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Ferramentas básicas da Qualidade Autor Kleber Almeida Ramos de Jesus 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 Objetivos Olá, caro(a) aluno(a), seja muito bem-vindo(a)! Será um prazer ter você conosco nesta jornada de aprendizagem! Este conteúdo visa apresentar as sete ferramentas básicas da gestão da qualidade, recomendas pela NBR ISO 9001:2015 – Sistemas de gestão da qualidade. São elas: estratificação, folha de verificação, histograma, gráfico de Pareto, diagrama de causa e efeito, diagrama de dispersão, gráficos de controle. 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 Ferramentas básicas da Qualidade 1 Folha de verificação1.1.1 Folha de verificação e estratificação de dados Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/967918323". Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/1000833384". Segundo Oliveira (2019), as folhas de verificação, ou listas de verificação, mais conhecidas como checklist, são provavelmente uma das ferramentas mais antigas e fundamentais para a atuação da gestão da qualidade, com o enfoque de transformar simples opiniões em fatos e dados concretos. 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 As listas ou folhas de verificação têm como função coletar dados com base em observações amostrais, vinculados aos itens com resultados indesejáveis, com o objetivo único de se identificar e verificar com que frequência ocorre um determinado evento ao longo de um período determinado. A figura a seguir apresenta exemplos de folhas de verificação. Figura - Folhas de verificação Legenda: Exemplos de folhas de verificação evidenciando os campos de identificação e registro dos dados de frequências de ocorrência. Fonte: adaptado de Oliveira (2019, p. 65). Segundo Oliveira (2019), as informações em folhas de verificação devem conter ao menos campos de identificação, que permitem identificar onde, quando e quem realizou as medições, campos das variáveis que devem ser registradas, e os campos de registros onde descrevem os eventos que ocorreram ou que estão ocorrendo. Os tipos de variáveis em registros mais comuns são: número de vezes de ocorrência de um evento; tempo necessário de uma determinada ocorrência; custo de determinada operação ao longo de determinado tempo; impacto de uma ação ao longo de dado período. O tipo ou modelo (template) de folha de verificação a ser utilizada depende do objetivo de coleta de dados e deve ser construída após a definição das categorias de estratificação que podem ser as mais variadas configurações, por exemplo: tipos de defeitos, dimensões, peso, características físicas, características especiais (forma). Na figura a seguir, temos mais um exemplo de folha de verificação específica para detecção e identificação de defeitos em peças. 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/8577165689368126dbf3e50214c463d6.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/8577165689368126dbf3e50214c463d6.png Figura - Folhas de verificação para identificação de defeitos Legenda: Exemplo de folha de verificação evidenciando registros de defeitos em peças. Fonte: Oliveira (2019, p. 65). A folha de verificação pode ser analisada horizontalmente (mais comum) ou verticalmente, quando se deseja avaliar o impacto do período considerado. Embora tenha a finalidade de verificação, seja o acompanhamento de dados e não sua análise, as folhas de verificação indicam qual é o principal problema, com base em análises mais aprofundadas por meio de outras ferramentas específicas da qualidade. Assista ao vídeo Folhas de verificação – ferramenta 07 (05´:18”). Disponível em: www.youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=YdIcVCjK3To] . Segundo Oliveira (2019), a estratificação é uma das ferramentas básicas da gestão da qualidade recomendada pela NBR ISO 9001:2015, utilizada e recomendada para identificar oportunidades de melhoria da qualidade em situações em que os dados vieram de fontes distintas, mas estão agrupados da mesma forma em um mesmo banco de dados. Ainda de acordo com Oliveira (2019), a estratificação é uma ferramenta que permite separar os dados visualmente (gráficos), em função de suas particularidades. Dessa forma, permite gerar informações mais precisas que permitam a geração de soluções mais customizadas e eficazes para os problemas. Estratificação de dados1.1.2 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/c7b3881f6d0bd3a04efd27a1fd68a89a.