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Áreas Explosivas

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Áreas Explosivas
Informações
Técnicas
Materiais Elétricos para Áreas Classificadas
Empresa 100% Brasileira
ISO 9001:2000
Informações
Técnicas
Normas Técnicas Aplicadas
Iluminação
Recomendações Eletrotécnicas
Atmosfera Explosiva
Metrologia... a ciência
Índice
Maccomevap - 2006 
Normas Técnicas Aplicadas
Grau de Proteção/Produtos de Riscos/Tipos de roteção..................................03
Iluminação
Fontes de Luz Artificial..........................................................................04
Lâmpadas Incandescentes....................................................................04
Incandescente halógenas (IHT-LB).........................................................05
Lâmpadas de descarga..........................................................................06
Lâmpadas Fluorescentes (FL) ................................................................06
Lâmpadas Fluorescentes Compactas (FC).................................................07
Lâmpadas Mista (LME)..........................................................................08
Vapor de Mercúrio de Alta Pressão (VME)..................................................08
Multivapores Metálicos Halógenos (MME).................................................09
Vapor de Sódio de Baixa Pressão (VST-B).................................................09
Vapor de Sódio de Alta Pressão (VSE-E VST).............................................09
Tabela Técnica com Desenhos de Lâmpadas..............................................10
Recomedações Eletrotécnicas
Proteção contra choque - Classes de Proteção..............................................13
Luminárias com Símbolo..........................................................................13
Graus de Proteção...................................................................................14
Atmosfera Explosiva
O que é uma atmosfera explosiva?............................................................17
Cuidados.............................................................................................18
A Regulamentação das zonas com riscos de explosão...................................19
O que é uma zona de risco?.....................................................................19
Como determinar as zonas de riscos.........................................................20
Como determinar a classe de explosão e a temperatura de inflamação
segundo os locais.................................................................................22
Como proceder para a escolha de um aparelho para atmosfera explosiva.........24
Metrologia... a ciência
Metrologia... a ciência.............................................................................28
Prefíxos e símbolos internacionais............................................................30
Conversões de unidades..........................................................................31
Iluminação
Maccomevap
Materiais Elétricos para Áreas Classificadas
Graus de Proteção
IEC pubric. 529 / ABNT NBR-6146 / IEC 598-1
Produtos de Risco
ABNT NBR-5363
Tipos de Proteção
Tipo de Normas Técnicas
Classificação brasileira Europeia Americana
Ex ABNT NBR-9518 EN 50014 IEC 79-0
Exd ABNT NBR-5363 EN 50018 IEC 79-1
Exe ABNT NBR-9883 EN 50019 IEC 79-7
Exp ABNT NBR-5420 EN 50016 IEC 79-2
Exi ABNT NBR-8447 EN 50020 IEC 79-11 ia ou ib
Exo ABNT NBR-8601 EN 50015 IEC 79-5/6
Exq ABNT NBR-8601 EN 50017 IEC 79-5
Exm EN 3125 IEC 79-15
Exn EN 3125 IEC 79-15
Normas Técnicas Aplicadas
03
As lâmpadas elétricas são agrupadas em dois tipos 
principais: incandescentes e de descargas.
Em ambos os grupos, pesquisa e desenvolvimento 
contínuos levaram a um aumento da eficiência de todos os tipos de 
lâmpadas. As características e aplicações das fontes de luz artificial são 
informadas pelos fabricantes em seus catálogos. Nesta informação 
serão comentados os aspectos que afetam seu desempenho e o 
conseqüente consumo de energia, além de recomendações que 
permitem racionalizar o uso da energia elétrica.
Devemos sempre que possível utilizar as lâmpadas de maior 
eficiência luminosa, para que o nosso projeto ou a instalação existente 
seja mais eficiente e conserve energia. Outro ponto que merece 
atenção especial é a variação de voltagem da rede que pode afetar o 
consumo de energia de duas maneiras:
- se a variação for acima da nominal, o consumo de energia será maior 
com a emissão de luz, encurtando a vida das lâmpadas e, 
conseqüentemente, aumentando nosso estoque de reposição e os 
custos de manutenção.
- se a variação for menor que a nominal, a potência desenvolvida será 
menor, perdendo luz e gerando a necessidade de aumentar o número 
de pontos instalados para recuperar esta perda o que aumentará o 
consumo de energia elétrica.
A lâmpada incandescente produz luz pelo aquecimento 
elétrico de um filamento a uma temperatura capaz de produzir uma 
radiação na parte visível do espectro. Em geral não há maiores 
problemas com este tipo de lâmpada, são as mais encontradas e fáceis 
de instalar com soquete e dois bornes de ligação. A posição não é 
crítica e a luminosidade pode ser facilmente controlada com um 
reostato. A tensão da rede influencia a vida de uma lâmpada e seu 
fluxo luminoso são determinados pela temperatura de filamento, 
quanto maior a temperatura deste filamento maior à eficiência da 
lâmpada (lumes por Watt) e menor sua vida útil aproximadamente 
1.000 horas.
A lâmpada incandescente é a fonte de luz menos eficiente 
produzida atualmente. A economia energética obtida no uso de 
lâmpadas fluorescentes, com maior eficiência de um fator 5 (w/m²), 
para obter um iluminamento ou iluminância equivalente.
