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1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PPCCMMSSOO 
 
PPRROOGGRRAAMMAA DDEE CCOONNTTRROOLLEE MMÉÉDDIICCOO 
DDEE SSAAÚÚDDEE OOCCUUPPAACCIIOONNAALL 
 
 
 
Norma Regulamentadora NR-7 da Portaria nº 24, de 29.12.1994 
 
 
 
 
 
 
CONSÓRCIO PÚBLICO PARA TRATAMENTO 
E DESTINAÇÃO FINAL ADEQUADA DE 
RESÍDUOS SÓLIDOS DA REGIÃO DOCE 
OESTE DO ESTADO DO E/S – CONDOESTE 
 
 
 
 
Documento Base 
 
 
 
 
 
 
 
Setembro/2020 
 
 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
 
 
 
PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO 
DE SAÚDE OCUPACIONAL 
 
 
 
PCMSO 
 
 
INDICE 
 
 
I – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Pág. 03 
 
II – CLASSIFICAÇÃO DA EMPRESA Pág. 03 
 
III – INTRODUÇÃO Pág. 04 
 
IV – OBJETIVOS DO PCMSO Pág. 04 
 
V – DIRETRIZES DO PCMSO Pág. 04 
 
VI – DIRETRIZES COMPLEMENTARES DO PCMSO Pág. 05 
 
VII – RESPONSABILIDADES Pág. 05 
 
VIII – DESENVOLVIMENTO DO PCMSO Pág. 06 
 
 1 – Exame Médico Ocupacional Pág. 06 
 2 – Avaliação Clínica Pág. 07 
 3 – Exames Complementares Pág. 07 
 4 – Programas Preventivos Específicos Pág. 08 
 5 – Arquivo Médico Pág. 08 
 6 – Atestado de Saúde Ocupacional Pág. 09 
 7 – Convocação Pág. 09 
 8 – Controle do Absenteísmo Pág. 10 
 9 – Relatório Anual Pág. 10 
 10 – Acidente de Trabalho (conceitos, condutas, telefones úteis, fluxograma e modelo CAT) Pág. 11 
 11 – Primeiros Socorros (conceitos, condutas, kit básico e automedicação) Pág. 15 
 12 – Programa de Conscientização e Promoção da Saúde Pág. 18 
 13 – Programa de Vacinação e Imunização Pág. 21 
 14 – Controle de Dependências Pág. 22 
 15 – Vigilância Epidemiológica Pág. 22 
 16 – Alterações no PCMSO Pág. 22 
 17 – Condutas Médicas na Terceirização de Serviços Pág. 22 
 
IX – ANEXO Pág. 23 
 
 1 – Modelo do Atestado de Saúde Ocupacional 
 
X – ROTINAS DE EXAMES MÉDICOS PREVISTOS POR SETOR/FUNÇÃO Pág. 24 
 
XI – RESPONSABILIDADE TÉCNICA Pág. 27 
 
XII – CONSIDERAÇÕES FINAIS Pág. 27 
 
XIII – CRONOGRAMA GERAL DE ATIVIDADES Pág. 27 
 
XIV – ASSINATURAS Pág. 28 
 
 
 
 
 
 
3 
 
 
 
 
PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO 
DE SAÚDE OCUPACIONAL 
 
 
 
PCMSO 
 
 
 
I – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 
 
 
1 – Razão Social: Consórcio Público para Tratamento e Destinação Final Adequada de Resíduos Sólidos 
 da Região Doce Oeste do Estado do E/S – Condoeste 
 
 
2 – Nome Fantasia: Condoeste 
 
 
3 – Endereço: Praça Izidoro Binda, Vila Nova, n° 04, Colatina/ES 
 CEP: 29.702-040. 
 
 
4 – Local Avaliado: CETREU – Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos de Colatina, Rodovia BR 259, 
S/N.º, Córrego Estrela, Colatina/ES. 
 
 
5 – Telefone: (27) 3711 - 2910 
 
 
6 – E-mail: condoeste@yahoo.com.br 
 
 
7 – CNPJ n.º: 11.422.312/0001-00 
 
 
8 – Inscrição Estadual n.º: Isento 
 
 
9 – Inscrição Municipal n.º: Isento 
 
 
10 – Jornada de Trabalho: 44 horas semanais 
 
 
11 – Nº de Trabalhadores: 15 (quinze) 
 
 
12 – Responsável Legal: Gilson Antônio de Sales Amaro - CPF nº 049.596.126-49 
 
 
 
 
II – CLASSIFICAÇÃO DA EMPRESA 
 
 
1 – Enquadramento Legal: Portaria 3.214 de 08.06.1978, NR 4 – Serviço Especializado em Segurança e 
Saúde no Trabalho, publicado no DOU – Diário Oficial da União em 12.05.1995. 
 
 
2 – CNAE: 38.11-4-00 
 
 
3 – Atividade Econômica: Coleta de resíduos não-perigosos 
 
 
4 – Grau de Risco: “3” 
 
file://///192.168.1.45/Documentos/Arquivos/Técnicos/Laudo%20e%20PPRA/NÃO%20CONTRATOS/COLATINA/CONDOESTE%20-%20Consórcio%20Público%20de%20Resíduos/2020/condoeste@yahoo.com.br
 
 
 
 
4 
 
 
III – INTRODUÇÃO 
 
 
O Surgimento da Portaria nº 24 – NR 7, da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho, do Ministério do 
Trabalho, publicado no DOU – Diário Oficial da União em 30 de Dezembro de 1994; “contempla” pela primeira vez na 
História da Medicina do Trabalho no Brasil, a Promoção da Saúde e a Prevenção das Doenças, como sabiamente 
preconizavam Leavel and Clark no original título “Preventive Medicine For The Doctor In His Community”, Editora 
MacGraw-Hill, 1965, pois até esta data o enfoque predominante na Medicina sempre fora para a chamada Medicina 
Curativa, com total desprezo à Medicina Preventiva. 
 
Tal Norma Regulamentadora veio resgatar a dignidade humana, fazendo com que o trabalho seja entregue ao 
homem, não como um castigo, mas como a essência de sua própria vida. Lembramos ainda, que o trabalho só será 
assim entendido como um bem social, quando for uma ação moral executada por um ser moral. 
 
 
 
IV – OBJETIVOS DO PCMSO 
 
 
Além de atuar na Prevenção e Promoção da Saúde do Trabalhador, o “Programa de Controle Médico de 
Saúde Ocupacional” visa fundamentalmente: 
 
I – Difundir aos trabalhadores as idéias de “Prevenção de Doenças do Trabalho” e, consequentemente, reduzir 
a incidência das mesmas, bem como, proporcionar a diminuição dos acidentes do trabalho que tantas consequências 
maléficas trazem à sociedade laborativa; 
 
II – Criar nas empresas a chamada “Cultura Preventiva”, como fator de melhorias, inclusive, na área técnica e 
financeira, com consequente aumento da produtividade e da lucratividade; 
 
III – Levar aos trabalhadores, conhecimento técnico e científico, através de palestras educativas sobre temas 
que abordem o trabalho e a saúde, visando a promoção da Saúde; 
 
IV – Para atingir seus objetivos, propõe este programa, integrar as ações e dividir as responsabilidades entre 
trabalhadores, membros da CIPA, serviço médico e empresários; 
 
V – Fazer cumprir a legislação trabalhista em vigor (Portaria nº 24, de 29 de dezembro de 1994). 
 
 
 
V – DIRETRIZES DO PCMSO 
 
 
• Cumprir a legislação trabalhista, no tocante à saúde no trabalho; 
 
• Padronizar e normatizar as ações voltadas ao controle médico de saúde ocupacional; 
 
• Atuar na prevenção, no rastreamento e no diagnóstico precoce dos agravos à saúde, utilizando o 
instrumento clínico epidemiológico como norteador das ações; 
 
• Indicar, notificar e intervir quando da constatação de agravos à saúde, doenças ocupacionais ou danos 
irreversíveis à saúde dos trabalhadores; 
 
• Atuar na promoção da saúde (manutenção do bem-estar físico, psíquico e social) de todos os 
trabalhadores; 
 
• Elaborar Programa Anual dos Exames Clínicos e Complementares Específicos para os riscos 
detectados; 
 
• Definir explicitamente quais trabalhadores ou grupos de trabalhadores que serão submetidos a quais 
exames e a periodicidade de sua realização; 
 
• Criar e manter uma cultura prevencionista adequada à responsabilidade social da empresa, em todos os 
níveis hierárquicos, integrando essa cultura à sua atividade profissional. 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
 
 
VI – DIRETRIZES COMPLEMENTARES DO PCMSO 
 
 
• Diminuição do absenteísmo por motivo médico; 
• Aumento da eficácia dos processos empresariais; 
• Melhoria da produtividade; 
• Melhoria da qualidade de vida no trabalho; 
• Melhorias das relações de trabalho; 
• Aumento do comprometimento dos empregados com a empresa; 
• Redução de custos com despesas médicas. 
 
 
VII – RESPONSABILIDADES 
 
 
No que se refere às responsabilidades, compete: 
 
 
1 – AO EMPREGADOR: 
 
• Garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde 
Ocupacional, bem como zelar pela sua eficiência; 
 
• Custear, sem ônus para o empregado, todos os procedimentos relacionados ao PCMSO; 
 
• Indicar, dentre os médicos dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do 
Trabalho – SESMT, da empresa (quando houver), um coordenador responsável pela execução do 
PCMSO. 
 
 
 
2 – AO MÉDICO COORDENADOR: 
 
• Realizar os exames médicos previstos neste PCMSO ou encarregar os mesmos a profissional médico 
capacitado para tal e devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina de seu Estado; 
 
• Encarregar profissionais e/ou entidades devidamente capacitados, equipados e qualificados para a 
realização dos exames complementaresprevistos no PCMSO. 
 
