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RESTAURAÇÕES EM DENTES ANTERIORES
Protocolo clínico:
1. Profilaxia da região;
2. Seleção de cor (através da escala de cor);
3. Seleção da resina;
4. Anestesia;
5. Isolamento do campo operatório;
6. Preparo da cavidade;
7. Condicionamento ácido;
8. Aplicação do sistema adesivo (camadas dependendo do solvente);
9. Inserção de resina;
10. Acabamento e polimento.
Depois de isolar os dentes, não é possível selecionar a cor da resina, pois o dente fica mais
esbranquiçado/opaco, pois desidrata, logo não é possível ter noção da translucidez e opacidade 
do dente.
Para Lembrar:
OBS:
Resina de dentina: é mais opaca (se colocar só a resina de dentina, a restauração fica mais opa
Resina de esmalte: é mais translúcida, logo deixa passar mais luz (se colocar mais resina de
ca e artificial.
esmalte, a restauração fica mais translúcida (transparecendo o fundo da boca) ficando uma 
restauração mais escura/acinzentada.
CLASSE III
Três tipos:
Estritamente proximal
Antes de começar o protocolo clínico: Afastamento dos dentes com tirar ou anéis de borracha 
por 24h ou 48h antes da restauração.
Lesão inicial, fica apenas no ponto de contato proximal (não estende para palatina e vestibu
lar) e tem o acesso mais difícil.
Adesivo com solvente 
etanol aplica 2 camadas.
Na proximal com lâmina 12D (oferece um acesso muito bom)
Disco de lixa diamond pro (disco mais plano)
Ebhance (formato de disco);
Disco de feltro + pasta;
Carbeto de silício;
Diamond Flex (disco de feltro mais fino que puxa um maior brilho).
Palatina/Lingual
Acesso feito pela palatina (preserva o esmalte).
Antes de começar o protocolo clínico: Demarcação dos pontos de contato (memoriza, tira foto 
ou escreve/desenha o ponto de contato).
Não rompe a parede vestibular (mantém preservada).
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Para romper a barreira de esmalte utiliza-se a esférica diamantada em alta rotação. 
(compactando o tecido)
Para remover tecido cariado utiliza-se a broca esférica laminada/carbide em baixa rotação. 
(removendo o tecido e jogando para fora).
Vestibular 
Normalmente quando a cárie atravessa de um lado a outro, logo o acesso é feito pela vestibu
lar para uma melhor visualização;
No protocolo clínico (depois do preparo da cavidade): Confecção de bisel duplo 45 e 15 graus 
(função estritamente estética (mascarar a restauração);
Primeiro bisel(45 graus): Curto e mais agressivo. Feito para mascarar a interface da res
tauração (resina opaca/dentina). Deve-se entrar com a broca mais inclinada para masca
rar o ângulo cavo superficial.
OBS:
Segundo bisel (15 graus): Longo e mais suave. Transição suave para dar naturalidade 
(resina translúcida/esmalte).
Bisel: inclinação feita no ângulo cavo superficial pois é um ângulo vivo (não permite mascarar 
a restauração). 
É necessário fazer o bisel para jogar o ângulo nítido para dentro e ser possíel colocar a resina em 
cima e mascarar a interface, caso contrário será possivel ver a transição o dente e restauração.
Amarelo: resina dentina 
Azul: resina de esmalte
Em dente posterior precisa do cavo superficial vivo, logo não pode confeccionar bisel, pois 
pode gerar um ponto de contato indesejado.
OBS:
Ao ser feito o condicionamento ácido, deve-se condicionar o dente inteiro.
Tira de poliéster - Utilizada para proteger o dente vizinho do ácido. Se colocar ácido sem 
proteger o dente vizinho, irá desmineralizar o mesmo (é passível de remineralização, não 
causará desgaste/dano por causa do ácido), o problema maior é que se for condicionado, 
durante a etapa restauradora, há grande probabilidade de unir um dente ao outro, logo 
dará mais trabalho no acabamento para devolver o ponto de contato e separar um dente do 
outro). 
OBS:
OBS:
Quanto maior o numero final da resina, mais saturada ela é (mais amarelada). 
Ex: A1 (resina menos saturada) e A0 (resina sem pigmento, sendo mais branca).
OBS:
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CLASSE IV
Permitir a restauração de ângulos mesio-incisal ou disto-incisal devido a cárie ou trauma.
Protocolo clínico:
1. Checagem de ponto de contato;
2. Profilaxia da região;
3. Seleção de cor;
4. Seleção da resina;
5. Anestesia;
6. Isolamento;
7. Preparo cavitário;
8. Confecção de bisel duplo (45 e 15 graus);
9. Condicionamento acido;
10. Aplicação do adesivo;
11. Inserção da resina;
12. Acabamento e polimento.
São divididas em 2 tipos: diretas e indireta
Restauração direta: feita com a própria resina utilizada. 
Inserir a resina de dentina na cervical pois tem mais dentina (região mais opaca); 
Inserir a resina de esmalte no terço incisal que é mais translúcido).
Restauração indireta: utiliza-se uma barreira de silicone):
Protocolo prévio:
Moldagem com silicone;
Obtenção do modelo;
Enceramento/resinamento;
Obtenção de barreira/muralha/index palatina(o).
Ácido e sistema adesivo no dente;
Fotopolimeriza;
Demarca a barreira;
Acomoda a resina na barreira (primeiro a resina de dentina);
Leva ao dente e polimeriza;
Depois de finalizar com a resina de dentina, coloca a resina de esmalte/translúcida rodando 
na proximal;
Acabamento e polimento.
CLASSE V (dente posterior e anterior)
Restauração realizada nos terços cervicais das faces V e L de todos os dentes, com ou sem ori - 
gem cariosa. 
Vestibular envolvida = bisel envolvido (bisel mais chato de fazer, pois não termina na região 
fraturada, bisel roda em toda a extensão da cavidade)
Não é necessário demarcação de contato oclusal, pois não tem contato oclusal.
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Adaptação do grampo 212 (sempre trabalha classe V com o grampo 212), pois da mais retração 
gengival e a resina tem que ser levada até a cervical do dente, se não usar o grampo terá excesso 
de material, pois a superficie do dente não estará exposta.
Importante a visualização por incisal ou oclusal para ver a convexidade da face restaurada. Na 
hora de fazer o incremento de esmalte sempre ter a vista incisal/oclusal para devolver a conve-
xidade/abaolamento. 
DIAGNÓSTICO DE CÁRIE
Cárie: resultado de um processo dinâmico (precisa de determinados fatores acontecendo ao mes 
mo tempo para ocorrer) em que a presença de microorganismos (streptococcus mutans), na placa 
dental, que cobre a superfície dos dentes gera um desequilíbrio entre a fase mineral (hidroxiapa-
tita) e o meio bucal.
 Processo de desmineralização: Perda de minerais (cálcio e fosfato). Dente é basicamente com-
posto por hidroxiapatita, que é onde tem os minerais do dente (cálcio e fosfato).
 Quando a cárie desmineraliza o esmalte, são criados microporosidades/microcavidades, mu-
dando a textura do esmalte, aparentando mais branco e opaco. Já a dentina escurece pois a 
dentina já é mais opaca e não é translúcida.
