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Renata Boa Sorte
MEDICINA
INTRODUÇÃO:
O corpo humano interage com o meio externo através
de informações constantemente enviadas ao sistema
nervoso pelos órgãos dos sentidos. O olho é formado
pelo bulbo do olho, também chamado de globo ocular,
e pelo nervo óptico. A capacidade da visão é promovida
pelo sistema fotorreceptor, composto basicamente pelo
globo ocular e pelas estruturas anexas, que são as
pálpebras, glândulas lacrimais e a conjuntiva, além dos
músculos extrínsecos do bulbo do olho.
Já o globo ocular é composto por três camadas: camada
externa, camada média e camada interna. Além disso, o
olho possui o cristalino, que é mantido em posição pelo
ligamento ciliar, e à frente do cristalino fica a íris, que é
pigmentada e delimita a abertura da pupila, por onde
passa os raios luminosos que chegam à retina. Além
disso, o olho é dividido em três compartimentos:
câmara anterior, câmara posterior e o espaço vítreo.
ANATOMIA:
GLOBO OCULAR:
Os olhos são órgãos fotossensíveis, que permitem a
identificação da forma dos objetos, cor e a intensidade
da luz refletida. Cada olho fica dentro de uma caixa
óssea, que a é a órbita, e todo o espaço não ocupado
pelos olhos dentro das órbitas é preenchido pelo corpo
adiposo da órbita.
O globo ocular apresenta basicamente uma câmara
escura, uma camada de células receptoras sensoriais,
um sistema de lentes para focalizar a imagem e um
sistema de células para iniciar o processamento dos
estímulos e transmiti-los ao córtex cerebral.
O olho é formado por três túnicas dispostas
concentricamente: a camada externa, camada média e
a camada interna. A camada externa é formada pela
esclera, também chamada de esclerótica, e pela córnea.
A camada média, também chamada de camada
vascular, é composta pelo coroide, corpo ciliar e pela
íris. A camada interna, por sua vez, é a retina, que se
comunica com o cérebro pelo nervo óptico, fazendo
parte do sistema nervoso, apesar de sua localização
externa ao crânio.
Além dessas túnicas, o olho possui o cristalino, que é
uma lente que fica na sua posição graças ao ligamento
ciliar, que a zônula ciliar, que se insere sobre o corpo
ciliar. Em frente ao cristalino há a íris, que consiste em
uma expansão pigmentada e opaca da camada média.
Basicamente, o olho é dividido em três
compartimentos: câmara anterior, entre a íris e a
córnea, câmara posterior, entre a íris e o cristalino, e o
espaço vítreo, que fica atrás do cristalino e é circundado
pela retina. Nas câmaras anterior e posterior há o
humor aquoso, um líquido rico em proteínas. O espaço
vítreo, por sua vez, é preenchido pelo corpo vítreo, que
é uma substância viscosa e gelatinosa.
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CAMADA EXTERNA OU TÚNICA FIBROSA:
A túnica fibrosa ou camada externa é a região chamada
de esclera, que constitui o esqueleto que garante a
forma e resistência do bulbo do olho. A superfície
externa da esclera é coberta pela cápsula de Tenon,
formada por fibras colágenas, e graças a esse sistema o
globo ocular pode realizar movimentos de rotação em
todas as direções, a esclera é local de fixação dos
músculos extrínsecos e intrínsecos do olho.
Na porção anterior, a túnica fibrosa apresenta a córnea,
uma porção transparente, formada por epitélio,
membrana de Bowman, estroma, membrana de
Descemet e endotélio
A principal função da córnea é a proteção do globo
ocular, além de participar dos processos de refração
dos raios luminosos para que cheguem até a retina.
Ceratocone é uma doença não inflamatória da córnea,
que causa mudança da estrutura da córnea,
aumentando sua curvatura e diminuindo sua espessura,
e assim a córnea passa a ter formato semelhante a um
cone. Isso é prejudicial para a visão, pois este defeito na
córnea impede a projeção de imagens nítidas na retina,
podendo levar ao desenvolvimento de astigmatismo e
miopia. É uma doença rara e hereditária e o tratamento
é normalmente cirúrgico.
