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2024 SENAI MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR O Serviço Nacional de Aprendiz (SENAI) a maior rede de Educa da América atina.MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE PERNAMBUCO Presidente da FIEPE e Presidente do Conselho Regional do SENAI DR/PE Ricardo Essinger DEPARTAMENTO REGIONAL DO SENAI PERNAMBUCO DIRETORA REGIONAL Camila Brito Tavares Barreto GERENTE DE EDUCAÇÃO Tatyana Gugelmin GERENTE DE SUPORTE AO NEGÓCIO Poline Fialho Curres 20% 100% de G12 1MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR ©SENAI. DEPARTAMENTO REGIONAL DE PERNAMBUCO Esta obra ou parte dela não pode ser reproduzida, por qualquer meio ou formato, sem a expressa autorização do Editor. SENAI DR/PE Elaboração: Vanessa de Mendonça Pedrosa Coordenadora Diretoria de Educação Rosiane Maria Souza Burgo Analista de Informação e Documentação Diretoria de Educação Aline de Andrade Tavares Analista de Educação Diretoria de Educação Alea Patrícia de Andrade Lopes Analista de Educação Profissional Diretoria de Educação Antônio Augusto de Medeiros Neto Coordenador Diretoria de Educação Ana Maria da Conceição Ribeiro Coordenadora Diretoria de Educação Danielle Paiva de Pontes Araújo Secretária Escola Técnica SENAI Santo Amaro Jean Gomes de Souza Secretário Acadêmico Escola Técnica SENAI Cabo Taciana Carneiro de Carvalho Escola Técnica SENAI Caruaru Tassio Hylmar Carvalho Wanderley Escola Técnica SENAI Areias Diego Ramos Soares Analista de Educação Diretoria de Educação Wêdja Francisco de Lima Maciel Analista de Educação Diretoria de Educação Fábio Silva de Santana Gerente Unidade Compartilha Facilities Gerência Administrativa Assessoria e Consultoria Técnico-Pedagógica Lucimara Araújo de Assis Alexandra de Oliveira Ficha Catalográfica S474r SENAI. Departamento Regional de Manual de Escrituração Escolar do SENAI/DR/PE. 1. ed. Recife: Educação/Diretoria de Educação, 2023. 134 Inclui referências. 1.Educação Profissional. 2. Manual de Escrituração Escolar. Título. CDU: 37.014.15 2SUMÁRIO 11 1 APRESENTAÇÃO 12 2 INTRODUÇÃO 13 3 SOBRE A AUTONOMIA 14 4 PROCESSOS PEDAGÓGICOS 4.1 Sobre processo de Acompanhamento e Avaliação do Processo 14 Educacional 15 4.1.1 Procedimento 15 4.1.2 Formulários e instrumentos utilizados 16 4.2 Sobre processo de Intervenção Pedagógica 16 4.2.1 Procedimento 16 4.2.2 Formulários e instrumentos utilizados 4.3 Sobre processo de Rendimento Escolar e Frequência 17 18 4.3.1 Procedimento 4.3.2 Formulários e instrumentos utilizados 18 4.4 Sobre processo de Avaliação dos Serviços Prestados em Educação Profissional 18 4.4.1 Procedimento 19 4.4.2 Formulários e instrumentos utilizados 21 4.5 Sobre processo Reunião de Conselho de Classe 21 4.5.1 Procedimento 23 4.5.2 Formulários e instrumentos utilizados 24 3MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 4.6 Sobre processo de Ações de Inclusão (PSAI) 24 4.6.1 Procedimento 25 4.6.2 Formulários e instrumentos utilizados 25 5 TRATAMENTO E USO DE DADOS 26 5.1 Do direito de uso de imagem e de propriedade intelectual 27 5.2 Do armazenamento de dados 27 6 ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 28 6.1 Sistema de Gestão Escolar (SGE) 29 6.2 Secretaria Digital 30 6.3 Núcleo de Educação Profissional (NEP) 30 6.4 Central de Serviços Acadêmicos CSA (Secretaria Escolar) 31 6.5 Central de Serviços Acadêmicos CSA da Diretoria de Educação 32 6.6 Gestão da Produção (Solução Integradora) 32 6.6.1 Procedimento para Gestão da Produção 33 6.6.2 Ciclo de Produção do SENAI Departamento Nacional 33 6.7 Censo Escolar 34 6.8 Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) 34 6.8.1 Procedimento para Cadastro de Curso Técnico Ciclo de Matrícula no SISTEC 35 6.9 Registro Profissional dos Cursos Técnicos de Nível Médio 37 6.9.1 Registro do Curso Técnico em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) 38 4MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 6.9.2 Registro do Curso Técnico em Química no CRQ Região Pernambuco 39 6.10 Arquivo e Guarda de Documentos 39 6.10.1 Arquivo Ativo Digital 40 6.10.2 Arquivo Inativo 41 6.10.3 Arquivo Perpétuo ou Permanente 41 6.10.4 Tabela de Temporalidade para guarda documentos do arquivo inativo e permanente 43 6.10.5 Descarte de Documentos 45 7 PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 47 7.1.1 Calendário Escolar 47 7.1.1.1 Procedimento 48 7.1.2 Plano de Curso / Ensino 