 A doença cárie ainda é a principal responsável pela perda dos dentes e a doença periodontal é a 
segunda causa.
 Doença multifatorial: depende do hospedeiro, biofilme, dieta e tempo. O desequilíbrio/
desorganização desses fatores causam a doença cárie.
Não é transmissível, pois depende de vários fatores, o que é transmissível são os microrga 
nismos.
OBS:
 Carboidratos vão ser quebrados e transformados em açúcar, mas o processo é muito mais lento 
quando comparado com comer o açúcar refinado. 
 Capacidade tampão: velocidade que o fluxo salivar ajuda a remineralizar o dente. 
 
 Paciente que saliva pouco tem risco muito maior de ter cárie, por mais que higienize bem 
mas como o fluxo salivar é baixo, não há remineralização.
 Paciente com fluxo salivar grande, por mais que tenha uma boa higiene, tende a ter cálculo na 
superfície lingual dos anteriores inferiores. 
OBS:Flúor ajuda a aumentar a capacidade tampão da saliva. 
OBS:
Dieta e higiene são os fatores mais fáceis de interferir. 
Se não houver sacarose, não há cárie. Os outros fatores aumentam ou diminuem o risco de ter 
cárie, mas se houver todos os fatores e não houver sacarose não haverá cárie.
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Paciente que toma ansiolítico tem uma diminuição grande do fluxo salivar. 
Menopausa diminui o fluxo salivar e aumenta o ressecamento de algumas áreas, como 
boca,mucosa vaginal, mucosa nasal.
OBS:
OBS:
O metabolismo bacteriano faz o pH do meio ficar ácido, que é um dos fatores determinantes 
da doença cárie. Se não houve ativação do metabolismo (pela sacarose) não há doença. 
Os dentes são colonizados por bactérias (mutans, lactobacilos, etc)
Metabolismo bacteriano ocasiona alterações no pH.
Ambiente ácido faz com que a hidroxiapatita tenha a perda de minerais. 
Fatores determinantes:
 Composição do biofilme (streptococcus mutans);
 Composição e capacidade tampão da saliva;
 Velocidade da secreção salivar;
 Composição e frequência da dieta (carboidratos fermentados - sacarose)
 Lactobacilos - microrganismos que é muito presente e influência diretamente na progres 
são da doença cárie, aceleram demais a progressão da doença. Se não houver lactobacilos 
provavelmente essa cárie vai se desenvolver pelos streptococcus mutans em uma frequência mais 
devagar e passível de remineralização.
Hospedeiro
OBS:
Fatores extras/não determinantes (fatores confundidores):
 Sócio econômicos (não tem água fluoretada, não troca escova, não tem fio dental);
 Educacional (não tem a instrução de higiene oral);
 Comportamentais. 
Mecanismo de ação:
 Carboidrato fermentado ativa o metabolismo microbiano havendo a produção de ácidos e 
diminuindo assim o pH, logo ocasiona a perda de minerais cálcio e fosfato (desmineralização).
pH 5,5 a condição do meio é 
supersaturante em esmalte.
Em raiz é mais fácil a progressão, a desminerali-
zação começa com o pH 6,5. Logo, paciente com 
raiz exposta deve ficar atento.
OBS:
 Na cervical tem aproximadamente 0,3mm de esmalte, logo uma cárie na cervical chega mais 
rápido na dentina. 
 Tratamento restaurador não melhora a higiene do paciente!!! Por isso deve-se atuar muito na 
prevenção e conscientização.
Diagnóstico
Dentina afetada - ainda não foi atingida pelo microrganismo mas foi afetada pela situação, 
fica com o aspecto escurecido (dentina terciária, emergencial, de proteção). Polpa percebeu o 
processo infeccioso e mandou fluidos pulpares com minerais pelos túbulos dentinários para 
produzir essa dentina terciária para proteger do impacto, conseguir obliterar a região para a 
cárie não passar. É possível verificar esse tipo de dentina com a colher de dentina, onde de ao 
passar a a colher sai um pó fininho e não sai mais em lascas igual na dentina cariada.
Cárie ativa:
 Em esmalte: Mancha branca, rugosa e opaca (esmalte desorganizado)
 Ao condicionar um dente com ácido fosfórico o esmalte fica opaco e esbranquiçado, pois o 
esmalte é translúcido e quem da a cor ao dente é a dentina a mesma coisa ocorre quando o dente 
começa desmineralizar.
 Em dentina: Tecido amolecido, cor clara podendo ser pigmentada. 
 Em pacientes jovens geralmente é a cárie ativa em dentina é mais clara, já em pacientes 
mais velhos não é clara, é mais escura. 
Cárie inativa:
 Em esmalte: Cor branca lisa e brilhante,. Dentro ficou desorganização 
 Em dentina: Coloração escura funda e endurecida. 
 Compromete a estética, impossível mascarar, sendo necessário desgastar mais o dente por 
mais que seja inativa.
 A cárie se inativa em dentina por conta da dentina terciária já remineralizou tanto que 
não tem mais túbulos dentinários para os microrganismos conseguirem proliferar, além disso, 
pode ter uma interferência da dieta, higiene. 
 Geralmente em pacientes idosos que não tem lactobacilos na flora.
OBS:
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OBS:
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Paciente pós ortodontia/durante pode ter muita mancha branca inativa. Toda mancha 
branca inativa um dia foi cárie (mancha branca ativa).
OBS:
Classificação
 
Quanto a evolução do processo
 Cárie aguda: 
 Desenvolvimento rápido (tubulo dentinario amplo); 
 Coloração clara; 
 Dor (chega mais rápido a polpa); 
 Criança e adultos jovens (túbulos dentinário amplo); 
 Consistência macia e friável (não tem dentina terciária envolvida, que é mais dura).
 Carie crônica: 
 Desenvolvimento lento; 
 Coloração escura; 
 Não há dor (túbulos dentinários mais fechados, comunicação com a polpa pequena); 
 Pacientes mais velhos; 
 Consistência dura; 
 Dentina reacionária (tipo de dentina terciária). 
 Cárie crônica ainda é ativa, pode gerar uma endo.
Quanto à posição do dente
 Fóssulas e fissuras/sulcos e cicatrículas;
 Superfícies lisas (paciente com cárie em superfícies lisas, provavelmente tem a higiene é ruim);
 Superfícies proximais (vistas apenas através da bite-wing).
Quanto ao tipo de processo carioso
 Cárie primária - que aconteceu pela primeira vez em uma superfície íntegra/hígida, sem 
restauração;
 Cárie primária oculta - seu desenvolvimento se da por uma área muito pequena, aspecto mais 
acinzentada. Muito comum em sulco palatino. Pouco mutans (cavita) e mais lactobacilos;
 Cárie secundária/recorrente - proveniente de uma interface restauradora. Dente que já foi 
restaurado, independente do material restaurador.
 Hígido - dente sem nenhum tipo de intervenção. 
OBS:
OBS:
Exame clínico:
 Não se faz diagnóstico de cárie em ambiente úmido e com placa bacteriana. Sempre com boa 
iluminação, boca limpa e ausência de umidade.
Exames complementares:
 Radiográfico com bite-wings (interproximais) - sempre para diagnóstico de lesão de cárie.
