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Português EX2: Aqui está a foto a que me referi EX3: Por Hora, Refere-se a tempo contado em minutos. Como aquele veiculo alcança 200 km por hora. Ex4: Por ora: É Um advérbio de tempo que expressa sentido de Por enquanto Neste momento Atualmente Os acordos, por ora, foram suspensos. EX5: Esse: Essa, isso, refere-se a algo já dito anteriormente no texto Você me empresta esses cadernos que estão com você. Este: Esta, isto, faz menção a algo que será citado no texto: Minha irmã fala sempre este provérbio “Água mole em pedra dura tanto bate ate que fura” Fonologia – Tem por objetivo estudar acerca dos fonemas ou sons da língua e as sílabas formadas por tais fonemas. Nesse ínterim, estão presentes aspectos relacionados à ortografia, à ortoepia (estudo da articulação e pronúncia dos vocábulos) e à prosódia (estudo da acentuação tônica dos vocábulos). Sintaxe – A sintaxe, por sua vez, tem como foco principal a análise estrutural dos termos que compõem as orações e os períodos, tendo em vista as relações que se estabelecem entre estes. Compreende, portanto, o estudo dos termos essenciais da oração (sujeito e predicado), termos integrantes desta (complementos verbais, complemento nominal e agente da passiva) e os termos acessórios (adjunto adnominal, adjunto adverbial, aposto e vocativo). Semântica - Estudo dos significados das palavras. Aqui, os estudos vão além do significado que encontramos nos dicionários – as palavras estabelecem relação de sentido dentro de textos e contextos; assim, uma palavra pode assumir diferentes significados de acordo com o modo como foi utilizada. Além disso, os significados das palavras mudam com o tempo e com o uso. A palavra “legal”, por exemplo, num passado era utilizada apenas para se referir ao conceito de legalidade, algo relacionado às leis, mas com o passar do tempo tornou-se uma gíria para descrever algo que é bom ou agradável. Significação de palavras Sinônimos Palavras com valor aproximado Casa: Lar, moradia, residência Conjunções: Valor semântico Mas, porém, no entanto, todavia Antônimos: São palavras com sentido contrário EX: Claro – escuro Mau – bom Mal – bem Homônimos: Palavras que apresentam alguma igualdade, mas de significado diferente João estava na cela 42 João estava na sela de couro João colocou uma colher na bolsa João decidiu colher algodão João fez uma declaração enquanto estava são Ele diz que são duas horas de espera Parônimos: Palavras parecidas na escrita, mas significado diferente João estava preso no tráfego da noite João estava preso por tráfico EX: Eminente= Muito acima do que está em volta Iminente= Próximo de acontecer Infligir = aplicar pena Infringir= Desrespeitar desobedecer Retificar= Tornar reto alinhar Ratificar= validação Deferir= Conceder Diferir= Transferir Emergir= aparecer Imergir= Estar imerso Descrição= Escrever algo Discrição= Ser discreto Sela= montaria Cela= cadeia Flecha= Frecha Aluguel= Aluguer Catorze= Quatorze Mal = Bem Mau = Bom Vê = Veem Vem= Vêm Forma = Fôrma de bolo O cabeça o líder= A cabeça parte corpo O grama medida = a grama vegetal O moral animo = a moral ética Cessão = Ato de ceder Seção = Repartição Sessão = Encontro reunião A duplicação de RR e SS não pode quando se tem 2 substantivos. EX: PortaRetrato Sons, Letras, fonemas Semivogais são as letras u e i, faladas ou escritas acompanhando a vogal da sílaba. Exemplo: O “i” das palavras “herói” (he-rói) e “Mário” (Má-rio), e o “u” das palavras “troféu” (tro-féu) e “quadro” (qua-dro). Ditongo= Vogal + semi vogal. Encontro de vogais que não se separam. Crescente: Semi vogal vem antes da vogal Decrescente: Vogal antes da semi vogal Oral: Causa Nasal:tem tiú ou termina em M amam Tritongo= Encontro de uma semi vogal + vogal + semi vogal que não se separam. Oral: apazigüei Nasal: Saguões Hiato: Vogais que ficam em silabas separadas. Dígrafo: Duas letras e um fonema EX: ch – machismo, choro, chuva. lh – agulha, milho, palhaço. nh – sobrinho, sonho, pertinho. rr – correto, carro, arriscado. ss – pássaro, assumir, assassino. sc – descendência, descer, crescer. sç – cresço, nasço, desça. xc – exceto, excelência, excerto. xs – exsuar, exsudar. gu – gueixa, sagui, linguiça. qu – aquilo, quarto, queijo. OBS: Somente serão considerados dígrafos as letras gu e qu quando estiverem seguidas das vogais 'e' ou 'i', representando os fonemas /g/ e /k/. Encontros consonantais: entende-se que são palavras que contêm duas ou mais consoantes juntas, sem intervenção de vogal. São exemplos de encontros consonantais as palavras: prato, fraco, trio, psicose e ritmo Acentuação gráfica Agudo ´´´ Circunflexo^^^ Tonicidade: Sílaba tônica (átonos= fraco sem acento e Tônica fortes com acento) 1= Monossilaba 2= Dissílaba 3= Trissilaba + de 3 = Polissílaba OBS: Dobrou a vogal não se acentua Ü: não tem mais acento OBS: Tem na terceira pessoa do plural tem acento? O verbo ter no plural, ou seja, na terceira pessoa do plural, tem acento circunflexo: “têm”. 1- Monossílabos: Terminam em: A(S), E(S), O(S). Exemplos: pá, é, só. Fé, Pó, Pá 2- Oxítona: Última sílaba tônica Última sílaba tônica. Acentuamos todas terminadas em A(S), E(S), O(S), EM, ENS. Exemplos: Amapá, café, cipó, amém, parabéns. 3- Paroxítona: Penúltima sílaba tônica Serão acentuadas todas as palavras que terminam em: OBS: Regra contraria a da oxítona i, is, us: táxi, lápis, bônus. ã, ão, um: órfã, sótão, álbum. r, x, l, n, ps: éter, tórax, fácil, pólen, bíceps. Terminadas em ditongo: colégio, água, série. Ex: Álbum, Órgão, Tórax, bíceps, Tricèps 4- Proparoxítona: Antepenúltima sílaba tônica Todas são acentuadas Módulo, Médico 5- Hiato: I – U(S) REGRA DO I E DO U Acentuamos I e U tônicos quando estão nos hiatos e sozinhos na sílaba. Exemplos: sa-ú-de, sa-í-da, ru-í-do, ju-í-zes. Cuidado: No caso do I , sempre acentuamos se ele estiver com S também. Exemplo: país Observações: Se junto ao I e U vier qualquer outra letra (na mesma sílaba), não haverá acento: Ra-ul, ru-im, ju-iz, sa-ir. Se o I for seguido de nh, não haverá acento. É o caso de rainha, moinho, campainha. Também não haverá acento se a vogal se repetir, como, por exemplo, em xiita. Ditongo: Ditongo aberto na oxítona: Herói Tem Ditongo aberto na paroxítona: Heroico Não tem DITONGOS ABERTOS ÉU, ÉI, ÓI Acentuamos os ditongos abertos ÉI, ÉU, ÓI. Cuidado: NÃO acentuamos mais as PAROXÍTONAS com ditongo aberto. Exemplo: herói, ideia, heroico, véu, céu, etc. ACENTOS DIFERENCIAIS ACENTUAÇÃO DE VERBOS Cuidar verbos como TER, VER E VIR. ELE TEM (singular) x ELES TÊM (plural). ELE VÊ (singular) x ELES VEEM (plural). ELE VEM (singular) x ELES VÊM (plural). Cuidado: temos verbos derivados que precisam ser acentuados também, como: MANTER, PREVER, INTERVIR. ELE MANTÉM (singular) x ELES MANTÊM (plural). ELE PREVÊ (singular) x ELES PREVEEM (plural). ELE INTERVÉM (singular) x ELES INTERVÊM (plural). · Há um caso de acento diferencial de timbre (aberto/ fechado): pode (verbo no presente) – pôde (verbo no pretérito) · Usa-se o acento circunflexo no verbo pôr para diferenciá-lo da preposição por, que não é acentuada. Morfologia – Compreende o estudo das palavras e os elementos que as constituem. São atribuídos a esse conjunto de informações: a análise da estrutura, a formação e os mecanismos de flexão referentes às palavras. Assim sendo, fica a cargo da morfologia apontar acerca de todos os aspectos relativos aos substantivos, adjetivos, advérbios, pronomes, conjunções, enfim, todas as chamadas classes de palavras. Classes Variáveis Classes invariáveis Artigo Conjunção Substantivo Preposição Pronome Interjeição Numeral Adverbio Adjetivo Verbo Tabela dos nomes · Substantivo (regente) · adjetivo (regido)letra minúscula