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/c7b3881f6d0bd3a04efd27a1fd68a89a.png https://www.youtube.com/watch?v=YdIcVCjK3To https://www.youtube.com/watch?v=YdIcVCjK3To Figura - Gráfico estratificado de número de acidentes de trabalho Legenda: Exemplo de gráfico estratificado de número de acidentes de trabalho. Fonte: Oliveira (2019, p. 67). Na figura apresentada, temos um exemplo típico de aplicação prática da estratificação, onde temos o número de acidentes de trabalho em uma determinada empresa, separando os registros por similaridade (área e período de ocorrência). Neste exemplo em específico, podemos analisar com mais detalhes por setor (produção, manutenção e estoque) e período de ocorrência (janeiro a dezembro), ou ainda as duas informações correlacionadas. Estratificação são ferramentas simples, fáceis de confeccionar em forma de gráficos e podem ser utilizadas com qualquer base de dados, seja de registros fabris e demais dados, facilitando a análise para tomada de decisões e ações sobre os dados envolvidos. Assista ao vídeo Estratificação de dados – ferramentas básicas da qualidade (06:01”). Disponível em: www.youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=HvuN-wt3ueo] . 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/5822555abc2e61d24140ed83d3c9987d.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/5822555abc2e61d24140ed83d3c9987d.png https://www.youtube.com/watch?v=HvuN-wt3ueo https://www.youtube.com/watch?v=HvuN-wt3ueo Histograma e Gráfico de Pareto1.2 Histograma1.2.1 Histograma e Gráfico de Pareto Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/967918749". Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/1000833441". Segundo Oliveira (2019), o histograma é uma ferramenta estatística em forma de gráfico de barras, criada pelo estatístico Guerry, em 1863, que apresenta a distribuição de frequências de uma massa ou um conjunto de dados, geralmente coletadas de um processo em um determinado período. De acordo com Oliveira (2019), em análises estatísticas, a quantidade de dados, mas também a forma como esses dados estão distribuídos, contribuem significativamente na identificação de sua natureza e origem. Tais agrupamentos, denominados distribuição de frequência, tem o 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 poder de mostrar, de forma simplificada, o número de vezes em que o valor de uma variável medida ocorre dentro de um intervalo especificado (classe). O tamanho do intervalo determina a amplitude de dados correspondentes. A figura a seguir apresenta um exemplo de histograma, evidenciandoa variável medida (altura), a frequência dos dados, sua classe e amplitude dos dados em cada classe, bem como a distribuição destes em formato gráfico de barras que facilita a identificação e caracteriza o histograma. Figura - Histograma Legenda: Exemplo de histograma evidenciando a variável, as classes, amplitude e distribuição de frequência para a composição do gráfico do histograma. Fonte: Oliveira (2019, p. 66). De acordo com Oliveira (2019), podemos seguir um roteiro prático para construção de um histograma a partir de um processo de cinco etapas, sendo elas: 1. Coletar dados e ordená-los sequencialmente. 2. Escolher números de classes e determinar o seu tamanho. 3. Determinar valores extremos para cada classe. 4. Contar e registrar o número de elementos em cada classe. 5. Construir o diagrama de barras. Ainda de acordo com Oliveira (2019), os resultados práticos da aplicação da ferramenta histograma podem ser sintetizados em sete, descritos no quadro a seguir: Quadro - Resultados práticos do uso do histograma ID Resultados da aplicação do histograma 1 Exibe grande quantidade de dados difíceis de interpretar em tabelas 2 Mostra a frequência relativa da ocorrência de vários valores e dados 3 Revela a tendência central, variação e forma de dados 4 Ilustra rapidamente a distribuição dos dados 5 Fornece informações úteis para predizer o futuro desempenho do processo 6 Ajuda a indicar se houve uma mudança no processo 7 Ajuda a responder se o processo é capaz de atender aos requisitos Fonte: adaptado de Oliveira (2019, p. 67). 