Mancha branca inativa: branca, lisa e brilhante devido a remineralização que ocorre 
superficialmente, então a estrutura que foi modificada internamente continua modi 
ficada, por isso não volta a sua cor inicial. Além disso, a remineralização ocorre de 
maneira desorganizada.
OBS:
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Diagnósticos diferenciais:
Fluorose: 
 Manchas estriadas; 
 Pares homólogos (mesmo dente de lados diferentes); 
 Sem acúmulo de placa (fluor é um repelente de placa).
Amelogênese imperfeita:
 Má formação do esmalte;
 Presença de cavitações (lisas).
Lesões cervicais não cariosas:
 Lesões causadas por outros fatores;
 As vezes é passível de restauração e outras não. 
 Multifatorial e multidisciplinar. 
 Ex: escovação forte, apertamento, abfração, doença periodontal, dieta ácida. 
Hipoplasia de esmalte:
 Mancha branca não necessariamente em pares homólogos, pode ser pontual;
 Sempre associado a uma leve depressão;
 Muito difícil na cervical (tem pouco esmalte na cervical);
 Mais comum em molares e incisivos.
Selamento biológico:
 Mancha difusa (não é pontual igual a cárie);
 Sobe um pouco nas cúspides;
 Não há algo esbranquiçado em volta;
 Geralmente associado ao paciente com fluxo salivar maior 
e capacidade tampão boa.
 
CLAREAMENTO
Clareamento dental - arte de iluminar o sorriso
Técnica:
 Menos invasiva (apenas usa clareador);
 Menor perda estruturas (não desgasta dente);
 Segurança e eficaz (não enfraquece, não deixa poroso);
 Grandes modificações estéticas e psicológicas.
Objetivos:
 Melhoria estética;
 Prevenção (dentes ficam mais lisos, o gel inibi a formação de placa)
 Marketing.
Melhoria estética:
 Possibilidade de transformar o sorriso sem invasão;
 Rejuvenescimento imediato;
 Ganho técnico para o dentista, na confecção das restaurações (muito mais fácil clarear um 
dente clareado do que um muito escurecido/pigmentado).
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Prevenção:
 Melhor controle e maior motivação dos paciente; 
Marketing:
 Aumento da autoestima;
 "Outdoor" ambulante”;
 Realce do seu trabalho.
CLAREAMENTO VITAL
Tipos declareamento vital: (clareamento dentes sem tratamento endodôntico)
 Clareamento caseiro (feito em casa com moldeiras);
 Clareamento no consultório (muito chamado de clareamento a laser, porém não utiliza laser, 
usa um gel forte).
Mecanismo de ação dos agentes clareadores:
 Reação química de oxidação - redução (oxirredução);
 Pigmentos insolúveis (cromóforos);
 Cadeias complexas convertidas em simples
Agentes clareadores (promovem a ação de oxirredução)
 Peróxido de Hidrogênio;
 Peróxido de Carbamida.
 Peróxido de carbamida se transforma em peróxido de hidrogênio (que é o agente que 
clareia) e ureia.
Reação de oxirredução quebra 
as cadeia insolúveis em 
pigmentos solúveis.
OBS:
H2O2
(peróxido de hidrogênio)
O
HO2
Oxigênio livre 
(molécula altamente 
instável)
Peridroxil 
(molécula mais estável)
50% mais potente)
 Peróxido de hidrogênio penetra no dente e se transforma em oxigênio livre (molécula altamente 
instável) e em peridroxil (molécula mais estável e 50% mais potente), sendo assim é melhor ter 
mais formação de peridroxil.
 Em situações que o pH esteja ácido ou neutro terá maior formação de oxigênio livre, enquanto 
um pH mais alcalino tem maior formação de peridroxil.
Peróxido de Carbamida
64% 36%
NH3 + CO2
(uréia)
H2O2
(peróxido de hidrogênio)
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Porque utiliza-se o peróxido de carbamida?
 A ureia se transforma em gás carbônico e amônia, a amônia aumenta o pH, logo terá 
maior formação de peridroxil. 
Clareamento Vital Caseiro (feito em casa com plaquinhas e gel)
Vantagens:
 Baixo custo;
 Técnica menos sensível (gera menos sensibilidade ao paciente);
 Previsibilidade e estabilidade de cor (dura de 1,2 ou até 3 meses).
Desvantagens:
 Resultados dependem da disciplina do paciente;
 Maior tempo.
Produtos:
 Peróxido de Hidrogênio (4%, 6%, 7,5% e 10%);
 Peróxido de Carbamida (10%, 16% e 22%).
Como utiliza?
 Peróxido de carbamida (10% - 22%)
 Uso diurno: períodos médios de 4h;
 Uso noturno: durante o sono (age até 4h e depois fica sem agir, não tendo problema ficar 
mais de 4h na boca).
 Peróxido de hidrogênio (4%, 6%, 7,5% e 10%)
 Indicado para pessoas que não conseguem dormir com a placa (pode ficar menos tempo nos 
dentes - 1hora);
Uso diurno: 1 hora/ manhã ou 1 hora/ tarde
 Técnica mista (unir o peróxido de hidrogênio com o de carbamida para um resultado mais 
rápido)
 Peróxido de hidrogênio 4-10%
 Uso diurno: 1h.
Peróxido de carbamida 10-22%
Uso noturno: durante o sono.
 Se o paciente apresentar muita sensibilidade deve-se avaliar se deve continuar a fazer a 
técnica mista ou não.
OBS:
i
e
i
i
i
i
 Pacientes que usam placa de bruxismo é indicado a fazer clareamento durante o dia 
 com peróxido de hidrogênio. 
OBS:
Protocolo clínico
Primeira sessão:
1.Exame clínico (dentes e tecidos moles);
2.Anamnese (trauma e associações);
3.Exame radiográfico e ou tomografia (verificar se há canal tratado, restaurações, dentes 
cariados, etc);
4.Moldagem em alginato (para a confecção da moldeiras a partir do modelo de gesso);
5.Registro da cor inicial (escala de cor ou fotografia).
 Restaurações não são clareadas.
 Confecção da moldeira:
 Acetato ou vinil-silano 0,3 ou 0,4mm;
 Recorte da moldeira - 3,0mm além da região cervical (pois a região reta fica em contato com 
a gengiva e fica mais retida/presa).
 Moldeira
 Design:
 Estendida 2 a 3mm em direção aos tecidos gengivais, além das cervicais (para ficar mais 
retida/presa, promovendo um íntimo contato do gel clareador com o dente );
Vantagens
 Máxima retenção da moldeira;
 Íntimo contato do gel clareador com o esmalte dental;
 Máxima retenção de material na porção cervical do dente.
 Comentários
 Gera contato com tecido mole;
 Deve-se observar o recorte junto à região dos freios labiais e linguais (para não gerar infla-
mação).
 Porção cervical é mais escurecida e mais difícil de clarear. Quando faz o recorte dese-
nhando cada cervical, deixa essa região meio solta, entrando saliva e saindo o gel, não clare-
ando a cervical direito. Por isso que deve fazer um corte reto estendida 2 a 3mm em direção aos 
tecidos gengivais. 
OBS:
OBS:
Vacopress - Aparelho que molda a placa no modelo de gesso.