Numeração do ano depois ponto final Quando receptor for Vossa Senhoria: A sua Excelência o Senhor Nome: João Ministro de Estado da Justiça Esplanada dos ministérios Bloco T 70064-900 Brasília/DF Assunto: Titulo a palavra assunto deve acontecer Descrição do assunto Destaque : o titulo destacado em negrito Pontuação coloca ponto final Alinhamento a esquerda EX: Assunto: Encaminhar do relatório julho/2018. Assunto: Aquisição de computadores. Fechos para comunicações: Este manual estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicações oficial. Hierarquia Superior : Respeitosamente Hierarquia inferior: Atenciosamente Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, que atendem a rito e tradição própios O Presidente da República não precisa informa quem ele é o presidente os demais sempre tem que informar. Não deixar a assinatura em folha separada, sempre a assinatura em uma folha que tem texto. Palavras estrangeiras em itálico. Formato como DOCX, ODT ou RTF Tipos de documentos: A) NOME DO EXPEDIENTE + CIRULAR: Quando um órgão envia o mesmo expediente para mais de um órgão B) NOME DO EXPEDIENTE+ CONJUNTO: Quando mais de um órgão envia conjuntamente, o mesmo expediente para um único receptor. C) NOME DOEXPEDIENTE+ CONJUNTO CIRCULAR: Quando mais de um órgão envia, conjuntamente o mesmo expediente para mais de um órgão Mensagem : É um instrumento de comunicação oficial entre os chefes dos poderes públicos. Correio eletrônico (email). .gov.br Pode ser considerado como documento oficial Utilizado por seu baixo custo e celeridade(velocidade). Para tem valor documental tem que ter certificação digital. image4.emf image5.emf image6.emf image1.emf image2.emf image3.emf· locução adjetiva (regido) · artigo (regido) · pronome (regido) · numeral adjetivo (regido) OBS:pronome encostou no nome vira substantivo Tabela dos verbos Verbo (regente) -advérbio (regido) locução adverbial (regido) Tabela conectivos Preposição Conectivo nominal Conjunção Conectivo nominal SUBSTANTIVO Substantivo é uma classe de palavras que nomeia seres, objetos, fenômenos, lugares, qualidades, ações, dentre outros. Eles podem ser flexionados em gênero (masculino e feminino), número (singular e plural) e grau (aumentativo e diminutivo). TIPOS DE SUBSTANTIVOS Os substantivos são classificados em nove tipos: comum, próprio, simples, composto, concreto, abstrato, primitivo, derivado e coletivo. 1. Substantivo Comum Os substantivos comuns são as palavras que designam os seres da mesma espécie de forma genérica: Exemplos: pessoa, gente, país, cachorro, homem, rio, cidade. 2. Substantivo Próprio Os substantivos próprios, grafados em letra maiúscula, são palavras que particularizam seres, entidades, países, cidades, estados da mesma espécie. Exemplos: Brasil, São Paulo, Maria, Rex, Amazonas, João. 3. Substantivo Simples Os substantivos simples são formados por apenas uma palavra. Exemplos: casa, carro, camiseta, sol. 4. Substantivo Composto Os substantivos compostos são formados por mais de uma palavra. Exemplos: guarda-chuva, guarda-roupa, beija-flor, girassol. 5. Substantivo Concreto Os substantivos concretos designam as palavras reais, concretas, sejam elas pessoas, objetos, animais ou lugares. Possuem uma existência independente. Exemplos: menina, homem, cachorro, Deus, cama, fada, duende, bruxa. 6. Substantivo Abstrato Os substantivos abstratos são aqueles relacionados aos sentimentos, estados, qualidades e ações de um ser existente. Exemplos: Grito, morte, beleza, alegria, bondade, frio, medo. 7. Substantivo Primitivo Os substantivos primitivos, como o próprio nome indica, são aqueles que não derivam de outras palavras. Exemplos: casa, folha, chuva, vento, ar. 8. Substantivo Derivado Os substantivos derivados são aquelas palavras que derivam de outras. Exemplos: casarão (derivado de casa), folhagem (derivado de folha), chuvarada (derivado de chuva). GÊNERO DOS SUBSTANTIVOS De acordo com o gênero (feminino e masculino) das palavras substantivas, elas são classificadas em: Substantivos Biformes: apresentam duas formas, ou seja, uma para o masculino e outra para o feminino, por exemplo: homem e mulher; professor e professora; amigo e amiga. Substantivos Uniformes: são os que têm uma forma para ambos os gêneros (masculino e feminino), sendo classificados em: Epicenos: palavra que apresenta somente um gênero e refere-se aos animais, por exemplo: foca, urubu, jacaré (macho ou fêmea). Sobrecomum: palavra que apresenta somente um gênero e refere-se às pessoas, por exemplo: testemunha; criança; vítima; criança (masculino e feminino). Comum de dois gêneros: termo que se refere aos dois gêneros (masculino e feminino), identificado por meio do artigo que o acompanha, por exemplo: “o estudante” e “a estudante”; "o artista" e "a artista". ARTIGO Determinante do substantivo O artigo é a palavra que antecede os substantivos a fim de determiná-los, tanto de maneira particular, por meio do uso de o, a, os, as, quanto de modo vago, ao utilizar um, uma, uns, umas. CLASSIFICAÇÕES DOS ARTIGOS Há dois tipos de artigos: Artigos definidos: o, os, a, as; Artigos indefinidos: um, uns, uma, umas. Definido: individualiza o substantivo, determina um sujeito específico. Ou seja, os artigos definidos são utilizados para especificar e particularizar algo para o leitor ou receptor da mensagem. Exemplos: - Eu conheci a professora de português ontem (o interlocutor especifica que conheceu a professora de português, alguém que numa forma de definir exatamente quem é a professora especificando e particularizando a pessoa. - Os bandidos atacaram novamente (sabe-se que são as mesmas pessoas que cometeram os crimes). - As rosas do jardim estão secas (o sujeito que fez tal afirmação fez menção a determinadas flores). Indefinido: abordam um sujeito de forma generalizada. São utilizados para apontar algo ou alguém que não é especificado no contexto de quem fala. Exemplos: - Falta um cantor para completar o espetáculo (pode ser o Pedro, o José, o Samuel, qualquer um que cante). - Gostaria de saber se há uma sorveteria na região (no caso, a pessoa não especificou qual a sorveteria, podendo ser a da esquina, a da avenida, entre outras) Em cima da mesa, estão uns brinquedos (a informação impossibilita saber o tipo dos brinquedos). Exemplos de artigos definidos e indefinidos: Eu encontrei o professor de direito no instituto - artigo definido no singular; Eu encontrei um professor de direito no instituto - artigo indefinido no singular; Conversei com a garota da minha rua - artigo definido no singular; Conversei com umas garotas da minha rua - artigo indefinido no plural; Vou chamar os garotos para jogar basquete amanhã - artigo definido no plural; Vou chamar uns garotos para jogar basquete amanhã - artigo indefinido no plural; Chamei a secretária para me ajudar - artigo definido no singular; Chamei uma secretária para me ajudar - artigo indefinido no singular; Conversei com o advogado sobre o meu caso - artigo definido no singular; Conversei com uns advogados sobre o meu caso - artigo indefinido no plural. NUMERAIS Determinante do substantivo Os numerais são as palavras que indicam quantidade, número de ordem, múltiplo ou fração. Classifica-se como: cardinal, ordinal, multiplicativo, fracionário. CLASSIFICAÇÕES DOS NUMERAIS Cardinais: indicam uma quantidade determinada de seres. Destaca-se o fato de que, mesmo que os numerais sejam considerados palavras variáveis, nesta categoria, apenas o termo um, o dois e os referentes às centenas a partir de duzentos são modificados. Exemplos: Já comprei duas pomadas e nenhuma fez efeito. Estão inscritos cem alunos na corrida. Meu irmão já vendeu quarenta rifas. Você acredita que meus avós têm dezenove