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Dentística – Poliana Faveri 29/09/2022 Atualidades sobre cariologia Da fisiologia e diagnostico ao plano de tratamento → Discutindo a importância da cariologia na prática odontológica → Antes de tudo a cariologia é importante para a vida clínica → Saber diagnosticar, qual o tratamento adequados mesmo nós não sendo as pessoas que realizaremos o tratamento, mas saber encaminhar o paciente de forma correta • Qualquer tema na odontologia devo saber a estrutura dental, como o material vai reagir com essa estrutura ou não • Estrutura dental e sua composição • Estrutura do dente, como o material reage com essas estruturas • Esmalte o Estrutura mais mineralizada do corpo 95% de teor mineral, 3% de água, 2% matéria orgânica o Ele é uma estrutura semipermeável a íons e água, apesar da alta taxa mineralizada o Alterações e trocas químicas com o meio que ele está inserido, a saliva ▪ Minerais que compõe o nosso dente ▪ Hidroxiapatita – ela pode ser contaminada durante processo de formação ainda na fase do bebe na barriga, por cabonatos formando apatita carbonatada ou fluoretos, chamada de apatita fluoretada ▪ Cada uma delas reagem de forma diferente na troca de minerais com o meio bucal • Interação da hidroxiapatita com fluidos bucais • Maturação pós-eruptiva do esmalte o Aumento longitudinal e lateral dos prismas o Diminuição do espaço interprismáticos e intercristalinos o Esmalte mais denso e menos permeável ▪ Por isso o manejo em dentes de pessoas de mais idade é diferente de jovens devido a essas características o Fluorapatita ▪ Nada mais é que a ligação do flúor com os íons cálcio e fosfato que formam a molécula do fluorapatita, faz com que o arranjo tridimensional da HA seja mais insolúvel, fazendo o dente ser mais resistente aos desafios cariogênicos ▪ O esmalte não é estático • Rearranjo tridimensional ▪ Organização por meio dos prismas e espaços interprismáticos e intercristalinos (proteínas e água) composição de 3% não totalmente solida e por isso que é possível esse dinamismo do esmalte – importante para adesão, entender a formação da camada hibrida como o ácido atua nessas estruturas ▪ Por isso é possível esse dinamismo e essas trocas com o meio ▪ Hidroxiapatita biológica: Não é pura, sofre influência dos fluidos bucais e seus contaminante, esses principais contaminantes são carbonatos e fluoretos ▪ Fluorapatita é uma molécula mais organizada, mais estável e menos solúvel o Cada paciente deve ser avaliado individualmente porque a conduta clínica será diferente ▪ O dente acabou de irromper na sua estrutura terá a apatita carbonatada e a fluoretada e quantidade de carbonato será muito grande então o dente é mais permeável e solúvel ▪ Uma criança de 6 anos não consegue entender de maneira tão clara a higienização do dente também ▪ O espaço entre os prismas é maior no dente da criança, e o espaço entre os prismas no adulto é menor, por isso os desafio de carie em adultos são mais facilmente revertidos em pacientes adultos ▪ Mais porosidade ▪ Depois que tem mais tempo, que faz as trocas com o meio • Dentina o Quando tem um processo carioso será que eles se comportam de maneira igual? o Semipermeável e solúvel o Possibilita maior trocas de minerais ▪ Composição: minerais 75%, água 20% e 5% de matéria orgânica ▪ Cristais de HA menores e seu arranjo menos perfeito do que ocorre no esmalte – possibilitando maior troca de minerais • Grande quantidade de carbonato • Odontologia de mínima intervenção, evitar de acessar uma cavidade • As vezes clinicamente é só o pontinho preto e quando olhamos radiograficamente tem uma lesão ampla • Extensão de lesão cariosa e proximidade com o tecido pulpar → importância da radiografia periapical o A dentina é mais permeável por isso a carie se desenvolve mais rapidamente nela do que no esmalte o No esmalte ela se conduz mais lentamente pela permeabilidade e