CAMADA MÉDIA OU TÚNICA VASCULAR:
A túnica média, também chamada de úvea, é formada
pelo coroide, corpo ciliar e pela íris. A coroide é a
camada rica em vasos sanguíneos, e entre os vasos é
comum células contendo melanina, que confere cor
escura a essa camada. A coroide é importante para a
nutrição da retina e lesões nessa região podem
provocar alterações na retina.
TÚNICA INTERNA:
A túnica interna do olho é a retina, que se origina de
uma evaginação do diencéfalo, que se aprofunda no
centro, formando o cálice óptico que possui parede
dupla. A parede mais externa origina uma camada rica
em células pigmentares (epitélio pigmentar da retina) e
parede interna dá origem aos fotorreceptores
A mácula não é tão bem delimitada como o disco
óptico, e também é mais escura. O disco é mais
clarinho.
EXAME:
OFTALMOSCÓPIO:
Amplia a retina normal em aproximadamente 15 vezes,
e a íris normal, em cerca de 4 vezes.
Aparelho criado em 1851.
Na oftalmoscopia a Fóvea se
encontra lateralizada com relação
ao disco óptico. Mácula + fóvea =
visão mais nítida. Escavação
fisiológica por onde emerge o disco
óptico. E Veias e Artérias
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PRECISA TIRAR OS ÓCULOS PARA FAZER O EXAME!
Para segurar: colocar o dedo indicador no ajuste da
lente.
SE FOR MIOPIA: girar o disco no sentido anti-horário =
dioptrias negativas
SE FOR HIPERMETROPIA: girar o disco no sentido
horário = dioptrias positivas.
AJUSTES DE LENTE:
Mais utilizados como clínico geral: maior e
pequena luz.
TÉCNICA PARA OFTALMOSCOPIA DIRETA:
1. A sala precisa estar com a luz apagada ou o
mais escura possível (para favorecer a midríase
– pupilas dilatadas);
2. Ligue a luz do oftalmoscópio e gire o disco até
perceber um grande feixe arredondado de luz
branca;
3. Projete a luz sobre o dorso de sua mão
(verificar o tipo de luz, intensidade desejada e
carga elétrica do oftalmoscópio);
4. Gire o disco do oftalmoscópio para 0 dioptria
(dioptria é a unidade que mede o poder de uma
luz para convergir ou divergir a luz). Nessa
dioptria, a lente não converge e nem diverge a
luz;
5. Mantenha seu dedo sobre a borda do disco,
para poder girá-lo e focalizar a lente ao
examinar o fundo do olho;
6. Segurar o aparelho com a mão direita para
examinar o olho direito do paciente; segure-o
com sua mão esquerda para examinar o olho
esquerdo do paciente;
7. Segure o aparelho com firmeza, apoiando na
face medial da orbita, com o cabo inclinado
lateralmente a cerca de 20º da vertical;
8. Assegure-se de que consegue enxergar
claramente através da abertura;
9. Oriente o paciente a olhar discretamente para
cima e por sobre seu ombro, fixando um ponto
específico na parede diretamente à frente;
10. Coloque-se a cerca de 30 cm de distância do
paciente em um ângulo aproximadamente de
15 graus lateralmente à sua linha de visão;
11. Ilumine a pupila com o feixe luminoso e observe
o brilho alaranjado na pupila – o reflexo
vermelho;
12. Pesquise, também, a existência de
opacificações que interrompam o reflexo;
13. Coloque o polegar de sua outra mão na
sobrancelha do paciente (essa técnica ajuda a
manter o equilíbrio, mas não é essencial);
14. Mantenha o feixe de luz focalizado no reflexo
vermelho, aproxime o aparelho da pupila em
um ângulo de 15 graus até se aproximar bem
dela, quase tocando os cílios do paciente;
15. Procure manter os dois olhos abertos e
relaxados, como se estivesse olhando para um
ponto distante, para ajudar a minimizar o
borramento flutuante causando pela tentativa
automática de acomodação.