netos. Leitura de numerais cardinais Regra geral, os números cardinais são invariáveis (cinco candidatos, cinco candidatas). Apesar disso, alguns sofrem flexão em gênero (um e uma, dois e duas, duzentos e duzentas) e outros sofrem flexão em número (milhão e milhões, bilhão e bilhões). Ordinais: conforme a própria palavra já anuncia, diz respeito à ordem, assim sempre se estabelecerá uma relação entre vários seres. Exemplos: · Esta é a segunda caneta que eu compro. · Será que chegarei em centésimo lugar no ranking? · Comprei a quadragésima rifa vendida pelo seu tio. · Você acredita que eu sou a décima nona filha dos meus pais? Multiplicativos: Os numerais multiplicativos exprimem aumentos proporcionais de quantidade, indicando números que são múltiplos de outros: Exemplos: - dobro - triplo - quádruplo Fracionários: Os numerais fracionários indicam a diminuição proporcional da quantidade, o seu fracionamento: Exemplos: - metade - um terço - um décimo ADJETIVOS Qualifica substantivo O adjetivo é toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade, defeito, estado, condição, dentre outras. Exemplos: Homem bom (qualidade)Menino traquina (defeito) Moça feliz (estado) Família rica (condição) Banca de jornais (locução adjetiva) Avaliação semanal (tempo) Cidade estrangeira (espaço) Vinho argentino (procedência) CLASSIFICAÇÕES DOS ADJETIVOS Primitivos: não advêm de outro termo existente na língua e possuem apenas um radical. Ressalta-se que existem poucos adjetivos primitivos. Exemplos: azul, roxo, verde, branco, grande, escuro, liso, feliz, triste. A maior parte dos adjetivos primitivos são cores. Derivados: são originados de outras palavras. Assim, são acrescentados afixos (partes das palavras que carregam um sentido complementar ao principal, por exemplo, infeliz, em que o in significa não) ao radical. Exemplos: - desfavorável - favor - esverdeado - verde - europeia - Europa Simples: tem apenas um radical. Exemplos: azul, desfavorável, escuro. Compostos: possuem mais de um radical. Exemplos: amarelo-canário, sociopolítico. FLEXÕES DOS ADJETIVOS Os adjetivos apresentam alguns tipos de flexões: gênero (masculino e feminino), número (singular e plural) grau (comparativo e superlativo). Flexão de gênero O adjetivo deve concordar em gênero com o substantivo que ele qualifica. Se o substantivo for masculino, o adjetivo deve ser masculino. Se o substantivo for feminino, o adjetivo deve ser feminino. Exemplos: O prato estava frio. A lasanha estava fria. O atleta é rápido. A atleta é ágil. Flexão de número Da mesma forma como o adjetivo se comporta em relação ao gênero, ele se comporta em relação ao número. Trata-se de uma questão de concordância. Se o substantivo estiver no plural, o adjetivo deve estar no plural. Se o substantivo estiver no singular, o adjetivo deve estar no singular. Exemplos: Esse modelo se mostrou eficaz. Esses modelos se mostraram eficazes. Aquela cadeira é desconfortável. Aquelas cadeiras são desconfortáveis. Flexão de grau Ocorre variação de grau num adjetivo quando se quer intensificar ou comparar. Assim, o adjetivo pode apresentar dois tipos de graus: O comparativo (que compara qualidades). O superlativo (que intensifica qualidades). O grau comparativo pode ser de superioridade (mais alta que), de igualdade (tão alta quanto) e inferioridade (menos alta que). O grau superlativo indica intensificação da característica atribuída ao substantivo. Essa intensificação pode se dar de forma relativa ou absoluta. No grau superlativo relativo, há a ideia de pôr o substantivo em relação com outra coisa. O grau relativo pode ser de superioridade (Essa árvore é a mais alta da praça) e de inferioridade (Essa árvore é a menos verde da praça). Já o grau superlativo absoluto manifesta ideia de excesso. Ele pode ser sintético (A árvore era altíssima) e analítico (A árvore era muito alta). LOCUÇÕES ADJETIVAS A locução adjetiva é toda expressão (duas ou mais palavras) que aparecem no lugar de um adjetivo. Ex.: amor de mãe, casa de campo, avaliação por mês. A locução adjetiva sempre começa com uma preposição. A maioria das locuções adjetivas é substituída por um adjetivo correspondente. Ex.: amor materno, casa campestre, avaliação mensal. Pronomes PRONOMES DE TRATAMENTO Os pronomes de tratamento são termos respeitosos empregados normalmente em situações formais. Mas, como toda regra tem exceção, “você” é o único pronome de tratamento utilizado em situações informais. Exemplos: Você deve seguir as regras impostas pelo Estado. A senhora deixou a carteira cair na rua. Vossa Magnificência irá assinar os diplomas dos formandos. Vossa Santidade é muito querido, disse o sacerdote ao Papa. Obs.: Quando o tópico, Redação Oficial, também é cobrado no edital, é importante que você saiba usar os Pronomes de Tratamento e Vocativos. PRONOMES RELATIVOS Pronomes relativos são aqueles que se referem a um termo mencionado anteriormente: cujo, o qual, as quais, quem.... Estabelecem uma relação entre aquilo a que se referem e a afirmação que vai ser feita a seu respeito. Exemplos: Aquela é a casa onde moro. (o pronome “onde” substitui o nome “casa). Os temas sobre os quais conversamos nos levará a aprovação. (“os quais” faz referência ao substantivo dito anteriormente “temas”) São árvores cuja raiz é muito profunda. (“cuja” aparece entre dois substantivos “árvores” e “raiz” e faz referência àquele dito anteriormente “árvores”) Daniel visitou o local onde nasceu seu avô. (“onde” faz referência ao substantivo “local”) Tive a viagem que sonhava. (“que” faz referência ao substantivo “viagem”) PRONOMES PESSOAIS Os pronomes pessoais representam as pessoas do discurso (primeira, segunda ou terceira): eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas. Os pronomes pessoais ainda são divididos em: pronomes pessoais retos (quando exercem a função de sujeito); e pronomes pessoais oblíquos (quando substituem o substantivo e complementam os verbos). Os pronomes oblíquos atuam como complemento direto ou indireto: me, te, lhe, se, mim, ti... Vamos aos exemplos: 1. Pronomes Pessoais do Caso Reto: exercem a função de sujeito. Eu gosto muito da Bárbara. (Quem gosta da Bárbara? Eu.) 2. Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo: substituem os substantivos e complementam os verbos. Está comigo seu apontador. (Com quem está o apontador? Comigo. Veja que para além de identificar quem tem o apontador, o pronome auxilia o verbo “estar”.) PRONOMES DEMONSTRATIVOS Pronomes demonstrativos indicam a posição de algo, situando no espaço e tempo: este, isso, aquilo. Estes pronomes estabelecem uma relação entre o que representa ou determina e os três âmbitos do discurso: este, essa, aquele, etc. São divididos em variáveis, invariáveis e eventuais, veja a seguir. Pronomes demonstrativos variáveis: este, esta, estes, estas, esse, essa, esses, essas, aquele, aquela, aqueles e aquelas. Exemplos: Esta carteira é minha. (Indica proximidade com relação à 1º pessoa / quem fala). Essa carteira é minha. (Indica proximidade com relação à 2º pessoa / quem ouve). Aquele animal fugiu do zoológico. (Indica distância com relação às pessoas do discurso). Pronomes demonstrativos invariáveis: isto, isso e aquilo. Exemplos: • Isto não é meu. (Indica proximidade com relação à 1º pessoa / quem fala). • Isso é meu (Indica proximidade com relação à 2º pessoa / quem ouve). Pronomes demonstrativos eventuais: semelhante, semelhantes, mesmo, mesmos, mesma, mesmas, tal e tais, próprio, próprios, própria e próprias. Atenção: os termos “o”, “a”, “os”, “as” (antes de “que”) assumem a função de pronome demonstrativo quando podem ser substituídos por “aquele” e flexões com equivalência a “isto”, “aquilo”, “aquele”, “aquela”, “aqueles” e “aquelas”. Já “mesmo” e “próprio” passam a ser demonstrativos quando reforçam pronomes pessoais ou fazem referência ao que já foi expresso, enquanto que “tal” e “semelhante” assumem essa função quando equivalem a “esse”, “essa” e “aquela”. Exemplos: Os próprios policiais reuniram-se no pátio. Eu mesmo fiz a torta. É o que precisas? PRONOMES POSSESSIVOS Os pronomes possessivos exprimem a noção de posse de algo: meu, teu, sua, vosso. Indica aquele a quem pertence aquilo que é referido no discurso. Exemplos: Essa pasta é minha? (o objeto possuído é a pasta, que pertence à 1ª pessoa do singular). O notebook que está em cima da mesa é meu. (o objeto possuído é o computador, que pertence à 1ª pessoa do singular). A sua mochila ficou na academia. (o objeto possuído é a mochila, que pertence à 3ª pessoa do singular) PRONOMES INDEFINIDOS Pronomes indefinidos indicam a quantidade do que representa de modo vago ou impreciso: ninguém, alguém, qualquer. Exemplos: Nenhum vestido serviu na Alice. (o termo “nenhum” acompanha o substantivo “vestido” de maneira vaga, pois não sabemos de que vestido se fala). Outros concursos virão. (o termo “outros” acompanha o substantivo “concursos” sem especificar quais concursos serão). Alguém deve me explicar a matéria. (o termo “alguém” significa “uma pessoa cuja identidade não é especificada ou definida” e, portanto, substitui o substantivoda frase) PRONOMES INTERROGATIVOS Pronomes interrogativos servem para formular uma interrogação. Normalmente se trata de um pronome relativo usado para interrogar: quem, que, qual. Exemplos: Quanto custa a entrada para o circo? (oração interrogativa direta) Informe quanto custa a entrada para o circo. (oração interrogativa indireta) Quem estava com Antônia na festa? (oração interrogativa direta) Ela queria saber o que teria acontecido com Maria. (oração interrogativa indireta) Verbo Verbo é a palavra variável que exprime um processo, isto é, aquilo que se passa no tempo. Ele expressa, ainda, uma ação, um estado, uma mudança de estado ou fenômeno meteorológico. Eles se flexionam de acordo com: O número (singular ou plural); A pessoa (1ª, 2ª ou 3ª pessoa); O tempo (passado, presente ou futuro); O modo (indicativo, subjuntivo ou imperativo); A voz (ativa, passiva ou reflexiva); ESTRUTURA VERBAL RADICAL O radical é o portador do “sentido” da “identidade” do verbo. Veja alguns exemplos de verbos e seus radicais: VOGAL TEMÁTICA A vogal temática, por sua vez, é o elemento que permite a ligação entre o radical e as desinências. Em português reconhecemos três vogais temáticas: -a-, que caracteriza os verbos da primeira conjugação, a exemplo de participar, determinar, ofertar; -e-, que caracteriza os verbos da segunda conjugação, a exemplo de entender, surpreender. Nesta conjugação incluem-se ainda os verbos que derivam de pôr (supor, compor), visto que sua vogal temática é -e-, cuja origem está na forma arcaica da língua portuguesa poer, do latim ponere; -i-, que caracteriza os verbos da terceira conjugação, a exemplo de reagir, partir, sorrir. Dá-se ao conjunto formado pelo radical e pela vogal temática de um verbo o nome de tema. DESINÊNCIA Por fim, a desinência (ou terminação), elemento que, acrescentado ao tema, indica as flexões do verbo, que podem ser de número, pessoa, modo e tempo. RESUMINDO: O verbo tem, em sua estrutura, três partes usuais: cantar – vender – partir O Radical é a parte que dá origem ao verbo e, por isso, costuma não se modificar durante as flexões. Vogal temática refere-se à vogal que vem logo após o radical. Os verbos podem ser de 1ª conjugação (vogal temática a, terminados em –ar), de 2ª conjugação (vogal temática e, terminados em –er) ou de 3ª conjugação (vogal temática i, terminados em –ir). Desinência é a parte final, que expressa o tempo e a pessoa do verbo. MODOS VERBAIS Os modos verbais expressam a relação da pessoa que fala em relação ao fato dado pelo verbo. Se dividem em indicativo, subjuntivo e imperativo: O modo indicativo expressa certeza em relação ao fato, que é ou será dado como real. Ex.: O planeta sofre com o aquecimento verbal. O modo subjuntivo expressa suposição, possibilidade ou dúvi-da para um fato que não é dado como real ainda ou que não pode ser dado como real. Ex.: Talvez ele esteja com febre. O modo imperativo expressa uma ordem, uma exigência ou um pedido que se espera ser realizado. Ex.: Coloque toalhas úmidas nos quartos. Resumindo: O modo se divide em: Indicativo: indica certeza e fatos concretos. Subjuntivo: indica hipóteses, dúvidas e possibilidades. Imperativo: indica ordem, sugestão e conselhos. TEMPOS VERBAIS DO MODO INDICATIVO Presente: ação ocorre no momento da fala. Pretérito perfeito: ação ocorreu em momento anterior ao da fala. Pretérito imperfeito: ação ocorria em momento anterior ao da fala, mas parou de ocorrer. Pretérito mais-que-perfeito: ação ocorrera em momento anterior ao de outra ação já ocorrida em momento anterior ao da fala. É o passado do passado. Futuro do presente: ação ocorrerá em momento posterior ao da fala. Futuro do pretérito: ação ocorreria em momento posterior ao de outra ação já TEMPOS VERBAIS DO MODO SUBJUNTIVO Indica hipóteses, dúvidas e possibilidades. Presente: suposição de que a ação ocorra. Exemplos: Verbo Cair Eu - Que eu caia Tu - Que tu caias Ele - Que ele caia Nós- Que nós caiamos Vós - Que vós caiais Eles - Que eles caiam Pretérito imperfeito: hipótese de como seria se a ação ocorresse. Verbo Beber Eu - Se eu bebesse Tu - Se tu bebesses Ele - Se ele bebesse Nós - Se nós bebêssemos Vós - Se vós bebêsseis Eles - Se eles bebessem Futuro do presente: hipótese de quando a ação ocorrer. Verbo Levantar Eu – Quando eu levantar Tu – Quando tu levantares Ele – Quando ele levantar Nós - Quando nós levantarmos Vós – Quando vós levantardes Eles - Quando eles levantarem TEMPO VERBAL DO MODO IMPERATIVO Presente: por se tratar de uma ordem, o imperativo só é conjugado no presente. Ex.: Faça algo! ADVÉRBIOS Advérbio é uma palavra invariável que acompanha o verbo, modificando seu sentido. Ele pode modificar um verbo, um adjetivo ou outro advérbio. Exemplos: Cheguei cedo (advérbio de tempo). Ele escreveu depressa (advérbio de modo). Eu estou aqui (advérbio de lugar). De Lugar O advérbio de lugar indica um espaço ou uma posição, por exemplo: Minha casa é ali. O livro está embaixo da mesa. As notas estão bem abaixo do esperado. De tempo Hoje, já, afinal, logo, agora, amanhã, amiúde, antes, ontem, tarde, breve, cedo, depois, enfim, ainda, jamais, nunca, sempre, doravante, outrora, primeiramente, imediatamente, antigamente, provisoriamente, sucessivamente, constantemente, entrementes. O advérbio de tempo indica um momento, um período, por exemplo: Ontem estivemos numa reunião de trabalho. Sempre estamos juntos. Já chegou? De negação Não, nem, tampouco, nunca, jamais. O advérbio de negação serve para negar ou dizer que algo não é verdade, por exemplo: Jamais reatarei meu namoro com ele. Não saiu de casa naquela tarde. Sequer pensou para falar. De afirmação Sim, certo, certamente, realmente, decididamente, efetivamente, deveras, indubitavelmente, decerto. O advérbio de afirmação serve para afirmar ou confirmar, por exemplo: Certamente passearemos nesse domingo. Ele gostou deveras do presente de aniversário. Sim, vou. De Modo O advérbio de modo indica a forma como algo aconteceu ou foi feito, por exemplo: Fui bem na prova. Estava andando depressa por causa da chuva. Colocou os copos cuidadosamente na pia. De intensidade Muito, demais, pouco, mais, menos, bastante, tão, quão, demasiado, imenso, quanto, quase, tanto, assaz, tudo, nada, todo. O advérbio de intensidade reforça algo, por exemplo: Comeu demasiado naquele almoço. Ela gosta bastante