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RELATÓRIO DE PRÁTICA 01 
Júlia Carolina Culau da Silva 
47042836 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA – 
AULA 1 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Júlia Carolina Culau da Silva MATRÍCULA: 47042836 
CURSO: Farmácia POLO: Unifael – Erechim 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Fernanda Barbosa 
 
 
 
TEMA DE AULA: CALIBRAÇÃO DE MATERIAL DE VIDRO VOLUMÉTRICO 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Qual é a importância da calibração de materiais volumétricos no laboratório, e 
quais tipos de equipamentos, como pipetas e balões volumétricos, são mais 
críticos para esse processo? 
A calibração de materiais volumétricos no laboratório é de extrema importância 
e é fundamental, pois garante a confiabilidade e precisão das medições, no qual é 
essencial para que se obtenha resultados corretos. 
As pipetas são utilizadas transferir volumes precisos de líquidos, e são usadas 
em processos que demandam alto nível de precisão e exatidão. As pipetas 
volumétricas permitem medir volumes fixos, enquanto as pipetas graduadas oferecem 
a flexibilidade de medir diferentes volumes. 
A bureta também é um material bastante utilizado, principalmente em titulações, 
pois permite a adição controlada de um reativo a uma solução, facilitando medições 
de mudanças em concentrações numa reação química. As buretas graduadas são 
fundamentais para garantir a precisão na determinação do ponto final da titulação. 
Os balões volumétricos são usados para preparar soluções de volume exato, 
onde a concentração precisa é crucial. Ao adicionar uma quantidade medida de soluto 
a um balão volumétrico e completar até uma marca específica com solvente, os 
analistas podem garantir que a solução produzida é exatamente do volume desejado. 
Deste modo, quando os materiais são calibrados corretamente, pode-se confiar 
que o volume indicado por eles corresponde ao volume real, evitando erros que 
possam comprometer os resultados. 
 
2. Quais são os procedimentos metodológicos para a calibração de pipetadores e 
balões volumétricos, e como a precisão das medições pode ser influenciada por 
fatores experimentais? 
Para a calibração de pipetadores, se utiliza uma balança de alta precisão para 
pesar a quantidade de líquido aspirado ou dispensado. O procedimento consiste em 
encher o pipetador com uma solução de densidade conhecida, descarregar o 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
conteúdo em um recipiente de pesagem, e registrar o peso. Com base na densidade 
da solução, calcula-se o volume real transferido. 
Pipeta graduada com 10 ml de água destilada – 1ª pesagem 
Peso do 
becker vazio 
Peso do 
becker com a 
solução 
Quantidade 
da massa 
Temperatura 
da água 
Densidade 
30,398 gr 40,228 gr 9,830 gr 19º 0,998405 
d = m . 0,998405 = 9,830 V = 9,830 . V = 9,8457 ml 
 V V 0,998405 
 
Pipeta graduada com 10 ml de água destilada – 2ª pesagem 
Peso do 
becker vazio 
Peso do 
becker com a 
solução 
Quantidade 
da massa 
Temperatura 
da água 
Densidade 
30,399 gr 40,237 gr 9,838 gr 19º 0,998405 
d = m . 0,998405 = 9,838 V = 9,838 . V = 9,8537 ml 
 V V 0,998405 
Para os balões volumétricos, o método envolve preencher o balão com uma 
solução de concentração conhecida, geralmente usando uma bureta ou pipeta 
calibrada, e pesar ou medir o volume exato. O balão é então ajustado ou marcado 
para garantir que, ao ser preenchido até a marca, contenha exatamente o volume 
especificado. 
Balão volumétrico de 50 ml – 1ª pesagem 
Peso do balão 
vazio 
Peso do balão 
com a 
solução 
Quantidade 
da massa 
Temperatura 
da água 
Densidade 
25,749 gr 78,434 gr 52,685 gr 19º 0,998405 
d = m . 0,998405 = 52,685 V = 52,685. V = 52,76 ml 
 V V 0,998405 
 
