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TEORIA GERAL DO PROCESSO
AULA (01/08/2024)
· DIREITOS E GARANTIAS INSTITUCIONAIS
 Para tratarmos de direito fundamentais temos que tratar de direitos humanos, fora do brasil temos um campo de estudo que são os direitos processuais, ou o aspecto processual dos direitos, geralmente é dito sobre direito e garantia fundamentais, na faculdade por exemplo, ouve-se “eu tenho um direito”, esse direito que dizemos nos traz:
· DIREITOS
	Enquanto pessoa em sentido jurídico temos um bem jurídico que podemos exercer, uma qualidade moral que nos permite exercer, fazer, obter, como um bem jurídico que o sujeito possui, falar de direito nos traz uma declaração, sendo algo sempre declaratório, ninguém será preso se não em virtude do devido processo legal, isso é uma declaração, tendo o direito por exemplo, de adquirir bens sobre o titulo de propriedade. Ele é descrito como a capacidade intrincada da pessoa de fazer, exercer, adquirir, não fazer, algo. Um direito é um bem jurídico, declaração do estado e da constituição, qualquer direito que possa ser imagino ele está declarado em algum lugar, sendo expresso, implícita, podendo ser pensado, como por exemplo recorrer um processo. Então o direito é uma qualidade de uma pessoa de ter um bem jurídico de tem um bem protegido.
· GARANTIA
	É um instrumento de proteção dos direitos, garantia é um direito não efetivado. O direito não existindo e a constituição me garante esse direito, ele deve ser protegido.
	
	Ter direito a liberdade é diferente de estar livre, ter direito a moradia é diferente de ter uma residência. A declaração não se torna concreto sem uma garantia. Ter direito a vida não garante que fiquemos vivos. 
	O individuo não tem um centésimo do poder do estado, mesmo que tenha recursos e instrumentos, o estado sempre tem o peso da institucionalidade e dos aparatos. O relacionamento de estado e pessoa, significa que o estado tem o dever de garantir todos os direitos de uma pessoa, independentemente o estado que a pessoa se encontre. O estado tem que garantir a todo o tempo, todos os direitos fundamentais das pessoas, isso significa que o pior assassino, mantem o seu direito fundamental de não ser torturado e de estar vivo por exemplo. Para estabelecer que uma prisão seja justa ou injusta, o instrumento é o processo, ele viabiliza o exercício do direito. Durante muito tempo o processo foi visto como um acessório do direito, até surgir o pensamento de que se não tem processo não há direito.
	Dimensão processual dos direitos, não é separar direito material e processual, a doutrina mais nova de hoje não há isso, há aspectos materiais do direito, conteúdo declaratório, como processos de garantias para proteger posições jurídicas.
	NO geral o direito é a expressão das classes dominantes, temos instrumentos e garantias que usam os instrumentos dos direitos para proteger os vulneráveis. Acabando com a ilusão de que as classes dominantes são esforçadas e dedicadas. O judiciário é o poder mais conservador do estado.
	Constituição radical, ela é um plano de luta, uma luta pelo direito que esta declarado, a visão que o direito é perfeito está de fora, ele é pragmático, o direito oferece possibilidades, oferecendo instrumentos de luta nas maiores partes, como por exemplo o direito social, oferecendo possibilidades de ganhos e igualdades e proteção de vulneráveis, isso é feito por processos, e alguns instrumentos extraprocessual e extrajudicial, o processo continua sendo privilegiado, se o direito for violado e não tiver ninguém para exercer a garantia, porque no geral não estamos apitos para exercer por nos mesmo, no brasil essa instituição se chama de garantia institucional, ou uma meta garantia.
· GARANTIA INSTITUCIONAL
	O brasil desenvolveu um modelo de oferta pública de assistência jurídica institucional, ou seja, o próprio estado cria e matem uma instituição cuja sua função é a tutela dos direitos da população vulnerabilizada, aquele que não tem a quem recorrer tem uma garantia e possibilidade de ver o direito reconhecido por conta que a instituição tem essa função, sendo a defensoria pública, ela oferece o direito a quem tem o direito violado, o estado fornece, outros modelos são convenio por exemplo, porém, no brasil a garantia institucional é a escolhida como garantia de direitos para os vulnerabilizados.
