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Vírus – Morfologia e ciclo de replicação 2º semestre - 2023 Universidade São Judas Tadeu Mecanismos de agressão e defesa INTRODUÇÃO Há dez milhões de vírus a mais na Terra que estrelas em todo o universo. INTRODUÇÃO HOSPEDEIROS PRESENTES NOS MAIS DIVERSOS TIPOS DE AMBIENTES NATURAIS, ATÉ MESMO OS MAIS INÓSPITOS. Todo tipo de organismo vivo é provavelmente hospedeiro de pelo menos um vírus! Conceitos Importantes VIROLOGIA: Ramo da ciência que se dedica à pesquisa e ao esclarecimento dos vírus. VÍRUS: grupos de microorganismos intracelulares obrigatórios que não possuem uma estrutura celular, e sim, minúsculas partículas compostas por uma bainha de proteína, capazes de infectar quase todos os membros dos reinos animal e vegetal. VIRION: Partícula isolada de um vírus na forma infeciosa. Os vírus passam por várias formas durante o seu ciclo. E quando ele está na forma mais completa, com a capacidade de infectar uma célula, chamamos essa forma de virion. VÍRUS - DEFINIÇÕES DA LITERATURA – O INIMIGO INVISÍVEL Tamanho pequeno Parasitas intracelulares obrigatórios Um único tipo de ácido nucléico Sem organização celular Agentes infecciosos patogênicos VÍRUS SÃO SERES VIVOS? POR QUE NÃO? O vírus é uma minúscula partícula infecciosa que só pode se reproduzir se infectar uma célula hospedeira. Não conseguem se reproduzir sozinhos (sem um hospedeiro). Os vírus também não possuem células: eles são muito pequenos, muito menores que as células dos seres vivos. Eles são basicamente pacotes de ácido nucleico e proteína. Entretanto... Tem características de células vivas... O genoma tem o mesmo código genético encontrado nas células. Possuem variações CURIOSIDADES Vírus Menores agentes infecciosos com diâmetro que de cerca de 20 nm a 300 nm Se reproduz comandando a célula hospedeira e usando seu maquinário Alguns vírus possuem uma membrana externa chamada envelope. Possuem diferentes formatos e tamanhos Contaminam as células e as reprogramam para criar novas “fábricas” de vírus. Composto de DNA ou RNA dentro de uma cápsula proteica (capsídeo) CARACTERÍSTICAS Possuem DNA ou RNA, nunca os dois Sua duplicação é comandada pelo ácido nucleico viral dentro da célula hospedeira; Não se dividem por divisão binária ou mitose; Não possuem genes e enzimas necessárias para a produção de energia; Dependem de ribossomos, enzimas e nutrientes da célula infectada para a produção de proteínas. DIFERENÇAS ENTRE VÍRUS E BACTÉRIAS VÍRUS Menores que as bactérias São parasitas intracelulares OBRIGATÓRIOS São acelulares BACTÉRIAS pequenas e unicelulares Não dependem de um hospedeiro para reprodução MORFOLOGIA VIRAL – VÍRUS DE EUCARIOTOS PROTEÍNAS VIRAIS MEMBRANA DA CÉLULA HOSPEDEIRA FUNÇÕES DAS PROTEÍNAS ESTRUTURAIS E NÃO ESTRUTURAIS DO VÍRUS Protegem o ácido nucléico Ligam-se a receptores nas células Penetram na membrana celular Ajudam a replicar o ácido nucléico (alguns) Iniciam o programa de replicação (alguns) Modificam a célula hospedeira (alguns) ESTRUTURA DAS PARTÍCULAS VIRAIS CAPSÍDEO - Capa proteica - Formado por um ou mais tipos de proteínas. Empacotamento Proteção do genoma Interação com a célula hospedeira nos vírus nus Transporte do ácido nucléico para outras células Forma das partículas ICOSAÉDRICA SIMETRIA HELICOIDAL ESTRUTURA DAS PARTÍCULAS VIRAIS ENVOLTÓRIO VIRAL Membrana fosfolipídica que envolve capsídeo Interação com a célula hospedeira Penetração na célula hospedeira por fusão Peplômeros ou espículas são estruturas proeminentes, geralmente constituídas por glicoproteínas ou lipídeos encontradas na superfície do envelope viral de certos vírus. , 1.Ligação de moléculas da partícula viral à receptores da membrana celular. Penetração Adsorção CICLO VIRAL 2. Entrada do vírus na célula por fusão ou viropexia (invaginação mediada por receptores e proteínas. Desnudamento 4.Formação das proteínas estruturais a partir da transcrição e tradução. 3. O capsídeo é removido e o genoma é exposto. Montagem 5. Proteínas se agregam formando o nucleocapsÌdeo Liberação 6. A saída pode ocorrer por lise (ciclo lítico). Síntese viral BACTERIÓFAGOS Infectam exclusivamente procariotos: Bactérias e Archaea. São amplamente espalhados nos ecossistemas desde o solo até os animais e os humanos. Aplicações no controle de infecções bacterianas ESTRUTURA DOS FAGOS REPRODUÇÃO DOS BACTERIOFAGOS As fibras da cauda do bacteriófago encaixam-se na membrana da bactéria; A cauda contrai-se e injeta o DNA na célula. No interior da célula, o DNA viral comanda a produção de uma enzima que inativa o DNA da bactéria; O DNA viral assume o comando do metabolismo e fabrica cópias comandando a síntese de proteínas da cápsula As novas cápsulas associam-se às cópias do DNA formando os novos vírus; Uma enzima que digere a parede bacteriana também é produzida e provoca a lise da célula; Cada novo vírus formado pode infectar uma nova bactéria. CICLO LÍTICO E LISOGÊNICO PRINCIPAIS DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO ( RNA ou DNA) MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DIAGNÓSTICO TRATAMENTO AIDS CAXUMBA HERPES COVID-19 MENINGITE HEPATITE DENGUE VARÍOLA CATAPORA FEBRE AMARELA SARAMPO OBRIGADA! image1.png image2.jpg image3.jpg image4.jpg image5.png image6.jpg image7.jpg image8.jpg image9.jpg image10.jpg image11.jpg image12.jpg image13.png image14.jpg image15.jpg image16.jpg image17.png image18.png image19.png image20.jpg image21.jpg image22.jpg image23.jpg image24.jpg image25.jpg image26.png image27.png