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Facetas em Resina Composta ………………………………………………………….02
Restauração em dentes anteriores.…………………………………………………………………..04
Diagnóstico de Cárie………………………………………………………………………………………………06
Questionário 1…………………………………………………………………………………………………………..08
Clareamento Dentário…………………………………………………………………………………………….18
1
Indicações:
-Dentes onde o tratamento
clareador não obteve resultado
satisfatório
-Dentes com múltiplas
restaurações em resina
composta insatisfatórias
-Alteração de forma e contorno
dos dentes
-Dentes com pequena giroversão
ou alteração de posicionamento
-Diastemas
-Dentes com hipoplasias
-Dentes conóides
-Pacientes que não tem
condições de arcar com
tratamento indireto.
Vantagens:
1. Harmonizar e modificar forma,
tamanho e posição dos dentes;
2. Uniformizar e mimetizar a
união dente/resina;
3. Excelente resultado estético
4. Baixo custo quando
comparado às facetas
cerâmicas;
5, Geralmente confeccionados
em uma única sessão;
6. Permitem reparos e
repolimentos;
7. Podem ser confeccionadas em
qualquer clínica odontológica,
sem necessidade de laboratório;
8. Não requer procedimento de
moldagem ou confecção de
provisório.
Desvantagens:
1. Habilidade e treinamento
profissional;
2. Tempo de tratamento na
cadeira longo (clínica) se
comparado;
com as sessões de prótese
3, Pacientes com deficiência na
higienização necessitam de
maior manutenção;
4. Em alguns casos é necessário
realizar preparos às expensas de
estrutura dental sadia.
Limitações ou Contra indicações:
1. Dentes MUITO escurecidos;
2. Pacientes com hábitos
parafuncionais;
3, Dentes com GRANDE
giroversão e/ou apinhamento;
4. Dentes MUITO
vestibularizados;
5. Pacientes fumantes e/ou com
ingestão frequente de subst
âncias corantes.
Classificação:
De acordo com a Profundidade
do Preparo:
•Sem desgaste dental
•Desgaste em Esmalte
•Desgaste em Esmalte e Dentina
Protocolo Clínico - Sem preparo
2
Exame radiográfico
(preferencialmente periapical
completo)
Objetivos:
Diagnóstico e Planejamento
Diagnóstico: Bolsas / Perda
óssea/ Lesões/ Presença de
tratamento endodôntico/
necessidade de colocação de
pino
Planejamento: Discutir com o
paciente sobre o que foi
diagnosticado
1º sessão
• Exame Clínico - Observar cor,
posição e forma dos dentes e
contorno gengival
• Moldagem com silicone de
condensação da arcada que os
dentes serão trabalhados
• Moldagem com Alginato da
arcada antagonista
• Registro em cera da mordida
• Fotografias (intra e extra oral )
• Ouvir e anotar a história do
paciente em relação ao que
deseja esteticamente
•Dispensar o paciente
• Verter os modelos em gesso e
duplicar
• Recortar os modelos
• Confeccionar resinamento ou
enceramento do modelo
• Confeccionar barreira de
silicone para Mock-up
• Planejamento do número de
facetas e custo.
2º Sessão
•Chamar o paciente para simular
resultados (Mocp)
• Levar o cliente para a frente de
um espelho ou fazer um video
• Discutir custos e aprovação
com ou sem modificações
• Em caso de grandes
modificações, realizar novo
enceramento ou resinamento e
nova simulação (Mock-up)
• Quando tudo for aceito (cultos/
simulação), escolher a cor da
resina
• Confeccionar uma barreira
palatina de silicone no modelo
resinamento/enceramento
3º Sessão
Enceramento é feito com cera,
conseguimos texturizar mais o
dente e tem menos estabilidade.
Resinamento é feito com resina,
fica mais bonito, tem mais
estabilidade, porém não
conseguimos texturizar bem.
Se for um dente que perdeu
muita estrutura, por exemplo
uma classe 4, é necessário por a
barreira para facilitar a
colocação da resina. A barreira
normalmente pega 1 face do
dente que costuma ser a
palatina. O mock - up pega
todas as faces. A barreira só
serve de apoio.
O teste de cor da resina é
sempre feito próximo a cervical
do dente,pois é uma região que
tem mais dentina e menos
esmalte. Esse processo é feito
sempre antes do isolamento.
3
Classe III: Restauração em
proximal de anterior que não
envolve ângulo incisal;
Classe IV: Restauração em
proximal de anterior que envolve
ângulo incisal;
Classe V:Cervical de todos os
dentes.
Protocolo Clínico:
•Profilaxia da região
•Demarcação dos pontos de
contato
•Seleção de cor: Técnica da
bolinha mais próxima da cervical
dos dentes pois tem menos
emalte.
•Seleção da Resina
•Anestesia
•Isolamento do campo
operatório
•Preparo da Cavidade
•Condicionamento ácido
•Aplicação do Sistema Adesivo
•Inserção de Resina: Pequenos
incrementos por vez e sem unir
duas paredes opostas para
evitar contração de
polimerização.