Aula (22/08/2024)
· Conceito
	 Um processo judicial é um ato jurídico complexo, no sentido de que um processo é formado por vários atos, então um processo compreende o ajuizamento da ação, a citação da parte contraria, a audiência, a apresentam e produção de provas, os despachos dos juízes e outros. Um processo como um procedimento é um conjunto de atos organizados para uma finalidade, tendo horas para fazer as coisas no processo, momentos específicos e prazos. A finalidade de um processo e seus atos é a tutela jurisdicional, ou prestação jurisdicional, ele é organizado para que tudo que seja feito termine nessa prestação e na decisão final do juiz, sendo com provas e alegações. 
· Criação
· Procedimento
	A definição clássica é um conjunto de atos coordenados para resolver um litigio, sempre envolvendo interesses diversos, podendo ser contrapostos, coincidentes, mas mesmo assim são diversos.
	É o exercício da jurisdição, o judiciário atua com ele, o próximo assunto é a separação de poderes, o judiciário separa os poderes judicias com um próprio instrumento. A manifestação do judiciário se dá através do processo, sendo o poder do estado para resolver conflitos através de procedimentos organizados.
· Relação jurídica
	É um conjunto das relações jurídicas entre os sujeitos processuais, ele é também o conjunto das relações jurídicas que ocorrem entre os sujeitos, a relação do altor com o juiz, com o altor com o réu, entre outros. Cada um eu, se chamo de sujeito processual, como juiz, promotor, entre outros, tem relação umas com as outras, esse conjunto no final das contas que formam um processo.
· Processo no Estado Democrático
· Repartição das funções
	O poder do estado ele é repartido, tendo contato com eles diariamente, o poder do estado é uno, é o poder soberano, o que faz o poder ou o que nos fazemos dele para melhorar a vida é repartir. Sendo conhecido deis de antigamente, todo o poder concentrado somente em um lugar da errado. Repartir funções do poder é a melhor forma, como por exemplo os 3 poderes do estado, legislativo, executivo e judiciário, o poder e a soberania é a mesma porem é especializado para facilitar um corpo de funcionários dedicado cada um a sua função para que um único alguém faça todas as tarefas do estado. Podes não são diferentes somente as funções.
	A função do estado é concretizar direitos fundamentais declarados na constituição, é uma técnica de organização social para que a sociedade viva melhor, tendo outra técnicas também. 
	O executivo tem a função de concretizar os direitos fundamentais por meio da ação direta, atuando diretamente na promoção e execução dos direitos. Administrando o estado e gerindo de maneira pública.
	O legislativo tem a função de pegar a abstração na constituição, a maior parte das coisas na constituição é indireta, então o legislativo faz uma ponte, ou seja, uma mediação, entre a abstração e a concretização dos direitos pelo executivo e pelo judiciário. A lei tem a função de pegar, como por exemplo, o direito a saúde e operacionalizar.
	O judiciário concretiza os direitos fundamentais em caso de violação utilizando o seu procedimento próprio usando a jurisdição, o referencial do judiciário na hora de resolver uma lide é primeiramente a constituição e em seguida a legislação.
	O processo é o lugar da execução dos direitos fundamentais ocorre por conta das 3 funções do estado. A divisão não é simples, o qualificativo é mais importante, o executivo põe a mão na massa, o legislativo faz com que a lei aconteça e o judiciário concretiza em caso de violação ou desrespeito. 
· Força Normativa
	A constituição obriga diretamente, ela não nasce pronta, os direitos que ela prevê não são já respeitados, ao contrário,pro isso estão na constituição, ela não é um documento declaratório, ela é um documento que comanda está pronto para ser efetivado. Ela tem força normativa visto que, ela tem força irradiante
· Força Irradiante
	As disposições constitucionais obrigam todo o estado, o executivo, legislativo e judiciário tem que seguir a constituição, assim como as pessoas e a própria constituição. Quando ela pode ser aplicada diretamente ela é aplicada, quando não pode é complementada pela lei, ela serve para impedir a violação aos direitos mesmo que não seja aplicada diretamente.