Balão volumétrico de 50 ml – 2ª pesagem 
Peso do balão 
vazio 
Peso do balão 
com a 
solução 
Quantidade 
da massa 
Temperatura 
da água 
Densidade 
25,817 gr 78,483 gr 52,666 gr 19º 0,998405 
d = m . 0,998405 = 52,666 V = 52,666. V = 52,75 ml 
 V V 0,998405 
MÉDIA DAS DUAS PESAGENS = o volume do balão volumétrico é 52,75 ml 
A precisão das medições pode ser influenciada por diversos fatores 
experimentais, dentre eles, a temperatura do ambiente, que pode afetar a densidade 
do líquido e o volume do equipamento, condições ambientais, como vibração ou 
movimento, técnicas de manuseio, como aspiração ou descarte incorreto do líquido, 
o estado do equipamento, como desgaste ou sujeira nas pontas, balança analítica e 
termômetro. 
Por isso, é bem importante manter os instrumentos em boas condições para 
garantir resultados confiáveis. 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
3. Como se diferencia a calibração direta da indireta em materiais volumétricos, e 
quais são as implicações de cada abordagem para a confiabilidade dos resultados 
obtidos? 
A calibração direta, verifica a precisão do equipamento sem intermediários, 
garantindo resultados altamente confiáveis. Comparando o equipamento diretamente 
com um padrão rastreável. É amplamente utilizada para balanças analíticas e 
instrumentos volumétricos, garantindo alta precisão nas medições. Esse tipo de 
calibração é ideal para instrumentos que possuem uma relação direta com o 
parâmetro medido, como peso, temperatura ou volume. Para realizá-la pode ser 
somente com as vidrarias, pela diferença de peso. 
Já a calibração indireta, é um método em que o desempenho de um equipamento 
é avaliado com a ajuda de instrumentos intermediários previamente calibrados. Por 
ser de alta precisão utiliza mediadores para verificar a precisão e o desempenho do 
equipamento. 
A escolha entre uma abordagem e outra deve considerar a precisão desejada, 
os recursos disponíveis e a criticidade das medições. 
 
TEMA DE AULA: DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ACIDEZ NO VINAGRE 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Qual é o método analítico empregado para determinar o teor de acidez no vinagre, 
e quais reagentes são utilizados na titulação nesse processo? 
O método analítico usado para determinar o teor da acides no vinagre é a 
titulação ácido-base. 
O vinagre é titulado com uma solução padrão de hidróxido de sódio (NaOH), que 
é o reagente utilizado para neutralizar os ácidos presentes. Durante a titulação, um 
indicador de pH, a fenolftaleína, é adicionado ao vinagre, e a solução é lentamente 
titulada até atingir o ponto de equivalência, que indica que toda a acidez foi 
neutralizada. 
 
2. Qual a relevância da quantificação do teor de acidez no vinagre para a indústria 
alimentícia e para a qualidade do produto final? 
Quantificar o teor de acidez no vinagre é de extrema importância, tanto para a 
indústria alimentícia quanto para garantia da qualidade do produto. Pois através 
deste dado, a indústria alimentícia tem a certeza de que o vinagre atende todas as 
normas e padrões de segurança, além da consistência do sabor e preservação. 
E sobre a qualidade do produto, medir a acidez do vinagre garante que ele seja 
seguro para o consumidor, sendo confiável e de boa qualidade. 
 
3. Como se calcula a acidez em percentual a partir dos dados obtidos na titulação, e 
quais são as principais fontes de erro que podem afetar a precisão dos resultados? 
A partir do volume de NaOH utilizado na titulação, é possível calcular o teor de 
acidez do vinagre, geralmente expressa em porcentagem de ácido acético. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
Foi realizado o cálculo de acidez, g de ácido acético para 100 ml. 
1ª amostra com 25 ml de vinagre 
Volume gasto Normalidade Equivalente(Padrão) 
Volume da 
amostra 
18,2 ml 0,0992 60 25 ml 
Cálculo: Valor Gasto x N x Eq 
 10 x vol. Amostra 
 
Acidez = 18,2 x 0,0992 x 60 
 10 x 25 
Acidez = 0,433 x 10 = 4,33 gr de ácido acético para 100 ml 
 
2ª amostra com 25 ml de vinagre 
Volume gasto Normalidade Equivalente 
(Padrão) 
Volume da 
amostra 
18,1 0,0992 60 25 ml 
Cálculo: Valor Gasto x N x Eq 
 10 x vol. Amostra 
 
Acidez = 18,1 x 0,0992 x 60 
 10 x 25 
Acidez = 0,430 x 10 = 4,30 gr de ácido acético para 100 ml 
A Média de acidez é de 4,31 gr de ácido acético para 100 ml. 
 
