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Questão 1/10 - Lógica Ler em voz alta Leia o seguinte fragmento de texto: “Podemos dizer que um argumento tem uma ou mais premissas e uma conclusão. Ao avançar um argumento, damos a entender que a premissa ou premissas apoiam a conclusão. Esta relação de apoio é habitualmente assinalada pelo uso de expressões como ‘logo’, ‘assim’, ‘consequentemente’, “portanto, como vês’”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SMITH, N. Introdução à lógica. Portugal: Gradiva, 1999. p. 1. De acordo com os conteúdos do livro-base Lógica para pedestres sobre a distinção entre inferência indutiva e inferência dedutiva, ainda é correto afirmar que: Nota: 10.0 A As inferências indutivas apontam para conclusões que excedem as possibilidades das premissas. Você assinalou essa alternativa (A) Você acertou! Há informações na conclusão que não estavam disponíveis nas premissas, excedendo assim a quantidade de informação prévia. “A dedução é o tipo de raciocínio que traz certa segurança aos lógicos e, por sua vez, é a maneira mais correta de inferir. [...] Em resumo, qualquer texto que ambicione uma boa compreensão por parte do leitor deverá, necessariamente, ter uma boa estrutura que faça aquele que interage com o texto inferir de modo seguro do início ao fim da argumentação. O que podemos discutir, então, é: Qual é o modo mais seguro de construir uma argumentação: dedução ou indução? Sabemos que todo argumento é construído com a pretensão de que suas premissas ofereçam a verdade para a conclusão apresentada. O que podemos afirmar é que a dedução tem a característica de ser mais facilmente aceita como uma prova conclusiva. Por quê? Porque as premissas levam a concluir validamente. Por isso se diz que o raciocínio dedutivo é mais adequado para o tipo de robustez que a matemática busca. [...] Por outro lado, temos os raciocínios indutivos como poderosa fonte de conhecimento, pois envolvem boa parte dos trabalhos científicos. De modo geral, a ciência desenvolve principalmente os experimentos em função da indução o que não quer dizer que seja algo menos confiável, pelo fato de inferências indutivas apresentarem um caráter mais particular de suas provas. A indução oferece algumas provas, um estudo de caso, o que confirma o caráter experimental da ciência, mas não disponibiliza meios para que seja criada a noção de crença verdadeira e justificada, como se concebe de forma clássica na epistemologia. Ao contrário da inferência dedutiva, a indutiva apresenta alta chance de que seja verdadeira, mas tem a possibilidade de assim ser se as premissas forem verdadeiras. Ela também não é uma prova no sentido forte que a dedutiva pode ser considerada. [...] Apenas o nível de confiabilidade na verdade da premissa é que deve mudar, ou seja, não existe uma prova, como no caso dedutivo, mas uma evidência de que há uma premissa presente na estrutura do argumento e de que sua verdade se situa no campo da possibilidade. A prova do raciocínio dedutivo deve ser vista como uma conclusão irrevogável, em certo sentido; no caso indutivo, trata-se de um argumento que ainda pode submeter a conclusão a uma análise posterior, pois não se trata de um tipo de verdade robusta, forte” (livro-base, p. 66-69). B A inferência dedutiva geralmente é feita com base na experiência empírica. C A inferência dedutiva vai da conclusão para as premissas. D A inferência indutiva leva informação suficiente na conclusão. E A inferência dedutiva é contingente. Questão 2/10 - Lógica Ler em voz alta Leia atentamente o fragmento de texto a seguir: “Uma verdade lógica, no entanto, pode estar em contradição com as demais formas de verdade, conquanto que o fundamento de cada um dos juízos que formam o silogismo não seja averiguado. Tudo se passa de acordo com a distinção tradicional entre verdade e validade na lógica”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: . Acesso em: 25 ago. 2016. Segundo o que aprendemos no livro-base Lógica para Pedestres sobre a noção de o