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:
Segunda sessão: (técnica da moldeira)
 Prova da moldeira (verificar se não ficou pontinha, etc);
 Entrega do gel do clareador (que foi definido na primeira consulta);
 Descrição verbal das instruções de uso;
 Entrega das instruções impressas.
 Não beber água enquanto estiver na moldeira (agua entra na moldeira e pode lavar 
aquele gel); usar pasta de dente sensível (pois pode ter sensibilidade), quantidade de gel que 
deve ser utilizado, quando deve usar, se deve usar de noite ou de dia, por quanto tempo deve 
usar, o que deve fazer se tiver sensibilidade, etc. 
Dieta 
 O clareamento com peróxidos atua nas estruturas dentinárias mais profundas quebrando 
moléculas de alto peso molecular.
 Sua atuação é intrínseca, não podendo os alimentos interferirem nesse processo.
 Ideal é começa com concentrações de gel mais baixa, dependendo da sensibilidade, do 
clareamento, etc.
Clareamento Vital em Consultório
 Utiliza-se peróxido de hidrogênio (20% e 35%);
 Sua concentração é muita maior do que a usada no clareamento caseiro (2 até 3x maior).
 A maior concentração de peróxido de hidrogênio caseiro é de 10%.
 Gera mais sensibilidade devido a sua concentração maior. 
Indicações
 Necessidade de maior rapidez, velocidade e/ou retoques;
 Manchas persistentes (dente que não clareou), região que não clareou);
 Coadjuvante ao clareamento não vital (toda vez que fizer o clareamento não vital, pode associar 
a essa técnica para ter um resultado melhor e mais rápido).
Vantagens:
 Tempo;
 Praticidade para o paciente;
 Não necessita de colaboração.
Desvantagens:
 Custo (gel mais caro, usa mais materiais como, o gel, protetor de gengiva, fotopolimerizador, 
afastador, rolinho de algodão, sugador, hora clínica)
 Efeito "cinderela" - paciente sai do consultório com o dente muito mais claro do consultório e 
mais tarde não fica tão mais claro como antes. Isso ocorre porque assim que acaba a sessão o 
dente está desidratado/ressecado, logo fica mais branco, porém com o tempo vai voltar um pouco 
a cor;
 Sensibilidade maior que no caseiro (pois concentração do gel maior).
OBS:
OBS:
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Protocolo clínico
1.Afastador labial;
2.Barreira Gengival (cores contrastantes) - resina colorida usada para proteger a gengiva;
3.Mistura e aplicação do produto (peróxido e espessante);
4.Observação atenta do paciente (paciente pode mexer com a lingua, espirrar, podendo o gel cair 
na gengiva e queimar.
 Já que o peróxido é muito líquido, logo pode escorrer e ser engolido pelo paciente, por isso 
mistura o peróxido com o espessante para ficar com aspecto mais viscoso (alguns produtos já 
vem misturados). 
 Se cair gel na gengiva pode queimar, por isso deve proteger com a barreira gengival.
OBS:
OBS:
 Laranja e meio transparente não são tão contrastante.
 Colocar de 3 em 3 dentes a barreira gengival (fotopolimerizando), pois por ser uma resina 
ela contrai.
 Géis de 15 em 15 minutos geralmente mudam de cor para informar a hora de lavar e 
aplicar o gel novamente, mas é sempre melhor marcar o tempo certinho pois podem mudar de cor 
antes do tempo correto. 
Fontes luminosas de ativação
1.Luz natural;
2.LEDs
3.Lasers;
4.Fontes híbridas de energia
 Muitos conhecem o clareamento de consultório como clareamento a laser, porém não se utiliza 
laser e nem LEDs pois embora acelerem o processo, eles aquecem a polpa. A maioria das escolas 
não apoiam o uso e artigos recentes mostram que não é indicado utilizar luz no clareamento. 
 Estudos mais novos mostram um novo tipo de luz no clareamento, que é a luz ultravioletapois 
não aquece o dente, mas ainda não há muitos estudos a longo prazo que mostrem se ela 
realmente tem efeito/resultado.
OBS:
OBS:
OBS:
Clareamento Combinado
 Técnica associada
 Vai combinar o clareamento caseiro com o de consultório. (clareamento mais rápido).
 Indicado: para pacientes que querem um resultado mais rápido.
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Sensibilidade
 A sensibilidade deve ser esperada, administrada e minimizada em todo o protocolo de 
clareamento. 
 A sensibilidade dura apenas durante o clareamento.
 O clareamento caseiro, por ser mais fraco, da menos sensibilidade do que o de consultório.
 Atitude:
1. Explicar a técnica alertando para os efeitos colaterais (fator surpresa);
2.Não interromper, administrar sensibilidade com acertividade, encorajamento e alternativas;
3.Estar sempre com um canal de comunicação aberto.
 Pode ter sensibilidade Pré, Trans e Pós clareamento (antes, durante e após).
Pré clareamento:
 Antes de começar o tratamento, deve ser observado se há algumas condições que podem levar o 
paciente a ter sensibilidade, como:
 Recessão, erosão e abfração;
 Cáries;
 Restaurações deficientes;
 Doenças periodontais;
 Patologia pulpar.
Protocolo para minimizar a sensibilidade pré clareamento
 Usar dessensibilizantes antes do clareamento:
1. Adesivos auto-condicionantes;
2. Ionômeros de vidro;
3. Vernizes dessensibilizantes.
Protocolo para minimizar a sensibilidade durante(trans) e pós clareamento:
 Regular tempo (é indicado começar com pouco tempo que o gel fica no dente e depois vai 
aumentando. Se estiver sentindo muita sensibilidade, diminui mais o tempo que o gel fica na 
boca);
 Regular dose ou quantidade (pode ser que esteja botando muito gel na moldeira);
 Ajustar concentração (diminuir a % do gel);
 Mudar pH do produto;
 Dessensibilizantes (seringa que pode dar ao paciente para usar antes do clareamento que 
bloqueiam os túbulos dentinários e melhoram a sensibilidade do paciente);
 Adesivos dentinários, cimentos e vernizes;
 Laserterapia de baixa intensidade;
 Bochechos caseiros (agua morna);
 Cremes dentais dessensibilizantes;
 Medicação: analgésicos (caso esteja com muita dor). Mais usado em clareamentos de 
consultório.
Demais sessões: Mudar gradualmente a concentração a cada sessão;
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CLAREAMENTO NÃO VITAL (dentes com tratamento endodôntico)
 É o processo pelo qual podemos eliminar todo, ou quase todo, escurecimento intra-coronário 
causado por necrose; hemorragia interna e/ou substâncias químicas. (branqueamento).
 As vezes o dentista deixa muita guta-percha na câmara pulpar, o que causa o 
escurecimento, as vezes só de remover um pouco a guta-percha já da uma clareada. 
 
 Se for por necrose, hemorragia interna, trauma, pode realmente está escurecido e ai é 
necessário um clareamento interno.
Indicado
 Dentes anteriores escurecidos pós tratamento endodôntico.
 Dentes posteriores não aparecem muito no sorriso e geralmente quando tratam canal tem que 
fazer bloco, coroa, cerâmica, não sendo necessário clareamento interno.