•Acabamento e Polimento
Restaurações Classe III:
Tipos de acesso:
-Estritamente proximal: a
restauração classe 3 se dá pela
falta de fio dental entre os
dentes.
-Palatino\Lingual:quando a
vestibular está integra, antes
deve-se demarcar os pontos de
contato. Para restaurar por este
acesso, colocar um pedaço de
tira de poliéster para proteger o
dente vizinho do
condicionamento ácido, e fazer
o restante dos passos
normalmente.
-Vestibular: quando a vestibular
já está transparecendo, quando
tem lesão.
⚠ O protocolo clínico segue o
mesmo esquema de dentes
4
posteriores, porém com algumas
especificidades como:
-Uso de anel elástico 24/48h
antes da sessão para gerar um
afastamento dental que facilite
o acesso, sendo esse
considerado o 1º passo para
restauração de anteriores.
-Confecção do bisel: A função do
bisel é estritamente estética.O
primeiro bisel serve para
mascarar a Interface da
Restauração(resina
opaca/Dentina),é sempre de 45°,
o segundo Bise é uma transição
Suave para dar naturalidade
(Resina Translúcida/Esmalte),
será sempre de 15°.
A confecção do bisel é reservada
apenas pelo acesso através da
vestibular.
Restaurações Classe IV:
Objetivo:
Permitir a restauração de
ângulos mesio-incisal ou
disto-incisal devido à cárie ou
trauma.
Também é feito bisel duplo de
45° e 15°. As técnicas são
divididas em direta e semi-direta
com a barreira de silicone.
Na restauração direta começar
a restaurar pela palatina,
fazendo a parede bem fininha e
colocando os mamelos de
dentina por cima, depois
cobrimos com resina de esmalte
e podemos até por uma resina
translúcida na bordinha pra
ficar mais real.
Fazemos a restauração em
resina direto no dente com uso
de tiras de poliéster para
realizar o formato.
Na técnica semi - direta,
obtemos um modelo a partir da
moldagem com silicone e o
enceramos para reconstruir as
partes que devem ser
restauradas e moldamos esse
modelo com silicone novamente.
Para confeccionar a barreira
devemos cortar a vestibular do
molde de silicone e manter só a
palatina. Após toda a confecção
realizamos o acabamento e
polimento conforme
mencionado antes.
Restaurações Classe V:
Também realizamos o bisel de
45º e 15º e para inserção de
resina devemos ter cuidado para
não gerar contração de
polimerização por unir duas
paredes opostas.
5
Cárie
Resultado de um processo
dinâmico onde o
microorganismo da placa dental
gera um desequilíbrio entre a
fase mineral e o meio bucal.
Em si, ela não é transmissível
pois é multifatorial e depende de
vários motivos para existir, como:
biofilme, dieta, hospedeiro e
tempo.
⚠O que é transmissível é o
microorganismo.
•Como acontece…….
Os dentes são colonizados por
bactérias, o metabolismo dessas
bactérias (sacarose dependente)
libera ácido, alterando o pH da
cavidade. Um ph de 5,5 já é o
suficiente para começar a
desmineralização.
⚠O que cavita o esmalte é
strptococus mutans.
Fatores Determinantes:
1.Composição do biofilme;
2.Composição e capacidade
tampão da saliva;
3.Velocidade da secreção
salivar;
4.Composição e frequência da
dieta.
Fatores Extras:
Podem causar a doença cárie,
mas não necessariamente vão
causá - la.
1.Socioeconômicos;
2. Educacionais;
3.Comportamentais.
Mecanismo de ação
O carboidrato fermentável entra
em contato com a superfície do
dente fazendo com que as
bactérias (streptococus mutans)
produzam ácido e diminuam o
ph da cavidade, gerando
desmineralização do esmalte
pela perda de cálcio e fosfato
pro meio (condição
substratante). Um ph 6,5 já é
passível de desenvolver cárie.
Com a salivação e o efeito
tampão da saliva,o ph é
aumentado caracterizando a
condição supersaturante,
ocorrendo o processo de
remineralização.
Dessa forma, o que vai causar a
cárie é o desequilíbrio desses
eventos, pendendo pra
desmineralização.
Diagnóstico:
Radiografia indispensável.
1.Cárie Ativa em esmalte:
6
Cor branca, rugosa e opaca.
2.Cárie Ativa em dentina:
Tecido amolecido, cor clara e
podendo ser pigmentada.
3.Cárie Inativa em esmalte:
Cor branca lisa e brilhante.
4.Cárie Inativa em dentina:
Coloração escura, funda e
escurecida.
Classificação:
•Quanto a evolução do processo:
-Cárie Aguda: Desenvolvimento
Rápido;Coloração clara AGUDA;
Dor; Crianças e Adultos Jovens;
Consistência Macia e Friável.
-Cárie crônica: Desenvolvimento
lento;Coloração
escura;Indolor;Comum em
pacientes mais velhos;
Consistência dura e dentina
reacionária.
•Quanto a posição do dente:
-Cicatrículas e fissuras;
-Superfícies lisas.
-Proximais: Precisamos pedir bite
wing.
•Quanto ao tipo de processo
carioso:
-Cárie primária: Quando ocorre
num dente anteriormente hígido,
que não tinha lesões ou
restaurações.
