Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

TREINAMENTO
BRIGADA VOLUNTÁRIA 
DE INCÊNDIO
FORMAÇÃO
CONFORME
Assesso r i a
• LEGISLAÇÃO
• TEORIA DO FOGO;
• NOÇÕES DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO;
• RECURSOS NO COMBATE AO FOGO;
• EQUIPE INTERNA DE BRIGADA;
• ABANDONO DO LOCAL DE TRABALHO
ESTAR
PREPARADO
FAZ TODA A
DIFERENÇA
NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
Última atualização Portaria MTP nº 2.769, de 05 de setembro de 2022 / 
Ministério do Trabalho e Emprego
23.1 Objetivo
23.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece medidas de prevenção
contra incêndios nos ambientes de trabalho.
23.2 Campo de aplicação
23.2.1 As medidas de prevenção estabelecidas nesta NR se aplicam aos
estabelecimentos e locais de trabalho.
23.3 Medidas de prevenção contra incêndios
23.3.1 Toda organização deve adotar medidas de prevenção contra
incêndios em conformidade com a legislação estadual e, quando aplicável,
de forma complementar, com as normas técnicas oficiais.
LEGISLAÇÃO
LEGISLAÇÃO
LEGISLAÇÃO
LEGISLAÇÃO
ABNT
º
º
DECNFPA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT)
• O CB 24 é o órgão da ABNT responsável pela elaboração das normas
técnicas, na área de Segurança contra Incêndio
DEFINIÇÕES E CONCEITOS
BRIGADA DE 
INCÊNDIO
Grupo organizado de pessoas treinadas e 
capacitadas para atuar na prevenção e combate 
a incêndio, na orientação ao escape da 
população fixa e flutuante das edificações e 
eventos, 
As atribuições da Brigada de Incêndio 
são definidas na forma a seguir:
AÇÕES DE PREVENÇÃO
a) análise dos riscos existentes; 
b) notificação ao setor competente da empresa, da edificação ou área de 
risco das eventuais irregularidades encontradas no tocante a prevenção e 
proteção contra incêndios; 
c) executar vistorias periódicas no local objeto da proteção para a 
identificação de riscos e proposição de aperfeiçoamento do planejamento de 
emergência da brigada; 
d) orientação à população fixa e flutuante no que se refere a segurança 
contra incêndio e pânico;
e) participação nos exercícios simulados; 
f) conhecer o planejamento de ações de emergência da edificação ou área de 
risco.
Atribuições da Brigada 
de Incêndio
Atribuições da 
Brigada de Incêndio
AÇÕES DE EMERGÊNCIA
As atribuições da Brigada de Incêndio são definidas na forma a 
seguir:
a) identificação da situação;
b) alarme e orientação ao escape de área e administração dos 
pontos de encontro estabelecidos no plano de emergência; 
c) acionamento do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de 
Janeiro; 
d) corte de energia conforme o planejamento de emergência
e) primeiros socorros; 
f) emergências relativas a gases combustíveis; 
g) combate a princípios de incêndio; 
h) recepção e auxílio ao CBMERJ.
Pré requisitos
A) TER A IDADE MÍNIMA DE 18 ANOS; 
B) SER ALFABETIZADO; 
C) POSSUIR CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE BRIGADISTA VOLUNTÁRIO 
DE INCÊNDIO, EMITIDO POR EMPRESA CREDENCIADA NO CBMERJ COMO 
FORMADORA DE BC E BVI; 
D) POSSUIR REGISTRO NO CADASTRO DE PESSOA FÍSICA (CPF); 
E) APRESENTAR AO EMPREGADOR, ATESTADO MÉDICO 
F) POSSUIR VÍNCULO TRABALHISTA COM A EMPRESA RESPONSÁVEL PELO LOCAL 
DE TRABALHO ONDE O BVI DESENVOLVERÁ SUA FUNÇÃO.
Para ser Brigadista Voluntário 
de incêndio e compor a Brigada
A B A N D O N O 
D E Á R E A
C O R T E D E 
E N E R G I A
P R I M E I R OS 
S O C O R R O S
A L E R T A
A N Á L I S E 
D A 
SI T U A ÇÃ O
R E G I S T R O D E 
E V E N T O
E X T I N Ç Ã O
C O N F I N A M E N T O 
D O S I N I S T R O
ISOLAM EN T O 
DA ÁREA
INCÊNDIOS PODEM CAUSAR 
DIVERSOS DANOS À EMPRESA E A 
PESSOAS. ABALANDO TANTO A 
INFRAESTRUTURA DO LOCAL 
QUANTO O PSICOLÓGICO DE 
QUEM O PRESENCIA, DEIXANDO 
NÃO APENAS 
DANOS FINANCEIROS. MAS 
EMOCIONAIS, POIS LIDAR COM 
TODOS OS TRANSTORNOS 
GERADOS POR UM INCÊNDIO É 
MUITO DESGASTANTE. 
sobrecarga rede eletrica
botijão de gás GLP, chamas e inflamáveis, fogão em residências, ferro de passar em residencias.
as principais causas de incêndio em empresas e residências:
TEORIA DO 
FOGO
O domínio do fogo foi sem dúvida uma 
grande descoberta para o ser humano. A 
partir daí ele pode se aquecer, cozinhar 
alimentos, fabricar utensílios e 
posteriormente, construir maquinários. 
Porém, antes de obter este domínio, 
quando as chamas ameaçavam a sua 
segurança a reação era fugir pela falta de 
conhecimento para combatê-lo.
RESUMO 
HISTÓRICO
Brasil (NBR 13860): “É o processo de combustão 
caracterizado pela emissão de calor e luz”.