Utilizado:
 Quando existir estrutura remanescente suficiente (em dentes que só tem um acesso na 
lingual e a vestibular está sem nada, apenas com uma pequena restauração);
 Quando existir tratamento endodôntico correto (sempre fazer uma radiografia. Verificar se há 
lesão, etc).
 Se o dente tiver muito desgaste e for virar coroa/prótese não vale a pena ser feito.
Pode escolher duas técnicas (depende do perfil do cliente):
 Dupla ou tripla - Ambas devem estar conectadas ao clareamento vital.
Dupla:
 Em consultório
 Pasta peróxido de hidrogênio 35% + perborato de sódio na câmara pulpar (gel dentro apenas 
da câmara pulpar);
 Em casa
 Gel clareador (carbamida ou hidrogênio) na moldeira. 
 Por mais que o paciente não se incomode com a cor dos outros dente, é muito difícil 
garantir que chegará na cor dos outros dentes, não tem como prever qual é a cor que será 
atingida com o clareamento não vital. Portanto, deve ser feito o clareamento caseiro associado 
para que chegue em uma cor igual para todos os dentes. 
Tripla: (adiciona o clareamento vital de consultório)
 Em consultório
 Peróxido de hidrogênio 35% (clareamento vital de consultório);
 Peróxido de hidrogênio + perborato de sódio (câmara pulpar);
 Em casa:
 Gel clareador (carbamida ou hidrogênio) na moldeira.
OBS:
OBS:
OBS:
 Se difere da técnica dupla pois além da pasta dentro da câmara pulpar e do clareamento 
caseiro, faz também o clareamento de consultório para dentes vitais.
OBS:
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-
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:
Protocolo Clínico Técnica Dupla:
Primeira sessão (vale para todos os tipos de clareamento)
1. exame clínico (dentes e tecidos moles) - restaurações pré-existentes, trincas, oclusão, 
padrão de mordida;
2. Anamnese (trauma e associações);
3. Exame radiográfico e ou tomografia - periápice, periodonto, (ligamento periodontal), condições 
endodônticas;
4. Moldagem com alginato (obtenção de moleira em acetato ou silicone);
5. Registro da cor inicial (escala de cor ou fotografias);
6. Abertura coronária (remodelação da área de acesso);
7. Remoção de guta-percha (remoção de 2,5 a 3,0mm na direção apical/além da altura da coroa 
clínica)
clareamento vital faz até o passo 5
8. Tampão/selamento é feito com fosfato de zinco (não pode botar o gel clareador em contato com 
a guta-percha, é preciso realizar um tampão);
 Faz uma bolinha com o fosfato de zindo, leva dentro do conduto com calcador de endo, 
que é possível ter noção de quanto material foi colocado.
 Tampão pode ser feito com ionômero. Fazer com fosfato é mais prático e tão eficaz quanto. 
O ionômero é muito mole, então ao colocar dentro da câmara suja as paredes, sendo necessário 
depois usar uma broca para limpar.
9. Isolamento absoluto (para condicionar a cavidade para fazer resina depois);
10. Condicionamento ácido em toda em toda cavidade palatina (o ácido é feito antes de fazer o 
gel, caso contrário, ao lavar o ácido sairia o gel clareador também);
OBS:
OBS:
 Ácido deve ser colocado antes do gel para que não sair o gel clareador ao lavar.
11. Colocação da pasta clareadora (perborato de sódio + peróxido de hidrogênio);
OBS:
12. Restauração provisória (algodão + resina composta);
 Como a consistência da pasta clareadora é mais fluída, utiliza-se uma bolinha de algodão 
como se fosse um cobertor para vedar o gel. 
 Colocar o algodão;
 Aplicar o adesivo (não fotopolimerizar para não ativar o gel clareador e acelerar a reação);
 Restaurar com resina composta;
 Fotopolimerizar (pois ai já tem uma barreira de resina mais e a luz não chega tanto no gel).
OBS:
 Cobertor fino de algodão em cima do gel para tampar com a resina composta.
 Não fotopolimerizar o adesivo pois o gel aquece ao fotopolimerizar.
 Deve-se fotopolimerizar depois de colocar a resina. 
13. Ajuste oclusal;
14. Entrega da moldeira e gel clareador;
15. Instruções para o paciente.
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Segunda sessão:
1.Exame clínico (dentes e tecidos moles) - avaliação da evolução do clareamento e condições 
periodontais;
2. Isolamento absoluto;
3. Remoção da resina provisória (alta-rotação);
4. Remoção da pasta clareadora (lavagem e secagem da cavidade);
5. Condicionamento ácido (palatina/lingual) - lavagem e secagem;
6. Colocação da pasta clareadora (perborato de sódio + peróxido de hidrogênio)
7. Restauração provisória (algodão + resina composta);
8. Ajuste oclusal;
Demais sessões:
Repetir quantas vezes/sessões forem necessárias (trocar o gel quantas vezes for necessária).
Sessão final:
1. Registro da cor final;
2. Remoção da pasta clareadora + restauração provisória com resina composta;
3. Restauração definitiva após uma semana.
 Precisa esperar 1 semana para fazer a restauração definitiva após qualquer tipo de 
clareamento (pois o clareamento fica liberando oxigênio residual por um tempo, então se for 
restaurado atrapalha logo depoisque terminar o clareamento, o oxigênio residual vai atrapalhar 
a fotopolimerização da resina).
OBS:
Protocolo Clínico Técnica Tripla:
1. exame clínico (dentes e tecidos moles) - restaurações pré-existentes, trincas, oclusão, padrão de 
mordida;
2. Anamnese (trauma e associações);
3. Exame radiográfico e ou tomografia - periápice, periodonto, (ligamento periodontal), condições 
endodônticas;
4. Moldagem com alginato (obtenção de moleira em acetato ou silicone);
5. Registro da cor inicial (escala de cor ou fotografias);
6. Abertura coronária (remodelação da área de acesso);
7. Remoção de guta-percha (remoção de 2,5 a 3,0mm na direção apical/além da altura da coroa 
clínica)
clareamento vital faz até o passo 5
 Pode utilizar a pinça de algodão para saber aonde tem guta-percha. Coloca uma ponta den-
tro da câmara e outra fora sendo possível saber onde está a guta.
OBS:
8. Tampão com fosfato de zinco;
9. Isolamento absoluto;
10. Colocação de peróxido de hidrogênio à 35% (clareamento vital de consultório);
 Colocar o gel fora e dentro da câmara. 
 Deve proteger a gengiva palatina, por isso deve ser feito o isolamento absoluto (pois se usar ape-
nas a barreira gengival não protegerá a gengiva palatina).
 Depois faz a lavagem do gel.
OBS:
11. Condicionamento ácido em toda a cavidade palatina.
12. Colocação da pasta clareadora (perborato de sódio + peróxido de hidrogênio);
13. Restauração provisória (algodão + resina composta);
14. Ajuste oclusal;
15. Entrega da moldeira e gel clareador;
16. Instruções para o paciente.
Segunda Sessão 
1.Exame clínico (dentes e tecidos moles) - avaliação da evolução do clareamento e condições 
periodontais;
2. Isolamento absoluto;
3. Remoção da resina provisória (alta-rotação);
4. Remoção da pasta clareadora (lavagem e secagem da cavidade);
5. Colocação de peróxido de hidrogênio à 35% (clareamento vital de consultório);
6. Condicionamento ácido (palatina/lingual), lavagem e secagem;
7. Colocação da pasta clareadora (perborato de sódio + peróxido de hidrogênio);
8. Restauração provisória (algodão + resina composta);
9. Ajuste oclusal;
Demais sessões:
 Repetir quantas vezes/sessões forem necessárias (trocar o gel quantas vezes for necessária).
