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UNIVERSIDADE INTERNACIONAL (UNINTER) ATIVIDADE PRÁTICA – REDE PARA AGRONEGÓCIO Marcos Vinicius Otoni IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS DE REDES E MONITORAMENTO PARA AGRONEGÓCIOS Natureza normativas e operacionais de redes de computadores para o setor agroindustrial/agropecuário. ARAXÁ-MG 2025 APAC Máquina de escrever fsefsefsfsfesfsefsfsfsfsfafsfasfsfa APAC Máquina de escrever aefasefasefasfsafasfasefasefasfasfasf APAC Máquina de escrever asefasefsfasfsefasfeasfasfasefasefasfasefasfsfs APAC Máquina de escrever asfasefasfasefasfasfsaf APAC Máquina de escrever SFEFASFASFSAFASFSFEFASEFASEFASEFASEFSA APAC Máquina de escrever SAFASFASEFASEFASFEASFASFASEFSAFASEFSA APAC Máquina de escrever ASFSAFASEFASFASFAS APAC Máquina de escrever ASEFASEFASFASEFASEFASFASF APAC Máquina de escrever ASFEASFSAFASFASFASFASFSAFASE APAC Máquina de escrever ASEFASFASFASFASFASEFASFASFASFASEF MARCOS VINICIUS OTONI IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS DE REDES E MONITORAMENTO PARA AGRONEGÓCIOS Natureza normativas e operacionais de redes de computadores para o setor agroindustrial/agropecuário. Trabalho apresentado para a disciplina de Projetos de Redes II – Redes de Serviço, do curso Tecnológico em Redes de Computadores, do Centro Universitário UNINTER, a ser utilizado como diretrizes para trabalho prático avaliativo da disciplina. ARAXÁ-MG 2025 APAC Máquina de escrever AFESFASEFSFSEFASFAEFSAFSFSAEFASE APAC Máquina de escrever ASEFASFASFASFSEFSEFASEFFSEFASEFASEFASEFAS APAC Máquina de escrever AEFASEFSEFASFSEFASEFASEFSAEFASFESEFSEFSE APAC Máquina de escrever AEFASEFASEFSEFSEFSEFASEFSAEFASEFASEFSEF APAC Máquina de escrever AESFSEFSEFASEFASEFASEFASEFASEFSEF Resumo. Tome por referência a propriedade rural apresentada na aula prática REDE PARA AGRONEGÓCIO. No exemplo, estudado em aula, foi utilizado o protocolo ZigBee para a interconexão entre sensores e entre o grid e a sede da fazenda. Suponha que as propriedades do entorno utilizam espectro de frequências que impossibilita a operação dos sensores com esse protocolo. Seu trabalho será propor uma solução alternativa, utilizando as tecnologias apresentadas em aula aplicáveis ao caso. Abstract. Take the rural property presented in the practical class NETWORK FOR AGRIBUSINESS as a reference. In the example studied in class, the ZigBee protocol was used for the interconnection between sensors and between the grid and the farm headquarters. Suppose that the surrounding properties use a frequency spectrum that makes it impossible for the sensors to operate with this protocol. Your job will be to propose an alternative solution, using the technologies presented in class applicable to the case. 1. Introdução A conectividade e as tecnologias emergentes estão transformando o agronegócio brasileiro, trazendo inovação e eficiência a um setor vital para a economia nacional. Tem alcançado sucesso inquestionável, tornando-se cada dia mais representativo na economia nacional, contribuindo com quase 25% do PIB, segundo dados do “Cepea/Esalq-USP”. Uma pesquisa da Embrapa, por exemplo, estima que, com a adoção de tecnologias conectadas, a produtividade agrícola pode aumentar em até 30% até 2025. Segundo (MARTINS 2020), destaca a importância da conectividade para o processo de modernização agrícola: A conectividade desempenha papel fundamental para a evolução tecnológica no agronegócio, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Ele enfatiza que, com a conectividade, os produtores rurais podem adotar tecnologias que coletam e transmitem dados em tempo real, permitindo uma análise mais rápida e precisa das operações (MARTINS, 2020). Referência (online):MARTINS, Guilherme Alonso. A importância da conectividade no agronegócio. 