EUA (NFPA): “É a oxidação rápida auto-sustentada 
acompanhada de evolução variada da intensidade de 
calor e de luz”.
Inglaterra (BS 4422:Part 1): “É o processo de
combustão caracterizado pela emissão de calor 
acompanhado por fumaça, chama ou ambos”
CONCEITO DE FOGO
Fogo e combustão são 
termos frequentemente 
usados como sinônimos, 
entretanto, tecnicamente, o 
fogo é apenas uma das 
formas de combustão, ou 
seja, sua parte visível. 
Os conceitos de 
combustão, fogo e 
incêndio adotados
aqui são definidas pela 
International 
Organization for
Standardization (ISO):
Combustão é a ação exotérmica de 
uma substância combustível com um 
oxidante, usualmente acompanhada 
por chamas e/ou abrasamento e/ou 
emissão de fumaça.
Fogo é o processo de combustão 
caracterizado pela emissão de calor 
acompanhado por fumaça, chama ou 
ambos. 
Incêndio é a combustão rápida 
disseminando-se de forma
descontrolada no tempo e no espaço.
FOGO E COMBUSTÃO
FOGO X INCÊNDIO
Fogo:
O termo “fogo” refere-se ao 
processo físico de combustão, no 
qual uma substância combustível 
reage com um comburente (como o 
oxigênio do ar) para produzir calor, 
luz e produtos de combustão.
Incêndio:
Um “incêndio” é um evento no qual 
o fogo está fora de controle, se 
espalhando rapidamente e 
representando um perigo para a 
segurança de pessoas, propriedades 
ou o ambiente. É uma situação em 
que o fogo está causando danos e 
requer intervenção para controlar e 
extinguir.
O termo “fogo” e “incêndio” são frequentemente 
utilizados de forma intercambiável, mas eles têm 
significados ligeiramente diferentes:
Em resumo, o fogo é a reação 
química de combustão em si, 
enquanto o incêndio é a ocorrência 
de um fogo descontrolado e 
potencialmente perigoso.
Em situações operacionais de combatea incêndios estruturais,
os principais combustíveis encontrados nas edificações são
derivados de carbono (como, por exemplo, espuma de
colchão, madeira de armários etc.) e o principal com?burente
presente é o oxigênio (O2 ).
A energia de ativação é ha?bitualmente o calor (energia
térmica proveniente de elementos como, por exemplo, a
chama de uma vela, a superfície aquecida de um ferro de
passar roupa etc.)
COMPONENTES 
DO FOGO
Porém, se não houver condições ideais, ou seja, a presença
simultânea e proporcional dos três componentes, não haverá
sustentabilidade do fogo. Por isso, foi acrescentado ao
triân?gulo do fogo uma quarta face, denominada reação em
cadeia, que interliga todos os elementos promovendo a
existência e a continuidade do fogo
Durante muitos anos o triângulo do fogo (combustível,
comburente e calor ou energia térmica) foi utilizado para
ensinar os componentes do fogo.
calor
comburente combustível
Reação em cadeia
TETRAEDRO DO FOGO
COMBUSTÃO
A combustão é um fenômeno químico que ocorre entre o 
combustível e o comburente e para isso, faz-se necessário
uma fonte de ativação (chama ou faísca). 
No caso dos compostos orgânicos, a combustão pode ser
completa ou incompleta, dependendo da disponibilidade de 
oxigênio presente na reação. 
Ambos os tipos de combustão liberam calor para o meio
ambiente, por isso são chamadas de reações exotérmicas. 
Sabe-se que em uma combustão completa os produtos
resultantes são dióxido de carbono e água: Pode-se observar que na combustão 
completa o carbono 
atinge o seu NOX máximo: +4. Isso significa 
que o componente 
sofreu oxidação
Hidrocarboneto + O2 
CO2+H2O
É interessante ressaltar que a combustão é 
uma reação de oxirredução,isso significa 
que o comburente (oxigênio) será sempre o 
agente oxidante (o que sofre redução). Ou 
seja, seu NOX diminui enquanto NOX do 
combustível (agente redutor) aumenta.
CO2+H2O
Hidrocarboneto + 
O2 C+H2O
COMBUSTÃO
As combustões incompletas ocorrem quando não há 
oxigênio suficiente ou quando há um grande número de 
átomos de carbono no combustível, consumindo grande 
quantidade de oxigênio com muita rapidez. 
Existem duas possibilidades de produtos resultantes nesse 
tipo de combustão. 
Dependendo da quantidade de oxigênio disponível o 
produto resultante pode ser gás carbônico e água ou 
carbono (fuligem) e água. Conforme pode-se observar no 
exemplo a seguir:
COMBUSTÍVEL
O combustível é a substância que se 
oxida no processo da combustão, 
por isso é denominado agente 
redutor, enquanto o oxigênio sofre 
redução, portanto, conhecido como 
agente oxidante. Deste modo, pode-
se considerar que combustível é 
toda a substância capaz de sofrer 
processo de combustão (queimar), 
mantendo e propagando o fogo.
COMBUSTÍVEL
Os combustíveis orgânicos contêm em sua composição: car-
bono, hidrogênio e oxigênio, dentre outros componentes (como 
nitrogênio, cloro, flúor e enxofre). São exemplos de combustí-
veis orgânicos os hidrocarbonetos (como gasolina, gases, óleos 
e plásticos) e a madeira e seus derivados (como da 
celulose/papel).
