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Fraturas Ósseas: Diagnóstico e Tratamento em Ortopedia
Regina Maria Santos Lino[footnoteRef:1] [1: Acadêmica do curso de Enfermagem da Unopar – Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera.] 
Camila Cristina Rodrigues[footnoteRef:2] [2: Orientadora Docente do curso de Enfermagem da Unopar – Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera.
] 
RESUMO 
Este trabalho trata dos principais avanços no diagnóstico e tratamento de fraturas ósseas na prática ortopédica, destacando a importância da inovação tecnológica para a melhoria dos resultados clínicos. O objetivo geral foi analisar os métodos utilizados na identificação e abordagem terapêutica das fraturas, com ênfase nas técnicas recentes que vêm transformando o cenário ortopédico. A metodologia adotada consistiu em uma revisão bibliográfica qualitativa e descritiva, baseada em publicações científicas dos últimos dez anos. Os resultados evidenciam que recursos como tomografia computadorizada tridimensional, ressonância magnética de alta resolução, terapias biológicas e impressão 3D têm contribuído significativamente para o diagnóstico preciso, a personalização de tratamentos e a recuperação mais rápida dos pacientes. Além disso, destacam-se os avanços nos materiais utilizados para imobilização e fixação óssea, bem como a aplicação de procedimentos minimamente invasivos, que reduzem complicações pós-operatórias e o tempo de internação. O estudo conclui que a integração entre engenharia, tecnologia digital e medicina regenerativa está promovendo uma transformação na ortopedia, tornando os tratamentos mais eficazes, seguros e centrados no paciente. Ressalta-se, ainda, a necessidade de mais pesquisas que avaliem o impacto dessas inovações na prática clínica, especialmente em larga escala e em diferentes contextos populacionais.
Palavras-chave: Tratamento ortopédico. Impressão 3D. Fixação óssea. Planejamento cirúrgico. Processamento de imagens.
1 INTRODUÇÃO 
As fraturas ósseas representam um problema significativo na prática médica, especialmente na área da ortopedia. Com o aumento da longevidade e a intensificação de práticas esportivas, o número de lesões relacionadas a fraturas cresce, exigindo avanços no diagnóstico e tratamento. O desenvolvimento de novas tecnologias e métodos terapêuticos torna-se fundamental para aprimorar o atendimento e garantir melhores desfechos clínicos, reduzindo complicações e promovendo uma recuperação mais rápida e eficaz dos pacientes (Massari et al., 2019).
Nos últimos anos, a ortopedia é amplamente beneficiada por inovações tecnológicas que abrangem desde técnicas avançadas de diagnóstico por imagem, como ressonância magnética e tomografia computadorizada, até o desenvolvimento de biomateriais e a utilização da impressão 3D. Essas ferramentas proporcionam tratamentos mais precisos e personalizados, permitindo uma abordagem menos invasiva, que melhora significativamente os resultados clínicos. Com essas tecnologias, é possível otimizar o processo de recuperação dos pacientes, diminuindo o tempo de reabilitação e oferecendo maior conforto, além de promover o uso mais eficiente de recursos médicos e hospitalares (Vilela, 2021).
Além dos avanços no diagnóstico e no tratamento, o aprimoramento de técnicas de fixação óssea e o uso de terapias regenerativas abrem novas possibilidades para a ortopedia moderna. A combinação dessas inovações contribui para a redução de complicações pós-operatórias, como infecções e deformidades, e oferece soluções para fraturas complexas. Assim, a constante atualização e adaptação às novas tecnologias tornam-se relevantes para garantir a qualidade e a segurança dos tratamentos ortopédicos.
As fraturas ósseas estão entre as principais causas de internações no Brasil, impactando diretamente a qualidade de vida dos pacientes e gerando altos custos para o sistema de saúde. Elas ocorrem devido a acidentes, traumas esportivos ou quedas, especialmente em idosos, e exigem tratamentos específicos conforme a gravidade. Um diagnóstico e tratamento adequados contribuem para a recuperação e prevenção de complicações como deformidades ou perda funcional, o que destaca a importância do estudo deste tema na ortopedia.
