Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8577 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
Terapia ocupacional e práticas na Atenção Primária em Saúde: 
Revisão integrativa da literatura 
 
Occupational Therapy and practices in Primary Health Care: 
Integrative Literature Review 
 
DOI:10.34119/bjhrv4n2-374 
 
Recebimento dos originais: 04/03/2021 
Aceitação para publicação: 15/04/2021 
 
Ana Maria Menezes de Souza 
Terapeuta Ocupacional, Especialista em Saúde da Família/Residência Multiprofissional 
UFS 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: anamariamenezesdesouza@hotmail.com 
 
Alana Lalucha de Andrade Guimarães 
Fisioterapeuta, Mestre em Ciências Aplicadas à Saúde - UFS 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: alanalalucha@yahoo.com.br 
 
Laís Melo Andrade 
Terapeuta Ocupacional, Especialista em Saúde da Família/Residência Multiprofissional 
UFS 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: laismeloandrade@gmail.com 
 
Janayna de Almeida Andrade 
Terapeuta Ocupacional, Especialista em Atenção Hospitalar a Saúde/Residência 
Multiprofissional UFS. 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: janaynadr@hotmail.com 
 
Taislayne Fraga da Cruz 
Terapeuta Ocupacional, Residente em Residência Multiprofissional em Saúde da 
Família-UFS, Pós graduanda em Saúde Coletiva. 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: tais.fraga2255@gmail.com 
 
Josefa Fernanda de Jesus Souza Carvalho 
Terapeuta Ocupacional - UFS. 
Pós graduação em Neuropsicologia e Psicomotricidade pela Pró Saber. 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: nnanda92@hotmail.com 
 
Joana Rabelo dos Santos 
Terapeuta Ocupacional - UFS. 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: joannarabello@gmail.com 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8578 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
Raphaela Schiassi Hernandes 
Terapeuta Ocupacional, Doutora em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina de 
Botucatu (UNESP). Professora da Universidade Federal de Sergipe - UFS 
Endereço Institucional: Av. Governador Marcelo Deda, 13 Lagarto-SE 
E-mail: rapha_to@hotmail.com 
 
RESUMO 
Introdução: A Atenção Primária à Saúde (APS) é a porta de entrada dos usuários ao 
Sistema Único de Saúde (SUS). Este, por sua vez, oferta cuidados multidisciplinares às 
comunidades por meio das Unidades Básicas de Saúde. Deste modo, o terapeuta 
ocupacional é um profissional que pode somar-se às equipes multiprofissionais que atuam 
na Atenção Primária de Saúde. Objetivo: Descrever, por meio da revisão Integrativa, a 
Atuação da Terapia Ocupacional na Atenção Primária em Saúde, com o intuito de 
entender a prática da terapia ocupacional nesse nível de atenção. Metodologia: Foram 
utilizadas as bases de dados LILACS, SCIELO e os três principais periódicos de Terapia 
Ocupacional com o foco nas publicações científicas dos anos de 2015 a 2021. Resultados: 
Foram encontrados 22 artigos, sendo que a maioria aborda estudos metodológicos 
qualitativos e descritivos com terapeutas ocupacionais inseridos na APS por meio de 
estágios e através do NASF-AB. Conclusão: O estudo apontou práticas diversas da terapia 
ocupacional na APS, com potencial significativo para desenvolver o trabalho em equipe 
neste nível de atenção à saúde. Assim, é de suma importância a luta por maior inserção 
desta categoria profissional em tal subsídio. 
 
Palavras-chave: Terapia Ocupacional,Atenção Primária em Saúde, Atenção Básica em 
Saúde, Prática profissional. 
 
ABSTRACT 
Background: Primary Health Care (PHC) is the gateway for users to the Unified Health 
System that offers multidisciplinary care to communities through Basic Health Units. 
Thus, the occupational therapist is a professional who can add to the multiprofessional 
teams that work in Primary Health Care. Aim: describe, through the integrative review, 
the Occupational Therapy Performance in Primary Health Care. In order to understand 
the practice of occupational therapy at this level of care. Methods: The LILACS, SCIELO 
databases and the three main Occupational Therapy journals were used and scientific 
publications between the years 2015 to 2021 were included. Results: 22 articles were 
found, most of them with qualitative and descriptive methodological studies with 
occupational therapists inserted mostly in PHC through internships and through the 
extended family health center - Primary care program. Conclusion: the study showed 
different occupational therapy practices in PHC, with significant potential to develop 
teamwork at this level of health care. Thus, the struggle for greater insertion of this 
professional category in Primary Health Care is extremely important. 
 
Keywords: Occupational Therapy, Primary Health Care, Primary health care, 
professional practice. 
 
 
 
 
 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8579 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
1 INTRODUÇÃO 
 No Brasil, ocorreram mudanças significativas no Sistema de Saúde e na Atenção 
Primária à Saúde a partir das influências da Declaração de Alma-Ata, da Reforma 
Sanitária e da realização da 8ª Conferência Nacional de Saúde em 1986. Todo esse 
contexto resultou na construção do Sistema Único de Saúde (SUS), alicerçado também 
na Constituição Cidadã de 1988 (PAIM, 2013). Partindo de todo esse recorte e aporte 
histórico, a atual Política Nacional de Atenção Básica foi revisada e definida pela Portaria 
nº 2.436 que caracteriza a Atenção Primária em Saúde (ABS) como: 
 
Um conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas que 
envolvem promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, 
reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e vigilância em saúde, 
desenvolvida por meio de práticas de cuidado integrado e gestão qualificada, 
realizada com equipe multiprofissional e dirigida à população em território 
definido, sobre as quais as equipes assumem responsabilidade sanitária 
(BRASIL, 2017, p.1). 
 
 Dessa forma, no Brasil, o ingresso do terapeuta ocupacional na atenção Primária 
à Saúde iniciou-se no final da década de 1970, com algumas atuações em serviços nas 
Unidades Básicas de Saúde e nos Centros de Saúde Escola ligados às universidades 
(EMMEL; CRUZ; FIGUEIREDO, 2015; ROCHA; SOUZA, 2011). Após uma década, 
no ano de 1980, as práticas de terapia ocupacional estavam envolvidas em um campo de 
interação entre as universidades por meio do curso de terapia ocupacional, dos Centros 
de Saúde Escola, das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e dos diversos equipamentos 
sociais e de saúde dos territórios (TOLDRA, CARVALHO; BALLARIN, 2008). 
 A partir dos anos 2000, essa inserção se amplia com profissionais da área 
integrando equipes de Estratégia de Saúde (ESF) em algumas experiências no município 
de São Paulo (SP) (ROCHA; SOUZA, 2011). A ampliação dessa inserção se traduz na 
composição das equipes de Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica 
(NASF-AB); Consultórios na Rua (CnR); Atendimento Domiciliar (AD)/ Programa 
Melhor em Casa (BRASIL, 2013) e Atenção Básica Prisional (ABP) (SILVA; OLIVER, 
2016). Além disso, a terapia ocupacional se faz presente em espaços de gestão de serviços 
de APS (FURLAN; OLIVEIRA, 2017) e também pode compor a equipe da academia da 
saúde nas ações de promoção e educação em saúde. 
Para Nunes (2009), a terapia ocupacional na Atenção Primária à Saúde prioriza 
os contextos de vida dos indivíduos assistidos em suas intervenções. Sua inserção na 
Estratégia de Saúde da Família (ESF) se dá por meio do desenvolvimento de ações naBrazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8580 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
comunidade, domicílio e, primordialmente, nos dispositivos comunitários e sociais, o que 
colabora para a ampliação da promoção de saúde além dos limites físicos e institucionais. 
Nesse sentido, a atuação do terapeuta ocupacional na Atenção Primária à Saúde 
(APS) pode ocorrer de duas formas: a primeira com o núcleo de saber específico da 
terapia ocupacional e a segunda com o campo de conhecimento da saúde coletiva por 
meio da promoção à saúde, do fomento da participação social, do mapeamento do 
território, das práticas de educação em saúde e da educação permanente. Em suma, tudo 
aquilo que é comum e transversal à saúde coletiva (BELOTTI, 2020)1. 
Ressalta-se que a atuação do terapeuta ocupacional na APS, dependerá do 
mapeamento, das demandas que emergem no território e daquelas levantadas pelas 
equipes de Estratégia de Saúde da Família para que os atendimentos na UBS possam ser 
planejados (BELOTTI, 2020)2. 
A atuação da Terapia Ocupacional na APS, no seu núcleo de saber específico, 
poderá ocorrer por meio da confecção e treino de tecnologias assistivas - desde que se 
tenha estrutura e material disponível - reorganização do cotidiano, orientação de treinos 
de atividades de vida diária (AVD) e atividades instrumentais de vida diária (AIVD), 
realização de atividades, grupo de atividades, oficinas para participação social, ações no 
domicílio, realização de atividades para usuários e familiares: em sofrimento mental, 
pessoas com deficiência, crianças, adolescentes e idosos (BELOTTI, 2020)3. 
Portanto, a Atenção Primária em Saúde (APS) pode ser considerada um campo de 
atuação recente para a Terapia Ocupacional no Brasil. Além disso, com relação as 
sistematizações das práticas executadas na Atenção Primária em Saúde, nota-se que ainda 
estão em início a maioria dos trabalhos, pois a maior parte dos casos se relaciona à 
problemática da pessoa com deficiência física (BASSI; MALFITANO; BIANCHI, 2012). 
 