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/f756ad11cf9925cd205f2415394e9224.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/f756ad11cf9925cd205f2415394e9224.png Assista ao vídeo Histogramas (7´:42”). Disponível em: www.youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=Q1rbvzYmOmM] . O Gráfico ou Diagrama de Pareto recebe este nome em homenagem ao seu idealizador, Wilfredo Pareto, economista italiano que criou, em 1896, o princípio 80/20, com base em observações de eventos da natureza e da dinâmica social e econômica de sua época. Neste princípio, temos que: 80% dos problemas advêm de 20% das causas. Segundo Oliveira (2019), é uma ferramenta estatística e gráfica que permite a identificação, a estratificação e a organização de dados de acordo com algum aspecto específico para o qual se busca uma análise de causas de problemas. A partir do princípio 80/20, buscamos nas poucas e vitais causas (20%) a maior parte dos problemas em ocorrência (80%). De forma prática, podemos pensar em relações de 75/25 e até 70/30 como base de estudo e análise. Ainda de acordo com Oliveira (2019), o Gráfico de Pareto é muito utilizado para identificar as principais causas que afetam um processo para poderem ser priorizados, e assim tomar medidas e ações e priorização de projetos de melhorias. Tem grande aplicação na indústria de produtos, mas não se restringe a esse contexto. Na figura a seguir, temos um exemplo de Gráfico de Pareto para problemas de um determinado processo. Figura - Diagrama ou Gráfico de Pareto Legenda: Exemplo de Gráfico ou Diagrama de Pareto evidencia o princípio 80/20. Fonte: Oliveira (2019, p. 67). Sua correta aplicação contempla a coleta de dados do processo (problemas e suas ocorrências), para então realizar-se a hierarquização decrescente de frequência (ocorrências), ou seja, dos acontecimentos mais frequentes e menos frequentes de forma estatística simples. A seguir, temos um roteiro simples de construção de um Gráfico de Pareto em cinco passos: 1. Defina o problema a investigar. 2. Especifique a variável a ser utilizada na investigação do problema. 3. Colete e agrupe as informações. 4. Organize as categorias em ordem decrescente de frequência, agrupe as de baixa frequência em “outros” e calcule o total. Gráfico de Pareto1.2.2 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://www.youtube.com/watch?v=Q1rbvzYmOmM https://www.youtube.com/watch?v=Q1rbvzYmOmM https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/4e5221ea6503e5ef5a5dded8a482e221.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/4e5221ea6503e5ef5a5dded8a482e221.png 5. Calcule as FREQUÊNCIAS relativas e acumuladas. Na figura a seguir, temos um exemplo de construção de um Diagrama de Pareto, para análise de casos de ocorrências de devoluções, evidenciando as variáveis e a distribuição das informações na confecção do gráfico, facilitando sua análise. Figura - Construção do Diagrama ou Gráfico de Pareto Legenda: Exemplo de Gráfico ou Diagrama de Pareto e seus passos de construção. Fonte: Oliveira (2019, p. 68). Segundo Oliveira (2019), Gráficos ou Diagramas de Pareto são especialmente úteis em seis situações específicas, tais como: definição de projetos de melhoria; identificação de principais fontes de custos; identificação das principais causas que afetam um processo; identificação da distribuição de recursos em projetos e operações; escolha do projeto de melhoria a ser desenvolvido na empresa, em função do número de não conformidades no processo. Assista ao vídeo Gráfico de Pareto no Excel – Diagrama de Pareto (9´:45”). Disponível em: www.youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=IKUwo-o210c] . 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b1db8ad5072be76494cbe363f2e6ab61.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b1db8ad5072be76494cbe363f2e6ab61.png https://www.youtube.com/watch?v=IKUwo-o210c https://www.youtube.com/watch?v=IKUwo-o210c Diagrama de Ishikawa e Diagrama de Dispersão 1.3 Diagrama de Ishikawa1.3.1 Diagrama de Ishikawa e Diagrama de Dispersão Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/967919224". Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/1000833461". O diagrama de Ishikawa, também conhecido como diagrama de espinha de peixe ou ainda como diagrama de causa e efeito, recebeu o nome de seu criador e idealizador, o engenheiro Kaoru Ishikawa, em 1943, sendo considerado uma das sete ferramentas básicas da gestão da qualidade, de acordo com NBR ISO 9001: Sistemas de Gestão da Qualidade – requisitos (2015). 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 Segundo Oliveira (2019), o diagrama de causa e efeito é, além de uma ferramenta, um método de análise com representação gráfica para apurar a causa raiz de problemas, mostrando sua relação de causa e efeito (problema). De forma prática, este diagrama permite organizar as informações por semelhança a partir de seus 6 eixos principais, que são chamados seis M ou seis espinhas: 1. Método: possíveis causas relacionadas ao método e/ou a técnicas de trabalho ou do processo de produção ou de gerar o resultado. 2. Material: possíveis causas relacionadas a matéria-prima do processo que desencadeiem o problema em análise. 3. Máquinas: possíveis causas associadas aos equipamentos, dispositivos, ferramentas aplicadas no processo que gerem o efeito ou problema. 4. Meio ambiente: possíveis causas relacionadas ao ambiente ao qual o processo, o produto ou o serviço está presente como influência na geração do efeito ou problema. 5. Mão de obra: causas relacionadas aos colaboradores envolvidos em atividades do processo em análise que podem ser fontes das causas do efeito ou do problema mencionado. 6. Medição: causas relacionadas a falhas na medição do processo que podem estar gerando o problema em análise. De acordo com Oliveira (2019), coma estratificação das informações nestes seis eixos de análise, é possível a identificação das possíveis causas a um determinado problema ou efeito de forma específica e direcionada. A identificação das causas exige a realização de uma sequência de questões visando evidenciar a relação dos fatos e dados, retroagindo-se a partir do problema ou efeito em questão. É convenção o problema estar na cabeça do peixe à direita e as espinhas (6Ms) estarem à esquerda, sendo a análise realizada da direita para a esquerda, conforme o exemplo na figura a seguir. Figura - Exemplo de Gráfico de Ishikawa ou Causa e Efeito Legenda: Exemplo de gráfico ou diagrama de Ishikawa para um possível problema em processo. Fonte: Oliveira (2019, p. 68). Outras ferramentas comuns como o brainstorming e o brainwritting podem ser utilizadas em conjunto para auxiliar no processo de identificação das causas e das subcausas. As causas e 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/4a18c52d75ad7672f467cc4a744d4e33.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/4a18c52d75ad7672f467cc4a744d4e33.png subcausas devem ser reduzidas por meio de eliminação das menos prováveis a partir de análise qualitativa colaborativa, e/ou uso de técnicas estatísticas apropriadas. Segundo Oliveira (2019), o diagrama de causa e efeito é aplicável essencialmente em seis situações descritas no quadro a seguir. Quadro - Aplicações do Diagrama de Causa e Efeito ID Aplicações do diagrama de causa e efeito 1 Avaliação e identificação de possíveis causas de insatisfação de clientes. 2 Avaliação das causas do atraso na entrega de produtos. 3 Análise de processo: identificação das fontes de variabilidade do processo. 4 Análise de defeitos, falhas, perdas e desajustes do produto. 5 Estudo de melhorias em processos, produtos e serviços. 6 Estruturação de decisões relativas a manter ou retirar atividades e/ou processos. Fonte: adaptado de Oliveira (2019, p. 69). Para Oliveira (2015), a aplicação correta do diagrama de causa e efeito pode proporcionar: concentração no conteúdo do problema, em vez de opiniões diversas relativas à solução do problema; criar um quadro instantâneo de conhecimento e consenso coletivo do grupo sobre o problema; foco nas causas dos problemas e não nos sintomas. Assista ao vídeo Diagrama de Ishikawa – 6M – Causa e Efeito – Espinha de peixe (exemplo prático) (05´:35”). Disponível em: www.youtube.com [https://www.youtube.com/watch? v=9gXaHTm2y5M] . Segundo Oliveira (2019), o Diagrama de Dispersão é uma ferramenta estatística que permite identificar a relação entre duas variáveis (uma variável Y - dependente e outra