A relevância desta pesquisa está nos avanços das técnicas diagnósticas e terapêuticas, como o uso de tecnologias 3D e novos materiais para fixação óssea, que impactam diretamente os resultados clínicos. Com o aumento das fraturas devido ao envelhecimento populacional e à prática esportiva, torna-se essencial comparar os métodos de tratamento para otimizar os processos clínicos e cirúrgicos na ortopedia.
A pesquisa contribui para a sociedade ao melhorar os tratamentos de fraturas, reduzindo o tempo de internação, recuperação e custos, além de aumentar a qualidade de vida. Para a comunidade acadêmica, oferece uma revisão das inovações tecnológicas e práticas terapêuticas, promovendo novas abordagens e estratégias na ortopedia, que servem de base para futuras pesquisas e para o desenvolvimento de protocolos clínicos mais eficientes.
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 Metodologia 
A pesquisa realizada foi uma revisão bibliográfica, caracterizada como uma pesquisa qualitativa e descritiva. Conduziu-se uma busca por obras publicadas nos últimos cinco anos, complementada por bibliografias clássicas da área, em bases de dados como o Google Acadêmico e SciELO. A seleção do material incluiu livros, dissertações e artigos científicos relacionados ao tema das fraturas ósseas e aos avanços no diagnóstico e tratamento em ortopedia.
Os critérios de inclusão para os estudos foram: publicações em português e inglês que abordassem especificamente os avanços tecnológicos e metodológicos no campo ortopédico. Foram excluídos resumos, artigos de opinião e primeiras impressões. As palavras-chave utilizadas para a busca incluíram: “fraturas ósseas”, “diagnóstico em ortopedia” e “tratamento ortopédico”, entre outras relacionadas ao tema.
2.2 Resultados e Discussão 
2.2.1 Estrutura e cicatrização óssea: da composição à regeneração
Os ossos humanos são estruturas complexas e dinâmicas, fundamentais para a sustentação, proteção e mobilidade do corpo. Eles são formados por uma combinação de componentes orgânicos e inorgânicos, que atuam na funcionalidade e integridade do sistema esquelético. A parte inorgânica dos ossos, que representa cerca de 65% de sua composição, é predominantemente composta por fosfato de cálcio (CaPO₄). Este mineral se cristaliza na forma conhecida como hidroxiapatita (Ca₁₀(PO₄)₆(OH)₂), que é fundamental para a resistência e dureza dos ossos, permitindo que suportem as forças e cargas que enfrentam diariamente (Mantyh et al., 2018). 
A estrutura de um osso longo pode ser dividida em sete componentes principais (Figura 3). A diáfise corresponde ao eixo ou corpo central do osso, enquanto as epífises são as extremidades, localizadas nas porções proximal e distal. Entre essas regiões está a metáfise, que conecta a diáfise à epífise. A cartilagem epifisária, presente nas extremidades, atua como uma superfície lisa que reduz o atrito nas articulações durante os movimentos (Tortora, 2017).
O periósteo é uma membrana de tecido conjuntivo que reveste externamente o osso, sendo essencial para o crescimento em espessura, além de desempenhar papel importante na nutrição óssea e no processo de regeneração após fraturas. Já a cavidade medular, localizada na diáfise, abriga a medula óssea, enquanto o endósteo é uma fina membrana que reveste internamente essa cavidade, participando também na remodelação óssea (Tortora, 2017).
Figura 1 – Estrutura de um osso longo
 Fonte: Tortora, 2016, p.274.
Em contraste, a parte orgânica, que compõe aproximadamente 35% da estrutura óssea, é formada principalmente por colágeno, que representa de 90% a 95% de sua composição. As fibras de colágeno tipo I conferem flexibilidade ao osso, permitindo que ele absorva e distribua as forças aplicadas, evitando fraturas (Xin et al., 2019). Além do colágeno, o tecido ósseo contém pequenas quantidades de glicoproteínas e proteoglicanas.Essa combinação de matriz orgânica e inorgânica resulta em uma estrutura simultaneamente dura e flexível, necessária para a integridade do esqueleto e para a saúde geral do corpo humano (Mantyh et al., 2018; Yang et al., 2019; Xin et al., 2019).