Sessão final:
1. Registro da cor final;
2. Remoção da pasta clareadora + restauração provisória com resina composta;
3. Restauração definitiva após uma semana
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CONCEITOS BÁSICOS DE ADESÃO E RESINA COMPOSTA
Amálgama de Prata
Prós:
 Longevidade clínica (cavidade retentiva);
 Custo reduzido (resina composta é um pouco mais cara, mas nada muito absurdo);
 Técnica mais simples (faz tudo de uma vez);
 Menor influência do operador (menos etapas, logo menos chance de errar);
Contras:
 CETL mais alto que o dente;
 Estética;
 Ausência de adesividade (interfere em vários outros contras, deve ficar na cavidade retentiva);
 Necessita preparos mais invasivos e auto-retentivos (desgasta tecido sadio);
 Comportamento mecânico independente da estrutura dental (como não está colado no dente 
não absorve forças junto com o dente, as forças que recebe ele dissipa para o dente, logo o dente 
recebe maior impacto);
 Corrosão;
 Deformação CREEP;
 Não possibilita reparos (se ocorrer algum erro durante a restauração, deve fazer tudo de novo);
 Presença de Hg (mercúrio) na composição (um dos materiais mais citotóxicos da tabela. Se a 
manipulação for errada ou o paciente engolir amálgama, o paciente estará deglutindo material 
pesado)
 CREEP - quando as ligas menos nobres de amálgama sofrem uma leve expansão depois 
da cristalização. Em algumas ligas é possível verificar uma desadaptação do amálgama acima 
do cavo-superficial, podendo gerar um acúmulo microbiano maior.
 CETL (coeficiente de expansão térmica linear) junto com o comportamento mecânico in-
dependente (dissipa forças) são as maiores causas de fratura dental. Ex: Paciente com amálga-
ma a 30 anos na boca, muito comum que a cúspide frature e o amálgama continue intacto. 
Várias vezes causam fraturas que precisam que o dente seja extraído. 
 CETL é mais alto que o dente. Quando o amálgama recebe algum estímulo quente ou 
frio, ele expande ou contrai mais do que o dente, gerando uma tensão interna ao longo dos anos 
em conjunto com a dissipação de forças, que vai criando microtrincas que depois viram uma 
trinca e podem levar a fratura.
OBS:
OBS:
OBS:
 Avisar ao paciente que mesmo não tendo nada aparente de errado na restauração, o dente pode 
apresentar uma trinca por dentro ou até mesmo durante a remoção da restauração soltar uma 
parede do dente (já estava trincada mas estava segura na retenção do amálgama).
 Ao remover uma restauração de amálgama deve explicar que mesmo sem ter dado problema é 
indicado tirar o amálgama, pois pode dar problema no futuro. 
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Não é possível visualizar 
trinca em radiografia. 
 A trinca é muito grande (não é possível ver na radiografia e nem na tomografia), é passível de 
progressão e ser perdido no futuro. Pode restaurar mas deve explicar ao paciente que pode durar 
anos ou não, mas um dia terá que virar implante.
Resina Composta
 Resina deve ser bem feita e com um ótimo acabamento e polimento para que dure muito.
 Busca função aliada com estética.
Sucesso clínico das restaurações depende de:
 Propriedades do material (bom material, não necessariamente o mais caro);
 Técnica operatória correta (independente do material terá longevidade clínica);
 Interface adesiva (parte mais crítica da restauração. Parte que pigmenta, mancha, acumula 
biofilme, que irá infiltrar, tem menos resistência. Se errar algo que interfira nela, pode dar 
valamento, sensibilidade pós operatória, pigmentação). 
Problemas encontrados:
 Infiltração e pigmentação marginal (mais comum);
 Ocorrência de cárie secundária (a partir da infiltração);
 Fratura ou perda da restauração (cárie secundária progredindo);
 Sensibilidade pós operatória (na grande maioria das vezes está associada a interface adesiva, 
falha adesiva).
Sistemas adesivos
Adesivos de Condicionamento Total - precisam de condicionamento com ácido fosfórico.
 3 passos (padrão ouro): Ácido; Primer; Bond
 2 passos: Ácido; Primer + bond (os dois no mesmo frasco).
Autoconcionantes - não necessitam de ácido fosfórico antes da aplicação, pois contém monôme 
ros ácidos na composição.
 2 passo: Primer ácido; Bond (adesivo puro).
 1 passo: Prime, ácido e adesivo (tudo no mesmo frasco).
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Como funciona o condicionamento total:
Em Esmalte: 
 Superfície basicamente inorgânica; 
 Sem comunicação direta com a polpa;
 Não tem sensibilidade pós operatória;
 Boa adesão (não tem umidade);
 Praticamente não tem falha adesiva;
 Adesão mais fácil.
Em dentina:
 Adesão mais complicada;
 Apresenta a camada de smear layer (lama dentinária - tecido heterogênio (resto de broca,fibras 
cortadas, restos de hidroxiapatita, água, óleo);
 Por baixo da smear layer tem hidroxiapatita, ao fazer o condicionamento com ácido fosfórico 
remove a smear layer e dissolve a hidroxiapatita superficial (desmineraliza) e expõe fibras 
colágenas e amplia os túbulos dentinários;
 Função é permitir que o adesivo espalhe e penetre mais, pois tem uma área de superfície maior 
para o adesivo entrar. 
 Microbrush ativa o adesivo para penetrar ainda mais.
 O ácido fosfórico deve ficar 15 segundos em dentina pois é o tempo médio que o ácido fica 
desmineraliando para que gere uma desmineralização capaz do adesivo penetrar completamente 
na fibra colágena exposta, caso contrário gera sensibilidade pós operatória.
 Quanto mais profunda a dentina mais amplos são os túbulos, logo teoricamente o ácido deveria 
ficar menos tempo. 
OBS:
OBS:
Não condicionado Após condicionamento
Faz o condicionamento 
ácido (além do tempo certo);
Desmineralização (exposição 
das fibras colágenas);
Aplicação do adesivo, porém ficou 
sem penetrar em uma parte (parte 
com fibra colágena exposta);
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>Fibra colágena exposta pode gerar:
 Sensibilidade pós operatória;
 Nanoinfiltração (infiltração de dentro para fora);
 Degradação (do adesivo de dentro para fora)
 Quando se tem colágeno exposto, consequentemente o ácido ativa algumas enzimas que 
existem dentro da dentina que apresentam capacidade de degradação do colágeno exposto. 
Degradam o colágeno exposto até chegar na camada adesiva. A entrada de fluidos é facilitada, 
podendo gerar uma infiltração de dentro para fora e consequentemente uma degradação do 
adesivo. 
Importância do ácido:
 Desmineraliza os minerais;
 15 segundo é o tempo médio que o ácido gera uma desmineralização capaz do adesivo penetrar 
totalmente.