As principais fontes de erro que podem afetar a precisão dos resultados, são erro 
na leitura do volume de NaOH, incerteza na concentração da solução de NaOH, uso 
inadequado do indicador, contaminação ou impurezas na amostra, erro na pesagem 
da amostra e erros no processo de titulação. 
 
TEMA DE AULA: 
PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO DE HCL 0,1 MOL/L 
 
RELATÓRIO: 
1. Quais são os procedimentos adequados para a preparação de uma solução de 
HCl 0,1 mol/L a partir de HCl concentrado, e quais cuidados de segurança devem 
ser observados durante esse processo? 
A concentração do HCl concentrado varia de 36,5% à 38%, o que normalmente 
é 37% de cloreto de hidrogênio para 100 ml de HCl. 
MM HCL = 36,46 g/mol 
at = 1,19 g/mol 
v = 0,11 
[HCl] = 0,1 mol/l 
O cálculo é realizado pela seguinte equação [HCl] = m __ . 
 MM x v(l) 
0,1 mol (l) = _____m____ m = 0,3646 gr 
 36,46 x 0,11 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
0, 3646 g - 37% x = 0,9854 gr em 100% 
 x - 100% 
d = _m_ 1,19 = 0,9854 v = 0,9854 v = 0,828 ml 
 v v 1,19 
Alguns cuidados são necessários, para a segurança de todos no laboratório, ao 
realizar este processo, bem como, proteção individual com máscara, luvas, jaleco e 
sempre adicionar o ácido junto a água, nunca o contrário para evitar respingos e 
reações perigosas e em caso de contato com a pele ou olhos, lavar imediatamente 
com água abundante. 
 
2. Por que a padronização de soluções é fundamental em análises químicas, e 
quais métodos podem ser empregados para padronizar uma solução de HCl? 
Nas análises químicas, padronizar as soluções é de extrema importância, pois 
assegura que a concentração da solução seja conhecida com precisão, permitindo 
deste modo que os resultados sejam confiáveis e seguros. 
A padronização também garante que os reagentes utilizados estejam dentro das 
especificações necessárias para uma análise correta. 
Para padronizar uma solução de HCl pode-se usar o método de titulação de uma 
massa exatamente conhecida de carbonato de sódio, Na2CO3, que é um padrão 
primário alcalino. 
 
3. Como determinar a concentração exata da solução padronizada de HCl, 
considerando as possíveis variáveis que podem afetar a precisão dos resultados? 
A concentração exata da solução de HCl é determinada através de uma titulação 
com um padrão primário, calculando a concentração com base nos volumes e massas 
envolvidos, e considerando as variáveis que podem afetar a precisão. 
O primeiro cálculo realizado, é para descobrir, que quantia de massa de 
carbonato de sódio Na2CO3 é preciso para reagir com 25 ml de HCl 0,1 mol/l 
[HCl] = __nº mols__ 0,1 mol/l = __nº mols__ nº mols = 0,0025mol 
 V 0,025l 
 
Na2CO3 + HCl – NaCl + H20 + CO2 = Base fraca+ ácido forte 
 
1mol Na2CO3 – 2 mol HCl x = 0,00125mol 
 x – 0,0025 
 
1 mol Na2CO3 – 106g x = 0,1325gr. 
 0,00125 mol – x 
 
E o próximo cálculo é a concentração de HCl 
[HCl] =_nº mols_ [HCl] = _0,0025_ [HCl] = 0,088mol/l 
 V 0,0284 
É necessário seguir alguns passos e ter alguns cuidados para ter precisão no 
resultado, bem como usar soluções padrão de alta pureza ou de concentração 
conhecida; fazer várias titulações e calcular uma média para reduzir erros aleatórios; 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
usar um indicador que mude de cor exatamente no ponto de equivalência da reação; 
controlar e anotar temperatura da solução. 
 
REFERÊNCIAS 
 
https://www.specialglass.com.br/blog/artigos/calibracao-de-vidrarias-volumetricas-
importancia-e-procedimentos-necessarios 
 
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundament
os%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%
A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf 
 
https://www.splabor.com.br/blog/equipamentos-para-laboratorio/calibracao-de-
equipamentos-melhores-praticas-no-
laboratorio/#:~:text=Calibra%C3%A7%C3%A3o%20direta,intermedi%C3%A1rios%2
C%20garantindo%20resultados%20altamente%20confi%C3%A1veis. 
 