48 7.1.3 Horário Escolar 49 7.1.4 Planejamento da ocupação docente 50 8 PROCESSOS DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 52 8.1 Sobre Credenciamento e autorização de funcionamento de instituição de educação 52 8.2 Sobre processo Projeto de Curso de Longa Duração 52 8.2.1 Procedimento 53 8.2.2 Formulários e instrumentos utilizados 54 8.3 Sobre o processo Projeto de Curso de Curta Duração 54 8.3.1 Procedimento 55 5MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.3.2 Formulários e instrumentos utilizados 56 8.4 Sobre Processo Seletivo de Inscrição on line 56 8.4.1 Procedimento 56 8.4.2 Formulários e instrumentos utilizados 57 8.5 Sobre processo Seletivo Gratuidade via Edital 57 57 8.5.1 Procedimento 8.5.2 Formulários e instrumentos utilizados 60 8.6 Sobre processo de Registro de turma à distância 61 61 8.6.1 Procedimento 63 8.6.2 Formulários e instrumentos utilizados 8.6.3 Sobre o processo de Gestão de Turma de Aprendizagem Industrial 64 à distância 64 8.6.3.1 Procedimento 8.7 Sobre processo oferta de turmas EAD por meio da Central de 67 Tutoria e Monitoria (CTM) Nacional 68 8.7.1 Procedimento 8.8 Sobre o processo Planejamento e Organização de Turmas 71 71 8.8.1 Procedimento 72 8.8.2 Formulários e instrumentos utilizados 8.9 Sobre processo de Autenticidade de documentos escolares 73 73 8.9.1 Procedimento 77 8.9.2 Formulários e instrumentos utilizados 77 8.10 Sobre o processo de Matrícula e Rematrícula 80 8.10.1 Procedimento 6MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.10.2 Formulários e instrumentos utilizados 82 8.11 Sobre o processo de Matrícula de alunos oriundos do exterior 83 8.11.1 Procedimento 84 8.11.2 Formulários e instrumentos utilizados 84 8.12 Sobre o processo de Matrícula de Cursos In Company 85 8.12.1 Procedimento 85 8.12.2 Formulários e instrumentos utilizados 86 8.13 Sobre o processo de Transferência 86 8.13.1 Procedimento 87 8.13.2 Formulários e instrumentos utilizados 87 8.14 Sobre o processo de Trancamento de Matrícula 88 8.14.1 Procedimento 88 8.14.2 Formulários e instrumentos utilizados 89 8.15 Sobre processo de Cancelamento 8.15.1 Procedimento 89 8.15.2 90 Formulários e instrumentos utilizados 92 8.16 Sobre o processo de Desistência 8.16.1 Procedimento 92 8.16.2 Formulários e instrumentos utilizados 93 8.17 Sobre o processo de Evasão 94 8.17.1 Procedimento 94 8.17.2 Formulários e instrumentos utilizados 94 96 7 8.3.1 5MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.18 Sobre processo de Aproveitamento de Estudos e Experiências Anteriores 96 97 8.18.1 Procedimento 98 8.18.2 Formulários e instrumentos utilizados 99 8.19 Sobre Diário de Classe 99 8.19.1 Diário de Classe de Frequência 99 8.19.1.1 Procedimentos 8.19.2 Diário de Classe das 100 Formativos; 100 8.19.2.1 Procedimentos 100 8.19.3 Diário de Classe de Desempenho 100 8.19.3.1 Procedimentos 8.20 Sobre critério de aprovação, retenção e recuperação 101 de estudos 101 8.20.1 Procedimento 104 8.20.2 Formulários e instrumentos utilizados 8.21 Sobre a Avaliação Formal de Aprendizagem Modular (AFAM) 104 104 8.21.1 Procedimento 105 8.21.2 Formulários e instrumentos utilizados 8.22 Sobre processo de atendimento a aluno em situação especial 105 107 8.22.1 Procedimento 109 Formulários e instrumentos utilizados 109 8.23 8.22.2 Sobre processo de regularização de vida escolar 109 8.23.1 Procedimento 8MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.23.2 Formulários e instrumentos utilizados 110 8.24 Sobre processo de Estágio e Práticas Profissionais 110 8.24.1 Procedimento 110 8.24.2 Formulários e instrumentos utilizados 114 8.25 Sobre processo de Contratação de Aprendizes 114 8.25.1 Procedimento 115 8.25.2 Formulários e instrumentos utilizados 118 8.26 Sobre processo de Emissão de Certidão de Tempo de Aprendiz para fins de Aposentadoria 118 8.26.1 Procedimento 119 8.26.2 Formulários e instrumentos utilizados 120 8.27 Sobre processo de Emissão de Certificados e Diplomas 120 8.27.1 Procedimento 122 8.27.2 Formulários e instrumentos utilizados 124 8.28 Sobre processo de emissão de outros documentos e via 124 8.28.1 Procedimentos 125 8.28.2 Formulários e instrumentos utilizados 125 8.29 AUDITORIAS INTERNAS 126 8.29.1 Sobre a Auditoria Educacional 126 8.29.1.1 Procedimento: 127 8.29.2 Sobre 128 as Ações de monitoramento e controle - AMC (Governança) 8.29.3 Procedimentos 128 8.29.4 Formulários e Instrumentos 129 9MANUAL DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 9 REFERÊNCIAS 131 10MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 1 APRESENTAÇÃO Este manual tem como objetivo orientar as Escolas Técnicas do SENAI Pernambuco sobre os processos educacionais e de escrituração escolar, observando a legislação vigente e demais documentos norteadores do SENAI. Sua produção se deu a partir de uma construção coletiva de uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais convidados das escolas e da Diretoria de Educação, ou seja, secretários acadêmicos, secretários administrativos- financeiros, coordenadores pedagógicos, e analistas da Diretoria de Educação. Esperamos que este manual contribua, efetivamente, com a gestão acadêmica, ocasionando uma organização eficiente dos documentos que estão sobre a custodia escolar, visando a rastreabilidade das informações e dessa forma, garantindo sua integridade e autenticidade. 11MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 2 INTRODUÇÃO O Manual de Operacionalização dos Processos Educacionais e de Escrituração Escolar, elaborado em 2023, contempla orientações sobre os processos educacionais e de escrituração escolar desde o planejamento, forma de ingresso dos candidatos, matrícula, dentre outros até a certificação e/ou diplomação. Este manual apresenta principais processos e informações que devem ser de conhecimento da equipe para uma boa gestão dos documentos acadêmicos, quais sejam: A Autonomia SENAI, os Processos Pedagógicos, a Escrituração Escolar e as ferramentas para viabilizá-la como o Sistema de Gestão Escolar e a Secretaria Digital Integrada, os processos para planejamento educacional, e cada processo de escrituração escolar que deve ser implementado pela escola para garantir a fidedignidade da vida escolar do aluno, e a eficiência e qualidade da informação que subsidiam a decisão da alta gestão do SENAI, bem como garantem cumprimento das metas e a estratificação da produção do SENAI Pernambuco. Esta edição está organizada com a definição dos processos, descrevendo os procedimentos para implementação das áreas envolvidas. 12MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 3 SOBRE A AUTONOMIA Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI, criado pelo Decreto-Lei 4.048, de 22/1/1942, é uma entidade jurídica de direito privado com sede e foro na Capital da República, organizada e dirigida pela Confederação Nacional da Indústria do Decreto- Lei Federal n° 9576, de 12/8/1946 e Art. 3° do Regimento aprovado pelo Decreto-Lei Federal n° 494, de 10/01/1962). SENAI é uma entidade do Sistema Indústria Confederação Nacional da Indústria e tem como missão promover a Educação Profissional e Tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria brasileira. SENAI, em função da promulgação da Lei Federal n° 12.513, de 26 de outubro de 2011, passou a integrar Sistema Federal de Ensino, sendo-lhe outorgada autonomia para autorização de funcionamento de seus cursos, em todos os níveis e de suas escolas, com autorização do órgão colegiado superior do respectivo Departamento Regional da entidade, bem como observada a competência de regulação, supervisão e avaliação da União. Entende-se por autonomia para a criação e oferta de cursos e programas de educação profissional e tecnológica a competência para autorizar o funcionamento de cursos e programas e, quando necessário, criar unidade de ensino para esse fim, conforme dispõe Art. 20, da Lei n° 12.513, de 2011. Essa legislação introduziu uma alteração estrutural na educação nacional ao desvincular os Serviços Nacionais de Aprendizagem dos sistemas estaduais de ensino, vinculando-os, 2022 para todos os efeitos, ao Sistema Federal de Ensino (Portaria MEC N° 32, de 18 de janeiro de e art. 16 da Lei n° 9394/1996). 20 da Lei n°12.513, de 2011, reserva as competências de supervisão e avaliação autonomia, para a Art. transferindo para os Serviços Nacionais de Aprendizagem, no âmbito da educação as União, competências de autorização de funcionamento de cursos e programas de profissional e tecnológica. SENAI possui autonomia para definir suas diretrizes internas federal para operacionalização Desta forma, o da Educação Profissional e Tecnológica, observada a legislação pertinente. 