 
 
3 – AO EMPREGADO: 
 
• Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho, bem como as 
ordens de serviço expedidas pelo empregador; 
 
• Usar os EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual fornecidos pelo empregador; 
 
• Submeter-se aos exames médicos e complementares previstos no PCMSO; 
 
• Colaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras, do Ministério do Trabalho e 
Emprego. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
 
VIII – DESENVOLVIMENTO DO PCMSO 
 
 
Este programa será desenvolvido pelo médico coordenador através da realização dos procedimentos e 
atividades descritos a seguir: 
 
 
1 – EXAME MÉDICO OCUPACIONAL 
 
A empresa deverá obrigatoriamente realizar os exames médicos para as finalidades descritas abaixo 
obedecendo à periodicidade prevista em lei: 
 
• Admissional; 
• Periódico; 
• Demissional; 
• Mudança de Função; e 
• Retorno ao Trabalho. 
 
 
Estes exames consistem na execução de AVALIAÇÃO CLÍNICA, abrangendo a anamnese ocupacional, 
exame físico e mental, bem como, de EXAMES COMPLEMENTARES, a serem realizados de acordo com os riscos 
específicos a cada função, setor e/ou atividade laborativa. 
 
Os exames ocupacionais serão realizados obedecendo à periodicidade e finalidade prevista em lei, sendo: 
 
 
 1.1 – Exame Admissional: 
 
O exame médico admissional, deverá ser realizado antes que o trabalhador assuma suas atividades. 
 
 
 1.2 – Exame Periódico: 
 
O exame médico periódico, será realizado de acordo com os intervalos mínimos de tempo abaixo 
discriminados: 
 
• Para os trabalhadores expostos aos agentes de riscos e/ou em situações de trabalho que impliquem no 
desencadeamento ou agravamento da doença ocupacional, ou, ainda para aqueles que sejam portadores de 
doenças crônicas, os exames previstos neste programa, deverão ser realizados: 
 
✓ Anualmente ou a intervalos menores, a critério do médico coordenador do PCMSO e/ou seu preposto, 
ou se notificado pelo médico agente de inspeção do trabalho, ou, ainda como resultado de negociação 
coletiva do trabalho; 
 
 
• Para os demais trabalhadores (não expostos a agentes nocivos): 
 
✓ Anualmente, para os menores de 18 (dezoito) anos e/ou maiores de 45 (quarenta e cinco) anos; 
✓ A cada dois anos, para trabalhadores entre 18 (dezoito) anos e 45 (quarenta e cinco) anos de idade. 
 
 
1.3 – Exame de Retorno ao Trabalho: 
 
Este exame deverá ser realizado, obrigatoriamente, no primeiro dia de retorno ao trabalho, do trabalhador que 
tenha permanecido ausente por período igual ou superior a 30 (trinta) dias, por motivo de doença ou acidente, de 
natureza ocupacional ou não, ou parto, exceto, quando do retorno de férias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
 
1.4 – Exame para Mudança de Função: 
 
Este exame deverá ser realizado, obrigatoriamente, antes do início das atividades na nova função e/ou de 
efetivação da mudança. Entende-se por mudança de função toda e qualquer alteração de atividade, posto de 
trabalho ou de setor que implique na exposição do trabalhador a risco diferente daquele a que estava exposto antes 
da mudança. 
 
 
1.5 – Exame Demissional: 
 
O exame médico demissional será obrigatoriamente realizado até a data de homologação ou do desligamento 
efetivo do trabalhador. 
 
Considerando que alguns exames complementares necessários a AVALIAÇÃO CLÍNICA, requerem 
determinado prazo para apresentação de resultados e/ou de diagnóstico, cabe a empresa encaminhar o trabalhador 
para a avaliação ocupacional com, no mínimo, 15 (quinze) dias de antecedência ao desligamento definitivo do 
trabalhador. 
 
O médico coordenador do PCMSO poderá dispensar a realização deste exame e de seus complementares, 
desde que o último exame médico ocupacional não tenha sido realizado há mais de: 
 
• 135 (cento e trinta e cinco) dias, nas empresas classificadas nos graus de risco 1 e 2; 
 
• 90 (noventa) dias, nas empresas classificadas nos graus de risco 3 e 4; 
 
• Outros períodos estabelecidos em Convenção Coletiva de Trabalho. 
 
 
2 – AVALIAÇÃO CLÍNICA 
 
Será efetivada em FICHA MÉDICA ou PRONTUÁRIO padronizado, registrando-se os dados referentes ao 
trabalhador (identificação, antecedentes pessoais, registros ocupacionais e familiares), além do exame físico geral 
e/ou específico. 
 
Cabe ao médico coordenador promover a correlação entre os achados obtidos e a presença de qualquer tipo 
de alteração e, proceder à conclusão sobre a APTIDÃO ou INAPTIDÃO, sempre fundamentada na função do 
trabalhador. 
 
 
3 – EXAMES COMPLEMENTARES 
 
Os exames complementares serão realizados de acordo com os riscos a que o trabalhador estiver ou estará 
exposto, conforme estabelecido nos anexos I e II da NR-7 e/ou a critério do médico coordenador deste programa. 
 
Poderão ser solicitados outros exames complementares, de acordo especificidades relacionadas a cada 
empresa, setor, posto de trabalho ou atividade, bem como, em razão de alterações encontradas nos exames 
ocupacionais. 
 
Cabe ao médico coordenador encaminhar os trabalhadores com quadro de alteração específica para avaliação 
com profissionais de outras especialidades médicas, visando fundamentar adequadamente a avaliação ocupacional 
e promover outras orientações relativas a cada caso em particular. 
 
O empregador deverá cumprir as orientações encaminhadas pelo médico coordenador deste programa, dentro 
dos prazos estabelecidos a cada caso e, devidamente documentado sobre os procedimentos executados. 
 
Nota: 
 
Outros exames complementares usados normalmente em patologia clínica para avaliar o funcionamento de 
órgãos e sistemas orgânicos podem ser realizados, a critério do médico coordenador ou encarregado (médico 
examinador), ou por notificação do médico agente da inspeção do trabalho, ou decorrente de negociação coletiva de 
trabalho (NR-7, item 7.4.2.3). 
 
 
 
 
 
8 
 
 
4 – PROGRAMAS PREVENTIVOS ESPECÍFICOS 
 
Cabe ao médico coordenador implementar outros programas complementares ao PCMSO, considerando as 
avaliações clínicas e laboratoriais efetivadas durante o desenvolvimento deste programa. 
 
 
No PCMSO outros programas podem ser desenvolvidos de acordo com a necessidade e, evidentemente, com 
o interesse e os recursos da empresa, como por exemplo: 
 
• Programas para Controle de Hipertensão Arterial; 
• Programa de Monitoramento de Diabetes; 
• Programa de Redução do Tabagismo; 
• Programa de Controle do Alcoolismo; 
• Programa de Prevenção à DST – Doenças Sexualmente Transmissíveis e a AIDS; 
• Programa de Redução da Incidência de Verminoses; 
• Programa de Conservação Auditiva; 
• Programa de Prevenção das LER – DORT; 
• Programa de Proteção Respiratória; 
• Programa de Vacinação contra Gripe; contra Tétano etc. 
 
Os programas complementares a serem implantados devem ser estruturados da seguinte forma: 
 
• Ser elaborado por escrito; 
• Seleção da população alvo; 
• Determinação da periodicidade de avaliação médica e complementar; 
• Registro sistemático de dados; 
• Educação contínua: palestras, dinâmicas de grupos etc; 
• Convênio ou parceria como órgãos sociais: alcoólicos anônimos etc; 
• Acompanhamento da evolução do programa; 
• Avaliação dos resultados e estabelecimentos de metas futuras. 
 
 
5 – ARQUIVO MÉDICO 
 
Conforme estabelecido pela legislação trabalhista, os prontuários médicos (fichas clínicas e exames 
complementares), implementados através deste programa, deverão ser mantidos por período mínimo de 20 (vinte) 
anos, mesmo após o desligamento do trabalhador, independentemente de qual seja o meio utilizado para esta 
finalidade. 
 
Para uma melhor orientação do médico coordenador e atendendo as solicitações da fiscalização o arquivo 
médico será dividido em duas partes: 
 
 
5.1 – Arquivo Médico situado na Empresa: 
 
Constarão os atestados de saúde ocupacional, os exames complementares, até que tenha sido concluído o 
relatório anual, o recibo comprovando o pagamento pela empresa e o relatório anual.5.2 – Prontuário Médico Individual: 
 
Este prontuário ficará no consultório do médico coordenador, onde devem constar anamnese, exame físico e 
resultado de exames complementares a ser considerado pelo médico. 
 
Estes documentos deverão estar disponíveis para apresentação à fiscalização do Ministério do Trabalho e 
Emprego. 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
 
 
6 – ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL 
 
Para cada exame médico ocupacional realizado, o médico examinador determinará a aptidão do trabalhador à 
função e, emitirá o ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL – ASO, em duas vias, devidamente identificado 
(carimbo) e assinado. 
 
• A primeira via do ASO ficará arquivada no local de trabalho, inclusive, nas frentes de trabalho ou 
canteiro de obras, à disposição da fiscalização do trabalho; 
 
• A segunda via do ASO será obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo (coleta da 
assinatura do trabalhador), na primeira via. 
 