2020. Disponível em: http://www.exemplo.com.br/tecnologia- conectividade-agronegocio. Acesso em: 31 mar. 2025 Do ponto de vista de redes, o agronegócio tem exigências similares ao ambiente industrial. Nas aplicações do agronegócio, as redes hierarquizadas e principalmente a comunicação baseada em wi-fi ainda não são operacionais para as redes de coletas de dados. Wireless Sensor Network – WSN), são por hora a solução mais viável. A Internet das Coisas (IoT) tem um papel importante na modernização do campo. Ela traz mais eficiência, produtividade e sustentabilidade para os produtores rurais. Com sensores inteligentes, conectividade avançada e análise de dados em tempo real, a IoT possibilita uma gestão de recursos agrícolas voltada para dados. 2. Revisão de Literatura Até pouco tempo atrás a Internet era usada para interconectar computadores em qualquer momento e em qualquer lugar, algo que acabava exigindo mais das habilidades humanas para o monitoramento. Desde A chegada da IoT (Internet das Coisas) representou um novo paradigma nas tecnologias de informação e comunicação (TICs), permitindo a interconexão de dispositivos físicos e virtuais de forma autônoma, o que trouxe uma revolução na maneira como dados são coletados, transmitidos e analisados." Permitindo que conectividades ocorram em qualquer lugar e em qualquer hora, conectando coisas virtuais e físicas, em uma única interação de espaço e tempo (KÖKSAL; TEKINERDOGAN, 2019). A escolha de WSNs não se dá apenas pela presença de boas quantidades de sensores para aplicações em agricultura e ou pecuária, mas também porque essa aplicação necessita de equipamentos resistentes às agruras, intempéries do campo e que seja adaptáveis à parca infraestrutura de telecomunicações típica de áreas despovoadas. Muitas disciplinas tocam no assunto das tecnologias inteligentes e como a sua influência é vivenciada pelas organizações que passam a operar a partir desse ponto de vista mais específico, mas ainda que haja muita discussão sobre isso são poucas as abordagens que explicam o acontecimento e as suas consequências para os modelos de negócios existentes Segundo (SHIM et al., 2020) muitas disciplinas tocam no assunto das tecnologias inteligentes e como a sua influência é vivenciada pelas organizações que passam a operar a partir desse ponto de vista mais específico, mas ainda que haja muita discussão sobre isso são poucas as abordagens que explicam o acontecimento e as suas consequências para os modelos de agronegócios existentes. Não se esquecendo das normas de instalação e cabeamento estruturado que é importante, visto que o crescimento da rede é bastante provável. Redes implantadas e ampliadas sem a devida padronização se tornarão fonte incontrolável de problemas presentes ou futuros. 3. Tecnologias de Comunicação Avaliada Em resumo: Sensores: Survey Projeto Sensoriamento TCP/IP / Fibra Óptica / Ethernet: Projeto Aterramento Internet Ativos da Rede Especificações: 3.1 LoRa com arquitetura Mash Dentre várias tecnologias, iremos nos atentar apenas as pretenciosas para o plano de trabalho, atentando para um breve resumo para clareza e entendimento. A rede Lora ou LoraWan é uma tecnologia desenvolvida pela Semtech, atendendo ao conceito de low-power wide –area networks (LPWANs), são redes de ampla área com baixo consumo de energia. 3.2 IEEE 802.11 Tecnlogoia de rede local sem fio (WLAN), conhecido com rede Wireless ou WI- FI. Criada pelo IEEE. Tem baixo custo dos dispositivos, facilidades de uso, boas taxas de transmissão e integração com redes locais ethernet e fibras ópticas. 3.3 Fibra Multimodo Segundo Rohden (2021) a necessidade do mundo com os meios de telecomunicação mais modernos se fez necessário a partir da década de 70, quando foi inaugurada. Um meio rápido, seguro e sustentável. Devido a sua intensa e incessante popularidade, se fez necessário um estudo para descobrir como utiliza-la em diferentes situações e necessidades. 