resistência o Na dentina é mais rápida a progressão • O desenvolvimento da carie na oclusal e na proximal também é diferente pela disposição dos prismas • Progressão da carie em dentes decíduos o Tem alterações na composição química e estrutura dos dentes decíduos e permanentes, a composição química e o rearranjo estrutural são diferentes → decíduos tem mais carbonato o Na restauração: ▪ O tempo de condicionamento acido é diferente o A lesão cariosa progride muito mais rapidamente o Outros fatores ▪ Higienização da criança – será que ela consegue higienizar bem? ▪ Alimentação – criança se alimenta mais com doces normalmente ▪ Se tem uma criança com dente decíduo por mais que a lesão cariosa é maior terá um processo de esfoliar futuramente e volume pulpar será reduzido, isso afeta terapia tomada porque a polpa desse dente está programada pra sumir em algum momento – dica para não nos assustarmos quando a cavidade é muito grande • Padrão de comportamento pulpar é diferente • Afinal o que é carie? o Carie não é bichinho que come dente Desequilíbrio no processo de desmineralização e remineralização do dente originando áreas permanentes danificadas o Processo carioso se dá pelas trocas minerais Há um a perda de mineral, e não foi possível a remineralização total do que foi perdido o Processo de remineralização ▪ Acabamos de escovar dente, saliva com capacidade tampão pH do meio elevado acima de 5,5 pela ação tampão da saliva, cálcio e fosfato precipitam nos dentes como hidroxiapatita • Nas duas situações ▪ Placa barreira mecânica que dificulta esse processo, precipitação vai ser menor, íons serão doados para placa ▪ Alimentação → pH diminui (abaixo de 5,5) o dente se encontra na situação de supersaturação em comparação com saliva ocorrendo perda de hidroxiapatita em forma de íons cálcio e fosfato ▪ Isso ocorre em dentes e condição bucal sadios e dentes com placa e gengiva inflamada ▪ Logo que o biofilme é formado ele não tem potencial cariogênico – ele leva até 24h para ter esse potencial porque todo esse ciclo tem que acontecer ▪ Após alimentação → metabolização dos açúcares em ácido ▪ Mudando o perfil de trocas iônicas – troca de maneira mais acelerada ▪ Microrganismos aderidos a placa são diferentes de acordo com pH ▪ Bactérias com maior potencial cariogênico quando o ambiente é mais acido ▪ Por isso que a qualidade da escovação é tão importante Flúor o Sua importância ▪ Tornar o dente mais resistente aos desafios cariogênicos ▪ Durante esses desafios ácidos (5,5) a hidroxiapatita será dissolvida do mesmo dente em íons cálcio e fosfato, mas no meio há flúor livre que se liga a molécula da hidroxiapatita e precipita em forma de fluorapatita ▪ pH crítico da fluorapatita é de 4,5 tornando mais difícil a supersaturação – Fluorapatita menos permeável ▪ fluorapatita mais resistente as variações de pH • Desmineralização na ausência de flúor há uma maior perda de minerais → dissolução máxima da estrutura dental • Desmineralização na presença de flúor a perda mineral é menor, maior reversão mineral → precipitação de fluorapatita • Remineralização na ausência de flúor, precipitação de HA pela ação da saliva → remineralização parcial do mineral perdido pelo dente • Remineralização na presença de flúor: precipitação de HA pela saliva, precipitação de FA → maior reversão do mineral perdido Cárie dental • Fatores que determinam a incidência o Individualizar o paciente, qual a quantidade da saliva, que tipo de alimento ele consome, se tem acesso a água fluoretada etc. o Doença multifatorial, infecciosa, e dieta dependente que produz desmineralização das estruturas dentarias ▪ E produz uma desmineralização das estruturas dentarias ▪ Contaminação natural pelo S. mutans então transmissível é umtermo desatualizado ▪ Não nasce com mas adquire ao longo da vida – na microbiota normal de um recém-nascido não tem mas ao longo da vida adquire o Adição do tempo e