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ENVELHECIMENTO: SOBRE O CUIDADOR DO PACIENTE COM ALZHEIMER 
É preciso encontrar formas de reduzir sua sobrecarga emocional, seja fazendo rodízio com demais familiares, trocar 
experiências com outras pessoas que passam por esta situação ou buscar novas formas de enfrentamento através da 
psicoterapia para minimizar sua angústia. Doença de Alzheimer (DA) é uma patologia degenerativa prevalente nos idosos, 
em média de 50 a 65 anos de idade. Ela tem seu número de doentes ampliado de forma exponencial, a partir da alta taxa 
de desenvolvimento e crescimento populacional, hoje é a doença com mais casos de demência no mundo. Geralmente os 
cuidadores da DA são familiares próximos, os quais sofrem junto com o paciente pelo fato de estarem junto a ele cerca de 
16 horas por dia, cuidando. Esse sofrimento da família diariamente é quase todo depositado na pessoa que está cuidando 
primariamente do doente. 
A Doença de Alzheimer é um tipo de demência de evolução progressiva e irreversível. O prejuízo da memória é a 
alteração mais conhecida popularmente, mas há também declínio da atenção, linguagem, capacidade de aprendizagem, do 
julgamento, do raciocínio. 
Outros sintomas presentes incluem o humor deprimido, alucinações e delírios, apatia, agressividade, agitação, 
condutas repetitivas e perturbações no ciclo do sono. Tudo isto compromete as atividades de vida diária como, por 
exemplo, tomar banho ou comer, fazendo com que este doente necessite de auxílio para realiza-las. 
Entra em cena o cuidador. 
O cuidador pode ser um profissional ou alguém da família, sendo este último o mais comum. Ele é responsável desde 
a alimentação, higiene, medicação até outros afazeres como levar o doente ao médico, ir à farmácia ou até movimentar a 
conta bancária. 
As atenções se voltam tanto para o doente que todos esquecem que o cuidador também necessita de cuidados. E 
muito. 
 A sobrecarga do cuidador é de todo tipo: física, social, econômica e, principalmente, emocional. Lidar com os 
sentimentos diante das mudanças e privações do próprio estilo de vida, das alterações do jeito de ser daquele familiar que 
agora tem comportamentos estranhos, causa angustia e ansiedade. Tudo isto é vivenciado com sentimento de culpa pela 
impaciência que ocorre algumas vezes em situações como, por exemplo, responder a mesma pergunta inúmeras vezes ao 
dia ou a alta dependência do paciente. 
É uma mistura de reações que oscilam entre a raiva, compaixão, medo, solidão, cansaço, tristeza, dentre outras, e 
que confundem a mente do cuidador, impedindo-o de refletir sobre tais emoções e elabora-las de maneira a tornar menos 
estressante seu dia-a-dia. 
O Alzheimer muda significativamente a rotina das famílias e os efeitos negativos são maiores para o cuidador e que 
não devem ser ignorados uma vez que as chances dele adoecer são altíssimas. 
 
É importante incorporar algo, mesmo que pouco, para o seu próprio bem estar. Para cuidar tem que estar cuidado. 
 
 
 
“Ela fugia bastante, tínhamos de ficar o tempo todo de olho. De repente, ficava agressiva e violenta, batia em quem estava 
por perto, gritava. Nós não sabíamos o que fazer. Acabávamos ficando reféns, não podíamos sair de casa, não 
conseguíamos estabelecer uma ligação com ela. Quem está de fora não entende o peso dessa rotina para quem convive 
diariamente com o doente.” 
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/o-apoio-na-luta-contra-o-alzheimer-
chbxndh32y4aw15ng05tl3ywa/ 
Copyright © 2021, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados. 
O relato de Paulo de Sousa sobre a rotina vivida com a sogra diagnosticada com Alzheimer é representativo dos desafios 
enfrentados por todos aqueles que têm de lidar com a doença. Solidão, isolamento social e insegurança sobre como reagir 
às expressões do Alzheimer são alguns dos problemas relatados por cuidadores. 
 
Ao testemunhar duas grandes amigas passarem por essas dificuldades ao cuidarem de suas mães, a pedagoga e 
especialista em neuropsicologia Elizabeth Piovezan decidiu fundar o Instituto Alzheimer Brasil. O IAB foi criado para 
oferecer orientação e apoio aos cuidadores de pessoas com Alzheimer. 
 
