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Beverly Sills
Drogas
•Drogas de PCR;
•Drogas vasoativas;
• Intubação Orotraqueal;
•Sedativos;
•Antiarrítmicos;
• Insulinoterapia;
•Antitérmico;
•Solução salina;
Drogas vasoativas – DVA’s
•O choque é uma condição comum em unidades de
terapia intensiva (UTI), afetando cerca de um terço dos
pacientes.
•O suporte hemodinâmico precoce e adequado é
essencial para evitar piora e perpetuação das
disfunções orgânicas.
•Se a hipotensão é grave, ou se persiste apesar da
administração de fluidos, o uso de vasopressores é
indicado.
DROGAS VASOATIVAS – DVA’S
Os três princípios das drogas vasoativas
• 1. Uma droga, vários receptores: cada droga vasoativa ativa
não um, mas vários receptores, em diferentes intensidades.
• 2. Resposta dose-dependente: uma mesma droga pode ter
efeitos diferentes (e até contrários!) em diferentes doses.
• 3. Efeitos diretos e efeitos reflexos: os efeitos de cada droga
vasoativa não se limitam às respostas fisiológicas diretas que a
ativação de cada receptor causa, mas também às respostas
reflexas a essas mudanças.
Os receptores adrenérgicos das drogas 
vasoativas
• A mágica das drogas vasoativas acontece principalmente (mas
não só) por meio da ativação dos RECEPTORES
ADRENÉRGICOS (alfas e betas).
• Receptores alfa-1 - vasoconstrição periférica;
• Receptores alfa-2 - vasodilatação periférica;
• Receptores beta-1 – inotrópicos e cronotrópicos positivo;
• Receptores beta-2 - vasodilatação.
https://blog.jaleko.com.br/adrenalina-e-noradrenalina-as-catecolaminas-endogenas-e-sua-acao-simpatica/
As principais drogas vasoativas
•Noradrenalina
•Adrenalina
•Dopamina
•Dobutamina
•Nitroprussiato de sodio
Noradrenalina
• Dependendo da dose utilizada, obtém-se aumento do
volume sistólico, diminuição reflexa da FC e importante
vasoconstrição periférica, com aumento da PA.
• É também um potente vasoconstritor visceral e renal, o que
limita sua utilização clínica.
• A noradrenalina é uma droga de eleição no choque séptico,
cuja finalidade é elevar a PA em pacientes hipotensos, que
não responderam à ressuscitação por volume e a outros
inotrópicos menos potentes.
Noradrenalina
• Apresentação: 1 ampola de 4ml com 4mg, sendo 1mg/ml.
• Soluções para diluição: glicosada ou fisiológica.
• Doses : 0,01 a 1,5mcg/kg/min
Porém doses mais altas podem ser necessárias. Ainda não
está claro qual é a dose máxima de noradrenalina que se
pode utilizar.
Noradrenalina
• Soluções :
Solução 01 (PADRÃO) – correr IV (intravenoso) em bomba de infusão
(BI).
• Noradrenalina 4 ampolas (16mg) + SGI 5% 234ml
• Concentração da solução: 0,064mg/ml ou 64mcg/ml
Solução 02 (Concentrada) – correr IV em BI.
• Noradrenalina 8 ampolas (32mg) + SGI 5% 218ml
• Concentração da solução: 0,128mg/ml ou 128mcg/ml
Noradrenalina-Cuidados
• Preferencialmente via CVC;
• PA de 15 em 15min;
•Não há necessidade de usar equipo fotossensível;
• Infundir em via exclusiva.
•Monitorização da função renal;
• Cuidados com necrose e escara no local de injeção
periférica;
•A administração de altas concentrações também pode
precipitar hipotensão acentuada, infarto do miocárdio ou
hemorragia cerebral;
•Não pode ser feito na mesma via do bicarbonato de
sódio.
Adrenalina
• O mecanismo da elevação da PA, causado pela adrenalina, é
devido a uma ação direta no miocárdio, com aumento da
contração ventricular(inotropismo positivo), um aumento
da frequência cardíaca (cronotropismo positivo) e uma
vasoconstrição em muitos leitos vasculares (arteríolas da
pele, rins e vênulas).
• A droga exerce, também, importantes efeitos na
musculatura brônquica (bronco dilatação).
Adrenalina - indicações
•Parada cardiorrespiratória é a principal indicação.
•Anafilaxia;
•Choque séptico com hipotensão refratária a volume
e vasopressores tradicionais;
•Bradicardia sintomática;
•Brocoespamos severos.