-Cárie secundária: Cárie em um
dente anteriormente restaurado.
-Cárie primária oculta: Mancha
acinzentada em dente sem
restauração, normalmente tem
um ponto bem pequeno marrom.
Exame Clínico
Sempre em local limpo,
iluminado com a boca limpa e
seca.
Sempre complementar com
radiografia, a do tipo bite wing
facilita muito o diagnóstico.
Diagnóstico diferencial:
Fluorose: Manchas brancas
estriadas, em pares homólogos
(exemplo: 13 e 23) de dentes sem
acúmulo de placa, a mancha
não é rugosa.
Não são prejudiciais à estrutura
do esmalte.
Amelogênese Imperfeita: Má
formação do esmalte que causa
cavitações.
Hipoplasia de esmalte: Manchas
brancas dada por má formação
do esmalte na borda incisal dos
dentes anteriores ou ponta de
cúspides dos posteriores
diferente da cárie, que nos
anteriores é mais comum nas
cervicais.
Não chegam a ter cavitações,
mas tem um abalamento.
Selamento Biológico:
Processo carioso em esmalte
que sofreu remineralização e
não progrediu. Selou.
Para saber se é cárie ou
selamento biológico, fazer exame
7
radiográfico, se for cárie, vai
aparecer no raio x.
8
1- As resinas compostas sofrem
contração de polimerização,
caracterizada por uma
alteração volumétrica quando
as moléculas de seus
monômeros se unem para a
formações das cadeias
polimericas. Em relação ao fator
de configuração cavitário (Fator
C), assinale a afirmativa correta:
(A) Quanto maior a área livre e
menor a área de
superfície aderida, menor
tensão é desenvolvida na
interface dente/restauração
durante a polimerização.
(B) Uma cavidade classe IV,
apresenta um Fator C
alto.
(C) Uma cavidade classe I,
apresenta um fator C
igual a 1
(O) Quanto menor o fator C,
maior a contração de
polimerização e o estresse na
região.
(E) A contração de polimerização
pode ser evitada
pela inserção de resina pela
técnica de incremento
único.
2- Com relação às sentenças
sobre adesão em
dentina e esmalte, coloque V
para as verdadeiras e F para as
falsas.
( ) O mecanismo de união à
dentina é baseado na
remoção do smear layer pelo
ácido, abrindo os
túbulos dentinários e
mineralizando a dentina peri e
intertubular, expondo a rede de
colágeno.
( ) O ácido utilizado em dentina
é o fluorídrico 37%.
( ) A dentina deverá ser
totalmente seca antes da
aplicação do adesivo.
( ) A camada híbrida é formada
pela associação do esmalte com
o sistema adesivo.
( )A união do adesivo ao esmalte
é micromecânica.
( )Quanto mais próximo da
polpa, menor é 0 número e
diâmetro dos túbulos
dentinários, deixando a dentina
mais úmida e permeável,
dificultando a adesão.
A alternativa correta é:
(A))F. F. F. F. V.F
(B)F, V. F. F. V.F
( C )F. F. V. V. V. F
(D) V,V,F,F,V,F
(E)F,F.F.F,V,V
3-Qual a etapa do processo
restaurador com resina
9
composta transforma os
monômeros resinosos em
polímeros?
(A))Fotoativação
(B) Aplicação do Adesivo
(C) Aplicação do Ácido
(D) Inserção da Resina Composta
(E) Evaporação do Solvente do
Adesivo
4- Paciente chegou à Clínica de
Dentística da Unigranrio se
queixando de sensibilidade pós
operatória de uma restauração
classe 1,em resina composta. Foi
utilizado um adesivo de
condicionamento total de 2
passos, na clínica anterior, para
adesão da resina composta.
Marque a opção que
corresponde às possíveis causas
dessa sensibilidade.
(A)Tempo de ácido fosfórico em
dentina superior a
15s;incremento de resina unindo
mais de duas paredes; secagem
excessiva da dentina
condicionada com ácido
fosfórico;
(B)Tempo de ácido fosfórico em
esmalte superior a
20s;Incremento de resina unindo
mais de duas paredes;Secagem
excessiva da dentina
condicionada;
(C )Tempo de ácido fosfórico
superior a 15s;Incremento de
resina unindo duas
paredes;secagem excessiva da
dentina.
(D)Tempo de ácido fosfórico em
dentina superior a 15s;
Incremento de resina unindo 2
paredes; Secagem excessiva do
adesivo dentinário
(E) Tempo de ácido fosfórico em
dentina superior a
15s; Incremento de resina unindo
mais de 2 paredes; Secagem da
dentina condicionada com
bolinha de algodão úmida e jato
de ar
5- Paciente M.I.H chegou a
clínica de Dentística
necessitando de uma
restauração Classe I no dente 26.
O aluno Iniciou o protocolo
restaurador com a demarcação
dos contatos oclusais e
checagem dos contatos
interproximais. Quais as funções
desta etapa?