variável X - independente), por meio de uma representação gráfica de eixos ortogonais (dispostos entre si em 90º geométricos) que permite identificar a correlação entre os dados e a dispersão deles no espaço bidimensional XY. A figura a seguir apresenta um exemplo básico de diagrama de dispersão, enfatizando as variáveis dependentes e independentes dispostas em eixos ortogonais. Diagrama de Dispersão1.3.2 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://www.youtube.com/watch?v=9gXaHTm2y5M https://www.youtube.com/watch?v=9gXaHTm2y5M https://www.youtube.com/watch?v=9gXaHTm2y5M Figura - Representação de um diagrama de dispersão Legenda: Representação de um diagrama de dispersão evidenciando as variáveis e a disposição delas em eixos ortogonais. Fonte: adaptado de Oliveira (2019, p. 69). De acordo com Oliveira (2015), a relação entre as variáveis dependente e independente podem ser de três tipos essenciais, sendo: Problema x problema Uma variável (X) é um problema e mostra sua relação de dependência ou não com outro problema (Y) Problema x causa Uma variável (X) é uma causa e mostra sua relação de dependência ou não com um problema (Y). É o mais comum! Causa x causa Uma variável (X) é uma causa e mostra sua relação de dependência ou não com outra causa (Y) As etapas ou o roteiro prático de construção de um diagrama de dispersão, de forma geral, seguem seis etapas descritas a seguir: 1. Seleção das variáveis X e Y. 2. Coleta de dados em pares, um X e outro Y. 3. Construção do sistema de eixos cartesianos ortogonais em 90º. 4. Plotagem de todos os pares de dados X e Y. 5. Geração do gráfico com os pontos dispersos no espaço. 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/85ea1c2e73f3ba33986bd5bb12a67bce.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/85ea1c2e73f3ba33986bd5bb12a67bce.png 6. Cálculo do coeficiente de correlação (r). 7. Interpretação da intensidade e do tipo de correlação dos dados. Especificamente na etapa 6, cálculo do coeficiente de correlação (r), este é o item determinante na identificação do tipo de correlação entre os eixos de dados e nos explicitam de forma gráfica as características de dependência entre as variáveis. Na imagem a seguir, temos a fórmula de cálculo do coeficiente de correlação e a confecção gráfica. Figura - Cálculo de coeficiente de correlação r entre as variáveis X e Y Fonte: Adaptado de Oliveira (2019, p.71) A etapa 7 especificamente compreende entender a correlação a partir do coeficiente “r” cálculo e da interpretação do valor de “r” e tipo de correlação (positiva, neutra, negativa), e da intensidade (forte e fraca), analisando o gráfico. Na figura a seguir, temos os níveis de correlação, segundo Oliveira (2019). Figura - Níveis de correlação para ( r ) Fonte: Adaptado de Oliveira (2019, figura 4.9 p.71) Podemos resumir visualmente como seriam os cinco tipos de correlações possíveis e sua dispersão de dados em um diagrama de dispersão, com base na figura a seguir. 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/ddc7d61877baf6ad9021125d928140b1.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/ddc7d61877baf6ad9021125d928140b1.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/8e3e9500e22179499e313f83705c0559.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/8e3e9500e22179499e313f83705c0559.png Figura - Tipos e níveis de correlação em diagramas de dispersão Legenda: Resumo dos cinco níveis de correlação possíveis a partir da dispersão dos dados e do cálculo do coeficiente “r”. Fonte: elaborado pelo autor. Assista ao vídeo Como fazer gráficos de dispersão no Excel (13´06”). Disponível em: www.youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=VXzu7cgxUOc] . Gráficos e cartas de controle1.4 Gráficos e Cartas de Controle Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/967919872". 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b6243ce0c8f37284458791e245a7460d.