3.4 Cabo Ethernet Cat 6: Os cabos de rede Cat 6 suportam altas velocidades e sãoideais para redes de alta performance. CONDUTOR: cobre sólido de alta pureza, bitola 23AWG. ISOLAÇÃO: Material termoplástico Polietileno de alta densidade (PEAD). BLINDAGEM: Fita aluminizada mais Dreno. COBERTURA: Material retardante a chama, com aditivos adequados, classificação frente a chama tipo CM, resistente aos raios UV e intempéries, para uso interno e externo. 3.5 Internet Satelital Para empreendimentos rurais a solução satelital é a mais indicada. São de forma básica retransmissores. Recebe um sinal, demodula e modula a mensagem novamente na frequência de transmissão adequada ao ponto. Starlink. preço é adequado comparado a outras, boa velocidade e um ótimo aspecto de latência de 20 ms. Disponível em: https://www.starlink.com/br/updates. Acesso em 01 abr. 2025. 3.6 Ativos de Redes https://www.starlink.com/br/updates Ativos e passivos em geral: Racks, roteadores ópticos e fibra, spliters, aterramentos equipamentos, conectores M12, SFP/SFP+ etc. 4. Resultados Como alternativa seria a utilização da tecnologia LoRa. (LPWANs), de maneira alternativa ao uso do ZigBee, o LoRa soluciona o problema da distância entre dispositivos de maneira nativa e não por nós repetidores. A cobertura é possível pelo uso do algorítimo (CSS) Chirp-spread-spectrum de modulação o qual busca maximizar a taxa de transmissão. Restrições de velocidade e latência de pacotes, são um pouco severas. A camada física do protocolo LoRaWAN implementa, associado ao CSS, um processo de correção de erro chamado forward error correction (FEC), que permite operar mesmo em ambientes nos quais o nível do sinal transmitido esteja abaixo do ruído presente, alta imunidade a interferências, mesmo em ambiente com elevado nível de interferência. Essa facilidade possibilita baixíssimos níveis de transmissão e, consequentemente, de consumo de energia mínima. A distância típica entre terminais é medida em quilômetros, podendo chegar a 8km. Já em áreas rurais o alcance pode ser maior, 10 a 15km ou até mais, a depender da configuração. Em linha de visão, sem obstáculos, o LoRa pode alcançar distâncias de 30 até 50 km segundo (Semtech LoRa Whitepapers). LoRa pode operar em faixas de frequência de 902, 928 e até 433 Mhz, porém varia com as legislações de telecomunicação do país. Observa-se que com menor frequência como no caso da 433 Mhz, a distância da rede aumenta. Largura de banda programável, Outros setups são necessários para que a camada opere, convenientemente, o fator de espalhamento (que define a modulação e permite a operação de vários canais simultaneamente) e a taxa de codificação (que define a redundância para o FEC). A taxa de transmissão máxima, dependendo das configurações, varia entre 0,3 e 50 kbps (LoRa, 2018). O servidor central controla as potências e a taxa de transmissão dos terminais de acesso, priorizando sua economia de energia; essa estratégia é chamada adaptive data rate (ADR). Os terminais respeitam três regras básicas de operação: a troca randômica de frequência portadora (agregando robustez à transmissão); respeito ao duty cycle da rede; e o respeito ao intervalo temporal de transmissão (dwell time) determinado pela rede De acordo com (Bertoleti, 2024), LoRa limita-se à camada física / rádio LoRa. Quando falamos de LoRa, estamos falando de uma comunicação sem fio transparente e em broadcast, ou seja: desde que na mesma frequência de operação, a transmissão de um nó LoRa vai para todos nós LoRa no entorno e, consequentemente, todas as mensagens LoRa transmitidas por um nó são recebidas por