dele. A mãe é muito atenciosa. De lugar Aí, aqui, acolá, cá, lá, ali, adiante, abaixo, embaixo, acima, adentro, dentro, afora, fora, atrás, detrás, além, aquém, defronte, antes, aonde, longe, perto, algures, nenhures, alhures. O advérbio de lugar indica um espaço ou uma posição, por exemplo: Minha casa é ali. O livro está embaixo da mesa. As notas estão bem abaixo do esperado. De dúvida O advérbio de dúvida serve para indicar incerteza, por exemplo: Provavelmente irei a aula hoje. Talvez o cumprimente. Interrogativo O advérbio interrogativo pode indicar circunstâncias de modo, tempo, lugar e causa. É usado apenas em orações interrogativas diretas ou indiretas, por exemplo: Por que vendeu o livro? Quando posso sair? Explica como você fez isso. PREPOSIÇÕES Preposições ligam palavras e orações, isoladamente NÃO possuem função sintática, possuem na frase um valor semântico. A função da preposição é subordinar um termo a outro. Ex.: O chefe da nação sentiu-se ameaçado. As preposições podem ser classificadas como essenciais e acidentais: Preposições essenciais são palavras que funcionam puramente como preposição. Preposições acidentais são palavras de outras classes gramaticais, como conjunções, que também funcionam como preposições. Lista de preposições essenciais: a; ante; após; até; com, contra; de; desde; em; entre; para; per; por; perante; sem; sob; sobre; trás. Lista de preposições acidentais: afora; como; conforme; consoante; durante; exceto; feito; fora; mediante; menos; salvo; segundo;senão; tirante; visto. Exemplos de frases com preposições essenciais Quero uma coxinha de frango com catupiry. Eu espero por você em casa. O meu muito obrigado a todos. Exemplos de frases com preposições acidentais Durante o dia estou no escritório. Segundo as instruções, não devemos molhar este equipamento. A encomenda apenas será entregue mediante pagamento. Quando e como usar as preposições As preposições são normalmente utilizadas na introdução de complementos nominais e verbais, de locuções adjetivas, de locuções adverbiais e de orações reduzidas. São indispensáveis para a construção e compreensão dos textos, conferindo-lhes coesão e estrutura. Algumas preposições transmitem a noção de movimento, sendo dinâmicas, outras de situação, sendo estáticas. Preposições de movimento: Eu vou a Copacabana. Vou sair de sua casa. Preposições de situação: Tenho medo de aranhas. Estamos sem dinheiro. As preposições podem se referir ao espaço e ao tempo ou estabelecer relações diversas: Assunto: A conferência será sobre a importância da vacinação infantil. Autoria: Este quadro de Picasso é arrebatador. Causa: Minha barriga dói de fome. Companhia: Ontem fui passear com meu filho. Conteúdo: Tire da geladeira a panela com feijão preto. Destino: Os deputados estão indo para Brasília. Distância: A próxima cidade fica a 53 km daqui. Especialidade: Ele é perito em mecânica. Finalidade: Comprei estas decorações para enfeitar a festa. Instrumento: O jardineiro cortou a grama com uma tesoura. Lugar: Eles estiveram em Porto Seguro. Matéria: Minha cama é de ferro. Meio: Nós iremos percorrer o litoral brasileiro de bicicleta. Modo: A decisão será tomada por votação. Oposição: Os manifestantes são contra a legalização do aborto. Origem: Esta encomenda veio de Lisboa. Posse: Estes livros são do meu pai. Preço: A passagem de avião fica por R$ 400. Tempo: Meu irmão chegará em uma hora. Atenção: Do, da, no e na são formas contraídas das preposições de e em com artigos definidos: do (de + o); da (de + a); no (em + o); na (em + a). Embora as preposições sejam invariáveis, não sendo flexionadas em gênero, número e grau, podem aparecer contraídas ou combinadas com palavras variáveis, como artigos e pronomes, que estabelecem concordância de gênero e número com os termos da oração. Sou de São Paulo. Sou do Rio de Janeiro. Sou da Bahia. Estou em casa. Estou no cinema. Estou na praia. CONTRAÇÃO E COMBINAÇÃO DE PREPOSIÇÕES Preposição DE do = de + o da = de + a dum = de + um duma = de + uma dele = de + ele dela = de + ela deste = de + este dessa = de + essa daquilo = de + aquilo dali = de + ali Preposição EM no = em + o na = em + a num = em + um numa = em + uma nele = em + ele nela = em + ela neste = em + este nessa = em + essa naquilo = em + aquilo Preposição A à = a + a às = a + as ao = a + o aos = a + os àquele = a + aquele àquilo = a + aquilo Ocorre contração quando há alterações na estrutura da preposição (do, nesta, pelos). Ocorre combinação quando a preposição se mantém inalterada (ao, aos). Locuções prepositivas Locução prepositiva é um conjunto de duas ou mais palavras que atuam como uma preposição, ou seja, estabelecem conexão entre termos de uma oração. Nas locuções prepositivas, última palavra é sempre uma preposição. Exemplos: A fim de; a respeito de; abaixo de; acerca de; acima de; antes de; ao lado de; apesar de; atrás de; através de; de acordo com; de cima de; debaixo de; dentro de; diante de; em frente de; em lugar de; em vez de. Frases com locuções prepositivas Ele chegará dentro de instantes. Todos os dias, eles se reúnem atrás da escola. Ponha o livro em cima da mesa, por favor. De acordo com o relatório, a empresa está com uma enorme dívida financeira. CONJUNÇÃO Conjunção é um termo que liga duas orações ou duas palavras de mesmo valor gramatical, estabelecendo uma relação entre eles. Exemplos: Ele joga futebol e basquete. (dois termos semelhantes) Eu iria ao jogo, mas estou sem companhia. (duas orações) As conjunções são classificas em dois grupos: coordenativas e subordinativas. CONJUNÇÕES COORDENATIVAS As conjunções coordenativas são aquelas que ligam duas orações independentes. São divididas em cinco tipos: 1. Conjunções Aditivas Essas conjunções exprimem soma, adição de pensamentos: e, nem, não só...mas também, não só...como também. Exemplo: Ana não fala nem ouve. 2. Conjunções Adversativas Exprimem oposição, contraste, compensação de pensamentos: mas, porém, contudo, entretanto, no entanto, todavia. Exemplo: Não passei no concurso, todavia dei o meu melhor. 3. Conjunções Alternativas Exprimem escolha de pensamentos: ou...ou, já...já, ora...ora, quer...quer, seja...seja. Exemplo: Ou você vem conosco ou você não vai. 4. Conjunções Conclusivas Exprimem conclusão de pensamento: logo, por isso, pois (quando vem depois do verbo), portanto, por conseguinte, assim. Exemplo: Chove bastante, portanto a colheita está garantida. 5. Conjunções Explicativas Exprimem razão, motivo: que, porque, assim, pois (quando vem antes do verbo), porquanto, por conseguinte. Exemplo: Não choveu, porque nada está molhado. CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS As conjunções subordinativas servem para ligar orações dependentes uma da outra e são divididas em dez tipos: 1. Conjunções Integrantes Introduzem orações subordinadas com função substantiva: que, se. Exemplo: Quero que você volte já. Não sei se devo voltar lá. 2. Conjunções Causais Introduzem orações subordinadas que dão ideia de causa: que, porque, como, pois, visto que, já que, uma vez que. Exemplo: Não fui à aula porque o pneu furou. Como choveu não pude ir à aula. 3. Conjunções Comparativas Introduzem orações subordinadas que dão ideia de comparação: que, do que, como. Exemplo: Meu professor é mais inteligente do que o seu. 4. Conjunções Concessivas Iniciam orações subordinadas que exprimem um fato contrário ao da oração principal: embora, ainda que, mesmo que, se bem que, posto que, apesar de que, por mais que, por melhor que. Exemplo: Vou à praia, embora esteja chovendo. 5. Conjunções Condicionais Iniciam orações subordinadas que exprimem hipótese ou condição para que o fato da oração principal se realize ou não: caso, contanto que, salvo se, desde que, a não ser que. Exemplo: Se não chover, irei ao clube. 