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Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Seja muito bem-vindo(a) ao nosso guia de estudos da disciplina de Administração Financeira e Orçamentária! Neste compêndio, exploraremos os fundamentos essenciais que norteiam a gestão financeira e orçamentária, duas áreas cruciais para o sucesso e sustentabilidade de organizações em diversos setores. Ao longo deste guia, mergulharemos nos princípios que regem a tomada de decisões financeiras, examinaremos as práticas de orçamentação como instrumento de planejamento e controle, e destacaremos a importância da administração financeira como ferramenta estratégica para alcançar metas e objetivos organizacionais. Este guia foi desenvolvido para proporcionar uma visão clara e abrangente da Administração Financeira e Orçamentária, servindo como uma valiosa fonte de conhecimento e referência para estudantes, profissionais e entusiastas dessas disciplinas. Vamos embarcar juntos nessa jornada de descoberta e aprimoramento no fascinante universo da gestão financeira e orçamentária. Desejamos muito sucesso em sua preparação! Conte com a gente! opa, concurseiro Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com SUMÁRIO DICA 1: PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS I DICA 2: PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS II DICA 3: PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS III DICA 4: PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS IV DICA 5: PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS V DICA 6: PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS VI DICA 7: PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS VII DICA 8: ORÇAMENTO - PROGRAMA DICA 9: CICLO ORÇAMENTÁRIO DICA 10: PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA I DICA 11: PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA II DICA 12: ORÇAMENTO PÚBLICO NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DICA 13: POSSIBILIDADE DE CONTROLE DIRETO DE LEIS ESTADUAIS DICA 14: PROCESSO LEGISLATIVO ORÇAMENTÁRIO DICA 15: PLANO PLURIANUAL DICA 16: LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS DICA 17: LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL DICA 18: CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO INICIAL I DICA 19: CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO INICIAL II DICA 20: CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA DE RECEITA PÚBLICA DICA 21: RECEITA PÚBLICA - ETAPAS E ESTÁGIOS DICA 22: DESPESA PÚBLICA DICA 23: DESPESA PÚBLICA - ETAPAS E ESTÁGIOS DICA 24: LIQUIDAÇÃO DICA 25: DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES - RESTOS À PAGAR Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com SUMÁRIO DICA 26: LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL–LEI Nº 101/2000 I DICA 27: LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL–LEI Nº 101/2000 II DICA 28: PILARES DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL DICA 29: SANÇÕES DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL DICA 30: PLANEJAMENTO DICA 31: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA - CUMPRIMENTO DAS METAS I DICA 32: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA - CUMPRIMENTO DAS METAS II DICA 33: RECEITA PÚBLICA DICA 34: DESPESA PÚBLICA I DICA 35: DESPESA PÚBLICA II DICA 36: DÍVIDA E ENDIVIDAMENTO I DICA 37: DÍVIDA E ENDIVIDAMENTO II DICA 38: EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES DE CRÉDITO DICA 39: GESTÃO PATRIMONIAL DICA 40: TRANSPARÊNCIA, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO I DICA 41: TRANSPARÊNCIA, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO II DICA 42: FISCALIZAÇÃO DA GESTÃO FISCAL DICA 43: PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA I - FUNÇÃO ALOCATIVA DICA 44: PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA I - FUNÇÃO FUNÇÃO DISTRIBUTIVA/REDISTRIBUTIVA DICA 45: PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA I - FUNÇÃO FUNÇÃO ESTABILIZADORA Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com O estudo da Administração Financeira e Orçamentária (AFO) e do Orçamento Público está intrinsecamente relacionado ao estudo do Direito Financeiro. Essas áreas são interdependentes e convergem no sentido de estabelecer as bases legais e normativas para a gestão dos recursos financeiros no âmbito público. A Administração Financeira e Orçamentária, enquanto disciplina de estudo, foca nos processos de gestão dos recursos financeiros, incluindo a elaboração, execução e controle do orçamento. Ela lida com questões práticas relacionadas à eficiência na utilização dos recursos públicos, tomada de decisões financeiras e garantia da responsabilidade fiscal. A relação entre essas áreas é crucial, uma vez que o Orçamento Público não apenas reflete as decisões financeiras do governo, mas também deve obedecer às normas e princípios estabelecidos pelo Direito Financeiro. Isso inclui a transparência na gestão dos recursos, a conformidade com as leis orçamentárias e o cumprimento das metas fiscais. Portanto, o estudo integrado da Administração Financeira e Orçamentária, do Orçamento Público e do Direito Financeiro é essencial para compreender o arcabouço legal e as práticas de gestão financeira no setor público, promovendo a responsabilidade, a transparência e a eficiência na utilização dos recursos governamentais. Orçamento Público 40% Ciclo orçamentário 30% Classificações orçamentárias 20% Dívida ativa 10% A disciplina de Administração Financeira e Orçamentária (AFO) aborda os princípios, técnicas e práticas relacionadas à gestão dos recursos financeiros de uma organização. Ela engloba tanto o aspecto estratégico da tomada de decisões financeiras quanto a implementação de orçamentos como instrumento de planejamento e controle. O QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE INICIAR OS ESTUDOS? memoriza.aí PERCENTUAL DE COBRANÇA Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Os princípios orçamentários são diretrizes que orientam a elaboração, execução e controle do orçamento público. Eles visam garantir a transparência, responsabilidade, eficiência e eficácia na gestão dos recursos públicos, além de promover a correta alocação dos recursos para atender às necessidades da sociedade. Princípio da Legalidade O princípio da legalidade determina que todas as receitas e despesas públicas devem estar previstas em lei. Isso significa que o orçamento público só pode ser executado se houver autorização legislativa. O governo deve, portanto, agir em conformidade com o que foi previamente aprovado pelo Poder Legislativo. Princípio da Exclusividade O princípio da exclusividade é fundamental em matéria orçamentária, principalmente devido à extensão das leis e dos seus anexos. Esse princípio busca evitar a inclusão de matérias estranhas ao orçamento, conhecidas como "caudas orçamentárias". Segundo Aliomar Baleeiro: "Foi a reforma de 1926 que, por iniciativa do Presidente Bernardes, deu tiro de morte às chamadas 'caudas orçamentárias', isto é, dispositivo de lei, no sentido material, sobre os mais variados assuntos estranhos às finanças". O orçamento público é uma ferramenta crucial para a gestão responsável dos recursos no setor público. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS I memoriza.aí DICA 01 PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Entendendo os Princípios OrçamentáriosEntendendo os Princípios Orçamentários Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Princípios da Programação O princípio da programação é um dos princípios fundamentais do orçamento. Ele está diretamente relacionado à importância do planejamento das ações e gastos governamentais. Esse princípio enfatiza a necessidade de estabelecer metas e objetivos claros para as políticas públicas, programas e projetos, de acordo com as prioridades e necessidades da sociedade. Ao seguir o princípio da programação, o orçamento público se torna um instrumento estratégico para orientar as ações do governo ao longo do período orçamentário. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS II memoriza.aí DICA 02 PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Princípio do Equilíbrio Orçamentário O princípio do equilíbrio orçamentário é um princípio implícito que orienta toda a Administração Pública. Com a promulgação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a elaboração de um orçamento equilibrado se tornou uma regra. Por meio desse princípio, busca-se garantir que as despesas autorizadas na lei orçamentáriadistributiva pode ser intricada e apresentar efeitos colaterais indesejados, tais como impactos negativos na economia, desencorajando o empreendedorismo e os investimentos, ou até mesmo gerando ineficiências e incentivos prejudiciais. Quando os recursos são distribuídos para a população carente, com financiamento proveniente principalmente das classes mais abastadas, a função pode ser denominada redistributiva. Por outro lado, quando a renda é suportada pela população em geral, ela é considerada distributiva. Uma das funções econômicas do estado é a função redistributiva, que consiste na maneira como o governo utiliza o orçamento público para redistribuir renda e riqueza entre diversos grupos na sociedade. O principal propósito é diminuir a desigualdade econômica. Essa redistribuição pode ser alcançada por meio de diversas políticas e programas. Transferência de renda: Os governos podem implementar programas de assistência social, como o Bolsa Família e o Auxílio Emergencial, para distribuir renda. Essa medida visa auxiliar as famílias mais pobres a atender às suas necessidades básicas. Impostos progressivos: A redistribuição de renda pode ser feita por meio de impostos progressivos, que taxam mais os indivíduos com renda mais alta e menos aqueles com renda mais baixa. Isso ajuda a diminuir a desigualdade. Programas sociais: Para garantir o acesso aos serviços básicos, como saúde, educação e habitação, o governo pode oferecer programas sociais para ajudar os mais necessitados. Função Distributiva FUNÇÕES ECONÔMICAS DO ESTADO II memoriza.aí DICA 44 PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA II PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA II Algumas políticas distributivas incluem: A EFICÁCIA DAS POLÍTICAS DISTRIBUTIVAS PODE SER LIMITADA POR PROBLEMAS NO SISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO, CORRUPÇÃO OU PELA FALTA DE CAPACIDADE DO GOVERNO EM IMPLEMENTÁ-LAS DE FORMA ADEQUADA. JÁ CAIU EM PROVA!!! Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Essa função é parte de um conjunto de políticas governamentais e deve ser analisada no contexto da economia global. Política fiscal: Ajustar o gasto público e as taxas de impostos para influenciar a economia. Política monetária: Controlar as taxas de juros para regular a oferta de dinheiro e impactar a economia. Ações diretas: Intervir no mercado de trabalho e financeiro para prevenir crises e estabilizar a economia. A função estabilizadora do estado refere-se às ações adotadas pelo governo para manter a estabilidade econômica, geralmente por meio de políticas fiscais e monetárias. Seu propósito é minimizar os ciclos econômicos e promover o crescimento econômico sustentável, além de reduzir o desemprego. Função Estabilizadora FUNÇÕES ECONÔMICAS DO ESTADO III memoriza.aí DICA 45 PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA III PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA III Algumas medidas que o estado pode adotar para cumprir essa função incluem: Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Parabéns por chegar ao final deste incrível guia de revisão dedicado à disciplina Administração Financeira e Orçamentária. Ao longo deste percurso, exploramos os fundamentos cruciais que sustentam a gestão financeira e orçamentária, compreendendo a sua relevância estratégica para o sucesso organizacional. Esperamos que este guia tenha fornecido uma visão abrangente e esclarecedora, capacitando você com o conhecimento necessário para enfrentar desafios e tomar decisões informadas no campo financeiro. Este guia é um convite constante à busca pelo aprimoramento contínuo. À medida que avançamos nos estudos e na prática profissional, é fundamental manter-se atualizado(a) diante das evoluções do mercado e das mudanças nas dinâmicas econômicas. Parabéns mais uma vez por dedicar tempo e esforço a este guia, e desejamos a você sucesso em sua jornada na Administração Financeira e Orçamentária. Que este conhecimento seja uma ferramenta valiosa em sua trajetória acadêmica e profissional. Boa sorte e continue explorando os desafios e as oportunidades que esse campo empolgante tem a oferecer. chegamos ao fim bons estudos! clique aqui e entre agora no grupo de dicas Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com https://chat.whatsapp.com/FTsiapz1rVF3Iumoo2tnwInão sejam superiores à previsão das receitas. Princípio da Anualidade O princípio da anualidade estabelece que o orçamento público é anual, ou seja, a estimativa das receitas e a fixação das despesas ocorrem em um intervalo de tempo de um ano, que coincide com o exercício civil, conforme previsto no artigo 34 da Lei nº 4.320/64. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com A Súmula 66 do STF afirma que é legítima a cobrança do tributo que foi aumentado após o orçamento, mas antes do início do respectivo exercício financeiro. SUMÚLA 6, STF. Princípio da Unidade É formal e preconiza que o documento orçamentário deve ser único, mesmo que a Constituição Federal de 1988 preveja três orçamentos (seguridade social, investimentos e fiscal) no artigo 165, § 5º. Portanto, deve ser interpretado de forma sistêmica, como uma segmentação do orçamento único global, como se fossem sub-orçamentos. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS III memoriza.aí DICA 03 PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Princípio da Universalidade A Lei Orçamentária é regida pelo Princípio da Universalidade, que determina que todas as receitas e despesas devem estar previstas na LOA (com exceção das receitas tributárias criadas após a aprovação da LOA). O produto da arrecadação do tributo não estará incluído na LOA se não tiver sido previsto, o que significa que o princípio não foi desrespeitado. O artigo 165, § 5º, da Constituição Federal, ilustra o Princípio da Universalidade, pois estabelece que a LOA deve compreender os orçamentos fiscal, de investimento das empresas e da seguridade social. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Princípio do Orçamento-Bruto De acordo com o ensinamento de Leite (2020, p. 147/148), o princípio do orçamento-bruto estabelece que as receitas e despesas devem constar na lei orçamentária pelos seus valores brutos, sem quaisquer deduções (art. 6º, da Lei n. 4.320/64). Por exemplo, embora o IPVA seja um tributo do Estado e, por força constitucional, deva ser repartido em 50% para os municípios, no orçamento do Estado, a receita do tributo deve ser lançada na sua totalidade, sem o abatimento do valor a ser repassado. Portanto, para os entes que repartem suas receitas, o valor integral a ser arrecadado deve constar na parte da receita do orçamento, e o valor a ser repartido deve constar na parte da despesa. Não é permitido o lançamento apenas do valor líquido. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS IV memoriza.aí DICA 04 PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Princípio da Transparência Orçamentária Embora não esteja expressamente previsto na Constituição Federal, o princípio da transparência orçamentária é extraído do art. 37, caput, que estabelece a publicidade como um dos princípios norteadores da Administração Pública. Assim, a publicidade é uma das formas de promover a transparência e, consequentemente, permitir a fiscalização das receitas e despesas públicas. De acordo com Ricardo Lobo Torres, a sociedade deve agir de forma transparente para que a opacidade dos segredos e da conduta abusiva fundada na prevalência da forma sobre o conteúdo dos negócios jurídicos desapareça no relacionamento com o Estado. Por sua vez, o Estado deve tornar a sua atividade financeira o mais clara e aberta possível, tanto na legislação que institui impostos, taxas, contribuições e empréstimos, quanto na elaboração do orçamento e no controle da sua execução. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Princípio da Não Afetação (Não Vinculação) das Receitas de Impostos A Constituição Federal prevê o princípio da não vinculação da receita de impostos. Kiyoshi Harada explica que esta proibição reflete a ideia de que é responsabilidade do governante eleito elaborar um plano de ação governamental que direcione os gastos públicos para as prioridades dos setores, conforme sua plataforma de campanha. Caso contrário, o governante perderá legitimidade. Essa é uma tarefa para estadistas, que parecem não existir mais. Na ausência desses líderes, há uma tendência de vincular as receitas públicas a diversas necessidades públicas, a ponto de entregar o governo a um computador. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS V memoriza.aí DICA 05 PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Princípio da Especificação ou Especialização O artigo 167, VI e VII da Constituição Federal de 1988 prevê este princípio, enquanto que o artigo 5º, § 4º da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) prevê a previsão infraconstitucional. Segundo este princípio, é proibido utilizar créditos orçamentários para fins imprecisos. Os créditos orçamentários estão ligados a programas e projetos do governo. A reserva de contingência é uma exceção a esse princípio. O Anexo de Riscos Fiscais criado pela LRF na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deve prever passivos contingentes, que são fundos não ligados a nenhum programa ou projeto específico. Como não é possível definir antecipadamente como essa reserva de contingência será utilizada, ela não pode ser conectada a um programa ou projeto antes que um risco aconteça. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Princípio da Proibição de Estorno Previsto na Constituição Federal, em seu art. 167, VI e VIII, este princípio veda a transposição, remanejamento ou transferência de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro sem a devida autorização legislativa. Além disso, é proibida a utilização de recursos dos orçamentos fiscal e da seguridade social para cobrir déficit de empresas, fundações e fundos, sem autorização legislativa específica. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS VI memoriza.aí DICA 06 PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Princípio da Unidade de Tesouraria (ou Unidade de Caixa) Este princípio, previsto no art. 56 da Lei n. 4.320/64, determina que todo recurso arrecadado pelo Erário, seja ele originário ou derivado, ordinário ou extraordinário, de natureza orçamentária ou extraorçamentária, geral ou vinculado, deve ser alocado em uma única conta. Isso garante uma gestão mais organizada dos recursos públicos. Conforme explica Leite (2020, p. 170): "Para maior organicidade das contas públicas, é necessário que todo recurso carreado ao Erário, de caráter originário ou derivado, ordinário ou extraordinário, de natureza orçamentária ou extraorçamentária, geral ou vinculado, seja alocado em uma única conta, a fim de facilitar a gerência dos mesmos". Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Princípio da Economicidade: Segundo o Professor Ricardo Lobo Torres, o conceito de economicidade, originário da linguagem dos economistas, corresponde, no discurso jurídico, ao conceito de justiça. Isso implica em uma gestão financeira eficiente e uma execução orçamentária, que se baseia na minimização de custos e gastos públicos e na maximização da receita e da arrecadação. O professor afirma que o controle da economicidade, essencial no direito constitucional moderno, inspira-se no princípio do custo-benefício. Este princípio implica na adequação entre receita e despesa, garantindo que o cidadão não precise pagar mais impostos para obter bens e serviços que estão disponíveis no mercado a um preço menor. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS VII memoriza.aí DICA 07 PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS Princípio da Diferenciação das Fontes de Financiamento: De acordo com Harrison Leite, a Constituição Federal criou um sistema tributário que se comunica com o sistema orçamentário, de tal forma que a natureza do tributo revele um conjunto de características de organicidade dos sistemas. Assim, a receita de impostos deve ficar livre para o Executivo, que pode aplicá-la às políticas públicasgenéricas, enquanto a receita das taxas deve ter relação direta com o custo do serviço público específico e divisível ou da atividade de fiscalização, por questões de justiça fiscal. A receita da contribuição de melhoria não pode ser maior do que o custo da obra pública. Além disso, a receita do empréstimo compulsório deve ser restrita ao motivo que levou à sua criação e a receita das contribuições especiais deve ter aplicação estrita à finalidade prevista em lei. Qualquer aplicação distinta, que possa levar à desorganicidade sistêmica, é passível de reparação pela via judicial, dado que a fonte de financiamento é fundamental para a regularidade na aplicação do recurso. O art. 167, XI da CF/88 é um exemplo disso. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com ORÇAMENTO-PROGRAMA memoriza.aí DICA 08 ORÇAMENTO- PROGRAMA ORÇAMENTO- PROGRAMA O principal objetivo do orçamento-programa é alocar os recursos governamentais de forma a obter resultados concretos e mensuráveis. Em vez de simplesmente distribuir dinheiro para diferentes ministérios e órgãos, o orçamento-programa vincula os recursos às ações planejadas e aos resultados esperados. Isso facilita a avaliação da eficácia e eficiência das políticas públicas e permite uma tomada de decisão mais informada. O orçamento-programa é uma abordagem moderna na elaboração e execução do orçamento público, que se concentra nos resultados e impactos das políticas públicas. Diferentemente do modelo tradicional, que se concentra em insumos e atividades, o orçamento-programa foca nos objetivos e metas a serem alcançados pelo governo. e qual seu objetivo? Elementos do Orçamento-Programa Elementos do Orçamento-Programa O Planejamento Estratégico do Orçamento-Programa começa com a definição dos objetivos estratégicos e metas do governo, baseados em planos de desenvolvimento de longo prazo. Os programas são compostos por conjuntos de ações relacionadas para alcançar os resultados esperados, com recursos direcionados para as iniciativas de maior impacto. Indicadores e metas mensuráveis são estabelecidos para avaliar o desempenho e o progresso em relação aos objetivos de cada programa. Durante a execução do orçamento, os resultados são monitorados e avaliados para aprimorar as políticas públicas e a eficiência na alocação de recursos no futuro. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com CICLO ORÇAMENTÁRIO I memoriza.aí DICA 09 CICLO ORÇAMENTÁRIO CICLO ORÇAMENTÁRIO Iniciativa/Elaboração As leis orçamentárias são sempre elaboradas a partir de uma iniciativa do Poder Executivo. O Legislativo não tem a competência para iniciar um projeto de lei orçamentária, já que o conhecimento sobre a realidade em questão é de responsabilidade do Poder Executivo. Apreciação e Emendas ao Orçamento Durante a apreciação da lei orçamentária, o Legislativo pode propor emendas, que devem ser submetidas à aprovação do Poder Executivo. Sanção ou Veto Com a aprovação da lei orçamentária, o Poder Executivo pode sancioná-la ou vetá-la, total ou parcialmente. Execução Uma vez sancionada a lei orçamentária, inicia-se a sua execução, que consiste na utilização dos recursos previstos na lei. Controle O controle é a última etapa do ciclo orçamentário e consiste na fiscalização da correta aplicação dos recursos previstos na lei orçamentária. O ciclo orçamentário é um tema fundamental em Administração Financeira e Orçamentária, e requer atenção por parte dos candidatos que desejam estudá-lo. Este ciclo compreende uma série de eventos orçamentários sucessivos, desde a justificativa plenamente elaborada de uma necessidade de recursos até a sua correta aplicação e posterior fiscalização. As etapas do ciclo orçamentário são: Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com CICLO ORÇAMENTÁRIO II memoriza.aí DICA 10 Proposta Orçamentária Proposta Orçamentária Previsão de Receitas: nesta fase, o governo estima as receitas que espera arrecadar durante o período do orçamento. As fontes dessas receitas podem ser tributos, transferências de outras esferas governamentais, receitas patrimoniais, entre outras; Fixação de Despesas: nesta etapa, o governo define os gastos que pretende realizar ao longo do período. As despesas são categorizadas em despesas correntes (salários, encargos e custeio) e despesas de capital (obras públicas e investimentos). Os gastos são detalhados por programas, projetos e atividades; Definição de Prioridades: o governo estabelece suas prioridades políticas e sociais, determinando quais áreas receberão mais recursos e atenção. As prioridades baseiam-se nas necessidades e demandas da sociedade, bem como em planos e programas governamentais; Consolidação do Orçamento: todas as informações sobre receitas e despesas são reunidas e consolidadas em um único documento, conhecido como projeto de lei orçamentária (PLOA) ou proposta orçamentária. A Proposta Orçamentária é um relatório detalhado que contém as previsões de receitas e despesas para um período específico, normalmente um ano, com o objetivo de planejar e monitorar as finanças de uma organização ou governo. No caso do governo, o Poder Executivo elabora o documento e submete-o ao Poder Legislativo para aprovação. Processo Complexo de Elaboração da Proposta Orçamentária Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com CICLO ORÇAMENTÁRIO III memoriza.aí DICA 11 Proposta Orçamentária Proposta Orçamentária No Legislativo, os parlamentares realizam uma análise minuciosa da proposta orçamentária. Eles podem propor emendas, alterar valores e realocar recursos entre os programas e projetos. Após as discussões, o orçamento é votado e, se aprovado, torna-se lei orçamentária para o exercício seguinte. Após a aprovação, o governo passa a executar as despesas previstas no orçamento ao longo do período estabelecido. Durante a execução, é fundamental monitorar os gastos para garantir que eles estejam ocorrendo de acordo com o planejado. Após a elaboração da proposta orçamentária, cabe ao Poder Legislativo a responsabilidade de analisar e aprovar o orçamento. No Brasil, o presidente deve enviar o PLOA ao Congresso Nacional até o final de agosto de cada ano. Processo de Votação do Orçamento Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO I memoriza.aí DICA 12 ORÇAMENTO PÚBLICO NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA ORÇAMENTO PÚBLICO NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA Até o início de 2021, a sustentabilidade da dívida não constava no rol do art. 163 da CF, tendo sido inserida com a Emenda Constitucional nº 109/2021. A lei complementar que trata acerca da sustentabilidade da dívida pode autorizar a aplicação das vedações previstas no art. 167-A da CF. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios disponibilizarão suas informações contábeis, orçamentárias e fiscais para garantir a rastreabilidade, a comparabilidade e a publicidade dos dados coletados, os quais deverão ser expostos em meio eletrônico de amplo acesso público. A lei complementar deve dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a organização do PPA, da LDO e da LOA. Além disso, as normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta, bem como condições para a instituição e funcionamento de fundos também são objeto de lei complementar. Critérios para a execução equitativa, além de procedimentos que serão adotados quando houver impedimentos legais e técnicos, cumprimento de restos a pagar e limitação das programações de caráter obrigatório, para a realização do disposto nos §§ 11 e 12 do art. 166 são abrangidos pela lei complementar. Os limites da despesa com pessoal ativo e inativo epensionistas foram estabelecidos pelo art. 169, caput. O Orçamento governamental brasileiro tem sua efetiva disposição na Constituição de 1988 através de três leis e instrumentos: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). A competência para legislar sobre direito financeiro compete, concorrentemente, aos entes federativos. Aspectos Normativos Relevantes: Cabe, portanto, à União estabelecer normas gerais e aos demais entes suplementar esta legislação geral. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Leis orçamentárias que aplicam a Constituição Federal podem ser submetidas a controle de constitucionalidade. A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece limites de gastos com pessoal ativo e inativo que devem ser respeitados pelos entes federativos. O dispositivo impugnado, que estabelece limites mais generosos para o poder legislativo local, viola a autoridade da União e a Lei de Responsabilidade Fiscal. A competência da União para emitir moeda é exclusiva do Banco Central do Brasil, que pode comprar e vender títulos de emissão do Tesouro para regular a oferta da moeda e a taxa de juros. É responsabilidade dos entes federativos conduzir suas políticas fiscais de forma a manter a dívida pública em níveis sustentáveis, conforme previsto na lei complementar e na Emenda Constitucional nº 109/2021. PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO II memoriza.aí DICA 13 Possibilidade de Controle Direto de Leis Estaduais Possibilidade de Controle Direto de Leis Estaduais O Supremo Tribunal Federal reconheceu a possibilidade de controle direto de leis estaduais que desrespeitem a Lei de Responsabilidade Fiscal em relação aos limites de gastos com pessoal. No caso específico, o artigo 50 da Lei 1.005/15 do estado de Roraima estabeleceu diretrizes orçamentárias locais para o exercício de 2016 e modificou os limites de gastos com pessoal dos poderes executivo e legislativo, ultrapassando o teto previsto na legislação federal. O STF entendeu que houve uma possível usurpação da competência privativa da União (artigo 169 da Constituição Federal) e risco de prejuízo ao erário local, e concedeu uma cautelar parcialmente. o que precisamos saber? Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Analisar e emitir parecer sobre os projetos de lei acima mencionados, além de revisar as contas apresentadas anualmente pelo Presidente da República. Examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos na Constituição. PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO III memoriza.aí DICA 14 Processo Legislativo Orçamentário Processo Legislativo Orçamentário Os projetos de lei relativos ao PPA, LDO e LOA, bem como os créditos adicionais, serão avaliados por ambas as casas do Congresso. Há uma comissão mista permanente composta por deputados e senadores encarregados de: A anomia orçamentária ocorre quando um novo exercício financeiro é iniciado sem a aprovação da Lei Orçamentária. As situações que podem causar essa anomalia são: O Chefe do Executivo não envia o projeto de lei dentro do prazo estabelecido; O Projeto é rejeitado pela Casa Legislativa; A Lei Orçamentária não é votada pelo Congresso Nacional. o que precisamos saber?Anomia OrçamentáriaAnomia Orçamentária Informativo 1034: Normas estaduais que impõem a lei orçamentária antes das Emendas Constitucionais 86/2015 e 100/2019 são consideradas inconstitucionais. Informativo 1015: É inconstitucional que as normas estaduais estabeleçam um limite diferente do imposto pelo artigo 166 da Constituição Federal para a aprovação de emendas parlamentares impositivas. Jurisprudência Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO IV memoriza.aí DICA 15 Plano PlurianualPlano Plurianual O Plano Plurianual (PPA) é uma peça orçamentária que estabelece as prioridades e metas de longo prazo da Administração. De modo regionalizado, o PPA pode dispor sobre as diretrizes, objetivos e metas para despesas de capital e outras despesas de duração continuada (com duração igual ou superior a dois exercícios). É aplicado quando não há lei complementar. De acordo com o artigo 35, §2º, I, do ADCT, o projeto do Plano Plurianual (PPA) deve ser encaminhado até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa. Portanto, o PPA terá vigência nos três últimos anos do mandato do Presidente e no primeiro ano do mandato do Presidente seguinte. O prazo para o envio é o mesmo da Lei Orçamentária Anual (LOA), que é até 31 de agosto, e a aprovação deve ocorrer até o final da sessão legislativa, que é em 22 de dezembro. Consequentemente, conclui-se que o PPA é válido por quatro anos. o que precisamos saber? Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT)Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) O não envio do PPA pelo Chefe do Executivo implica em crime de responsabilidade, conforme disposto no art. 165, § 9º, da Constituição Federal. Cabe à lei complementar dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a organização do PPA, da LDO e da Lei Orçamentária Anual (LOA). Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO V memoriza.aí DICA 16 Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei de Diretrizes Orçamentárias A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) determina as metas e diretrizes da Administração Pública e estabelece as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em observância à trajetória sustentável da dívida pública. Essa lei orienta a elaboração da LOA, além de dispor sobre as alterações na legislação tributária e estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Caso o prazo de devolução seja descumprido, os congressistas não poderão entrar de férias até que aprovem a LDO e remetam para sanção. Essa medida é prevista no art. 57, §2º, da Constituição Federal, que estabelece que a sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias. Por fim, o art. 165, § 2º, da Constituição Federal conceitua a LDO como a lei que compreende as metas e prioridades da administração pública federal, estabelece as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com a trajetória sustentável da dívida pública, orienta a elaboração da LOA, dispor sobre as alterações na legislação tributária, bem como estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. o que precisamos saber? PRAZO DE DEVOLUÇÃOPRAZO DE DEVOLUÇÃO É importante lembrar que a LDO é uma lei que visa a direcionar a elaboração da LOA. O Chefe do Executivo deve encaminhá-la até 15 de abril e devolvê-la para sanção até o término do primeiro período da sessão legislativa (17 de julho). Atualmente, a principal lei orçamentária é a LDO. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com O bloqueio ou sequestro de verba pública, por decisões judiciais, de empresa estatal prestadora de serviço público em regime não concorrencial e sem intuito lucrativo primário é inconstitucional. É importante lembrar que a LOA não pode prever dotação para despesa com duração superior a um exercício financeiro que não conste no Plano Plurianual (PPA). Além disso, também é proibida a consignação de crédito com finalidade imprecisa ou dotação ilimitada. A LOA, no âmbito federal, será apreciada por Comissão Mista Permanente. PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO VI memoriza.aí DICA 17 Lei Orçamentária Anual Lei Orçamentária Anual A Lei Orçamentária Anual (LOA) é responsávelpor compreender todas as despesas e receitas do Estado, incluindo os orçamentos de investimento, fiscal e da seguridade social. A LOA deve estar em compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). o que precisamos saber? O projeto da LOA deve ser encaminhado ao Congresso até 31 de agosto e deve ser devolvido para sanção até o término da sessão legislativa. Sua vigência é de um ano, correspondendo ao exercício civil. Jurisprudência O STF decidiu que as decisões judiciais que determinam a constrição de verbas públicas oriundas do Fundo Estadual de Saúde (FES) são inconstitucionais, pois devem ser aplicadas compulsoriamente na área da saúde e não em outras finalidades específicas. O STF também reconheceu a inconstitucionalidade de decisão judicial que determina a constrição de verbas de empresa estatal que desempenha serviço público essencial em regime não concorrencial e sem intuito de lucro. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Os créditos orçamentários são autorizações constantes na Lei Orçamentária para a realização de despesas. Créditos Adicionais Os créditos adicionais são autorizações de despesas não incluídas ou insuficientemente dotadas na lei de orçamento. Eles podem ser classificados da seguinte forma: Suplementares: destinam-se a reforçar a dotação orçamentária. Especiais: destinam-se a despesas para as quais não há dotação orçamentária específica. Extraordinários: destinam-se a despesas urgentes e imprevisíveis, como em caso de guerra ou calamidade pública. PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO VII memoriza.aí DICA 18 Crédito orçamentário inicial Crédito orçamentário inicial Entendemos por crédito orçamentário inicial ou ordinário o crédito aprovado pela lei orçamentária anual, que consta dos orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento das empresas estatais. o que precisamos saber? A Lei Orçamentária Anual (LOA) é composta por créditos orçamentários que contêm dotações financeiras para a execução dos programas governamentais, criados pela combinação de categorias classificatórias e contas. A dotação representa o valor disponível no crédito orçamentário e define o limite de recursos financeiros autorizados. Tipos de Créditos OrçamentáriosTipos de Créditos Orçamentários Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Os Fundos Especiais são compostos por receitas específicas que, por lei, estão vinculadas à realização de determinados serviços ou objetivos, permitindo a adoção de normas peculiares de aplicação. Um exemplo é o Fundo Nacional de Desenvolvimento de Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (FUNDEF). PROCESSO DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO VIII memoriza.aí DICA 19 Crédito orçamentário inicial Crédito orçamentário inicial A vigência dos créditos adicionais não pode ultrapassar o exercício financeiro, exceto nos casos dos créditos especiais e extraordinários, quando houver determinação legal expressa. o que precisamos saber? Dívida Ativa é o montante que a Fazenda Pública possui a receber de terceiros. Esse tipo de débito pode ter duas origens distintas: Dívida AtivaDívida Ativa Tributária: quando decorre da falta de pagamento de tributos, incluindo correção monetária, juros e multas. Não Tributária: quando tem outras origens. Fundos EspeciaisFundos Especiais Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com o que precisamos saber? A receita será classificada de acordo com as seguintes categorias econômicas: RECEITA PÚBLICA I memoriza.aí DICA 20 Classificação orçamentária de receita pública Classificação orçamentária de receita pública Receita pública pode ser entendida como o conjunto de ingressos financeiros, com fontes e fatos geradores próprios e permanentes, responsável por gerar acréscimo patrimonial, sem que se produza obrigações reservas e reinvindicações de terceiros, ou seja, é a entrada definitiva de dinheiro nos cofres públicos. É importante lembrar que esse assunto pode não ser uma das perguntas frequentes em sua prova. classificação das receitas públicasclassificação das receitas públicas Receitas Correntes São classificadas como Receitas Correntes àquelas receitas tributárias advindas de contribuições, patrimonial, agropecuária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes. Receitas de Capital Por outro lado, são classificadas como Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com o que precisamos saber? RECEITA PÚBLICA II memoriza.aí DICA 21 Etapas e estágiosEtapas e estágios Augustinho Paludo esclarece que a gestão da receita orçamentária é composta por duas etapas: planejamento e execução. É importante destacar que as "etapas" da receita pública são diferentes dos "estágios" da receita, conforme nos apresentam os Manuais de Receita Nacional, de Contabilidade e de Orçamento da STN/SOF. PlanejamentoPlanejamento Augustinho Paludo afirma que a etapa de planejamento envolve a previsão de arrecadação da receita orçamentária, utilizando metodologias de projeção comumente adotadas, em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Essa receita é geralmente prevista, estimada ou orçada, indicando a quantia esperada para ser arrecadada durante o exercício financeiro da Lei Orçamentária Anual (LOA). execuçãoexecução A fase de execução da Receita Orçamentária Pública está dividida em três estágios, conforme definido pela Lei nº 4.320/1964: lançamento, arrecadação e recolhimento. O lançamento é feito pela repartição fiscal para registrar o débito correspondente. A arrecadação é o momento em que o contribuinte paga a obrigação tributária, e o recolhimento é a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro. O Princípio da Unidade de Caixa garante o controle centralizado dos recursos arrecadados em cada ente. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com o que precisamos saber? DESPESA PÚBLICA I memoriza.aí DICA 22 DESPESA PÚBLICADESPESA PÚBLICA A despesa pública é um dispêndio de recursos financeiros realizado por um órgão da administração pública, seja de modo centralizado ou descentralizado, com a finalidade de cumprir determinado objetivo. Este recurso só poderá ser utilizado mediante autorização orçamentária legislativa, garantindo assim sua efetivação. Classificação Classificação A Lei 4.320/64 determina que os itens da discriminação da despesa serão identificados por números de código decimal. Esse conjunto de informações é chamado de classificação por natureza da despesa e fornece informações sobre a categoria econômica, grupo, modalidade de aplicação e elemento, além de permitir o desdobramento do elemento da despesa (subelemento). A classificação das despesas são divididas em despesas correntes e de capital. As despesas correntes são divididas em despesas de custeio e transferências correntes, enquanto as despesas de capital são divididas em investimentos, inversões financeiras e transferências de capital. Além disso, a informação gerencial modalidade de aplicação complementa a classificação por natureza da despesa e indica o modo de utilização dos recursos. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegidopor Eduzz.com ExecuçãoExecução PlanejamentoPlanejamento O planejamento envolve todas as fases da despesa que antecedem sua execução, desde os estudos preliminares para a Lei Orçamentária Anual (LOA) até o processo de licitação e contratação. o que precisamos saber? DESPESA PÚBLICA II memoriza.aí DICA 23 Etapas e estágiosEtapas e estágios Antes de tudo, é importante ressaltar que os termos "etapas da despesa" e "estágios da despesa" têm significados distintos. As etapas compreendem o planejamento e a execução. A execução da despesa pública é dividida em três estágios: empenho, liquidação e pagamento, conforme a Lei 4.320/64. empenhoempenho De acordo com o artigo 58 da Lei 4.320/64, o empenho de despesa é o ato realizado por uma autoridade competente que gera uma obrigação de pagamento pelo Estado, seja ela pendente ou não de uma condição prévia. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com liquidação de Despesas:liquidação de Despesas: A liquidação da despesa é o processo de verificação do direito adquirido pelo credor, baseando-se em títulos e documentos que comprovem o crédito. O processo tem como objetivo apurar a origem e objeto do que se deve pagar, a exata quantia a ser paga e o destinatário do pagamento para extinguir a obrigação. Já a liquidação da despesa por fornecimentos ou serviços prestados é feita com base no contrato, acordo ou ajuste respectivo, na nota de empenho e nos comprovantes de entrega do material ou prestação efetiva do serviço. o que precisamos saber? DESPESA PÚBLICA III memoriza.aí DICA 24 Liquidação Liquidação Sobre a Ordem de Pagamento, conforme o Artigo 64 da Lei 4.320/64: Refere-se ao ato em que a autoridade competente emite um despacho determinando que a despesa seja paga. pagamento:pagamento: Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Compreendendo as Despesas de Exercícios Anteriores Compreendendo as Despesas de Exercícios Anteriores As despesas de exercícios anteriores são despesas fixadas no orçamento atual que surgem de obrigações acordadas em períodos anteriores ao que o pagamento deve ser feito. Ao contrário dos restos a pagar, as despesas de exercícios anteriores não foram empenhadas ou, se já foram, tiveram seus empenhos cancelados ou anulados. o que precisamos saber? DESPESA PÚBLICA IV memoriza.aí DICA 25 Despesas de exercícios anteriores Despesas de exercícios anteriores Conforme o artigo 36 da Lei 4.320/64, os Restos a Pagar são despesas empenhadas, porém não pagas, até o dia 31 de dezembro. É possível diferenciá-las entre as processadas e as não processadas. Os Restos a Pagar podem ser classificados em duas categorias distintas: Restos a Pagar Processados: despesas empenhadas, liquidadas e não pagas; Restos a Pagar Não Processados: despesas empenhadas, não liquidadas e não pagas. Classificação dos Restos a PagarClassificação dos Restos a Pagar Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com A Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000) aplica-se aos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal). A lei obriga todos os governantes a seguir normas e limites ao administrar as finanças, prestando contas sobre o uso dos recursos públicos. Seu objetivo é aprimorar a administração das contas públicas no Brasil, criando um compromisso dos governantes com o orçamento e metas aprovadas pelo Legislativo. A LC 101/00 é responsável por estabelecer diretrizes financeiras públicas para garantir a responsabilidade na gestão fiscal. Isso implica em ação planejada e transparente, prevenção de riscos, correção de desvios, equilíbrio entre receitas e despesas, limites para renúncia de receita e geração de despesas, entre outros aspectos. o que precisamos saber? LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 I memoriza.aí DICA 26 Lei de Responsabilidade Fiscal I Lei de Responsabilidade Fiscal I A Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei nº 101/2000) é uma norma brasileira com o principal propósito de definir regras e limites para uma gestão fiscal responsável pelos entes federativos. Seu objetivo é fomentar a transparência, garantir equilíbrio nas contas públicas e promover disciplina na administração dos recursos públicos. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com A Lei de Responsabilidade Fiscal define os entes que se submetem às su regras. São eles: o que precisamos saber? Lei de Responsabilidade Fiscal II Lei de Responsabilidade Fiscal II Já sabemos que as entidades públicas deve respeitar os limites e regulamentações legais referentes às despesas e gastos públicos, de acordo com a sua competência e capacidade de arrecadação tributária. Para alcançar esse propósito, cada órgão deve seguir um plano de despesas, definindo limites e objetivos a serem atingidos na utilização de verbas específicas. LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 II memoriza.aí DICA 27 Quem deve cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal? ESTADOS; DISTRITO FEDERAL;UNIÃO; MUNICÍPIOS; PODER EXECUTIVO; PODER LEGISLATIVO E TRIBUNAIS DE CONTAS (INCLUINDO-SE TODAS AS SUAS MODALIDADES); PODER JUDICIÁRIO; MINISTÉRIO PÚBLICO; ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA, COMO FUNDOS, AUTARQUIAS, FUNDAÇÕES, EMPRESAS ESTATAIS DEPENDENTES, A Lei de Responsabilidade Fiscal define os entes que se submetem às suas regras. São eles: Essa previsão está localizada no art. 1º, §3º, inciso I, da LC nº 101/00. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Quais são os quatro pilares da Lei de Responsabilidade Fiscal? Lei de Responsabilidade Fiscal III Lei de Responsabilidade Fiscal III Planejamento O planejamento inclui elementos que oferecem suporte técnico para a gestão fiscal dos órgãos públicos. Isso abrange mecanismos operacionais como o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária (LOA). Embora o PPA tenha sido vetado pela LC nº 101/00, continua sendo uma exigência, conforme previsto na Constituição. Com esses três instrumentos de planejamento, é possível programar a gestão fiscal e orçamentária dos órgãos, respeitando as diretrizes e limites estabelecidos. Transparência A transparência envolve disponibilizar mecanismos democráticos aos cidadãos para que possam participar e fiscalizar as ações dos órgãos públicos. Alguns instrumentos incluem participação em audiências públicas, divulgação de gastos com pessoal, relatórios de gestão fiscal e execução orçamentária, entre outros. O Art. 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal aborda a transparência, destacando os instrumentos e a importância da divulgação. LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 III memoriza.aí DICA 28 Para atingir os objetivos da Lei de Responsabilidade Fiscal, esta se baseia em quatro pilares: planejamento, transparência, controle e responsabilidade. Controle O terceiro pilar é o controle, que se refere à fiscalização para garantir a execução do previsto na Lei. Isso permite supervisionar as atividades relacionadas à gestão fiscal e aos recursos públicos de cada órgão, com ênfase na atuação dos Tribunais de Contas e na participação cidadã. Responsabilidade O quarto pilar, a responsabilidade, exige que gestores e responsáveis pelos órgãos públicos cumpram a Lei de Responsabilidade Fiscal, sob pena de sanções. Seguir e atender aos preceitos da Lei Complementar é essencial para os gestores públicos, considerando-a um código de conduta.Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Ordenar despesa não autorizada por lei (art. 359-D do Código Penal); Quais são as sanções da Lei de Responsabilidade Fiscal?As sanções previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal são, em sua maioria, são restrições impostas aos órgãos públicos relacionadas à criação de cargos, concessão de vantagens, provimento de cargos públicos, realização de atos que resultem em aumento de despesas e impedimentos relacionados ao recebimento de verbas. Além das sanções da LC nº 101/00, é importante mencionar a existência de um capítulo no Código Penal intitulado "Crimes contra as finanças públicas", que foi incluído pela Lei 10.028/00. Lei de Responsabilidade Fiscal Iv Lei de Responsabilidade Fiscal Iv Ordenar, autorizar ou realizar operação de crédito, interno ou externo, sem prévia autorização legislativa (art. 359-A do Código Penal); LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 IV memoriza.aí DICA 29 Ordenar, autorizar ou executar ato que acarrete aumento de despesa total com pessoal, nos cento e oitenta dias anteriores ao final do mandato ou da legislatura (art. 359-G do Código Penal). Entre as condutas consideradas criminosas, destacam-se: Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com De acordo com a LC 101/00, a Lei de Diretrizes Orçamentárias também incluirá o Anexo de Metas Fiscais, que determina metas anuais em valores correntes e constantes, relacionadas a receitas, despesas, resultados nominal e primário, e o montante da dívida pública, para o ano em questão e os dois subsequentes. A LDO também abrangerá o Anexo de Riscos Fiscais, onde os passivos contingentes e outros riscos que possam impactar as finanças públicas são avaliados, indicando as medidas a serem tomadas caso se concretizem. Por sua vez, o projeto de lei orçamentária anual deve estar em conformidade com o plano plurianual, a lei de diretrizes orçamentárias e as normas da LC 101/00. A Lei Orçamentária Anual deve incluir todas as despesas relacionadas à dívida pública, mobiliária ou contratual, juntamente com as receitas correspondentes. Planejamento Conforme já falamos anteriormente, o orçamento público envolve a preparação e implementação de três leis: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Lei de Responsabilidade Fiscal v Lei de Responsabilidade Fiscal v LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 V memoriza.aí DICA 30 Esse processo requer um planejamento cuidadoso e aprovação legislativa, seguindo a sequência PPA, LDO e LOA. É proibido que o orçamento contenha créditos com propósitos vagos ou com dotação ilimitada. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com O Poder Executivo deverá apresentar e avaliar o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre até o final de maio, setembro e fevereiro, em audiência pública nas comissões mencionadas no § 1º do art. 166 da CF ou equivalentes nas Casas Legislativas estaduais e municipais. Após o encerramento de cada semestre, o Banco Central do Brasil fará, em reunião conjunta das comissões temáticas relevantes do Congresso Nacional, uma avaliação do cumprimento dos objetivos e metas das políticas monetária, creditícia e cambial, destacando o impacto e o custo fiscal de suas operações, bem como os resultados apresentados nos balanços. Por fim, de acordo com o art. 10, a execução orçamentária e financeira deverá identificar os beneficiários de pagamentos de sentenças judiciais, por meio de um sistema de contabilidade e administração financeira, para garantir a observância da ordem cronológica estabelecida no art. 100 da Constituição. Execução Orçamentária - Cumprimento das Metas Conforme estabelecido pelo art. 8º da LRF, o Poder Executivo deve definir, até 30 dias após a publicação dos orçamentos, a programação financeira e o cronograma mensal de desembolsos, conforme determinado pela lei de diretrizes orçamentárias. Lei de Responsabilidade Fiscal vI Lei de Responsabilidade Fiscal vI LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 VI memoriza.aí DICA 31 Esse processo requer um planejamento cuidadoso e aprovação legislativa, seguindo a sequência PPA, LDO e LOA. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Se, ao final de um bimestre, for constatado que a receita não será suficiente para atingir as metas de resultado primário ou nominal, os Poderes e o Ministério Público implementarão, nos próximos 30 dias, restrições de empenho e movimentação financeira, conforme definido pela lei de diretrizes orçamentárias. Caso a receita seja recuperada, as dotações cujos empenhos foram restringidos serão recompostas proporcionalmente às reduções feitas. Se os Poderes Legislativo e Judiciário, assim como o Ministério Público, não aplicarem as restrições no prazo estipulado, o Poder Executivo está autorizado a restringir os valores de acordo com os critérios da lei de diretrizes orçamentárias. Despesas constitucionais e legais do ente, incluindo o pagamento do serviço da dívida, bem como aquelas relacionadas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico financiadas por fundo específico, não serão sujeitas a restrições, exceto as especificadas pela lei de diretrizes orçamentárias. Recursos vinculados a finalidades específicas devem ser usados exclusivamente para atender ao seu propósito, mesmo que em um período diferente daquele em que foram recebidos. Lei de Responsabilidade Fiscal vII Lei de Responsabilidade Fiscal vII LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 VII memoriza.aí DICA 32 Esse processo requer um planejamento cuidadoso e aprovação legislativa, seguindo a sequência PPA, LDO e LOA. Execução Orçamentária - Cumprimento das Metas DIAS Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Além disso, a lei prevê a possibilidade de renúncia de receita para manter o equilíbrio entre receitas e despesas. A renúncia de receita envolve medidas que buscam reduzir a carga tributária dos contribuintes, aliviando-os por meio de redução quantitativa ou até mesmo neutralização completa de sua incidência. A receita pública é a soma dos recursos financeiros, com origens e eventos geradores específicos e constantes, que resultam em acréscimos patrimoniais, sem criar obrigações, reservas ou reivindicações de terceiros. Receita pública Lei de Responsabilidade Fiscal vIII Lei de Responsabilidade Fiscal vIII LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 VIII memoriza.aí DICA 33 Portanto, trata-se da entrada definitiva de dinheiro nos cofres públicos. De acordo com o STF, as restrições estabelecidas pelos artigos 14, 16, 17 e 24 da LRF não se aplicam durante situações de calamidade pública decorrentes do coronavírus. O artigo 11 da LRF exige que o gestor fiscal seja responsável pela arrecadação da receita, incluindo a criação, previsão e efetiva arrecadação de todos os impostos de sua competência. Também há regulamentação que estabelece os critérios a serem seguidos para prever a receita, a fim de fornecer estimativas mais precisas sobre o impacto financeiro- orçamentário de contratos de serviços, compras e obras. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Para estar em conformidade com a lei orçamentária anual, a despesa deve ter uma dotação específica e suficiente, ou estar incluída em um crédito genérico. Ao somar todas as despesas da mesma natureza, realizadas e a serem realizadas, conforme previsto no programa de trabalho, os limites estabelecidos para o exercício não devem ser ultrapassados. Por outro lado, a despesa será compatível com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias se estiver de acordo com as diretrizes, objetivos, prioridades e metas estabelecidas nesses documentos, sem violar nenhuma de suas disposições. Uma despesa corrente derivada de lei, medida provisóriaou ato administrativo normativo que imponha ao ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a dois exercícios será considerada obrigatória de caráter continuado. A despesa pública é a utilização de um montante específico de dinheiro por uma autoridade ou agente público competente, de acordo com uma autorização legislativa para a realização de um propósito específico, incumbido ao governo. Despesa pública LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL IX LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL IX LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 IX memoriza.aí DICA 34 A criação, expansão ou melhoria de ações governamentais que resultem em aumento de despesas serão acompanhadas por: uma avaliação do impacto financeiro-orçamentário no ano de implementação e nos dois anos seguintes; uma declaração do responsável pela despesa de que o aumento está de acordo com a lei orçamentária anual, é compatível com o plano plurianual e segue as diretrizes da lei orçamentária. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Para o governo federal 50% da da receita corrente líquida (RCL), assim divididos: Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituição, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados: Despesa pública LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL X LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL X LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 X memoriza.aí DICA 35 ( se gastos totais com pessoal ultrapassarem 95% do limite estabelecido) LIMITES COM GASTOS DE PESSOAL NA LRF Para os municípios 60% da receita corrente líquida (RCL), da seguinte forma: 54% Executivo *Legislativo Para os estados 60% da receita corrente líquida (RCL), da seguinte forma: *incluindo o Tribunal de Contas do Município, quando houver *incluindo o Tribunal de Contas do Estado SANÇÕES PARA QUEM ULTRAPASSAR OS LIMITES Interrupção de transferências voluntárias (e a sua contratação) realizadas pelo Governo Federal Impedimento de contratação de operações de crédito Impossibilidade para a obtenção de garantias da União para a contratação de operações de crédito externo Restrições à concessão de contratação de pessoal e de reajustes (apenas os aumentos determinados por contratos e pela Justiça são autorizados) O agente administrativo (presidente, governador, prefeito etc) que ultrapassar os limites pode ter o mandato cassado e está sujeito a multa de 30% dos vencimentos anuais, bem como inabilitação para o exercício da função pública e detenção, que poderá variar entre 6 meses e 4 anos Executivo *Legislativo Ministério Público Judiciário 49% 6% 3% 2%6% Executivo Judiciário MinistérioLegislativo Público 40,9% 2,5% 0,6%6% Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Dívida pública consolidada ou fundada: é o valor total, calculado sem duplicação, das obrigações financeiras de uma entidade federal, assumidas com base em leis, contratos, convênios ou tratados, e de operações de crédito a serem amortizadas em mais de doze meses. Dívida pública mobiliária: representa a dívida pública por meio de títulos emitidos pela União, incluindo os do Banco Central do Brasil, estados e municípios. Operação de crédito: é o compromisso financeiro assumido devido a empréstimos, abertura de crédito, emissão e aceitação de títulos, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a prazo de bens e serviços, leasing e outras operações semelhantes, incluindo o uso de derivativos financeiros. Concessão de garantia: é o compromisso de cumprir uma obrigação financeira ou contratual assumida por uma entidade federativa ou entidade a ela vinculada. Refinanciamento da dívida mobiliária: consiste na emissão de títulos para pagar o principal acrescido da correção monetária. Com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), foram estabelecidos importantes mecanismos para monitorar a evolução das receitas e despesas, visando uma gestão responsável e equilibrada, e o controle do endividamento público. Além disso, a LRF introduziu diversos conceitos relevantes, como a Dívida pública consolidada ou fundada, a Dívida pública mobiliária, as Operações de crédito e as Concessões de garantia. Dívida e endividamento LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XI LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XI LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 XI memoriza.aí DICA 36 A LRF equipara a assunção, o reconhecimento ou a confissão de dívidas à operação de crédito, conforme o artigo 29, § 1º. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Também está legalmente prevista a inclusão na dívida pública consolidada da União referente à emissão de títulos de responsabilidade do Banco Central do Brasil. Além disso, as operações de crédito com prazo inferior a 12 meses, com receitas orçamentárias, também fazem parte da dívida pública consolidada. Em relação ao refinanciamento, a Lei Complementar 101/00 estabelece que o refinanciamento do principal da dívida mobiliária não excederá, no final de cada exercício financeiro, o montante do final do exercício anterior, somado às operações de crédito autorizadas no orçamento para esse fim e efetivamente realizadas, mais a atualização monetária. De acordo com o artigo 30 e seguintes da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ao contratar uma operação de crédito com uma entidade federativa, a instituição financeira deve requerer evidências de que a operação está em conformidade com as condições e limites estabelecidos, exceto em casos de dívida mobiliária ou externa. Caso os recursos não sejam reembolsados no ano em que foram recebidos, uma reserva específica deve ser alocada na lei orçamentária para o próximo exercício. Segundo o artigo 34 da Lei Complementar 101/00, o Banco Central do Brasil não poderá emitir títulos de dívida pública dois anos após a sua publicação. O artigo 35 da LC 101/00 proíbe a realização de operações de crédito entre entes federativos, incluindo suas entidades indiretas, com exceções como a compra de títulos da dívida da União por Estados e Municípios para despesas correntes ou refinanciamento de dívidas não contraídas junto à instituição concedente. Além disso, é proibida a realização de operações de crédito entre uma instituição financeira estatal e a entidade federativa que a controla como beneficiária do empréstimo. Dívida e endividamento LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XII LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XII LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 XII memoriza.aí DICA 37 PESSOAL, É CRUCIAL QUE VOCÊS DEDIQUEM TEMPO PARA LER E COMPREENDER MINUCIOSAMENTE ESTES DISPOSITIVOS DA LEI ABAIXO. ELES SÃO DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA A SUA PROVA, E HÁ UMA GRANDE PROBABILIDADE DE SEREM ABORDADOS COMO QUESTÕES. PORTANTO, CONCENTREM-SE NOS DETALHES MAIS SUTIS PARA EVITAR CONFUSÕES. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Comparação com operações de crédito: Captação de recursos como adiantamento de receitas de tributos ou contribuições antes do fato gerador, exceto conforme o § 7º do art. 150 da Constituição. Recebimento antecipado de valores de empresa na qual o setor público possua a maioria do capital social com direito a voto, exceto lucros e dividendos, conforme a legislação. Assunção direta de compromisso, dívida ou operação similar com fornecedores de bens, mercadorias ou serviços, através de emissão, aceite ou aval de título de crédito, com exceção de empresas estatais dependentes. Assunção de obrigações com fornecedores para pagamento futuro de bens e serviços sem autorização orçamentária. O artigo 42 da LRF estabelece a proibição para o responsável por um Poder ou órgãos mencionados inicialmente, nos dois últimos quadrimestresde seu mandato, de assumir despesas que não possam ser integralmente pagas dentro do mesmo período, ou que tenham parcelas a serem quitadas no exercício seguinte sem a devida disponibilidade de caixa. Equiparação a operações de crédito LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XIII LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XIII LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 XIII memoriza.aí DICA 38 Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com O artigo 43 da LRF aborda as disponibilidades de caixa, representadas pelos saldos das contas dos entes federativos. Para a União, esses saldos devem ser depositados no BACEN, enquanto Estados, Distrito Federal, Municípios, órgãos públicos, entidades e empresas sob controle público devem fazê-lo em instituições financeiras oficiais. A determinação da disponibilidade de caixa leva em conta os encargos e despesas a serem pagos até o final do exercício, conforme previsto nos artigos 43 e seguintes da LC 101/00. Empresa Controlada: fornecimento de bens e serviços ao controlador, com respectivos preços e condições, comparando-os com os praticados no mercado; recursos recebidos do controlador, a qualquer título, especificando valor, fonte e destinação; venda de bens, prestação de serviços ou concessão de empréstimos e financiamentos com preços, taxas, prazos ou condições diferentes dos vigentes no mercado. Gestão Patrimonial LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XIV LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XIV LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 XIV memoriza.aí DICA 39 AS DISPONIBILIDADES DE CAIXA NÃO PODEM SER UTILIZADAS EM TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL OU MUNICIPAL, TAMPOUCO EMPRESTADAS AOS SEGURADOS E AO PODER PÚBLICO E SUAS EMPRESAS CONTROLADAS, NEM APLICADAS EM AÇÕES E OUTROS PAPÉIS A ELAS RELATIVOS. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com De acordo com o art. 48 da LRF, os meios de transparência na gestão fiscal que devem ser amplamente divulgados, inclusive em meios eletrônicos de acesso público, tais como: Transparência na gestão fiscal Planos Orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias Prestações de contas e parecer prévio Relatório Resumido da Execução Orçamentária e Relatório de Gestão Fiscal Versões simplificadas desses documentos. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios devem disponibilizar suas informações contábeis, orçamentárias e fiscais conforme a periodicidade, formato e sistema estabelecidos pelo órgão central de contabilidade da União. Transparência, controle e fiscalização LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XIV LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XIV LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 XIV memoriza.aí DICA 40 Esses dados devem ser divulgados em meio eletrônico de amplo acesso público. Adicionalmente, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios devem enviar ao Ministério da Fazenda, conforme instruções específicas deste órgão, as informações necessárias para manter atualizado o registro eletrônico centralizado das dívidas públicas internas e externas. O descumprimento dessas determinações acarretará em penalidades. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com No que se refere à prestação de contas, os Chefes do Poder Executivo deverão incluir, juntamente com as suas próprias contas, as dos Presidentes dos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, bem como do Chefe do Ministério Público. Os Tribunais de Contas emitirão parecer conclusivo sobre as contas no prazo de 60 dias a partir do recebimento, a menos que um prazo diferente seja estabelecido nas constituições estaduais ou leis orgânicas municipais. Os resultados da avaliação das contas serão amplamente divulgados após a análise ou deliberação. Para municípios com menos de duzentos mil habitantes que não sejam capitais, o prazo para prestação de contas será de 180 dias. Os Tribunais de Contas não entrarão em recesso enquanto houver contas pendentes de parecer prévio. A prestação de contas deverá evidenciar o desempenho da arrecadação em relação à previsão, destacando as medidas adotadas para fiscalização das receitas, combate à sonegação, recuperação de créditos administrativos e judiciais, bem como outras ações para aumentar as receitas tributárias e contribuições. Transparência, controle e fiscalização LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XV LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XV LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 XV memoriza.aí DICA 41 Estas contas receberão parecer prévio, separadamente, do respectivo Tribunal de Contas. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com Finalmente, em relação à fiscalização da gestão fiscal, conforme o artigo 59 da LC 101/00, o Poder Legislativo, com a ajuda dos Tribunais de Contas, e o sistema de controle interno de cada Poder e do Ministério Público monitorarão o cumprimento da Lei Complementar 101/00, levando em consideração as normas de padronização metodológica. cumprimento das metas estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, limites e condições para operações de crédito, e registro de Restos a Pagar. Medidas adotadas para reduzir despesas com pessoal e dívidas consolidadas e mobiliárias aos limites estabelecidos. Utilização dos recursos provenientes da venda de ativos, respeitando as restrições constitucionais e da Lei Complementar. Adesão ao limite de gastos totais dos legislativos municipais, quando aplicável. Fiscalização da gestão fiscal LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XVI LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL XVI LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL – LEI Nº 101/2000 XVI memoriza.aí DICA 42 Supervisão da gestão fiscal: Os Tribunais de Contas são responsáveis por emitir alertas aos Poderes ou órgãos quando identificam situações específicas. Além disso, é incumbência desses tribunais verificar os cálculos relativos aos limites de despesas totais com pessoal de cada Poder e órgão. Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com O Estado tem a responsabilidade de assegurar o funcionamento estável e justo da economia, promovendo o crescimento econômico, o pleno emprego e a justiça social. Isso envolve a implementação de políticas fiscais e monetárias, a regulação do mercado, a proteção dos direitos dos consumidores e a garantia da estabilidade financeira. Dessa forma, o Estado desempenha essas funções econômicas para a Receita Federal do Brasil: alocativa, distributiva e estabilizadora. A função alocativa do estado está relacionada à distribuição dos recursos econômicos na sociedade, visando assegurar uma alocação eficiente para maximizar a produção econômica de forma equitativa, beneficiando a maioria da população. Existem várias maneiras de realizar essa função, sendo algumas das mais comuns: Regulação dos mercados: intervenção do estado para garantir uma competição justa e preços estáveis. Políticas distributivas: uso do orçamento para redistribuir renda, como programas de transferência de renda para os mais necessitados. Investimentos públicos: alocação de recursos em áreas impactantes na economia, como infraestrutura, educação e saúde, para elevar a produtividade e melhorar a qualidade de vida. Função Alocativa FUNÇÕES ECONÔMICAS DO ESTADO I memoriza.aí DICA 43 Para compreender as funções econômicas do Estado para do Brasil, é essencial recordar o papel do Estado na economia. NO CONTEXTO ALOCATIVO, O GOVERNO NÃO NECESSITA PRODUZIR BENS E SERVIÇOS, PODENDO ATUAR COMO FINANCIADOR, FORNECENDO EMPRÉSTIMOS E SUBSÍDIOS, OU COMO REGULADOR, ESTABELECENDO NORMAS E REGULANDO ATIVIDADES ECONÔMICAS. PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA I PAPEL DO ESTADO DA ECONOMIA I Licenciado para - Altamires Teles Monteiro | ateles.13@hotmail.com | 20447736272 - 20447736272 - Protegido por Eduzz.com A função