Incentivos 
Cuidar de uma pessoa com Alzheimer requer não apenas conhecimento sobre a doença, mas paciência e disposição para 
os desafios da convivência diária. O Instituto Alzheimer Brasil dá algumas dicas importantes: 
 
Não perca a paciência e não brigue. Pessoas com Alzheimer perdem, gradativamente, a capacidade de discernimento e de 
realizar certas tarefas. Recriminar pode até piorar o seu comportamento. 
Ajude-o a criar e manter uma rotina de atividades diárias como banho, higiene bucal e alimentação. 
Desenvolva atividades através das quais ele possa exercitar habilidades que ainda estejam preservadas – mas não exija os 
resultados de antigamente. 
Estimule o contato com música. 
Converse sobre suas memórias antigas. 
“Convivi com muitos cuidadores e percebi que não temos estrutura emocional para lidar com os efeitos do Alzheimer. 
Porque é um tratamento que não é curativo, mas paliativo. Não falamos mais em cura, mas em tornar a vida do paciente 
mais confortável. Também falta informação sobre como agir, como estimular o paciente”, explica. Além de palestras sobre 
a doença e dicas para aplicar no dia a dia com o doente, o IAB também realiza um trabalho visando a atenção e o bem-
estar do cuidador. Segundo Elizabeth, a maioria dos cuidadores que busca o IAB é mulher, sozinha e idosa. 
 
“São pessoas que já precisariam elas mesmas de maior atenção, de companhia, mas têm de cuidar de seus pais, maridos 
ou irmãos. Uma das maiores queixas é a solidão imposta por essa responsabilidade. Porque o doente não pode ficar 
sozinho e, ao mesmo tempo, não é mais a mesma pessoa de sempre. Então o cuidador fica isolado, muitos ficam dias sem 
ter uma conversa”, conta. 
 
Para amenizar o impacto que a doença provoca no cotidiano dos cuidadores, o IAB promove um encontro mensal para que 
eles possam compartilhar experiências e trocar informações. Na sequência, é ministrada uma palestra sobre tema correlato 
– neste ano já foram abordadas estratégias para administrar os comportamentos difíceis típicos da doença; fases do 
Alzheimer e como conseguir a medicação na rede pública de saúde. 
 
Os sinais do Alzheimer 
 
Além das reuniões mensais, o IAB também organiza campanhas de conscientização e sensibilização sobre a doença com 
adolescentes e adultos. Entre os projetos, destaca-se o “Dedinho de prosa”, no qual profissionais voluntários palestram 
sobre o Alzheimer em escolas de Curitiba e realizam um exercício de empatia com os alunos, que são levados a sentir “na 
pele” a impaciência destinada a muitos pacientes por seus próprios familiares, que não entendem as limitações impostas 
pela doença. 
 
“Realizamos diversas ações de conscientização para públicos-alvo específicos, como estudantes e profissionais da saúde. 
Já organizamos seminários sobre demências e neurociência e campanhas sobre golpes contra pessoas idosas e 
vulneráveis”, conta Elizabeth. 
 
“Eles não lembram quem são, mas você lembra” 
A mudança na personalidade da mãe diagnosticada com Alzheimer aos 90 anos foi o que mais surpreendeu Lia Kucera, 65 
anos. “É como se você fosse perdendo a pessoa aos pouquinhos. A transformação na personalidade é curiosa, de repente 
ela ficava desconfiada, ou agressiva, beliscava, batia com a bengala, xingava com palavras que nunca havia escutado 
saírem da boca dela. Ela não lembrava que eu era a filha, mas eu lembrava que ela era minha mãe”, recorda. 
 
É como se você fosse perdendo a pessoa aos pouquinhos (...) Ela não lembrava que eu era a filha, mas eu lembrava que 
ela era minha mãe. 
 
Lia Kucera, 65 anos e filha de dona Laurita, diagnosticada com Alzheimer. 
Quando dona Laurita foi diagnosticada, a doença já estava em estágio avançado. Os sintomas manifestados até então 
eram interpretados pelos familiares como típicos da idade, conta Lia. Depois do veredito dos médicos, o comportamentomudou cada vez mais rápido e a necessidade de lidar melhor com esse cenário levou Lia a procurar o IAB. “Se você não 
entende a doença, não consegue cuidar. Até então, não sabia o que fazer, como cuidar, achava que certas situações 
aconteciam só conosco. As reuniões clarearam muita coisa, ajudaram a entender que era aquilo mesmo e que os sintomas 
iriam piorar. Ouvir outras experiências também serviu como orientação sobre como agir melhor.” 
 