6. Conjunções Conformativas Iniciam orações subordinadas que exprimem acordo, concordância de um fato com outro: segundo, como, conforme. Exemplo: Cada um colhe conforme semeia. 7. Conjunções Consecutivas Iniciam orações subordinadas que exprimem a consequência ou o efeito do que se declara na oração principal: que, de forma que, de modo que, de maneira que. Exemplo: Ela comeu tanto que passou mal. 8. Conjunções Temporais Iniciam orações subordinadas que dão ideia de tempo: logo que, antes que, quando, assim que, sempre que. Exemplo: Quando as férias chegarem, viajaremos. 9. Conjunções Finais Iniciam orações subordinadas que exprimem uma finalidade: a fim de que, para que. Exemplo: Estudamos bastante a fim de que passássemos no vestibular. Atenção: A fim (separado) = finalidade; objetivo; proposito. Afim (junto) = afinidade; semelhança. 10. Conjunções Proporcionais Iniciam orações subordinadas que exprimem concomitância, simultaneidade: à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto mais, quanto menos, quanto menor, quanto melhor. Exemplo: Quanto mais estudava, mais sentia segurança. diferença entre preposição e conjunção preposição (grupos menores )relação entre palavras ex: quero suco DE ABACAXI, Eu gosto DE você conjunção(grupos maiores) relação entre orações ex ; joão comprou roupas novas mas ele não foi na festa joão comprou roupas novas pois ele precisava ir a festa INTERJEIÇÃO A interjeição é uma palavra invariável (não sofre variação em gênero, número e grau) que representa emoções, um recurso da linguagem afetiva. Ela expressa sentimentos, sensações, estados de espírito, sendo sempreacompanhadas de um ponto de exclamação (!). As interjeições são consideradas “palavras-frases” pois representam frases-resumidas, formadas por sons vocálicos (Ah! Oh! Ai!), por palavras (Droga! Psiu! Puxa!) ou por um grupo de palavras, nesse caso, chamadas de locuções interjetivas (Meu Deus! Ora bolas!). Tipos de Interjeições Apesar de não possuírem uma classificação rigorosa, posto que a mesma interjeição pode expressar sentimentos ou sensações distintas, as interjeições ou locuções interjetivas são classificadas em: Advertência: Cuidado!, Olhe!, Atenção!, Fogo!, Olha lá!, Alto lá!, Calma!, Devagar! Afugentamento: Fora!, Toca!, Xô!, Xô pra lá!, Passa!, Sai!, Agradecimento: Graças a Deus!, Obrigado!, Agradecido!, Muito obrigada!, Valeu!, Valeu a pena! Alegria: Ah!, Eh!, Oh!, Oba!, Eba!, Viva!, Olá!, Olé! Eta!, Eita!, Eia!, Uhu!, Que bom! Alívio: Ufa!, Uf!, Arre!, Ah!, Eh!, Puxa!, Ainda bem!, Nossa senhora! Ânimo: Coragem!, Força!, Ânimo!, Avante!, Eia!, Vamos!, Firme!, Inteirinho!, Bora! Apelo: Socorro!, Ei!, Ô!, Oh!, Alô!, Psiu!, Olá!, Eh!, Psit!, Misericórdia! Aplauso: Muito bem!, Bem!, Bravo!, Bis!, É isso aí!, Isso!, Parabéns!, Boa!, Apoiado!, Ótimo!, Viva! Chamamento: Alô!, Olá!, Hei!, Psiu!, ô!, oi!, psiu!, psit!, ó! Concordância: Claro!, Certo!, Sem dúvida!, Ótimo!, Então!, Sim!, Pois não!, Tá!, Hã-hã! Contrariedade: Droga!, Porcaria!, Credo! Desculpa: Perdão!, Opa!, Desculpa!, Desculpe!, Foi mal! Desejo: Oxalá!, Tomara!, Quisera!, Queira Deus!, Quem me dera! Despedida: Adeus!, Até logo!, Tchau!, Até amanhã! Dor: Ai!, Ui!, Ah!, Oh!, Meu Deus!, Ai de mim! Dúvida: Hum?, hem?, hã?, Ué!, Epa! Espanto: Oh!, Puxa!, Quê!, Nossa!, Nossa mãe!, Virgem!, Caramba!, Xi!, Meu Deus!, Senhor Jesus!, Ui!, Crê em Deus pai! Estímulo: Ânimo!, Coragem!, Adiante!, Avante!, Vamos!, Eia!, Firme!, Força!, Medo: Jesus!, Credo!, Cruzes!, Ui!, Ai!, Uh!, Barbaridade!, Socorro!, Francamente!,, Que medo! Satisfação: Viva!, Oba!, Boa!, Bem!, Bom!, Upa!, Ah! Saudação: Alô!, Oi!, Olá!, Adeus!, Tchau!, Salve!, Ave!, Viva! Silêncio: Psiu!, Shh!, Silêncio!, Basta!, Chega!, Calado!, Quieto!, Bico fechado! Locução Interjetiva As locuções interjetivas são compostas de uma ou mais palavras que desempenham o papel da interjeição. Se a interjeição é uma palavra que expressa uma ideia, a locução interjetiva trabalha da mesma forma, por exemplo: Ai de mim! Puxa vida! Virgem Santa! Valha-me Deus! Cruz Credo! Sintaxe Sujeito 1. Sujeito Simples: formado por um único núcleo, por exemplo: EX: Maria andava na praia. (um sujeito responsável pela ação) 2. Sujeito Composto: formado por dois ou mais núcleos, por exemplo: EX: Maria, João e Manuel foram fazer compras. (três sujeitos que compõem a ação) 3. Sujeito Oculto: também chamado de "sujeito elíptico ou desinencial", o sujeito oculto não aparece declarado na frase, porém existe uma pessoa que desenvolve a ação, por exemplo: EX: Fui comprar óleo para fritar as batatas. (Segundo a conjugação verbal, fica fácil determinar qual pessoa é responsável por aquela ação, nesse caso, “eu” fui comprar óleo para fritar as batatas.) Gosto de viajar= Quem gosta? EU Ela tinha 16 anos. = Quem tinha Maria 4. Sujeito Indeterminado: nesse caso não é possível determinar o sujeito da ação. Ocorre geralmente nas orações que apresentam verbos na 3ª pessoa do plural sem referência ao elemento anterior, por exemplo: EX: · Fizeram acusações sobre você. Quem fez? · Não se fala da morte do prefeito = 5. Sujeito Inexistente ou Orações sem sujeito : são chamadas de “orações sem sujeito”, uma vez que não há qualquer elemento ao qual o predicado se refere. Esse tipo de sujeito pode ocorrer nas frases que apresentem verbos impessoais, ou seja, o “verbo haver” com significado de existir, acontecer e indicando o tempo passado, por exemplo: EX: Houve muitos comentários. EX: Choveu muito = Ninguem chove Predicado OBS: É a noticia , todo predicado tem verbo Predicado verbal: Ação EX: · A menina adora doce · Choveu muito · João gosta de Maria · Os cães andaram pelo gramado · O professor corrigiu as provas Predicado nominal: Como ele está ou um estado EX: · O menino parecia ansiosos · Está comida está sem sabor · Os alunos continuavam desconfiados Predicado Verbo-Nominal: dois núcleos ou duas informações tem uma ação e como ele estava, Verbo e o estado EX: · A menina chegou atrasada na escola. · Maria saiu contente. · A viagem deixava todos aflitos. Complemento verbal é o termo da oração que completa ou integra o sentido de verbos transitivos. Esses termos com essa função podem ser: a) Objeto direto: É o complemento verbal que se liga a um verbo transitivo direto, ou seja, é o complemento que está ligado ao verbo sem a presença de preposição Transitividade do verbo Verbos intransitivos não exigem um complemento verbal e podem aparecer acompanhados de adjuntos adverbiais. Já os verbos transitivos necessitam de um complemento, isto é, de um objeto direto (sem preposição) ou indireto (com preposição). =VTD "O verbo transitivo direto liga-se diretamente ao seu objeto, ou seja, sem precisar de nenhuma palavra entre eles para que a ligação faça sentido" "Exemplos: "sujeito + verbo transitivo direto + objeto direto" “Ele comeu a pizza.” “Elas leram um livro interessante.” “Cecília comprou um carro novo." =VTI "O verbo transitivo indireto precisa de uma preposição para se ligar ao objeto, já que, sem ela, não é possível relacionar verbo ao objeto. " "sujeito + verbo transitivo indireto + preposição + objeto indireto Exemplos: “Eles assistiram ao filme mais popular.” “Nós gostamos de música eletrônica.” “A equipe respondeu às perguntas dos jornalistas.” “Minha família confiava em mim.” “Eu cuidei das plantas.”" VI "não levam complemento na frase, pois têm sentido completo por si só. Veja a diferença nos exemplos a seguir e note como o verbo transitivo não possui objeto. EX Verbo transitivo: “Ele viajou para a praia.” Verbo intransitivo: “Ele chegou.”" Locuções verbais são expressões constituídas por dois verbos, um auxiliar e outro