04
Fontes de Luz Artificial
Lâmpadas Incandescentes
Contém elementos halógenos (iodo, flúor, bromo) em sua 
atmosfera interna que aquecidos iniciam o ciclo regenerativo do 
halógeno.
- o filamento, que opera em alta temperatura, vai evaporando e 
depositando partículas de tungstênio na parede interna da ampola;
- a ampola se aquece e o elemento halógeno se evapora, combinando 
quimicamente com as partículas de tungstênio evaporado, fazendo 
então a limpeza da ampola;
- devido às correntes de convecção dentro da ampola, a combinação 
halógeno + tungstênio toca no filamento que está em alta temperatura 
e é decomposta. O tungstênio retorna para o filamento e o elemento 
halógeno é liberado para repetir o ciclo.
Graças a este ciclo, as lâmpadas halógenas possuem:
- maior eficiência luminosa do que a lâmpada incandescente comum 
para uma mesma potência e vida maior temperatura de cor, 
proporcionando luz "mais brancas" e uma melhor reprodução de cores
- menor depreciação do fluxo luminoso, já que o ciclo regenerativo 
evita o enegrecimento do bulbo que ocorre nas lâmpadas comuns. 
Estas lâmpadas podem funcionar ligadas diretamente a rede elétrica, 
dispensando o uso de reator ou transformador.
Mesmo com 2.000 horas de vida útil, o fluxo luminoso de 
25LM/W permanece constante, podendo seu fluxo luminoso ser 
controlado através de dimmer. A lâmpada tem uma vantagem em 
relação às lâmpadas de descarga de maior capacidade, quando falta 
energia por período curto, a lâmpada acende de imediato com toda sua 
capacidade, essencial em área onde há risco de vida. A vida útil da 
lâmpada (IHT-LB) se reduz com três fatores.
a) Lâmpadas para maiores tensões são sensíveis para vibrações, neste 
caso use amortecedores fixação;
b) Sobre-tensão igual para lâmpada comum;
c) Posição da lâmpada, os tipos lapiseira com base bilateral, 
recomenda-se montagem horizontal na linha axial da lâmpada com 
uma inclinação máxima de ± 4º, porém existem normas que diferem 
05
Incandescentes halógenas (IHT-LB)
conforme fabricante, em alguma é permitida instalação em qualquer 
posição.
As lâmpadas halógenas (IHT) com bulbo duplo envelope e 
base E-40, tem uma boa aplicação em instalações marítimas, este tipo 
de bulbo poderá ser instalado em qualquer posição e é resistente, 
antivibratórioe o soquete é menos sensível para corrosão em relação 
ao soquete tipo R7S (RSC).
- lâmpada incandescente halógenas de baixa tensão, tem alta 
durabilidade de até 2.000 horas de vida útil, alto rendimento luminoso 
(até 25LM/W), fluxo luminoso constante durante toda a sua vida, 
excelente reprodução cromática, construção robusta e compacta.
- lâmpada incandescente halógenas de baixa tensão (cool beam) com 
refletor dicrôico, tem a propriedade de refletir somente a radiação 
visível, desviando o calor para trás, redução de calor em 34%, seu 
A luz em uma lâmpada de descarga é produzida pela 
passagem da corrente elétrica em um gás ou vapor ionizado.
A lâmpada fluorescente é uma lâmpada de descarga de 
baixa é uma de descarga de baixa pressão onde a luz é 
predominantemente produzida por pó fluorescente ativado pela 
radiação ultravioleta proveniente da descarga elétrica.
O seu bulbo tubular contém um eletrodo em cada 
extremidade e vapor de mercúrio de baixa pressão com uma pequena 
quantidade de um gás inerte para facilitar a partida. O pó fluorescente 
que existe na superfície interna do bulbo determina a qualidade e a 
quantidade da luz emitida.
Comparada com as lâmpadas incandescente, as lâmpadas 
fluorescentes têm vida média muito mais longa em torno de 
7.500horas de funcionamento, após 5.000 horas a lâmpada tem ainda 
± 80% da capacidade do fluxo luminoso LM/W. O fim de vida normal é 
alcançado quando o material emissivo que permaneceu em um dos 
filamentos é insuficiente para dar partida e sustentação ao arco. 
Durante o período inicial de uso (100 horas) a depreciação do fluxo 
luminoso emitido pela lâmpada pode ser de até 10%, sendo menor 
durante o resto da vida útil.
06
Lâmpadas de Descarga
Lâmpadas Fluorescentes (FL)
 As duas causas desta depreciação são a deterioração 
gradual do revestimento de fósforo e o escurecimento da superfície 
interna do bulbo devido ao desprendimento de emissivo dos 
filamentos.
A manutenção do fluxo luminoso não é muito afetada pelo 
número de horas de funcionamento por partida. Efeito dos períodos de 
funcionamento na vida da lâmpada: Ciclos de funcionamento mais 
curtos (partidas mais freqüentes) encurtam a vida das lâmpadas 
fluorescentes e os ciclos de funcionamento mais longos (partidas 
menos freqüentes) aumentam a vida.
