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PINEAL 
MELATONINA 
 A glândula pineal ou epífise é uma pequena glândula endócrina em forma de 
pinha, razão do seu nome. Localizada no cérebro dos vertebrados. É um tipo 
de fotorreceptor atrofiado, que existe em alguns anfíbios e répteis, relacionada a um 
órgão de detecção de luz daí ser descrita como o “terceiro olho”. É comumente 
associada ao terceiro olho. Sua função como produtora de melatonina foi 
descoberta apenas nos anos de 1950. 
 René Descartes (1641) a considerava como a união entre corpo e alma um, órgão 
com funções transcendentes. Madame Blavatski, século XIX, fundadora da teosofia, 
relacionou a glândula pineal com o conceito hindu de terceiro olho, ou Ajna chakra, 
considerado como o chakra Coronário, ou Lotus das Mil Pétalas. 
 Em Missionários da Luz, publicado em 1945, obra de Chico Xavier atribuída ao 
espírito André Luiz, a epífise é descrita como a glândula da vida espiritual e mental, 
que explica fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e 
a mediunidade, que caracteriza um órgão de elevada expressão no corpo etéreo. 
Giancarlo Lucchetti 1, Jorge C Daher Jr 2, Decio Iandoli Jr 3, Juliane P B Gonçalves 4, Alessandra L G Lucchetti 4. Historical and Cultural 
Aspects of the Pineal Gland: Comparison Between the Theories Provided by Spiritism in the 1940s and the Current Scientific Evidence. 
Neuro Endocrinol Lett . 2013;34(8):745-55. 
 
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Anf%C3%ADbios
https://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A9pteis
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descartes
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Alma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Madame_Blavatsky
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Teosofia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hindu%C3%ADsmo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Terceiro_olho
https://pt.wikipedia.org/wiki/ChacraAj.C3.B1a
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Mission%C3%A1rios_da_Luz
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Luiz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarivid%C3%AAncia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Telepatia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mediunidade
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Lucchetti+G&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Lucchetti+G&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24522019/?from_single_result=Pineal+AND+Andre+Luiz&solr_messages=%7B%22messages%22%3A+%5B%22Your+search+was+processed+without+automatic+term+mapping+because+it+retrieved+zero+results.%22%5D%7D#affiliation-1
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Daher+JC+Jr&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Daher+JC+Jr&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Daher+JC+Jr&cauthor_id=24522019
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https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24522019/?from_single_result=Pineal+AND+Andre+Luiz&solr_messages=%7B%22messages%22%3A+%5B%22Your+search+was+processed+without+automatic+term+mapping+because+it+retrieved+zero+results.%22%5D%7D#affiliation-2
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Iandoli+D+Jr&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Iandoli+D+Jr&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Iandoli+D+Jr&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Iandoli+D+Jr&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Iandoli+D+Jr&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24522019/?from_single_result=Pineal+AND+Andre+Luiz&solr_messages=%7B%22messages%22%3A+%5B%22Your+search+was+processed+without+automatic+term+mapping+because+it+retrieved+zero+results.%22%5D%7D#affiliation-3
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Gon%C3%A7alves+JP&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24522019/?from_single_result=Pineal+AND+Andre+Luiz&solr_messages=%7B%22messages%22%3A+%5B%22Your+search+was+processed+without+automatic+term+mapping+because+it+retrieved+zero+results.%22%5D%7D#affiliation-4
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Lucchetti+AL&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=Lucchetti+AL&cauthor_id=24522019
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24522019/?from_single_result=Pineal+AND+Andre+Luiz&solr_messages=%7B%22messages%22%3A+%5B%22Your+search+was+processed+without+automatic+term+mapping+because+it+retrieved+zero+results.%22%5D%7D#affiliation-4
Figure 24-11. Formation and 
metabolism of melatonin. HIOMT, 
hydroxyindole-O-methyltransferase. 
For details of the synthesis and 
metabolism of serotonin, 
Localização: Teto do 3º ventrículo no diencéfalo 
Secreção: Melatonina (Atua via receptores ML1 e ML2- Proteína G; ML1 
inibe a Adenilato Ciclase e o ML2 ativa a Adenilato Ciclasee) 
Estimulação da secreção: Núcleo Supraquiasmático do hipotálamo 
(SCN) por ativação simpática ; produção diária 7 pg/mL 
Função: Controle dos Ritmos Circadianos 
 
A ativação do SCN é automática mas é sincronizada pelo ciclo dia-noite. A 
secreção de melatonina se inicia com a obscuridade. 
 