1 Ideia retirada da live: a importância da terapia Ocupacional na atenção Básica citada pela doutora 
Meyrielle Belotti transmitido em 06 de agosto de 2020 
https://www.youtube.com/watch?v=ZjYaq6mFKsc&t=3335s 
 
2 Ideia retirada da live: a importância da terapia Ocupacional na atenção Básica citada pela doutora 
Meyrielle Belotti transmitido em 06 de agosto de 2020 
https://www.youtube.com/watch?v=ZjYaq6mFKsc&t=3335s 
 
3 Ideia retirada da live: a importância da terapia Ocupacional na atenção Básica citada pela doutora 
Meyrielle Belotti transmitido em 06 de agosto de 2020 
https://www.youtube.com/watch?v=ZjYaq6mFKsc&t=3335s 
 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8581 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
Por fim, é importante identificar a prática da terapia ocupacional na APS, considerando a 
importância desse profissional nesse nível de atenção à saúde. 
 
2 METODOLOGIA 
 Este estudo é uma revisão integrativa da literatura, considerada uma abordagem 
metodológica de estudos relacionados à terapia ocupacional no âmbito da Atenção 
Primária em Saúde (APS) por meio de uma síntese baseada na Prática Baseada em 
Evidência (PBE). O método deste trabalho foi dividido nas seguintes etapas: a primeira 
consistiu na identificação do tema - Terapia Ocupacional e Práticas na Atenção Primária 
em Saúde: revisão integrativa da literatura. A segunda etapa baseou-se no 
estabelecimento da questão norteadora: "Quais são as práticas realizadas pela terapia 
ocupacional na Atenção Primária em Saúde?". 
Posteriormente, a terceira etapa consistiu no estabelecimento de fontes de 
informação: Literatura Latino Americana em Ciências da Saúde – LILACS e Scientific 
Electronic Library Online – SCIELO e dos três principais periódicos de Terapia 
Ocupacional: “Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, Revista de Terapia 
Ocupacional da Universidade de São Paulo e Revista Interinstitucional Brasileira de 
Terapia Ocupacional”, que estão indexados em tais bases de dados. Além disso, foram 
realizadas pesquisas em outros periódicos da saúde coletiva, sendo eles: Brazilian Journal 
of Development, Pimenta Cultural e Arquivos Brasileiros de Ciências da Saúde ABCS. 
Para realizar a pesquisa, foram utilizados os descritores presentes no DeCS com 
os termos: Terapia Ocupacional; Atenção Primária em Saúde; Atenção Básica em Saúde 
e Prática Profissional. O período de busca foi compreendido entre janeiro de 2015 e março 
de 2021, restringindo-se a artigos Brasileiros e de língua portuguesa, descrevendo estudos 
clínicos, epidemiológicos, estudos de caso, estudos qualitativos e descritivos, relatos de 
experiências e pesquisas exploratórias. Além disso, foram excluídos nessa pesquisa 
artigos que não abordam as práticas de terapia ocupacional junto a usuários na Atenção 
Primária à Saúde, ou seja, foram excluídas: revisão sistemática ou integrativas e 
narrativas com o intuito de delimitar o tema ao que vem sendo realizado na prática da 
terapia ocupacional. 
Ainda nessa etapa, os artigos fornecidos pelas bases de dados passaram por uma 
triagem por meio da leitura dos títulos e resumos. Assim, atendendo aos critérios de 
inclusão, foram estabelecidas as definições de informações a serem extraídas, 
selecionadas e categorizadas em uma tabela. Na quarta etapa, foi realizada a avaliação 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8582 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
dos estudos incluídos na revisão integrativa, com o intuito de avaliá-los minuciosamente 
para selecionar os que se adequavam aos critérios. Sendo assim, foi realizada a leitura 
destes textos na íntegra de forma crítica, considerando-se: o título, autor, revista, objetivo, 
inserção do terapeuta ocupacional no serviço, os aspectos metodológicos e a prática do 
terapeuta ocupacional. Na quinta etapa ocorreu a interpretação dos resultados e uma 
discussão a partir deles. Na sexta e última etapa verificou-se os resultados com o total de 
artigos identificados. 
 
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 
No quadro abaixo, são apresentadas as informações dos artigos selecionados para 
essa revisão ilustrando o número do artigo, fonte, título, autores, periódicos, objetivo do 
estudo, inserção da terapia ocupacional, tipo de estudo e prática desenvolvida pelos 
terapeutas ocupacionais na APS. 
 
Quadro 1. Distribuição das referências bibliográficas obtidas nas bases de dados Lilacs, Scielo e periódicos 
segundo as palavras-chaves e incluídas na revisão integrativa selecionada, Brasil 2021 
A
r
ti
g
o
 n
º 
Título 
Autores/An
o 
Periódico 
 Objetivo do 
estudo 
Inserção da 
Terapia 
Ocupacional e 
Tipo de estudo 
Prática desenvolvida 
01 
Percepção dos 
gestores acerca 
da atuação e 
inserção de 
terapeutas 
ocupacionais na 
atenção básica à 
saúde. 
(MIRANDA
, E. F. S.; 
AMADO, C. 
F.; 
FERREIRA, 
T. P. S. 
2019) 
Cadernos 
Brasileiros 
de Terapia 
Ocupacion
al 
Descrever a 
percepção dos 
gestores de 
saúde da 
Atenção Básica 
à Saúde acerca 
da atuação e 
inserção da 
terapia 
ocupacional. 
Atenção Básica 
pesquisa 
descritiva 
exploratória de 
abordagem 
qualitativa 
 
Reabilitação física e cuidado 
em saúde mental; grupos e 
tecnologias assistidas. 
02 
 