Embora a lâmpada fluorescente não seja tão sensível às 
alterações de tensão quanto à lâmpada incandescente, a tensão na 
luminária deve ser mantida dentro dos valores nominais especificados 
no rótulo do reator.Uma tensão muito alta ou muito baixa pode 
encurtar a vida e reduzir a eficiência. Uma regra prática é que 1% de 
ariação na tensão de alimentação altera a emissão de lumens em cerca 
d e 1 % . 
Lâmpadas fluorescentes podem funcionar em corrente contínua desde 
que se use reatores eletrônicos.
Efeito da temperatura: A produção de luz da lâmpada fluorescente 
varia consideravelmente com a mudança na temperaturas do 
ambiente são acompanhadas por mudanças similares na temperatura 
da parede do bulbo, a produção de luz é afetada por variações da 
temperatura ambiente. Instalações com equipamentos que removem 
o calor gerado no interior da luminária melhoram a emissão der luz. 
Entretanto, as lâmpadas em luminárias expostas ao frio excessivo 
podem ter seu fluxo luminoso reduzido.
A lâmpada fluorescente compacta é uma lâmpada de 
pequenas dimensões, com uma base especial. Necessita para o seu 
funcionamento de reatores e soquetes adequados conforme 
capacidade e tipo de lâmpada e pode ser usada para substituir 
lâmpadas incandescentes. Fornece o mesmo fluxo luminoso e uma boa 
reprodução de cores, porém consome 85% menos energia que uma 
lâmpada incandescente e tem uma vida útil de 8.000 horas (8 vezes 
mais que uma lâmpada incandescente) sendo adequada para um 
grande número de aplicações, como iluminação de emergência, 
veículos, embarcações, etc.
07
Lâmpadas Fluorescentes Compactas (FC)
Apesar de ser lâmpada de descarga, não usa reator podendo 
ser ligada diretamente à rede. Isto significa que instalações de 
iluminação já existentes com lâmpadas incandescentes, poderão ser 
modernizadas utilizando lâmpadas de luz mista, que tem praticamente 
duas vezes a eficiência, quase cinco vezes a vida daquelas, sem custo 
extra de reatores, fiação ou luminárias. Entretanto, é preciso ter 
presente que as lâmpadas de luz mista são muito eficientes que as de 
vapor de mercúrio (menos da metade da eficiência) e que as de vapor 
de sódio de alta pressão tem menos da quarta parte da eficiência. Para 
decidir sobre o uso de lâmpadas de luz mista, faça o cálculo 
econômico-energético para determinar sua eficiência e compare-o 
com o das lâmpadas de vapor de mercúrio, por exemplo.
Lâmpada Mista (LME)
A lâmpada de vapor de mercúrio de alta pressão contém no 
seu bulbo interior, eletrodos (principal e auxiliar) que no momentos de 
ligação produzem uma luminescência, provocando assim a formação 
de íons e elétrons suficientes para iniciar a descarga, a lâmpada não 
usa ignitor.
A luminescência é limitada por um resistor, o bulbo externo 
contém um gás que mantém a temperatura da lâmpada constante.
Estas lâmpadas são utilizadas normalmente para a iluminação de 
grandes áreas, tem uma aparência branca azulada, com uma emissão 
na região visível em comprimentos de onda amarelo, verde e azul, a 
posição da lâmpada não é crítica. Eficiência: Uma das vantagens 
energéticas deste tipo de lâmpada é sua grande emissão de luz. A 
eficiência inicial (a 100 horas de trabalho) varia entre 30 e 60 lumes 
por watt, conforme seja a wattagem e cor da lâmpada.
Vida da lâmpada: a longa vida, em torno de 6.000 h, é uma 
das características adicionais, contudo a vida real em serviço depende 
das condições de operação e é maior se ficar acesa constantemente. A 
vida da lâmpada é também afetada por outras condições de 
funcionamento, tais como temperatura ambiente extremamente alta, 
são sensíveis à corte e variações de voltagem na linha, após corte de 
energia instantânea, leva alguns minutos para acender na potencia 
nominal.
08
Vapor De Mercúrio De Alta Pressão (VME)
São lâmpadas iodetos metálicos selecionados cuja 
construção é similar à lâmpada de mercúrio, forma elipsoidal com 
camada fluorescente (MME) ou em forma tubular, clara (MMT), estas 
lâmpadas tem um ótimo fluxo luminoso (até 85lm/w), são as mais 
eficientes fontes de "luz branca", reprodução de cores e baixo custo 
operacional a lâmpada acende por meio de reator, lâmpada vapor 
metálico - halógeno (MMT-LB) com ligação bilateral, reacendimento 
imediato possível com a lâmpada quente, usando ignitor especial, 
alguns modelos/fabricantes tem restrição sobre a posição da lâmpada 
(horizontal/vertical).
Vapor De Sódio De Baixa Pressão (VST-B)
São lâmpadas muito eficientes, produzindo até 200 lm/w e 
tornando o projeto muito mais econômico, esta lâmpada tem o 
inconveniente de ter curva de distribuição espectral monocromática na 
cor amarela, distorcendo totalmente as outras cores por esta razão, 
este tipo de lâmpada encontra sua aplicação onde à reprodução de cor 
é menos importante e onde o reconhecimento por contraste é 
predominante. Importante a posição da lâmpada, uso de ignitor 
dispensável, vida útil 6.000 h.
