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Profa. Dra. Cilene Rennó Junqueira 2025 Objetivos da aula Identificar os principais acontecimentos históricos relacionados à história e à organização da saúde bucal no sistema de saúde brasileiro Relacionar esses acontecimentos com a estruturação do Sistema Único de Saúde Discutir a Política nacional de saúde bucal Analisar as principais modificações implantadas pela Política Nacional de saúde bucal Bibliografia recomendada Modelos de Atenção em Odontologia MODO COMO SÃO PRODUZIDAS AS AÇÕES DE SAÚDE E A MANEIRA COMO OS SERVIÇOS DE SAÚDE E O ESTADO SE ORGANIZAM PARA PRODUZI-LAS E DISTRIBUÍ-LAS Odontologia sanitária e sistema incremental Modelo que priorizou a atenção aos escolares do sistema público de primeiro grau, introduzido na década de 50 pelo Serviço Especial de Saúde Pública (SESP), com enfoque curativo-reparador em áreas estratégicas do ponto de vista econômico. Marca o início da lógica organizativa e de programação para assistência odontológica, mas, com abrangência predominante a escolares de 6-14 anos. Introduz algumas medidas preventivas e, mais recentemente, pessoal auxiliar em trabalho a quatro mãos. Odontologia Simplificada e Odontologia Integral Final dos anos 70, enfatizou a mudança dos espaços de trabalho. Principais características = promoção e prevenção da saúde bucal com ênfase coletiva e educacional; abordagem e participação comunitária; simplificação e racionalização da prática odontológica e desmonopolização do saber com incorporação de pessoal auxiliar. Programa Inversão da Atenção – PIA Principal característica baseava-se em intervir antes e controlar depois. Estabeleceu um modelo centrado em três fases: estabilização, reabilitação e declínio. Contava, para isto, com ações de controle epidemiológico da doença cárie, uso de tecnologias preventivas, mudança da “cura” para “controle” e ênfase no autocontrole, em ações de caráter preventivo promocional. SUS (Lei 8080/90)- Princípios doutrinários: garantia de atenção à saúde, por parte do sistema, à todo e qualquer cidadão. O indivíduo passa a ter acesso a todos os serviços públicos de direito de cidadania e dever dos governos municipal, estadual e federal. assegurar ações e serviços de todos os níveis, de acordo com a complexidade que cada caso requeira. Todo cidadão é igual perante o SUS e será atendido conforme suas necessidades, até o limite do que o Sistema pode oferecer a todos. •as unidades prestadoras de serviços, com seus diversos graus de complexidade (conjunto articulado de serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos), formam também um todo indivisível, configurando um sistema capaz de prestar assistência integral. SUS – Lei 8080/90 – princípios ordenadores Regionalização e hierarquização: os serviços devem ser organizados em níveis de complexidade tecnológica crescente, dispostos numa área geográfica delimitada. Resolubilidade: é a exigência de que o serviço esteja capacitado para enfrentar problemas até o limite de sua complexidade. Descentralização: a gestão do sistema de saúde passa para os municípios, com a consequente transferência de recursos financeiros pela União, além da cooperação técnica. Participação da comunidade: a população, através de suas entidades representativas, pode participar do processo de formulação das políticas de saúde e do controle de sua execução. Complementariedade do setor privado: contratação de serviços privados na insuficiência de serviços púbicos. SUS - Ênfase na Atenção Básica ATENÇÃO: desenvolvimento de práticas não clínicas de alcance coletivo e alto impacto epidemiológico sobre as doenças ASSISTÊNCIA: conjunto de procedimentos clínico- cirúrgicos dirigidos a consumidores individuais, doentes ou não Níveis de atenção (hierarquização) Atenção 1ª: ações básicas nos campos de promoção, prevenção e assistência individual. Atenção 2ª: conjunto de ações com diferenciação tecnológica quanto a RH e equipamentos (ambulatorial). Atenção 3ª: produção de serviços de alta complexidade (hospitalar). Referência e contra-referência O sistema público de saúde funciona de forma referenciada (hierarquização) Esse encaminhamento e a referência de atenção à saúde são pactuados entre os municípios. Paim