· Constitucionalização do Processo
	O direito processual deve estar de acordo com a constituição, ele não pode ser contra ela
· Inclusão
	Pode ser incluída diretamente na constituição, ou seja, por exemplo, já prever na constituição que todos tem o direito ajuizado num mandado de segurança, garantido um direito processual diretamente na constituição, podendo ser incluso uma norma processual na constituição, porém é inviável pelo fato de que não pode ser colocado tudo na constituição.
· Releitura
	Leito o direito processual aos olhos da constituição, tendo uma norma processual que viola a constituição que não seja aplicada, pelo fato que o filtro de leitura é a constituição federal. Ler o processo e as normas processuais a partir da constituição.
· Força normativa dos princípios
	Princípios na constituição que são sempre um comando, que obriga, proíbe ou faculta. Norma é um gênero de duas espécies
· Regras
	A regra geralmente vai ser descrita como um texto que é aplicado sem grandes problemas e de maneira direta, por exemplo, aos 18 anos você pode tirar a licença para dirigir, não sendo permitido nenhuma idade inferior e não sendo admitido nenhuma contradição.
· Principio
	São complicados pelo fato de que eles vinculam antes de tudo uma certa relação com valores, ele não é um valor e sim um comando, por exemplo ninguém pode ser preso se não em virtude de um devido processo legal. Isso significa na pratica que todas as decisões do poder judiciário deve ser discutidas e devemos ter amplitude para produzir provas e eu poder defender, ele tem uma certa abertura, indicando um caminho e um valor a ser protegido, indica um dever de proteção, e ele não me fala exatamente o que fazer no caso concreto, como que eu vou garantir a ampla defesa em um processo em que a parte é milionária, é a mesma coisa de um processo em que a pessoa é pobre e não tem advogado particular e nem escolaridade? Não. Então ele tem caráter aberto em que ele indica um direito e valor a ser protegido mais não indica exatamente o que fazer numa concretização.
	Um processo que viole o contraditório será nulo.
Aula (30/08/2024)
· Norma
· Regra
	Ou a regra se configura ou não, a aplicação do tudo ou nada serve como um exemplo, assim como, ou você foi aprovado em um concurso ou não foi, esta é um tipo de norma, as regras. Uma aplicação direta e na base do tudo ou nada.
· Princípios
	O princípio carrega valores porem não é um valor. Pode ser a indicação de um objetivo a ser protegido. Tendo em base o 1° artigo da CF, podemos ver que temos o direito a ser tratados com dignidade e ele também é um princípio, como princípio os artigos no meio jurídico significam que devo ter algum comportamento de modo que me garanta esses princípios. Como por exemplo da dignidade, me determina a pratica de comportamentos de modo a concretizar aquele seu núcleo, o principio da igualdade determina comportamentos para concretizar a igualdade.
	Faz com que eu adote algum comportamento para concretizar algum artigo e princípio, assim como da dignidade e outros. Ele sempre vai ser um comando para preservar o núcleo e o valor que o orienta, porém, ele não é regra mas ele serve como direção e base, assim como uma agulha de uma bússola, ela aponta para o norte mais ela não fala os obstáculos do caminho que percorrerá, você tem uma direção porem não tem o comportamento, ele indica que temos que concretizar algo, porém, não sabemos corretamente com, porque ele não é uma regra aplicável de maneira direta, ele tem o peso ou dimensão de peso, assim como Durkheim chama, assim como Alexi chama de mandado de maximação, ele diz que uma regra é aplicada de maneira direta, já o principio pode ter meio termo, é um mandamento do direito para protegermos ao máximo um direito. Em algumas circunstâncias protegeremos mais ou até menos, porque o caso concreto e a situação modificam o comportamento a ser adotado, apara uma pessoa que foi sequestrada e mantida em cárcere privado, assim o principio diz que a pessoa deve ser resgatada, porem para o sequestrador o princípio não deixa de existir ele somente vai ser aplicado em uma dimensão menor, não podendo ser torturado ou prejudicado, ele ficaram em cárcere privado, porem o princípio dele nunca desaparecera.
