Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

TERAPIA OCUPACIONAL 
CONTEMPORÂNEA
Prof.ª Tuyany Vasconcelos
Boa Vista/2022
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
QUAL A CARA DA TERAPIA OCUPACIONAL ATUAL?
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
Diversidade do trabalho da Terapia Ocupacional (TO).
Clientes da TO: pessoas, grupos, organizações ou populações.
TO presta serviços para diferentes clientes, diferentes ambientes.
O que tem em comum é o fato da TO buscar engajar as pessoas em
ocupações significativas e importantes para manter a saúde e participar de
forma mais plena possível da sociedade (Crepeau et al., 2011).
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
“A Terapia Ocupacional é a arte e a ciência de ajudar as pessoas a
realizarem atividades cotidianas que sejam importantes e significativas para
sua saúde e bem-estar por meio do engajamento em ocupações
valorizadas”.
A ocupação inclui a complexa rede de atividades cotidianas que capacitam
as pessoas a manter a sua saúde, atender as necessidades e contribuir para a
vida de sua família e participar plenamente da sociedade.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
O engajamento ocupacional é importante porque é capaz de contribuir
para a saúde e para o bem-estar.
A saúde é mensurada pela capacidade de adaptação e de engajamento
do indivíduo em atividades diárias (Porn, 1993).
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
PRÁTICA CENTRADA NO CLIENTE
O cliente da terapia ocupacional é um agente ativo que procura realizar
atividades cotidianas importantes.
O profissional de TO deve entrar no mundo do cliente para estabelecer
um relacionamento que incentive o outro a melhorar sua vida nos aspectos
mais significativos para aquela pessoa.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
PRÁTICA CENTRADA NO CLIENTE
Profissional e cliente atuam de forma cooperativa no processo
terapêutico.
Constroem-se a narrativa ocupacional, a história ocupacional e a
identidade ocupacional.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
PRÁTICA CENTRADA NA OCUPAÇÃO
As ocupações das pessoas são fundamentais para sua identidade e que
elas podem se reconstruir por meio de suas ocupações.
A avaliação sistemática das prioridades e das ocupações dos clientes é
vital para a prática centrada nas ocupações.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
PRÁTICA CENTRADA NA OCUPAÇÃO
As metas do tratamento estão diretamente relacionados às preocupações
ocupacionais da pessoa, e os métodos de tratamento se baseiam nos
interesses ocupacionais da pessoa.
Justiça ocupacional: todas as pessoas são seres ocupacionais e que
atender à necessidade de todas as pessoas para o engajamento na
ocupação significativa é uma questão de justiça.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS
Basear as decisões de tratamento de uso consciente, explícito e criterioso da
melhor evidência científica atual.
Inclui a capacidade de integrar a evidência de pesquisa ao processo de
raciocínio clínico para explicar o raciocínio que norteia o tratamento e
predizer os prováveis resultados.
Requer que o terapeuta ocupacional esteja disposto à examinar suas práticas
de tratamento e verificar na literatura científica se estão baseadas em
evidências.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
A Terapia Ocupacional precisa se expandir em muitos países que não
possuem o serviço de terapia ocupacional.
Muitos países fornecem oportunidades para o desenvolvimento da TO de
forma relevante.
Práticas inovadoras da TO devem ajudar pessoas ao redor do mundo a
enriquecerem suas vidas do ponto de vista ocupacional.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
Avanço mundial é o envolvimento da Reabilitação Baseada na Comunidade
(RBC) utilizada principalmente em países com recursos limitados.
A TO deve repensar suas práticas e incluir pessoas sem seguro de saúde,
refugiados, sobreviventes da violência, indígenas e pessoas sem-teto
(CROWE, 2011) + catástrofes ambientais.
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
“Entendemos que a terapia ocupacional é uma profissão poderosa,
amplamente reconhecida, dirigida pela ciência e baseada em evidências, com
uma força de trabalho diversificada e globalmente conectada, atendendo as
necessidades ocupacionais da sociedade” (AOTA, 2006).
TERAPIA OCUPACIONAL CONTEMPORÂNEA
A alta ou o final do processo deve ser determinada pelos sujeitos
envolvidos e principalmente pelo paciente, quando ele indicar que
atingiu a sua saúde (Benetton, 2006).
O Terapeuta Ocupacional deve estar atento e preparado para manter
um espaço na narrativa que permita ao sujeito-alvo dar significados a
seu cotidiano, quando em Terapia Ocupacional (Benetton, 2010).
TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL
A terapia ocupacional, dentre outras categorias profissionais, foi reconhecida
como uma profissão que pode atender às demandas socioassistenciais e de
gestão do SUAS (BRASIL, 2011).
Competência técnica adquirida pela prática cotidiana reflexiva (FREIRE,
1978).
Campo social entendido predominantemente como campo de atuação com
crianças e adolescentes, que precisa ser mudado.
Crescente olhar para os demais sujeitos alvos da TO social: idosos, moradores
de rua, população LGBT, pessoas com deficiências.
TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL
Estudo das catástrofes ambientais por colegas TO latino-americanos.