et al. 2011. https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/157048/mod_resource/content/1/Paim%20sistema%2 0de%20saude%20Brasil%20Lancet%202011.pdf Tripla carga de doenças Mendes, 2012 Agenda não superada de doenças infecciosas e carenciais Presença fortemente hegemônica das condições crônicas Carga importante de causas externas Transição epidemiológica associada à transição demográfica Como a Odontologia se insere no contexto do Sistema de Saúde (SUS)? POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE BUCAL - PNSB AGORA É LEI! Lei 14.572/23 ◼ inclui a Política Nacional de Saúde Bucal no Sistema Único de Saúde (SUS) SUS DE TODOS - SAÚDE BUCAL ◼ https://www.youtube.com/ watch?v=yOCuNn_if7c https://www.youtube.com/watch?v=yOCuNn_if7c https://www.youtube.com/watch?v=yOCuNn_if7c https://www.youtube.com/watch?v=yOCuNn_if7c L E V A N T A M E N T O S E P I D E M I O L Ó G I C O S N A C I O N A I S 1 9 8 6 ( E S C O L A R E S , S O M E N T E C A P I T A I S , I D O S O S – 5 0 A 5 9 A N O S , C Á R I E D E N T A L , D O E N Ç A P E R I O D O N T A L E N E C E S S I D A D E S D E P R Ó T E S E . ) 1 9 9 6 ( S O M E N T E C A P I T A I S , S O M E N T E C Á R I E E M E S C O L A R E S D E 6 A 1 2 A N O S ) 2 0 0 3 ( S B B R A S I L 2 0 0 3 ) ( D O M I C I L I A R , C A P I T A I S E I N T E R I O R ) 2 0 1 0 ( S B B R A S I L 2 0 1 0 ) ( D O M I C I L I A R , C A P I T A I S E I N T E R I O R ) 2 0 2 2 ( S B B R A S I L , 2 0 2 0 ) ( D O M I C I L I A R , C A P I T A I S E I N T E R I O R ) Equidade! Responsabilidade federal Elaborar as diretrizes da política nacional de atenção básica em saúde. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE BUCAL Áreas estratégicas de atuação da Atenção Básica Saúde da Criança Saúde da Mulher Saúde do Idoso Controle da HAS e DM Controle da TB e eliminação da Hanseníase Saúde Bucal Eliminação da desnutrição infantil Cuidado como eixo de reorientação do modelo Humanização do processo de trabalho Responsabilização dos serviços Linhas do Cuidado da criança, do adolescente, do adulto, do idoso Condição de Vida Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal saúde da mulher, saúde do trabalhador, portadores de necessidades especiais, hipertensos, diabéticos, dentre outras POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE BUCAL Reorganização da Atenção Básica em saúde bucal Equipe de Saúde Bucal – Estratégia Saúde da Família Unidade Odontológica Móvel Ampliação e qualificação da Atenção Especializada Centros de Especialidades Odontológicas Laboratórios Regionais de Prótese Dentária Alta Complexidade Emissão pelo cirurgião-dentista da Autorização de Internação Hospitalar Trat. Odont. para Pessoas com Deficiência Atenção odontológica no credenciamento de CACON e UNACON Promoção e prevenção Fluoretação das águas de abastecimento público Kits de higiene bucal Reestruturação e qualificação Doação de equipamentos odontológicos Incentivo à pesquisa em saúde bucal coletiva Vigilância e Monitoramento Centros Colaboradores de Vigilância em Saúde Bucal ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE primeiro contato dos indivíduos, famílias e comunidades com o sistema de saúde, traz os serviços de saúde o mais próximo possível aos lugares de vida e trabalho das pessoas constitui o primeiro elemento de um processo contínuo de atenção (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 1978)ATENÇÃO PRIMÁRIA = ATENÇÃO BÁSICA Abordagem que forma a base e determina o trabalho de todos os outros níveis do sistema de saúde Organiza e racionaliza o uso de todos os recursos, tanto básicos como especializados, direcionados para a promoção, manutenção e melhora da saúde (Starfield, 2002) ATENÇÃO BÁSICA ATENÇÃO BÁSICA (OU PRIMÁRIA) • Conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde . ATENÇÃO BÁSICA • Emprega tecnologia de baixa densidade = rol de procedimentos menos complexos, capazes de atender à maior parte dos problemas comuns de saúde da comunidade, embora sua organização, seu desenvolvimento e sua aplicação possam demandar estudos de alta complexidade teórica e profundo conhecimento empírico da realidade. • Infraestrutura necessária = unidade básica de saúde, com ou sem saúde da família, com equipe