Papel Fisiológico da Melatonina: 
 Inibição da produção de gonadotrofinas, com possível redução 
no início da puberdade. 
 Indução do sono (papel na redução dos efeitos do “jet-lag”) 
 Sincronização de ritmos biológicos. 
 
 
FOX Human Physiology 
Figure 24-10. Left: Sagittal section of human brain stem showing the pineal and its innervation 
(dashed lines). Retino-hypothalamic fibers synapse in the suprachiasmatic nuclei (SCN), and there are 
connections from the SCN to the intermediolateral gray column in the spinal cord. Preganglionic 
neurons pass from the spinal cord to the superior cervical ganglion, and the postganglionic neurons 
project from this ganglion to the pineal in the nervi conarii. Right: Histology of pineal. Drawing of 
hematoxylin-and-eosin-stained section. (Reproduced, with permission, from Fawcett DW: Bloom and 
Fawcett, A Textbook of Histology, 11th ed. Saunders, 1986.) 
 
Localização: Teto do 3º ventrículo no diencéfalo 
Secreção: Melatonina (Atua via receptores ML1 e ML2- Proteína G; ML1 
inibe a AC e o ML2 ativa a AC) 
Estimulação da secreção: Núcleo Supraquiasmático do hipotálamo 
(SCN) por ativação simpática ; produção diária 7 pg/mL 
Função: Controle dos Ritmos Circadianos 
 
A ativação do SCN é automática mas é sincronizada pelo ciclo dia-noite. A 
secreção de melatonina se inicia com a obscuridade. 
 
Papel Fisiológico da Melatonina: 
 Inibição da produção de gonadotrofinas, com possível redução 
no início da puberdade. 
 Indução do sono (papel na redução dos efeitos do “jet-lag” 
 Sincronização de ritmos biológicos. 
 
 
 
 
 
 
 
Figure 24-13. Daily plasma melatonin values (means ± SE) in men aged 20-27 
years and men aged 67-84 years. The black bar on the horizontal axis indicates time 
in bed. (Reproduced, with permission, from Turek F: Melatonin hype hard to 
swallow. Nature 1996;379:295. Copyright © 1996 by Macmillan Magazines Ltd.) 
 
HORMÔNIOS DO TECIDO ADIPOSO 
O tecido adiposo não apenas responde aos sinais aferentes dos sistemas 
hormonais tradicionais e do sistema nervoso central, mas também expressa e 
secreta fatores com importantes funções endócrinas. Esses fatores incluem 
leptina, outras citocinas, adiponectina, proteínas do SRA e resistina. 
Adipose derived hormones include: 
Adiponectin 
Resistin 
Plasminogen activator inhibitor-1 (PAI-1) 
TNFα 
IL-6 
Leptin 
Estradiol (E2) 
 
https://en.wikipedia.org/wiki/Adipose_derived_hormones
https://en.wikipedia.org/wiki/Adiponectin
https://en.wikipedia.org/wiki/Resistin
https://en.wikipedia.org/wiki/Plasminogen_activator_inhibitor-1
https://en.wikipedia.org/wiki/Plasminogen_activator_inhibitor-1
https://en.wikipedia.org/wiki/Plasminogen_activator_inhibitor-1
https://en.wikipedia.org/wiki/TNF-alpha
https://en.wikipedia.org/wiki/TNF-alpha
https://en.wikipedia.org/wiki/Interleukin_6https://en.wikipedia.org/wiki/Interleukin_6
https://en.wikipedia.org/wiki/Interleukin_6
https://en.wikipedia.org/wiki/Leptin
https://en.wikipedia.org/wiki/Estradiol
https://en.wikipedia.org/wiki/Estradiol
LEPTINA 
• Fatores Estimulantes 
– Massa adiposa 
– Hiperalimentação 
– Insulina 
– Ácidos graxos 
– Glicocorticóides 
– TNFa-IL1 
• Fatores Inibitórios 
– Exercício intenso 
– Atividades 
simpática 
– Catecolaminas 
– Hormônio do 
crescimento 
-Fatores hormonais: mulheres secretam duas vezes mais leptina que os 
homens para uma mesma quantidade de gordura corporal (queda dos 
níveis de leptina após menopausa pode contribuir para obesidade 
feminina). 
 