 
No ASO deverão constar, no mínimo, as seguintes informações: 
 
• Nome completo do trabalhador; 
 
• Número de registro de documento de identidade (RG ou CTPS); 
 
• Função e/ou ocupação do trabalhador; 
 
• Os riscos ocupacionais específicos existentes, ou a ausência deles, na atividade do empregado, 
conforme instruções técnicas expedidas pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SSST); 
 
• Indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o empregado, inclusive os exames 
complementares e a data em que foram realizados; 
 
• Nome do médico coordenador, quando houver, com o respectivo CRM; 
 
• Definição de APTO ou INAPTO para a função específica que o trabalhador vai exercer, exerce ou 
exerceu; 
 
• Nome de médico encarregado do exame e endereço ou forma de contato; 
 
• Data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número de inscrição no 
Conselho Regional de Medicina. 
 
 
Observações: 
 
Somente ocorrerá a liberação do ASO quando todos os exames complementares previstos neste programa 
e/ou solicitados a critério médico, tiverem sido realizados e apresentados para avaliação pelo médico coordenador 
e/ou seu preposto. No item IX deste PCMSO segue o modelo do ASO. 
 
 
7 – CONVOCAÇÃO 
 
A convocação do empregado para realização do exame médico ocupacional poderá ser efetuada pelo SESMT 
– Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, pelo órgão ou responsável pela 
administração de pessoal, sob orientação do médico coordenador do PCMSO, de acordo com a estrutura 
organizacional. 
 
Quando o empregado não se encontrar na empresa por motivo de férias, viagem, serviço, treinamento, curso 
e/ou licença, o responsável imediato deverá informar, ao médico coordenador e/ou responsável pelos exames, o 
motivo do impedimento, bem como, a data de seu retorno. 
 
Caso o empregado não se apresente ao término do impedimento, cabe ao médico coordenador do PCMSO, 
providenciar nova convocação para que se realizem os exames. 
 
A empresa deverá disponibilizar condições para que os trabalhadores cumpram rigorosamente os prazos 
estabelecidos na convocação de exames médicos de saúde ocupacional, ficando sujeita a aplicação de autuação por 
parte do órgão fiscalizador. 
 
 
 
 
 
10 
 
 
8 – CONTROLE DE ABSENTEÍSMO 
 
Absenteísmo é o termo utilizado para designar as ausências dos trabalhadores ao processo de trabalho, seja 
por falta ou atraso, devido a algum motivo interveniente. 
 
Algumas causas de absenteísmo estão relacionadas a fatores pessoais, tais como: doenças pessoais ou de 
familiares, dificuldades financeiras, alcoolismo, bem como, a fatores circunstanciais, a exemplo de condições 
climáticas e intempéries, incêndio ou inundação etc, além dos fatores relacionados ao trabalho, tais como: 
supervisão deficiente e/ou inexistente, questões salariais e financeiras e, principalmente pela desmotivação do 
trabalhador quanto ao serviço em si ou quanto ao ambiente de trabalho. 
 
Considerando a necessidade de se obter informações adequadas sobre este tipo de ocorrência, caberá ao 
médico coordenador do PCMSO (quando houver) e/ou a empresa proceder ao monitoramento dos trabalhadores, de 
forma que sejam adotadas medidas corretivas a cada caso específico. 
 
Caberá ao médico coordenador do PCMSO, efetuar o registro de todo atestado médico de afastamento ao 
trabalho em prontuário específico, onde deverá constar: o motivo da ausência, o número de dias concedidos para 
abstenção, o tratamento e a orientação ao trabalhador, bem como, deverá constar ainda o CID – Código 
Internacional de Doenças. 
 
Este registro deverá ser mantido em arquivo (físico ou eletrônico) por período de, no mínimo, 20 anos e poderá 
ser utilizado para a geração de um relatório para a empresa, contendo dados epidemiológicos e estatísticos. 
 
No atestado médico deverá constar o CID (Código Internacional de Doenças), porém, esta norma é facultativa 
e, deverá ser expressamente autorizada pelo trabalhador, conforme estabelecido pela legislação e resoluções do 
Conselho Federal de Medicina. 
 
 
9 – RELATÓRIO ANUAL 
 
O PCMSO deverá obedecer a um planejamento em que estejam previstas as ações de saúde a serem 
executadas durante o ano, devendo estas ser objeto de relatório anual. 
 
O relatório anual deverá discriminar, por setores da empresa, o número e a natureza dos exames médicos, 
incluindo as avaliações clínicas e os exames complementares, bem como, as estatísticas de resultados considerados 
anormais, assim como o planejamento para o próximo ano, tomando como base o modelo proposto no Quadro III da 
NR-7. 
 
O relatório anual deverá ser apresentado e discutido na CIPA, quando existente na empresa, de acordo com a 
NR-5, sendo sua cópia anexada ao livro de atas desta comissão. 
 
O relatório anual do PCMSO poderá ser armazenado na forma de arquivo em meio eletrônico (informatizado), 
desde que seja mantido de modo a proporcionar o imediato acesso por parte do agente da inspeção do trabalho. 
 
Sendo verificada, através da avaliação clínica do trabalhador e/ou exames constantes do Quadro I em anexo, 
apenas exposição excessiva (EE ou SC+) ao risco, mesmo sem qualquer sintomatologia ou sinal clínico, deverá o 
trabalhador ser afastado do local do trabalho, ou do risco, até que esteja normalizado o indicador biológico de 
exposição e as medidas de controle nos ambientes de trabalho tenham sido adotadas. 
 
Sendo constatada a ocorrência ou agravamento de doenças profissionais, através de exames médicos que 
incluem os definidos na NR-7; ou sendo verificadas alterações que revelem qualquer tipo de disfunção de órgão ou 
sistema biológico, através dos exames constantes dos quadros (apenas aqueles com interpretação SC) e II, e do 
item 7.4.2.3 da NR-7, mesmo sem sintomatologia, caberá ao médico coordenador ou encarregado: 
 
• Solicitar e orientar à empresa quanto a emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT; 
• Indicar, quando necessário, o afastamento do trabalhador da exposição ao risco, ou do trabalho; 
• Encaminhar o trabalhador à Previdência Social para estabelecimento de nexo causal, avaliação de 
incapacidade e definição da conduta previdenciária em relação ao trabalho; 
• Orientar o empregador quanto à necessidade de adoção de medidas de controle no ambiente de 
trabalho. 
 
 
 
 
 
11 
 
 
10 – ACIDENTE DE TRABALHO 
 
10.1 – Procedimentos: 
 
Em caso de acidente de trabalho, providenciar o imediato atendimento ao acidentado, inclusive, condução ao 
hospital, se for necessário. 
 
Na ausência do médico, isto fica a cargo do SESMT – Serviço Especializado em Segurança e Medicina do 
Trabalho, através do Técnico em Segurança do Trabalho e/ou dos funcionários que tiverem recebido treinamento em 
primeiros socorros. Se necessário, poderá ser solicitado o acompanhamento médico local durante a remoção. 
 
Providenciado o socorro, solicitar a emissão da CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho (ver modelo 
abaixo) ao setor de Recursos Humanos e/ou ao SESMT, encaminhandoao hospital onde foi atendido o acidentado. 
 
Todo acidente deve ser comunicado ao encarregado do setor onde ocorreu o evento para que sejam adotadas 
as medidas cabíveis a prevenção de outros infortúnios, bem como, deverá também ser comunicado ao médico do 
trabalho, coordenador do PCMSO, para se possível, prever o período de afastamento do acidentado e proceder o 
registro no prontuário médico. 
 
Em caso de ACIDENTE FATAL deverá ser comunicado de imediato a Autoridade Policial e ao SESMT da 
empresa. Em caso de acidente de trabalho (incluindo de trajeto) será feita pelo SESMT da empresa a 
Investigação de Acidente do Trabalho, registrada em formulário padrão (que ficará sob arquivo do próprio 
SESMT), para posterior emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho pelo Departamento Pessoal, que 
receberá cópia (fotocópia em “xerox”) da referida documentação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
 
 
10.2 – Telefones Úteis em Caso de Emergência: 
 