13OPERACIONALIZAÇÃO MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 4 PROCESSOS PEDAGÓGICOS 4.1 Sobre processo de Acompanhamento e Avaliação do Processo Educacional A atividade de acompanhamento e avaliação do processo educacional está focada na atuação docente, no desempenho do(a) aluno(a), no contexto escolar e social e na análise do desenvolvimento e dos resultados do processo de ensino e aprendizagem. Assim, compete ao Secretário Acadêmico reunir sua equipe do Núcleo de Educação Profissional (NEP) para discutir as ações que serão desenvolvidas, ao longo do ano letivo, conforme calendário escolar, e planejar as atividades de acompanhamento do processo educacional, conforme Projeto Político Pedagógico e turmas planejadas para oferta e previstas no Plano de Trabalho e Orçamento que deve estar alinhado ao Estratégico, para o alcance das metas e ações estratégicas pactuadas conjuntamente, entre escola e Diretoria de Educação. A equipe do NEP deve realizar acompanhamento do processo educacional através de registros, analisando pontos críticos, avaliando os seus impactos nos resultados e metas da escola, e implementando ações de melhorias. Para tanto, a análise dos registros de reuniões pedagógicas, conselhos de classe, e do acompanhamento da prática docente, são imprescindíveis. Os planos de ação são monitorados semestralmente pelo Comitê de Qualidade da Diretoria de Educação do SENAI Pernambuco. A Diretoria de Educação realizará a assessoria educacional e o monitoramento às escolas através de: Visitas para verificar as ações educativas previstas no plano de ação da escola e; Atendimento à solicitação da escola para assessorar nas atividades educacionais desenvolvidas e no tratamento de inconsistências; Identificando soluções efetivadas e boas práticas e emitindo parecer sobre a melhoria do desempenho do Processo Educacional. 14MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR As atividades de acompanhamento por meio da assessoria ou monitoramento podem ser realizadas a distância, quando a ação permitir o atendimento por esse meio. Em caso de descumprimento das ações descritas, a Escola deverá tratar e registrar em Relatório de Atividade, visando a verificação da evolução do processo. 4.1.1 Procedimento Durante o processo educacional, a equipe do NEP deve-se realizar as seguintes ações: Acompanhar individualmente docentes, no mínimo 02 (duas) vezes no semestre, registrando pontos positivos e de melhoria em formulário próprio Acompanhamento da Prática Docente; Realizar acompanhamento dos alunos verificando itens de frequência e desempenho, realizando intervenções e oportunizando momentos de recuperação quando necessário; Otimizar ambientes pedagógicos observando acomodação, climatização, organização e limpeza; Promover reuniões pedagógicas com equipe escolar no mínimo duas reuniões (Parada Pedagógica) a cada semestre, com objetivo de discutir sobre a aprendizagem dos alunos e oportunizar aos docentes e técnicos espaços para discussão sobre a própria prática pedagógica, à luz das concepções metodológicas, possibilitando, assim, antecipadamente ajustes necessários para alcance dos objetivos educacionais; Monitorar cumprimento das metas; Monitorar registros escolares, verificando diários de classe; planejamento diário das aulas, vínculo de docentes às turmas no SGE, dentre outros; Promover reuniões de conselho de classe no final de cada módulo ou semestre ou a qualquer momento, quando necessário. 4.1.2 Formulários e instrumentos utilizados Acompanhamento da Prática Docente; Relatório de Atividades/Ocorrência no SGE para registro das reuniões pedagógicas. Ata para registro de Conselho de Classe. Os formulários são disponibilizados no Repositório de Arquivos. Acesse haa 15 SENAIOPERACIONALIZAÇÃO MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 4.2 Sobre processo de Intervenção Pedagógica A intervenção pedagógica é uma interferência que o(a) coordenador(a) pedagógico ou outro profissional designado por ele, faz sobre o processo de desenvolvimento ou aprendizagem do aluno, o qual no momento apresenta problemas de aprendizagem ou disciplinares ou de infrequência, entre outros. O objetivo da intervenção é interferir no processo, para melhor compreendê-lo, explicitá-lo ou corrigi-lo. A equipe do Núcleo de Educação Profissional, por meio do coordenador pedagógico, deve realizar o acompanhamento dos alunos e as intervenções pedagógicas, conforme caso. As intervenções pedagógicas com alunos devem ser realizadas principalmente quando se tratar dos motivos abaixo: Infrequência: para registro das ocorrências envolvendo a