que é um raciocínio formalizado, analise as afirmativas a seguir. I. A linguagem do senso comum não fornece todo o rigor para a busca a que um investigador mais meticuloso se propõe. II. É preciso amenizar o rigor da simbologia lógica para que esta se espelhe na linguagem de uso cotidiano. III. Extirpam-se dúvidas quando avaliamos um discurso logicamente; isso o senso comum não costuma fazer. IV. Os raciocínios cada vez mais precisos, para Aristóteles, seriam a base de uma filosofia adequada, uma ciência segura, um discurso com certezas demonstráveis. Estão corretas apenas a afirmativas: Nota: 10.0 A I, II, III B I, III C I, II, IV D I, III, IV Você assinalou essa alternativa (D) Você acertou! O que Aristóteles fez estava no âmbito do reconhecimento de que a linguagem do senso comum não fornece todo o rigor para a busca a que um investigador mais meticuloso se propõe. Assim, a lógica tem seu assento garantido quando se trata de identificar algum tipo de conhecimento mais seguro. Extirpam-se dúvidas quando avaliamos um discurso logicamente; isso o senso comum não costuma fazer, porque não interrompemos uma conversa sempre que supomos ter dúvida sobre algum ponto que logica mente não está claro para nós a fim de submetêlo ao raciocínio lógico. [...] Para ele, os raciocínios cada vez mais precisos seriam a base de uma filosofia adequada, uma ciência segura, um discurso com certezas demonstráveis (p. 31). E I, IV Questão 3/10 - Lógica Ler em voz alta Leia a seguinte citação: “A oposição das proposições consiste em tirar de uma proposição outras, pela alteração da quantidade ou da qualidade, ou ainda de uma e de outra e concluir da verdade ou falsidade dessa proposição, a verdade ou falsidade das proposições obtidas, mantendo sempre os mesmos termos como sujeito e predicado”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: https://evaristemusekwa.wordpress.com/2012/02/11/introducao-a-logica-ii/. Acesso em 10 out. 2016. De acordo com os conteúdos do livro-base Lógica para pedestres, quando duas proposições diferem em quantidade e qualidade, como em “Todos os atletas são fortes.” e “Alguns atletas não são fortes.”, é correto afirmar que elas são: Nota: 10.0 A Convexas B Concomitantes C Subcontrárias D Contraditórias Você assinalou essa alternativa (D) Você acertou! As proposições acima são exemplos de oposição em quantidade e qualidade, portanto são contraditórias. Elas preservam um sentido de negação de uma em relação à outra, razão por que, nas frases acima, uma delas é verdadeira e outra falsa, quando analisadas uma em relação à outra (livro-base, p. 98). E Transversais Questão 4/10 - Lógica Ler em voz alta Leia o seguinte fragmento de texto: “A linguagem é um instrumento tão sutil e complicado que frequentemente perdemos de vista a multiplicidade de seu uso. Nesta, como em muitas outras situações, existe o perigo de nossa tendência para simplificar mais as coisas”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COPI, I. Introdução à lógica. São Paulo: Mestre Jou, 1968. p. 19. Considerando os conteúdos do livro-base Lógica para pedestres sobre a diferença entre inferência dedutiva e inferência indutiva para os lógicos, marque a opção verdadeira. Nota: 10.0 A Diferença de natureza, pois tanto a indução quanto a dedução pertencem a âmbitos distintos do raciocínio humano. B A principal distinção que a inferência dedutiva oferece em relação à indutiva está no grau de certeza. Você assinalou essa alternativa (B) Você acertou! Como vimos em nosso livro-base, a indução e a dedução podem apenas ser diferenciadas em relação ao grau de certeza que suas conclusões chegam. A dedução com um grau altamente elevado de certeza e a indução com um grau mínimo de plausibilidade.“A dedução é o tipo de raciocínio que traz certa segurança aos lógicos e, por sua vez, é a maneira mais correta de inferir. Os raciocínios do tipo dedutivo são mais comuns em análises lógicas rigorosas [...]