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2 8DIAGNÓTICO EMPRESARIAL – MERCADINHO FÊNIX Nome do Acadêmico: Nome do Professor Regente: Nome do Professor Mediador: Centro Universitário Leonardo da Vinci Resumo Este estudo analisa a importância do diagnóstico empresarial como instrumento estratégico para identificar os pontos fortes e fracos de uma organização, tendo como foco a empresa Link 3. A pesquisa evidencia que a ausência de adaptações e melhorias pode comprometer a sustentabilidade e o desempenho empresarial. Baseando-se em revisão bibliográfica, visita à empresa e aplicação da matriz SWOT, destaca-se a necessidade de aprimoramento e de projetos a longo prazo, sem o enfoque exclusivo em demandas imediatas. Os resultados indicam que a permanência da empresa no mercado depende da sua capacidade de adaptação, evidenciando que crescer em conjunto com as transformações do mercado é a chave para o sucesso organizacional. Palavras-chave: Diagnóstico empresarial; Pequenas Empresas; Análise SWOT. 1 INTRODUÇÃO Em um cenário marcado por constantes transformações econômicas e tecnológicas, as organizações enfrentam a necessidade de adaptação para manter a competitividade e a relevância no mercado. Nesse contexto, o diagnóstico empresarial revela-se como ferramenta essencial, pois permite identificar os pontos fortes e fracos de uma empresa, orientando a tomada de decisões estratégicas e a formulação de planos de ação eficazes. A gestão estratégica complementa esse processo, buscando organizar, agilizar e alinhar os processos internos para o atingimento dos objetivos organizacionais. A adaptação às inovações tecnológicas e a realização de análises de mercado tornaram-se práticas indispensáveis à sustentabilidade das organizações, especialmente das micro e pequenas empresas, que frequentemente enfrentam maiores vulnerabilidades. Diante desse cenário, o presente trabalho tem como principal objetivo apresentar um diagnóstico empresarial da JF Designer realizado no primeiro semestre de 2025, utilizando conceitos relacionados ao diagnóstico empresarial, à análise SWOT e à gestão estratégica. Para fundamentar esse diagnóstico, serão abordados conceitos de diagnóstico empresarial, análise SWOT e gestão estratégica. Através da Matriz SWOT, será possível mapear as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças que impactam a empresa, oferecendo uma análise crítica do ambiente em que está inserido e sugerindo estratégias para um crescimento sustentável. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste trabalho será realizada a apresentação e definição dos conceitos que fundamentarão a base teórica, visando embasar conceitualmente, possibilitando, um melhor entendimento do diagnóstico empresarial realizado. Os temas abordados no decorrer deste documento serão conceitos de diagnóstico empresarial, matriz de análise SWOT e gestão estratégica, dissertando que os três tópicos destacados se tornam uma trindade de extrema importância para toda e qualquer empresa. 2.1 DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL O diagnóstico empresarial é também é conhecido como um sistema de avaliações de uma determinada organização, visando compreender sua situação atual, identificar seus pontos fortes e fracos, e propor diretrizes estratégicas (CHIAVENATO, 2014). Segundo Barbosa e Mussoi (2013), “as organizações devem desenvolver competências organizacionais capazes de responder rapidamente às mudanças ambientais e mercadológicas”, evidenciando a necessidade da provedora de internet Link 3 com agilidade às exigências do mercado local. Conforme Vasconcellos e Hemsley (2002), "o diagnóstico organizacional representa uma ferramenta analítica que possibilita o levantamento de informações críticas sobre o funcionamento da empresa, permitindo intervenções orientadas para sua melhoria contínua". Portanto, como apresentado, a coleta de dados é essencial para que os dados recolhidos sejam usados de acordo com as demandas do mercado durante as decisões feitas pelo gestor. O diagnóstico eficaz requer não apenas a coleta de dados, mas também a sensibilidade para interpretar sinais ocultos, sendo indispensável criar um ambiente de confiança para que as informações fluam de forma autêntica e sem distorções. O papel do analista se aproxima do de um facilitador, que consegue captar nuances e promover o engajamento necessário ao processo. (FLEURY; FLEURY, 2006, p. 143) O diagnóstico organizacional inicia-se com a coleta de dados internos e externos que permitem compreender os fatores que causam influências diretas em seu desempenho organizacional. Nem todos os dados obtidos durante os estudos são utilizados no