infrequência dos alunos; Evasão: para comunicado a CSA (Secretaria Escolar) dos casos de evasão identificados; Motivo disciplinar: Para registro de qualquer ato disciplinar conforme orientado no Regimento Escolar. Baixo desempenho: Para registro das intervenções relativas ao baixo desempenho do aluno e medidas de contorno e/ou resolução do problema. Recuperação paralela ou final: Para comunicação ao aluno da aplicação do plano de recuperação, conforme Regimento Escolar; Regularização de vida escolar: Para comunicação ao aluno sobre a regularização de vida escolar para continuidade e conclusão do curso, por meio de matrícula por unidade curricular; 4.2.1 Procedimento 1. O(a) coordenador(a) pedagógico deverá realizar acompanhamento da frequência dos alunos semanalmente; 2. O(a) coordenador(a) pedagógico deverá realizar o acompanhamento do rendimento escolar ao longo e ao final de cada unidade curricular; 3. O(a) coordenador(a) pedagógico deverá realizar as intervenções pedagógicas, conforme o caso; 4. Observar e cumprir processo sobre "critério de aprovação, retenção e recuperação de estudos", bem como os demais processos que impactam no status finalístico do aluno no SGE, descritos neste manual. 4.2.2 Formulários e instrumentos utilizados 16MANUAL DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Relatórios do SGE que subsidiam o acompanhado de rendimento escolar e de frequência; para fins de intervenção pedagógica. 4.3 Sobre processo de Rendimento Escolar e Frequência De acordo com o Regimento Escolar é responsabilidade da escola realizar acompanhamento pedagógico do aluno. Sendo assim, o controle de frequência e do rendimento escolar é imprescindível para o sucesso do aluno e da qualidade do curso, uma vez que o acompanhamento propicia o enfrentamento das dificuldades detectadas e a implementação de estratégias para solução e/ou correção de rota. Na perspectiva de desenvolvimento de um currículo por competências, em que docentes e equipe pedagógica tem sua atuação eminentemente voltada para amplo desenvolvimento de capacidades, as estratégias para o acompanhamento do aluno devem propiciar oportunidades de acompanhamento constante das atividades por meio não só de avaliações formativas que permitam ao docente intervir, ainda durante o processo, com ações para melhoria da aprendizagem, como também um efetivo acompanhamento de forma a coibir a evasão. acompanhamento dos alunos deverá ser sistematizado e deverá conter as seguintes estratégias: Acompanhamento Acompanhamento Intervenção Acompahamento de Processo de de evasão dos do desempenho dos Pedagógica R gistros escolares frequência dos alunos recuperação alunos alunos com aluno Desta forma, cabe a equipe pedagógica analisar caso a caso as situações dos alunos, aplicar e registrar uma intervenção pedagógica com aluno (presencial ou remota) para apresentar estratégias e proposta de continuidade e conclusão de estudos, conforme caso. Em relação ao rendimento escolar, a Avaliação Formal de Aprendizagem Modular (AFAM), que é uma avaliação institucional realizada pela escola, ao final de cada módulo dos Cursos Técnicos e Aprendizagem Industrial Técnica, com objetivo de avaliar alcance das competências (capacidades básicas, técnicas e socioemocionais) necessárias ao desempenho das ocupações, deve ser aplicada como estratégia de avaliação, sendo mais uma oportunidade para os alunos alcançarem as competências desenvolvidas ao logo do módulo. A AFAM é uma estratégia do SENAI Pernambuco de avaliação do aluno, de forma similar ao SAEP, que deve ser realizada, obrigatoriamente, por todos os alunos dos Cursos Técnicos e Aprendizagem Industrial Técnica, ao final de cada módulo, para que a escola possa analisar resultado da AFAM em tempo hábil para planejar e realizar outras ações de intervenção 17MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR pedagógica com objetivo de sanar as dificuldades do aluno e de melhoria do resultado do SAEP do SENAI Departamento Nacional. Assim, a AFAM adotará a mesma metodologia de Avaliação de Desempenho dos Estudantes (IDAP) do Sistema de Avaliação da Educação Profissional (SAEP) do Departamento Nacional do SENAI. O procedimento para registro no SGE, está descrito no item "Sobre a Avaliação Formal do Processo Formativo (AFAM)", deste manual. 