https://www2.dti.ufv.br/raex/files/cursos/85268.pdf 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.specialglass.com.br/blog/artigos/calibracao-de-vidrarias-volumetricas-importancia-e-procedimentos-necessarios
https://www.specialglass.com.br/blog/artigos/calibracao-de-vidrarias-volumetricas-importancia-e-procedimentos-necessarios
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundamentos%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundamentos%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundamentos%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf
https://www.splabor.com.br/blog/equipamentos-para-laboratorio/calibracao-de-equipamentos-melhores-praticas-no-laboratorio/#:~:text=Calibra%C3%A7%C3%A3o%20direta,intermedi%C3%A1rios%2C%20garantindo%20resultados%20altamente%20confi%C3%A1veis
https://www.splabor.com.br/blog/equipamentos-para-laboratorio/calibracao-de-equipamentos-melhores-praticas-no-laboratorio/#:~:text=Calibra%C3%A7%C3%A3o%20direta,intermedi%C3%A1rios%2C%20garantindo%20resultados%20altamente%20confi%C3%A1veis
https://www.splabor.com.br/blog/equipamentos-para-laboratorio/calibracao-de-equipamentos-melhores-praticas-no-laboratorio/#:~:text=Calibra%C3%A7%C3%A3o%20direta,intermedi%C3%A1rios%2C%20garantindo%20resultados%20altamente%20confi%C3%A1veis
https://www.splabor.com.br/blog/equipamentos-para-laboratorio/calibracao-de-equipamentos-melhores-praticas-no-laboratorio/#:~:text=Calibra%C3%A7%C3%A3o%20direta,intermedi%C3%A1rios%2C%20garantindo%20resultados%20altamente%20confi%C3%A1veis
https://www2.dti.ufv.br/raex/files/cursos/85268.pdf
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02 
Júlia Carolina Culau da Silva 
47042836 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA– 
AULA 2 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Júlia Carolina Culau da Silva MATRÍCULA: 47042836 
CURSO: Farmácia POLO: Unifael - Erechim 
PROFPROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Fernanda Barbosa 
 
 
 
TEMA DE AULA: 
PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO NAOH 0,1 MOL/L 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Quais são os procedimentos recomendados para a preparação de uma solução de 
NaOH 0,1 mol/L, considerando as propriedades físico-químicas do composto? 
Primeiramente foi pesado aproximadante 1 g de NaOH em uma balança. 
Em seguida, em um béquer foi acrescentado o NaOH e 100 ml de água destilada, 
mexendo cuidadosamente até sua completa dissolução. 
Após a solução foi transferida em um balão volumétrico de 250 ml,no qual foi 
acrescentado água destilada até chegar na marca de 250 ml. 
M = ? 
V = 250 ml ou 0,25 l 
mm= 40 g/mol 
E o cálculo usado para a preparação de 0,1mol foi: 
M = ___M___ = 0,1 ml/l = __M__ M = 1g de NaOH 
 mm x V (l) 40g/ml x 0,25l 
A solução deve ser preparada com muito cuidado, devido à alta reatividade do 
NaOH, para evitar contaminações. E sua dissolução pode gerar calor, deste modo é 
aconselhado deixar a solução esfriar antes de completar o volume. E outro detalhe 
importante de ser lembrado é que, sempre o NaOH deve ser adicionado à água, nunca 
o contrário, para evitar respingos perigosos. 
 
2. Qual a importância da padronização da solução de NaOH em análises 
titulométricas, e quais métodos são utilizados para garantir sua precisão? 
Padronizar a solução de NaOH é fundamental em análises titulométricas pois 
garante que a concentração da solução seja conhecida com precisão, permitindo 
resultados corretos e confiáveis. 
A padronização foi realizada com Biftalato de potássio, sendo ele um padrão 
primário, por conter elevada pureza e estabilidade atmosférica, não ser higroscópio, 
nem volátil, ser de fácil secagem e por ter características ácidas para reagir com a 
base (NaOH). 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
O seguinte cálculo foi realizado para calcular a massa de biftalato necessária 
para reagir com 25 ml de NaOH. 
M = ? V= 25 ml ou 0,025l NaOH = 0,1 mol 
[NaOH] = nº mols NaOH 0,1 mol/l = nº mol NaOH nº mol NaOH = 0,0025 mol 
 V (l) 0,025l 
Ácido fraco + base forte 
1 mol biftalato – 1 mol NaOH 
 X – 0,0025 mol 
1 mol biftalato – 204,22 gr – Peso molecular 
 0,0025 mol – x 
X = 0,51 gr + 50 ml de água 
 + 3 gotas de fenoftaleina 
Foram feitas 3 titulações com a solução padrão para obter um valor médio. 
Cálculo - [NaOH] = _nº mols NaOH_ 
 V 
1ª titulação – [NaOH] = _0,0025 mol_ [NaOH] = 0,1 mol/l 
 0,025 
2ª titulação – [NaOH] = _0,0025 mol_ [NaOH] = 0,09960 mol/l 
 0,0251 
3ª titulação – [NaOH] = _0,0025 mol_ [NaOH] = 0,0980 mol/l 
 0,0255 
A média é de 0,0992 mol/l 
 