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b6243ce0c8f37284458791e245a7460d.png https://www.youtube.com/watch?v=VXzu7cgxUOc https://www.youtube.com/watch?v=VXzu7cgxUOc Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/1000833490". Primeiramente, para melhor entendermos os gráficos de controle e sua aplicação, é importante compreendermos o conceito de estabilidade (controle) de processos. De acordo com Oliveira (2019), todo e qualquer processo apresenta algum tipo de variação, que pode ocorrer de diversas fontes. Há, porém, dois tipos de causa, sendo estas as causas comunsou causas especiais. Causas comuns Intrínsecas ao processo, presentes em caráter aleatório, seguindo uma distribuição normal e previsível. São reduzidas apenas com melhorias ou mudança no sistema, mas são passíveis de controle e de estabilidade do processo. Causas especiais Extrínsecas ao processo, não preditivas ou não previsíveis, como uso incorreto dos equipamentos, erros da operação, material inadequado. Não são passíveis de controle e, por isso, geram instabilidade no processo. Ainda de acordo com Oliveira (2015), a estabilidade de um processo está diretamente relacionada às causas de variações, quais ocorrem, se ocorrem e quando ocorrem no processo. Em processos instáveis geralmente encontramos causas especiais, enquanto em processos estáveis apenas encontramos causas comuns e previsíveis, por meio de uma distribuição normal estatística dos dados ao longo do tempo do processo. Na figura a seguir, temos um esquema que descreve tais condições de estabilidade de processo, sejam processos estáveis (em controle) ou instáveis (sem controle). 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 Figura - Estabilidade estatística de processos: processo estável e instável Legenda: Esquema demonstrando estabilidade estatística de processos. Fonte: adaptado de Oliveira (2015, p. 72). Os gráficos de controle e cartas de controle são ferramentas visuais egressas da gestão da produção do século XX, especificamente do Controle Estatístico de Processos (CEP). Com esta ferramenta, podemos avaliar a estabilidade e as flutuações ou variações em um processo com base na distribuição das variações em limites de estabilidade de processos, especialmente processos operacionais e produtivos, conforme exemplo na figura a seguir. Figura – Gráfico de controle padrão, causas especiais e comuns e limites Legenda: Imagem demonstrando gráfico de controle padrão. Fonte: elaborado pelo professor com base em Oliveira (2015). Ao plotar as ocorrências no tempo, como no exemplo anterior, podemos identificar quais estão dentro da normalidade do processo, quais são especiais e devem ser tratadas. Processos só podem ser considerados integralmente estáveis após longos períodos de não ocorrência de ocorrências fora dos limites, o que nem sempre é fácil de se atingir. Um gráfico de controle padrão, conforme observamos na figura anterior, e composto por pontos distribuídos dos valores de dados medidos de variações do processo, que caracterizam 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/ade906c00f7147bcc5a503fdcd8822c1.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/ade906c00f7147bcc5a503fdcd8822c1.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/148d862018caeda1c5b8bb09773e2975.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/148d862018caeda1c5b8bb09773e2975.png as causas comuns e causas especiais, assim como eixos de referência dos limites do processo, sendo eles: Linha da média (LM) É o valor médio calculado de todas as ocorrências e é parâmetro para o cálculo dos LSC e do LIC, a partir de coeficientes estatísticos relacionados ao tamanho da amostra de dados, sendo estes os níveis ou a faixa de controle. Limite Superior de Controle (LSC) Limite de variação mais alto máximo em relação à linha média dos dados de variação do processo; quando ultrapassado, caracteriza um ponto de instabilidade, devido à causa especial. Linha de controle inferior (LIC) Limite de variação mais baixo em relação à linha média dos dados de variação do processo; quando ultrapassado, caracteriza um ponto de instabilidade, devido à causa especial. Para o cálculo dos limites de controle superior e inferior em gráficos de controle, são utilizados artifícios das cartas de controle estatística, que possuem coeficientes utilizados para o cálculo dos LSC e LIC que possam suprimir e redimir possíveis variações estatísticas e dispersão de dados, especialmente aplicados para controle de processos contínuas e/ou propriedades físicas contínuas (peso, dimensões). Para tal, são utilizadas duas cartas, uma carta da média e outra