A interface das 
práticas de 
terapeutas 
ocupacionais 
com os atributos 
da atenção 
primária à saúde 
(SILVA, R. 
A. S.; 
OLIVER, F. 
C. 2020 
Cadernos 
Brasileiros 
de Terapia 
Ocupacion
al 
Identificar e 
analisar as 
práticas de 
terapeutas 
ocupacionais na 
APS e sua 
interface com 
os atributos 
essenciais e 
derivados desse 
nível 
assistencial 
Maioria dos 
profissionais 
NASF-AB 
Pesquisa de 
métodos mistos 
(sequencial 
explanatória)por meio de três 
fases: 
Atenção ao primeiro 
contato, longitudinalidade, 
integralidade, coordenação 
do cuidado, orientação 
familiar, orientação 
comunitária e competência 
cultural. Apoio técnico-
pedagógico, 
compartilhamentos de 
saberes e a construção de 
espaços coletivos de co-
gestão da atenção à saúde, 
práticas de apoio clínico 
assistencial: atendimentos 
individuais e familiares na 
UBS e no domicílio, 
atividades coletivas 
(grupos) ações em rede, 
intersetoriais e territoriais. 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8583 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
03 
A corporeidade 
de mulheres 
gestantes e a 
terapia 
ocupacional: 
ações possíveis 
na Atenção 
Básica em 
Saúde 
(FERIGATO
, S. H.; 
SILVA, C. 
R.; 
AMBROSIO
, L. 2018) 
Cadernos 
Brasileiros 
de Terapia 
Ocupacion
al 
Descrever e 
analisar a 
corporeidade 
de um grupo 
de gestantes 
 
Grupo 
gestante 
qualitativa do 
tipo pesquisa- 
intervenção. 
. 
 
Construção significativa da 
corporeidade e do cotidiano 
das mulheres gestantes. 
04 
A atenção às 
mulheres 
vítimas de 
violência 
doméstica e 
familiar: a 
construção de 
tecnologias de 
cuidado da 
terapia 
ocupacional na 
Atenção Básica 
em Saúde 
(OLIVEIRA, 
M. T.; 
FERIGATO, 
S. H. 2019) 
Cadernos 
Brasileiros 
de Terapia 
Ocupacion
al 
Identificar e 
analisar práticas 
e tecnologias de 
intervenção 
terapêuticas 
ocupacionais na 
atenção a essas 
mulheres 
Terapeutas 
ocupacionais da 
AB 
O estudo, de 
caráter 
qualitativo 
pesquisa-
intervenção, 
 
Atendimentos individuais e 
grupais, oficinas de geração 
de renda, atendimentos 
familiares, visitas/ 
atendimentos domiciliares, 
apoio matricial e 
acompanhamentos 
terapêuticos. 
 
05 
Terapia 
ocupacional e 
grupo hiperdia 
(SERPA, E. 
A.; LIMA, 
A. C. D.; 
SILVA, A. 
C. D. 2018) 
Cadernos 
Brasileiros 
de Terapia 
Ocupacion
al 
Relatar o 
processo 
vivenciado 
enquanto 
estagiária de 
terapia 
ocupacional 
em um grupo 
hiperdia 
Estágio na APS 
Grupo 
(HiperDia) 
Trata-se de 
relato 
experiência. 
Rodas de conversas, 
dinâmicas grupais e pela arte 
06 
Comunidade de 
prática em 
terapia 
ocupacional 
para o cuidado 
em saúde 
mental na 
atenção básica 
em saúde: 
expectativas e 
impactos 
(MARCOLI
NO, T. Q.; 
FANTINAT
TI, E. N.; 
GOZZI, A. 
P. N. F.; 
CID, M. F. 
B. 2016) 
Cadernos 
Brasileiros 
de Terapia 
Ocupacion
al 
Apresentar as 
expectativas 
das 
profissionais 
para 
participarem da 
CoP e suas 
percepções 
Comunidade de 
Prática (CoP) 
pesquisa-ação 
Reflexões sobre a prática no 
contexto da ABS, com foco 
nas ações de cuidado no 
campo da Saúde Mental. 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8584 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
07 
A terapia 
ocupacional 
na atenção 
primária saúde 
reinventando 
ações no 
cotidiano 
frente as 
alterações 
provocadas 
pela COVID-
19. 
 
(FALCÃO, 
I. V; 
JUCÁ.A. L. 
VIEIRA, S. 
G. 2020) 
Rev. 
Interinst. 
Bras. Ter. 
Ocup. Rio 
de Janeiro 
O objetivo é 
apresentar as 
experiências 
da Terapia 
Ocupacional 
no contexto 
da APS na 
pandemia da 
COVID-19. 
 
As experiências 
estão 
apresentadas 
como remotas e 
presenciais. 
O presente 
relato recorre à 
narrativa, 
observação e 
registros da 
experiência da 
APS. 
Teleconsulta, 
telemonitoramento e reuniões 
de equipes, grupos de 
promoção à saúde, 
informativos sobre a rede de 
saúde, orientações para 
isolamento domiciliar, 
atividades de autocuidado e 
funcionalidade para pessoas 
com deficiência e pessoas 
com transtorno mental 
Presencialmente, organizam 
ambientes de processo de 
trabalho, acolhimento, 
triagem 
e prioridade de atendimento, 
incluindo urgências por 
adoecimento mental, pânico 
e vivência do luto. Equipe 
com escuta qualificada e uso 
de práticas integrativas. 
08 
A Terapia 
Ocupacional em 
um processo de 
capacitação 
sobre vigilância 
do 
desenvolviment
o infantil na 
atenção básica 
em saúde 
(BARBA, 
P.C.de S.D,; 
BARROS.V.
de M.; 
MARQUES 
É.de A.; 
FARIAS, A. 
Z.; 
ANICETO, 
B.; 
MIYAMOT
O E. E.2017) 
Cad. Ter. 
Ocup. 
UFSCar, 
São 
Carlos. 
Fomentar 
ações voltadas 
ao 
desenvolvime
nto infantil na 
atenção 
primária por 
meio da 
formação de 
alunos do 
curso de 
Terapia 
Ocupacional. 
 
Capacitações na 
Atenção Básica 
à Saúde 
Trata-se de um 
estudo de 
natureza 
qualitativa e 
descritiva de 
USF. 
Capacitação dos agentes 
comunitários de saúde e a 
replicação da capacitação 
com as famílias usuárias das 
Unidades de Saúde da 
Família 
09 
Atuação do 
terapeuta 
ocupacional no 
nasf: reflexões 
sobre a prática 
(CHAGAS, 
M. de F.; 
ANDRADE, 
M. F.L de 
O.2019) 
Rev. 
Interinst. 
Bras. Ter. 
Ocup. Rio 
de Janeiro. 
O objetivo 
deste trabalho é 
conhecer a 
atuação dos 
terapeutas 
ocupacionais 
nos NASFs do 
município de 
Maceió-AL, e 
suas reflexões 
sobre o trabalho 
desempenhado 
Atuação do 
terapeuta 
ocupacional no 
NASF. 
 
Trata-se de 
uma pesquisa 
qualitativa 
 
Visitas domiciliares, salas de 
espera e atividades em grupo 
foram identificadas como 
ações. 
 
10 
Saúde e redes 
vivas de 
cuidado integral 
na atenção 
básica: 
articulando 
ações 
estratégicas no 
território. 
 
(FERREIR
A, T. P. da 
S. COSTA, 
C. T. 
2017). 
 
 
Rev. 
Interinst. 
Bras. 
Ter. 
Ocup. 
Rio de 
Janeiro. 
 