multiprofissional composta por médico, enfermeiro, cirurgião-dentista, auxiliar de saúde bucal ou técnico em saúde bucal, auxiliar de enfermagem e agente comunitário de saúde, entre outros. • Insumos e equipamentos = aqueles necessários para o atendimento das prioridades definidas para a saúde local, com a “garantia dos fluxos de referência e contra-referência aos serviços especializados, de apoio diagnóstico e terapêutico, ambulatorial e hospitalar”. ATENÇÃO BÁSICA • DE PREFERÊNCIA SEGUIR A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA: • Após processo de territorialização, os pacientes são agendados. • Atendimento a pacientes de acordo com o ciclo de vida. • Atendimento multiprofissional. • Atendimento de toda a família. • Visitas domiciliares. ATENÇÃO BÁSICA - postos de saúde, - unidades de Saúde da Família A PARTIR DESSE PRIMEIRO ATENDIMENTO, O CIDADÃO SERÁ ENCAMINHADO PARA OS OUTROS SERVIÇOS DE MAIOR COMPLEXIDADE DA SAÚDE PÚBLICA (HOSPITAIS E CLÍNICAS ESPECIALIZADAS). Porta da entrada do sistema ATENÇÃO BÁSICA EM ODONTOLOGIA (AÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS) - PROMOÇÃO DA SAÚDE - PREVENÇÃO DE DOENÇAS - TRATAMENTO DE DOENÇAS - REABILITAÇÃO ALGUMAS AÇÕES DE SAÚDE BUCAL Ações coletivas: • fluoretação das águas de abastecimento público, • evidenciação de placa bacteriana seguida de escovação supervisionada, • aplicação de gel fluorado com escova ou moldeira (de acordo com a avaliação de risco), • atividades educativas. AÇÕES COLETIVAS AÇÕES COLETIVAS AÇÕES EDUCATIVAS https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQuPn2w3HJCE1s3r4nVMShhOjQqSlBIckET4Wuzg5Lc-NJXdI2A organizadas em função de necessidades individuais ou coletivas. dirigidas a pessoas portadoras de alguma doença ou a pessoas sadias com a finalidade de manter a saúde. organizadas em diferentes espaços sociais (UBS, hospitais, escolas, creches, empresas, associações comunitárias, centros de juventude, clubes) http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&docid=CRQoGhpui_2xnM&tbnid=W4XEv9NWLXJgHM:&ved=0CAUQjRw&url=http://saudeuberlandia.blogspot.com/2009/10/ufu-na-ubs.html&ei=QkTiU8PAGdOSyATVtIGICQ&bvm=bv.72197243,d.aWw&psig=AFQjCNGLtdEhf63QyCkH7ubXIYSkkRqBpg&ust=1407423896170681 ATENDIMENTO CLÍNICO • Urgências • Restaurações diretas • Exodontias • Periodontia • Endodontia de decíduos • Diagnóstico de lesões bucais (ênfase ao câncer de boca) • Procedimentos clínicos preventivos (flúor e selante) ATENÇÃO SECUNDÁRIA INTEGRALIDADE CEO Tipo 1 = com três cadeiras CEO Tipo 2 = com quatro a seis cadeiras CEO Tipo 3 = com sete ou mais cadeiras CEO = Centro de especialidades odontológicas Procedimentos mínimos 2023Atenção secundária em Odontologia 50 Diagnóstico bucal com ênfase no diagnóstico e detecção do câncer de boca Periodontia especializada Cirurgia oral menor dos tecidos moles e duros Endodontia (dentes permanentes) passíveis de serem restaurados (restauração direta) Atendimento a portadores de necessidades especiais Podem incluir 2023Atençãoo Secundária em Odontologia 51 Ortodontia/Ortopedia Implante Dentário Referência e contrarreferência 2023Atenção Secundária em Odontologia 52 ENTRADA Laboratórios regionais de prótese dentária Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias REABILITAÇÃO: LRPD – LABORATÓRIO REGIONAL DE PRÓTESE DENTÁRIA ATENÇÃO SECUNDÁRIA - SESB ATENÇÃO SECUNDÁRIA - SESB Dispor de cadeira odontológica completa, canetas de baixa e alta rotação, compressor odontológico, aparelho fotopolimerizador, aparelho e raio-x odontológico, autoclave compatível com o tipo de serviço e instrumentais e materiais odontológicos permanentes suficientes para a oferta adequada da Atenção Especializada em saúde bucal à população brasileira. Duas especialidades odontológicas ofertadas; e Um Auxiliar ou Técnico em Saúde Bucal, com carga horária semanal mínima de 30 horas; Nenhum profissional com carga horária individual menor que dez horas semanais; Horário de funcionamento de 30 horas semanais; Scarparo et al. Impacto da Política Nacional de Saúde Bucal – Programa Brasil Sorridente – sobre a provisão de serviços odontológicos no Estado do Rio de Janeiro. 