fatores externos relacionadas a classe social, conhecimento, renda, comportamento e atitudes do paciente Hospedeiro + microrganismo + características da saliva + dieta + características clínicas • Idade o Faz com que ele responda diferente aos desafios cariogênicos o Dente da criança tem mais carbonato o Adulto é mais mineralizado ▪ Maturação pós eruptiva – menos permeável e diminuição do espaço interprismáticos o Períodos críticos ▪ Entre 19 e 31 meses ▪ Entre 6 e 15 anos • Nível socioeconômico o Meio que o paciente está inserido ▪ Tem condição de comprar escova de dente? o Acesso à informação e serviços de saúde o Alimentação diferente • Atividade profissional o Tipo de atividade ▪ Rotina muito corrida – negligenciando a saúde oral o Estresse ▪ Redução do fluxo salivar – importância da capacidade tampão • Condições sistêmicas o Doenças e alterações hormonais o Alteração de saliva o Doenças autoimunes o Diabetes o Medicamentos ▪ Podem atuar na mudança do fluxo salivar o Desnutrição o Bulimia o Radioterapia o Gravidez, adolescência, senilidade – redução do fluxo salivar o Síndrome de Sjogren o Entre outros • Uso de flúor o Água de abastecimento público fluoretada o Bochechos com soluções fluoretadas nas escolas o Dentifrício fluoretado Presença do íon flúor → interação com o cálcio e fosfato → precipitação da fluorapatita • Microrganismo o De acordo com a evolução diferentes microrganismos vão colonizar esse biofilme o Tipo e quantidade o S. mutans – aparecimentos das lesões (número de lesões cariosas) e lactobacilos – pH do meio muito mais ácido causando aparecimento de múltiplas lesões cariosas (atividade de carie) • Saliva o Quantidade e qualidade o Capacidade tampão da saliva ▪ Existem testes que avaliam isso, as vezes não consegue identificar o poraquê o paciente está tendo carie • Consumo de carboidratos o Tipo de alimento, consistência e frequência de ingestão o Estabilização do pH é deficiente quando come toda hora o Ter noção que não é apenas doce – mas outros que irão ser fontes de carboidratos e serão responsáveis pelos desequilíbrios o A frequência também é importante, se for muito maior que 6x ao dia, pois esses desafios acontecem muitas vezes ao longo do dia – saliva não consegue estabilizar o pH o Não conseguindo reverter a perda mineral que teve nesse período ▪ Orientar e reduzir o risco a carie • Biofilme dental o Presença de biofilme o Fatores de retenção: aparelho ortodôntico, cavidade aberta, por exemplo • Experiencia anterior de carie o Significa que algum momento da vida algum dos fatores falhou e ai teve carie de novo, não devo “confiar tanto” no paciente o As vezes o retorno dele deve ser mais rápido 43:15 Diagnóstico • Sabemos a importância do tratamento de lesões cariosas e como eles podem evoluir e os comprometimentos que podem causar, chegando na polpa causando pulpite podendo chegar até numa infecção generalizada • Lançar mão de recursos • Objetivo: ▪ Detectar ou excluir presença de carie ▪ Avaliar prognostico ▪ Contribuir para o plano de tratamento o Exame visual ▪ Dentes limpos, secos, livres de contaminantes e adequadas • Como avaliar de forma adequada meu paciente com placa? Confiar que a escovação dele é 100%? • Forçado a um diagnostico errado muitas vezes • Espelho de 1º plano para permitir boa visualização e profundidade ▪ Avaliar faces de maneira isolada • Face livre o Mancha branca? Brilhosa ou opaca? Cavitação? Em esmalte ou em dentina? Coloração? Diagnostico diferencial de fluorose? o Qual região do dente que esta acometida pela mancha branca? Mais próxima da cervical, pode ser mais próxima do terço médio também, podendo ser uma mancha branca inativa • Superfícies oclusais o Geralmente nas paredes laterais onde fica placa acumulada o Realizar as mesmas perguntas anteriores o Se esta opaca? Devo remineralizar o Tudo isso ter que se perguntar em todos os dentes para ver como irei intervir o Claro