-Queda dos níveis plasmáticos com a idade em ambos os sexos. 
 
PAPEL DO HIPOTÁLAMO 
-NÚCLEO VENTROMEDIAL 
(VMN)= CENTRO DA SACIEDADE 
(estimulação inibe ingestão de alimento; 
lesão bilateral causa hiperfagia e 
obesidade) 
 
-NÚCLEO LATERAL (LHA)= 
CENTRO DA FOME (ativação 
estimula ingestão, lesão causa hipofagia 
e redução de peso) 
 INSULINA 
E LEPTINA 
+ 
- 
Adiponectina é uma adipocina, hormônio de natureza proteica (244-amino-ácidos) que 
modula vários processos metabólicos, tais como glicemia, catabolismo de ácidos graxos 
e reduz a resistência a insulina. É exclusivamente secretada por adipócitos e seus 
níveis no plasma sanguíneo estão inversamente relacionados com o percentual de 
gordura corporal em adultos. Tem papel na supressão de eventos metabólicos que 
podem causar dabetes tipo 2, obesidade, aterosclerose e síndrome metabólica. Os 
níveis de adiponectina estão reduzidos em diabéticos, se comparados aos não-
diabéticos. A perda de peso corporal (efeito via cérebro) aumenta significativamente a 
concentração deste hormônio no plasma. 
A adiponectina em combinação com a leptina demonstrou reverter completamente a 
resistência à insulina em camundongos. A adiponectina exerce alguns de seus efeitos 
de redução de peso por meio do cérebro. Isso é semelhante à ação da leptina; a 
adiponectina e a leptina podem atuar sinergicamente. 
 
ADIPONECTINA 
Resistina é uma citocina, proteína rica em cisteína secretada 
pelo tecido adiposo. Tem ação pró-inflamatória, estimulando a 
imunidade nata ( via TLR4) e anti-insulínica. 
RESISTINA 
A omentina parece ter um efeito vasodilatador, aumentando a produção de óxido 
nítrico derivado do endotélio, apresentando relação negativa com a pressão arterial e 
com marcadores inflamatórios como a interleucina-6 (IL-6) e a proteína C reativa 
(PCR). Estes dados sugerem que a omentina possa representar um biomarcador não 
apenas para doenças metabólicas, mas também para DCV. 
Revista HUPE, Rio de Janeiro, 2014;13(1):54-60 
OMENTINA 
Visfatina - proteína com 491 aminoácidos, produzida principalmente 
pelo tecido adiposo visceral, secundariamente fígado, músculo 
esquelético, linfócitos e medula óssea. 
A gordura visceral aumentada associa-se com síndrome metabólica 
incluindo (intolerância a glicose, resposta inflamatória 
crônica, hipertensão e doença coronária). Visfatina está aumentada 
na gordura visceral de indivíduos obesos. 
 
 
VISFATINA 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Prote%C3%ADna
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tecido_adiposo_visceral&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADgado
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo_esquel%C3%A9tico
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo_esquel%C3%A9tico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Linf%C3%B3cito
https://pt.wikipedia.org/wiki/Medula_%C3%B3ssea
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Intoler%C3%A2ncia_a_glicose&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Resposta_inflamat%C3%B3ria_cr%C3%B4nica&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Resposta_inflamat%C3%B3ria_cr%C3%B4nica&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertens%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_coron%C3%A1ria
A visfatina ativa a cascata 
de Sinalização intracelular 
da insulina, através do 
receptor da insulina. 
As ações da visfatina influenciam fenômenos 
inflamatórios, ateroscleróticos e a secreção insulínica. 
A visfatina favorece as vias relacionadas à 
inflamação, ao promover o aumento da síntese de 
citocinas pró-inflamatórias pelos monócitos, tais como 
a interleucina-1b (IL-1b), a IL-6 e o TNF -alfa . 
Revista HUPE, Rio de Janeiro, 2014;13(1):54-60 
 
VISFATINA 
FUI 
Figure 3: Contribution of perivascular adipose tissue to obesity and its 
associated metabolic and vascular complications. Perivascular adipose tissue 
depending on its location interacts with the endothelium, vascular smooth 
muscle cells, and immune cells. In the same way, there are certain mediators 
that would be involved in the vascular disorders associated with obesity, such 
as hypertension and atherogenesis. 
MECANISMO DE AÇÃO DA MELATONINA

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