Propõe um 
debate sobre o 
cuidado em 
saúde mental na 
atenção básica. 
Projeto de 
extensão, 
estudo 
qualitativo. 
A vivência e atuação no 
território se deram 
inicialmente pelo mapeamento 
das redes de cuidado 
territoriais, como também a 
problematização das ações de 
cuidado na atenção básica, 
com o intuito de ampliar o 
debate sobre o papel das redes 
vivas no cuidado em saúde. 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8585 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
11 
Processo de 
trabalho na 
atenção básica 
à saúde: a 
utilização do 
atendimento 
individual 
específico e 
articulação 
intersetorial 
por terapeutas 
ocupacionais e 
psicólogos. 
(SILVA, D. 
B. da 
MOREIRA
, P. 
SANTOS, 
L. C. dos 
CAMARG
O, M. J. G. 
de 
REIS, D. R. 
P. dos 2020) 
Rev. Ter 
Ocupacio
nal. 
Univ. 
São 
Paulo. 
 
Identificar as 
ferramentas 
utilizadas por 
terapeutas 
ocupacionais 
e psicólogos 
da equipe do 
NASF-AB no 
processo de 
trabalho, junto 
às equipes de 
SF, para a 
assistência a 
população 
Atuação do 
terapeuta 
ocupacional no 
NASF. 
 
Para isto, foi 
realizada 
pesquisa 
bibliográfica, 
documental 
e de campo. 
Utilizam como meios de 
produção, ferramentas 
tecnológicas e de cuidado, 
como o atendimento 
individual específico, com 
os objetivos de prevenir 
agravos e promover saúde 
física e psíquica para a 
população. 
 
12 
Atuação da 
terapia 
Ocupacional no 
consultório de 
Rua 
(PRODOCI
MO,C. 
MILEK,G. 
FERIGATO
, S. H. 2018) 
 
Revista 
Terapia 
Ocupacion
al Univ. 
São Paulo 
 
O estudo teve 
como objetivo 
geral conhecer 
e analisar a 
atuação da 
Terapia 
Ocupacional no 
Consultório na 
Rua junto às 
equipes e 
usuários deste 
dispositivo 
Consultório na 
Rua 
O estudo tem 
como enfoque 
uma pesquisa 
de abordagem 
qualitativa 
com caráter 
exploratório 
através da 
análise de 
cinco 
entrevistas 
semiestruturad
as realizadas 
em 2017 com 
terapeutas 
ocupacionais 
em três 
municípios do 
estado de São 
Paulo. 
I) ações do campo da 
Atenção básica e II) ações 
do núcleo da Terapia 
Ocupacional. Os terapeutas 
ocupacionais atuam 
principalmente 
proporcionando encontros,experimentações de si e do 
mundo por meio de 
atividades, frente as 
inúmeras possibilidades que 
a vida cotidiana na rua 
oferece. 
 
13 
A 
compreensão 
de 
profissionais 
da atenção 
primária à 
saúde sobre as 
práticas da 
terapia 
ocupacional 
no NASF 
(ANDRAD
E, A. S. 
FALCÃO, 
I. V. 2017) 
 
Cad.Ter. 
Ocup. 
UFSCar, 
São 
Carlos. 
O objetivo 
deste estudo foi 
analisar a 
compreensão 
dos 
profissionais da 
equipe de 
Saúde da 
Família e do 
Núcleo de 
Apoio à Saúde 
da Família 
(NASF) quanto 
às práticas da 
terapia 
ocupacional na 
APS, como 
membro da 
equipe NASF 
NASF-AB 
 
Esta pesquisa 
caracteriza-se 
como 
exploratória, 
de campo 
qualitativo, 
com dados 
colhidos 
individualmen
te, por meio de 
entrevista 
semiestruturad
a, aplicada 
com 
profissionais 
de uma equipe 
de Saúde da 
Família e uma 
equipe NASF. 
 
Identificou-se que a 
compreensão das equipes 
sobre a atuação do terapeuta 
ocupacional é parcial, 
associando sua atuação 
basicamente à saúde mental 
e à reabilitação, confundindo 
suas práticas com as 
atribuições de outros 
profissionais da equipe 
 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8586 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
14 
 
A atenção 
primária em 
saúde como 
serviço de 
cuidado em 
saúde mental: 
um relato de 
caso da terapia 
ocupacional 
ANDRAD
E, L. M. 
HERNAN
DES, R. S. 
CRUZ, T. 
F. da 
SOUZA, 
A. M. M. 
de 
RAMOS, 
L. F. S. S. 
GUIMAR
ÃES, A. L. 
de A. 
 
Pimenta 
Cultural 
Relatar o 
acompanhamen
to terapêutico 
ocupacional de 
uma usuária do 
serviço de 
saúde com 
hipótese 
diagnóstica de 
depressão. 
Residência 
na 
Atenção Básica 
Relato de caso 
Aproximação com o cotidiano 
de uma usuária para melhoria 
das relações em seu contexto 
familiar e consigo mesma, 
tendo devolutivas sobre esse 
tipo de cuidado e melhora da 
qualidade de vida. 
15 
A Trama da 
Vida: o 
cotidiano e o 
sofrimento 
psíquico de 
mulheres com 
depressão na 
perspectiva da 
terapia 
ocupacional 
ANDRAD
E, L. M. 
HERNAN
DES, R. S. 
CRUZ, T. 
F. da 
SOUZA, 
A. M. M. 
de 
RAMOS, 
L. F. S. S. 
GUIMAR
ÃES, A. L. 
de A, 2019) 
 
Pimenta 
Cultural 
objetivo geral 
conhecer o 
perfil 
ocupacional 
de mulheres 
que possuem 
o diagnóstico 
de depressão 
 
Residência 
na 
Atenção Básica 
Trata-se de um 
estudo 
qualitativo e 
relato de 
experiência a 
partir da análise 
de conteúdo 
entrevistas e 
pinturas 
realizadas 
A terapia ocupacional por 
meio da atenção psicossocial, 
buscou ressignificar o 
cotidiano e o engajamento em 
atividades significativas, 
oportunizando trocas de 
saberes com a equipe e a 
família. 
16 
A Terapia 
ocupacional em 
um núcleo 
ampliado de 
saúde da família 
e atenção 
básica: um 
relato de 
experiência 
(SOUSA, I.F 
de; 
MAGALHÃ
ES;F.L M. 
FIGUEIRED
O;J.A. de 
SOUZA; 
A.Y da S 
COSTA; 
A.M da S 
LOPES; B. 
L. 
PINHEIRO; 
J.L.da Silva 
LIMA;T.C F 
DIAS;B.A C 
ROCHA; 
M.L C da. 
2019) 
BrazilianJ
ournal of 
Developm.
Braz. J. of 
Develop., 
Objetivou 
relatar a 
experiência das 
ações realizadas 
em um NASF-
AB pelas 
estagiárias de 
TO da 
Universidade 
do Estado do 
Pará (UEPA). 
Estágio no 
NASF 
Trata- 
se de um 
estudo 
descritivo do 
tipo 
relato de 
experiência 
. 
Prevenção, promoção e 
proteção da saúde nos 
contextos educacional, 
domiciliar e comunitário, 
assim como a realização de 
avaliações, reavaliações, 
orientações e 
encaminhamentos necessários. 
Além disso, estímulo ao 
desempenho ocupacional por 
meio de técnicas de educação 
em saúde, expressão corporal, 
jogos lúdicos e dinâmicas 
grupais. 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8587 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
17 
 
Terapia 
Ocupacional 
no núcleo de 
apoio à saúde 
da família: um 
olhar para a 
especificidade 
da profissão 
no contexto 
interdisciplina
r 
 
(ONÓRIO, 
J. L. da S. 
SILVA, E. 
do N. 
BEZERRA
, 
W. C. 
2018) 
 
Rev. 
Interinst. 
Bras. Ter. 
Ocup. Rio 
de Janeiro 
Compreender 
como os 
profissionais 
do NASF 
entendem a 
especificidade 
da Terapia 
Ocupacional 
neste contexto 
interdisciplina
r 
NASF-AB 
o um estudo de 
campo com 
abordagem 
qualitativa, 
Observou-se que a atuação 
dos terapeutas ocupacionais 
está pautada por atividades 
preventivas e do cotidiano 
dos sujeitos e que os demais 
membros da equipe 
demonstram dificuldades em 
reconhecer o papel da 
categoria no NASF, apesar 
de pontuarem algumas 
práticas gerais. 
 