Adrenalina - Doses
• Apresentação: 1 ampola de 1ml com 1mg, sendo 1mg/ml.
• Soluções para diluição: fisiológica ou glicosada.
• Na parada cardiorrespiratória (PCR), não há dose máxima na PCR:
– IV 1mg em bolus a cada 3 a 5 minutos. Pode fazer após 20ml de
solução fisiológica e elevação do membro.
– Pelo tubo traqueal: 2,5mg + 10ml de água bidestilada ou solução
fisiológica.
• Na bradicardia sintomática ou que gere hipotensão refratária à atropina:
– 0,5mg IV em bolus ou em infusão continua 2 a 10mcg/min.
• No broncoespasmo: – Subcutâneo (SC): 0,3 a 0,5mg (1:1.000) a cada 20
minutos, no máximo 3 doses.
– Inalação: 1mg em 1oml de solução fisiológica.
• Anafilaxia: – IM: 0,3 a 0,5mg a cada 20 minutos.
– IV: 0,1mg (1:10.000) por 5 minutos.
• Infusão contínua, quando usado IV em BI usar em veia central:
– 0,01 a 3mcg/kg/min
Dopamina
•A dopamina é o precursor imediato da noradrenalina;
•Por ser uma molécula polar, não atravessa a barreira
hematoencefálica, não apresentando, assim, ação no
sistema nervoso central.
•As indicações principais da dopamina estão
relacionadas aos estados de baixo débito com volemia
controlada ou aumentada (efeito beta adrenérgico).
Dopamina-Dose/efeito
• Doses menores que 5 mcg/kg/min- Vasodilatação;
Aumento do fluxo sanguíneo renal;Aumento da taxa de
filtração glomerular (TFG);Aumento da excreção renal de
sódio.
• Doses de 5 a 10 mcg/kg/min-Aumento do inotropismo
(contratilidade cardíaca); Aumento do cronotropismo
(frequência cardíaca);
• Doses maiores que 10 mcg/kg/min-Vasoconstrição;
Aumento da pressão arterial; Vasoconstrição de veias
pulmonares com aumento da pressão de capilar pulmonar.
Dobutamina
•A dobutamina é indicada para o suporte inotrópico
de pacientes com estados de hipoperfusão nos quais
o débito cardíaco é insuficiente para suportar as
demandas circulatórias.
•Aumenta o volume sistólico e o débito cardíaco.
Diminui a pressão ventricular de enchimento (reduz
a pré-carga) e a resistência vascular pulmonar e
sistêmica total.
Dobutamina
•Ampola: 250mg/20ml.
•Solução padrão: concentração 1.000mcg/ml
•Soro Fisiológico 0,9% ou SG 5% 230 ml
•EV em bomba de infusão contínua + 
Dobutamina 250mg 1 amp
Dobutamina
•Pode diluir em Soro Fisiológico 0,9% ou Soro
Glicosado 5%.
•Não necessita de proteção à luz.
• Incompatível com soluções alcalinas, como
bicarbonato de sódio.
Nitroprussiato de sodio
•Potente vasodilatador arterial e venoso.
•Reduz pré e pós carga, melhorando assim a função
do VE em pacientes com IC e baixo débito.
•Utilizado em emergências hipertensivas
Nitroprussiato de sodio
•Apresentação: frasco-ampola: 50mg/2ml
•Solução padrão: concentração 200mcg/ml
•Soro Glicosado 5% 248 ml EV em bomba de
infusão contínua + Nitroprussiato 50mg/2ml – 1
ampola
Nitroprusiato de sódio - Cuidados
• Atenção: Necessita de proteção à luz.
• Pode diluir em Soro Glicosado 5% (preferencialmente) ou
em Soro Fisiológico 0,9%;
• possui uma intensa ação arteriodilatadora. Isso faz com que
mesmo doses baixas possam causar súbitas quedas na
pressão arterial.
Nitroprusiato de sódio - Cuidados
• Intoxicação por cianeto: o uso por tempo prolongado de
nitroprussiato de sódio pode levar a um acúmulo de
cianeto.
• Essa intoxicação se manifesta com acidose metabólica
(láctica), hiperoxemia venosa, falta de ar, confusão mental e
até morte. Se dose acima de 2 mcg/kg/min por mais de 3
dias, deve-se monitorizar níveis de tiocianato diariamente.
• O tratamento da intoxicação por cianeto pode ser feito
com o uso da hidroxicobalamina.
INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
Fonte: Google Imagens
Os 7 P’s da INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
•1. Preparação – Matérias, aspirador,
oxigênio, posição, monitorização, avaliação
de vias aéreas, acesso venoso, drogas;
•2. Pré-oxigenação - (FiO2) de 100% durante
3-5 minutos;
Os 7 P’s da INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
•3. Pré-tratamento - As duas principais drogas
indicadas são o fentanil (1-3 mcg/kg) e a lidocaína
(1,5 mg/kg). Elas devem ser administradas três
minutos antes da passagem do tubo, se houver
indicação;
•4. Paralisia com indução - primeiro realizar a
indução e depois a paralisia.(Etomidato, midazolam,
Quetamina, Succinil-colina);MEDICAÇÕES SEDATIVAS PARA ntubação de sequência rápida
Medicação Benefícios Comentários
Etomidato Excelente sedação,
quase sem
hipotensão
Uso cauteloso de sepse;
considerar utilizar uma dose de
glicocorticoides.
Quetamina Broncodilatação;
Estimula secreção
de catecolaminas
Bem indicado em pacientes com
broncoespasmo, sépticos ou com
comprometimento
hemodinâmico
Midazolam Propriedades
amnésicas
importantes
Frequentemente usado em doses
mais baixas que o indicado
Propofol Broncodilatação
Os 7 P’s da INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
•5. Posicionamento do paciente;
•6. Posicionamento do tubo com confirmação –
Passagem do tubo, insuflar cuff, auscultar região
epigástrica, pulmão esquerdo e direito;
•7. Pós-intubação – fixação, ventilação mecânica,
RX de tórax, gasometria.
•Obs: Cuidado com hipotensão.
Sedação continua
No paciente crítico, os principais objetivos da sedação são:
• Redução da resistência à ventilação mecânica
• Diminuição do consumo de oxigênio,
• Tratamento de distúrbios psiquiátricos ou problemas
relacionados à abstinência de substâncias de abuso,
• Restauração da temperatura corporal,
• Alívio da ansiedade,
• Indução do sono e de eventual amnesia,
• Redução do metabolismo basal.
Sedação continua-Cuidados
•Documentar diariamente o nível de sedação;
•Ter como meta a redução diária da dose do
sedativo;
•Despertar diário;
•A sedação pode incluir ou não a hipnose, sendo
mensurada, frequentemente, pelas escalas de
Ramsay e RASS.
Sedação - Benzodiazepínicos
• Efeito sedativo, ansiolítico e de amnésia.
• São revertidos com a administração de Flumazenil por via EV,
porém é contraindicado após infusões prolongadas, pelo risco
de abstinência.
• Podem eventualmente causar hipotensão, dependência e
indução de delirium.
• Possuem ação sinérgica com opioides.
• Diazepam: 1 a 10mg (0,2 a 0,3mg/kg) EV, diluído, lentamente;
Considerar doses adicionais.
• Midazolam: 25 a 100mcg/kg em bolus, seguido por 0,25 a 1
mcg/kg/min em bomba infusora.
Sedação -Opioides
• Auxiliam na sedação, pois proporcionam analgesia.
• Em geral não produzem amnésia.
• Podem causar efeitos colaterais (redução da motilidade
intestinal, bradicardia).
• Fentanil: 1 a 3 mcg/kg em bolus, seguido por 0,01 a 0,03
mcg/kg/min contínuo;
Sedação - Propofol
• Anestésico geral que possui efeito sedativo em doses menores.
• Utilizar com cuidado em pacientes com instabilidade
hemodinâmica (risco de hipotensão).
• Fundamental no neurointensivismo, pois proporciona redução do
metabolismo cerebral e da pressão intracraniana.
• Propofol: 250 a 1000 mcg/kg em bolus, seguido por 10 a 50
mcg/kg/min contínuo
• O uso em altas doses (> 83 mcg/kg/min) e por tempo prolongado
(> 3 dias) pode causar a síndrome de infusão do Propofol (acidose
metabólica, arritmias, hiperlipidemia e evolução para parada
cardiorrespiratória), para a qual não há tratamento específico.
Sedação -Cetamina
• Anestésico dissociativo, que produz estado de dissociação
neurológica sem reação a dor ou chamado verbal (analgesia
profunda e amnésia).
• Interage com diversos receptores, inclusive opioides e
colinérgicos.
• Cetamina: 2 a 6 mg/kg IM, ou 0,25 a 0,5 mg/kg IV, seguido
por 0,5 a 1 mg/kg/h IV contínuo.
Sedação -Haloperidol
• Medicamento de escolha para o estado de agitação e 
delirium. Pode desencadear sintomas extrapiramidais. 