A característica mais importante deste tipo de lâmpada é a 
sua grande eficiência luminosa, maior do que qualquer outro tipo de 
fonte luminosa policromática para uso generalizado. Sua aparência é 
de cor branco-amarelada, agradável, representando uma grande vida 
média 6.000h, sendo sua vida útil maior quando se usa acendimento 
contínuo. Um excessivo aumento de voltagem causa redução da vida 
da lâmpada.
Ver tabela a seguir >
09
Multivapores Metálicos Halógenos (MME)
Vapor De Sódio De Alta Pressão (VSE-E VST)
VST-LB
Vapor De Sódio De Alta Pressão (VSE-E VST)
 
10
Pot. (W) Nominal Soquete Fig. 
Max. 60 E14+B15 1
Max. 100 E25+B22 1Incandescente
Max. 500 E40 1
1 
300 - 1000 E40 7 IHT
300 - 1500 R7S 8 IHT-LB
Incandescente
Halógenas
20 - 50 Gx5.39 IHR
5, 7, 9 e 11 G23+2G7 2/4
13 Gx-23 2
18, 26 2G11 4 FC-L
Fluorescente
Compacta 
18, 26 G24d 3 FC-D
15, 18/20 G13 5
36/40, 58/65 G13 5Fluorescente
110 G13 5
FL
110-250 E27 6
Luz Mista 
250-500 E40 6
50-125 E27 6Vapor Mercúrio 
Alta Pressão 250 400 E40 6
VME
50-70 E27 6
150-1000 E40 6
VSE
250-1000 R40 7 VST
70 150 R7S 13
Vapor de Sódio 
Alta Pressão
 
250-400 FC2 13
 
Vapor de Sódio
Baixa Pressão
18-180 BY22d 10 BST 
400-1000 E40 6 MME 
400-1500 E40 12 MMT-LB 
1000 FC2 11 MMT 
Multivapores
Metálicos
2000-3500 E40 13 VST-LB 
Lâmpada Cg.
FC
LME
Ver tabela de lâmpadas >
 
11
IP
6
7
H0.3
Recomedações
Eletrotécnicas
12
O seguinte grau de proteção define que 
equipamentos elétricos protegidos contra contato acidental, 
objetos sólidos e água conforme NBR-6146.
IP Código.
6 Primeiro número característico.
7 Segundo número característico.
H0.3 Imerso profundidade
em metros
Proteção Contra Choque - Classes De Proteção 
 
Cada luminária tem uma isolação elétrica que protege as 
partes metálicas de tal maneira que não fiquem com tensão elétrica. 
Componente tem que ser isolados por exemplo: por uma tampa que dá 
uma proteção durante o manuseio, além desta isolação há proteções 
adicionais que evitam que as partes metálicas remotas não fiquem 
com tensão elétricas em condições de falha na isolação elétrica.
Luminárias protegidas contra choques elétricos tem as 
seguintes classificações, conforme tabela:
13
I
CLASSE DE
PROTEÇÃO SÍMBOLO SIGNIFICADO
Luminária com bornes de aterramento ligados
permanentemente na rede esterna conectados
com as partes metálicas da luminária que tem
acesso e que podem receber uma carga elétrica
 na falha do isolamento dos componentes 
elétricos, evitando choque elétrico.
INDICAÇÃO
Ligação obrigatória do aterramento,
colocando o símbolo nos bornes
de ligação.
II
Luminária em material plástico onde as partes
metálicas não tem acesso devido ao isolamento
reforçado, excetos a placa de identificação,
parafusos etc. Os quais são montados
isoladamente dos componentes elétricos não 
provocando risco de vida. Luminária metálicas são
componentes elétricos construidos com
isolamento duplo.
As luminárias não podem ter ligação
de aterramento ou ligados com
proteção de rede.
III
As luminárias não podem ter ligação
de aterramento ou ligadas com a
proteção de rede.
Luminárias são protegidas contra perigo de
choque elétricos dos componentes elétricos que 
funcionam com tensão menor de 42V através de
um transformador de segurança ou baterias.
III
Luminárias com Símbolo F
As exigências conforme norma IEC 598-1 em relação ao símbolo
são aplicadas em luminárias como:
1) com lâmpada fluorescente ou outras lâmpadas de descarga.
2) são instaladas com reator indutivo ou com transformador.
3) são construídas para serem instaladas diretamente na superfície de 
material inflamável.
Luminárias com são tão seguras que em condição de falha 
elétrica não provocam uma elevação de temperatura nas partes da 
fixação e não gera risco de incêndio em ambiente onde se encontra pó 
ou poeira e fibras inflamáveis, por exemplo: área onde se trabalha com 
papel, madeira, feno, junta, nestes locais é recomendado o uso de 
luminárias que tenham um limite de temperatura na superfície etc.
F
F
Graus de Proteção
(IEC pubric. 529 / ABNT NBR-6146)
14
1º NUMERAL CARACTERÍSTICO
Grau de proteção com respeito
a corpos e objetos sólidos
2º NUMERAL CARACTERÍSTICO
Grau de proteção com respeito ao
ingresso prejudicial de água 
0
Não protegido
1
Protegido
contra queda
verticais de
gotas d`água
2
Protegido
contra queda
verticais de
gotas d`água
para uma
inclinação
máxima de
15 graus
3
Protegido
contra água
aspergida de
um ângulo
de 69 graus
4
Protegido
contra
projeção
d`água
Tempo de teste
10 min.