 
HOSPITAIS E OUTROS ÓRGÃOS 
 
ENDEREÇO CIDADE TELEFONE 
Unidade de Saúde de Águia Branca Rua Paulino Massucatti, 310, Centro Águia Branca (27) 3745-1134 
Sociedade Beneficente São Camilo 
(Hospital São José e São Camilo) 
Rua Pedro Nolasco, 01, Centro Aimorés (33) 3267-1573 
Unidade de Saúde Santa Bárbara Rua Projetada, s/nº, Faz. Santa Bárbara Alto Rio Novo (27) 3746-1126 
Fundação Hospital e Maternidade São Camilo Rua Manoel Pereira Pinto, 300, São Camilo Aracruz (27) 3256-9700 
Hospital Dr. João dos Santos Neves Rua Dr. Lopes Nalle, 319, Centro Baixo Guandu (27) 3732-9813 
Hospital Drª. Rita de Cássia Rua Pref. Manoel Gonçalves, 825, Centro Barra de São Francisco (27) 3756-7682 
Hospital e Maternidade Cristo Rei Av. Senador Eurico Resende, 848, Centro Boa Esperança (27) 3768-1162 
Hospital e Maternidade Silvio Ávidos Rua Cassiano Castelo, 307, Centro Colatina (27) 3177-7923 
Santa Casa de Misericórdia Rua Vergílio Balarini, 255, São Silvano Colatina (27) 3177-7466 
Fundação Médico Assistencial do Trabalhador 
Rural de Ecoporanga 
Rua Idalina Monteiro, 195, N. Sª. Aparecida Ecoporanga (27) 3755-1131 
Unidade de Saúde de 
Governador Lindemberg 
Rua João Cordeiro de Freitas, s/nº, Centro Governador Lindemberg (27) 3744-5228 
Fundação José Theodoro de Andrade Praça da Matriz, s/nº, Centro Itaguaçu (27) 3725-1261 
Hospital Maternidade 
Sagrado Coração de Maria 
Rua Eurico Salles, 110, Centro João Neiva (27) 3258-1050 
Hospital Geral de Linhares Av. São Mateus, s/nº, Araçá Linhares (27) 3372-3043 
Fundação Beneficente Rio Doce Av. João Felipe Calmon, 1245, Centro Linhares (27) 2103-1700 
Hospital e Maternidade N. Sª. Das Dores Rua Dr. Jayme Santos Neves, 01, Centro Mantenópolis (27) 3758-1122 
Policlínica Vereador Élio Bertolo Rua Luiz Catelan, 110, Centro Marilândia (27) 3724-2983 
Casa Nossa Senhora da Saúde Rua Presidente Kennedy, 120, Vinhático Montanha (27) 3754-5158 
Sociedade Beneficente São Camilo 
(Hospital São Marcos) 
Rua Paraná, 164, Beira Rio Nova Venécia (27) 3752-1553 
Posto de Saúde de Novo Brasil Praça Ernesto Zon, s/nº, Centro Novo Brasil (27) 3744-3119 
Fundação Médico Assistencial do Trabalhador 
Rural de Pancas 
Rua Espírito Santo, s/nº, Centro Pancas (27) 3726-1201 
Hospital Pinheiros Rua Dr. Lobato, s/nº, Centro Pinheiros (27) 3765-2155 
Hospital e Maternidade Alfredo Pinto Santana Rua João Cipriano, 500, São Sebastião Rio Bananal (27) 3265-1101 
Hospital Madre Regina Protmann Av. das Acácias, 417, Jardim da Montanha Santa Teresa (27) 3259-1113 
Unidade de Saúde Eugênio Malacarne Rua Valeriano Pagani, s/nº, Centro São Domingos do Norte (27) 3742-1034 
Fund. Hosp. Social Rural de S. G. da Palha 
(Hospital Dr. Fernando Serra) 
Rua 14 de Maio, 90, Centro São Gabriel da Palha (27) 3727-1387 
Hospital Dr. Roberto Arnizaut Silvares 
Rod. Otovarino Duarte Santos, km 2, Parque 
Washington 
São Mateus (27) 3773-7734 
Unidade de Saúde Ethevaldo Francisco Roldi Rua Olívio Perini, 107, Cinco Casinhas São Roque do Canaã (27) 3729-1569 
Hospital Dr. Dório Silva Rua Chopin, s/nº, Laranjeiras Serra (27) 3328-3541 
Hospital e Maternidade São Pedro Rua Santana do Iapo, 927, Muquicaba Guarapari (27) 3361-1560 
Hospital São Judas Tadeu Rua Santana do Iapo, 54, Muquicaba Guarapari (27) 3361-7034 
Hospital Estadual Antônio Bezerra de Faria Rua Liberalino Lima s/n, Olaria Vila Velha (27) 3636-3557 
Corpo de Bombeiros X X 193 
Resgate – SAMU X X 192 
Polícia Militar X X 190 
 
 
 
 
 
 
13 
 
 
 
 
 
O Encarregado comunica o SESMT, DP e CIPA IMEDIATAMENTE. 
Sim. Não. 
O SESMT, DP ou CIPA avalia. 
Funcionário 
retorna ao 
trabalho. 
Chamar carro 
para transporte. 
Transporte 
para Hospital 
com um 
funcionário 
responsável. 
Retorno do acidentado ao 
trabalho, determinado pelo 
Médico do atendimento. 
Analisar o 
Acidente. 
Acompanhar a 
Implantação 
das ações. 
Abertura da 
CAT. 
Investigar o 
Acidente. 
Elaborar Plano 
de Ações para 
eliminar as 
“CAUSAS” do 
acidente. 
FIM. 
O 
afastamento 
foi > 15 dias? 
 
Não. Sim. 
O acidentado precisa 
de socorro 
especializado – PS? 
 
Será necessário 
chamar a Polícia 
(BO), e avisar o MTE? 
Outras providências? 
Chamar Polícia e 
avisar MTE, 
tomar outras 
providências. 
Fluxograma de procedimentos 
em caso de ocorrência de 
acidentes de trabalho 
 
 
 
 
14 
 
 
 
 
 
 
COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO – CAT 
1. Emitente [ ] 
1-Empregador 2-Sindicato 3-Médico 
4-Segurando ou dependente 5-Autoridade Pública 
2. Tipo de CAT [ ] 
1-Início 2-Reabertura 
 3-Comunicação de Óbito em ____/____/______ 
I
 
–
 
E
 
M
 
I
 
T
 
E
 
N
 
T
 
E
 
E
m
p
re
g
a
d
o
r 3. Razão Social/Nome 4. Tipo [ ] 1-CGC 2-CEI 3-CPF 4-NIT 
 
5. CNAE 
 
6. Endereço (Rua/Av./Nº/Comp.) 
 
Bairro 
 
CEP 
 
7. Município 
 
8. UF 
 
9. Telefone 
 
A
c
id
e
n
ta
d
o
 
10. Nome 
 
11. Nome da mãe 
 
12. Data nasc. 
 
13. Sexo [ ] 
1-Masc. 3-Fem. 
14. Estado Civil [ ] 1-Solteiro 2-Casado 
3-Viúvo 4-Sep. Jud. 5-Outros 6-IGN 
15. CTPS/Série/Data de emissão 
 
16. UF 
 
17. Carteira de identidade/Data de emissão/Órgão Exp. 
 
18. UF 
 
19. PIS/PASEP 
 
20. Remuneração mensal 
 
21. Endereço (Rua/Av./Nº/Comp.) 
 
Bairro 
 
CEP 
 
22. Município 
 
23. UF 
 
24. Telefone 
 
25. Nome da ocupação 
 
26. CBO 
 
27. Filiação à Previdência Social [ ] 
 
1-Empregado 2-Trab.Avulso 7-Espec. 8-Médico Resid. 
28. Aposentado [ ] 
 
1-Sim 2-Não 
29. Área? [ ] 
 
1-Urbana 2-Rural 
A
c
id
e
n
te
 o
u
 d
o
e
n
ç
a
 
30. Data do Acidente 
 
31. Hora Ac. 
 
32. Após quantas horas de trabalho? 
 
33. Houve afastamento? [ ] 
1-Sim 2-Não 
34. Último dia de trabalho? 
 
35. Local do acidente 
 
36. CGC 
 
37. Município do local do acidente 
 
38. UF 
 
39. Especificação do local do acidente 
 
40. Parte(s) do corpo atingida(s) 
 
41. Agente causador 
 
42. Descrição da situação geradora do acidente ou doença: 
 
 
43. Houve registro policial? [ ] 
1-Sim 2-Não 
44. Houve morte? [ ] 
1-Sim 2-Não 
T
e
s
te
m
u
n
h
a
s
 
45. Nome 
 
 
46. Endereço (Rua/Av./Nº/Comp.) 
 
Bairro 
 
CEP 
 
47. Município 
 
48. UF 
 
Telefone 
49. Nome 
 
 
50. Endereço (Rua/Av./Nº/Comp.) 
 
Bairro 
 
CEP 
 
51. Município 
 
52. UF 
 
Telefone 
 
Local e data 
 
Assinatura e Carimbo do emitente 
II
 –
 A
T
E
S
T
A
D
O
 M
É
D
IC
O
 
A
te
n
d
im
e
n
to
 
53. Unidade de atendimento médico 
 
54. Data 
 
55. Hora 
 
56. Houve internação? [ ] 
1-Sim 2-Não 
57. Duração provável do tratamento 
 
__________ dias 
58. Deverá o acidentado afastar-se do trabalho durante o 
tratamento? [ ] 1-Sim 2-Não 
L
e
s
ã
o
 59. Descrição e natureza da lesão 
 
D
ia
g
n
ó
s
ti
c
o
 
60. Diagnóstico provável 
 
61. CID – 10 
 
62. Observações 
 
 
Local e data 
 
Assinatura e carimbo do médicocom CRM 
II
I 
–
 I
N
S
S
 
63. Recebida 
Em ____/____/______ 
64. Código da Unidade 
 
65. Número do acidente Notas: 
1. A inexatidão das declarações desta comunicação 
implicará as sanções previstas nos arts. 171 e 299 do 
Código Penal. 
2. A comunicação de acidente do trabalho deverá ser feita 
até o 1º dia útil após o acidente, sob pena de multa. 
3. A comunicação do acidente do trabalho reger-se-á pelo 
art. 134 do Decreto nº 2.172/97. 
4. Os conceitos de acidente do trabalho e doença 
ocupacional estão definidos nos arts. 131 e 133 do 
Decreto nº 2.172/97. 
5. A caracterização do acidente reger-se-á pelo art. 135 do 
Decreto nº 2172/97. 
66. É reconhecido o direito do segurado à habilitação de benefício acidentário [ ] 
1-Sim 2-Não 
67. Tipo [ ] 
1-Típico 2-Doença 3-Trajeto 
68. Matrícula do servidor 
 
 
Matrícula Assinatura do Servidor 
A COMUNICAÇÃO DO ACIDENTE É OBRIGATÓRIA, MESMO NO CASO EM QUE NÃO HAJA AFASTAMENTO DO TRABALHO 
 
 
 
 
 
 
15 
 
 
11 – PRIMEIROS SOCORROS 
 
11.1 – Conceito: 
 
É um conjunto de medidas aplicadas às vítimas de qualquer acidente que tenha provocado lesões ou por 
qualquer evento de mal súbito, mas que não substitui o atendimento realizado por profissional especializado, em 
local apropriado, tendo por finalidade: 
 
• Preservar a vida; 
• Restringir os efeitos da lesão; 
• Promover a recuperação da vítima. 
 
A maioria dos incidentes não chega a demandar assistência médica, mas requer atendimento que não pode 
ser negligenciado. 
 