que quando está muito grande consigo diagnosticar, mas queremos isso pro nosso paciente? Não! Queremos diagnosticar lesões incipiente a carie • Faces proximais • Superfícies radiculares o Exame tátil ▪ Sonda pontiaguda pode cavitar o que ainda não é uma cavidade • Onde era passível de remineralização antes ▪ Sonda deve ser de ponta romba ▪ Auxílio de fio dental o Exame radiográfico ▪ Auxilia no diagnostico e plano de tratamento, necessário conhecer as técnicas radiográficas e suas indicações ▪ Panorâmica quase em 100% dos pacientes • As vezes o paciente não apresenta sintomatologia, mas eu observo algo, como um abscesso por exemplo • Um guia ▪ Periapical ▪ Na dentística se usa se há dúvida se há algo na região de periápice ▪ Interproximal • Espaço interproximal, altura de crista, profundidade de lesão cariosa, proximidade com tecido pulpar • Uma radiografia com posição boa para não ter tanta sobreposição • Identificar a proximidade com tecido pulpar ▪ Para aparecer na radiografia tem que ter uma perda de 30% de mineral, então é um tempo longo de lesão ▪ Colocar uma borrachinha para afastar o dente do paciente, avaliar por visão indireta, quando tenho dúvida se é realmente uma carie ou não ▪ Ter esse cuidado para não cavitar desnecessariamente • Por mais que seja a melhor resina existe essa falha adesiva • Terei que trocar no futuro essa restauração • Sempre prezar pelo menos invasivo para o meu paciente o Quando é uma carie incipiente, quando está só em esmalte, isso gera dúvida, pois você olha e não vê nada cavitado ▪ Porque quando vejo na radiografia já está muito avançado, cerca de 30% de mineral foi perdido ▪ Não devo arriscar e falar é carie ▪ Região proximal é tão difícil de fazer controle, de paciente higienizar ▪ Na dúvida se é ou não cárie, tentar remineralizar → faço controle, porque depois que abriu não teve como voltar atras ▪ Não cavitar sem necessidade Detecção e avaliação de carie • Através de ICDAS – Sistema Internacional de Detecção e Avaliação de Cárie • Sistema de classificação e diagnostico para lesão cariosa • Cai muito em concurso • Preconizam profilaxia prévia, secar superfície por 5s e avaliar por faces, varia de 0 a 6 do melhor para o pior prognostico • Código 0 o Depois de secar não tem alteração alguma compatível com carie o Dentes com fluorose e hipoplasia estarão inclusas – indução ao erro ▪ Pode ter alteração visível, mas não é compatível com carie • Código 1 o Seca o Avalia presença de mancha branca • Código 2 o Superfície úmida já consegue avaliar • Código 3 o Pequena cavitação em esmalte • Código 4 o Pode ou não ter cavitação de esmalte, aspecto acinzentado na dentina • Código 5 o Lesões e que já tem cavitação em dentina • Código 6 o Cavitação ampla em dentina o Procedimento mais invasivo o As vezes até tratamento pulpar • Nesse quadro tem o protocolo recomendado de acordo com o risco do paciente Odontologia de mínima intervenção • Antigamente tinha a extensão preventiva, paciente pode ter carie e eu vou fazer uma restauração para ele não ter, vou fazer um amalgama farei toda uma forma para reter aquele material (forma de contorno, resistência, retenção, e ai se tiver você remove dentina cariada remanescente) • Extensão preventiva x preservar a extensão • Remover tecido cariado que não é passível de remineralização • Danos tão grandes que não posso manter na cavidade • Odontologia minimamente invasiva é diferente de mínima intervenção o Minimamente invasiva remete a cavidades pequenas ou então a dentes decíduos,pequeno desgaste o A mínima intervenção as vezes fica uma cavidade ampla • Mínima intervenção para aquele específico caso ▪ Anestesia por compressão ▪ Lentes de contato com mínimo desgaste ▪ Câmeras intraorais para auxiliar no diagnostico ▪ Laserterapia • Laser de alta intensidade que remove apenas o tecido cariado, só o que tem essa alteração, não depende do erro humano ▪ Softwares com simulação