Tempo de teste
10 min.
Tempo de teste
10 min.
Tempo de teste
10 min.
3
0
0
2
0
0
IP 00 IP 01
3
0
0
2
0
0
15 graus
IP 02
10 1/min
80 kn/m2
10 1/min
80 kn/m2Não protegido
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 50mm.
1 IP 10 IP 11 IP 12 IP 13
2
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 12mm.
IP 20 IP 21 IP 22 IP 23
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 2,5mm.
3 IP 30 IP 31 IP 32 IP 33 IP 34
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 2,5mm.
4 IP 40 IP 41 IP 34 IP 43 IP 44
Protegido contra a poeira
depressão: 200mm de coluna
d`água máxima aspiração
de ar: 80 vezes o volume do
invólucro
5 IP 54
Totalmente protegido contra
poeira. Mesmo procedimento
de teste
6
13
Graus de Proteção
( IEC pubric. 529 / ABNT NBR-6146)
15
1º NUMERAL CARACTERÍSTICO
Grau de proteção com respeito
a corpos e objetos sólidos
2º NUMERAL CARACTERÍSTICO
Grau de proteção com respeito ao
ingresso prejudicial de água 
5
Protegido contra
jatos d`água
6 7 8
Tempo de teste 1min/m2
Não protegido
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 50mm.
1
2
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 12mm.
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 2,5mm.
3
Protegido contra objetos
sólidos com maior
que 1mm.
4 IP 45 IP 46
Protegido contra a poeira
depressão: 200mm de coluna
d`água máxima aspiração
de ar: 80 vezes o volume do
invólucro
5
Totalmente protegido contra
poeira. Mesmo procedimento
de teste
6
Protegido contra
ondas do mar
ou jatos d`água
potentes
Protegido contra
imersão
Protegido contra
submersão
Tempo de teste 1min/m2 Tempo de teste 30min Tempo de teste 30min
12,5 1/min
30 kN/m2
100 1/min
100 kN/m2
IP 55 IP 56
IP 65 IP 66 IP 67 IP 68
Atmosfera
Explosiva
1316
1317
O que é Atmosfera Explosiva ?
Uma atmosfera é explosiva quando a proporção de gás, 
vapor ou pó no ar é tal que uma faísca proveniente de um circuito 
elétrico ou do aquecimento de um aparelho provoca a explosão. Quais 
condições é preciso reunir para que se produza uma explosão?
Para que se inicie uma explosão, três elementos são 
necessários:
Combustível
+Oxigênio
+Faisca
= Explosão
Observa-se que o oxigênio do ar estando sempre presente, 
falta apenas dois elementos para que se produza uma explosão... É 
preciso saber que uma faísca ou uma chama não é indispensável para 
que se produza uma explosão. Um aparelho pode, por elevação de 
temperatura em sua superfície, atingir a temperatura de inflamação do 
gás e provocar a explosão. Que tipos de produtos podem produzir uma 
explosão ?
1318
Os produtos de risco são classificados pela ABNT (NBR-
5363) em 4 grupos: I, IIA, IIB, IIC (designação dos produtos a seguir). 
Esses produtos são geralmente:
*Gás de aquecimento
*Hidrocarbonetos
*Solventes de cola e de adesivos
*Solventes e diluentes para pintura
*Verniz e resinas
*Aditivos de fabricação dos farmacêuticos, dos corantes, dos 
sabores e perfumes artificiais*
*Agentes de fabricação dos materiais plásticos, borrachas, 
tecidos artificiais,
e produtos químicos de limpeza
*Elementos de tratamento e fabricação dos álcoois e 
derivados.
Esta lista não é limitada a formas líquidas ou gasosas. É 
preciso lembrar que certos produtos utilizados em forma de pó ou 
poeira podem também se tornar em certas condições agentes ativos 
de uma explosão. São poeiras e pó de:
*Alumínio
*Enxofre
*Celulose
*Amido de trigo
*Resinas epóxi
*Poliestirenos
*Carvão
*Madeira
*Trigo (farinhas)
*Leite
*Açúcar
*Etc...
Onde pode se formar uma atmosfera explosiva ?
R: Todos os locais onde são fabricados, estocados , transformados 
os produtos citados acima, estão predispostos a conter uma 
atmosfera explosiva. Para mais informações consultar o quadro 
recapitulativo adiante.
Cuidados...
A regulamentação das zonas com riscos de explosão
O Que é Uma Zona de Risco? 
R.: As regulamentações internacionais distinguem as seguintes 
categorias de zonas perigosas: zona "0", zona "1", zona "2".
Estas zonas são geográficas, mas os limites entre cada uma delas não 
são nunca def in idos . Uma zona pode se des locar
por diversos motivo:
*Aquecimento dos produtos,
*Ventilação falha do local,
*Variações climáticas,*Erro de manipulação.