diagnóstico, sendo necessário filtrar as informações relevantes para evitar o desperdício de recursos. A eficácia de um diagnóstico depende não apenas da coleta de dados, mas também da capacidade de interpretá-los em sua totalidade. Para Senge (2006), O ambiente organizacional precisa sempre promover uma abertura e confiança, permitindo assim que as informações sejam transmitidas. O responsável por esse processo é o analista, que atua como facilitador, capaz de perceber padrões ocultos e mobilizar as pessoas envolvidas. Para Drucker (2000), “o profissional eficaz é aquele que alinha suas competências ao ambiente em constante transformação”. Para Oliveira (2014), a análise organizacional deve recorrer no uso de diversas metodologias, como entrevistas (gestores), análise documental (dados) e observações (análise), de modo a ampliar a compreensão da realidade atual da empresa. Essa abordagem permite visualizar com maior precisão os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças da organização, sendo recomendável o uso da matriz SWOT como ferramenta de sistematização dos dados. Entrevistas com gestores se tornaram o melhor meio de atualização sobre as futuras escolhas da empresa. Sendo feita de forma padrão é possível com o decorrer do tempo identificar as mudanças que vieram ocorrendo e a forma que as decisões para as mesmas situações foram alteradas. É necessário padronizar a forma de aplicação das entrevistas e garantir a confiabilidade das informações (VERGARA, 2009, p. 78). 2.2 ANÁLISE SWOT A análise SWOT é uma ferramenta essencial que permite aos gestores visualizar os fatores internos e externos que afetam a organização, promovendo o alinhamento entre os recursos disponíveis e as demandas do ambiente (MINTZBERG; AHLSTRAND; LAMPEL, 2000). Assim, a performance da empresa está condicionada a múltiplos fatores que devem ser analisados cuidadosamente no momento da tomada de decisão gerencial. Quando a análise SWOT integrada ao planejamento estratégico, apresenta uma visão mais clara das oportunidades e ameaças externas, bem como dos pontos fortes e fracos internos, com isso é possível que o gestor da empresa consiga tomar as devidas decisões alinhadas aos objetivos organizacionais (HILL; JONES, 2012). Diante disso a utilização deste processo permite á organização estabelecer metas realistas e formular estratégias competitivas, utilizando dos recursos presentes no mercado, porém de forma inteligente. A análise SWOT foi desenvolvida como uma ferramenta estratégica que permite diagnosticar a situação interna e externa de uma organização, possibilitando a criação de estratégias alinhadas à realidade do ambiente competitivo em que a empresa está inserida (FERREIRA; MACHADO, 2015). De acordo com Costa e Oliveira (2011), a análise de Matriz SWOT contribui diretamente no desenvolvimento e crescimento da organização, promovendo estratégias coerente aos valores da empresa em relação ao ambiente competitivo, permitindo uma avaliação precisa e promovendo uma maior efetividade na gestão estratégica 2.3 GESTÃO ESTRATÉGICA A gestão estratégica se trata da área que busca organizar, agilizar e alinhar processos, projetos e atingimento de metas. Basicamente, são responsáveis por desenvolver metodologias e práticas dentro da organização que visam contribuir da melhor forma para o andamento das atividades internas. A gestão estratégica pode ser compreendida como um processo administrativo que proporciona à organizaçãouma orientação contínua, integrando a análise ambiental e a definição de objetivos com a formulação, implementação e controle de estratégias, com vistas à obtenção de vantagem competitiva sustentável. (ANSOFF; McDONNELL, 1993, p. 92) Com uma abordagem sistêmica, a gestão estratégica permite às organizações direcionar suas ações e processos, considerando os recursos disponíveis e as demandas do ambiente em que estão inseridas (KAPLAN; NORTON, 2004). Ao abordar a gestão estratégica, se torna fundamental compreender que esse conceito engloba duas abordagens centrais: a prescritiva, que trata da formulação das estratégias e estabelece diretrizes sobre como elas devem ser desenvolvidas; e a descritiva se concentra na implementação dessas estratégias. A formulação estratégica, por sua vez podem ser elaboradas a partir de uma sequência de atividades analíticas que considera situações presentes no ambiente externo e interno, como ameaças e oportunidades. Quando a análise SWOT é realizada de forma adequada, ela fornece aos gestores meios para criar novas estratégias voltadas ao enfrentamento de situações adversas, gestores conseguem criar estratégias voltadas ao enfrentamento de situações adversas, utilizando inicialmente da abordagem prescritiva para planejar as ações e a abordagem descritiva para colocá-las em prática. Entre as principais vantagens proporcionadas pela gestão estratégica, destacam-se: • A realização de um diagnóstico preciso da situação organizacional; • A tomada de decisões mais assertivas; • A otimização dos processos internos; • O aumento da produtividade; • A melhoria na alocação dos recursos financeiros; • O fortalecimento da integração entre os diferentes setores da empresa. 