I-Auxiliar no planejamento da
escultura
Il-Auxiliar no ajuste final do
procedimento restaurador
I1l-Auxiliar na escolha de cor
IV-Evitar pronto de contato na
interface dente - restauração
V- Auxiliar na contração de
polimerização
Assinale a alternativa com as
respostas corretas
(A)I,II, e IV
(B) I, H, III e IV
(C)1, II, IV e V
(D)IL, IVe V
(E) Todas estão corretas
6-Na sequência clínica de uma
restauração em resina composta
( exemplo: Classe I), após
inserção de toda a parte de
resina composta (reconstrução
com resina finalizada), daremos
início as etapas seguintes:
10
(A)Acabamento + Ajuste Oclusal
+ Polimento
(B) Acabamento +
fotopolimerização final + escolha
da cor
(C) Polimento + escolha da cor +
ajuste oclusal
(D) Ajuste oclusal + isolamento
absoluto + polimento
(E) Ajuste oclusal +
fotopolimerização final +
isolamento absoluto
7-Sabe-se que existem diversas
classes de resinas
compostas. Dentre elas, as mais
indicadas, atualmente, para se
realizar restaurações definitivas
em elementos dentários
posteriores tipo Classe I e II,
seriam:
(A) resinas compostas
microparticuladas e resinas
compostas nanoparticuladas
(C) resinas compostas
(D) resipas autopolimerizaveis
(E) resinas com pouca carga
Assinale a alternativa com as
respostas corretas
(B) I, H, III e IV
(C)I, II, IV e V
(D)II, IV e V
(E) Todas estão corretas
8-Para se fazer as etapas de
acabamento e polimento de
uma restauração em resina
composta posterior, tipo Classe I
e II, podemos utilizar os
seguintes material citados:
(A) Pasta com Álcool 98% e pedra
pomes
(B) Broca Tungstênio Maxi Cut
(C) Pontos Enhance,pasta de
polimento.
(D)Discos de carburundum e de
feltro
(E) Pontas Enhance e pasta
profilática
9- Sobre a classificação das
Cavidades de Black, assinale a
alternativa correta.
(A)Classe I é diagnosticada nas
superfícies proximais (mesial e
distal) dos molares e
pré-molares.
(B)Classe II é a lesão de cárie
diagnosticada nas cicatrículas e
fissuras das faces dos molares e
pré-molares.
(C)Classe III é a lesão de cárie
diagnosticada nas superfícies
proximais (mesial e distal) dos
incisivos e caninos, com
envolvimento da margem ou do
ângulo incisal dos dentes.
(D)Classe IV é a lesão de cárie
diagnosticada nas superfícies
proximais (mesial e distal) dos
incisivos e caninos, sem
envolvimento da margem ou do
ângulo incisal dos dentes.
(E)Classe V é a lesão de cárie
diagnosticada no terço gengival
das superfícies lingual ou
vestibular de qualquer dente.
10)Os preparos cavitários
tradicionais com o uso do
sistema adesivo tem sofrido
modificações. Qual afirmação
abaixo está relacionado aos
preparos cavitários atuais com o
uso de resinas.
11
(A)Os preparos devem ter forma
de contorno e conveniência.
(B)Ospreparos devem possuir
expulsividade adequada, de
forma que não sejam tão
tendentes ao paralelismo.
(C)Os preparos devem ser
minimamente invasivos,
limitados à extensão do tecido
cariado.
(D)As cavidades devem ser
pouco retentivas, devem conter
cauda de andorinha em
cavidades Classe I, sulcos e/ou
canaletas nas bases de
cúspides.
11- Para remoção do tecido
cariado, é necessário que seja
usado os instrumentais corretos
para que não haja nenhuma
intercorrência durante o
procedimento, como por
exemplo, a exposição da polpa
em cavidades profundas. Sendo
assim, é correto afirmar que:
(A)O tecido cariado deve ser
removido com foice.
(B)O tecido cariado deve ser
removido com broca carbide.
(C )O tecido cariado deve ser
removido com curetas de
Gracey.
(D)O tecido cariado deve ser
removido com broca
diamantada.
(E)O tecido cariado não deve ser
removido com curetas.
12-Preparos dentários classe V,
por definição, estão localizados
no terço gengival das superfícies
vestibular e lingual dos dentes.
Por causa das considerações
estéticas, as resinas compostas
são mais frequentemente
utilizadas para a restauração de
lesões classe V em dentes
anteriores e pré-molares.
Inúmeros fatores, incluindo a
estética, a atividade de cárie, o
acesso à lesão, bem como o
controle de umidade e a idade
do paciente devem ser levados
em consideração na seleção do
material.
(Heyman, 2013. Adaptado.)
Diante do exposto, analise as
afirmativas a seguir.
I. Similar aos preparos para
classes III e IV, o preparo
dentário para uma restauração
direta classe V com resina
composta envolve: a criação de
acesso ao defeito; a remoção do
defeito (lesão de cárie, defeitos
em dentina e esmalte dentário,
defeitos na restauração e no
material base); e, a criação da
forma de conveniência para a
restauração.
II. Áreas de hipermineralização
de dentina (esclerótica) também
podem exigir atenção especial,
uma vez que respondem
diferentemente à adesão
comparadas a áreas com
dentina hígida.