A ATMOSFERA EXPLOSIVA
ESTÁ SEMPRE PRESENTE - ZONA 0
Zona na qual uma mistura explosiva de gás, vapor 
ou poeira está permanente presente (a fase gasosa, 
no interior de um recipiente ou de um reservatório 
constitui uma zona "0").
A ATMOSFERA EXPLOSIVA
ESTÁ FREQÜENTEMENTE PRESENTE - ZONA 1
Zona na qual uma mistura explosiva de gás, vapores
e poeiras, podem eventualmente se formar em serviço
normal de instalação.
A ATMOSFERA EXPLOSIVA
PODE ACIDENTALMENTE ESTÁ PRESENTE - ZONA 2
Zona na qual uma mistura explosiva pode aparecer
só em caso de funcionamento anormal da instalação
(perdas ou uso negligente).
1319
Como Determinar as Zonas de Riscos
A essa pergunta é permitido responder que não existe 
método para definir as zonas, com efeito, qualquer instalação um caso 
para estudo. Não existem casos clássicos. No entanto, é possível pegar 
um desses casos e estudá-lo.
Trata-se de uma oficina onde são misturados elementos que 
entram na fabricação de verniz.
Os produtos utilizados são classificados como produtos de 
risco. A operação se faz em temperatura ambiente. Três casos devem 
ser considerados:
1) O recipiente de mistura está ao ar livre, o local não é ventilado 
mecanicamente. Os produtos estão sempre presentes na oficina. 
Todas as operações são manuais.
1320
2) O recipiente é coberto com chaminé. O local é ventilado, os 
produtos estocados são separados do resto da oficina. Uma parte das 
manipulações são manuais:
3) O recipiente é fechado, o local é ventilado mecanicamente, os 
produtos são estocados fora, todas as operaçõessão comandadas por 
uma mesa de comando colocada fora da zona. O único risco é a 
abertura do recipiente para inspeção e manutenção.
1321
Como determinar a classe de explosão e a temperatura 
As diversas regulamentações consideram um certo úmero 
de gases mais comuns. O quadro abaixo cita os diversos grupos de 
gases classificados em função da Norma NBR 5363. Colocamos neste 
mesmo quadro as Temperaturas de auto-inflamação de cada gás, o 
que permite determinar por tipo de local:
*os gases que podem estar presentes
*a classe de explosão
*a temperatura mínima de inflamação
*a classificação em temperatura (T1.....T6)
Cuidados: Os gases são dados para local a título de informação. É 
necessário antes de cada projeto, entrar em contato com os inspetores 
das instalações classificadas em sua região.
1322
450
300
280
260
230
215
200
180
165
160
135
120
100
85
> 450
> 300
> 280
> 260
> 230
> 215
> 200
> 180
> 165
> 160
> 135
> 120
> 100
> 85
NBR/IEC
Classe de
tempertura
Temperatura
máxima de
superfície (ºC)
T1 450
T2
T3
T4
T5
T6
_
1324
*CE - Certificado.
*BR-EX - Símbolo que indica que o equipamento elétrico ou seu 
protótipo foi ensaiado e certificado no Brasil.
*D - Símbolo correspondente ao tipo de proteção (veja tabela).
*IIB - Símbolo do grupo de equipameno elétrico.
*T3 -Símbolo indicativo da classe de temperatura para equipamento 
elétrico do Grupo II.
Ver tabela a seguir >
1325
V
A
V A
2
6
4
5
1
3
(Ex) e
(Ex) d
1326
SIMB
IEC/
ABNT
TIPO DE PROTEÇÃO PRINCÍPIO DE
PROTEÇÃO/APLICAÇÃO
ZONAS PRINCIPAIS
APLICAÇÕES
NORMAS
EX
Equipamento Elétrico para Atmosfera
Explosiva “Requisitos Gerais”.
Q.
1 e 2
Todos os tipos
de invólucros.
NBR 9518
EN 50014
IEC 79-0
Ex d
Invólucro à Prova de Explosão. Partes
de um equipamento elétrico que
possam agir como fonte de ignição,
são confinados num invólucro 
resistente a pressão de explosão.
Seus interstícos são dimensionados 
para resfriar os gases expelidos por 
uma eventual explosão interna, 
impedindo que a ignição se propague 
para o meio externo.
1 e 2 Disjuntores,
Contatores,
Equipamentos
de Controle,
Motores
Transformado-
res Luminárias.
NBR 5383
EN 50018
IEC 79-1
Ex e
Equipamento com Segurança
Aumentada. Esta proteção é válida
para equipamento elétrico que, em
operação normal, não produz arcos 
nem faiscamento ou alta temperatura
no seu interior ou na parte deste
externa deste equipamento.
1 e 2 Caixas de 
terminais,
Luminárias,
Motores com
rotor em gaiola,
Transformadores
para
instrumentos,
Quadros com
elementos Ex.
NBR 9883
EN 50019
IEC 79-7
Ex p
Invólucros e Edificações Pressurizados.
Partes de um equipamento elétrico ou
equipamento confinado num
invólucro, cujo interior é mantido com
sobrepressão, por meio de ar não
contaminado ou gás inerte, de modo
que a atmosfera explosiva presente
no meio externo não possa atingir as 
fontes de ignição.
1 e 2 Como acima,
Quadros
principais,
Geradores ou
Salas e
Compartimentos.