3 METODOLOGIA Para a elaboração deste trabalho, realizou-se uma visita técnica a empresa JF Designer, que está localizado na Rua Genésio Batista Ribeiro, 28, Ampliação, Itaboraí-RJ. Trata-se de uma empresa recente, aberta a menos de um ano cujo ainda não possui CNPJ ativo. A principal atividade da empresa inclui criação de posts/reals para a rede social Instagram, elaboração de logos e banners para a empresa, definição de paletas de cores, imagens para adesivar encomendas entre demais atividades. Por se tratar de uma empresa de pequeno porte, não há investimento em novos instrumentos para trabalho e não possui funcionários, somente a proprietária, Julliana Franceschi Da Motta - CPF: 212.772.717-71 que produz os serviços distribuídos à clientela da cidade. Conhecida como uma empresa local, sem muito planejamento para a estrutura, mudanças radicais e sem preparação que podem resultar em interrupções nas atividades decorrentes da falta de informação, inovação e preparo. A mesma possui foco somente em necessidades imediatas trazendo o sentido de falta de segurança caso haja mudanças bruscas no mercado, podendo encarecer os valores dos produtos presentes ou até mesmo falta na confecção. Apesar da empresa ter somente um funcionário responsável pela captação de clientes, produção dos pedidos solicitados pelo mesmo, a empresa tem um forte ponto positivo que é seus preços acessíveis, foco na fidelização de clientes e ótimo atendimento aos mesmos, sendo 100% humanizado. Porém a mesma não possui metas estratégias, não busca expandir para novos mercados, por mais que sejam vantajosos e dentro de suas atividades, como na confecção de estampas. Com base nessas observações, elaborou-se a matriz SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats) da empresa JF Designer, um modelo amplamente utilizado na administração, planejamento estratégico e gestão estratégica. A matriz SWOT permite identificar fatores internos (forças e fraquezas) e externos (oportunidades e ameaças) que influenciam o desempenho da empresa no mercado. Figura 1 – Análise SWOT da empresa JF Designer FONTE: Autor (2025) A análise apresentada acima indica que a empresa tem pontos fortes, como preços acessíveis (compatíveis aos do mercado), atendimento humanizado (atendimento feito 100% por pessoas), foco em fidelização (buscar a permanecia de bons clientes é uma garantia de confiança) e versatilidade nos serviços oferecidos (vários produtos são oferecidos, como banners, posts, logos, paleta de cores). Para JF Designer, sendo uma empresa pequena, buscar a estabilidade através de preços bons e fidelização, ajudam a economia a organização girar por um curto período de tempo até a mesma e concretizar e expandi a novos rostos. Já suas fraquezas acabam pesando diante da ausência de CNPJ, a empresa não é verdadeiramente formalizada. Sua ausência de planejamento, deixa a empresa viver na sorte. Recursos limitados resultam em uma menor margem de atender clientes que buscam serviços bastante elaborados. Foco apenas nas necessidades imediatas, contribui para uma possivel oscilação futura, devido as constantes mudanças que estão presentes no mercado digital. A maior perda que uma empresa em seu estágio inicial pode sofrer está em sua ausência de preparo para as demandas exigidas do mercado. 3.1 APROFUNDAMENTO NA FRAQUEZA: FALTA DE PREPARO PARA GRANDES MUDANÇAS EM PEQUENAS EMPRESAS Empresas de pequeno porte apresentam muitas dificuldades ao longo de sua vida útil por falta de organização, planejamento e gestão, que a maioria delas acaba fechando em menos de um ano. Não tem uma equipe própria que visa o crescimento e desenvolvimento da equipe, pois geralmente são organizações pequenas e familiares. Segundo Campos (2011, p. 8): “Inovar não tem sido uma prioridade para os pequenos empreendedores, uma vez que eles se encontram mais envolvidos na solução de questões básicas de gestão, como organização, planejamento e produção, portanto, pouco se dedicam à criação de novas ideias.” “A maioria das pequenas empresas apresenta limitações estruturais e financeiras que dificultam sua capacidade de responder rapidamente às mudanças do ambiente de negócios” (SEBRAE, 2021, p. 