todos nós no entorno. Em suma, o LoRa consiste, em termos de topologia, numa comunicação em estrela. O LoRaWAN trata-se de um protocolo de comunicação (definido em software), o qual utiliza o rádio LoRa como canal de comunicação sem fio. O LoRaWAN é um padrão livre / aberto, o qual permite estabelecer uma rede completa, com endereçamento de end-devices, gateway, mecanismos anti-colisão de pacotes e tudo mais que uma rede organizada precisa. O protocolo LoRaWAN – também chamado de stack LoRaWAN – implementa os detalhes de funcionamento e segurança da rede. A comunicação LoRaWAN, numa visão do end-device até a nuvem, é exemplificada na figura. É importante ressaltar que, no LoRaWAN, por padrão, todas as mensagens são trafegadas de forma criptografada, de ponta a ponta, sendo portanto o LoRaWAN uma conectividade bastante segura. Disponível em: https://www.makerhero.com/blog/o-que-e-lora. Acesso em 02 de abri. 2025. Quanto a infraestrutura necessária para o LoRaWAN ser estabelecido, além dos dispositivos (chamados end-devices, é https://www.makerhero.com/blog/o-que-e-lora necessário utilizar um ou mais gateways LoRaWAN, sendo um gateway LoRaWAN um elemento que intermedia a comunicação entre o end-device e a nuvem. É importante ressaltar que, no LoRaWAN, dois end-devices nunca se comunicam diretamente, mas sim cada end- device comunica-se apenas com um ou mais gateways LoRaWAN. É o gateway que intermedia o envio e recepção de dados entre end-devices e nuvem. BERTOLETI, Pedro. O que é lora? Como funciona a rede e protocolo LoRaWAN? https://www.makerhero.com/blog/o-que-e-lora. Acesso em 02 de abri. 2025. Neste projeto os IoT, teria sua alimentação com baterias recarregáveis, através de painéis solares devidamente demarcados, para a não ocorrência de acidentes agrícolas com maquinários, equipamentos etc. Evitando-se descartes e priorizando o meio ambiente, utiliza-se para isso de energias renováveis. Principalmente a solar no nosso caso. Tudo começa com os dispositivos LoRaWAN em campo, chamados de End- Devices LoRaWAN (figura acima). Estes dispositivos enviam (uplink) e recebem https://www.makerhero.com/blog/o-que-e-lora (downlink) mensagens dos gateways LoRaWAN, utilizando como canal de comunicação o rádio LoRa. Os gateways que receberem a mensagem de uplink, direcionam tais mensagens para os servidores atrelados à infraestrutura LoRaWAN, os quais tratam a mensagem conforme descrito abaixo: Network Server: gerencia a rede de comunicação entre os End-Devices e as aplicações finais. Ele é responsável por autenticar dispositivos, coordenar o roteamento de mensagens, eliminar mensagens duplicadas (recebidas por dois ou mais gateways LoRaWAN localizados no entorno do End-Device LoRaWAN) e assegurar a segurança e integridade dos dados transmitidos. Além disso, o Network Server é responsável pela adaptação das taxas de transferência de dados (Data Rate) e pela gestão de frequências e canais de rádio utilizados. Application Server: processa os dados recebidos dos End-Devices LoRaWAN, interpretando e encaminhando-os para aplicações finais. Ele também envia comandos de volta aos dispositivos e pode executar lógicas referentes a aplicações específicas. Ainda, gerencia a segurança dos dados na camada de aplicação. Join Server: gerencia o processo de autenticação e ativação dos End-Devices LoRaWAN na rede. Quando se usa o método de ativação OTAA, este servidor é responsável por autenticar dispositivos a partir da geração das chaves de sessão necessárias para a comunicação segura. Se o dispositivo que mandou a mensagem for autenticado e a mensagem for corretamente tratada, a mensagem é então direcionada à aplicação final, como uma plataforma IoT, por exemplo. As normas técnicas seguidas pela LoRaWAN são: LoRaWAN 1.0.x: Esta versão define