NBR 5420
EN 50016
IEC 79-2
Ex i,
ia ou
ib
Equipamento com Segurança Intrísica.
Dispositivos e circuitos eletrônicos
que mesmoem condições anormais
(curto-circuito, etc.) De operação,
não liberam energia ou efeito térmico
suficiente para ignição da atmosfera
explosiva.
R L
U C
Ex id-
0
1 e 2
Ex ib-
1 e 2
Sensores e
dispositivos de
medição e
regulação,
Equipamentos
de comunicação.
NBR 8447
EN 50020
IEC 79-11
Ex o
Equipamento com imersão em Óleo.
Este tipo de proteção onde o
equipamento elétrico ou partes, são
imersos em óleo de tal maneira que à
atmosfera explosiva externa ou área
acima do óleo não atinja possíveis
fontes de ignição.
1 e 2 Transformadores. NBR 8601
EN 50015
IEC 79-5/6
Ex q
Equipamento imersão em Areia. Tipo 
de proteção onde o equipamento tem
seu espaço interior preenchido com
areia de modo que à atmosfera
explosiva não possa atingir possíveis 
fontes de ignição.
1 e 2 Transformadores,
Capacitores,
Reatores
eletrônicos,
Baterias seladas.
NBR 8601
EN 50017
IEC 79-5
Ex m
Equipamento Encapsulado em Resina.
São encapsulado de modo que à
atmosfera explosiva não possa atingir
tais partes.
1 e 2 Dispositivos de
manobra,
Sensores,
Contatar com
menor
capacidade,
Indicadores.
EN 3125
IEC 79-15
Ex n
Equipamento não Acendível.
Dispositivos e circuitos elétricos que
em condições normais de operação 
não liberam energia elétrica ou energia
térmica suficiente para ignição de uma
atmosfera explosiva.
2 Luminárias,
Equipamentos 
de comunicação,
Dispositivos de
medição.
EN 3125
IEC 79-15
OBS: Área sombreada = Atmosfera Explosiva - “S” = Medida - Intersticio do invólucro Ex d
Metrologia...
...a ciência
1327
O QUE É...
É a ciência das medidas, cujo objeto de estudo compreende 
os padrões, as grandezas e os sistemas de unidades. Das três 
grandezas fundamentais, comprimento, massa e tempo, podem-se 
derivar todas as outras medidas mecânicas - como área, volume, 
aceleração e potência. Um sistema prático deve incluir ainda três 
outras medidas básicas: de grandeza eletromagnética, de 
temperatura e de intensidade de radiação, como por exemplo, da luz.
Medidas e Padrões...
Padrôes e Medidas são sistemas materiais ou naturais utilizados nas 
medidas como referências e que constituem a representação física 
das unidades. Reconhecem-se três classes de padrões: o primário 
ou fundamental, o secundário ou de referência, e o de uso rotineiro. 
O padrão ideal de medida deve atender aos seguintes requisitos: 
- ser indestrutível;
- ser invariável com o tempo;
- ser invariável com o local;
- permitir reproduções;
- ser facilmente acessível;
- proporcionar medida fácil e precisa.
Medidas e Padrões no Brasil...
No Brasil, o imperador D. Pedro II mandou adotar 
oficialmente o sistema métrico decimal, então conhecido como 
“sistema métrico francês”, em lei imperial de 26 de junho de 1862. A 
adesão à orientação internacional, no entanto, só se deu de forma 
definitiva quando o país se fez representar na XI Conferência 
Internacional de Pesos e Medidas de 1960, em Paris, quando foi 
retificado o Sistema Internacional de Unidades (abreviado em todas as 
línguas como SI), uma ampliação do sistema métrico. Em 1961, foi 
criado o Instituto Nacional de Pesos e Medidas e, em 1967, o Brasil 
adotou oficialmente o SI.
Quando se criou o SI, os países de língua inglesa 
mostraram-se contrários a sua adoção e mantiveram as suas unidades 
tradicionais.
1328
Metrologia... a ciência
1329
O SISTEMA INTERNACIONAL DE 1960, BASEADO NO MKS, 
ADOTOU E DEFINIU AS SEGUINTES UNIDADES BÁSICAS...
- Metro: é a unidade de comprimento do SI. A partir de 1983, o metro 
passou a ser definido como a distância percorrida pela luz no vácuo em 
1/299.792.458 de segundo.
- Quilograma: é a unidade de massa internacionalmente adotada. 
Trata-se da única unidade do SI definida a partir de um suporte físico. 
- Segundo: É a unidade de tempo adotada em todo o mundo. Definido 
no SI como “duração de 9.192.631.770 períodos de radiação 
correspondente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado 
fundamental do átomo do césio 133”.
- Ampère: É a unidade básica de corrente elétrica adotada pelo SI, 
cujo símbolo é A. Seu Padrão equivale à intensidade de uma corrente 
constante que mantida em dois fios condutores retilínios e paralelos, 
de comprimento infinito e seção transversal insignificante, situados no 
vácuo a um metro de distância entre si, produz, entre esses 
condutores, uma força de 2 X 10-7 newtons por metro de com-
primento.