III. O bisel em esmalte dentário é
normalmente utilizado nas
margens cervicais do preparo e
na margem oclusal em razão da
ausência de esmalte dentário
nessa área.
Está correto o que se afirma
apenas em
12
(A)II.
(B)III.
(C)I e II.
(D)I e III.
(E)II e III.
13- Com relação ao diagnóstico
da cárie dentária, analise as
afirmativas a seguir.
I. Esse processo de diagnóstico é
amplo e envolve avaliação dos
fatores etiológicos que podem
estar relacionados à ocorrência
da cárie.
II. Envolve a avaliação da doença
e não apenas das lesões que
são sequelas decorrentes do
processo.
III. O método de escolha para o
diagnóstico das lesões de cárie,
nas primeiras consultas, dever
ser por meio da inspeção visual,
realizada sempre sob iluminação
e com os dentes limpos.
Está correto o que se afirma em
(A)I, apenas.
(B)II, apenas.
(C)III, apenas.
(D)I e II, apenas.
(E)I, II e III.
14-A melhor intervenção para a
doença cárie está em auxiliar os
pacientes a lidarem com os
fatores que levam ao
desenvolvimento da doença e
com os que poderiam mitigá-la.
Sobre a melhor abordagem da
cárie, marque V para as
afirmativas verdadeiras e F para
as falsas.
( ) Cáries que se iniciam em
superfícies lisas dos dentes, nas
faces vestibulares ou linguais,
mesmo onde haja cavitação,
com pequeno envolvimento da
dentina, podem ser controladas,
frequentemente, pelo paciente,
de modo que o desenvolvimento
da cárie seja detido.
( ) Todas as lesões de cáries
limitadas às faces proximais dos
dentes posteriores devem ser
restauradas.
( ) Somente as lesões cariosas de
raiz que envolvam a dentina
necessitam de tratamento
restaurador.
( ) Em casos de cáries de
cicatrículas e fissuras de esmalte
e que envolvam incipientemente
a dentina, o uso de selantes
permite a interrupção do
progresso da doença, se o
selante se mantiver intacto.
A sequência está correta em
(A)V, F, V, V.
(B)F, V, V, F.
(C)V, V, V, F.
(D)V, F, F, V.
(E)F, F, F, V.
15-Em uma consulta de rotina,
uma criança com dentição
mista, apresenta um dente com
mancha branca, eventual
escurecimento e superfície
intacta. Qual a melhor conduta
13
de tratamento conservador a ser
realizado?
(A)Selamento de fissuras.
(B)Restauração da mancha
branca.
(C)Profilaxia e aplicação tópica
de flúor.
(D)Radiografia periapical do
dente.
(E)Pulpectomia.
16 - Dentista precisa preencher a
guia do convênio odontológico
do paciente, para que seja
autorizado o tratamento
proposto. Ao exame clínico ele
observa o seguinte quadro:
Elemento:
21- lesão cariosa
mésio-vestibular, sem
envolvimento incisal
23-lesão cariosa atingindo a
dentina na cervical (face lingual)
45- lesão cariosa disto oclusal
36-lesão cariosa em dentina no
sulco ocluso-vestibular
12- lesão cariosa em dentina no
cíngulo
Assinale a alternativa que
corresponde à classificação de
Black das cavidades dos
elementos acima citados,
respectivamente.
(A)Classe III; Classe V; Classe II;
Classe I; Classe I
(B) Classe I Classe II; Classe III;
Classe IV;Classe V
(C) Classe TV; Classe III, Classe II,
Classe I
(D) Classe IV, Classe I, Classe III,
Classe II,
(E) Classe III; Classe VI; Classe II;
Classe I; Classe V
17- Dentre as principais funções
do isolamento absoluto, leia as
afirmativas a seguir e assinale
alternativa CORRETA.
I. O isolamento visa proteger o
paciente, evitando deglutição de
qualquer material utilizado
durante o tratamento.
II. O Isolamento permite a
confecção de restaurações livres
de contaminação, aumentando
a longevidade das mesmas.
II. O isolamento absoluto nunca
deve ser realizado em
restaurações Classe V, pois
dificulta a inserção do material
restaurador.
IV. O uso do isolamento absoluto
é imprescindível em pacientes
com problemas respiratórios
graves e alérgicos ao látex
(A) Apenas a I está correta
(B) Todas as alternativas estão
corretas
(C) I, III e IV estão corretas
(D) I e II estão corretas
(E) I, II e IV estão corretas
18- A broca abaixo tem a ponta
ativa com o formato _____________,
desgasta o tecido dentário por
___________ é utilizada em baixa
rotação. Sua principal finalidade
é _______________
14
(A) esférico; corte; baixa;
remoção de tecido cariado
(B) cilíndrico; abrasão; baixa;
remoção de tecido cariado
(C) esférico; abrasão; alta; deixar
paredes paralelas entre si
(D) cilíndrico ; corte; baixa;
remoção de tecido cariado
(E) tronco-cônico; abrasão; baixa;
deixar paredes paralelas entre si
19-Ao examinar os dentes de um
paciente com 16 anos de idade o
profissional se deparou com
áreas brancas na coroa de
alguns dentes anteriores. Na
região cervical do canino
superior do lado direito bem
como nos incisivos laterais
bilateralmente, as referidas
manchas tinham aspecto fosco
lembrando giz. O incisivo central
também apresentava uma
mancha branca, porém estava
localizada próximo à região
incisal e tinha um aspecto
brilhante. Considerando os
aspectos clínicos descritos,
podemos concluir que:
(a) As manchas brancas devem
ser diagnosticadas como
amelogênese imperfeita.