o protocolo para comunicação de dispositivos em larga escala, como sensores e dispositivos IoT, usando a tecnologia LoRa..A versão 1.0.3 foi uma das versões amplamente adotadas até a chegada das versões mais recentes. LoRaWAN 1.1: A versão 1.1 traz várias melhorias em relação à segurança, eficiência de comunicação e suporte para maior escalabilidade. Introduz uma nova arquitetura para otimizar o uso de recursos em ambientes de grandeescala, além de adicionar recursos como uma melhor implementação de segurança (com a introdução de novos métodos de criptografia). Segundo (LoRa Alliance: https://lora-alliance.org/). Para a transmissão dos dados do grid dos IoT, de acordo com o LoRa Alliance, seria utilizado um dos Gateway para converter o protocolo LoRa para que ele possa se transformar em um protocolo transmissível pelo canal de dados do rádio o WI-FI 802.11ax na faixa de 5GHz em conjunto com redes Mesh, permitindo criar redes mais robustas, com os dispositivos se comunicando entre si. Ajudando a reduzir interferências e otimizando a taxa de transferência. Maior confiabilidade da rede, evitando congestionamentos na distribuição do tráfego e minimizando interferências diretas, com os dispositivos se conectando entre si de maneira inteligente. Esse WI-FI seria o responsável para estabelecer a comunicação entre o Silo e o Barracão de Implementos, segundo a norma 802.11ax. Saliento também que se poderia operar caso necessário em 2,4 GHz visando e fazendo um bom planejamento e uma análise de espectro e um site survey, dos canais 1, 6 e 11 de preferência; aliando-se ainda à tecnologia OFDMA (Orthogonal Frequency Division Multiple Access) e MU-MIMO (Multi-User Multiple Input Multiple Output), permitindo o compartilhamento do mesmo canal de forma mais eficiente. Observo que a análise de espectro e o site survey também deva ser feito mesmo utilizando-se a frequência de 5 GHz, garantindo-se a otimização da rede WI-FI. Observa-se que, poderia se questionar que a LoRa oferece baixa taxa de transferência, não sendo necessário tais quesitos acima mencionados. Mas visando uma futura expansão e até mesmo um VoIP no Silo ou mesmo um host para algum gerenciamento, dentre outras aplicações que possam necessitar de maior taxa de transferência, isso otimizaria o desempenho geral da rede agrícola, evitando sobrecarga e interferência, resultando na confiabilidade da rede, maior desempenho e eficiência, melhorando a escalabilidade “já até mencionada acima” e consequentemente o menor consumo de energia. Assim o Silo estabelece a comunicação com o Barracão de Implementos, o qual contará com um rack de parede, projetado para facilitar a instalação e conexão de fibras ópticas e Ethernet (cabos metálicos STP), em conformidade com a norma EIA/TIA- https://lora-alliance.org/ 569, que trata do design e estruturação de espaços de cabeamento, e a norma ANSI/TIA- 492AAAE, que especifica os requisitos para a utilização de fibras ópticas multimodo em redes de dados. Já para o cabeamento Ethernet, sua aplicação seria mais voltada para ambientes internos, como escritórios no agronegócio ou instalações de controle, sendo o mesmo implementado no Barracão de Implementos, para uma pequena rede, seguindo padrão ANSI/TIA-568-C.2 e IEEE 802.3 CAT 6, seria a escolha. Essa abordagem de integrar fibras ópticas multimodo e Ethernet de alta performance, com base nas normas citadas, assegura uma infraestrutura robusta, escalável e preparada para suportar o crescimento contínuo e as inovações tecnológicas no ambiente agrícola. observo que segundo o site oficial da Tia (https://www.tiaonline.org; ANSI/TIA-568-E: Publicada em 2020) sendo a revisão mais recente até o momento atenta-se que a mesma é complementada pelas outras normas da séria ANSI/TIA-568. Com relação à