4.3.1 Procedimento A equipe pedagógica deve realizar, sistematicamente, o controle de frequência e rendimento escolar dos alunos, por meio de relatórios do SGE; acompanhamento in loco em sala de aula; acompanhamento da prática docente, etc. procedimento para registro no SGE, está descrito no item "Sobre o critério de aprovação, retenção e recuperação de estudos", deste manual. 4.3.2 Formulários e instrumentos utilizados Relatórios do SGE que subsidiam o acompanhado de rendimento escolar e de frequência 4.4 Sobre processo de Avaliação dos Serviços Prestados em Educação Profissional A gestão do processo de Avaliação dos Serviços em Educação Profissional é realizada pela Gerência de Pesquisa e Prospectiva em parceria com Diretoria de Educação do SENAI Pernambuco. Esse processo visa garantir a eficácia do processo de ensino e aprendizagem, avaliando desenvolvimento de todos os cursos e modalidades, por meio de uma avaliação institucional a ser realizada com os alunos ao final de cada unidade curricular. A avaliação implica análises diversificadas, com potencial para melhoria na qualidade dos serviços prestados, relativas: » ao processo de ensino e de aprendizagem; » à infraestrutura e ambientes educacionais; ao desenvolvimento da equipe escolar, docentes e demais profissionais; 18MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR » ao desempenho da escola na comunidade e nas empresas; » ao desenvolvimento do(a) educando(a); » aos resultados de desempenho apresentado pelo(a) educando(a). A avaliação institucional incorporará à suas análises os resultados da avaliação da aprendizagem visando à melhoria de currículos, ambientes de aprendizagem, metodologias e formas de capacitação de docentes. A aplicação da avaliação será mensal: Ao final de cada unidade curricular para turmas Presenciais, EAD/Virtual e Aperfeiçoamento InCompany, contemplando as seguintes dimensões: Unidade Curricular e Atuação Docente; Ao final de cada módulo das turmas presenciais de Aprendizagem, Qualificação, Técnico e Itinerário V (Ministrado nas dependências do SENAI), contemplando as seguintes dimensões: Infraestrutura, Máquinas e Equipamentos, Atendimento ao Aluno e Autoavaliação; Ao final de cada módulo das turmas EAD/Virtual de Aprendizagem, Qualificação, Técnico e Itinerário V (Ministrado nas dependências do SENAI), contemplando as seguintes dimensões: Atuação CTM (Tutoria)/EAD, Infraestrutura, Máquinas e Equipamentos, Atendimento ao Aluno e Autoavaliação; Ao final da unidade curricular da modalidade Aperfeiçoamento ministradas nas dependências do SENAI. É de responsabilidade do Gerente da escola e do Secretário Acadêmico, o acompanhamento da realização das avaliações, bem como verificar mensalmente os resultados dos docentes e repassar as médias por Unidade Curricular para os mesmos. 4.4.1 Procedimento A escola deve observar e cumprir o procedimento para aplicação da Avaliação de Serviços Educacionais, expedido pela Gerência de Pesquisa e Prospectiva. A seguir, seguem as principais ações: 1. A Gerência de Pesquisa e Prospectiva, mensalmente, emite um relatório do SGE de unidades curriculares concluídas no mês vigente; registra as informações em planilha de acompanhamento de realização de avaliações; até o dia 10 (dez) de cada mês envia as escolas SENAI a relação de turmas e unidades curriculares, concluídas no mês de referência, a serem avaliadas; 19DOS PROCESSOS MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS E MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO a. É de necessário que havendo alteração tanto em UC's que não estavam ESCOLAR com data finalização no mês de referência, quanto UC's que sofrerem alteração para outro mês, sejam repassados a Gerência de Pesquisa e Prospectiva, para atualização no acompanhamento. 2. A escola deve analisar a planilha de acompanhamento de avaliação, e quando necessário, realizar ajustes no SGE; e após os ajustes realizados: a. Mensalmente, habilitar as avaliações dos instrumentos 25, 26, 27 e 29; b. Aplicar avaliação por meio de formulário físico para as unidades remotas, quando não for possível a aplicação via SGE. 3. A alunos; escola deve agendar o período para aplicação da pesquisa com o docente e com os 4. A mesma; escola deve informar aos alunos sobre a avaliação, e realização da aplicação da 5. Durante o processo, a Gerência de Pesquisa e Prospectiva realiza o monitoramento da avaliação no Power BI; 6. Após o período de aplicação da avaliação, a Gerência de Pesquisa e Prospectiva analisa os resultados (planilha Power BI); a. A média de satisfação só será apresentada e validada para a escola que cumprir no mínimo 80% do número de alunos que estiverem concluindo as unidades curriculares. Em caso do não alcance deste percentual, a média não será apresentada nem validada no mês de referência no Relatório Gerencial. E no mês seguinte se alcançar, o resultado é apresentado no acumulado, porém sem a média do mês que não foi alcançado o percentual. b. Para as UC's de Aperfeiçoamento, serão apresentadas separadamente, para não computar no percentual de 80%, pois critério de realização para UC's de Aperfeiçoamento é de no mínimo de 50% das avaliações. 