18 
 
Identificação 
das ações de 
terapeutas 
ocupacionais 
na atenção 
primária à 
saúde no brasil 
 
( SILVA, 
R. A. dos S. 
OLIVER, 
F. C. 2019) 
) 
Rev. 
Interinst. 
Bras. Ter. 
Ocup. Rio 
de Janeiro. 
Identificar as 
ações e 
atividades 
realizadas por 
terapeutas 
ocupacionais 
em serviços de 
APS, no 
contexto 
brasileiro. 
Maioria dos 
profissionais 
no NASF- AB 
 
Trata-se de 
uma pesquisa 
do tipo 
Survey, de 
abordagem 
exploratória, 
 
 
Atendimento individual e 
grupal ; atenção domiciliar; 
apoio matricial; educação 
em saúde; promoção da 
saúde; prevenção de 
doenças; educação 
permanente e/ou continuada; 
participação em reuniões de 
planejamento dos serviços e 
de articulação com redes 
saúde. Também utilizam 
atividades, tecnologia 
assistiva e recursos 
terapêuticos em ações junto 
a pessoas com dificuldades 
na realização das atividades 
cotidianas 
 
19 
Terapeutas 
ocupacionais na 
gestão da 
atenção básica à 
saúde 
 
(FURLAN, 
P. G. 
 
OLIVEIRA
, M. dos S. 
2017) 
 
Cad. Ter. 
Ocup. 
UFSCar, 
São 
Carlos. 
Caracterizar a 
atuação do 
terapeuta 
ocupacional no 
âmbito da 
gestão da 
atenção básica 
à saúde do 
Distrito Federal 
e identificar os 
conhecimentos 
do núcleo 
profissional 
aplicados. 
Terapeutas 
Ocupacionais na 
gestão 
Qualitativa, 
com 
referencial da 
etnografia para 
produção e 
análise dos 
dados, com 
observação, 
diário de 
campo, 
entrevistas 
semiestruturad
as e revisão 
bibliográfica. 
A atuação do terapeuta 
ocupacional depende de seus 
conhecimentos do campo da 
gestão, do desenvolvimento 
de projetos coletivos e da 
integralidade do cuidado. Os 
terapeutas ocupacionais 
estudados estavam inseridos 
na gestão central e de 
programas assistenciais a 
populações específicas 
 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8588 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
20 
Orientação 
teórica e os 
cenários de 
prática na 
formação de 
terapeutas 
ocupacionais 
na atenção 
primária à 
saúde: 
perspectivas 
de docentes 
(SILVA, R. 
A. dos S. 
OLIVERA, 
F. C. 2016) 
Cadernos 
de Terapia 
Ocupacion
al da 
UFSCar 
Descrever e 
analisar a 
orientação 
teórica e os 
cenários de 
prática na 
formação de 
terapeutas 
ocupacionais 
na Atenção 
Primária à 
Saúde (APS) 
Estudante de 
T.Os em 
cenários de 
prática de 
estágio na APS. 
Trata-se de 
uma pesquisa 
qualitativa, 
que apresenta 
as perspectivas 
de 17 docentes 
de nove cursos 
de terapia 
ocupacional 
do Estado de 
São Paulo 
 
Na prática foi identificada 
uma pluralidade de serviços 
e desenhos de gestão, nos 
quais se desenvolvem as 
atividades teórico-práticas, o 
que apontou uma dificuldade 
para realizar a formação para 
esse campo profissional. 
 
21 
Experiência de 
um estágio 
curricular em 
Terapia 
Ocupacional 
na atenção 
primária: foco 
nas 
necessidades 
em saúde 
infantil 
 
(RUAS, T. 
C. B. 
LEITE, F. 
C. 
AKERMA
N, M. 
GAGLIAR
DO, H. R. 
2015) 
Arquivos 
Brasileiros 
de 
Ciências 
da Saúde 
ABCS 
Apresentar 
uma 
experiênciade 
estagiários do 
quarto ano de 
Terapia 
Ocupacional 
da. 
 
Estágio com a 
experiência de 
alunos do quarto 
ano de Terapia 
Ocupacional 
(TO) — em 
uma unidade 
básica de saúde 
(UBS). 
Desenvolviment
o de ações 
voltadas à 
atenção 
primária à saúde 
infantil em um 
estágio 
curricular 
obrigatório 
Foram enfocadas as atividades 
— guiadas pelo princípio 
metodológico 
reflexão-ação-reflexão — 
desenvolvidas na 
brinquedoteca e no 
acompanhamento do 
desenvolvimento infantil. 
22 
Prática de 
estágio em 
terapia 
ocupacional 
na 
comunidade. 
 
(ANVERS
A, A. C. 
BORGES, 
J. M. 
2016). 
 
Cad. Ter. 
Ocup. 
UFSCar, 
São Carlos 
Dar maior 
visibilidade e 
expansão para 
a inserção da 
profissão 
nesta área, e 
discutir os 
desafios e 
potencialidade
s do campo. 
 
Prática de 
estágio na ESF 
Trata-se de um 
relato. 
Conhecer, de fato, a realidade 
do sujeito, seu contexto social, 
seu cotidiano, seu modo 
organizacional. Ademais, o 
atendimento domiciliar 
propiciou uma relação mais 
estreita dos profissionais de 
saúde com o paciente e seus 
familiares. 
Fonte: própria da autora, 2021. 
4 PRÁTICA DO TERAPEUTA OCUPACIONAL NO NASF-AB 
Considerando os estudos sobre a prática da terapia ocupacional no NASF-AB, 
segundo Silva e Oliver (2020), quanto a inserção do terapeuta ocupacional na Atenção 
Primária à Saúde, o NASF-AB conta com o maior número de terapeutas ocupacionais em 
suas equipes e o processo de trabalho ainda se encontra em construção e é realizado, 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8589 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
principalmente, por meio do suporte matricial via duas estratégias: clínico-assistencial e 
técnico-pedagógica. 
Assim, nos estudos pesquisados os terapeutas ocupacionais estavam inseridos no 
NASF-AB desde sua criação, pela portaria GM nº 154 de janeiro de 2008, que atualmente 
foi revogada em 2020. Essa revogação traz um retrocesso para o Sistema Único de Saúde, 
pois a equipe do NASF tinha como objetivo a ampliação, abrangência e o escopo das 
ações na Atenção Primária à Saúde. Há também prerrogativas como sua resolubilidade, 
apoiando a inserção da Estratégia de Saúde da Família na rede de serviços e lançando 
mão dos processos de territorialização e a regionalização, alicerçados no apoio matricial 
e no atendimento clínico assistencial às equipes de Saúde da Família (BRASIL, 2008). 
Essas mudanças no modelo assistencial e na gestão do cuidado atingem negativamente a 
APS, pois adota uma perspectiva apenas de enfoque curativo e a torna mais seletiva e 
restrita ao acesso da população, o que é um prejuízo para a qualidade de vida, condições 
de saúde e bem-estar da população (CUNHA, 2009). 
Chagas e Andrade (2019), também, apontaram como prática de terapia 
ocupacional, nesse serviço, as visitas domiciliares e salas de espera e atividades em grupo, 
apesar de haver dificuldades como falta de recursos materiais e de uma estrutura física 
adequada para os atendimentos. Já para Silva et al (2020), as ferramentas tecnológicas e 
de cuidado utilizadas por terapeutas ocupacionais são: prevenção de agravos e promoção 
de saúde física e psíquica da população. Em contrapartida, no artigo de Andrade e Falcão 
(2017) os autores identificaram que a compreensão das equipes sobre a atuação do 
terapeuta ocupacional é parcial, associando sua atuação basicamente à saúde mental e à 
reabilitação, confundindo suas práticas com as atribuições de outros profissionais da 
equipe. A dificuldade de reconhecimento do papel do terapeuta ocupacional também é 
vista no artigo de Onório, Silva e Bezerra (2018). 
 