Renata Boa Sorte
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MIDRÍASE:
Não é obrigatório utilizar o colírio;
Colírio: Fenilefrina 10% ou topricamina 0,5% (esse
último da um efeito maisduradouro)
Uso: 01 gota em cada olho, 2x, intervalo de 5
min – exame 15 a 20 minutos após a 1º gota;
Não pingar exatamente no olho, abaixar o saco
lagrimal e pingar.
Sempre falar ao paciente após a aplicação do colírio
sobre os efeitos: a pupila vai ficar dilatada, podendo
durar até 24h, fotofobia, incômodos.
Midríase: Dilatação da pupila
Miose: Contração da pupila.
Contraindicações do colírio:
Traumatismo cranioencefálico e coma
(essencial à observação das reações pupilares);
Qualquer suspeita de glaucoma de ângulo
fechado ou predisposição (câmera anterior
rasa);
AVE.
TESTE DO REFLEXO VERMELHO:
Detecção precoce de problemas oculares congênitos
que comprometem a transparência dos meios oculares
e que podem impedir o desenvolvimento visual cortical;
Feito com: 50 cm de distância – tamanho do braço;
Exame de TRIAGEM (para problemas estruturais)
Ambiente escuro;
Observar a simetria de ambos os olhos;
Reflexo vermelho / alaranjado / amarelo - alaranjado
Se tiver muito amarelo ou branco, está alterado.
Quando fazer: na maternidade, antes da alta do recém-
nascido.
Se não possível, deve-se realiza-lo o mais breve,
ainda no primeiro mês de vida.
Repetido durante as visitas pediátricas regulares, e toda
vez que se suspeitar de alguma anomalia ocular;
Todos os bebês e crianças cujos familiares possuam
doenças oculares hereditárias que ameacem a visão.
Retinoblastoma, glaucoma congênito, altas
ametropias, quando houver história de infecção
durante a gestação como toxoplasmose,
herpes, sífilis, rubéola, zika, citomegalovírus.
Sindrômicos: TRV + avaliação oftalmológica periódica.
De acordo o MINISTÉRIO DA SAÚDE:
Parte do exame neonatal;
Decorrer das consultas pediátricas de rotina – pelo
menos, 2 – 3x/ano, nos 03 primeiros anos de vida.
DUVIDOSO: quando tiver meio alaranjado e meio
branco, principalmente quando a criança tem
estrabismo.
Em caso de DUVIDOSO ou AUSENTE encaminhar para o
oftalmologista.
DOENÇAS QUE PODEM ESTAR PRESENTES:
Catarata congênita;
Glaucoma congênito;
Retinoblastoma;
Leucoma;
Inflamações oculares da retina e vítreo;
Retinopatia da prematuridade (ROP) no estágio
05;
Descolamento de retina;
Vascularização fetal persistente;
Assimetria entre os olhos (estrabismo);
Hemorragia.
FUNDO DE OLHO NORMAL:
Coloração:
Vermelho / alaranjado (melanina:
hemoglobina);
Melanodérmicas (paciente negro): + escuro;
RN: + clara;
Senis + escura. (pessoa mais idosa)
Disco/papila óptico
Medial;
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Estrutura oval ou arredondada, de coloração
amarelo-alaranjada a rosa cremoso, bordas
nítidas.
Inicio do nervo óptico.
SETINHA AZUL: Nervo óptico
SETINHA VERDE: Vasos arteriovenosos
SETINHA VERMELHA: Tecido retiniano e mácula
MÁCULA:
Temporal à papila;
Inferior;
Área avascular, depressão oval brilhante;
Área central: fóvea.
VASCULARIZAÇÃO:
Vasos retinianos;
Artéria (rósea brilhante)
I. 2/3 do calibre venoso;
II. Diminuição do calibre: esclerose, HAS
(espasmo), senil.
