidades de aprendizado, evidenciando a necessidade de desenvolver estratégias mais eficazes de organização e condução de aulas. Como resultados positivos, ressalta-se o fortalecimento da prática reflexiva e a compreensão da relevância de práticas pedagógicas intencionais, que promovem interação, ludicidade e aprendizado significativo. Além disso, observou-se a importância do trabalho colaborativo entre os profissionais da escola para o sucesso das ações educativas. O estágio reforçou a necessidade de aprofundar estudos sobre inclusão, metodologias inovadoras e o uso de tecnologias na educação, indicando caminhos para futuras pesquisas. Recomenda-se, para aprimorar o estágio supervisionado, a promoção de atividades que favoreçam maior troca entre estagiários e docentes experientes, ampliando as possibilidades de aprendizado. O estágio não apenas consolidou conhecimentos teóricos, mas também despertou em mim uma visão mais crítica e abrangente sobre a docência, reafirmando meu compromisso com uma educação de qualidade, inclusiva e transformadora, buscando sempre focar nas singularidades e necessidades de cada criança que por mim passar. A experiência de observação e regência no 3º ano do Ensino Fundamental foi extremamente significativa para minha formação como docente. Durante esse período, pude vivenciar de forma prática a rotina da sala de aula, observar o desenvolvimento dos alunos, compreender suas necessidades e refletir sobre as melhores estratégias pedagógicas para favorecer a aprendizagem. O contato com a professora regente e com os estudantes possibilitou o fortalecimento de habilidades como escuta, planejamento, mediação e avaliação. Pude perceber a importância de uma didática que respeite o tempo de cada aluno, incentive a participação ativa e promova um ambiente acolhedor e estimulante. Além disso, ficou evidente o papel fundamental do professor como facilitador do conhecimento, não apenas no aspecto cognitivo, mas também no desenvolvimento social e emocional das crianças. A convivência diária revelou a importância de trabalhar valores como respeito, empatia e cooperação dentro e fora da sala de aula. Finalizo este relatório com a certeza de que o estágio contribuiu significativamente para minha trajetória profissional, reforçando o compromisso com uma educação de qualidade, inclusiva e humanizada. As vivências e aprendizados adquiridos servirão como base sólida para minha atuação futura como educadora. 6. REFERÊNCIAS · VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1998. · Mori, T. [@TiaMori]. (n.d.). Não pode morder o amigo - Fabiana Godoy Ninho Musical - Música sobre MORDIDA Educação Infantil. Youtube. 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