. Além do uso em matemática que busca constantemente a dedução como fonte de justificação dos raciocínios feitos nas passagens de cálculos realizados para se chegar a um resultado tido como mais correto, verdadeiro etc. Esse tipo de raciocínio também aparece em filosofia, pois o que se almeja na argumentação filosófica é o melhor argumento. [...] Em resumo, qualquer texto que ambicione uma boa compreensão por parte do leitor deverá, necessariamente, ter uma boa estrutura que faça aquele que interage com o texto inferir de modo seguro do início ao fim da argumentação. O que podemos discutir, então, é: Qual é o modo mais seguro de construir uma argumentação: dedução ou indução? Sabemos que todo argumento é construído com a pretensão de que suas premissas ofereçam a verdade para a conclusão apresentada. O que podemos afirmar é que a dedução tem a característica de ser mais facilmente aceita como uma prova conclusiva. Por quê? Porque as premissas levam a concluir validamente. Por isso se diz que o raciocínio dedutivo é mais adequado para o tipo de robustez que a matemática busca. [...] Por outro lado, temos os raciocínios indutivos como poderosa fonte de conhecimento, pois envolvem boa parte dos trabalhos científicos. De modo geral, a ciência desenvolve principalmente os experimentos em função da indução o que não quer dizer que seja algo menos confiável, pelo fato de inferências indutivas apresentarem um caráter mais particular de suas provas. A indução oferece algumas provas, um estudo de caso, o que confirma o caráter experimental da ciência, mas não disponibiliza meios para que seja criada a noção de crença verdadeira e justificada, como se concebe de forma clássica na epistemologia. Ao contrário da inferência dedutiva, a indutiva apresenta alta chance de que seja verdadeira, mas tem a possibilidade de assim ser se as premissas forem verdadeiras. Ela também não é uma prova no sentido forte que a dedutiva pode ser considerada. [...] Apenas o nível de confiabilidade na verdade da premissa é que deve mudar, ou seja, não existe uma prova, como no caso dedutivo, mas uma evidência de que há uma premissa presente na estrutura do argumento e de que sua verdade se situa no campo da possibilidade. A prova do raciocínio dedutivo deve ser vista como uma conclusão irrevogável, em certo sentido; no caso indutivo, trata-se de um argumento que ainda pode submeter a conclusão a uma análise posterior, pois não se trata de um tipo de verdade robusta, forte” (livro-base, p. 66-69). C Validade e invalidade. D Verdade e falsidade. E Inferência e experiência. Questão 5/10 - Lógica Ler em voz alta Atente para a seguinte informação: “[A] inferência indutiva é mais flexível que a dedutiva, se observada a pretensão do resultado, pois o seu tipo de conclusão indica o ‘melhor’ a ser aceito, segundo aquelas premissas. Não faz da conclusão que assume uma posição rígida”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SANTOS, Erickson C. Lógica para pedestres. Curitiba: InterSaberes, 2015. p. 48. Tendo em vista os conteúdos do livro-base Lógica para pedestres, marque a opção que apresenta o nome do primeiro filósofo moderno a valorizar a inferência indutiva de modo a torná-la uma forma de raciocínio que inegavelmente produz conhecimento. Nota: 10.0 A Voltaire B David Hume C Aristóteles D Francis Bacon Você assinalou essa alternativa (D) Você acertou! Francis Bacon foi o primeiro a valorizar a inferência indutiva de modo a ser uma forma de raciocínio que inegavelmente produz conhecimento (livro-base, p. 70,71). E Platão Questão 6/10 - Lógica Ler em voz alta Considere a seguinte afirmação: “A validade de um argumento é determinada pela sua forma: não importa se estamos falando de gatos ou filósofos, qualquer argumento da forma: todo A é B, c é um A, logo c é um B”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MORTARI, C. Introdução à lógica. São Paulo: Unesp. 