3. Como a variação da temperatura pode afetar a concentração e a reatividade da 
solução de NaOH, e quais medidas podem ser adotadas para minimizar esses 
efeitos? 
A variação da temperatura tem um impacto significativo, podendo alterar a 
concentração e aumentar a reatividade do NaOH, principalmente por meio da 
expansão volumétrica e absorção de gás carbônico. 
Para minimizar esses efeitos, é fundamental que o armazenamento da solução 
seja adequado, estando em frascos bem fechados e preferencialmente de vidro, em 
locais frescos e protegidos das luzes e variações de temperatura, realizar 
padronizações regulares também é de extrema importância, assim como manter a 
temperatura ambiente estável durante as análises também é um fator essencial. 
 
TEMA DE AULA: 
AFERIÇÃO DE MATERIAL VOLUMÉTRICO 
 
 
RELATÓRIO: 
1. Quais são os critérios para a escolha de materiais volumétricos adequados para 
medições precisas, e como a aferição contribui para a confiabilidade dos 
resultados? 
Os materiais volumétricos são escolhidos devido uma série de fatores, dentre 
eles: precisão e exatidão, pois foram fabricados com alta precisão para garantir que o 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
volume indicado seja o mais próximo possível do volume real; material compatível 
com as mais diversas soluções sendo de alta qualidade, para evitar reações ou 
contaminações; material de fácil limpeza e de diversas capacidades, sendo de uma 
marca confiável e com certificação. 
 A aferição periódica desses materiais é necessária e de crucial importância, 
para detectar possíveis desvios, garantir a exatidão das medições e, assim, obter 
resultados confiáveis e reprodutíveis. 
 
2. Qual o procedimento padrão para aferir a precisão de pipetas e balões 
volumétricos, e quais fatores podem influenciar a exatidão das medições? 
O procedimento padrão usado para aferir a precisão de pipetas e balões 
volumétricos é a calibração. 
O procedimento de calibração envolve e determinação da massa de água 
contida na vidraria ou descarregada por ela. Observa-se a temperatura da água e, a 
partir da sua densidade na temperatura medida, calcula-se o seu volume. 
A temperatura, condutividade, umidade, condições do instrumento, técnicas de 
manuseio, calibração, vibração ou movimento e tempo de repouso, são fatores que 
podem influenciar na exatidão das medições. 
 
3. Como as técnicas de aferição direta e indireta diferem na prática laboratorial, e 
quais são as implicações dessas abordagens na qualidade dos dados obtidos? 
A aferição direta é rápida e simples, pois não requer etapas intermediárias. Já a 
aferição indireta pode ser mais complexa, envolvendo instrumentos intermediários 
para avaliar o desempenho do equipamento. 
 
Referencias 
 
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundament
os%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%
A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf 
 
https://www2.ufjf.br/nupis//files/2011/06/Apostila-Pratica-Analise-Volumetrica-QUI-
094-2014.11.pdf 
 
https://eranalitica.com.br/blog-entenda-como-a-calibracao-em-volume-pode-salvar-
seus-experimentos-cientificos/ 
 
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundamentos%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundamentos%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf
https://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Fundamentos%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%C3%A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf
https://www2.ufjf.br/nupis/files/2011/06/Apostila-Pratica-Analise-Volumetrica-QUI-094-2014.11.pdf
https://www2.ufjf.br/nupis/files/2011/06/Apostila-Pratica-Analise-Volumetrica-QUI-094-2014.11.pdf
https://eranalitica.com.br/blog-entenda-como-a-calibracao-em-volume-pode-salvar-seus-experimentos-cientificos/
https://eranalitica.com.br/blog-entenda-como-a-calibracao-em-volume-pode-salvar-seus-experimentos-cientificos/

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