Existem ainda combustíveis inorgânicos, sendo que geral-
mente não contribuem significativamente no processo de com-
bustão por serem pouco combustíveis (ferro, magnésio e 
sódio).O hidrogênio gasoso é considerado um combustível 
inorgânico de grande potencial energético
COMBUSTÍVEL
De modo geral, quase todas as matérias são 
combustíveis a uma determinada temperatura, 
porém, para efeito prático, arbitra-se a 
temperatura de 1000 ºC como divisor entre os 
materiais considerados combustíveis (os que 
entram em combustão a tem-peraturas iguais ou 
inferiores a 1000 ºC) e os “incombustíveis” (os que 
entram em combustão a temperaturas superiores 
a 1000 ºC).
Os combustíveis podem apresentar-se nos estados 
sólido, lí-quido ou gasoso, porém a grande maioria 
precisa passar pelo estado gasoso para então 
combinar-se com o oxigênio e entrar em 
combustão. 
A velocidade da queima de um combustível de-
pende de sua capacidade de combinar-se com o 
oxigênio sob a ação do calor, assim como da sua 
fragmentação (superfície em contato com oxigênio).
Combustíveis 
sólidos
Os combustíveis sólidos, quando 
expostos a determinada quantidade 
de energia térmica, sofrem 
decomposição, liberando produtos 
gasosos (vapores) em um processo 
chamado pirólise. 
Esta mistura na presença de uma 
fonte de ignição (faísca, chama, 
cen?telha) pode inflamar-se. Esse 
mecanismo pode ser melhor 
compreendido na figura.
Pirólise
Os gases liberados em contato com 
o oxigênio do ar, em uma 
concentração adequada, formam 
uma mistura inflamável. 
• A figura ao lado apresenta uma cena típica de
incêndio, na qual os móveis começam a
desprender gases combustíveis pelo aquecimento
do ambiente.
• Isso significa que estão sofrendo pirólise.
• Se não houver interferência, em pouco tempo os
gases combustíveis se inflamam e propagam o
incêndio, fazendo com que todo o ambiente fique
tomado pelas chamas.
Combustíveis 
sólidos
A massa e posição em que o combustível sólido
se encontra no ambiente do incêndio afeta o
modo de queima.
Outro fator a ser considerado na velocidade da
queima é o coeficiente de superfície-massa dos
combustíveis, ou seja, a área de superfície do
material combustível em proporção à sua massa
Combustíveis 
sólidos
A posição do fogo dentro do cômodo incendiado
também afeta o desenvolvimento do incêndio
em função da maior ou da menor quantidade de
ar ofertado ao fogo em processamento
Combustíveis 
sólidos
Fogo sobre uma parede.
O ar entra por dois lados (50%).
Fogo no centro de um cômodo. 
O ar entra por todos os lados (100%).
Fogo sobre um vértice.
O ar entra por um lado (25%).
COMBUSTÍVEIS 
LÍQUIDOS
No caso dos combustíveis líquidos, são os vapores 
desses combustíveis, gerados a partir do processo de 
vaporização (mudança do estado físico da matéria, 
de líquido para gasoso), que mais influenciam na 
combustão. 
Os vapores formados em contato com uma 
concentração adequada de comburente (oxigênio 
do ar) irá se tornar uma mistura inflamável. 
Essa mistura na presença de um agente ígneo irá se 
inflamar, conforme demonstra o esquema da figura 
A vaporização de combustíveis líquidos geralmente requerem um 
gasto de energia bem menor do que a pirólise dos combustíveis 
sólidos, o que explica o fato de serem combustíveis mais eficientes 
que os sólidos no processo de combustão.
vaporização
COMBUSTÍVEIS 
gasosos
São os combustíveis que, em temperatura 
ambiente, já se apresentam em estado de gás ou 
vapor
Esses combustíveis não necessitam de aquecimento 
para formar uma mistura inflamável, 
consequentemente, necessitam ainda menos 
energia para a queima do que os combustíveis 
líquidos.
Como combustíveis gasosos podemos citar o gás 
natural, o acetileno, o hidrogênio, o monóxido de 
carbono, o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o 
metano, o propano e o butano
Ainda que não seja objeto de estudo neste momento, pode--se dizer que 
determinada quantidade de material combustível é definida tecnicamente como 
carga de incêndio. 
Esta é mais uma das variáveis que interferem no incêndio propriamente dito. 
Lembre-se que vários fatores devem ser levados em consideração, como: 
ventilação, arranjo material, fragmentação, umidade relativa do ar, dimensões da 
edificação, intervenção humana, sistemas de intervenção automatizados, 
materiais de acabamento construtivo, entre outros. 
Mistura inflamável
COMBURENTE
O termo “comburente” refere-se à substância que 
fornece oxigênio ou outro elemento necessário 
para a combustão ocorrer.
O oxigênio é o comburente mais comum 
em situações normais.
O ar atmosférico é composto por
aproximadamente 21% de oxigênio (O2) em
volume. O restante é principalmente nitrogênio
(cerca de 78%) e pequenas quantidades de
outros gases como argônio, dióxido de carbono
e traços de gases nobres.
COMBURENTE
Durante um incêndio, o combustível (como madeira, papel, 
tecidos, gases inflamáveis, etc.) reage com o comburente 
(geralmente oxigênio) em presença de uma fonte de calor 
para liberar energia na forma de calor e luz. Isso é o que 
mantém o fogo em chamas.
calor
O calor é uma forma de energia em trânsito, 
geralmente decorrente de uma diferença de 
temperatura entre corpos. 
Este é o fator preponderante na origem de 
um incêndio, mantendo e intensificando 
sua propagação. 
O fluxo de energia térmica é que determina 
o aumento ou a redução de temperatura
calor
Energia nuclear: calor gerado pela fissão ou fusão de átomos.