5 PRÁTICAS DE DISCENTES, RESIDENTES MULTIPROFISSIONAIS 
INSERIDOS NA APS POR MEIO DE PROJETOS DE EXTENSÃO, ESTÁGIOS, 
RESIDÊNCIAS E COMUNIDADE DE PRÁTICA 
A inclusão de discentes na Atenção Primária em Saúde, definiu-se pelas Diretrizes 
Curriculares Nacionais (DCN) para todos os cursos de graduação na área da saúde. Dessa 
forma, o curso de Terapia Ocupacional foi estabelecido em 2002 pela Resolução 
CNE/CES nº06. Essa resolução afirma que a formação do profissional terapeuta 
ocupacional precisa ser mais generalista, humanista, crítica e reflexiva. 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8590 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
Deste modo, segundo os estudos, as práticas da terapia ocupacional na APS, 
realizadas por meio de estágios, residências e projetos são diversas como: rodas de 
conversas, dinâmicas grupais através da arte, o atendimento domiciliar, a prevenção, 
promoção e proteção da saúde no contexto educacional, domiciliar e comunitário. Assim 
como, a realização de avaliações, reavaliações, orientações, encaminhamentos 
necessários, estímulo ao desempenho ocupacional por meio de técnicas de educação em 
saúde, expressão corporal, jogos lúdicos, planejamentos, registros nos prontuários, 
atividades desenvolvidas na brinquedoteca e no acompanhamento do desenvolvimento 
infantil. Também foram relatadas práticas através da aproximação com o cotidiano dos 
usuários para melhora das relações em seu contexto familiar e a atenção psicossocial, 
oportunizando trocas de saberes com a equipe e a família e mapeamento das redes de 
cuidado territoriais, bem como, a problematização das ações de cuidado na atenção 
básica, com o intuito de ampliar o debate sobre o papel das redes vivas no cuidado em 
saúde. Por fim, a capacitação dos agentes comunitários de saúde e a replicação da 
capacitação com usuários e famílias. 
 
6 PRÁTICAS DOS TERAPEUTAS OCUPACIONAIS PELO OLHAR DA 
GESTÃO E COM FOCO NA GESTÃO 
Para Miranda, Amado e Ferreira (2019), percebe-se que os gestores na atenção 
primária à saúde pesquisados, trazem nos relatos que compreendem a prática da terapia 
ocupacional voltada para as atividades cotidianas dos sujeitos, para a adaptação de 
utensílios, reabilitação física e cuidado em saúde mental, mas a confundem com a 
fisioterapia. Ainda na dimensão profissional, consoante Cruz (2018), afirma que os 
modelos biomecânicos e cinesiológicos utilizados por alguns terapeutas ocupacionais não 
abrangem a dimensão holística do olhar desse profissional para a vida e o cotidiano das 
pessoas, limitando assim o processo de trabalho. 
Nas ideias dos autores Furlan e Oliveira (2017), os terapeutas ocupacionais 
pesquisados estão inseridos na gestão e em programas assistenciais a populações 
específicas e sua prática depende de seus conhecimentos do campo da gestão, do 
desenvolvimento de projetos coletivos e da integralidade do cuidado. 
 
 
 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8591 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
7 PRÁTICAS DOS TERAPEUTAS OCUPACIONAIS INDIVIDUAIS E GRUPAIS 
No estudo de Silva e Oliver (2020), as práticas são voltadas para pessoas, famílias 
e comunidades a partir de abordagens diversas. Também foi possível identificar a falta de 
indicadores de eficácia das práticas, a existência de lacunas na compreensão do escopo 
de prática dessa área profissional e a fragilidade teórico-técnica e conceitual para 
fundamentar a atuação nesse nível de atenção. As pesquisas nesse campo ainda são, em 
sua maioria, de estudos qualitativos, produzidas em realidades locais ou em um único 
serviço, cidade ou estado. Além disso, esses estudos descrevem os recursos que terapeutas 
ocupacionais utilizam e não como as práticas são realizadas na APS ( SILVA; OLIVER, 
2020). Nesse mesmo âmbito, Cabral e Bragalda (2017) afirmam que os grupos e oficinas 
terapêuticas, as visitas domiciliares e o apoio matricial têm se apresentado como as 
formas mais recorrentes de atuação desses profissionais no campo. 
 No contexto feminino, Bezerra et al. (2009) afirmam que os terapeutas 
ocupacionais,no atendimento à saúde da mulher, têm optado por abordagens grupais, a 
fim de ofertar apoio e encorajamento para as participantes, construindo uma rede de apoio 
entre elas. Para isso, utilizam atividades expressivas, oficinas terapêuticas e outras 
técnicas artísticas (desenho, pintura, colagem, etc.). Dessa forma, ressaltaram a proposta 
de potencializar no cotidiano, a expressão dos sentimentos, as trocas afetivas e de 
experiências, a autoestima e o autoconhecimento, abordando temas que se referem tanto 
ao cuidado de si quanto ao cuidado do bebê. 
Por fim, na publicação de Oliveira e Ferigato (2019) relacionado às práticas em 
terapia ocupacional os autores descrevem: atendimentos individuais e grupais, oficinas 
de geração de renda, atendimentos familiares, visitas/ atendimentos domiciliares, apoio 
matricial e acompanhamentos terapêuticos. 
 
8 PRÁTICAS DA TERAPIA OCUPACIONAL COM FOCO NO CONSULTÓRIO 
DE RUA (CnR) 
 O trabalho do terapeuta ocupacional no CnR fortalece seu espaço na ABS, antes 
restrito às Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Saúde da Família (USF) e 
Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). Assim, a Terapia Ocupacional tem como 
uma de suas potencialidades, o trabalho extra muros em diferentes âmbitos territoriais, 
em cenários concretos de vida. Nesses espaços, a relação com a realidade do sujeito em 
ação se apresenta como um dispositivo para o enfrentamento de estigmas e de 
problemáticas cotidianas nas quais o sujeito produz as potências de sua própria vida. 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8592 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
Além disso, os terapeutas ocupacionais atuam principalmente proporcionando encontros, 
experimentações de si e do mundo por meio de atividades, frente às inúmeras 
possibilidades que a vida cotidiana na rua oferece (PRODOCIMO; FERIGATO, 2018). 
 