de resultado ▪ Remoção seletiva de tecido cariado ▪ Diferentes materiais restauradores • Na graduação não teremos todos os materiais necessários muitas vezes, que existem materiais que posso manter tecido cariado e posso vir com a resina logo em cima sem proteção do complexo dentino-pulpar, mas não posso fazer isso com adesivo simplificado o Remover dentina bem amolecida ▪ As vezes eu seco a cavidade e ela vai estar um pouco opaca o Margens de cavidade devem sempre estar limpas, pois a adesividade deve ser o mais eficaz possível → bordas sem carie sempre o Cuidado para não expor a cavidade pulpar ▪ Quando se vê que não tem tecido amolecido, ela é passível de remineralização – quando passo a cureta e ela é difícil de remover posso deixar ▪ Não posso deixar tecido amolecido o Primeira coisa é lavar para aumentar o pH e colocar um material para causar a remineralização • “Observa-se com frequência uma certa confusão entre “minimamente invasivo” e preparos cavitários “pequenos” ou uma associação entre “minimamente invasivo” com dentes decíduos. Esta é uma leitura equivocada, já que minimamente invasivo está relacionado à quantidade de tecido dentário que será removida e não com a extensão ou o tamanho original da cavidade. Sendo assim, preparos minimamente invasivos podem ser realizados em qualquer dente que requeira intervenção invasiva, independentemente deste ser decíduo ou permanente.” • Caso clínico → Icon o Exclusivamente em esmalte se tinha carie – visto na radiografia o Resina infiltrativa “Icon” é como uma membrana, a resina invagina nesse esmalte poroso e fortifica pelo seu alto poder de penetração permeando toda essa estrutura – tem o ácido próprio e o próprio adesivo o Ao invés de acessar, ou remineralizar por técnica convencional o Coloração bem semelhante ao dente o Funciona como uma blindagem daquele esmalte fragilizado o Alto preço – bom investimento para quem trabalha com prevenção • Adesivo universal o Tudo junto o Incorpora a smear layer na camada hibrida ao invés de remover com acido na dentina o Por isso que em cavidades profundas não se faz proteção o Adesivo com fricção • Condicionamento seletivo do esmalte o Apenas no esmalte – se eu passar na dentina pode chegar na polpa, causar inflamação no tecido pulpar, afim de evitar que isso aconteça Casos clínicos • Anamnese detalha o Histórico de carie? Algum comprometimento sistêmico? Como é a higienização o Muito importante o Identificar fatores de risco • Evidenciação de placa o Cora em rosa placa de até 24h o Roxo placa há 48h o Azul biofilme com caráter ácido que é o mais cariogênico ▪ No caso está nas proximais, onde deve ser passado o fio dental ▪ Fio dental é uma falha muito grande dos nossos pacientes – intruir que ele é indispensável • Profilaxia o Remoção de toda placa o Escova Robinson na oclusal e superfície lisa com taça de borracha o Fio dental em superfícies proximais o As vezes o fio dental está rompendo quando passa entre os dentes, as vezes o paciente nem sabe disso • Exame intraoral o Boa iluminação o Sonda de ponta romba o Verificar gengiva do paciente ▪ Não tem placa, mas gengiva esta inflamada indica que durante os dias o paciente não está escovando direito • Ele só escovou bem no dia do dentista • Fator de risco mesmo que naquele dia ele não esta com placa • Instrução de higiene oral o Técnica de bass modificada - adulto o Técnica de fones – criança o Quantidade de creme dental o Fio dental – como que usa? Qual a técnica certa? Ensinar a passar na distal do último dente o Acessório adicionais ▪ Escova unitufo, interdental, passa fio, irrigador oral, escova elétrica ▪ Isso envolve a avaliação individualizada do paciente – as vezes ele apresenta alguma dificuldade, pacientes com contenção, ou que tem implante • Caso clínico 2: o Alternativa A está errada pois não dá para fazer selante em face lisa o Diagnostico diferencial de fluorose que são mais