principal, este último em forma nominal (infinitivo, gerúndio ou particípio). EX Seguem alguns exemplos: a) Eles devem iniciar os trabalhos a partir de amanhã. b) Os clientes estavam reclamando dos serviços prestados pela empresa contratada. c) As roupas foram pagas à vista. Adjunto adverbial é o termo que tem a função de advérbio nas orações. Ele indica circunstâncias, como tempo, modo e finalidade. Exemplos: Estudarei AMANHÃ; Estudo COM CONCENTRAÇÃO; Estudei PARA A PROVA. DIFERENÇA O adjunto adverbial é um termo acessório (não essencial para a estrutura da frase) que indica a circunstância em que ocorre o fato. O complemento verbal é um termo integrante da oração cuja finalidade é complementar o sentido de um verbo, indicando o ser ou coisa que foi alvo da ação Exemplos de orações que possuem esses dois termos: "Ela costuma falar em voz alta" => adjuntoadverbial, pois indica o modo como ela fala. "Ela costuma falar muita bobagem." => complemento verbal, pois indica a coisa que é alvo da ação de falar, a coisa que é falada por ela. É objeto direto Objeto direto e indireto A diferença entre objeto direto e indireto é que a presença da preposição é obrigatória no objeto indireto; caso contrário, ele não faz sentido. Objeto Direto Complementa sentido de um verbo EX: · Ouvimos ouvimos o que musica? · Os professores fizeram tudo para ajudar · Percebemos que tudo foi elaborado da melhor maneira Objeto indireto Complementa sentido de um verbo com uma preposição EX: Ele não confia em você Nós muito lhes agradecemos Os alunos discordaram de tudo que foi dito COMPLEMENTO NOMINAL O complemento nominal cumpre a função de completar ou alterar o sentido de um nome e é sempre introduzido por uma preposição. Vejamos este exemplo de complemento nominal: Eu tenho medo de filme de terror. Note como “filme de terror” completa o significado do substantivo “medo Adjunto adnominal é o termo acessório da oração que tem a função de caracterizar ou determinar um substantivo. Isso pode ser feito através de artigos, adjetivos e outros elementos que desempenhem a função adjetiva. Exemplo: As melhores receitas foram deixadas pelos nossos avós. Sujeito: As melhores receitas Núcleo do sujeito: receitas As (artigo), melhores (adjetivo) são os adjuntos adnominais do substantivo receita. DIFERENÇA Enquanto o complemento nominal tem a função de completar um substantivo, adjetivo ou advérbio, o adjunto adnominal caracteriza um substantivo. CN= SEMPRE PREPOSIÇÃO , SUBSTANTIVO ABSTRATO, PACIENTE , NUNCA POSSE AAD= PODE TER OU NÃO PREPOSIÇÃO, SUBSTANTIVO CONRETO, AGENTE, INDICA POSSE Agente passiva: É o termo que complementa verbo na voz passiva analítica. EX: retorno da voz agente vira sujeito · Os nadadores foram aplaudidos pelo público · O público aplaudiu os nadaroes · A cidade foi cercada de bandidos · Bandidos cercaram a cidade Aposto (Explica, especifica )É um termo de valor substantivo que especifica, ampla ou resume um termo sintático EX: · Neymar o melhor jogador do Brasil joga no PSG (Explicativo) · O escritor Machao de Assis era carioca (especificativo) · Nas férias visitei três países, Itália frança e Inglaterra. (Enumerativo) · O sorriso a voz a educação, tudo nela encantava (Resumidor) · Tenho dois investimentos: um em renda fixa, outro em renda variável (distributivo) Vocativo : Chama, evoca EX: Mãe pega a toalha pra min. Que paz você me traz o mar. Concordância Nominal Adjetivo, pronome, artigo, numeral concordam em número e gênero com substantivo ou pronome. Estas três obras maravilhosas estavam esquecidas na biblioteca. Adjetivo depois masculino prevalece Adjetivo antes o substantivo mais próximo indica se masculino ou feminino EX: Comprei livros e mochilas novos. EX: mantenha desligadas as lâmpadas e os eletrodomésticos. Caso particular possível EX: Estampas o mais possível claras ou estampas as mais claras possíveis. Seguem, leso, incluso, mesmo, obrigado, próprio EX: Seguem anexo o livro Seguem anexas as provas dos alunos Cometeu um crime de lesa-pátria Perpetuou atos de lesos-sentimentos. Bastante/Bastantes: Bastante= muito Bastantes= suficientes Suas opiniões são bastante discutíveis Falaram bastante o assunto Eles eram bastantes para terminar a empreitada OBS: Menos não tem feminino Coletivos Sujeito coletivo singular sujeito especifico pode ser singular ou plural EX: A multidão de fãs gritou A multidão de fãs gritaram Partitivos Singular ou plural EX: A maioria dos alunos foi A maioria dos alunos foram Sujeito é pronome que: EX: Fui eu quem derramei o café Fomos nós que derramamos o café Fui eu quem derramou o café Fui eu quem derramei café Se Verbo em concordância com sujeito EX: Vende-se carro Vendem-se carros Alugam-se salas comerciais Precisa-se de secretárias Confia-se em pessoas honestas Verbos impessoais: nunca terão plural Haver com sentido de existir, fazer na indicação de tempo EX: Haviam sérios problemas na cidade Fazia quinze anos que ele havia parado de estudar Crase Não se usa · Antes de plural (a jovens) · Entre palavras repetidas (Dia a dia) · Depois das preposições para, portanto com e contra · Com palavras masculinas Se usa: Diante de palavras femininas · Renata e Maria foram à festa · Renata e Maria foram ao posto · Quando indicar horas · O clássico começa às 22 horas · À meia noite Distância com valor Ela vai correr à distancia de 50 metros. Casa e terra se informar qual casa e qual terra Vou à casa de minha mãe Vou à terra indígena OBS: Apenas 2 estados brasileiros aceitam crase Bahia e Paraíba Se eu vou a e volto de sem crase Vou a amazonas volta de amazonas Se eu vou a e volto da com crase Vou a Bahia volto da Bahia Senhora, senhoria, dona e madame usa crase À senhora Qual uso masculino e viro qual usa crase A serie à qual me referi O filme ao qual me referi Nas seguintes palavras: · àquele; · àqueles; · àquela; · àquelas; · àquilo; · àqueloutro; · àqueloutros; · àqueloutra; · àqueloutras. A= A mãe foi a pé Á= usada apenas em palavras, para marcar a sua sílaba tônica. Há= Há com idéia de tempo passado ou sentido de existir · Há comida na geladeira. · Há uma festa na rua. · Há carros estacionados na calçada. · Há amizades que duram para sempre. · Há quanto tempo! · Há muitos anos que não te via. · Estou esperando há vinte minutos. · Já sou veterinária há quatro anos. O uso do porquês 1: Frases interrogativas diretas ou indiretas Inicio da pergunta: Separado Por que você fez a prova? Ele perguntou por que eu fiz a prova Final da pergunta: Separado com acento Você fez a prova por quê Você fez a prova e não disse por quê 2- Conjunção causal ou explicativa Ela está satisfeita porque fez a prova Socorro-me porque não sei estudar sozinho 3- Substantivo: Estará acompanhado de determinante pronome e será acentuado Não sei o porquê de sua preocupação 4- Preposição por + pronome relativo que: Não sei o motivo por que abandonaste a prova. Gênero textual / Tipologia textual *Gênero Textual: Relaciona ao objetivo do texto. Ex.: Qual o objetivo do gênero do anúncio? Provocar uma atitude de compra. *Tipologia Textual: Relacionado à estrutura do texto. Ex.: Um noticiário, de acordo com a estrutura, tem características de uma narrativa. 1- Narração É um retrato de um fato real ou imaginário contado por um narrador. *Elementos: Narrador, personagem, espaço, tempo e enredo. Obs.: Narrador personagem / Narrador observador *Tipos de discurso 1) Direto: Presença de sinais de pontuação: dois-pontos, travessão, aspas, mudança de linha. 2) Indireto: Sem sinal de pontuação (prosa) 3) Indireto livre: A fala da personagem é incluída no discurso do narrador. 