9 PRÁTICAS DOS TERAPEUTAS OCUPACIONAIS POR ELES MESMOS 
Os autores Silva e Oliver (2020) trouxeram como prática de terapia ocupacional 
na APS, a orientação pelos atributos. Foram identificados: atenção ao primeiro contato, 
longitudinalidade, integralidade, coordenação do cuidado, orientação familiar, orientação 
comunitária e competência cultural. Além disso, abordaram as práticas de apoio técnico-
pedagógico, compartilhamentos de saberes, construção de espaços coletivos de co-gestão 
da atenção à saúde, práticas de apoio clínico assistencial: atendimentos individuais e 
familiares na UBS e, no domicílio, atividades coletivas (grupos) e ações em rede 
intersetoriais e territoriais (SILVA; OLIVER, 2020). 
 
10 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
A revisão de literatura mostrou um número crescente de publicações em relação à 
prática da terapia ocupacional na Atenção Primária à Saúde (APS), apontando práticas 
diversas e uma inserção maior de terapeutas ocupacionais nela através de estágios e por 
meio do NASF-AB. Além, de projetos de extensão e residências. Ressalta-se que é 
necessário mais estudos sobre a prática do Terapeuta Ocupacional nos Consultórios na 
Rua (CnR); Atendimento Domiciliar (AD)/ Programa Melhor em Casa e Atenção Básica 
Prisional (ABP) e na Equipe da Academia da Saúde. 
Ademais, constatou-se em alguns estudos, a dificuldade das outras categorias 
profissionais reconhecerem as práticas da terapia ocupacional neste serviço. Destaca-se 
também que com a extinção do NASF-AB a inserção do terapeuta ocupacional na APS 
poderá decrescer. 
Destaca-se que o terapeuta ocupacional é um profissional com uma formação 
generalista e interdisciplinar que estuda a ocupação humana/ atividades e a vida cotidiana 
podendo desenvolver ações no âmbito individual, coletivo, territorial e comunitário na 
Atenção Primária em Saúde. 
 Por fim, observou-se práticas específicas e compartilhadas, com potencial 
significativo para desenvolver o trabalho em equipe nos serviços de APS. Conclui-se que 
o terapeuta ocupacional é um profissional que pode somar nas equipes multiprofissionais 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8593 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
que atuam na Atenção Primária de Saúde e precisa, enquanto categoria profissional, lutar 
mais para se inserir nesse espaço. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8594 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
REFERÊNCIAS 
 
ANDRADE, A.S.; FALCÃO I.V. A compreensão de profissionais da atenção primária 
à saúde sobre as práticas da terapia ocupacional no NASF. Cad Ter. Ocup. UFSCar, São 
Carlos. 2017; 25(1): 33-42. . Acesso em: 10 de nov.2020. 
 
ANDRADE, L. M.; HERNANDES, R. S; CRUZ, T. F. da SOUZA, A. M. M. de RAMOS, 
L. F; GUIMARÃES, A. L. de A. A atenção primária em saúde como serviço de cuidado 
em saúde mental: um relato de caso da terapia ocupacional. Saúde mental no Brasil: 
tecendo cuidados no território brasileiro. IN. VIEIRA. V. E. (ORG) São Paulo: Pimenta 
Cultural, 2020. 137p. Disponível em: . 
Acesso em: 28 de nov. 2020. 
 
ANDRADE, L. M.; HERNANDES, R. S.; CRUZ, T. F. da Souza; A. M. M. de RAMOS, 
L. F.;GUIMARÃES A. L. de A. A Trama da Vida: o cotidiano e o sofrimento psíquico 
de mulheres com depressão na perspectiva da terapia ocupacional. Saúde mental no 
Brasil: tecendo cuidados no território brasileiro. IN. VIEIRA. V. E. (ORG) São Paulo: 
Pimenta Cultural, 2020. 137p. Disponível em: . Acesso em: 28 de nov. 2020. 
 
ANVERSA, A. C. BORGES, J. M. Prática de estágio em terapia ocupacional na 
comunidade. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São Carlos, v. 24, n. 4, p. 821-826, 2016. 
Disponível em: 
. Acesso em: 12 jan. de 2021. 
 
BARBA, P.C.de S.D,; BARROS.V.de M.; MARQUES É.de A.; FARIAS, A. Z.; 
ANICETO, B.; MIYAMOTO E. A Terapia Ocupacional em um processo de capacitação 
sobre vigilância do desenvolvimento infantil na atenção básica em saúde. Cad. Ter. 
Ocup. UFSCar, São Carlos, v. 25, n. 1, p. 223-233, 2017. Disponível em: 
. Acesso em: 24 nov. 2020. 
 
BASSI, B. G. C.; MALFITANO, A. P. S.; BIANCHI, P. C. O Terapeuta Ocupacional na 
Atenção Básica em Saúde: a representatividade em revistas e nos congressos brasileiros 
da área. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, São Carlos, v. 20, n. 3, p. 443-
454, 2012. Disponível 
em: Acesso em: 12 de nov. 2020. 
 
BELOTTI, Meyrelli. A importância da terapia Ocupacional na atenção Básica. 
Disponível em: . Acesso 
em :06 nov de 2020 
 
BEZERRA, T. C. C. et al. A construção e ressignificação das práticas da terapia 
ocupacional na estratégia saúde da família a partir da residência multiprofissional. 
SANARE, Sobral, v. 8, n. 2, p. 52-62, 2009. Disponível em: . Acesso em: 12 de jan.2021. 
https://http/www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1495/811
https://http/www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1495/811
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1358/786
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1358/786
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1415/835
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1415/835http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/688/402
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/688/402
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8595 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A Atenção Primária e as Redes de 
Atenção à Saúde / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. –– 1.ed Edição. Brasília: 
CONASS, 2015. 127 p. Disponível em: . ISBN 978-85-8071-024-
3. Acesso em 15 de dez de 2020. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a 
Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para 
a organização da atenção básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário 
Oficial da União, Brasília, DF, Seção 1, n. 204, p. 48, 2011. Disponível em: 
. 
Acesso em: 16 dez. 2020. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde Departamento de 
Saúde da Família. NOTA TÉCNICA Nº 3/2020-DESF/SAPS/MS. Núcleo Ampliado de 
Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) e Programa Previne Brasil. 
 acesso em 06 de janeiro 2021 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM nº 154, de 24 de janeiro de 2008. Cria os 
núcleos de apoio à saúde da família. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, 
Poder Executivo, Brasília, DF, 07 jan. 2008. Disponível: 
 
Acesso em 07 de janeiro 2021. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM nº 963, de 27 de maio de 2013. Redefine a 
Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da 
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 28 dez 2020. 
 
CABRAL, L. R. S.; BRAGALDA, M. M. A atuação da Terapia Ocupacional na atenção 
básica à saúde: uma revisão de literatura. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, 
São Carlos, v. 25, n. 1, p. 179-189, 2017. Disponível em: 
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/14
66 Acesso em: 3 jan. 2021. 
 
CHAGAS M.F, ANDRADE M.F.L.O. Atuação do terapeuta ocupacional no NASF: 
reflexões sobre a prática. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup. 2019. Disponível em: 
. Acesso em: 18 nov. 2020. 
 
CRUZ, D. M. C.; SOUZA, F.; EMMEL, M. L. G. Formação do terapeuta ocupacional 
para a gestão. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, São Paulo, 
v. 25, n. 3, p. 309-316, 2014. Disponível em: . Acesso em: 5 de nov. 2020. 
 
CRUZ, D. M. C. Os modelos de terapia ocupacional e as possibilidades para prática e 
pesquisa no brasil. Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional, Rio de 
Janeiro, v. 2, n. 3, p. 504-517, 2018. Disponível em: . Acesso em: 10 de nov. 
2020. 
 
 
http://www.conass.org.br/
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2488_21_10_2011.html
http://www.conasems.org.br/wp-content/uploads/2020/01/NT-NASF-AB-e-Previne-Brasil-1.pdf
http://www.conasems.org.br/wp-content/uploads/2020/01/NT-NASF-AB-e-Previne-Brasil-1.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt0154_24_01_2008.html
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1466
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1466
https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/26887
https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/70416
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8596 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
CUNHA, E. M. Vínculo Longitudinal na Atenção Primária: avaliando os modelos 
assistenciais do SUS. 2009. 171 f. Tese (Doutorado em Ciências na área de Saúde 
Pública) – Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Fundação Oswaldo Cruz, 
Rio de Janeiro, 2009. 
 