17). A falta de preparo para grandes mudanças é uma das fraquezas mais recorrentes em pequenas empresas e microempresas. Devido às limitações estruturais, falta de recursos financeiros e gestão centralizada, essas pequenas organizações frequentemente enfrentam dificuldades em adaptar-se rapidamente a transformações no ambiente externo, como avanços tecnológicos, mudanças no comportamento do consumidor ou crises econômicas. Segundo o SEBRAE (2021), essa limitação compromete a capacidade de inovação e a sustentabilidade dos pequenos negócios, tornando-os vulneráveis diante de cenários imprevisíveis. Conclui-se que, em caso de grandes mudanças, a empresa tem a possibilidade de não suportar a pressão imposta pelo mercado, tendo que, em duas opções, buscar profissionais que sejam capazes de pôr tudo em linha ou aguardar sua falência. Grafico 1 – Taxa de sobrevivência de Empresas no Brasil Fonte: Site Exame.com Analisando o gráfico, é possível perceber que uma a cada cinco empresas, logo no primeiro ano, fechou (20% de mortalidade). Logo, cerca de 60% das empresas não sobreviveram até os cinco anos, restando apenas 37,3% ativas até o ano de 2022. Esse cenário de decadência reflete a fragilidade do ambiente de negócios em empresas de pequeno porte, que enfrentam desafios como alta competitividade, falta de gestão e dificuldades financeiras que resultam em um retardamento nos aprimoramentos que a empresa necessita para se manter ativa no mercado. Para melhor entendimento, para ilustrar, apresenta-se um exemplo prático, temos a empresa Yahoo, uma das maiores empresas de internet nos anos 2000, que faliu devido à falta de inovações em relação a outras empresas como Google e Microsoft, resultando em seu fechamento no ano de 2017, depois de 17 anos no mercado digital. Como exposto, nem uma das maiores empresas do mundo conseguiu se manter no mercado sem se adaptar às mudanças necessárias que o ambiente exige. Diante do exposto, fica evidente que a falta de preparo para lidar com grandes mudanças representa uma ameaça concreta à sobrevivência das pequenas empresas, que, muitas vezes, priorizam questõesoperacionais imediatas em detrimento de estratégias de inovação e adaptação. O alto índice de empresas que fecham em seu primeiro ano está justamente em sua fragilidade, não apenas financeiramente, mas também na sua resistência a mudanças. Empresas de grande porte fecham suas portas justamente pela falta de adaptação, empresas pequenas estão ainda mais vulneráveis a estes resultados, por isso se faz necessário reconhecer a urgência de se prepararem para um ambiente de constantes alterações sobre o risco de desaparecerem prematuramente. 3.2 ANÁLISE E MÉTODOS Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa e quantitativa, com abordagem exploratória e descritiva, fundamentada na análise mercadológica e na revisão bibliográfica. A pesquisa exploratória busca proporcionar uma compreensão inicial e aprofundada sobre um determinado problema, facilitando sua delimitação e permitindo o desenvolvimento de hipóteses para estudos posteriores. (VERGARA, 2009, p. 47). Nesse sentido, o presente trabalho busca compreender os desafios enfrentados pela empresa JF Designer, com foco na sua falta de visão a longo prazo, permitindo-se focar somente no agora (necessidades imediatas), correndo grandes riscos de ser substituída por empresas de longo tempo no mercado. A coleta de dados foi realizada por meio de análise documental, contemplando estudos acadêmicos, relatórios de mercado e dados estatísticos sobre o setor digital. Além disso, foi realizada uma visita técnica na empresa JF Designer, situada na Rua Genésio Batista Ribeiro, 28, Ampliação, Itaboraí-RJ, com o objetivo de compreender sua estrutura organizacional, suas práticas de atendimento, estratégias, posicionamento e ambiente organizacional. A empresa atua há menos de um ano no mercado, oferecendo serviços de designer gráfico. Se trata de uma organização de estrutura pequena, conhecida por seu foco em atendimentos humanizados e rápidos, com a prioridade de trazer o melhor do atendimento. Para aprofundar o diagnóstico, fez-se uso das respostas fornecidas pela empresa para a criação da matriz SWOT, que funciona como ferramenta central de análise, permitindo a identificação dos fatores internos (forças e fraquezas) e externos (oportunidades e ameaças) que impactam o desempenho e a competitividade da organização. Os resultados obtidos foram interpretados à luz das teorias de gestão estratégica, inovação e transformação digital, proporcionando um diagnóstico de situações que, se repetidas no decorrer dos anos, podem resultar em perda de espaço no setor alimentício. 