Necessidade de aprofundar os pressupostos em voga, inquirir sua pertinência
a uma prática coerente, compromissada e competente técnica, ética e
politicamente (LOPES et al., 2012).
A terapia ocupacional social têm ganhado visibilidade e destaque no cenário
profissional, demonstrando uma ascendência da área e um número maior de
possibilidades de intervenções nessa direção (LOPES et al., 2012).
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE FÍSICA
Deficiência: compreensão biomédica.
Existência de um campo de estudos sobre deficiência (disability studies)
Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde – CIF
Entender a deficiência como um tipo de classificação social produtora de
exclusão.
Deficiência então é um tipo de opressão, que é definida como um conjunto de
impedimentos políticos, sociais, culturais e econômicos sistemáticos que provocam a
subordinação de um grupo de pessoas com certas diferenças corporais,
constituindo-os como minoria política (Charlton, 1998).
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE FÍSICA
O modelo social estabelece é que, para pessoas com deficiência, as
condições corporais não são necessariamente incapacitantes, mas as
estruturas sociais certamente o são.
A reabilitação reforça a percepção de que o problema é individual e
requer soluções privadas, ao invés de um problema social que requer
soluções públicas e políticas.
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE FÍSICA
A reabilitação precisa alcançar uma prática de promoção e defesa dos
direitos humanos e da justiça social junto às pessoas com deficiência
(OTHERO; DALMASO, 2009).
Pessoas com deficiência tenham direito de acesso garantido aos espaços
formais de produção de conhecimento, especialmente aqueles ligados à
saúde e reabilitação.
Pesquisas científicas envolvendo pessoas com deficiência como seus sujeitos
protagonistas.
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE FÍSICA
Mudança de atitude de comportamento (eliminação das barreiras atitudinais
de estudantes e profissionais da saúde quanto ao olhar da deficiência).
Autonomia do paciente e seu exercício de escolha são a base da Prática
Centrada na Pessoa (PCP), tanto porque aumentam a eficácia da reabilitação
quanto porque são direitos individuais fundamentais (PFEIFFER, 2002).
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE FÍSICA
Participação é antes de tudo um princípio ético de garantia do direito de
existir, ser reconhecido, se relacionar e se realizar no pertencimento a uma
comunidade (SANTOS; MOREIRA; GOMES, 2016; HAMMEL et al., 2008).
Projeto do neurocientista Miguel Nicolelis de construir um exoesqueleto
controlado pela mente.
O projeto reflete o ideal de uma era em que “o corpo deixará de ser o fator
limitante da nossa ação no mundo”.
TERAPIA OCUPACIONAL NA EDUCAÇÃO
Público-alvo comum: pessoas com deficiências intelectuais, físicas auditivas
e superdotação.
Principais ações realizadaspelos terapeutas ocupacionais:
Orientação à família em relação `a escola e à inclusão.
Orientações gerais ao professor na escola regular.
Atividades em ambiente clínico/instituição para desenvolvimento de habilidades cognitivo-
motoras 
Orientações gerais à escola regular.
Orientações específicas sobre o uso de TA e/ou mobiliário.
Treinamento de AVD’s na clínica/instituição e orientação dessas atividades na escola regular.
TERAPIA OCUPACIONAL NA EDUCAÇÃO
O TO não deve restringir suas ações ao ambiente clínico, estas devem 
ser contextualizadas com as práticas educacionais que envolvem o 
cotidiano escolar das crianças (BARTALOTTI; DE CARLO, 2001). 
TERAPIA OCUPACIONAL NA EDUCAÇÃO
Pelosi (2006) aponta o terapeuta ocupacional como um profissional que
estará presente em muitas das equipes de apoio à inclusão escolar e
destaca que a capacidade de reconhecer a diversidade e a
possibilidade de favorecer a funcionalidade dos indivíduos a partir de
suas potencialidades faz deste um profissional qualificado para atuar
como facilitador da inclusão.
TERAPIA OCUPACIONAL NA EDUCAÇÃO
Questões identificados no estudo:
 a) processo de inclusão principalmente a partir do atendimento em ambiente
clínico;
 b) TO’s atuam na escola regular;
 c) têm a participação da família e de outros profissionais em sua atuação;
 d) identificam a falta de preparação dos professores e da escola como os
maiores obstáculos para o seu trabalho;
 e) identificam a importância e a necessidade de ampliação da inserção da
Terapia Ocupacional nas escolas regulares.
 NECESSIDADE DE COLABORAÇÃO E PARCERIA ENTRE A FAMÍLIA,
COMUNIDADE ESCOLAR (PROFESSORES, DIRETORES E PROFISSIONAIS DA
ESCOLA) E A COMUNIDADE
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE MENTAL
Nova Terapia Ocupacional no campo da Saúde Mental.
“Terapia Ocupacional Centrada no Cliente (E NÃO PACIENTE)”.
Parceria entre terapeuta e cliente e a distribuição de poder envolvida nessa
relação;
Deslocamento de um tipo de relação terapeuta-cliente muito diretiva e
marcada pelo modelo médico, para uma relação onde terapeuta se coloca
como um elemento facilitador;
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE MENTAL
Deslocamento de um modelo de intervenção baseado na diminuição de déficits
funcionais, para um modelo mais preocupado com a habilitação segundo metas
significativas para o cliente.