Apesar de sua resistência, os ossos são suscetíveis a fraturas. A identificação e análise dessas lesões têm sido amplamente beneficiadas pelos avanços nas técnicas de diagnóstico por imagem. A ressonância magnética (RM) de alta resolução tem permitido a detecção precoce de lesões em tecidos moles adjacentes aos ossos, como músculos e tendões. Já a tomografia computadorizada tridimensional (TC 3D) tem se mostrado essencial no planejamento de intervenções cirúrgicas para fraturas complexas, permitindo uma visualização anatômica precisa e auxiliando na tomada de decisão terapêutica (Macedo et al., 2024).
O processo de fratura óssea envolve duas etapas principais: a lesão inicial e a regeneração. Inicialmente, o trauma provoca sangramento local, formando um coágulo que interrompe a hemorragia e serve de base para a migração celular (Willett et al., 2019). Em seguida, os osteoclastos iniciam a reabsorção do tecido danificado, enquanto fatores de crescimento promovem a ativação de osteoblastos, que formarão o novo osso (Wang et al., 2021).
Nesse cenário, as terapias biológicas vêm ganhando destaque. O uso de células-tronco mesenquimatosas tem mostrado grande potencial na regeneração óssea e de tecidos conjuntivos, promovendo a cicatrização de lesões articulares e tendinosas (Macedo et al., 2024). Da mesma forma, o plasma rico em plaquetas (PRP), obtido do próprio sangue do paciente, tem sido utilizado para acelerar a regeneração tecidual, estimular o crescimento celular e reduzir o tempo de cicatrização (Macedo et al., 2024).
A regeneração óssea progride com a formação de um calo, inicialmente composto por tecido fibroso e cartilaginoso, que posteriormente é mineralizado com deposição de hidroxiapatita. Esse processo, que pode levar de semanas a anos para a completa restauração da função óssea, é influenciado por fatores como a saúde geral do paciente e a gravidade da lesão (Falcinelli et al., 2019; Willett et al., 2019).
2.2.2 Inovações no tratamento de fraturas: da imobilização convencional à impressão 3D
Após a ocorrência de uma fratura, o tratamento conservador ainda é amplamente utilizado, com destaque para a imobilização, cujo objetivo é estabilizar o osso e permitir a regeneração adequada. O método tradicional utiliza gesso ortopédico, feito de sulfato de cálcio semi-hidratado, que, apesar de ser acessível e eficaz, apresenta riscos como trombose, síndrome compartimental e complicações cutâneas (Prakash et al., 2020).
Técnicas mais modernas, como a utilização de fibra de vidro, têm mostrado vantagens em termos de leveza e ventilação, embora exijam maior habilidade técnica para aplicação (Prakash et al., 2020). Outra inovação revolucionária é a impressão 3D, que permite a criação de órteses e dispositivos personalizados (Figuras 2 e 3), adaptados à anatomia de cada paciente, com melhor ventilação e conforto (Lu et al., 2021).
Figura 2 – a) Prótese do acetábulo personalizada para o paciente e b) Prótese de escápula com encaixes para fixação muscular
a)
b) 
 Fonte: Miraldo, 2019.
Figura 3 – Órteses em 3D personalizadas para membros inferiores e correção de escoliose
 Fonte: Miraldo, 2019.
A impressão 3D, associada às técnicas avançadas de diagnóstico por imagem, como a TC 3D, tem permitido a criação de modelos anatômicos exatos para planejamento cirúrgico e desenvolvimento de implantes personalizados. Essa tecnologia aumenta a precisão na escolha do tratamento e reduz o risco de erros durante a intervenção (Macedo et al., 2024).
Paralelamente, as técnicas cirúrgicas também evoluíram. Procedimentos minimamente invasivos, como a artroscopia, permitem o tratamento de lesões com incisões menores, reduzindo dor, risco de infecção e tempo de recuperação. A integração da robótica e da navegação assistida por computador proporciona aos cirurgiões maior precisão, especialmente em cirurgias de substituição articular, aumentando a longevidade dos implantes e melhorando os resultados clínicos (Macedo et al., 2024).