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES Os resultados desta pesquisa evidenciam os desafios enfrentados por microempresas do setor varejista, com foco na Microempresa JF Designer que atua como provedora de serviços para marketing e identificação da empresa. A análise qualitativa e quantitativa, realizada por meio de revisão bibliográfica, análise documental e visita técnica ao local, permitiu identificar os principais desafios enfrentados pelo negócio e propor estratégias para superá-los. Empresas que estão atuando no mercado por pouco tempo têm certas dificuldades em relação à postura com os clientes, porém a JF Designer demonstra preocupação com boas práticas de atendimento e gestão, como foco em canais de atendimentos no WhatsApp, suporte e alterações quantas vezes forem necessárias até o cliente se encontrar satisfeito. No entanto, foram identificadas fragilidades importantes, como a ausência de CNPJ ativo e planejamento estratégico, recursos limitados e a falta de preparo para mudanças estruturais ou inovações mais complexas. Essa negativa a longo prazo representa uma ameaça e põe em risco o crescimento da empresa. A priorização de necessidades imediatas, embora compreensível no início, futuramente pode gerar vulnerabilidade diante de oscilações no mercado, como aumento de preços, escassez de produtos ou mudanças no comportamento do consumidor. Desta forma é importante que a JF Designer busque métodos para evitar que estes problemas levem-na passar por necessidades futuras. Exemplo a falta de fechamento com empresas parceiras devido a sua falta de cadastro nacional de pessoa jurídica (CNPJ), buscar órgão competente e reverter esta situação. A análise SWOT da empresa JF Designer (Figura 1) evidenciou os principais pontos fortes e fracos da empresa. A pesquisa reforça a importância de pequenas empresas se prepararem estrategicamente para mudanças. A falta de preparo para grandes transformações é uma das fraquezas mais recorrentes entre micro e pequenas empresas. Diante do exposto, fica evidente que a JF Designer precisa alinhar suas práticas atuais, voltadas ao bom atendimento e preços acessíveis, com estratégias voltadas à inovação, a abertura do CNPJ e planejamento de longo prazo, até porque, com o passar do tempo, se tornam exigências do mercado. Investimentos graduais em estrutura, como a contratação ou parcerias com outras empresas abre uma sequência de oportunidades para crescimento. Ter clientes fidelizados é ótimo para empresas iniciantes, porém a sobrevivência da empresa entorno de somente as mesmas pessoas adquirirem serviços podem resultar e escassez de produção resultando futuramente no fechamento da empresa. 5 REFERÊNCIAS ANDRADE, A. A.; AMBONI, N. Gestão Estratégica: Fundamentos e Aplicações. São Paulo: Atlas, 2009. ANSOFF, H. I.; McDONNELL, E. J. Implantando a Administração Estratégica. São Paulo: Atlas, 1993. BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. S. Administração Estratégica e Vantagem Competitiva. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. CAMPOS, F. C. Inovação nas Pequenas Empresas: Desafios e Oportunidades. São Paulo: Atlas, 2011. DRUCKER, P. F. Desafios Gerenciais para o Século XXI. São Paulo: Pioneira, 2000. FERREIRA, J. M.; MACHADO, H. V. Análise SWOT: uma ferramenta para o planejamento estratégico. Revista de Administração da UFSM, v. 8, n. 2, p. 287–304, 2015. FLEURY, M. T. L.; FLEURY, A. Estratégias Empresariais e Formação de Competências: um quebra-cabeça caleidoscópico da indústria brasileira. São Paulo: Atlas, 2006. GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010. HITT, M. A.; IRELAND, R. D.; HOSKISSON, R. E. Administração Estratégica: Competitividade e Globalização. São Paulo: Cengage Learning, 2010. KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Mapas Estratégicos: Convertendo Ativos Intangíveis em Resultados Tangíveis. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2012. PORTER, M. E. Vantagem Competitiva: Criando e Sustentando um Desempenho Superior. Rio de Janeiro: Campus, 1999. SEBRAE. Sobrevivência das Empresas no Brasil. Brasília: SEBRAE, 2021. Disponível em: https://www.sebrae.com.br. Acesso em: [07/06/2025]. VERGARA, S. C. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. São Paulo: Atlas, 2009. WOOD Jr., T. Diagnóstico Organizacional: Ferramentas de Diagnóstico para o Desenvolvimento Organizacional. São Paulo: Atlas, 2001. ANEXO A (TERMO DE ACEITE) ANEXO B (ROTEIRO DE DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA) ANEXO C (FICHA DE AVALIAÇÃO - DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL) image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image1.png image2.png