Energia elétrica: calor gerado pela passagem de eletrici-dade por meio de um condutor, como um fio 
elétrico ou um aparelho eletrodoméstico.
Energia química: quantidade de calor gerado pelo processo de combustão
Energia mecânica: calor gerado pelo atrito de dois corpos
energia química energia nuclear energia mecânica energia elétrica
AUMENTO DE VOLUME 
DO CORPO AQUECIDO
ELEVAÇÃO DA 
TEMPERATURA
MUDANÇAS NO ESTADO FÍSICO OU 
QUÍMICO DA MATÉRIA
DESIDRATAÇÃO
FADIGA
Uma fonte de calor pode ser qualquer 
elemento que faça com que o combustível, 
sólido ou líquido, desprenda gases 
combustíveis e venha a se inflamar
Na prática, pode ser uma chama, uma 
fagulha (faísca ou centelha) ou ainda uma 
superfície aquecida.
.
calor
Alguns efeitos físicos e 
químicos do calor são:
O calor também produz 
efeitos fisiológicos no homem:
QUEIMADURAS
02
03
04
01
A ação do calor sobre os corpos produz variações de volume e temperatura, ocasionando alguns riscos, 
como por exemplo:
Dilatação de corpos sólidos: pode ser entendido 
observando, por exemplo, o aço utilizado na construção. 
O aço dilata-se numa proporçãode 2:1 em relação ao 
concreto. Essa diferença poderá ocasionar riscos de 
colapso estrutural numa edificação.
Dilatação de corpos líquidos: a dilatação dos líquidos 
pode provocar o seu transbordamento dos recipientes 
que os contêm.
Dilatação de corpos gasosos: a dilatação dos corpos 
gasosos, acondicionados em recipientes pode provocar 
a ruptura dos mesmos, caso não possuam sistema de 
segurança (válvu-las de escape ou de alívio de 
pressão).
Variações bruscas de temperaturas: ao serem 
submetidos a variações bruscas de temperatura, os 
materiais sofrem danos em suas estruturas, podendo 
inclusive ocorrer o colapso generalizado, como, por 
exemplo, no caso do concreto.
FUMAÇA
O maior risco à vida nos incêndios não são as chamas nem do calor, mas sim, a 
inalação de fumaça que contém gases aqueci-dos e tóxicos. Além disso, a 
deficiência de oxigênio também pode asfixiar vitimas presas em locais confinados 
ou até mesmo bombeiros sem equipamentos adequados.
O perigo da inalação
REAÇÃO 
QUÍMICA EM 
CADEIA
Na reação em cadeia, o calor irradiado das 
chamas atinge o combustível, este, por sua vez, é 
decomposto em partículas me-nores, chamados 
radicais livres. 
Na sequência, esses radicais li-vres irão se 
combinar com o oxigênio e queimar, irradiando 
outra vez calor para o combustível, formando 
assim um ciclo constante dando continuidade ao 
processo de forma sustentável.
Sabe-se que o processo de combustão se dá com 
a reunião dos quatro elementos do fogo
calor
comburente combustível
Reação em cadeia
TETRAEDRO DO FOGO
chamas
fumaça
calor 
irradiado
Os principais produtos do fogo são: as 
chamas, o calor irra-diado e a fumaça 
(composta de fuligem, vapores e gases).
A combustão dos materiais no ar quase
sempre estará acompanhada de chamas
visíveis. O contato direto com as chamas,
assim como a irradiação direta do calor das
mesmas, pode produzir graves queimaduras.
chamas
Qualquer queimadura é relevante,
pois além da profundidade elas
também devem ser avaliadas pela
extensão da área atingida, e quanto
maior for a superfície corporal
afetada, pior a situação da vítima.
Os danos produzidos pelas
queimaduras são dolorosos,
duradouros, difíceis de tratar e muito
penosos para os vitimados.
danos da queimadura
calor 
irradiado O calor produzido pelos incêndios afeta diretamente as pessoas expostas
• aumento do ritmo cardíaco;
• desidratação;
• esgotamento;
• bloqueio do trato respiratório;
• queimaduras.
exposição ao 
calor
Dependendo da distância e da 
temperatura alcançada, o calor pode 
produzir pequenas queimaduras ou 
até mesmo levar o indivíduo à morte. 
Pessoas expostas a ambientes com excesso de calor 
podem ser levadas à morte se o ar quente penetrar 
nos pulmões, pois ocorre a diminuição da pressão 
arterial. Assim, a circulação do sangue ficará 
debilitada e a temperatura do corpo aumentará até 
danificar o centro nervoso cerebral.
fumaças
Normalmente, em combustão incompleta (condições de 
insuficiência de oxigênio), materiais como: madeira, papel, 
gasolina e outros combustíveis comuns desprendem 
minúsculas partículas de carbono chamadas de fuligem, 
pó de carvão ou cinzas.
visíveis
PARTÍCULA DE CARBONO
CARACTERIZAÇÃO DA FUMAÇA
A fumaça é caracterizada quando estas partículas são 
conduzidas de modo visível junto aos vapores e gases, que por 
convecção atingem o plano mais elevado da base do fogo As 
partículas presentes na fumaça podem ser conduzidas pelo 
movimento dos vapores e gases ou ainda acomodarem-se so-
bre superfícies por deposição.
fumaças
visíveis
A FUMAÇA É CONSTITUÍDA POR TRÊS COMPONENTES 
PRINCIPAIS:
vapores ou aerossóis (líquidos em 
suspensão ou transportados pelo ar)
partículas sólidas (pó de carvão, 
fuligem ou cinzas)
gases (desprendidos dos materiais 
que queimam
compostos a base 
de petróleo
Quando a água é utilizada no 
combate ao incêndio, pequenas 
gotas costumam ficar suspensas 
na fumaça formando uma 
neblina.
fumaças
visíveis
Nesse caso, se inalados, os compostos à base de 
petróleo podem causar grandes danos a saúde. Além 
da inalação, o contato desse material tóxico com a 
pele pode causar envenenamento.