carta da amplitude. Na figura a seguir, temos as fórmulas e a tabela de coeficientes aplicadas para as cartas de controle. Figura - Cartas de controle – fórmulas e tabela de coeficientes Legenda: Carta da média e das amplitudes composta das fórmulas e da tabela suporte de coeficientes para o cálculo apropriado do LSC e do LIC. Fonte: elaborado pelo professor com base em Oliveira (2019). De acordo com Oliveira (2015), estará sob controle o processo que engloba duas cartas e controle (carta da média e carta da amplitude), quando todos os dados de variações de processo em relação à linha média (LM) estiverem dentro dos limites superior (LSC) e inferior (LIC). Na figura a seguir, temos um exemplo dentro da estabilidade de processos, em que ambas as cartas plotadas atendem à condição de normalidade. 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/1ee770c8e4bba5473f2ae4cd6c4cdb3e.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/1ee770c8e4bba5473f2ae4cd6c4cdb3e.png Figura - Cartas de controle em um processo estável Legenda: Carta da média e das amplitudes dentro da estabilidade de processos. Fonte: adaptado de Oliveira (2019). Gráficos e cartas de controle são muito úteis em processos, amplamente utilizados em gestão de processos produtivos industriais, processos de entregas de materiais ou resultados a clientes (vendas, compras, atendimento, qualidade de produto), muitos deles já incorporados as ferramentas de controle de produção ou gestão integrada. É necessário ressaltar que gráficos de controle requerem conhecimento sobre controle estatístico e capacitação para confecção de gráficos confiáveis e realistas usando das técnicas estatísticas. Mas são ferramentas poderosas para suporte a melhoria de processos, especialmente quando operado em conjunto com outras ferramentas de análise e ação. Assista ao vídeo Cartas estatístico de processos CEP aula 2 (13´:07”). Disponível em: www.youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=jFJ0wQbsZto] . 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b2f708dc6e0e91eee452a36841c81bac.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b2f708dc6e0e91eee452a36841c81bac.png https://www.youtube.com/watch?v=jFJ0wQbsZto https://www.youtube.com/watch?v=jFJ0wQbsZto Recapitulando Chegamos ao fim deste conteúdo. Para facilitar a revisão dos principais tópicos, elaboramos um resumo do que foi apresentado. Assim, temos: 1. Lista de verificação e estratificação: listas ou folhas de verificação têm como função coletar dados com base em observações amostrais, vinculados aos itens com resultados indesejáveis, com o objetivo único de se identificar e verificar com que frequência ocorre um determinado evento ao longo de um período determinado. A estratificação é uma ferramenta que permite separar os dados visualmente (gráficos) em função de suas particularidades. Dessa forma, permite gerar informações mais precisas que permitem a geração de soluções mais customizadas e eficazes para os problemas. 2. Histograma e gráfico de Pareto: o histograma é uma ferramenta estatística em forma de gráfico de barras, criada pelo estatístico Guerry em 1863, que apresenta a distribuição de frequências de uma massa ou de um conjunto de dados, geralmente coletados de um processo em um determinado período. O gráfico de Pareto é uma ferramenta estatística e gráfica, que permite a identificação, a estratificação ea organização de dados de acordo com algum aspecto específico para o qual se busca uma análise de causas de problemas. A partir do princípio 80/20, buscamos, nas poucas e vitais causas (20%), a maior parte dos problemas em ocorrência (80%). 3. Diagrama de Ishikawa e diagrama de dispersão: o diagrama de causa e efeito vai além de uma ferramenta – é um método de análise com representação gráfica para apurar a causa raiz de problemas, mostrando sua relação de causa e efeito (problema). Permite organizar as informações por semelhança a partir de seus 6 eixos principais: método, máquina, material, mão de obra, medição e meio ambiente. O diagrama de dispersão é uma ferramenta estatística que permite identificar a relação entre duas variáveis (uma variável Y - dependente e outra variável X - independente ), por meio de uma representação gráfica de eixos ortogonais que permite identificar a correlação entre os dados e a dispersão deles dentro do espaço bidimensional XY. 4. Gráficos e cartas de controle: são ferramentas visuais egressas da gestão da produção do século XX, especificamente do controle estatístico de processos (CEP). Com esta ferramenta, podemos avaliar a estabilidade e as flutuações ou variações em um processo com base na distribuição das variações dentro de limites de estabilidade de processos, especialmente processos operacionais e produtivos. 