Além disso, o desenvolvimento de novos materiais para implantes (Quadro 1), como o titânio e suas ligas, com alta resistência e biocompatibilidade, tem contribuído para o sucesso das cirurgias. A possibilidade de personalizar esses implantes a partir de modelos anatômicos gerados por imagens 3D representa uma melhoria notável na funcionalidade e conforto do paciente a longo prazo (Macedo et al., 2024).
Quadro 1: Técnicas e materiais disponíveis para uso em impressão 3D na ortopedia
	TECNOLOGIAS APLICADAS À IMPRESSÃO 3D NA ORTOPEDIA.
	MATERIAIS AUTORIZADOS POR ÓRGÃOS REGULADORES PARA IMPRESSÃO 3D EM ORTOPEDIA.
	Estereolitografia (SLA)
	Acrilonitrila butadieno estireno (ABS)
	Modelagem Deposição Fundida (FDM)
	Nylon
	Sintetização Seletiva Laser (SLS)
	Ácido Polilático (PLA)
	Sintetização Direta Metal Laser (DLMS)
	Polietileno de alta densidade (HDPE)
	Fusão Feixe Elétrons (EBM)
	Aço inoxidável (316i)
	Impressão Theriforme
	Liga de titânio (TI6AL4V)
	Impressão por Jato
	Metais Preciosos (Ouro, Prata, Platina)
	Robocasting
	Fibra de Carbono
	Modelagem por deposição de líquidos (LDM)
	Polímeros Cerâmicos
	
	Poli (Éter-Éter-Cetona) (PEEK)
	
	Álcool polivinílico (PVA)
 Fonte: Adaptado de Miraldo, 2019.
O futuro do tratamento de fraturas ósseas caminha para uma abordagem multidisciplinar, que une medicina regenerativa, engenharia de materiais e tecnologias digitais. A combinação de impressoras 3D, terapias celulares e técnicas cirúrgicas de alta precisão abre novos horizontes na ortopedia, com foco na personalização do tratamento, redução do tempo de recuperação e melhoria dos desfechos clínicos (Vedadghavami et al., 2017; Vilela, 2021).
3 CONCLUSÃO
O presente estudo permitiu alcançar os objetivos propostos, ao analisar os principais métodos de diagnóstico e tratamento de fraturas ósseas, com ênfase nas inovações tecnológicas que vêm transformando a prática ortopédica. A análise dos principais avanços no diagnóstico e tratamento de fraturas ósseas na ortopedia permitiu identificar as contribuições mais relevantes da tecnologia para a prática clínica.
O trabalho evidenciou como as novas abordagens terapêuticas, incluindo métodos conservadores mais eficientes e cirurgias minimamente invasivas, contribuíram para a redução de complicações pós-operatórias, o encurtamento do tempo de recuperação e o aumento do conforto do paciente. 
Além disso, a personalização de dispositivos ortopédicos e implantes, viabilizada por tecnologias digitais e materiais avançados, demonstrou potencial para redefinir o padrão de atendimento ortopédico, tornando-o mais eficaz e centrado no paciente.
Embora a revisão tenha apresentado uma ampla gama de inovações, é importante reconhecer que algumas limitações foram observadas, como a escassez de estudos de longo prazo sobre determinadas tecnologias emergentes e a limitada disponibilidade de dados clínicos comparativos em diferentes contextos populacionais. Isso reforça a necessidade de mais pesquisas experimentais e clínicas que avaliem, de forma sistemática, a eficácia e a aplicabilidade desses avanços em larga escala.
Assim, conclui-se que os avanços no diagnóstico e tratamento de fraturas ósseas representam um passo importante na evolução da ortopedia moderna. Esses progressos têm proporcionado benefícios clínicos significativos, com impacto direto na qualidade do atendimento, na redução de complicações e na melhoria do conforto e da recuperação dos pacientes.
Além disso, tais inovações apontam para um futuro cada vez mais tecnológico, preciso e humano na assistência ao paciente com lesões ósseas. A integração entre ciência, tecnologia e cuidado individualizado tende a transformar a prática ortopédica, tornando os tratamentos mais resolutivos e personalizados.
REFERÊNCIAS
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