7. A Gerência de Pesquisa e Prospectiva consolida os resultados no Power BI, elabora o Relatório de Avalição, e até o dia 10 (dez) de cada mês, envia o relatório consolidado para a Diretoria Regional do SENAI; 8. A Gerência de Pesquisa e Prospectiva analisa os comentários das avaliações no Power BI, até dia 15 (quinze) de cada mês, e envia para a escola analisar; a. Em todos blocos da avaliação, aluno tem a opção para comentários. Eles deverão ser analisados, verificados e, se pertinentes, deverá ser direcionado tratamento adequado pela escola. Tais informações poderão ser utilizadas como subsídio para a tomada de decisão e retroalimentar o processo de melhoria contínua na oferta dos serviços em Educação Profissional do SENAI- PE; 9. A escola SENAI deve analisar Relatório de avaliação e implementar as ações corretivas necessárias. 20MANUAL DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR a. A escola deve elaborar um plano de ação e acompanhar sua execução, quando a média geral for menor que 8,00, assim como para cada item que receber nota inferior a 8,00. As análises e verificação da pertinência dos comentários descritos nas avaliações deverão compor o Plano de Ação. b. As médias das avaliações são apresentadas no Relatório Gerencial mensalmente, assim como nas reuniões de monitoramento com a Diretoria Regional. escola SENAI deve manter os Relatórios de Avaliação arquivados na escola. Para as escolas que não possuem condição de aplicar a avaliação via SGE nas Unidades Remotas (aulas ministradas em unidades móveis e InCompany), a aplicação poderá ocorrer em meio físico. Em caso de quaisquer dúvidas sobre problemas no SGE, como por exemplo, sistema/portal fora do ar, a escola deve acionar a CSA da Diretoria de Educação. Demais dúvidas sobre o fluxo do processo de Avaliação a escola deve acionar a Gerência de Pesquisa e Prospectiva. 4.4.2 Formulários e instrumentos utilizados Pesquisa de Avaliação 25 para turmas presenciais, EAD/virtual e Aperfeiçoamento in company); Pesquisa de Avaliação 26 para turmas presenciais de Aprendizagem, Qualificação, Técnico e Itinerário V (Ministrado nas dependências do SENAI); Pesquisa de Avaliação 27 para turmas EAD/Virtual de Aprendizagem, Qualificação, Técnico e Itinerário V (Ministrado nas dependências do SENAI); Pesquisa de Avaliação 29 para turmas de Aperfeiçoamento (Ministrado nas dependências do SENAI); Questionário para Avaliação das Aulas Ministradas Incompany; Questionário para Avaliação das Aulas Ministradas em Unidades Móveis; Relatório de Avaliação; Relatórios de Turmas/disciplinas concluídas do SGE; 4.5 Sobre processo Reunião de Conselho de Classe O Conselho de Classe é o órgão consultivo e deliberativo da escola nos assuntos de natureza didática e disciplinar, com objetivo de discutir a vida escolar dos alunos, sobretudo dos alunos dos Cursos Técnicos de Nível Médio, presencial e à distância, sobre os processos de avaliação, recuperação, regularização de vida escolar por meio da matrícula por unidade curricular, dentre outros. 21OPERACIONALIZAÇÃO MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR As escolas devem constituir o seu Conselho de Classe como um espaço de reflexão pedagógica no qual sujeitos envolvidos no processo educativo, de forma coletiva, discutem alternativas e propõem ações educativas eficazes que possam vir a sanar necessidades ou dificuldades apontadas nos processos de ensino e de aprendizagem. Entretanto, suas discussões não devem se limitar ao desempenho/rendimento ou comportamento dos alunos nas aulas, mas devem considerar, também, os pressupostos pedagógicos e filosóficos do Projeto Político Pedagógico da Escola, as normatizações do Regimento Escolar, a atuação docente, o currículo, o planejamento, as práticas dos docentes, os direitos de aprendizagem