	Todos os princípios são aplicados ao mesmo tempo, porem ele tem peso, em alguns casos ele será aplicado e uma maneira e em outro diferente. O principio serve para nos protegermos ao núcleo do direito.
· Clausulas abertas
	Se pegarmos o artigo 301 do CPC, ele lista várias hipóteses e outras medidas, outro exemplo é o Art. 3° parágrafo 2°. Ele é didático, o código da alguns exemplos e apresentas outros meios adequados, uma hipótese aberta, o aplicador vai olhar o caso para verificar qual medida é adequada. 
· Princípios feudal do Proc. Civil
	Essa parte é rápida devido as indicações de leitura para ler para compreender quais são os princípios e quando for questionado poder deduzir o que cada um irá dizer
· Inafastabilidade da Jurisdição
	Pode ser chamado de acesso universal, é o chamado de direito geral de petição, o direito de pedir qualquer coisa para a justiça, porem, o direito de petição é diferente do direito de ação. Para que o pedido seja respondido algumas condições devem ser cumpridas na jurisdição.
· Dignidade da pessoa humana
	Pode ser chamado de um meta principio pelo fato que ele é um fundamento da republica, ou deveria ser, ele é um principio que submete toda a ordem jurídica e todo direito deve servir para o ser humano, todo direito deve garantir direitos, e o processo deve servir as pessoas e não ao contrário, como por exemplo as pessoas servir o processo.
	Pessoas que se comunicam por libras ou surdez também tem direito de praticar atos através da linguagem, como por exemplo todos os atos do processo e todas as partes e acessibilidades.
· Devido processo legal
	Pode ser chamado de uma meta princípio pelo fato de que é o principio mais importante do direito processual, é aquele que vai com o objetivo garantir a justiça do processo, um devido processo, ou seja, qual é o tratamento justo do direito processual. Lembrando da constituição federal dizendo que ninguém será privado de seus bem se não em virtude de um processo legal. Ele organiza todo o direito processual para ser justo e um tratamento justo das partes.
· Substancial
	Esta ideia de que o devido processo não seja simplesmente garantir as formalidades e existir o advogado e produzir provas se o juiz não levar o processo em conta e não der valor as suas provas.
· Princípio democrático
	Está dentro do comentado de devido processo legal, o processo a parte tem o direito de participação pelo processo e no processo
· Pelo
	Pelo processo eu produzo meus direitos.
· No
	No processo a participação deve ser substancial e ter o direito de ser ouvido e o julgador leve em conta os meus argumentos.
Aula (05/09/2024)
· Princípios Fundamentais
	Os dois princípios estão conectados porque a jurisdição deve ser provocada
· Inércia de Jurisdição
	O judiciário e a lei não tomam a iniciativa de proteção de direito, deve ser pedida pela parte, ela quem ajuíza e da inicio ao procedimento jurídico, ela é inerte e está lá para ser utilizada pelas pessoas.
· Impulso Oficial
	Porem uma vez provocada a jurisdição é dever do juiz impulsionar o processo e movimentar pra que ele chegue no fim.
 
· Contraditório
	Geralmente esta junto com a ampla defesa, o contraditório é uma manifestação do processo legal no sentido de que a partetem o direito de ser ouvida e de se manifestar. Todos os atos praticados no processo por um sujeito, devem estar possíveis de contradita, passiveis de manifestação, se uma parte junta um documento a outra tem o direito de explicar sobre aquele documento.
· Ampla defesa
	Possibilidade da utilização de todos os meios disponíveis para provar as alegações, todos os meios lícitos. 