(b)As manchas brancas devem
ser diagnosticadas como áreas
de esmalte desmineralizado.
(c) As manchas brancas podem
ter sido provocadas pelo uso da
tetraciclina durante a
odontogênese
(d)As manchas brandas com
aspecto fosco constituem áreas
de desmineralização do esmalte
e a mancha brilhante é uma
hipoplasia do esmalte.
(e) Todas as manchas são
diferentes formas
clínicas de esmalte hipoplásico.
20- Descreva o protocolo clínico
completo para o procedimento
restaurador:
21- O fator C é o fator de
configuração cavitária, que
consiste na divisão das paredes
aderidas pelas paredes livres.
Em relação ao Fator C, observe
as opções abaixo
I. Utilizamos a técnica
incremental para minimizar o
Fator C.
II. Os incrementos de resina
composta devem ter em
torno de 2 mm,
III. Por utilizarmos Incrementos
pequenos podemos
aderir varias paredes com um
incremento.
15
IV O controle do Fator C diminui
o stress de contração, evitando
a sensibilidade pós-operatória.
V. A desadaptação marginal é
uma das consequências da
confecção da restauração por
técnica incremental, Podemos
evitar através da técnica de
incremento único.levando em
consideração as afirmações e o
fator de configuração cavitária,
é correto afirmar: (0,6)
(A)I, II e IV
(B)I, II e III
( C) I,II e V
(D) III e IV
(E) III, IV e V
22- Paciente HLC veio
encaminhado da clínica de
periodontia com sensibilidade
no elemento 14 com indicação
para uma restauração cervical
não cariosa. Como os alunos
sabiam que sentiriam
dificuldade para ordem do
protocolo clínico, anotaram a
Importância de cada um.
Correlacione importância de
cada etapa do protocolo clínico
e marque a opção correta.
I-Adesivo
II- Ácido Fosfórico
III- Acabamento e polimento
IV- Isolamento Absoluto
( ) Manter o campo operatório
livre de umidade
( )Remover os excessos dar
brilho a restauração
( )Permitir a união da resina
composta ao substrato dentário
( )Expor as fibras colágenas
para permitir a penetração do
adesivo.
(A) II, I, III, IV
(B) II, IV, II, I
(C) III, IV, II
(D)IV,III,I,II
(E) IV, II, II
23- O aluno da disciplina de
Dentística II realizou a remoção
completa da lesão de cárie nas
faces mesial, oclusal do dente
36. Ao final dessa etapa, o
mesmo foi orientado a
confeccionar uma restauração
em direta resina composta.
Considerando a etapa
relacionada à adesão, analise as
opções abaixo marque
afirmativa correta,
(A) Após o condicionamento
ácido, deve-se secar
excessivamente a dentina e o
esmalte com jato de ar para
posterior aplicação do sistema
adesivo.
(B)Após o condicionamento
ácido, deve-se secar
cuidadosamente o esmalte e a
dentina com jato de ar para
posterior aplicação do sistema
adesivo.
(C)Apos o condicionamento
ácido, deve-se secar
cuidadosamente o esmalte com
jato de ar protegendo-a com
uma bolinha de algodão úmida
para evitar que se apresente
ressecado.
(D) Após o condicionamento
ácido, deve-se secar
excessivamente o esmalte com
jato de ar, mas não se deve secar
a dentina
(E)) Após o condicionamento
ácido, deve-se secar o esmalte e,
16
a dentina, deve ser protegida
com uma bolinha de algodão
seca para evitar seu
ressecamento e, posteriormente,
aplicar o sistema adesivo.
24- Qual tipo de Resina
Composta não e indicada para
restaurar dentes posteriores?
A Microhibrida
(B) Nanohibrida
C) Microparticulada
(D) Napoparticulada
(E) Híbrida
Gabarito: 1)A 2)A 3)A 4)A 5)A 6)A
7)B 8)D 9)E 10)C 11)B 12)C 13)E 14) D
15)C 16)A 17)D 18)A 19)D 20)
-Demarcação dos pontos de
contato
-Profilaxia da região
-Seleção de cor
-Seleção de resina
-Anestesia
-Isolamento do campo
-Preparo da cavidade
-Condicionamento ácido
-Restauração
-Acabamento e polimento
21)A 22)D 23)E 24)C
17
CLAREAMENTO VITAL
É uma técnica menos invasiva
que a restauração no dente,
pois dá um novo aspecto, sem
fazer desgastes no dente,
conferindo menor perda de
estruturas.
É mais seguro e eficaz,
possibilitando grandes
modificações estéticas e
psicológicas.
Objetivos do clareamento:
1.Melhorar a estética:
-Possibilidade de Transformação
do Sorriso sem invasão;
- Rejuvenescimento imediato;
- Ganho Técnico para o dentista,
na confecção das restaurações.