Veia (escura)
I. Cruzam em ângulo agudo
(Arteriosclerose – ângulo reto)
Se o disco óptico estiver mais na parte medial = olho direito.
ANALISAR NO FUNDO DE OLHO:
Sinal de Gunn: pseudoesmagamento venoso (aumento
da esclerose arterial);
Sinal de Salus (mudança no trajeto da veia, semelhante
à alça – alongamento do segmento arterial);
Veias:
Aumento da espessura (estase);
HIC, leucemia, anemia, DM – ingurgitamento
venoso;
Tortuosidade.
PAPILEDEMA:
Edema do disco óptico e o abaulamento anterior da
escavação fisiológica;
Hipertensão intracraniana – nervo óptico – estase do
fluxo axoplásmico, edema intraaxônico e edema da
cabeça do nervo óptico.
Meningite;
Traumatismo e lesões expansivas;
Hemorragia subaracnóidea.
Cor rosada, hiperemiada;
Desaparecimento das pulsações venosas é frequente;
Os vasos discais são mais visíveis, mais numerosos e
curvam-se sobre as bordas do disco;
Disco edemaciado, com borramento das bordas;
A escavação fisiológica não é visível.
HEMORRAGIAS RETINIANAS:
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HEMORRAGIA PRÉ-RETINIANA:
MICROANEURISMAS
NEOVASCULARIZAÇÃO:
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EXSUDATOS:
DEPÓSITO DE MATERIAIS:
Edema com pouca ou muita albumina, depósitos
lipídicos, macrófagos, infiltrado celular.
DUROS:
Manchas brancas e branco-amareladas bem
definidas;
Podem ser puntiformes ou de tamanho médio e
podem aparecer isolados ou em grupos em
grande quantidade no polo posterior.
Localização especial, característica, em torno da
mácula – imagem em estrela – estrela macular.
Lipides não reabsorviveis – agressão por
macrófagos – exsudatos – forma cicinada –
ritinite.
MOLES OU ALGODONOSOS:
Limites pouco definidos, localização superficial;
Infarto de fibras nervosas;
Lesões ovoides brancas ou acinzentadas, com
bordas “moles” irregulares.
DRUSAS:
RETINOPATIA HIPERTENSIVA:
Lenta – progressiva = benigna;
Súbita = maligna, pacientes jovens, eclampsia.
Esclerose arteriolar retiniana.
Renata Boa Sorte
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CLASSIFICAÇÃO DO FUNDO DE OLHO NA HIPERTENSÃO
ARTERIAL:
ALTERAÇÕES:
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OUTRAS ALTERAÇÕES SIMILIARES DA HIPERTENSÃO:
Doença Renal;
Ateroma:
Afilamento do vaso.
Eclampsia:
Espasmo arteriolar (setorial ou generalizado)
Pequenas hemorragias e exsudatos –
agravamento da toxemia – prognóstico fetal
reservado;
Interrupção da gravidez normaliza (se não
interromper: estrela macular e edema papilar).
Feocromocitoma:
Mesmas alterações da HAS.
RETINOPATIA DIABÉTICA
CRONOGRAMA DE EXAME OFTALMOLÓGICO PARA
PACIENTE COM DIABETES:
DM TIPO 01:
PRIMEIRO EXAME RECOMENDADO: Em até
cinco anos após o diagnóstico de DM, uma vez
que o paciente tenha 10 anos ou mais;
ACOMPANHAMENTO MÍNIMO DE ROTINA:
Anualmente, se houver retinopatia. A cada 2
anos, se não houver evidência de retinopatia.
DM TIPO 02:
PRIMEIRO EXAME RECOMENDADO: No
momento do diagnóstico de DM;
ACOMPANHAMENTO MÍNIMO DE ROTINA:
Anualmente, se houver retinopatia. A cada 2
anos, se não houver evidência de retinopatia.
GRAVIDEZ EM DM PREEXISTENTE:
PRIMEIRO EXAME RECOMENDADO: Antes da
concepção e durante o primeiro trimestre.