 O adesivo deve penetrar em toda fibra colagena para que proteja as fibras (não deixar exposta) 
garantindo que não haja sensibilidade.
 Quanto mais fundo os túbulos são mais amplos (menos tempo deve deixar o ácido);
 Quanto mais superficial os túbulos são menos amplos (mais tempo deve deixar o ácido)
 A exposição além da fibras colágenas, ocorre devido ao tempo maior de condicionamento 
ácido do que o necessário.
Anexo do capeamento pulpar (proteção pulpar)
 Técnica utilizada para proteger e possibilitar a recuperação da polpa do dente em casos de cárie 
dentária profunda;
 Feito em cavidade profunda para não gerar sensibilidade.
Sequência do capeamento:
 Cimento de hidróxido de cálcio (estimula a dentina terciária/reparadora para revitalizar a 
parte mais profunda);
 Ionômero de vidro (não pode fazer a resina composta por cima do hidróxido de cálcio, pois ao 
fazer o ácido e lavar, iria remover o hidróxido de cálcio);
 Resina composta.
OBS:
Não é muito preocupante, se der problema, a restauração só irá falhar depois de alguns anos.
OBS:
OBS:
 Capeamento não é muito feito hoje em dia, pois existem outras soluções melhores.
 Qualquer coisa que colocar que é um corpo estranho estimula dentina reparadora, alguns 
estudos fazem com cera estéril e tem o mesmo resultado.
OBS:
OBS:
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 O hidróxido de cálcio é solúvel, então quando a dentina terciária é produzida ele é degrada
do, gerando um espaço;
 Ionômero de vidro é um material muito macio, logo quando a resina recebe impacto ele amolece, 
consequentemente ao longo do tempo, a resina na superfície tende a abrir a margem e acaba 
soltando a restauração.
Muito comum soltar a 
restauração depois de um tempo 
devido ao capeamento .
Atualmente é feito restauração 
direta com resina por cima de 
cavidades profundas. 
Cavidade muito profunda:
 Diminui a quantidade de tempo de ácido em dentina (10 segundos);
 Se tiver medo de usar o ácido, pode optar por adesivos autocondicionantes (universal).
 Condicionamento total tem um tag resino (adesivo), que é formado quando o adesivo envolve 
e polimeriza as fibra colágena exposta por dentro dos túbulos.
 Autocondicionantes tem os smear plug, que é a smear layer dentro dos túbulos dentinários, 
pois não tem a desmineralização, remoção da smear layer, ela é modificada (adesivo com ácido 
desmineraliza superficialmente a smear layer e modifica a hidroxiapatida e o cálcio da 
hidroxiapatita é exposto).
 Adesão em dentina é química e micromecânica e em esmalte é exclusivamente 
micromecânica.
OBS:
Protocolo Clínico:
1. Demarcação dos contatos oclusais (prever o formato da restauração)
 Papel-carbono fino, em máxima intercuspidação habitual (MIH);
Auxiliar no ajuste ao final do procedimento restaurador;
Auxiliar na escultura;
Evitar ponto de contato na interface dente-restauração (interface é a parte mais frágil da 
restauração. Caso o ponto de contato esteja na interface, deve estender um pouco a restauração).
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2. Profilaxia 
 Pode fazer antes ou depois, mas geralmente se faz depois para que a demarcação sai com 
a profilaxia;
 Profilaxia do quadrante, com pedra-pomes e água ou material não oleoso (pode interferir na 
hora da adesão).
3. Seleção de cor 
 Analisar o remanescente dental, previamente ao isolamento (depois de isolar o dente fica 
desidratado, ficando mais branco e opaco);
 Se faz seleção de cor com a resina que será utilizada;
 Testar incremento de dentina no 1/3 cervical e incremento de esmalte no 1/3 médio-incisal.
 Só é feita a seleção com escala de cor se o dentista tiver a escala específica da resina que 
será utilizada.
OBS:
4. Seleção da resina (grande maioria das resinas servem para todas as situações)
 Microparticulada (só serve para vestibular de dentes anteriores superiores, pois não suportam 
carga. Tem o melhor polimento);
 Microhíbrida;
 Nanoparticulada (partículas de cargas esféricas)
5. Anestesia
 Sempre anestesiar a região a ser trabalhada;
 Lembrar de anestesias a vestibular dos dentes posteriores inferiores e palatina dos 
superiores.
6. Isolamento do campo operatório
 É obrigatório em todas as restaurações com resina.
7. Preparo cavitário
 O mais conservador possível. Remover apenas o tecido cariado ou a restauração deficiente;
 Caso precise, estender um pouco para a restauração não ficar na interface;
 Utilizar broca esférica diamantada para abrir esmalte;
 Utilizar broca carbide laminada na baixa rotação em dentina;
8. Condicionamento ácido
 Condicionar com: condicionamento total ou condicionamento autocondicionante;
OBS:
 Melhores resultados com o autocondicionante é condicionar só o esmalte (condicionamen 
to seletivo), lavar, secar e depois condicionar a dentina. 
OBS:
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 Lavar pelo dobro do tempo (retirar o ácido, equilibrar o pH e remover todos os detritos 
desapoiados);
 Secagem (condicionamento total)
Algodão úmido + jato de ar (dentina deve fica úmida, pois as fibras colágenas só se mantém 
estáveis quando estão hidratadas, caso contrário elas colabam e fecha os túbulos dentinários 
impedido o espalhamento do adesivo);
Secar completamente o campo operatório.
 Quando se trabalha com autocondicionante universal não precisa se preocupar com isso 
pois não há exposição da fibra colágena. Pode secar tudo.
9. Aplicação do sistema adesivo
 Aplicação ativa por 20 segundos para espalhar e penetrar melhor o adesivo pra dentro do túbulo 
e ajudar na evaporação do solvente.
OBS:
 Água - 1 camada (perde tempo evaporando, porém pode trabalhar em uma umidade baixa e é 
possível reidratar as fibras caso seque demais);
 Etanol - 2 camadas (grande maioria dos adesivos tem solvente etanol); 
 Acetona - Pelo menos 4 camadas (deve ser trabalhada em umidade maior).
 Quantidade de camadas depende do solvente do adesivo;
 Jato de ar entre camadas (15 segundos mais ou menos).
10. Fotopolimerização do adesivo (por no mínimo 20seg)
11. Inserção da resina composta
 Espessura de 2mm (por conta da penetração de luz e polimerizar corretamente).
 Deve inserir incremento por incremento.
12. Fotopolimerização da resina
 Sempre fotopolimeriza entre os incrementos de 10 a 20segundo;
 No final de tudo fotopolimerizar por 60 segundo.
13. Acabamento 
 Carbono para ajuste oclusal;
 Pontas diamantadas (para desgaste para o ajuste oclusal): 1014, 1015, 1016 (esféricas), 3168 
e 3165
 3168 mais usada (amassa e não tira a forma da restauração) tem um formato que permite 
trabalhar melhor.
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14. Polimento
Polimento dos posteriores:
 Enhance;
 Feltro com pasta de polimento;
 Escova de carbetode silício.
Polimento dos anteriores: 
 Lamina de bisturi (12D);
 Diamond pro/disco de lixa;
 Enhance;
 Diamond feltro + pasta de polimento;
 Carbeto de silício;
 Diamond flex sem pasta.