2001. p. 61. Tendo em vista os conteúdos do livro-base Lógica para pedestres sobre a noção de um argumento correto, é certo afirmar que as partes que o compõe são formadas por: Nota: 10.0 A Axiomas e teoremas. B Dedução e indução. C Premissas e conclusão. Você assinalou essa alternativa (C) Você acertou! Um argumento sempre irá consistir de premissas e de uma conclusão, que é algo que se segue das premissas. “O argumento é constituído pelas premissas e pela conclusão. Essa estrutura básica da inferência é a correta relação entre premissas e sua conclusão, ou seja, muito mais que uma correlação entre P1 e P2. O resultado, a conclusão, tem de indicar como as premissas se relacionam entre si e, por fim, elas apresentam uma relação com a conclusão” (livro-base, p. 58,59). D Argumento e conclusão. E Premissas e argumento. Questão 7/10 - Lógica Ler em voz alta Leia o excerto de texto a seguir: “A dialética superior do conceito não consiste em produzir e apreender a determinação meramente como barreira e como contrário, mas, sim, em produzir e apreender a partir dela o conteúdo e o resultado positivos”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: HEGEL, George W. F. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito ou Direito Natural e Ciência do Estado em Compêndio: Primeira parte – O Direito Abstrato, p. 34-104. Clássicos de Filosofia: Cadernos de Tradução nº 5. Tradução de Marcos Lutz Müller. Campinas: IFCH/UNICAMP, set. 2003. p. 69,70. Considerando o excerto anterior e a noção de dialética apresentada no livro-base Lógica para pedestres, analise as afirmativas a seguir: I. No período da filosofia clássica, a aplicação da técnica poderia variar de um filósofo para outro. II. Dialética é um método de refutar teses falsas. III. Sócrates buscava conclusões derivadas das hipóteses que não fossem necessariamente falsas. IV. Platão usou o conceito de dialética como um método de argumentação que possui refutação e pode resultar em algo satisfatório. Estão corretas apenas as afirmativas: Nota: 10.0 A I, II e III B II, III e IV C I e II D I, III e IV Você assinalou essa alternativa (D) Você acertou! Sócrates buscava conclusões derivadas das hipóteses que não fossem necessariamente falsas. Em A República, Platão usou o conceito de dialética como um método de argumentação em que há refutação e que pode resultar em algo satisfatório, mas, em outras obras, o conceito foi empregado como um método de divisão (uma forma de procurar definições) e classificação. Ele também forneceu outros significados para dialética, como em uma espécie de cooperação na investigação filosófica que envolve a busca por definir termos utilizados usualmente no debate filosófico. Descobriu alguns princípios básicos, mas não foi o que se pode chamar de um lógico, como o foi seu pupilo, Aristóteles. O que se deve louvar no trabalho de Platão para a lógica é o interesse que ele tinha por questões que se tornaram importantes na epistemologia, muitas das quais passam pelos fundamentos do conhecimento em geral. Apenas a alternativa II é falsa, pois em nenhuma acepção de dialética o seu fim era unicamente para demonstrar uma tese falsa (livro-base, p. 34). E II e IV Questão 8/10 - Lógica Ler em voz alta Considere a citação: “Uma busca incansável que fazemos quando estudamos lógica é a da precisão. Os raciocínios lógicos são exercícios para um pensamento correto, diretrizes de como o discurso mais claro e mais adequado pode ser realizado.” Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SANTOS, Erickson C. dos. Lógica para pedestres. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 21. Tendo em vista a citação e os conteúdos da Aula1 (Vídeo 2) sobre a comprovação do conhecimento científico na Antiguidade, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A Era comprovada por meio dos livros. B Era comprovada por meio dos cientistas. C Era comprovado por meio de Platão. D Era comprovado por meio da linguagem formal. E Era comprovado por meio do empirismo e da estrutura da ciência pensada de acordo com a lógica. Você assinalou essa alternativa (E) Você acertou! Esta é a afirmativa correta. De acordo com a Aula 1 (Vídeo 2, 00'00" a 01'46") a questão E é a correta: Na Antiguidade, Aristóteles