Aconselhar sobre o risco de desenvolvimento
e/ou progressão da retinopatia.
ACOMPANHAMENTO MÍNIMO DE ROTINA:
Acompanhamento rigoroso durante a gravidez
e por um ano após o parto.
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ALTERAÇÕES:
DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE.
Observa-se drusas no fundo de olho, as quais podem
ser a manifestação inicial da DMRI e constituem fator
de risco para atrofia macular e neovascularização.
OLHO VERMELHO TRAUMÁTICO. Observa-se padrão de
hiperemia difusa e a presença de coágulo em câmara
anterior. Em traumas oculares, o exame da câmara
anterior é fundamental para avaliar a presença de
hifema.
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EPISCLERITE NODULAR. Apresenta-se com nódulo
móvel sobre a esclera e desconforto ocular. Geralmente
unilateral, resolve-se espontaneamente em semanas.
DACRIOCISTITE. É a inflamação do saco lacrimal.
Geralmente está associada à obstrução das vias
lacrimais.
EQUIMOSE PALPEBRAL. É um sinal do trauma ocular.
Quando bilateral ("olho de guaxinim"), sugere fratura
de base de crânio.
ESTRABISMO PARALÍTICO. Paciente com déficit de
supraversão esquerda (músculo parético). Pode sercausado por compressão, isquemia, inflamação, secção
traumática e degeneração.
HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO. Esotropia e ptose
palpebral esquerda. O estrabismo é muito frequente
em crianças com déficit mental (até 40% dos pacientes
com síndrome de Down).
XANTELASMAS. São pequenas bolsas palpebrais
xantocrômicas (amareladas) elevadas resultantes do
depósito de colesterol. É um sinal de
hipercolesterolemia.
RETINOPATIA DIABÉTICA NÃO PROLIFERATIVA.
Inúmeras hemorragias superficiais. Nota-se a presença
de exsudatos algodonosos, os quais correspondem a
microinfartos
RETINOPATIA DIABÉTICA NÃO PROLIFERATIVA
SEVERA. Evidencia-se inúmeras machas e pontos
hemorrágicos. Exsudatos duros são resultado de
transudação crônica. A dificuldade em visualizar um
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padrão de coróide indica edema retiniano difuso. A
palidez do disco indica atrofia óptica
RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA.
Neovascularização intensa na superfície retiniana
(indica que não houve descolamento vítreo).
RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA. Dilatações
venosas, hemorragias, exsudatos algodonosos,
anormalidades microvasculares intrarretinianas (AMIR),
e neovascularização do disco (mais importante para o
prognóstico).
RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA. Hemorragias
prerretinianas pode ocorrer por tração dos neovasos
RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA. Proliferação
ocorre tipicamente no disco e ao longo de grandes
vênulas. Apesar da fotocoagulação ainda há
neovascularização ativa. O vítreo não descolado é um
indicativo de localização prerretiniano da
neovascularização.
ALTERAÇÕES HIPERTENSIVAS E ATEROSCLERÓTICAS
(RETINOPATIA HIPERTENSIVA GRAU I). Estreitamento
arteriolar generalizado com relação e cruzamento
arteriovenosos patológicos.
RETINOPATIA HIPERTENSIVA GRAU II. Estreitamento
arteriolar generalizado, relação e cruzamento
arteriovenosos patológicos e exsudatos duros.
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RETINOPATIA HIPERTENSIVA GRAU III. Estreitamento
arteriolar generalizado, relação e cruzamento
arteriovenosos patológicos e hemorragia em chama de
vela.
RETINOPATIA HIPERTENSIVA GRAU III. Estreitamento
arteriolar generalizado, relação e cruzamento
arteriovenosos patológicos, dilatação e tortuosidades
venosas, hemorragias em chama de vela e exsudatos
algodonosos.
RETINOPATIA HIPERTENSIVA GRAU IV. Edema de
papila. Carateriza a hipertensão acelerada maligna.