Dona Laurita faleceu em setembro passado, mas Lia continua frequentando o IAB, agora como voluntária. Ela acredita que 
o país precisa capacitar mais cuidadores e que os cuidadores precisam receber atenção e suporte emocional. 
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/o-apoio-na-luta-contra-o-alzheimer-
chbxndh32y4aw15ng05tl3ywa/ 
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Doença de Alzheimer: Constante estimulação cerebral pode evitar a doença 
A Doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que se manifesta por deterioração 
cognitiva e da memória, comprometendo as atividades de vida diária e provocando alterações comportamentais. Essa 
doença afeta mais os idosos, , sendo responsável por mais da metade dos casos de demência na população com mais dos 
65 anos. 
Sinais da Doença 
O sintoma primário é a perda de memória recente, mas com a progressão, vão aparecendo sintomas mais graves como a 
perda de memória remota (ou seja, dos fatos mais antigos), bem como irritabilidade, falhas na linguagem, prejuízo na 
capacidade de se orientar no espaço e no tempo. Nos casos mais graves, a perda da capacidade das tarefas cotidianas 
também aparece, resultando em completa dependência. A doença pode vir ainda acompanhada de depressão, ansiedade 
e apatia. 
 
Fatores de Riscos 
Alguns fatores de risco conhecidos para a Doença de Alzheimer são a idade e a história familiar, ou seja, se a pessoa já 
teve um histórico na família de demência ou de algum problema vascular. Além disso, outro aspecto que aumenta o risco 
de desenvolver a doença de Alzheimer é o baixo nível de escolaridade. Pessoas com maior nível de escolaridade, 
geralmente executam atividades intelectuais mais complexas, que oferecem uma maior quantidade de estímulos cerebrais. 
Quanto maior a estimulação cerebral, maior o número de conexões criadas entre as células nervosas (neurônios). Estes 
novos caminhos criados ampliam a possibilidade de contornar as lesões cerebrais, sendo necessária uma maior perda de 
neurônios para que os sintomas de demência comecem a aparecer. Por isso, uma maneira de retardar o processo da 
doença é a estimulação cognitiva constante e diversificada ao longo da vida. 
Diagnóstico 
O diagnóstico da Doença de Alzheimer é por exclusão. O rastreamento inicial deve incluir avaliação de depressão e 
exames de laboratório com ênfase especial na função da tireoide e nos níveis de vitamina B12 no sangue. O diagnóstico do 
Alzheimer no paciente que apresenta problemas de memória é baseado na identificação das modificações cognitivas 
específicas. Exames físicos e neurológicos cuidadosos acompanhados de avaliação do estado mental para identificar os 
déficits de memória, de linguagem, além de visoespaciais, que é a percepção de espaço. 
Vale ressaltar que o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e em tempo oportuno é fundamental para possibilitar o 
alívio dos sintomas e a estabilização ou retardo da progressão da doença . 
Tratamento 
Apesar de não ter sido descoberta a cura para a doença, um tratamento e um cuidado adequado nos diversos pontos de 
atenção pode proporcionar uma maior sobrevida e uma melhor qualidade de vida às pessoas com a Doença de Alzheimer. 
O tratamento para as pessoas com Doença de Alzheimer está disponível no Sistema único de Saúde (SUS) e tem como 
objetivo principal o alívio dos sintomas e a estabilização ou retardo da progressão da doença, visando à promoção de uma 
maior autonomia e independência funcional pelo maior tempo possível. Nesse sentido, é fundamental que o cuidado e a 
atenção a essas pessoas se dê de forma integral. 
Sendo assim, é importante destacar a importância do trabalho multidisciplinar ofertados nos serviços especializados em 
reabilitação, com equipes multiprofissionais que contam com fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e suporte 
psicológico e familiar, buscando evitar e/ou retardar a perda das funcionalidades e habilidades cognitivas. 
Esses serviços são ofertados nos Centros Especializados em Reabilitação que são pontos de atenção ambulatorial 
especializados em reabilitação que realizam diagnósticos e o tratamento completo para a pessoa com Alzheimer. 
O Sistema Único de Saúde (SUS) ainda disponibiliza medicamentos capazes de retardar o processo da doença e minimizar 
os distúrbios de humor e comportamento que surgem. O objetivo do tratamento medicamentoso é propiciar a estabilização 
do comprometimento cognitivo, do comportamento e da realização das atividades da vida diária (ou modificar as 
manifestações da doença), com um mínimo de efeitos adversos. 
 