norma ABNT NBR 14705 que trata da classificação dos cabos frente à chama, visando uma segurança a mais, utilizaria o modelo CMP, pois o risco de incêndio é grande, vegetação, secagem de grãos etc. Além do mais esse modelo já conta com proteções contra intempéries, raios UV etc, ou seja, maior resistência ao desgaste por condições climáticas e proteção contra roedores e outros, mesmo sabendo que o mesmo é mais indicado para ambientes confinados. Se o cabo não utilizar o modelo CMP DA NORMA, O cabo Ethernet e a Fibra Óptica devem ser com revestimento PE – Polietileno ou PVC, impedindo as intempéries citadas. Sobre a norma EIA/TIA – 569 – No material didático “Texto da Aula 1”, onde diz que “...Essa norma estabelece regras para isolamento eletromagnético do cabeamento”, não estabelece regras diretas para tal, mas que sua estrutura física pode contribuir para um cabeamento com menor probabilidade de sofrer interferência. Para estas regras sobre EMI a norma a ser analisada com mais profundidade é a ANSI/TIA- 568 E A ANSI-TIA-607 a complementa. Sobre o aterramento necessário para a Casa Sede e o Barracão de Implementos, utilizaria como base a norma ANSI/TIA 607, visa reduzir o ruído elétrico e a interferência eletromagnética (EMI), que podem degradar o desempenho da rede de dados, causar erros de transmissão e reduzir a confiabilidade da comunicação, mesmo que o cabeamento metálico seja pouco. Ajudando também na proteção dos equipamentos, minimizando o risco de choque. Dissipando de forma segura a energia https://www.tiaonline.org/ para a terra, protegendo os equipamentos conectados à rede. Em resumo, envolve a criação de uma malha de aterramento dentro das edificações, conectando todos os componentes metálicos da infraestrutura de telecomunicações a um ponto central de que por sua vez está conectado ao sistema de aterramento principal da edificação. Observo que a norma atual a ser consultada para tal quesito é a ANSI/TIA 607E. Já para o aterramento de construções e edifícios, já é outra norma a qual não nos abrange, norma de instalações elétricas específicas, pois sabemos que no campo não temos para raios e isso é um perigo, tanto para a pessoa quando para equipamentos em gerais e segurança. O Barracão de Implementos Terá uma TR de 3x2,4m segundo a norma ANSI/TIA/EIA-569, já mencionada, a qual define o espaço físico, em conjunto com as normas ANSI/TIA-568 que define o sistema de cabeamento, a arquitetura geral, conexão de equipamentos e a ANSI/TIA-606, que define a infraestrutura de telecomunicações, documentação e rotulagem, facilitando a gestão e manutenção da rede. O Barracão de Implementos contará com 1 Switch para Fibra Multimodo e cabo Ethernet para cabos UTP/STP CAT 6 e dispositivos WI-FI para aparelhos móveis e algum ou outro IoT no Barracão. Esse switch, será um Switch de Acesso, que será conectado ao Switch de Distribuição da Casa Sede, seguindo a norma de modelo hierárquico de rede. O Barracão de Implementos estabelecerá a conexão com a Casa Sede por meio de Fibra Óptica, em haste auto-sustentável, para facilidade em caso de manutenção, com altura considerável, pesquisados e sondados os maquinários e possíveis maquinários futuros. A Casa Sede, possuirá uma ER (Equipament Room) e uma TR (Telecomunication Room). No ER, se encontrará o Switch Core, Switch de Distribuição e o Roteador. O Barracão de Implementos estará conectado à Casa Sede por meio de um cabo de fibra óptica como citado acima, porém, essa fibra chega a um Switch de Distribuição (localizado na ER), que possui tanto portas ópticas (para a fibra), quanto portas Ethernet (para cabos UTP/STP). Na Casa Sede, também existe um Switch de Acesso (localizado na TR), para outras conexões de dispositivos finais, por meio de cabos metálico ou fibra (visando