estriadas e difusas e a opacidade da lesão – por carie fica opaca e por fluorose não perde o brilho o Mancha branca de processo carioso após de seca fica sem brilho pelo processo de desmineralização pela diminuição do prisma, então quando tem carie ocorre um aumento do espaço, nesse espaço terei fluido e quando está úmida está brilhoso e quando seco tiro o líquido e fica opaco – diminui o índice de refração → opaco mancha branca por carie o Sequei ficou brilhoso? Fluorose o Se ela está brilhosa é porque remineralizou o E aí segue outros critérios ▪ Formato, localização, padrão – não preciso fazer nada talvez passar flúor para potencializar ▪ Pode ser até no terço médio devido ao período de erupção ▪ Acontece muito em volta dos brackets ▪ Tem brilho? Não preciso fazer nada! Só flúor para potencializar • Protocolo de remineralização o Promover inativação de mancha branca o Solvente do verniz utilizado apenas para fluidez o Verniz tem cerca de 35000ppm de flúor o Solvente do verniz só e usado para deixá-lo mais fluido ▪ Verniz faz película quando contato com saliva ▪ Posso fazer com isolamento relativo mesmo ▪ Remineralizar superficialmente regiões com desmineralização de esmalte ▪ Evitar cavitação de esmalte ▪ Deve instruir o paciente a evitar alimentação após o procedimento, nem beber água para ficar mais na superfície dental sem ser deslocado ▪ Baixa aderência a superfície dental o A idade do paciente altera a decisão do protocolo de tratamento • Caso 3 o Selamento já que a idade do paciente influencia, se fosse um paciente mais velho poderia fazer a instrução de higiene oral • Caso 4 o Paciente mais velho o Instrução de HO • Caso 5 o Radiografia interproximal para confirmar, mas já está cavitado então eu faria a restauração, não é passível de remineralização • Selamento de sulcos e fissuras • Restaurações minimamente adesivas o Remoção de tecido cariado o Manter dentina afetada o Bordas da cavidade livres de tecido cariado o Antigamente tínhamos que formatar a cavidade para receber o material restaurador, amalgama não tinha adesão a estrutura dental. Hoje com os sistemas adesivos permitem remover aquilo que é necessário – margens limpas, bom condicionamento, bom fotopolimerizador, não preciso me preocupar com adesão mecânica • A dor que o paciente sente também interfere na terapia, se há reversão na pulpite causada o Vem pontada no dente: resposta que a polpa não tem capacidade de reverter o Dor quando mordo, mastigo: dor provocada e passa ▪ Terapia mais conservador ▪ Capacidade de regeneração do tecido pulpar ▪ Pode ser pulpite reversível • Abertura coronária e curativo – já sei que o paciente vai para canal • Tratamento expectante o Vi na radiografia que esta profundo e clinicamente se finalizar a remoção da dentina, vou expor polpa o Material que pode induzir neoformação de dentina terciaria e aguardar 45 dias e verificar se posso remover o restante de tecido cariado se possibilita o novo acesso a cavidade o Estou com dúvida posso fazer provisório com CIV e verificar no retorno se o paciente responde bem a teste de vitalidade ai rebaixo o CIV e restauro o Paciente mais jovem tem mais chance de sucesso nesse tratamento expectante o Identificar fatores de risco e fatores moduladores • Proteção do complexo dentino pulpar o Avaliar profundidade da cavidadeo Cada caso tem indicação de um material o Cimento de hidróxido de cálcio ou CIV • Condicionamento seletivo do esmalte o Adesivo universal o Elimina a necessidade de proteção do complexo dentino pulpar • Capeamento pulpar direto o Exposição de polpa – não consegui o expectante o Proteção direta em cima da polpa exposta o Pode ser com hidróxido de cálcio ou MTA o Intenção de estimular diretamente uma cicatrização para depositar dentina terciaria e não evolua para tratamento de canal o Acompanhamento e teste de vitalidade para ver se continua vital – se não, fazer tratamento endodôntico