Importância do ambiente nos resultados da intervenção e o questionamento
sobre a utilização de protocolos únicos para avaliação e intervenção que, perdem de
vista a singularidade das necessidades de cada pessoa.
TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL
Denise Dias Barros
Fátima Correa Oliver
Ana Paula Serrata Malfitano
◦Stella Maris Nicolau
Regina Dakuzaky Carreta
Regina Célia Fiorati
Carla Regina Silva 
Patrícia Leme Borba
Maria Heloísa Medeiros
Sandra Galheigo
Débora Galvani
Lilian Magalhães
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE MENTAL
Jô Benetton; 
Sonia Ferreira; 
Solange Tedesco; 
Sandra Galheigo; 
Adriana Sparenberg Oliveira; 
Leonardo Martins Kebbe; 
Tais Quevedo Marcolino; 
Ana Paula Mastropietro; 
Isabela Aparecida de Oliveira Lussi; 
Leila Quiles-Cestari; 
Maria Fernanda B. Cid; 
Thelma Simões Matsukura
Marcus Vinicius Machado de Almeida;
Selma Lancman
TERAPIA OCUPACIONAL NA EDUCAÇÃO
Andrea Perosa Saigh Jurdi
Marina Palhares
Cristina Toyoda
Claudia Martinez
Patricia della Barba
Myriam Bonadiu Pelosi
Marcia Bastos Rezende
TERAPIA OCUPACIONAL HOSPITALAR 
Marysia de Carlo
Lucia Uchoa- Figueiredo 
Luciene Vaccaro de Moraes
Ana Paula Mastropietro 
Regina Joaquim
Rosibeth del Carmen Muñoz Palm
Aide Mitie Kudo 
TERAPIA OCUPACIONAL NA GERONTOLOGIA 
Carla da Silva Santana
Vania Varoto
Ciomara Maria Perez Nunes
Iza de Faria-Fortini
Luciana de Oliveira Assis
Marcella Guimarães Assis
TERAPIA OCUPACIONAL NEUROLOGIA 
Alessandra Cavalcanti
Marisa Cotta Mancini
Claudia Galvão
Marcia Bastos Rezende
Daniela Baleroni
Luzia Iara Pfeifer
Daniel Marinho Cruz
Erika Teixeira
Sandra Volpi
Fernando Cordeiro Calil
Daniela Baleroni Rodrigues Silva
Lucieny Almohalha
TERAPIA OCUPACIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA 
Eucenir Fredini Rocha
Fátima Correa Oliver
TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE FÍSICA
Iracema Serrat Vergotti Ferrigno
Daniel Marinho Cezar da Cruz
Valeria Meirelles Carril Elui
Maria Cândida de Miranda Luzo
“AS PESSOAS SÃO MAIS ENGAJADAS EM SUA 
HUMANIDADE QUANDO ENGAJADAS NA OCUPAÇÃO” 
(Yerka et al., 1989)
REFERÊNCIAS 
BENETTON, J. Trilhas Associativas, Ampliando subsídios metodológicos a clínica da Terapia Ocupacional, 3. Ed.
revisada, Unisalesiano, Centro Universitário Católico Auxilium, Campinas, 2006.
CARDOSO, P. T.; MATSUKURA, T. S. Práticas e perspectivas da terapia ocupacional na inclusão escolar. Rev. Ter.
Ocup. Univ. São Paulo, v. 23, n. 1, p. 7-15, jan./abr. 2012.
CREPEAU, E.B.; SCHELL, B.A.B.; COHN, E.S. Prática de Terapia Ocupacional Contemporânea nos Estados Unidos. In:
NEISTADT ME, CREPEAU EB. WILLARD & SPACKMAN. Terapia Ocupacional. 11a edição, Editora Guanabara
Koogan, 2011, RJ. cap. 22, p. 218-223.
CROWE, T.K. Prática Contemporânea Mundial da Terapia Ocupacional. in: NEISTADT ME, CREPEAU EB. WILLARD
& SPACKMAN. Terapia Ocupacional. 11a edição, Editora Guanabara Koogan, 2011, RJ. cap. 23, p. 224-231.
LOPES, R. E. et al. Terapia Ocupacional no campo social no Brasil e na América Latina: panorama, tensões e
reflexões a partir de práticas profissionais. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São Carlos, v. 20, n. 1, p. 21-32, 2012.
MÂNGIA EF. Contribuições da abordagem canadense "prática de Terapia Ocupacional centrada no cliente" e dos
autores da desinstitucionalização italiana para a terapia ocupacional em saúde mental. Rev. Ter. Ocup. Univ. São
Paulo, v.13, n.3, p.127-34, set./dez. 2002.
VAZ, D. V. et al. Tensões e possibilidades no campo da reabilitação sob a ótica dos estudos da deficiência. Cad.
Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 27, n. 4, p. 917-928, 2019.

Mais conteúdos dessa disciplina