2.Prevenção:
-Controlar a higienização e
consequentemente o acúmulo
de placa, para impedir
pigmentação.
3.Marketing:
-Aumento da auto - estima;
-Out door ambulante;
-Realce do seu trabalho.
Clareadores - Para clareamento
caseiro:
Peróxido de hidrogênio ou
peróxido de carbamida, são
agentes clareadores que podem
ser utilizados nos dois tipos de
clareamento.
1.Peróxido de hidrogênio : Fazem
redução de cromóforos (cadeias
de pigmentos que não
conseguem sair do dente pois
são muito grandes) quebrando
esses cromóforos para que eles
se tornem solúveis e consigam
sair do dente.
Se o meio bucal estiver ácido, o
peróxido de hidrogênio se
quebra em oxigênio livre, uma
molécula instável.
Se o meio bucal estiver alcalino,
o peróxido de hidrogênio se
quebra em peridroxil que é mais
estável e potente.
⚠ O uso do peróxido de
hidrogênio não garante o ph
alcalino, para isso, é necessário
a quebra em ureia presente no
peróxido de carbamida. Porém
ele é um gel clareador mais
rápido.
2.Peróxido de carbamida: Se
divide em ureia (que mantém o
ph alcalino) e peróxido de
hidrogênio (que clareia o dente),
quem usar o carbamida acaba
indiretamente usando o de
hidrogênio também.
Ele é mais demorado por que
antes do início da ação
18
clareadora pelo peróxido de
hidrogênio, acontece a quebra
da carbamida em ureia e em
peróxido de hidrogênio para aí
sim começar a ação clareadora.
Existem 2 tipos de clareamento:
1.Caseiro: Mais lento, com gel de
concentração menor;
2.Consultório:Mais rápido, com
gel de concentração maior.
Clareamento caseiro:
Vantagens:
-Baixo custo;
-Técnica menos sensível;
-Previsibilidade e estabilidade de
cor.
Produtos:
-Peróxido de hidrogênio:
4%,6%,7,5% e 10%
-Peróxido de carbamida:10%,16%
e 22%
⚠ A concentração de peróxido
de hidrogênio nos dois é a
mesma, o de carbamida pode
esta mais concentrado pois tem
a quebra em ureia.
Como utilizar?
•Peróxido de carbamida (10% a
22%)
-Uso diurno: Períodos médios de
4h;
Uso noturno: Durante o sono.
•Peróxido de hidrogênio: (4%, 6%,
7,5% e 10%)
-Uso diurno: 1hora/ manha -
1hora/ tarde
Técnica Mista:
•Peróxido de Hidrogênio 4 - 10%
- Uso Diurno - 1hora
•Peróxido de Carbamida 10 - 22%
- Uso Noturno - Durante o Sono
Técnica da moldeira:
1 - Exame Clínico (Dentes e
Tecidos Moles);
2-Anamnese (Trauma e
Associações):
3 - Exame Radiográfico e ou
Tomografia
4 - Moldagem em Alginato
(Confecção da Moldeira);
5 - Registro da Cor Inicial (Escala
de cor e ou Fotografia).
Moldeira:
Designer Vantagens Comentários
Estendida 2
a 3 mm em
direção aos
tecidos
gengivais,
além das
cervicais.
Máxima
retenção
moldeira
intimo
contato
de gel
clareador
com
esmalte
dental
Máxima
retenção
material na
porção
cervical do
dente.
Gera
contato
com tecido
mole
Deve-se
observar o
recorte
junto à
regido da
freios
labiais
lingual.
1-Prova da moldeira;
2 - Entrega do gel clareador:
3 - Descrição verbal das
instruções de uso :
4 - Entrega das instruções de
uso impressas.
O Clareamento com peróxidos
atua nas estruturas dentinárias
mais profundas quebrando
moléculas de alto peso
19
molecular. Sua atuação é
intrínseca, não podendo os
alimentos interferirem nesse
processo.
O gel da moldeira é inserido por
1 gotinha na face vestibular no
dente, o tamanho da gotinha
deve ser proporcional ao
tamanho da coroa do dente.
Clareamento de consultório:
É um clareamento mais rápido.
Peróxido de hidrogênio: de 20% a
35% (normalmente o de 35%).
Indicações
-Necessidade de maior Rapidez,
-Velocidade e/ou Retoques;
Manchas Persistentes;
-Coadjuvante ao Clareamento
Não Vital
Vantagens
-Menor tempo;
-Praticidade para o paciente;
-Não necessita de colaboração.
Desvantagens:
Custo maior devido a hora
clínica, o peróxido de hidrogênio
35% é mais caro, sensibilidade
maior devido a concentração, e
efeito cinderela em que o dente
desidrata na sessão e sai super
branco, e conforme vai
hidratando durante o dia ele
amarela um pouco, trazendo
desconfiança do paciente
Protocolo Clínico
1. Afastador Labial: para evitar
queimadura.