DÚVIDAS FREQUENTES 
Como posso ter acesso ao tratamento ofertado pelo SUS para esse problema? 
Deverá procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima à sua residência ou a Secretaria Municipal de Saúde para 
maiores informações sobre os serviços de referência disponíveis. 
Ter esquecimentos significa estar com Alzheimer? 
A perda de memória com piora progressiva é um dos sintomas associados à Doença de Alzheimer, contudo outros 
sintomas cognitivos e não cognitivos são fundamentais na avaliação do paciente com suspeita da doença. Além da 
demência, outros fatores podem influenciar e contribuir para a perda de memória, como por exemplo uso de drogas ou 
medicamentos, estresse ou outras doenças. 
Como a demência pode estar ligada ao Alzheimer? 
A demência pode ser definida como síndrome caracterizada por declínio de memória associado a déficit de pelo menos 
uma outra função cognitiva (linguagem, percepção e reconhecimento de objetos e sensações, entre outras) com 
intensidade suficiente para interferir no desempenho social ou profissional do indivíduo. As demências são consideradas 
como uma das principais causas de incapacidade na velhice. Entres as causas mais frequentes de demência estão a 
Doença de Alzheimer, demência vascular, demência com corpos de Lewy e demência frontotemporal, cada uma destas 
com tratamentos e prognósticos diferentes. A Doença de Alzheimer é a causa mais frequente de demência, responsável 
por mais de 50% dos casos na faixa etária igual ou superior a 65 anos. 
Para quem é cuidador ou convive com uma pessoa com a doença, quais são os cuidados que devem ser 
adotados? 
O papel do cuidador não se limita simplesmente ao acompanhamento das atividades diárias dos indivíduos sob seus 
cuidados. O cuidador e familiares devem zelar pelo bem-estar do paciente, saúde, alimentação, higiene pessoal, educação, 
cultura, recreação e lazer, tendo papel fundamental no cuidado e para o sucesso do tratamento à pessoa com a Doença de 
Alzheimer. A função do cuidador é acompanhar e auxiliar a pessoa a se cuidar, fazendo por ele/ela somente as atividades 
que não seja possível fazer por conta própria, proporcionando-lhe maior autonomia e independência possível. Vale lembrar 
que não fazem parte da rotina do cuidador técnicas e procedimentos identificados com profissões legalmente 
estabelecidas, particularmente, na área de enfermagem. 
Elaborado pelo Ministério da Saúde, O Guia Prático do Cuidador, oferece orientações para todos aqueles que têm sob sua 
responsabilidade o cuidado de alguma pessoa, incluindo pessoas com a Doença de Alzheimer, propiciando maior 
segurança nas ações prestadas e, ainda, orientando os cuidadores para a prática do autocuidado. As atividades que o 
cuidador vai realizar devem ser planejadas e discutidas entre o cuidador, a família, os profissionais de saúde e a pessoa 
cuidada, sempre que possível. Esta parceria deverá possibilitar a sistematizaçãodas tarefas a serem realizadas no próprio 
domicílio, privilegiando-se aquelas relacionadas à promoção da saúde, à prevenção de incapacidades e à manutenção da 
capacidade funcional da pessoa cuidada e do seu cuidador, evitando-se assim, na medida do possível, hospitalização, 
asilamentos e outras formas de segregação e isolamento. 
Qual é a diferença entre Alzheimer e Parkinson? 
Embora ambas sejam doenças neurodegenerativas progressivas, na Doença de Alzheimer, ocorre a deterioração cognitiva 
e da memória, com o comprometimento progressivo das atividades de vida diária, bem como uma variedade de sintomas 
neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais. Já na Doença de Parkinson as principais manifestações são motoras 
e incluem tremor de repouso, bradicinesia (lentidão nos movimentos) e alterações na postura. No entanto, na doença de 
Parkinson, podem estar presentes sinais e sintomas não motores, como alterações do olfato, distúrbios do sono, 
constipação, mudanças emocionais, depressão, ansiedade, sintomas psicóticos, alterações cognitivas e demência. 
Gabi Kopko, para o Blog da Saúde 
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ALZHEIMER 
→Com o prejuízo da 
memória eles podem não lembrar quem são... mas VOCÊ LEMBRA. 
ALZHEIMER 
 
→Com o prejuízo da 
memória ele pode não lembrar de você... mas 
 VOCÊ LEMBRA DELE.

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