Similarmente a este processo, 
quando compostos à base de 
petróleo queimam, produzem 
gotículas de petróleo que se 
tornam parte da fumaça
A fumaça pode conter uma grande 
variedade de gases, quase todos 
tóxicos para o corpo, os principais 
são o monóxido de carbono (CO) e o 
ácido cianídrico (HCN). 
variedade de gases
Os efeitos da fumaça e dos gases tóxicos sobre os seres 
vivos variam de acordo com o tempo de exposição, da 
concentração destes gases na atmosfera e em grande parte, 
das condições físicas e de resistência dos indivíduos 
expostos.
Fumaças
visíveis
Outros gases da combustão, como o 
metano (CH4), o formaldeído e o ácido 
acético, podem ser gerados sob 
combustões incompletas, condensando-se 
sobre as partículas de fumaça e sendo 
transportados até as vias aéreas, podendo 
ter consequências fatais para os seres 
vivos.
A fumaça pode conter ainda gases narcóticos (asfixiantes) 
e agentes irritantes. Os gases narcóticos ou asfixiantes 
são aqueles que causam a depressão do sistema nervoso 
central, produzindo desorientação, perda da consciência 
e podem até mesmo levar a morte.
Fumaças
visíveis
GASES DA COMBUSTÃO
a quantidade de oxigênio disponível 
no ambiente
a composição dos materiais que 
participam da combustão
a temperatura do incêndio.
Os gases da combustão são aquelas 
substâncias gasosas que surgem durante o 
incêndio e permanecem no ar mesmo após os 
produtos da combustão serem resfriados 
(retornando às temperaturas normais). 
A quantidade e os tipos de gases da 
combustão presentes, durante e depois de um 
incêndio, variam fundamentalmente de acordo 
com:
O quadro 1 demonstra os sintomas da carência de oxigênio.
de 21 à 
20,9
O2 no ar 
(%)
ate 19,5
a partir 
de 17
de 14 à 
10
O quadro 1 demonstra os sintomas da carência de oxigênio.
de 10 à 8
O2 no ar (%)
de 8 à 
6
%dando origem à chamada corrente de con-
vecção (Figura 15). Essa corrente mantém o fluido em circulação 
constante tornando-se a principal forma de propagação de calor 
em ncêndios estruturais. Em uma edificação com vários anda-res, 
o calor é transferido para os andares superiores, quando os gases 
aquecidos encontram caminho por meio de escadas ou poços de 
elevadores, por exemplo.
RADIAÇÃO
É a transmissão de calor por meio de ondas de energia calorí-fica 
que se deslocam no espaço mesmo na ausência de matéria. Essas 
ondas de calor possuem a propriedade de deslocarem-se em todas 
as direções, sendo que a intensidade com que atingem novos 
corpos combustíveis dependerá da distância em que a fonte que 
emite o calor, atinja novos corpos combustíveis, além, da 
intensidade de calor em deslocamento.
As ondas responsáveis pela radiação são do tipo eletromagnéti-
cas, e propagam-se na velocidade da luz, por meio do vácuo ou do 
ar. O calor propagado pelo processo da radiação possui a capaci-
dade de penetrar em corpos translúcidos, como o vidro e a água.
O calor em propagação ao atingir um corpo combustível, de-
pendendo da quantidade de calor e das características físico--
químicas do combustível, poderá levá-lo a atingir o ponto de ig-
nição e inflamar-se. Nesse caso, pode-se dizer que ocorreu uma 
“ignição remota”. Esta situação é muito comum em incêndios que 
se propagam para edificações vizinhas.
Em incêndios estruturais, devido às características construtivas do 
ambiente (delimitação do espaço por teto e paredes), 
normalmente a quantidade de oxigênio disponível para o fogo é 
limitada e tende a decrescer, gerando como principais produtos 
monóxido de carbono e carbono presentes uma fumaça.
A medida que os materiais combustíveis vão
sendo aquecidos, sofrem transformações até se 
combinarem com o ar atmosférico e entrarem
em combustão
PONTO DE 
TEMPERATURA 
Substância Ponto de 
Fulgor (ºC)
Ponto de 
Ignição (ºC)
Ambiente
Substância Ponto de 
Fulgor (ºC)
Ponto de 
Ignição (ºC)
Algumas substâncias conhecidas por serem 
suscetíveis à combustão espontânea são:
• Sólidos finamente divididos: pó de alumínio, 
bronze, zinco e magnésio.
• Material vegetal (especialmente os verdes ou 
úmidos): feno, palha, algodão, cevada, palha-milho, 
silagem, grão, linho, mal-te, tabaco, entre outros.
• Material animal: peles, adubo e óleo de peixe etc.
• Óleos vegetais: linhaça, feijão-soja, azeitona, 
semente de linho, noz, semente de algodão dentre 
outros.
• Mistos: serragem, carvão, farinhas e óleos de 
lustrar madeira.
mecânicas (caldeiras, 
tanques, cilindros)
NUCLEARES
QUÍMICAS
vapores inflamáveis 
pós em suspensão
A explosão decorre da ignição da mistura
entre um gás (ou vapor de gás) e o oxigênio, 
exposto a uma fonte de calor, tendo como
resultado uma expansão repentina e violenta
do combustível gaso-so. 