 
11.2 – Procedimentos e Condutas: 
 
A empresa deverá estar sempre equipada com uma caixa contendo material necessário à prestação de 
primeiros socorros, mantida em local de fácil acesso e adequado e, sob os cuidados de pessoa treinada para este 
fim, pois, somente desta forma poderá ser efetuado o melhor aproveitamento e utilização de seu conteúdo. 
 
Todos os frascos, recipientes e/ou embalagens deverão estar devidamente rotulados, os instrumentos 
pontiagudos (tesouras, pinças etc.), deverão ser embalados de forma adequada, assim como, as ampolas e outras 
vidrarias que estejam acondicionadas na caixa de primeiros socorros. 
 
A caixa de primeiros socorros deverá ser mantida organizada e, com reposição de seus materiais de caráter 
permanente, visando evitar dissabores aos socorristas, bem como, por medida de precaução, não deverá ser 
trancada. 
 
Os medicamentos devem ser sempre ser vistoriados, visando à verificação do prazo de validade e, todos que 
se encontrarem vencidos serão inutilizados (obedecendo aos procedimentos de descarte específicos) e, 
imediatamente, substituídos por outros novos. 
 
Sugerimos que o “kit” de primeiros socorros seja composto, no mínimo, pelos materiais, instrumentos, 
acessórios etc., abaixo discriminados e em quantidade compatível ao número médio de trabalhadores da empresa. 
 
 
11.3 – Treinamentos: 
 
Deverá ser programado treinamento específico em Primeiros Socorros para, no mínimo, 02 (dois) 
trabalhadores da empresa, ou para cada unidade (quando for o caso), respeitando-se o efetivo funcional existente. 
 
A pessoa prestadora dos primeiros socorros deverá ser treinada por profissional devidamente habilitado e 
qualificado para este fim, pelo médico coordenador ou por outro médico ou instituição designada pelo coordenador. 
 
Efetuado o treinamento, deverá a empresa estar devidamente equipada com material necessário à prestação 
de primeiros socorros, considerando-se as características da atividade desenvolvida. Os materiais devem ser 
mantidos aos cuidados dos trabalhadores treinados e, permanentemente, disponíveis para uso. 
 
O treinamento deverá ser reciclado, no máximo, a cada 02 anos, ficando a critério do médico coordenador do 
PCMSO, a redução deste intervalo, especialmente, quando houver ocorrências desta natureza. 
 
 
11.4 – Procedimentos de Segurança: 
 
A empresa deverá manter regras e/ou procedimentos de segurança no manuseio de agentes químicos, 
denominada FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos, de forma organizada e de fácil 
acesso aos socorristas, visando orientá-los quanto ao atendimento em caso de contaminação acidental e/ou 
intoxicação. 
 
 
 
 
 
16 
 
 
11.5 – Material Básico de Primeiros Socorros: 
 
 
RELAÇÃO DE MATERIAIS 
 
Materiais 
para 
Curativos 
✓ 1 caixa, estojo ou maleta para guarda e transporte; ✓ 1 frasco povidine antisséptico (100 ml); 
✓ 1 termômetro (digital ou analógico); ✓ 1 frasco soro fisiológico 0,9% (250 ml); 
✓ 1 tesoura pequena; ✓ 1 frasco água oxigenada 10 volumes (100 ml); 
✓ 1 pinça; ✓ 1 frasco água boricada (100 ml); 
✓ 1 cx luvas de procedimento (tamanhos variados); ✓ 1 frasco álcool etílico 70% (250 ml); 
✓ 1 cx algodão hidrófilo; ✓ 1 frasco álcool em gel 70% anti-séptico (250 ml); 
✓ 1 cx hastes flexíveis de algodão (cotonetes); ✓ Bolsas térmicas (para aplicação de compressas quentes ou frias) 
✓ Gaze estéril 7,5cm x 7,5cm ou 10cm x 10cm; ✓ Solução iodada; 
✓ 1 rolo atadura de crepe 5cm, 10cm e 15cm x 5m; ✓ Conta gotas e copo medida; 
✓ 1 rolo esparadrapo 5 e 10cm x 4,5m; 
Estes materiais devem ser mantidos em 
 local de fácil acesso e sob controle permanente 
de pessoa com treinamento para esta finalidade. 
✓ 1 rolo micropore 2,5cm x 10m; 
✓ 1 cx curativo adesivo antisséptico 1cx (tipo band-aid); 
 
Deve ser expressamente proibido o fornecimento de qualquer tipo de medicamento aos trabalhadores 
sem a devida prescrição médica (Decreto 20.931 de 11.01.1931), inclusive, aqueles adquiridos para dor de cabeça e afins. 
Algumas pessoas são alérgicas a medicamentos e não tem conhecimento a respeito. Encaminhe-as ao médico. 
 
Hidratação 
Oral 
✓ Sais de reidratação oral 
Modo de 
Preparo: 
• 1 medida rasa de sal do lado menor da colher padrão 
• 2 medidas rasas de açúcar do lado maior da mesma colher padrão 
• 1 copo (200ml) de água filtrada e fervida ou mineral engarrafada ou 
✓ Sal de cozinha; 
✓ Açúcar. 
Como Tomar: 
Deve-se ingerir o soro caseiro em pequenos goles. O soro tem validade de 24 horas após ser preparado. 
É importante observar se há perda de líquido por meio de diarreia e vômitos. Caso haja, o recomendado é 
ingerir o soro caseiro na mesma quantidade perdida. 
Reposição Mineral: 
Esta reposição pode ser feita através do consumo de frutas (ou sucos) que contenham sais minerais no 
seu estado natural, ou, caso isto não seja possível, através de substâncias que contenham esses 
minerais. É aconselhável consultar o médico sobre o melhor método. 
Observações: 
Aplica-se somente aos casos em que os trabalhadores estejam expostos a temperaturas extremas 
proveniente de fontes artificiais (fornos, fornalhas, estufas, cabines e outros ambientes quentes) ou 
executem trabalho permanente a céu aberto (radiação solar). 
 
Nota: O Ministério da Saúde distribui gratuitamente nos postos do país e nas unidades da rede Farmácia Popular o soro de reposição oral, 
que concentra 3,5 gramas de sal e 20 gramas de açúcar por litro de água. As unidades básicas de saúde (ou postos de saúde) 
distribuem gratuitamente a colher medida para fazê-lo com mais segurança, já que as medidas de uma colher de café de sal e 
duas colheres de sopa de açúcar podem trazer irregularidades na preparação. 
 
Equipamentos 
de Imobilização 
e Resgate 
Estes materiais são de uso exclusivo dos 
trabalhadores com treinamento e habilitação em 
primeiros socorros 
ou componentes da Brigada de Emergência 
da empresa (quando houver). 
✓ Colar cervical (tamanhos variados); 
✓ Tala imobilizadora (tamanhos variados); 
✓ 1 prancha de imobilização com cinto (tamanho adulto). 
Estes materiais são destinados a proteção dos 
socorristas contra eventuais fluídos corpóreos da 
vítima do acidente e, naturalmente, deverá ser 
acondicionado e guardado em local separado 
dos demais materiais do kit de primeiros socorros. 
✓ Máscara facial 
✓ Óculos de proteção 
✓ Colete Refletivo Luminescente✓ Máscara RCP Pocket 
 
Nota: Os Itens acima destacados não são obrigatórios, no entanto, caso a empresa possua características que determinam a 
constituição e manutenção de Brigada de Resposta a Emergências recomendamos a aquisição destes equipamentos de 
imobilização e resgate para uso e proteção dos trabalhadores que a compõe, inclusive, com a devida capacitação dos mesmos 
quanto ao uso, guarda e conservação destes equipamentos. 
 
 
 
 
 
 
17 
 
 
11.6 – Prevenção da Automedicação: 
 
Considerando o objetivo da prestação de primeiros socorros, não procedemos a indicação de medicamentos 
sintomáticos, tais como: Aspirina, Novalgina, Buscopan etc, pois, o uso destas medicações por pessoa leiga 
caracteriza-se como automedicação, podendo acarretar mascaramento dos sintomas apresentados e, 
consequentemente, o agravamento do quadro. 
 
Além disso, existe a possibilidade de ocorrência de efeitos colaterais ou quadros alérgicos pelo uso da 
medicação, gerando desta forma uma situação de urgência por mal-estar, desmaios ou choque alérgico. 
 
Desta forma o uso de antigripais, antiácidos ou analgésicos deverá ser sempre indicado por profissional 
qualificado da área da saúde, caso contrário, será usado por conta e risco do usuário. 
 
Os medicamentos que porventura sejam indicados devem ser sempre ser vistoriados, visando a verificação do 
prazo de validade e, todos que se encontrarem vencidos serão inutilizados (obedecendo os procedimentos de 
descarte específicos) e, imediatamente, substituídos por outros novos. 
 
 
Deve ser expressamente proibido o fornecimento de qualquer tipo de medicamento aos trabalhadores 
sem a devida prescrição médica (Decreto 20.931 de 11.01.1931), inclusive, aqueles adquiridos para dor de cabeça e afins. 
Algumas pessoas são alérgicas a medicamentos e não tem conhecimento a respeito. Encaminhe-as ao médico. 
 
 
11.7 – Tabela de Plantonistas: 
 
Considerando que a natureza da atividade da empresa possibilita a ocorrência de situações com necessidade 
de atenção emergencial, recomendamos a elaboração e implantação de um Plano de Contingências e Emergências, 
inclusive, com definição de pessoas responsáveis pelo acompanhamento das eventuais ocorrências, em regime de 
plantão. 
 