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 Autoria Autor Mestrado em Administração de Empresas pela MUST University – Miami / USA. Engenheiro de Controle e Automação pela UNIFEI – Universidade Federal de Itajubá. MBA em Administração industrial pela USP-Poli, Especialista em Gerenciamento de Projetos PMI-PMP, Especialista em Agilidade Organizacional PMI-DASSM, Especialista em Modelo FLEKS híbrido de gestão. Mais de 20 anos de experiência profissional em Engenharia, projetos e operações empresariais. Docente em cursos de graduação e pós-graduação em áreas de Administração e Engenharia. Kleber Almeida Ramos de Jesus 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 Glossário ISO é a sigla de International Organization for Standardization, ou Organização Internacional para Padronização, em português. É uma entidade de padronização e normatização, e foi criada em Genebra, na Suíça, em 1947. Fonte: www.significados.com.br/iso [https://www.significados.com.br/iso] . Significa tempestade cerebral ou tempestade de ideias. É uma expressão inglesa formada pela junção das palavras "Brain", que significa cérebro, intelecto, e "storm", que significa tempestade. É uma dinâmica de grupo usada em várias empresas como uma técnica para resolver problemas específicos, para desenvolver novas ideias ou projetos, para juntar informação e para estimular o pensamento criativo. Fonte: www.significados.com.br/brainstorming [https://www.significados.com.br/brainstorming] . Técnica que envolve um grupo na geração de ideias de modo escrito e compartilhado, repassando-as aos demais participantes, que lançam novas ideias e vão construindo sobre as que já foram lançadas. É importante ressaltar que tudo isso ocorre de modo silencioso, em uma junção de interações individuais e em grupo, para no fim ser discutido por toda a equipe. Fonte: rockcontent.com/brainwriting [https://rockcontent.com/br/blog/brainwriting/#que] . Controle Estatístico de Processos (CEP) é um método de coleta e verificação de amostra de resultados de um processo, a fim de controlar seu funcionamento e diminuir as falhas decorrentes da sua execução. Fonte: ferramentasdaqualidade.org/controle-estatistico-de- processo [https://ferramentasdaqualidade.org/controle-estatistico-de-processo] . ISO Brainstorming Brainwritting CEP 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0 https://www.significados.com.br/iso https://www.significados.com.br/iso https://www.significados.com.br/brainstorming https://www.significados.com.br/brainstorming https://rockcontent.com/br/blog/brainwriting/#que https://rockcontent.com/br/blog/brainwriting/#que https://ferramentasdaqualidade.org/controle-estatistico-de-processo https://ferramentasdaqualidade.org/controle-estatistico-de-processo https://ferramentasdaqualidade.org/controle-estatistico-de-processo Bibliografia ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR ISO 9001: Sistemas de Gestão da Qualidade – requisitos. Rio de Janeiro, 2015. CRUZ. T. Manual de Organização. São Paulo: Atlas, 2017. FERREIRA, André Ribeiro. Análise e melhoria de processos. Brasília: ENAP/DDG, 2013. HAMMER, M.; CHAMPY, J.; KORYTOWSKI, I. Reengenharia: revolucionando a empresa em função dos clientes, da concorrência e das grandes mudanças da gerência. Rio de Janeiro: Campus, 1994. MELLO, C. H. P. et al. ISO 9001:2008: Sistema de Gestão da Qualidade para Operações de Produção e Serviços. São Paulo: Atlas, 2009. OLIVEIRA, O. J. Curso básico de gestão da qualidade. São Paulo: Cengage Learning, 2015. OLIVEIRA, D. P. R. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2006. Bibliografia Clássica 139_202506194913@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 02/07/2025 13:07 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 61 94 91 30 00 0