• Haloperidol: 0,5 a 10 mg IM ou IV – Agitação leve a intensa 
– seguido por manutenção de 2 a 10 mg a cada 2 a 8h. 
• Em pacientes conscientes, a via de administração pode ser 
oral, desde que não haja risco de broncoaspiração. O uso 
intravenoso, apesar de questionável (potencializa chance 
de efeitos adversos) é prática amplamente difundida no 
Brasil.
Sedação - Etomidato
•Sedativo, hipnótico e não analgésico
•Garante estabilidade hemodinâmica
•Ampola:20mg/10ml - Dose 0,3mg/kg
• Inicio de ação : 15 a 45 seg.
Escala de Rass
Escala de Ramsay
Tipos de arritmias
. Bradiarritmias
Bradicardia Sinusal 
Bloqueios Atrioventriculares (BAVs)
. Taquiarritmias
Extra-sístoles
Taquicardias SV
Taquicardia ventricular
Flutter atrial / ventricular
Fibrilação atrial / ventricular
Bradiarritmias
• Estável ou instável?
• Se sim,
• Atropina 0.5mg em bolus, repetir a cada 3 a 5 minutos,
máximo 3 mg.
• Se for ineficaz, Dopamina(2 a 20mcg/kg) ou adrenalina(2-
10mcg/kg) EV continuo.
• Considerar Estimulação transvenosa.
TAQUIARRITMIAS –Como identificar
1. QRS: estreito ou largo?
Estreito taqui supraventricular
Largo  taqui ventricular ou supraventricular com
condução aberrante
2. Ritmo regular ou irregular?
3. Há onda P visível?
. Taquiarritmias-Ritmo regular 
estável 
•Massagem do seio carotídeo e manobra de valsalva
•Se não reverter o ritmo, Adenosina 6mg em bolus +
flush de 20ml de SF0,9%.
•Obs: SENSAÇÃO DE MORTE IMINENTE  orientar o
paciente pressão torácica importante  efeitos
transitórios
. Taquiarritmias-Ritmo regular 
estável 
• β bloqueadores:
•Metoprolol: 5 mg, EV lento repetir mais 2x 5 mg (
até 15 mg).
•Propranolol: 1 mg, EV, a cada 5 minutos, até 5 mg
. Taquiarritmias - Ritmo irregular 
estável 
. Taquiarritmias - Ritmo irregular 
estável 
• Se não reverter, Cardioversão elétrica
• SEDAÇÃO: Midazolam 3-5 mg bolus repetir té sedação);
Etomidato 20 mg bolus (2 min após Fentanil); Propofol * 30-
50 mg bolus (máximo até 200 mg).
• ANALGESIA: Fentanil 1-2 μg/kg;
• Morfina 1-2 mg.
. Taquiarritmias - Ritmo irregular 
estável 
• CARDIOVERSÃO ELÉTRICA:
• 1º choque 50 J, 2º choque 100 J (flutter)
• 1º choque 120-200 J, 2º choque 360J (FA)
 desfibrilador monofásico deve ter carga entre 100-200 J
 desfibriladores bifásicos deve variar entre 120-200 J.
Taquiarritmias – Instáveis 
• Amiodarona: dose de ataque de 150 -300 mg em SG5% 100 ml
em 15 minutos (podendo ser repetido a cada 15 minutos) e a
manutenção de 1 mg/min nas primeiras 6 horas e 0,5 mg/min
nas próximas 18 horas. A dose máxima diária é de 2,2 g;
• Lidocaína: pode ser usada em TV instáveis refratárias. É
realizado o ataque de 1 a 1,5 mg/kg e após dose de manutenção
de 1 a 4 mg/min. Efeitos colaterais: tonturas, parestesias,
convulsões, parada respiratória. Não tem efeito hemodinâmico
importante.
Taquiarritmias
• Sulfato de Magnésio (MgSO4): 1 – 2 g de MgSO4 50% em
5 - 20 minutos. Se necessário pode-se realizar novamente 2
g após 15 minutos. Em alguns casos, pode-se administrar
uma infusão contínua de 3 - 20 mg/min;
Insulinoterapia
• NPH (Neutral Protamine Hagedorn) – Conhecida como
insulina lenta, foi a primeira a ser sintetizada com o
objetivo de mimetizar a secreção de insulina basal. Tem
duração de no máximo 12 horas, início de ação em 1-2
horas e pico de 2-4 horas.