Cabe a empresa efetuar o registro e a divulgação das pessoas ou grupo de pessoas designadas para dar 
assistência e/ou acompanhar as ocorrências de sinistro e/ou acidentes, independentemente de serem membros de 
CIPA, brigada de resposta a emergências e outros grupos que porventura existir no âmbito da empresa. 
 
Segue abaixo, modelo de planilha a ser divulgado e mantido a disposição dos trabalhadores para uso em 
eventual ocorrência, devendo-se observar para o registro das informações necessárias de forma legível, impresso, 
ou até mesmo em letra de forma e a caneta. 
 
Responsável/Plantão 
Período Fone 
Principal 
Fone 
Opcional 
Endereço 
Mês Data 
PLANTONISTA 1 Dezembro 
25/12 
Natal 
Fixo Celular Rua, Avenida, Cidade, Referência 
PLANTONISTA 2 Janeiro 
01/01 
Ano Novo 
Fixo Celular Rua, Avenida, Cidade, Referência 
PLANTONISTA 3 Fevereiro 
09 a 13 
Sexta a Terça 
Carnaval 
Fixo Celular Rua, Avenida, Cidade, Referência 
 
Nota: 
 
Compete a empresa manter atualizado este registro (de forma legível, preferencialmente em letra de forma e a 
caneta) das pessoas designadas a dar assistência e/ou acompanhar as ocorrências de sinistro e/ou acidentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
 
12 – PROGRAMA DE CONSCIENTIZAÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE 
 
Consiste na realização de palestras, campanhas e eventos educativos nas áreas de Higiene e Medicina do 
Trabalho, fundamentais para a conscientização dos colaboradores sobre os riscos existentes em seu ambiente de 
trabalho, proporcionando a Prevenção de Acidentes do Trabalho e Doenças Ocupacionais, bem como, de outras 
patologias clínicas não relacionadas ao trabalho. 
 
De uma maneira geral, são ações educativas que além de oferecer informações que proporcionem a melhoria 
da qualidade de vida, demonstram a preocupação da organização com o indivíduo e seus familiares, bem como, 
desenvolver sua responsabilidade sobre o meio social. 
 
Esta sistemática visa promover a integração do colaborador a um conjunto de ações previstas no PCMSO, 
mas que não estão restritas ou impedidas de sofrer alterações em seu conteúdo e planejamento, seja de forma 
parcial ou total, ficando tais medidas sob a responsabilidade do médico coordenador. 
 
12.1 – Conceitos: 
 
As ações de promoção da saúde constituem-se fundamentalmente em: 
 
1 – Ações Primárias: 
 
• São as ações preventivas voltadas para a manutenção da saúde, contendo noções e informações 
básicas que se destinam aos trabalhadores em geral: 
 
• Técnicas utilizadas: 
 
✓ Palestras de temas em diversos campos de atuação, especialmente, das áreas da 
higiene (habitacional, pessoal, regional etc.); 
✓ Reuniões, folhetos, cartazes etc. 
 
• Programas Adicionais: 
 
✓ É facultado as empresas promover a implantação de outros programas de prevenção à 
saúde, de forma adicional ao existente, inclusive, para os agravos de origem não 
ocupacional, conforme demonstrado na tabela abaixo. 
 
2 – Ações Secundárias: 
 
• São consideradas ações preventivas de ordem técnica e coletiva destinadas aos trabalhadores em 
geral, a elaboração de estudos e levantamentos dos diversos fatores de riscos ambientais, por 
profissionais habilitados e capacitados, através dos seguintes registros: 
 
✓ PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais; 
✓ PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos; 
✓ PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção; 
✓ Mapa de Riscos Ambientais; 
✓ Relatórios Técnicos de Inspeção de Riscos de Acidentes e Não Conformidades; 
✓ Monitoramento e Gestão do Absenteísmo; 
 
 
12.2 – Planejamento das Ações de Promoção da Saúde: 
 
O que? Por quê? Como? Quem? Quando? Onde? 
Divulgação 
do PCMSO 
Facilitar a implantação e minimização 
dos riscos a saúde do trabalhador. 
Comunicados; 
Ordens de Serviço; 
Palestras. 
Gerência 
CIPA 
Ver cronograma 
Empresa 
Palestras, 
treinamento e 
campanhas 
Conscientizar o trabalhador quanto a 
necessidade de minimização dos 
efeitos a saúde. 
Cronograma de 
participação dos 
funcionários. 
Profissionais da 
área da saúde e 
segurança do trabalho. 
Empresa 
Exames médicos e 
complementares 
Cumprir PCMSO. 
Convocação dos 
funcionários 
(ver cronograma) 
Médico Coordenador ou 
Examinador. 
Clínica Médica 
 
 
 
 
 
19 
 
 
12.3 – Cronograma de Atividades: 
 
12.3.1 – Ações Educativas e de Conscientização: 
 
 
Eventos Previstos: 
 
• No decorrer do período em destaque a empresa poderá desenvolver junto aos trabalhadores uma ação de 
informação sobre promoção, prevenção e proteção da sua saúde, envolvendo alguns dos temas abaixo 
discriminados: 
 
Evento/Tema 
Out 
20 
Nov 
20 
Dez 
20 
Jan 
21 
Fev 
21 
Mar 
21 
Abr 
21 
Mai 
21 
Jun 
21 
Jul 
21 
Ago 
21 
Set 
21 
Palestras DST – AIDS 
Prevenção a Diabetes 
As datas e horários dos eventos 
serão definidos pela empresa 
 
Hipertensão Arterial 
Prevenção de Posturas Incorretas 
Prevenção no Manuseio de Cargas 
Sedentarismo e Obesidade 
Alcoolismo e Tabagismo 
Prevenção – Doenças e Câncer de Pele 
 
• Os temas e datas dos eventos poderão ser modificados de acordo com a sua disponibilidade, no entanto, sob 
a anuência do médico coordenador do PCMSO. 
 
 
Outros Eventos – Não Previstos: 
 
• Os eventos listados abaixo também podem ser definidos pela empresa durante o período de vigência deste 
programa, no entanto, ficará a critério da mesma a definição quanto a sua realização, ressalvando-se somente 
a anuência do médico coordenador do PCMSO (quando houver). 
 
Evento/Tema 
Out 
20 
Nov 
20 
Dez 
20 
Jan 
21 
Fev 
21 
Mar 
21 
Abr 
21 
Mai 
21 
Jun 
21 
Jul 
21 
Ago 
21 
Set 
21 
Higiene Pessoal e Saúde BucalOrientação Alimentar e Nutricional 
As datas e horários dos eventos 
serão definidos pela empresa. 
 
Prevenção e Controle do Colesterol 
Prevenção do Stress 
Prevenção ao Câncer de Mama 
Prevenção ao Câncer de Próstata 
Qualidade de Vida – Habitação 
Dependência Química – Drogas 
Prevenção de Endemias 
 
Nota: 
 
Todos os treinamentos e palestras apresentados neste cronograma poderão ser realizados durante o ano e a 
critério da empresa, inclusive, em substituição aos temas previstos no planejamento anterior, desde que 
devidamente comunicados ao médico coordenador do PCMSO. 
 
 
 
 
 
 
 
20 
 
 
 
12.4 – Programa de Prevenção a Doenças Não Ocupacionais 
 
Este programa visa orientar e acompanhar o trabalhador portador de doenças não profissionais, no intuito de 
minimizar o agravamento de doenças. 
 
Assim sendo, poderá a empresa estabelecer um programa de incentivo a prevenção às doenças sistêmicas 
apresentadas no quadro abaixo: 
 
 
O que? 
 
Por quê? Como? Quem? Quando? 
Hipertensão arterial sistêmica 
Prevenir agravos 
a saúde. 
 
Controlar 
absenteísmo. 
Encaminhar 
para avaliação 
médica. 
Todos 
Anual 
Cardiopatias Todos 
Obesidade e Diabetes Todos 
Câncer de Mama Mulheres acima 40 anos 
Câncer Ginecológico (Colo Uterino) Mulheres 
Câncer de Próstata Homens acima 45 anos 
 
 
A empresa poderá promover anualmente as ações deste programa, conforme exemplificado na tabela abaixo: 
 
Programa de Promoção da Saúde 
Doenças Não Ocupacionais Faixa Etária Exames a Executar 
Diabetes 
Todas as 
idades 
Glicose 
Cardiopatias e 
Hipertensão Arterial Sistêmica 
Somente acima 
de 45 anos 
Colesterol e frações – Triglicerídeos 
Eletrocardiograma 
Plano de Ação 
Out 
20 
Nov 
20 
Dez 
20 
Jan 
21 
Fev 
21 
Mar 
21 
Abr 
21 
Mai 
21 
Jun 
21 
Jul 
 21 
Ago 
21 
Set 
21 
 
Encaminhar todos os trabalhadores 
 
A critério da empresa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
 
 
13 – PROGRAMA DE VACINAÇÃO E IMUNIZAÇÃO 
 
O Calendário de Vacinação do Trabalhador Adulto elaborado pelo Programa Nacional de Imunização e 
instituído através da Portaria nº 1602/2006, recomenda que todo trabalhador deva ser imunizado contra diversas 
enfermidades, tais como: tétano e difteria (dT), sarampo, caxumba, rubéola (Tríplice Viral) e febre amarela (quando 
viajar ou residir em área endêmica). 
 
Estas vacinas podem ser realizadas sem custo, em qualquer Unidade Básica de Saúde. Outras vacinas 
poderão ser realizadas, de acordo com a demanda específica, inclusive, nas campanhas promovidas pelo Ministério 
da Saúde. 
 