dos alunos e as avaliações da aprendizagem. A finalidade da reunião do conselho de classe, após analisar as informações e dados apresentados, é a de intervir em tempo hábil nos processos de ensino e de aprendizagem, oportunizando ao aluno formas diferenciadas de apropriar-se dos conhecimentos necessários ao desenvolvimento do perfil profissional Conselho de Classe é organizado por curso ou turma, presidido pelo(a) coordenador pedagógico e composto pelo Secretário Acadêmico e maioria dos docentes do curso ou da turma. corpo discente poderá participar do Conselho de Classe com um representante de cada curso ou turma. É de suma importância que todos os envolvidos tenham clareza dos objetivos do conselho de classe e que lhe compete: Conhecer os resultados das avaliações da aprendizagem (desempenho dos alunos) e das avaliações da escola, propondo medidas para sanar as deficiências detectadas e divulgar os resultados bem-sucedidos; Analisar os resultados obtidos pelas turmas e levantar as possíveis causas de rendimento insatisfatório, decidindo pela anulação ou repetição de atividades de avaliação do aproveitamento escolar sobre os quais ocorra irregularidade ou que gere dúvidas em relação aos resultados; Deliberar sobre a aplicação dos recursos pedagógicos indicados no Regimento Escolar; No contexto do Programa SENAI de Ações Inclusivas, refletir sobre o desenvolvimento dos alunos, e proceder conforme orientações os documentos norteadores do SENAI Departamento Nacional. A periodicidade das reuniões do Conselho de Classe deve ser definida no Projeto Político Pedagógico da escola, principalmente para análise e deliberação de situações emergenciais, devendo ocorrer ao longo do curso, para análise e realização de recuperação e regularização da vida escolar do aluno, e ao final de cada módulo do curso para apuração do resultado final do aluno. 22MANUAL DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR As reuniões do Conselho de Classe só têm validade quando delas participarem a maioria do quadro docente específico da turma. E toda reunião deve ser registrada em ata e anexada no Sistema de Gestão Escolar SGE na turma em questão. conselho de Classe deve ser estruturado em três momentos: pré-conselho, conselho e pós conselho. Pré-Conselho de Classe: Fase de levantamento de informações e dados relativos ao desenvolvimento dos alunos (qualitativo e quantitativo), que deve ser equipe pedagógica, que é composta por secretário acadêmico, coordenação pedagógica, assistente pedagógico e docentes; para apoiar essa etapa a equipe pode contar com instrumentos que sistematizem os dados, como por exemplo, os relatórios emitidos do Sistema de Gestão Escolar (SGE); Conselho de Classe: É o momento em que toda a equipe se posiciona em relação ao diagnóstico da turma ou do aluno, refletindo sobre as possíveis razões do baixo rendimento ou comportamento apresentado, assim como identificando os casos de sucesso. É também nesse momento que se discute as possíveis soluções e estratégias a serem implementadas para solução dos problemas identificados no processo de ensino e aprendizagem. Diante das conclusões e colaborações, devem ser estabelecidos os desdobramentos para tomada de decisão e implementações a serem realizadas pós-conselho de classe, com prazos e responsabilidades. » Pós-Conselho de Classe: após a realização do conselho de classe, e registro da reunião, é necessário realizar o replanejamento e implementar as ações propostas. Assim é necessário que a equipe pedagógica crie estratégias de acompanhamento para realizar as devolutivas para os alunos e/ou responsáveis e quando necessário aos órgãos da rede protetiva (Conselho Tutelar; Centro de Referência de Assistência social; Serviços de Saúde; Segurança Pública, etc.; de acordo com Regimento Escolar); Vale ressaltar que pós-conselho de classe deve subsidiar a busca ativa de alunos infrequentes, para evitar evasão; a elaboração de plano de recuperação paralela e final, intervenção pedagógica com o aluno para devolutiva, regularização de vida escolar para fins de continuidade e conclusão de estudos. 4.5.1 Procedimento Para realizar o conselho de classe a escola deve seguir o seguinte procedimento: 1. A equipe do Núcleo de Educação Profissional (NEP) deve prever em seu calendário datas escolar, a partir do calendário escolar institucional da Diretoria de Educação, as de realização do Conselho de Classe; 23