Essa ignição se dá em alta velocidade, 
gerando uma onda de choque que se 
desloca em todas as direções, de forma 
radial.
Uma edificação possui diversos tipos de 
materiais: os materiais presentes no mobiliário; 
os elementos construtivos ( como pisos 
vinílicos, revestimento de paredes, tetos etc) e 
os elementos estruturais propriamente ditos. 
Cada um desses materiais reage de um modo 
diferente ao ser exposto ao fogo.
Por isso, conhecer o comportamento dos 
diferentes elementos durante um incêndio é 
fundamental para o correto dimensionamento 
de cena e gerenciamento dos riscos, uma vez 
que, esses elementos possuem relação direta 
com o início, o desenvolvimento e a 
propagação do sinistro, bem como, com os 
possíveis colapsos estruturais.
º º
º º
º
º
AÇO
CONCRETO ARMADO
ESTRUTURAS DE CONCRETO 
PRÉ-MOLDADO
MADEIRA
CONCRETO
AÇO
CONCRETO ARMADO
ESTRUTURAS DE CONCRETO 
PRÉ-MOLDADO
MADEIRA
CONCRETO
º
º
AÇO
CONCRETO ARMADO
ESTRUTURAS DE CONCRETO 
PRÉ-MOLDADO
MADEIRA
CONCRETO
º
º
AÇO
CONCRETO ARMADO
ESTRUTURAS DE CONCRETO 
PRÉ-MOLDADO
MADEIRA
CONCRETO
AÇO
CONCRETO ARMADO
ESTRUTURAS DE CONCRETO 
PRÉ-MOLDADO
MADEIRA
CONCRETO
INCÊNDIOS 
INTERIORES
O comportamento do fogo em incêndios 
interiores pode apresentar diversos fatores, que 
muitas vezes podem ser visualizados, ouvidos ou 
sentidos
AVALIANDO
FATORES
Podemos separar em fatores estáticos que dizem respeito, por 
exemplo, às condições da estrutura da edificação, e fatores 
dinâmicos que dizem respei-to ao comportamento do fogo, como, 
por exemplo, as condições da “fumaça” e das chamas.
IGNIÇÃO SÚBITA 
GENERALIZADA
Esse tipo de ignição ocorre no momento em que os gases 
combustíveis resultantes da queima e em virtude da progressiva 
elevação da temperatura no ambiente, entram em ignição simul-
taneamente, apresentando efeitos similares aos de uma 
explosão.
A ocorrência de um flashover no ambiente confinado generaliza 
o incêndio, pois parte muito significativa dos materiais 
combustíveis presentes se inflamam simultaneamente ao atingir 
seus respectivos pontos de ignição, gerando muita energia em 
curtíssimo espaço de tempo e o fogo se espalha rapidamente 
pelo ambiente. Isso pode representar o início do risco de um 
colapso estrutural ou ampliar drasticamente este risco
FLASHOVER
INICIAL CRESCIMENTO DESENVOLVIMENTO 
COMPLETO
DIMINUIÇÃO
Em um incêndio confinado, a limitação na 
ventilação pode gerar grande quantidade 
de produtos da queima, que podem vir a 
entrar em combustão quando uma 
abertura no ambiente for realizada 
repentinamente.
Quando isso ocorre, o fluxo de ar forma 
uma corrente que se mistura com os 
produtos da pirólise, resultando em uma 
queima rápida dos resíduos da combustão 
incompleta. 
Essa combustão tende a se direcionar para 
a saída, formando uma “bola de fogo” ao 
atingir o ambiente externo
BACKDRAFT
IGNIÇÃO EXPLOSIVA 
São condições para ocorrência deste 
fenômeno a restrição de oxigênio à 
temperaturas acima de 600 ºC. A inserção 
abrupta de ar no ambiente pode ocorrer tanto 
pela entrada dos bombeiros(antes de 
providenciarem um escoamento eficiente da 
fumaça), quanto pela quebra de uma janela, 
em função da pressão exercida pela própria 
fumaça sobre os vidros. 
Pode ser que haja um espaço de tempo considerável entre uma abertura (porta 
ou janela) que ventile o incêndio e a ocor-rência de um backdraft. Em alguns 
incêndios verificou-se que o backdraft ocorreu alguns minutos após a execução 
da abertura. Porém, na maioria dos casos, a combustão ocorre no, momento ou 
em apenas alguns segundos após o bombeiro executar um acesso ao interior.
BACKDRAFT
IGNIÇÃO EXPLOSIVA 
TIME
No momento que antecede um backdraft, é comum a 
existência um ou mais das seguintes situações: (Vide figura)
FENÔMENOS DE INCÊNDIOS EM 
COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS
Os incêndios em combustíveis líquidos necessitam de uma 
abordagem diferenciada por parte das guarnições de 
combate a incêndio, devido às suas características peculiares. 
AVALIANDO
FATORES
O uso de agentes extintores não apropriados ou o erro no 
dimensionamento da cena, fator que pode conduzir a 
definição de estratégias inapropriadas, pode levar o 
incêndio a apresentar fenômenos extremos como por 
exemplo, SLOP OVER, BOIL OVER e BLEVE.
Caracterizado pela ebulição e espumação 
do líquido inflamá-vel, ao nível da 
superfície, como consequência do 
extravasamento do combustível. Pode 
ocorrer após um período de queima rela-
tivamente curto de produtos como: 
petróleo, óleo cru, asfalto e outros líquidos 
que tenham ponto de ebulição acima do 
da água
SLOP OVER
EXTRAVASAMENTO OU TRANSBORDAMENTO DO LÍQUIDO
A espuma pode contribuir para o resfriamento de tais 
inflamáveis, mas também pode causar a efervescência violenta 
dos mesmos causando seu derramamento para fora do tanque 
que o contêm.