2. Barreira Gengival (cores
contrastantes): Devem estar
contornando cada dente,
impedindo que a papila entre
em contato com o gel (diversas
cores). O ideal é que a cor
contraste com a gengiva para
ser possível ver se cobriu, como
a verde ou azul. Elas devem ser
aplicadas aos poucos e ir
fotopolimerizando pois sofre
contração
3. Mistura e Aplicação do
Produto (peróxido e espessante)
5 minutos, até 3x por sessão, e
para retirar suga o máximo
possível todas as vezes para o
ácido não tocar dentes que não
deviam.
4. Observação Atenta do
Paciente
⚠ O gel não necessita de luz
nenhuma para clarear mais!!! O
led faz apenas a liberação de
radicais livres ser mais rápido.
TÉCNICA ASSOCIADA:
clareamento caseiro +
consultório. Faz o início no
consultório e o paciente segue
fazendo em casa até estar
satisfeito. Ou em outra situação
é o paciente começar fazendo o
caseiro, mas algumas regiões
precisam de retoques especiais,
então fazemos a
complementação no consultório.
As sessões são de 1 em 1 semana.
20
SENSIBILIDADE:
É provável que em sessõesde
clareamento no consultório, o
paciente sinta sensibilidade pois
o gel clareador é muito forte.
A sensibilidade deve ser
esperada e administrada.
Atitudes:
1. Explicar a Técnica alertando
para os efeitos colaterais
( fator surpresa )
2, NÃO INTERROMPER,
administrar sensibilidade com
Assertividade, Encorajamento e
Alternativas
3. Estar sempre com um canal de
comunicação aberto
A sensibilidade pode ser:
1.Pré clareamento:
1. Recessão, Erosão e Abfração
2.Cáries
3.Restaurações Deficientes
4.Doença Periodontal
5.Patologia Pulpar
Para resolver esse tipo de
sensibilidade fazemos uso de
dessensibilizantes:
1. Adesivos Auto-Condicionantes
(para obliterar os canalículos
dentinários)
2. ionômero de Vidro
3. Vernizes Dessensibilizantes
2.Trans e pós clareamento:
-Regular TEMPO:
-Regular DOSE ou QUANTIDADE:
-Ajustar CONCENTRAÇÃO;
-Mudar pH do PRODUTO;
-Dessensibilizantes:
Adesivos Dentinários , Cimentos
e Vernizes: Laserterapia de Baixa
Intensidade : Bochechos
CASEIROS: Cremes Dentais
Dessensibilizantes: Medicação:
analgésicos
Clareamento NÃO VITAL
É o Processo pelo qual podemos
eliminar todo, ou quase todo,
Escurecimento Intra-coronário
causado por Necrose;
Hemorragia Interna e/ou
Substâncias Químicas.
(Branqueamento).
Iremos utilizar clareamento não
vital (clareamento interno) em
dentes anteriores escurecidos
após tratamento endodôntico,
existir estrutura remanescente
suficiente e existir tratamento
endodôntico correto.
1.Técnica dupla:
No consultório colocamos o
agente clareador (perborato de
sódio) dentro da câmara pulpar
do paciente e em casa, ele usa o
gel clareador (carbamida e
hidrogênio) na moldeira para
clarear os outros dentes.
2.Técnica Tripla:
No consultório fazemos Peróxido
de Hidrogênio 35% + Pasta
Perborato de Sódio (câmara
pulpar) e em casa Gel Clareador
(Carbamida ou Hidrogênio) na
Moldeira.
O protocolo clínico é igual ao
caseiro, com confecção da
moldeira.
21
1 - Exame Clínico (Dentes e
Tecidos Moles);
2-Anamnese (Trauma e
Associações):
3 - Exame Radiográfico e ou
Tomografia
4 - Moldagem em Alginato
(Confecção da Moldeira);
5 - Registro da Cor Inicial (Escala
de cor e ou Fotografia).
⚠ Importante checar a
integridade do procedimento
endodôntico.
6- Abertura coronária:
Remodelação da área de acesso,
feito com isolamento absoluto.
7-Remover 2 a 3mm da guta
percha além da coroa clínica,
para dentro com instrumento
quente.
8-Tampão com fosfato de zinco;
9-Isolamento absoluto;
10-Condicionamento ácido;
11-Inserção de pasta clareadora;
Perborato de sódio.
12-Restauração provisória com
bolinha de algodão por cima da
pastinha e passar adesivo por
cima (sem polimerizar para não
aquecer a pasta e acelerar o
clareamento) + resina composta,
após a inserção de resina e ai
sim polimerizamos.
13-Ajuste oclusal
Na 2ª sessão repetimos os
procedimentos.
A repetição é feita por quantas
vezes forem necessárias.
Na sessão final, faremos registro
final da cor e removemos a
pasta clareadora e
confeccionamos uma
restauração em resina composta
após 1 semana.
2.Técnica Tripla:
Faremos todo procedimento
igual técnica dupla.
Porém, usaremos o peróxido de
hidrogênio em todos os dentes,
antes da inserção da pasta
clareadora.
E após isso, instruímos o
paciente a fazer o clareamento
caseiro de maneira correta.
Repetimos quantas vezes forem
necessárias. Realizamos
restauração em resina apos 1
semana.
22

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