Considerando assim a necessidade de se cumprir as metas deste programa, a empresa encaminhará os 
funcionários (novos e atuais) por ocasião dos exames de admissão e/ou periódico para a realização das vacinas 
destacadas no calendário abaixo: 
 
 
Calendário de Vacinação do Adulto e do Idoso 
 
Nº Vacinas Idade Dose Doenças Evitadas 
01 Dupla adulto (dT) A partir de 20 anos 
 
1ª dose 
2ª dose – 2 meses após a 1ª dose 
3ª dose – 4 meses após a 1ª dose 
REFORÇO: A cada 10 anos depois da última dose 
 
Difteria e Tétano 
02 Febre Amarela 
Reforço a cada 10 anos e 
toda vez que houver viagem 
para áreas endêmicas 
Dose única Febre Amarela 
03 Tríplice Viral Até 19 anos Dose única 
Sarampo, Rubéola e 
Caxumba 
04 Dupla Viral A partir dos 19 Anos Dose única Sarampo e Rubéola 
05 
Influenza 
A partir de 60 anos 
Dose anual 
 
Reforço a cada 5 anos 
Influenza ou Gripe 
Pneumococo Pneumonia por Pneumococo 
06 Hepatite B 
Qualquer idade 
(de acordo com a função) 
1ª dose 
2ª dose – 2 meses após a 1ª dose 
3ª dose – 6 meses após a 1ª dose 
Hepatite B 
 
Observações 
 
• Realizar o exame anti HbsAg, caso o resultado for não reagente repetir esquema vacinal; 
 
• Se o funcionário tiver hepatite, deverá a empresa providenciar as informações e procedimentos administrativos ao 
caso, sendo indispensável o uso de EPI’s adequados, de forma a evitar a contaminação de outras pessoas. Não será 
necessário realizar o esquema vacinal. 
 
Observações: 
 
O programa de imunização poderá ser expandido com outros tipos de vacinas de acordo com a disponibilidade 
da Secretaria Municipal de Saúde onde estiver instalada a empresa, bem como, quando houver disponibilidade 
financeira da empresa e em situação de eventual risco de epidemia. 
 
 
 
 
 
 
22 
 
 
13.1 – Procedimentos e Condutas Administrativas: 
 
Situação Conduta 
Na admissão 
Todos os trabalhadores na fase de pré admissão e/ou recém-admitidos deverão apresentar o cartão de 
vacinação ao Médico do Trabalho da empresa. 
Os trabalhadores pré ou recém-admitidos que não possuírem o cartão de vacinação serão encaminhados ao 
órgão responsável para adequação. 
Os trabalhadores que não estiverem com a vacinação básica em dia serão encaminhados para atualização 
junto ao órgão responsável. 
Evitar a efetivação da admissão de pessoas que apresentarem recusa em atualizar as pendências com a 
vacinação. Formalizar procedimento. 
No exame periódico 
Todos os trabalhadores que não possuírem o cartão de vacinação serão encaminhados ao órgão 
responsável para adequação. 
Os trabalhadores que não estiverem com a vacinação básica em dia serão encaminhados para atualização 
junto ao órgão responsável. 
Na recusa do trabalhador em atualizar a vacinação será realizado comunicado ao órgão responsável para 
orientação e providências. 
Os trabalhadores estão sujeitos as medidas administrativas previstas em lei. 
Na demissão Comunicar ao órgão responsável para orientação e providências (não obrigatório). 
 
 
14 – CONTROLE DE DEPENDÊNCIAS 
 
Considerando a gravidade do problema, inclusive, no meio social, poderá a empresa desenvolver programa de 
atenção e prevenção aos problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas de natureza química (inclusive 
medicamentos), procurando atingir a todos os empregados, visando minimizar os acidentes de qualquer natureza, 
prevenir doenças e desestimular o uso destas substâncias. 
 
 
15 – VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA 
 
Após a implantação de toda a sistemática destinada à promoção da saúde e dentro do contexto de um estudo 
epidemiológico é necessária uma avaliação estatística dos dados, visando a verificação da eficácia das medidas 
preventivas adotadas, de tal maneira que se possa ter um perfil por unidade funcional da saúde dos trabalhadores. 
 
Sendo assim, é de fundamental importância o controle do absenteísmo, no sentido de averiguar as causas de 
afastamento do trabalho, se por acidentes ou doenças ocupacionais ou outras doenças não relacionadas ao 
trabalho. 
 
 
16 – ALTERAÇÕES NO PCMSO 
 
O PCMSO poderá ser alterado em seu todo ou em parte, sempre que o Médico do Trabalho detectar 
mudanças no lay out da empresa ou de parte desta, ou ainda, quando constatar na avaliação médica e/ou nos 
resultados dos exames de rotina, o desencadeamento ou o agravamento de doenças nos trabalhadores por 
exposição aos agentes de ambientais agressivos presentes nas suas atividades e/ou local de trabalho. 
 
 
17 – CONDUTAS MÉDICAS NA TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS 
 
Caberá a empresa estabelecer procedimentos que garantam que todas as empresas contratadas para a 
prestação de serviços, de qualquer natureza, cumpram com as determinações estabelecidas na Norma 
Regulamentadora NR 7 – PCMSO, considerando-os como se fizessem parte do seu efetivo funcional. 
 
A empresa poderá solicitar a apresentação de cópia do PCMSO da empresa CONTRATADA e mantê-lo sob 
seu arquivo e controle durante todo o período de vigência da prestação de serviço, bem como, deverá a contratante 
informar a todos os trabalhadores sobre os riscos ambientais existentes nos locais de trabalho onde os seus serviços 
estarão sendo prestados. 
 
 
 
 
 
23 
 
 
IX – ANEXO 
 
 
MODELO DO ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ASO – Atestado de Saúde Ocupacional 
 De acordo com art. 168 da CLT,NR 7 Portaria MTB Nº 24 de 29/12/94 e Orientação Técnica da DSST/MTE 
 
 
Finalidade: Data: 
 
Identificação: 
 
Nome: Doc: Data Nasc: Idade: 
Empresa: CNPJ: Telefone: ( ) 
Função: Setor: 
 
Riscos Ocupacionais: 
 
 Riscos Físicos Ruído Vibração Calor Frio Umidade Pressões Anormais Radiações Ionizantes 
 
 Radiações Não Ionizantes 
 
 Riscos Químicos Poeiras Fumos Gases Vapores Substâncias ou Compostos Químicos em Geral _______ 
 
 
 Riscos Biológicos Vírus, Bactérias, Protozoários, Fungos, Parasitas 
 
 Riscos Ergonômicos Monotonia e Repetitividade Levantamento/Transporte Manual de Peso 
 
 Trabalho em Turno e Noturno Esforço Físico Posturas Inadequadas 
 
 Riscos Mecânicos Situações que podem contribuir para ocorrência de acidentes ______________________________________ 
 
 
 Ausência de risco significativo para a função 
 
 
Procedimentos Médicos: 
 
 Exame Clínico ________________ Audiometria _________________ Espirometria ______________ 
 
 Acuidade Visual ______________ Eletrocardiograma ____________ Raios X Tórax OIT __________ 
 
 Hemograma __________________ Plaquetas ___________________ Urina (EAS)________________ 
 
 Fezes (EPF) __________________ VDRL ______________________ Coprocultura _______________ 
 
 
 ____________________________ ____________________________ _________________________ 
 
 
Obs: Os procedimentos médicos realizados encontram-se arquivados no prontuário médico 
 
Conclusão: 
 APTO (A) para as atividades da função; 
 
 INAPTO (A) para as atividades da função; 
 
 APTO (A) com a (s) seguinte (s) restrição (ões): 
 
 
 
 
 
Médico Coordenador PCMSO Médico Examinador 
 (Quando necessário) (Assinatura e carimbo) 
 
Este documento foi liberado em ____/___/____, após avaliação médica de todos os exames complementares específicos. 
 
 
 
 
 
 
Rua Alexandre Calmon, 247 – 2º andar – Centro – Colatina/ES – Telefax (27) 3722-0989 / 9977-2962 
Site: www.mtrab.com.br – E-mail: mtrab@mtrab.com.br 
OBS.: 
1ª Via Empresa 
http://www.mtrab.com.br/
24 
 
 
X – PADRÕES E ROTINAS DE EXAMES MÉDICOS PREVISTOS POR SETOR/FUNÇÃO 
 
Nos quadros abaixo serão apresentados todos os exames médicos e complementares previstos neste 
programa, a serem realizados conforme a periodicidade e/ou finalidade, ficando somente a critério do médico 
coordenador a dispensa e/ou solicitação dos mesmos. 
 