2015 POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE BUCAL Alta Complexidade Emissão pelo cirurgião- dentista da Autorização de Internação Hospitalar Trat. Odont. para Pessoas com Deficiência Atenção odontológica no credenciamento de CACON e UNACON Atenção terciária Hospital ou unidade de referência Tratamento Odontológico para Pacientes com Necessidades Especiais Inclui anestesia geral ou sedação Atendimento Hospitalar TRATAMENTO DE CÂNCER PELO SUS ✓ CACON: Unidades Hospitalares que possuem todo suporte necessário para diagnóstico e tratamento de todos os tipos de cânceres. Possuem necessariamente unidade de radioterapia ✓UNACON: Unidades Hospitalares que possuem todo suporte necessário para diagnóstico e tratamento dos tipos de câncer mais prevalentes. Podendo ou não, ter unidade de radioterapia ✓ 322 Unidades habilitadas no país: o 43 CACON’s o 279 UNACON’s Dados: ago. 2012 Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional de Saneamento, 2008 Promoção e Prevenção até 10% 11 a 20% 21% a 35% Acima de 75% ✓ 603 novos sistemas em parceria com a FUNASA entre 2003 a 2009. ✓ Brasil: 60% da população coberta com água fluoretada Equipe de Saúde Bucal Hospital Atenção a domicilio Centro de Especialidades Odontológicas Laboratório de Prótese Dentária Serviços de Diagnóstico Farmácias Rede de Atenção à Saúde Bucal no SUS Saúde Bucal no SUS em números 29.816 equipes de saúde bucal na estratégia da saúde da família 123 Unidades Odontológicas Móveis (UOM) 510 consultórios portáteis distribuídos 1.185 Centros de Especialidades Odontológicas 615 Laboratórios Regionais de Prótese Dentária 2023Atenção secundária em Odontologia 71 Principais ações da Política Nacional de Saúde Bucal 3/9/20XXTítulo da Apresentação 72 https://www.youtube.com/watch?v=yC0lZqbFIuQ&t=40s A Saga da Dona Joana https://www.youtube.com/watch?v=yC0lZqbFIuQ&t=40s Slide 1: História e organização da saúde bucal no sistema de saúde brasileiro Slide 2: Objetivos da aula Slide 3: Bibliografia recomendada Slide 4 Slide 5: Modelos de Atenção em Odontologia Slide 6: Odontologia sanitária e sistema incremental Slide 7: Odontologia Simplificada e Odontologia Integral Slide 8: Programa Inversão da Atenção – PIA Slide 9: SUS (Lei 8080/90)- Princípios doutrinários: Slide 10: SUS – Lei 8080/90 – princípios ordenadores Slide 11 Slide 12 Slide 13: SUS - Ênfase na Atenção Básica Slide 14: Slide 15: Níveis de atenção (hierarquização) Slide 16: Referência e contra-referência Slide 17 Slide 18: Tripla carga de doenças Slide 19: Transição epidemiológica associada à transição demográfica Slide 20: Como a Odontologia se insere no contexto do Sistemade Saúde (SUS)? Slide 21 Slide 22 Slide 23: Agora é lei! Slide 24: Lei 14.572/23 Slide 25: SUS DE TODOS - SAÚDE BUCAL Slide 26: Levantamentos epidemiológicos nacionais Slide 27 Slide 28 Slide 29: Áreas estratégicas de atuação da Atenção Básica Slide 30 Slide 31 Slide 32: Atenção Primária em Saúde Slide 33: Atenção primária = atenção básica Slide 34: Atenção Básica Slide 35: Atenção básica (ou primária) Slide 36: Atenção básica Slide 37 Slide 38: Atenção básica Slide 39: Atenção básica Slide 40: Atenção básica em Odontologia (ações individuais e coletivas) - promoção da saúde - prevenção de doenças - tratamento de doenças - reabilitação Slide 41: Algumas ações de saúde bucal Slide 42 Slide 43 Slide 44: Ações educativas Slide 45: Atendimento clínico Slide 46 Slide 47: Atenção secundária Slide 48 Slide 49 Slide 50: Procedimentos mínimos Slide 51: Podem incluir Slide 52: Referência e contrarreferência Slide 53 Slide 54: Laboratórios regionais de prótese dentária Slide 55: Reabilitação: Slide 56: LRPD – Laboratório Regional de Prótese Dentária Slide 57 Slide 58: ATENÇÃO SECUNDÁRIA - SESB Slide 59: Atenção secundária - SESB Slide 60: Scarparo et al. Impacto da Política Nacional de Saúde Bucal – Programa Brasil Sorridente – sobre a provisão de serviços odontológicos no Estado do Rio de Janeiro. 2015 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64: Atendimento Hospitalar Slide 65: TRATAMENTO DE CÂNCER PELO SUS Slide 66 Slide 67: Percentual de municípios com fluoretação Slide 68 Slide 69 Slide 70: Rede de Atenção à Saúde Bucal no SUS Slide 71: Saúde Bucal no SUS em números Slide 72: Principais ações da Política Nacional de Saúde Bucal Slide 73: A Saga da Dona Joana