· Proporcionalidade e razoabilidade
	Vão determinar que para se atingir uma finalidade para se proteger do direito os meios utilizados devem ser proporcionais, devem ser justos. Como por exemplo, para acabar com a pobreza não deve matar os pobres. As medidas processuais e as penalidades devem ser sempre proporcionais ao objetivo que se quer atingir, se tornando uma proibição de medidas que sejam acessivas. 
	Também não pode ser colocado medidas que não sejam o mínimo ao direito que se tornem insuficientes. Não pode haver medidas muito duras e nem medidas muito fracas, o meio deve ser adequado e ter uma justificativa racional para isso.
· Isonomia
	Tratamento igual sem favorecimento a alguma parte, sendo um tratamento justo e equivalente a ambos.
· Imparcialidade
	O juiz ao jugar o caso deve ter condições de proferir uma decisão justa, um juiz natural tem a ideia que o juiz ao julgar o caso deve existir antes de ajuizar a demanda, tendo uma vedação a tribunais de exceção, não pode definir um juiz especifico para julgar o processo. Antes da demanda ser ajuizada já há um juiz preparado.
· Publicidade
	Os atos de um processo e as decisões da justiça de regras são públicos, as pessoas devem poder acessar, tanto as partes do processo quanto a decisão do juiz. Seja para as partes do processo ou terceiros, o bloqueio de bens e valores em conta deve ser publica até a decisão do juiz.
· Fundamentação das decisões
	Decorre do que chamamos de um dever fundamental a decisão motivada, ou seja, tem um principio que toda decisão judicial deve ser motivada e justificada, para saber se é certo ou errado não é pelo resultado, deve ser avaliada pelos argumentos que são dados na sua fundamentação. 
Aula (12/09/2024)
· Princípios
· Paridade
	Traduz a ideia de igualdade e isonomia, redução de desigualdade, nomeação de curadores para incapazes, entes públicos com prazo em dobro para responder. Uma diferenciação para alcançar um resultado mais igual.
· Não surpresa
	Inovação do código de 2015 que traduz a ideia de que as partes tem o direito de se manifestar sobre todos os argumentos que vão influenciar uma decisão. O código de processo trouxe uma demanda de muitos doutrinadores de que o juiz sempre deve dar oportunidades para as partes discutirem sobre o assunto que vai ser julgado.
· Legalidade (Juridicidade)
	É a ideia antiga de que não é obrigado a fazer algo se não em virtude de lei. Tomar um certo cuidado porque quando esse principio surge estamos falando de leis na legalidade, mais hoje em dia nosso direito é distinto e falamos mais de juridicidade porque o direito pra nós é composto por muito mais coisas englobando as constituições que são um tipo de documentos muito especial. Não é a lei que manda fazer algo, é a lei dês de que compatível com a constituição e os direitos fundamentais, ele tem a dimensão ampla, não é a lei, é o direito e juridicidade. Um estado de direito é um estado que segue a lei, um estado democrático de direito é um direito que segue a lei dês de que siga as leis constitucionais.
· Duplo grau de jurisdição
	É um princípio que não está expresso na constituição, mas pela sistematicidade pode-se deduzir que tendo juízes, recursos e tribunais a minha decisão pode ser requisitada, sugere que decisões judiciais sempre estão sujeitas a uma nova análise.
· Duração razoável
	Duração razoável do processo, “A justiça tardia é a injustiça manifesta – Rui Barboza”, direito ao julgamento de maneira adequado ao caso, não sendo nem rápido e nem demorado, determinado pelo caso concreto. 
· Boa-Fé
· Subjetiva
	É a boa fé do sujeito se traduzindo na conduta da pessoa no sentido de avaliarmos se ela agiu com culpa ou com dolo. Olhando para a intenção da pessoa se ela fez por querer ou se ela foi negligente, analisando a boa-fé subjetiva.
· Objetiva
	Trata não do que a pessoa quis fazer, mais sim da conduta do que ela praticou, mesmo com a melhor das intenções eu posso ocasionar os dados, como por exemplo estando em um processo de segredo de justiça e violar o princípio da boa-fé.