e outros filósofos estavam preocupados com a comprovação do conhecimento científico. Diante disso, ele era comprovado por meio da comprovação empírica (pautada na experiência) e da estrutura da ciência pensada de acordo com a lógica, garantindo a validade e a consistência de um conjunto de proposições. Questão 9/10 - Lógica Ler em voz alta Leia o fragmento de texto a seguir: “As diferenças entre os sistemas estoico e aristotélico são: Na lógica estoica aparecem proposições hipotéticas e disjuntivas, enquanto na aristotélica só aparecem proposições categóricas, embora estritamente falando também há proposições hipotéticas silogística de Aristóteles”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: . Acesso em 25 ago. 2016. A partir do exposto sobre os estoicos no livro-base Lógica para pedestres, analise as afirmativas a seguir. I. Eles defenderam uma doutrina mais bem definida que seus predecessores. II. Zenão, tido como fundador da escola estoica, dividiu a doutrina em três partes: física, ética e lógica. III. Aristóteles, ao contrário de Zenão, não dividiu a doutrina. IV. Os estoicos fizeram uso da distinção no ensino como algo mais valorizado por eles de forma bastante clara. Estão corretas apenas as afirmativas: Nota: 10.0 A I, II e III B III e IV C II, III e IV D I, II e IV Você assinalou essa alternativa (D) Você acertou! A lógica desenvolvida pelos pensadores estoicos teve uma importância inestimável porque foram os primeiros a abordar esse conhecimento de forma proposicional. Eles defenderam uma doutrina mais bem definida que seus predecessores. Zenão (333 a.C.–263 a.C.), tido como fundador da escola estoica, dividiu a doutrina em três partes: física, ética e lógica. Sabe-se que Aristóteles também havia feito uma divisão semelhante, mas os estoicos a usaram no ensino como algo mais valorizado por eles de forma bastante clara. A importância da lógica para eles pode ser conferida em uma metáfora que Diógenes Laércio citou: Os estoicos assemelham a filosofia a um animal, comparam a lógica aos ossos e aos tendões, a ética à carne e a física à alma. Ou então comparam-na a um ovo: a lógica é a parte mais exterior, mais para o interior é a ética e a parte mais interior é a física (livro-base, p. 36,37). E I, III e IV Questão 10/10 - Lógica Ler em voz alta Leia a seguinte definição: “No estudo de lógica, é costume reservar o nome de ‘falácia’ a argumentos e raciocínios que, embora incorretos, podem ser psicologicamente persuasivos”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COPI, I. Introdução à lógica. São Paulo: Mestre Jou, 1968. p. 73. Considerando os conteúdos do livro-base Lógica para pedestres sobre as falácias, atribua cada uma das falácias a seguir com seus respectivos exemplos: 1. Falácia de apelo à força. 2. Falácia contra a pessoa. 3. Falácia de apelo à emoção. 4. Falácia de apelo à ignorância. ( ) Ele não é confiável em suas informações sobre a situação do banco, pois frequenta cursos místicos. ( ) A menos que você esteja com a farda limpa e passada, terá de cumprir as atividades de limpeza nos banheiros. ( ) Seres extraterrestres existem porque ninguém provou que não existem. ( ) Você deve reatar sua amizade com ele, pois, apesar do que aconteceu, você pode mostrar que é uma pessoa melhor. Agora, marque a alternativa que apresenta apenas a sequência correta: Nota: 10.0 A 1 – 3 – 2 – 4 B 3 – 4 – 2 – 1 C 1 – 2 – 3 – 4 D 2 – 1 – 4 – 3 Você assinalou essa alternativa (D) Você acertou! Falácia de apelo à força: A menos que você esteja com a farda limpa e passada, terá de cumprir as atividades de limpeza nos banheiros. Falácia contra a pessoa: Ele não é confiável em suas informações sobre a situação do banco, pois frequenta cursos místicos. Falácia de apelo à emoção: Você deve reatar sua amizade com ele, pois, apesar do que aconteceu, você pode mostrar que é uma pessoa melhor. Falácia de apelo à ignorância: Seres extraterrestres existem porque ninguém provou que não existem. (livro-base, p. 76-79). E 4 – 2 – 3 – 1 image1.wmf image2.wmf