PROTOCOLO:
1. Demarcação dos contatos oclusais;
2. Profilaxia;
3. Seleção de cor;
4. Seleção da resina;
5. Anestesia;
6. Isolamento do campo operatório;
7. Preparo cavitário;
8. Condicionamento ácido;
9. Aplicação do sistema adesivo;
10. Fotopolimerização do adesivo;
11. Inserção da resina composta;
12. Fotopolimerização da resina;
13. Acabamento;
14. Polimento.
PRINCÍPIOS ESTÉTICOS
 Estética:Percepção, sensação, sensibilidade. É um ramo da filosofia que tem por objetivo o estu 
do, da natureza, da beleza e dos fundamentos da arte.
 Tanto estética dental como a gengival atuam em conjunto para proporcionar um sorriso com 
harmonia e equilíbrio. Um defeito nos tecidos circundantes não pode ser compensado através da 
qualidade da restauração e vice-versa. (estética branca e rosa).
 Cor dos incisivos laterais;
 Canino apinhado;
 Gengiva nos incisivos (altura cervical 
diferentes)
 Clareamento;
 Resina (todos os dentes na mesma altura 
vestibular);
 Gengivectomia;
-
:
:
:
:
:
i e
i
-
e
 Deve-se levar em consideração que a estética é subjetiva, mas são seguidos alguns 
padrões. Ex: dentes de ouro.
 Mudar a cor e forma, devolve a região perdida por desgaste, rejuvenesce o paciente.
Análises Estéticas:
 Composição dental (altura, cor, formato, textura, tamanho etc);
 Composição dentofacial (avalia harmonia da estética branca e rosa. Gengiva, lábios, dentes);
 Composição facial (observa a face do paciente - linha média da face, linhas da pupila, formato 
da face).
OBS:
OBS:
Segmentos faciais: Horizontais e Verticais (simetria x harmonia)
 Face dividida em 3 terços horizontalmente;
 Linhas verticais;
 Linhas horizontais;
 
 Paciente com desgaste dental, é possível observar o terço inferior encurtado.
 A maioria das pessoas não são perfeitamente simétricas, pequenas assimetrias são 
consideradas estéticas, ainda está harmônica. Mas quando alguma medida está destoando 
muito, pode sugerir uma alteração. 
OBS:
OBS:
Critério Objetivos 
Princípios estéticos:
1. Sexo;
2. Idade;
3. Forma;
4. Simetria;
5. Posição;
6. Proporcionalidade;
7. Translucidez;
8. Opacidade;
9. Cor;
10. Alinhamento;
11. Textura;
12. Contorno gengival.
:
:
:
Sexo e forma
 Pacientes do sexo masculino geralmente tem os dentes mais quadrados;
 Pacientes do sexo feminino geralmente tem dentes mais arredondados e triangulares;
Idade
 Pacientes mais jovens tem mais esmalte (os dentes são menos desgastados) comparado com os 
dentes de um dente de um paciente mais idoso.
 Curva do envelhecimento:
 Pacientes mais idosos podem apresentar a curva do sorriso invertida devido aos desgastes.
 Caninos com a altura incisal maior que a dos incisivos centrais.
Cor, translucidez e opacidade
 Incisal muito translúcida, será possível ver o fundo da boca (região mais acinzentada);
 A incisal geralmente é mais translúcida e a cervical mais opaca;
 Deve avaliar qual o padrão dos outros dentes do paciente antes de restaurar.
Textura
 Dentes de pacientes mais jovens tem mais textura, são mais rugosos, enquanto os mais idosos 
tem os dentes mais lisos (a medida que sofrem desgaste vão perdendo a rugosidade e ficando 
mais lisos);
:
:
:
:
Contorno gengival
 Traças uma linha entre as cervicais dos dentes e avaliar as alturas das cervicais (se está 
mais baixo/alto);
 Para corrigir pode-se fazer uma gegivectomia.
Simetria e proporcionalidade
Regras básicas:
1. Os incisivos centrais são mais largos que os incisivos laterais em cerca de 2,0 a 3,0mm. Ex: 
Incisivo central 10mm, logo o incisivo lateral deve ter de 7 a 8mm.
 
2. Os incisivos centrais são mais largos que os caninos em cerca de 1,0 a 1,5mm. Ex: Incisivo 
central tem 10mm o canino deve ter 9 a 8,5mm.
3. Os caninos são mais largos que os incisivos laterais em cerca de 1,0 a 1,5mm. Ex: Canino 
tem 9 a 8,5mm e incisivo lateral deve ter 8 a 7,5mm.
4. A largura do incisivo central superior é em média, iguala largura do incisivo centrar inferior 
+ a metade da largura do incisivo lateral inferior.
 
5. A relação comprimento x largura dos incisivos centrais é em média 10:7, ou seja a sua largu
ra não deveria exceder 70% do seu comprimento.
:
6. A partir da linha média, em direção aos dentes posteriores, o tamanho aparente do incisi-
vo lateral corresponde 60% do incisivo central, o tamanho aparente do canino corresponde a 
60% do incisivo lateral e assim sucessivamente. 
 Tamanho aparente - tamanho visto com o paciente de frente. Ex: o tamanho real do canino 
só é visto quando olhado na diagonal, de frente só é visto a face mesial e um pouco da vestibular.
Comprimento real - medida real do dente.
7. A forma e o tamanho das ameias incisais (triângulo incisal) mudam com o passar dos anos, 
e assim, quanto maior a ameia, menor é sua aparência em relação à largura. Ex: Ameia grande 
parece que o dente é mais estreito.
OBS:
Proporção áurea
8. No segmento anterior os pontos de contato devem seguir uma disposição de incisal para cer-
vical partindo dos incisivos centrais em direção aos caninos. 
 Observando de central a canino, o ponto de contato nos centrais é mais próximo da incisal e a 
medida que vai em direção ao canino o ponto de contato vai subindo.
9. Sombras e reflexão: As sombras criam profundidade (regiões geralmente mais curvas) e a 
reflexão cria proeminências. 
 Ao restaurar os dentes, devem ser criadas essas áreas de reflexão nos locais certos;
 Se a crista for feita mais pra dentro, parece que o dente é mais estreito (aumenta área de som-
bra);
 Dente mais retos tem uma área de reflexão maior, logo parece que o dente é mais largo. 
÷
~ r
~
e
@ O
⑧ O
•
:
10. As linhas verticais destacam a altura e as linhas horizontais destacam a largura. 
 Dentes com a mesma altura e largura, para disfarças a altura ou a largura, pode-se fazer 
linhas verticais ou horizontais para dar um aspecto mais cumprido ou mais largo ao dente;
 Na restauração as linhas sutis são feitas com brocas antes de fazer o acabamento e polimento;
 
11. Quando 2 ou mais dentes apresentam exatamente a mesma largura porém com alturas 
diferentes, sempre o mais alto aparenta ser mais estreito.
Tabela com a média dos tamanhos dos dentes:
Posição e alinhamento
 Encaminhar para orto se o paciente quiser, caso não queira será necessário desgastar dentes 
para depois restaurar;
 Paciente tem que estar ciente que se não usar aparelho será mais invasivo o tratamento, pois 
terá que desgastar para corrigir o posicionamento e alinhamento dos dentes. 
:

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