· Eficiência
	É o principio que vai tentar reger a vida de todos medindo a eficiência em algum critério, medindo a produtividade no direito, o critério e o custo do que é beneficente ou não. 
· Flexibilidade
	Ou da adequação, o processo não é algo fixo e as partes devem poder flexibilizar o procedimento e o procedimento para a necessidade do caso concreto.
· Cooperação
	Cooperação para que o processo chegue ao fim de maneira eficiente, as partes podem combinar o que vão fazer no processo e como as provas vão ser produzidas.
· Primazia da decisão de mérito
	O juiz deve buscar sempre resolver o mérito do processo e evitar extinguir o processo sem mérito, deve sempre buscar meios de corrigir os defeitos que podem ser corrigidos.
· Proteção
	O processo deve ser desenvolvido de uma maneira que traga segurança e confiança durante uma decisão evitando a fala de uma das partes que o processo pode ser injusto.
Aula (19/09/2024)
· Direito Objetivo
	Uma lei é criada por meio do processo legislativo no congresso nacional, câmara e senado, resultando em um enunciado escrito que constitui o direito objetivo. Esta norma jurídica é imperativa e deve ser seguida, como no caso do IPVA. A lei é coercitiva, impondo sanções em caso de descumprimento e é abstrata, dirigindo-se a uma coletividade e sem destinatários específicos. Uma vez criada, a lei não está mais ligada ao seu proponente e pode ser anulada de acordo com critérios específicos. Em caso de violação, a legislação permite que o lesado busque reparação com o amparo estatal, com a constituição garantindo a inviolabilidade do lar. As normas geralmente vigem até serem alteradas, exceto as temporárias, e só são válidas se seguirem as normas de competência exigidas. Diferentes autores abordam as características das leis de maneiras variadas, mas é fundamental fundamentar o entendimento ao estudar o assunto. Eu posso separar também as normas, em dois tipos, aqui dentro;
· Cogentes
	É uma norma obrigatória, uma norma de ordem pública, ela não pode ser modificada pela vontade das partes.
· Dispositivas
	A parte pode modificar, isto vai estar geralmente onde? Direito privado. Geralmente, Direito privado. Em um contrato eu sou obrigado a colocar uma cláusula de multa pelo descumprimento? Não. Mas se eu quiser, posso. Os tribunais entendem que o valor não pode ser maior que o valor do próprio bem.
· Processo
	No processo de modo geral, civil, penal, trabalhista a maior parte das normas são todas elas cogentes. Nos últimos anos tem aumentado o número de normas dispositivas nos processos judiciais, (lista no material de apoio).
· Fontes
	Nos perguntamos da onde vem o direito, que pode ser formal ou material.
· Direito
· Material
	É a sociedade, sempre vão ser os processos sociais, sempre sendo a vida, de onde nasce a necessidade do direito, recorrente do povo inventando as coisas.
· Formal
	São os veículos do direito, o suporte e a forma que o direito assume, como por exemplo a lei, a jurisprudência (decisão judiciais) e os costumes.
· Direito Processual
· Juridicidade
	É a lei geral, ou o que chamamos de legalidade constitucional, a constituição e todas as espécies normativas e legais
· Primarias
	Encontramos na constituição, todas as espécies de leis normativas, na constituição estadual, nos tratados internacionais, nos negócios jurídicos processuais, regimentos internos de tribunais
· Acessórias
	Elas não serão primarias e eu não vou utiliza-las a não ser pra me ajudar a resolver um caso, como por exemplo a analogia, costumes, princípios gerais dos direitos, sumulas. São fontes que vão me ajudar a resolverum problema cuja a solução não é encontrada de maneira direta numa fonte primarias, elas surgem como acessório para ajudar a resolver casos em que as fontes primarias não são os suficientes.
· Fontes não formais
	A doutrina, eu leio, preciso me atualizar porem não sou obrigado a seguir o posicionamento dela. Os precedentes judicias não vinculantes.

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