EMMEL, M.L.G; CRUZ, D.M.C, FIGUEIREDO, M.O. An historical overview of the 
development of occupational therapy educational institutions in Brazil. South African 
Journal of Occupational Therapy 2015. 
 
FALCÃO I.V.; JUCÁ A.L; VIEIRA S.G; ALVES C.K.A. A terapia ocupacional na 
atenção primária a saúde reinventando ações no cotidiano frente as alterações 
provocados pelo COVID-19. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup. Rio de Janeiro. 2020. 
Disponível em:. 
Acesso em: 10 dez.2020. 
 
FERREIRA, T. P. da S. COSTA, C. T. Saúde e redes vivas de cuidado integral na atenção 
básica: articulando ações estratégicas no território. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup. 2017. 
Disponível em: . Acesso em: 
20 nov.2020. 
 
FERIGATO, S. H.; SILVA, C. R.; AMBROSIO, L. A corporeidade de mulheres 
gestantes e a terapia ocupacional: ações possíveis na Atenção Básica em Saúde. Cad. 
Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 26, n. 4, p. 768-783. 2018. Disponível em: 
. Acesso em 3 de jan. 2021. 
 
FURLAN, P. G.; OLIVEIRA, M. S. Terapeutas ocupacionais na gestão da atenção básica 
à saúde. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, São Carlos, v. 25, n. 1, p. 21-31, 
2017. Disponível em: 
. Acesso em: 5 dez.2020. 
 
MIRANDA, E. F. S.; AMADO, C. F.; FERREIRA, T. P. S. Percepção dos gestores 
acerca da atuação e inserção de terapeutas ocupacionais na atenção básica à saúde. 
Cad. Bras. Ter. Ocup, São Carlos, v. 27, n. 3, p. 522-533, 2019. Disponível em: 
. Acesso em: 5 de jan de 2021. 
 
NUNES, E. F. S. Novas perspectivas no cotidiano do TO na rede básica de saúde. In: 
Congresso brasileiro de terapia ocupacional, 11, 2009, Fortaleza. Anais. Fortaleza: 
Associação dos Terapeutas Ocupacionais do Ceará, 2009. 
 
https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/34454/pdf_1
https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/4750
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1960/1047
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1960/1047
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8597 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
OLIVEIRA, M. T.; FERIGATO, S. H. A atenção às mulheres vítimas de violência 
doméstica e familiar: a construção de tecnologias de cuidado da terapia ocupacional na 
Atenção Básica em Saúde. Cad. Bras. Ter. Ocup, São Carlos, v. 27, n. 3, p. 508-521. 
2019. Disponível em: 
. Acesso em: 05 dez. 2020. 
 
ONÓRIO, J. L. S.; SILVA, E. N.; BEZERRA, W. C. Terapia ocupacional no núcleo de 
apoio à saúde da família: um olhar para a especificidade da profissão no contexto 
interdisciplinar. Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional. Rio de 
Janeiro. v.2, p. 1, p. 145-166, 2018.. Acesso em: 21 de out. 
2020. 
 
PAIM, J. S. Reforma Sanitária Brasileira: contribuições para a compreensão crítica. 3. 
ed. Rio de Janeiro: EDUFBA, 2013. 
 
PRODOCIMO, C. R., MILEK, G., & FERIGATO, S. H. Atuação da Terapia 
Ocupacional no Consultório na Rua. Revista De Terapia Ocupacional Da Universidade 
De São Paulo. 2018. Disponível em: 
. Acesso em: 3 dez. 2020. 
 
ROCHA, E. F.; SOUZA, C. C. B. X. Terapia Ocupacional em reabilitação na Atenção 
Primária à Saúde: possibilidades e desafios. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 22, n. 
1, p. 36-44, jan./abr. 2011. Disponível em: 
. Acesso em: 16 jan. de 2021. 
 
RUAS, T. C. B. LEITE, F. C. AKERMAN, M. GAGLIARDO, H. R. Experiência de um 
estágio curricular em Terapia Ocupacional na atenção primária: foco nas necessidades 
em saúde infantil. Arquivos Brasileiros de Ciências da Saúde, 40(3):312-317. 2015. 
. Acesso em: 7 de nov. 2020. 
 
SERPA, E. A.; LIMA, A. C. D.; SILVA, A. C. D. Terapia ocupacional e grupo hiperdia. 
Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 26, n. 3, p. 680-691. 2018. Disponível em: 
. Acesso em: 10 dez.2020. 
 
SILVA, D. B. DA, MOREIRA, P., SANTOS, L. C. DOS, CAMARGO, M. J. G. DE, 
REIS, D. R. P. Processo de trabalho na atenção básica à saúde: a utilização do 
atendimento individual específico e articulação intersetorial por terapeutas ocupacionais 
e psicólogos.Revista De Terapia Ocupacional Da Universidade De São Paulo. 2019. 
Disponível em: . Acesso em: 10 
nov. 2020. 
 
SILVA, R. A. S., & OLIVER, F. C. A interface das práticas de terapeutas ocupacionais 
com os atributos da atenção primária à saúde. Cadernos Brasileiros de Terapia 
Ocupacional. 28(3), 784- 808, 2020. Disponível em: 
. Acesso em: 15 jan. de 2021. 
 
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/2246/1163
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/2246/1163
https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/12492/pdf
https://www.portalnepas.org.br/abcs/search/search
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1460/1034
http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1460/1034
Brazilian Journal of Health Review 
ISSN: 2595-6825 
8598 
 
 
Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p. 8577-8598 mar./apr. 2021 
 
SILVA, R. A. S., & OLIVER, F. C. Identificação das ações de terapeutas ocupacionais 
na atenção primária à saúde no Brasil. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup. Rio de Janeiro. 
v.3(1): 21-36.2019. Disponível em Acesso em: 24 de nov. 
2020. 
 
SILVA, R. A. S.; OLIVER, F. C. Orientação teórica e os cenários de prática na formação 
de terapeutas ocupacionais na atenção primária à saúde: perspectivas de docentes. 
Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, São Carlos, v. 24, n. 3, p. 469-483, 2016. 
Disponível em: 
. Acesso em: 28 de nov. 2020. 
 
SOUSA, I.F de; MAGALHÃES; F.L M. FIGUEIREDO;J.A. de SOUZA; A.Y da S 
COSTA; A.M da SLOPES; B. L. PINHEIRO; J.L.da SILVA LIMA;T.C F DIAS;B.A C 
ROCHA; M.L C da. A Terapia ocupacional em um núcleo ampliado de saúde da família 
e atenção básica: um relato de experiência. Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 5, n. 11, p. 
26142-26153 nov. 2019. Disponível em: 
. Acesso 
em: 05 dez. 2020. 
 
TOLDRA, R. C.; CARVALHO, F. B. de; BALLARIN, M. L. G. S. Trinta anos de 
história da Faculdade de Terapia Ocupacional da PUC-Campinas: um trabalho de 
rememoração. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 19, n. 2, p. 131-136, maio/ago. 2008. 
Disponível em: . Acesso em 
18 de fev. 2021. 
 
 
https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/20095/pdf
https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/4777/4405
https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/14038/15856