Sabemos que os combustíveis líquidos 
queimam apenas em superfície. Todavia, 
quando um recipiente com combustível líqui-
do passa a incendiar-se ocorre o aquecimento 
de todo o líquido mesmo as camadas maisdistante da superfície, podendo acelerar a 
vaporização do combustível e aumentar as 
chamas do incêndio.
Neste caso, se for lançada água sobre o 
combustível para seu resfriamento, 
especialmente jatos sólidos, boa parte dessa 
água (não vaporizada) pelo calor das chamas 
poderá passar para a parte inferior do 
reservatório. Isso ocorre porque a água é mais 
densa que o combustível, porém mesmo na 
parte mais baixa do recipiente essa água 
estará sujeita ao aumento da temperatura.
BOIL OVER
EJEÇÃO DO LÍQUIDO PELO VAPOR 
Quando grande parte da água que está no fundo do reci-piente atinge o 
ponto de ebulição, por volta de 100 ºC, cria uma bolha de vapor que 
ascende empurrando para fora do recipien-te o combustível inflamado, 
podendo lançá-lo a grandes distân-cias. Este fenômeno é chamado de 
boil over (Figura 30). Mesmo que não ocorra a violenta erupção 
turbilhonar, o boil over pode ocorrer se a evaporação da água poderá 
ocorrer em um pro-cesso lento e continuo causando o transbordamento 
do líquido inflamado, conduzindo assim, as chamas a outros locais que 
não haviam sido atingidos.
o liquid expanding vapor explosion - BLEVE é um 
fenômeno que ocorre em recipientes fechados que 
com-portam líquidos, sejam eles inflamáveis ou não. 
Acontece quando o calor é aplicado ao recipiente 
levando o líquido contido a um proces-so de ebulição, 
formando vapores ou gases no interior do recipiente, 
consequentemente, elevando a pressão interna do 
recipiente. 
Para que ocorra o BLEVE, a pressão do vapor deverá 
aumentar até atingir um ponto em que o recipiente 
não suportará mais, causando uma ruptura em sua 
estrutura, liberando o vapor e/ou líquido de forma 
violenta 
BLEVE
EXPLOSÃO DECORRENTE DA 
EXPANSÃO DO VAPOR PELO 
AQUECIMENTO DO LÍQUIDO 
Caso a estrutura fique fragilizada e ocorra ampla ruptura, ha-verá 
uma grande onda de impacto e calor. Se houver um vaza-mento 
pequeno e não gerar o colapso do recipiente, ocorrerá a liberação 
dos gases até alcançar a normalização da pressão in-terna (sem 
grande deslocamento de ar). O BLEVE também pode ocorrer em 
recipientes que contenham apenas gases, gases li-quefeitos, 
líquidos inflamáveis e produtos perigosos, o que au-menta o risco 
para as equipes de resposta à emergência.
calor
comburente combustível
Reação em cadeia
TETRAEDRO DO FOGO
FORMAS DE EXTINÇÃO
calor
comburente combustível
Reação em cadeia
RESFRIAMENTO
ABAFAMENTO
ISOLAMENTO
CLASSE DE INCÊNDIOS
Classe A –
Aparas de papel 
e madeira
A indicação é 
feita por um 
triângulo verde.
Incêndios em 
sólidos, como 
madeira, papel 
e borracha e 
plástico.
Classe B –
Líquidos 
inflamáveis
A indicação é 
feita por um 
quadrado 
vermelho.
Incêndios em 
líquidos 
inflamáveis.
Classe C –
Equipamentos 
elétricos
A indicação é 
feita por um 
quadrado azul.
Incêndios em 
equipamentos 
elétricos.
Classe D – Metais 
combustíveis
A indicação é feita 
por um quadrado 
amarelo.
Incêndios em 
metais pirofóricos.
Pó de zinco, sódio, 
magnésio, alumínio, 
antimônio, etc.
lasse K – Óleos e 
gorduras
A indicação é 
feita por um 
quadrado preto.
Incêndios em 
óleos e gorduras.
Utilizado em 
cozinhas 
industriais.
E gases
AP
Extintor de água pressurizada
Extintor de Dióxido de Carbono (CO2)
CO2
Extintor de Bicarbonato de Sódio
PQS
CLASSE 
D
Extintor de Acetato de Potássio – Classe K
93
São aparelhos fabricados em diferentes tipos e tamanhos, 
indicados segundo suas características, para uma ou mais 
classes de incêndio, e servem para extinguir os princípios de 
incêndios.
(NBR 12693/1993)
Devem ser colocados em locais bem visíveis, de fácil acesso e 
que não tenham possibilidades de ficarem obstruídos.
Sua localização deverá ser bem sinalizada.
Agentes extintores
Sistema Hidráulico
Extintores de incêndios
94
Componentes de um extintor
95
São extintores de grande volume. São montados sobre rodas,
formando uma carreta. Devido ao seu porte, são operados por dois
elementos.
(carretas)
Agentes extintores
Como acontece com os extintores normais, os 
principais tipos são:
• Carga Líquida - Espuma: Sua capacidade é de 75 a 
150 Lts.
• PQS: Ém escala maior, com diferença de possuir
mangueira mais extensa e válvula redutora de
pressão. É fabricado em várias capacidades.
• Gás Carbônico: Consiste em um extintor comum
de CO2 de porte maior e com grande extensão de
mangueira. É fabricado em várias capacidades.