sempre expansão futura, por isso sempre cito a fibra), o qual vai conectado também ao Switch de Distribuição da casa que se conecta ao Switch Core, que fica na ER (Equipment Room) da Casa Sede, usando fibra óptica multimodo. Dessa forma, a comunicação entre o Barracão e o restante da rede central ocorre de forma eficiente e estruturada. Não entrarei em detalhes, mas observo que eu pensaria em redundância para essa rede central da Casa Sede. O roteador (Gateway) que estabelecerá a conexão da rede com o satélite da Starlink, fazendo a modulação do sinal para o protocolo adequado, além de estabelecer a conexão com o switch core, fornecendo Internet de alta velocidadee baixa latência. O satélite Starlink não alteraria a latência inerente à comunicação entre os dispositivos LoRa e os gateways. No entanto, ela poderia reduzir significativamente a latência total da comunicação LoRaWAN em áreas remotas. Ao fornecer uma conexão de internet de alta velocidade e baixa latência para os gateways LoRaWAN, a Starlink eliminaria um potencial gargalo na rede, permitindo que os dados coletados pelos dispositivos LoRa cheguem aos servidores de aplicação de forma mais rápida. Portanto, a Starlink tem o potencial de ser uma facilitadora importante para a implantação das redes LoRaWAN em áreas geograficamente isoladas, melhorando a experiência geral e a capacidade de resposta de aplicações de IoT que dependem dessas rede. A redução da latência do backhaul proporcionada pela Starlink seria um avanço significativo em comparação com as opções de satélite tradicionais. A Casa Sede contaria também, um AP (Access Point), pois o roteador WI-FI poderia introduzir complexidade desnecessária, como a criação de uma segunda sub- rede e uma camada extra de roteamento desnecessária. O foco é fornecer conectividade WI-FI 6, para os dispositivos sem fio dentro da Casa Sede, dessa forma o AP é o dispositivo ideal para essa finalidade. Tanto a Casa Sede, quanto o Barracão, os equipamentos estariam alojados em armários de redes, visando proteção, segurança e organização Não seria necessário um BWC (Broadband Wireless Controller) para operar o ponto de acesso Wi-Fi 6 na Casa Sede, considerando a escala da rede sem fio descrita. Um AP autônomo com capacidade de gerenciamento individual será provavelmente suficiente e mais adequado em termos de simplicidade e custo. No entanto, se houver planos futuros de expandir significativamente a cobertura Wi-Fi na propriedade (adicionando muitos outros APs na Casa Sede ou em outras áreas), a consideração de um BWC poderia se tornar mais relevante para simplificar o gerenciamento em larga escala. 5. Conclusão e Trabalhos Futuros Este trabalho reforçou o estudo e complemento da disciplina estuda. Este trabalho propôs uma solução alternativa para a rede de sensores da propriedade rural, substituindo o protocolo ZigBee, inviabilizado por interferências de espectro nas propriedades vizinhas, pela tecnologia LoRaWAN. A solução alternativa baseada em LoRaWAN e Wi-Fi 6, interconectada por fibra óptica e seguindo as normas técnicas relevantes, oferece uma infraestrutura de rede robusta, escalável e adaptada às necessidades do agronegócio moderno, superando as limitações impostas pela interferência de espectro e preparando a propriedade para futuras expansões e aplicações de maior demanda de largura de banda. Este estudo prático demonstra a aplicação dos conhecimentos adquiridos na disciplina "REDE PARA AGRONEGÓCIO" para solucionar um problema real e propor uma solução tecnológica viável e eficiente. Portando esta seria a solução que achei mais viável e com muitas melhorias para o proposto no trabalho, criando uma rede robusta e expansível da mesma. 6. Referências G.A MARTINS. 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