- Kelvin: Unidade de temperatura termodinâmica cujo símbolo é K, 
fixa sua origem no zero absoluto e adota para o ponto tríplice da água - 
no qual a temperatura e a pressão de seus estados sólido, líquido e 
gasoso se encontram em equilíbrio - o valor exato de 273,15 K. Em 
1948 foi introduzida uma escala internacional prática de temperaturas, 
ou escala Celsius, em que os graus Celsius (0C) se situam a intervalos 
iguais aos Kelvin e o ponto zero da escala Celsius corresponde a 273,15 
K. A escala Celsius baseia-se na diferença de temperatura entre o 
ponto de fusão do gelo (0C) e o ponto de ebulição da água (1000C).
- Candela: Unidade de intensidade luminosa do SI cujo símbolo é cd. A 
Candela baseia-se nos padrões de chama ou filamento incandescente. 
É defendida como a intensidade luminosa, na direção perpendicular, de 
uma superfície de 1/600.000m2, de um corpo negro (capaz de 
absorver ou emitir radiação de forma teoricamente perfeita) à 
temperatura de solidificação da platina (aproximadamente 1.7750C), 
sob a pressão atmosférica padrão (101.325 newtons por metro 
quadrado). A candela substitui a antiga unidade de intensidade 
luminosa usada no cálculo de iluminação artificial (a vela) equivalente 
à intensidade de uma vela de cera de constituições e dimensões 
padronizadas. 
PREFIXOS E SÍMBOLOS DO SISTEMA 
INTERNACIONAL DE UNIDADES
Múltiplos e 
Submúltiplos 
Prefixos Símbolo 
1210 tera T
910 giga G
610 mega M
310 quilo k
210 hecto h
10 deca da
-110 deci d
-210 centi c
-310 mili m
-610 micro u
-910 nano n
-1210 pico p
-15 10 femto f
-1810 atto a 
CONVERSÃO DE UNIDADES BRITÂNICAS
PARA O SISTEMA INTERNACIONAL
1 polegada 
1 pé 
1 jarda 
1 milha 
1 acre 
1 galão 
1 quartilho (pint) 
1 libra 
1 onça 
1 polegada quadrada 
1 pé quadrado 
1 jarda quadrada 
1 polegada cúbica 
1 pé cúbico 
1 jarda cúbica 
25,4 milímetros
0,3048 metro
0,9144 metro
1,60934 quilômetro
0,404686 hectare
0,00378541 metro cúbico
0,568 litro
0,453592 quilograma
28,3495 gramas
6,4516 centímetros quadrados
0,092903 metro quadrado
0,836127 metro quadrado
16,3871 centímetros cúbicos
0,0283168 metro cúbico
0,764555 metro cúbico
1330
UNIDADES BÁSICAS E DERIVADAS DO
SISTEMA INTERNACIONAL
Quantidade
(unidades básicas) 
Unidade Fórmula Símbolo
Ângulo plano 
Ângulo sólido
Comprimento
Corrente elétrica
Intensidade Luminosa
Massa
Temperatura
Tempo 
Radiano
Esterorradiano
Metro
Ampère
Candela
Quilograma
Kelvin
Segundo 
--
--
--
--
--
--
--
-- 
Rd
sr
m
A
cd
kg
K
s
Aceleração
Capacitância
Carga Elétrica
Campo elétrico 
(intensidade)
 Campo magnético 
(fluxo) 
(intensidade)
Densidade
Energia ou trabalho
Fluxo luminoso
Força
Freqüência
Iluminamento
Indutância
Brilhância
Potência
Pressão
Resistência elétrica
Superfície
Tensão (voltagem)
Velocidade
Viscosidade dinâmica
Viscosidade cinemática
Volume
2
Metro/segundo ao 
Farad
Coulomb
Volts/metro
Weber
Ampère/metro
Quilograma/metro cúbico 
Joule
Lúmen
Newton
Hertz
Lux
Henry 
Candela/metro quadrado
Watt 
Newton/metro quadrado 
Ohm
Metro quadrado
Volt
Metro/segundo
Newton – segundo/metro
Quadrado
Metro quadrado/segundo
Metro cúbico 
2
m/s
A.s/V 
A.s
V/m
V.s
A/m
3
kg/m
N.m
cd.sr
2 
kg.m/s
-1s 
2lm/m 
V.s/A
2cd/m 
J/s
2
N/m 
V/A
2
m 
W/A
m/s
2N.s/m2m /s
3
m 
--
F
C 
-- 
--
--
--
J
lm
N
Hz
lx
H
--
W
--
--
V
--
--
--
--
1331
Unidades
derivadas
Rio de Janeiro
Rua 5, Lotes 8 a 18 - Qd. B - Distrito Industrial de Itaguaí - RJ - Itaguaí
Tels.: +55 (21) 2687-0070/ 0092/ 0059/ 0123/ 0128/ 6214/ 7658
Fax: +55 (21) 2688-1216 - CEP: 23810-000
e-mail: comercial@maccomevap.com.br
São Paulo
Av. Engenheiro Caetano Álvaro, 3407 - Sala 01 - SP -São Paulo
Tels.: +55 (11) 6239-4967 Fax: +55 (11) 6239 -4968 - CEP: 01546-000
e-mail: spmaccomevap@uol.com.br
ISO 9001:2000
Maccomevap
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