QUADRO 01 
 
AMBIENTE DE TRABALHO 
(Setor/Local/Posto) 
FUNÇÕES EXISTENTES 
(Cargo/Ocupação) 
RISCOS AGENTES 
Administração 
Superintendente 
 
Chefe do Setor de 
Tratamento de RSS 
 
Chefe do Setor de Contratos 
 
Chefe Administrativo 
Físicos Ausência de fatores de risco 
(desta natureza). 
Químicos Ausência de fatores de risco 
(desta natureza). 
Biológicos Ausência de fatores de risco 
(desta natureza). 
Ergonômicos 
(Biomecânicos) 
Postura sentada por longos períodos 
PROCEDIMENTOS Secretária Executiva 
Exames Previstos Faixa Etária 
Finalidade – Periodicidade 
Admissão 
Pós Admissão 
(sequencial) 
Periódico 
Demissão 
Retorno ao 
Trabalho 
Mudança 
de Função Anual Bianual Trianual 
Exame clínico 
(Anamnese Ocupacional) 
Menor de 
18 anos 
Sim - Sim - - Sim Sim 
Realizar os 
exames 
previstos para 
a nova função. 
Acima 18 e 
Abaixo 45 anos 
Sim - - Sim - Sim Sim 
Acima de 
45 anos 
Sim - Sim - - Sim Sim 
Hemograma com plaquetas 
Acima de 
45 anos 
Sim - Sim - - Não Não 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
25 
 
QUADRO 02 
 
AMBIENTE DE TRABALHO 
(Setor/Local/Posto) 
FUNÇÕES EXISTENTES 
(Cargo/Ocupação) 
RISCOS AGENTES 
Caldeira/ 
Autoclave 
Operador de Caldeira/ 
Autoclave 
Físicos 
Ruído 
(contínuo ou intermitente) 
Calor 
(Temperaturas anormais) 
Umidade 
Químicos Substâncias, compostos ou produtos químicos em geral. 
Biológicos Vírus, Bactérias, Protozoários, Fungos, Parasitas, Bacilos. 
Ergonômicos 
(Biomecânicos) 
Postura de pé por longos períodos 
Freqüente ação de puxar/empurrar cargas e volumes 
Transporte/ 
Coleta 
Auxiliar de Serviços Gerais 
Físicos 
Ruído 
(contínuo ou intermitente) 
Vibração 
(corpo inteiro) 
Radiações Não Ionizantes 
(luz solar) 
Químicos Ausência de fatores de risco 
(desta natureza). 
Biológicos Vírus, Bactérias, Protozoários, Fungos, Parasitas, Bacilos. 
Ergonômicos 
(Biomecânicos) 
Trabalho em posturas incomoda ou pouco confortáveis por longos 
períodos 
Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes 
PROCEDIMENTOS 
Exames Previstos Faixa Etária 
Finalidade – Periodicidade 
Admissão 
Pós-Admissão 
(seqüencial) 
Periódico 
Demissão 
Retorno ao 
Trabalho 
Mudança 
de Função Anual Bianual Trianual 
Exame clínico 
(Anamnese Ocupacional) 
Todas as 
idades 
Sim - Sim - - Sim Sim 
Realizar os 
exames 
previstos para a 
nova função. 
Hemograma com plaquetas Sim - Sim - - Sim Não 
VDRL Não - Sim - - Não Não 
EPF (fezes) Não - Sim - - Não Não 
Anti-HCV Sim - Sim - - Sim Não 
HBsAg¹ Sim - Não - Sim Não 
Anti-HBs² Sim - 
Ver 
Observações 
- Não Não 
Audiometria 
Sim 
De 6 em 6 meses 
(no primeiro ano) Sim - - Sim Não 
Obs.: 
• Realizar avaliação médica e emitir o ASO (Atestado de Saúde Ocupacional), no exame audiométrico 
(pós-admissão). 
 
Observações 
 
 
¹ HBsAg (Positivo): Requer controle especial pelo Médico Coordenador do PCMSO. 
 
² Anti-HBs (Negativo): Funcionário deverá ser encaminhado para vacinação; 
² Anti-HBs (Positivo): No caso de funcionário imunizado, este exame poderá ser solicitado a critério do Médico Coordenador do PCMSO. 
 
 
 
 
 
 
 
26 
 
QUADRO 03 
 
AMBIENTE DE TRABALHO 
(Setor/Local/Posto/) 
FUNÇÕES EXISTENTES 
(Cargo/Ocupação) 
FATORES 
DE RISCOS 
AGENTES 
Transporte/ 
Coleta 
Motorista 
Físicos 
Ruído 
(contínuo ou intermitente) 
Vibração 
(corpo inteiro) 
Radiações Não Ionizantes 
(radiação ultravioleta) 
Químicos 
Ausência de fatores de risco 
(desta natureza). 
Biológicos Vírus, Bactérias, Protozoários, Fungos, Parasitas, Bacilos. 
Ergonômicos 
(Biomecânicos) 
Trabalho em posturas incomoda ou pouco confortáveis por longos 
períodos 
Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes 
PROCEDIMENTOS 
Exames Previstos Faixa Etária 
Finalidade – Periodicidade 
Admissão 
Pós-Admissão 
(seqüencial) 
Periódico 
Demissão 
Retorno ao 
Trabalho 
Mudança 
de Função Anual Bianual Trianual 
Exame clínico 
(Anamnese Ocupacional) 
Todas as 
idades 
 
Sim - Sim - - Sim Sim 
Realizar os 
exames 
previstos para a 
nova função. 
Acuidade Visual Sim - Sim - - SimSim 
Eletroencefalograma Sim - - Sim - Não Não 
Audiometria 
Sim 
De 6 em 6 meses 
(no primeiro ano) Sim - - Sim Não 
Obs.: 
• Realizar avaliação médica e emitir o ASO (Atestado de Saúde Ocupacional), no exame audiométrico 
(pós-admissão). 
Eletrocardiograma 
Acima de 
45 anos 
Sim - Sim - - Sim Não 
Realizar os 
exames 
previstos para a 
nova função. 
Hemograma com plaquetas 
Todas as 
idades 
Sim - Sim - - Sim Não 
VDRL Não - Sim - - Não Não 
EPF (fezes) Não - Sim - - Não Não 
Anti-HCV Sim - Sim - - Sim Não 
HBsAg¹ Sim - Não - Sim Não 
Anti-HBs² Sim - 
Ver 
Observações 
- Não Não 
 
Observações 
 
 
¹ HBsAg (Positivo): Requer controle especial pelo Médico Coordenador do PCMSO. 
 
² Anti-HBs (Negativo): Funcionário deverá ser encaminhado para vacinação; 
² Anti-HBs (Positivo): No caso de funcionário imunizado, este exame poderá ser solicitado a critério do Médico Coordenador do PCMSO. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
27 
 XI – RESPONSABILIDADE TÉCNICA 
 
 
 Este PCMSO está sob a supervisão de CLIMPET – Clínica Integrada de Medicina Preventiva e 
Terapêutica Ltda., através do Núcleo de Saúde Ocupacional, tendo como Médico Coordenador, Dr. Dionísio 
Roque Boschetti Júnior, especialista em Medicina do Trabalho pela UFF – Universidade Federal Fluminense, 
registrado sob o nº. 119/94 e registro no CRM – Conselho Regional de Medicina do Estado do Espírito Santo – 
Médico do Trabalho, sob o nº. 4.637, portador de inscrição no CPF sob o nº. 896.414.777-49 e devidamente 
registrado no Ministério do Trabalho e Emprego sob o nº. 117. 
 
 
 
XII – CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 
 O PCMSO serve como base para o planejamento das ações de saúde da empresa, devendo sofrer 
detalhamento, onde couber, de acordo com a estratégia adotada. 
 
 O PCMSO deverá ser submetido a revisões periódicas de atualização em relação às novas tecnologias 
de trabalho, aos avanços científicos da medicina e para adaptação às alterações da legislação. 
 
 
 
XIII – CRONOGRAMA GERAL DE ATIVIDADES 
 
Ações Responsável 
Set 
20 
Out 
20 
Nov 
20 
Dez 
20 
Jan 
21 
Fev 
21 
Mar 
21 
Abr 
21 
Mai 
21 
Jun 
21 
Jul 
21 
Ago 
21 
1 - Avaliação dos setores e postos de trabalho para fins de 
determinação de riscos à saúde e estabelecer procedimentos médico 
de prevenção e controle. 
Assessoria 
SST 
X 
2 - Apresentar PCMSO a CIPA (quando houver). Empresa X 
3 - Manutenção de arquivo médico da empresa (prontuários) e de 
relatório específicos. 
Medicina do 
Trabalho 
            
4 - Realização dos exames médicos obrigatórios, conforme finalidades 
previstas. 
Empresa Na data de admissão e de vencimento do exame. 
5 - Elaboração do relatório anual do PCMSO. 
Assessoria 
SST/ Médico 
Trabalho 
 X 
6 - Apresentar relatório anual à CIPA (quando houver). Empresa X 
7 - Divulgar ações de promoção da saúde para os temas estabelecidos 
neste PCMSO. 
Empresa    X      X   
8 - Realizar treinamentos e palestras específicos aos riscos existentes 
na empresa, conforme previsto no PPRA. 
Empresa    X      X   
9 - Realizar campanha de vacinação contra tétano e outras doenças 
definidas no PCMSO. 
Empresa Na admissão e/ou na data de vencimento do exame periódico. 
10 - Controlar absenteísmo. Elaborar relatório. 
Empresa + 
Medicina do 
Trabalho 
            
11 - Acompanhar afastamentos ao trabalho – previdenciários. 
Empresa + 
Medicina do 
Trabalho 
            
Legenda: 
 
 – Ação Permanente (rotina) 
SST – Segurança e Saúde no Trabalho 
28 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PPRROOGGRRAAMMAA DDEE CCOONNTTRROOLLEE MMÉÉDDIICCOO 
DDEE SSAAÚÚDDEE OOCCUUPPAACCIIOONNAALL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Colatina/ES, 30 de Setembro de 2020. 
 
 
 
 
Dr. Dionísio Roque Boschetti Júnior 
 Médico do Trabalho 
 CRM ES 4637 – RQE 115 
Ciente e de acordo: 
 
_____/ _____/ ________. 
 
 
Consórcio Público para Tratamento e Destinação Final Adequada de Resíduos 
Sólidos da Região Doce Oeste do Estado do E/S – Condoeste 
Gilson Antônio de Sales Amaro – CPF nº 049.596.126-49 
Responsável Legal 
 
 
 
 
NOTA DE CONFIDENCIALIDADE 
 As informações contidas neste documento são dirigidas exclusivamente à empresa, portanto, são confidenciais e 
protegidas por lei. É proibida a reprodução total ou parcial deste documento contendo 28 (vinte e oito) páginas numeradas, de 
qualquer forma ou por qualquer meio. A violação destes direitos estará sujeita às penalidades estabelecidas na legislação. 
 
 Na oportunidade, solicitamos que no caso deste documento ser recebido com rasuras, informe-nos para a adoção das 
medidas corretivas cabíveis.

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