• R (Regular) – Conhecida como insulina rápida, foi a primeira
a ser sintetizada com o objetivo de mimetizar a secreção de
insulina nos períodos prandiais. Tem duração de até 4
horas, início de ação em 30-45 minutos e pico de 1-2 horas.
Insulinoterapia
Obs: A insulina de ação rápida pode também ser utilizada para aplicação 
intramuscular (IM) e intravenosa (IV)
• A via IM é uma opção usada, às vezes, em pronto-socorro.
• A via IV, em unidade de terapia intensiva (UTI), onde o paciente 
permanece devidamente monitorado.
Via subcutâneo 
Insulinoterapia
• A meta do controle glicêmico deve estar entre 140 e 180
mg/dl.
• Os valores glicêmicos devem ser realizados de 6 em 6 horas.
• As glicemias devem ser colhidas preferencialmente: de
extremidades dos dedos e orelhas, em sistema de rodízio.
• Paciente em choque retirar de sangue arterial.
• Se hipoglicemia, 40ml de glicose 50% EV e repetir após 15
minutos.
Antitérmicos
• Importante lembrar que o verdadeiro tratamento da febre
(ou da hipertermia) consiste em tratar a causa de base ou
as complicações da doença subjacente.
• Febre e hipertermia.
• Medidas não farmacológicas - ventiladores, retirar roupas,
manter corpo úmido, bolsas de gelo no pescoço, virilhas e
axilas, imersão em água, cobertor térmico, Fluídos
resfriados IV, porlavagem gástrica ou lavagem peritoneal,
Hemodiálise, Circulação Extra-corpórea.
Antitérmicos
Medicação e Doses Observações
Dipirona IM/IV – 1 a 2,5g/dose até 4 x/dia, dose
máxima preconizada: 3g/dia (apresentação
500mg/ml)
Dipirona VO – 500 a 1000mg/dose até 4 x/dia
(apresentação gotas: 500mg/ml = 20 gotas ou
comprimidos de 500mg)
Pode ser administrada por via parenteral
Efeito analgésico potente
Não se encontra citado seu uso na
literatura médica (norte-americana em
especial), mas é a medicação mais
usada em nosso meio.
Paracetamol VO – de 500 a 1000mg/dose até 4
x/dia
Só apresentação VO
Risco de hepatotoxicidade em doses
elevadas (em geral > 4g/dia)
Ácido acetil-salicílico (AAS) VO – 325 a
650mg/dose até de 4/4horas
Contra-indicado em casos de suspeita
de dengue e história de
hipersensibilidade
Cautela em pacientes com história de
sangramento por úlcera péptica, outros
sangramentos e trombocitopenia.
https://www.medicinanet.com.br/pesquisas/dipirona.htm
https://www.medicinanet.com.br/pesquisas/paracetamol.htm
https://www.medicinanet.com.br/pesquisas/acido_acetil_salicilico.htm
Cristalóides e Colóides
•Cristalódes - Soluções de íons inorgânicos e
pequenas moléculas orgânicas dissolvidas em
água. (Soro Fisiológico, ringer)
•Colóides - Substância homogênea não cristalina,
consistindo de grandes moléculas ou partículas
ultramicroscópicas de uma substância dispersa em
outra. (Albumina)
• Indicações - Reposição volêmica → expansão
plasmática.
Soro fisiológico
Vantagens:
•Baixo risco de eventos adversos
•Baixo custo
• Indicada para pacientes com comprometimento da
barreira hemato-encefálica (BHE).
•Ex: TCE – alcalose metabólica hiperclorêmica e
hiponatremia.
Desvantagens:
•Acidose metabólica hiperclorêmica
•Hipernatremia
Ringer, Ringer Lactato
Vantagens:
• Composição balanceada de eletrólitos
• Capacidade tampão
• Baixo risco de eventos adversos
• Sem distúrbios de coagulação
• Efeito diurético
Desvantagens:
• Amplas quantidades necessárias
• Redução de pressão colóido-osmótica
• Risco de super-hidratação
• Edema e hiponatremia
Ringer, Ringer Lactato
• Ringer Lactato Precauções: • Choque e trauma →
capacidade de metabolização do lactato pelos rins e fígado
pode estar diminuída → piora da acidose
Solução glicosada
• A solução glicosada é responsável por repor e adequar os
níveis de glicose no sangue. O soro é comumente aplicado
em casos de comas alcoólicos ou de desnutrição excessiva.
PROXIMO ENCONTRO
09.06.21
NEUROINTENSIVISMO E 
RADIOLOGIA DO PACIENTE 
GRAVE
Boa noite =D

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