96
A água, quando usada sob pressão, age no material
incendiado das seguintes maneiras:
• É indicado para os incêndios de classe “A”, agindo por
resfriamento.
• Baixa Velocidade: Temos as gotas d’água, que devem ser
usadas em incêndios de classe “B” e agem por abafamento.
• Alta Velocidade: Também conhecido por compacto, onde
encontramos os filamentos de água, sendo aconselhável nos
incêndios de classes “A”, resfriando o material.
Agentes extintores
Sistema hidráulico
97
SISTEMA PREVENTIVO FIXO
Bombas de Incêndio
Hidrantes (NBR 13714/2003) 
Abrigo das bombas de incêndio (eletrobomba e/ou 
motobomba) e demais apetrechos complementares.
Local de circulação restrito.
Não deve ser utilizada para qualquer outro fim. 
Casa de Máquina de Incêndio (CMI)
 Tem como objetivo PRESSURIZAR o sistema preventivo 
(canalização ou rede).
 O seu acionamento é apartir da abertura do registro de 
qualquer hidrante da edificação.
As potências das bombas variam de acordo com os parâmetros 
técnicos de pressão e vazão, de acordo com a classificação da 
edificação quanto ao risco dado pelo CBMERJ.
Bombas de Incêndio
 São dutos destinados a condução da água 
exclusivamente para o combate a incêndios. 
 Confeccionados em ferro-fundido, ferro 
galvanizado ou aço carbono.
 Diâmetro: mínimo de 63mm (2 1/2") para a 
CANALIZAÇÃO e 75mm (3") para a REDE. 
 Sairá da parte inferior do reservatório.
Tubulação de Incêndio
 Paralelepipedal, medindo 70 cm X 50 cm X 25 cm, 
com porta de vidro com a inscrição "INCÊNDIO“ em 
vermelho. 
Deve possuir registro de 63mm (2 1/2") de diâmetro e 
redução para junta "Storz" com 38mm (1 1/2"), ou 
hidrantes duplos.
Caixa de Incêndio
REGISTRO
REDUÇÃO 
JUNTA STORZ
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.zeusdobrasil.com.br/site/img/produtos/g/20341.jpg&imgrefurl=http://www.zeusdobrasil.com.br/site/int/produtos.asp%3Fid_cat%3D76&usg=__Neg16Q7-_XSAd1c_qt5FYBjtmPo=&h=400&w=400&sz=26&hl=pt-BR&start=53&sig2=iQVilbJzIuXOsTKMbVEi0w&tbnid=oaRkPM8Md1p8zM:&tbnh=124&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3DHIDRANTE%2BINTERNO%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D40&ei=0knmSojpOo7Ctwed18HLCA
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.zeusdobrasil.com.br/site/img/produtos/g/20341.jpg&imgrefurl=http://www.zeusdobrasil.com.br/site/int/produtos.asp%3Fid_cat%3D76&usg=__Neg16Q7-_XSAd1c_qt5FYBjtmPo=&h=400&w=400&sz=26&hl=pt-BR&start=53&sig2=iQVilbJzIuXOsTKMbVEi0w&tbnid=oaRkPM8Md1p8zM:&tbnh=124&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3DHIDRANTE%2BINTERNO%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D40&ei=0knmSojpOo7Ctwed18HLCA
http://www.cvvapor.com.br/arquivos/291/reducao_fixa_storz.jpg
http://www.cvvapor.com.br/arquivos/291/reducao_fixa_storz.jpg
102
DISPOSITIVOS DE COMBATE A 
INCÊNDIO
MANGUEIRAS DE INCÊNDIO
FABRICANTE TIPO NBR 11861
DATA
FABRICAÇÃO 15m
Junta “STORZ”
103
ESGUICHOS
TRONCO CÔNICO
REGULÁVEL
APLICADOR DE ESPUMA
CANHÃO
104
Também chamado de registro de passeio, possuirá diâmetro 
de 63mm (2 1/2"), dotado de rosca macho e adaptador para 
junta "Storz" de mesmo diâmetro.
Ficará acondicionado no interior de uma caixa com a 
inscrição "INCÊNDIO". Seu objetivo principal é abastecer e 
pressurizar a tubulação de incêndio, através das viaturas do 
CBMERJ.
Hidrante de Recalque
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.ditelalarmes.com.br/servicos/images/Rede%2520de%2520hidrantes_tampa%2520recalque.jpg&imgrefurl=http://www.ditelalarmes.com.br/servicos/index.html&usg=__6mrQQJ_8USMrletNCkGvkDwRgGc=&h=109&w=160&sz=6&hl=pt-BR&start=7&sig2=3P0H3u9KoFpCn-c8yhxZbQ&tbnid=4cVKChUhkjYt2M:&tbnh=67&tbnw=98&prev=/images%3Fq%3DHIDRANTE%2BDE%2BRECALQUE%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR&ei=xE7mSvjPJceYtge58937Dwhttp://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.ditelalarmes.com.br/servicos/images/Rede%2520de%2520hidrantes_tampa%2520recalque.jpg&imgrefurl=http://www.ditelalarmes.com.br/servicos/index.html&usg=__6mrQQJ_8USMrletNCkGvkDwRgGc=&h=109&w=160&sz=6&hl=pt-BR&start=7&sig2=3P0H3u9KoFpCn-c8yhxZbQ&tbnid=4cVKChUhkjYt2M:&tbnh=67&tbnw=98&prev=/images%3Fq%3DHIDRANTE%2BDE%2BRECALQUE%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR&ei=xE7mSvjPJceYtge58937Dw

Mais conteúdos dessa disciplina