2- Descrição Retrato de uma sequência de características, de impressões, e detalhes sobre uma pessoa um objeto – animal, um ambiente ou paisagem. *Na descrição: 1) Tempo Verbal: presente e pretérito 2) Formas Nominais *Estrutura: 1) Introdução: aspectos gerais 2) Desenvolvimento: características físicas ou psicológicas 3) Conclusão: demais aspectos como um todo 3- Dissertação Apresentação de fatos ou a emissão de uma opinião, baseada em argumentos acerca de um assunto. Existe a dissertação objetiva e a dissertação subjetiva. Na dissertação objetiva, o assunto é apresentado de modo impessoal. A linguagem denotativa vaiexercer predomínio. A razão será utilizada do início ao fim da compreensão das ideias. Na dissertação subjetiva, quando apresentamos um tema de modo mais introspectivo, quando nosso objetivo também é o de provocar emoções nos leitores. Nesse caso, também é permitida a linguagem conotativa. 4- Injunção Aquele que através da linguagem apelativa tem a função de persuadir ou induzir você a alguma coisa. EX: Receita de bolo 5- Predição: Da um conselho EX: Horóscopo 6- Dialogal : Pessoas dialogando EX: Entrevista 7- Expositivo O texto expositivo é aquele que tem o objetivo de apresentar um assunto ou acrescentar informações sobre determinado tema. Sua estrutura baseia-se na composição ou decomposição de um assunto, utilizando, para isso, explicações e dados de outras áreas, a fim de funcionar como um texto informativo. 8- Argumentativo O que é um texto argumentativo? Um texto argumentativo é aquele que apresenta uma tese, ou seja, uma opinião sobre algo, junto a um conjunto de fundamentos utilizados para embasa esse ponto de vista. 9- Reflexivo Uma texto reflexivo, também chamado de crônica reflexiva, redação subjetiva ou relato em primeira pessoa, é um estilo de escrita que recapitula e avalia uma experiência pessoal. 10- Resenha Resenha é um gênero textual que tem o objetivo de fazer levantamentos críticos ou comentários a respeito de um livro, filme, peça teatral etc. "Como se trata de um texto que aborda outro texto, são necessários alguns procedimentos a fim de que as vozes dos autores (da resenha e da obra resenhada) não se misturem." "Resenha descritiva: o autor apenas relaciona informações sobre a obra resenhada. Nessa tipologia, não há espaço para suas opiniões a respeito da obra. Resenha crítica: também faz levantamentos sobre a obra, mas com posicionamento em relação a ela. Nessa tipologia, há espaço para a construção argumentativa em relação ao tema tratado, permitindo, inclusive, que o autor estabeleça, com base nele, uma tese. " 11- Resumo O resumo é um gênero textual que consiste em extrair as ideias e pontos principais de uma obra original e reproduzi-las em um novo texto mais curto e objetivo. Não se trata, portanto, de uma cópia, mas, sim, de uma síntese. O resumo é um mecanismo bastante utilizado por estudantes, já que ajuda na compreensão e memorização de conteúdos. A sinopse é um texto essencialmente expositivo que apresenta, de forma resumida, o conteúdo de um produto cultural (livro, filme, espetáculo musical ou teatral, etc.), geralmente com a intenção de antecipar ao leitor as principais informações sobre a obra. 12- Sinopse A sinopse é um texto essencialmente expositivo que apresenta, de forma resumida, o conteúdo de um produto cultural (livro, filme, espetáculo musical ou teatral, etc.), geralmente com a intenção de antecipar ao leitor as principais informações sobre a obra. Na sinopse, o autor deve apresentar, de modo objetivo e sucinto, os elementos essenciais da obra. Portanto, não deve haver nesse texto, comentários ou avaliações pessoais. Por ser um texto objetivo, costuma ser escrito na 3a pessoa do singular. 13- Texto Carta: carta é um texto escrito em prosa, destinado a alguém (pessoa, instituição, grupo), a fim de estabelecer-se um diálogo formal ou informal sobre determinado assunto de relevância pessoal ou coletiva. Apresenta os seguintes elementos estruturais: data, vocativo, assunto e despedida 14- Texto Fichamento O fichamento é um registro feito em fichas, onde se pode simplesmente reunir citações ou incluir tópicos das ideias principais de determinado texto. No fichamento, resumimos as ideias de um conteúdo - que pode ser um livro, ou parte dele, um artigo de revista e uma reportagem jornalística, por exemplo. 15- Explicativo Exigem que leitor proceda de uma determinada forma EX: Clausulas contratuais Denotação O emprego denotativo de uma palavra é aquele em que o vocábulo é usado no seu sentido real, comum, literal. É a palavra em seu “estado de dicionário”. Exemplos: A margem esquerda do rio era bem mais povoada. Ela comprou uma joia extremamente rara. Denotação e conotação Conotação - Já o emprego conotativo de um vocábulo ocorre quando a palavra é usada fora do seu sentido normal, o dicionarizado, e assume significado figurado, expressivo. Exemplos: Elas são pessoas quase invisíveis, à margem da sociedade. Aquele jovem jogador é tido como uma joia a ser lapidada. FIGURAS DE PALAVRAS 1. Metáfora (Aproximo seres e comparo) Ocorre quando se usa palavra (ou expressão) para designar outra palavra (ou expressão) com base em uma relação de semelhança entre as duas, remetendo a um sentido diferente do que apresenta o dicionário. Exemplo: “Uma frase é um rio onde as palavras fluem”. 2. Catacrese (Pego palavra existente e uso com outro sentido) Alguns chamam de “metáfora gasta”. Trata-se de um uso figurado original de um termo que se tornou muito usual, comum, sem outro que o possa substituir com a mesma eficácia. Assim, a palavra acaba por ser incorporada ao dicionário. Exemplo: O pé da cadeira está quebrado 3. Comparação É também a semelhança que permite a construção dessa figura, que se estabelece a partir de um elemento comparativo claramente expresso. Exemplo: O mar canta como um pássaro 4. Metonímia Constrói-se quando uma palavra é usada, por meio de uma relação lógica, com sentido distinto do original. Essa relação normalmente é apresentada como “da parte pelo todo” ou “do todo pela parte”. Exemplo: Asas bélicas cruzam os céus da cidade, despejando bombas a torto e a direito. 5. Sinestesia Permite a captação da realidade por meio de uma superposição de sentidos. Ocorre uma mistura de sensações dos diferentes órgãos do sentido. Exemplo: As palavras frias do amigo ainda a atormentavam. 6. Perífrase Também chamada antonomásia, consiste em substituir um nome por uma expressão que o identifique com facilidade, vinculada a alguma de suas características ou atributos marcantes, ou a um fato que o notabilizou. Exemplo: O poeta dos escravos dignifica a presença dos baianos em nossa literatura. FIGURAS DE SINTAXE 1. Elipse Consiste na omissão de um ou mais termos subentendidos e de fácil identificação na frase Exemplo: Cada macaco no seu galho. (Cada macaco deve ficar no seu galho.) Não matarás. (Tu não matarás.) 2. Zeugma É um tipo de elipse em que é omitido um termo mencionado anteriormente. Exemplo: Ela gosta muito de cinema; ele, de teatro.(Ela gosta muito de cinema; ele gosta muito de teatro.) 3. Silepse É uma concordância de natureza ideológica, psicológica, que se faz não com um termo presente na frase, mas com uma ideia Exemplo: — Vossa Excelência está equivocado. (O adjetivo no gênero masculino justifica-se porque se trata de um homem.) 4. Polissíndeto É a repetição enfática de um conectivo (geralmente a conjunção “e”), conferindo autonomia aos elementos coordenados. Exemplo: Ela sai de casa cedo, e pega ônibus cheio, e almoça muito mal, e volta para casa estafada. Que vida! 5. Assíndeto Ao contrário do polissíndeto, ocorre a omissão do conectivo, garantindo, entre os elementos, as ideias de dinamismo e simultaneidade. Exemplo: “Vim, vi, venci.” 6. Anáfora É a repetição intencional por meio da qual se coloca em destaque uma palavra ou expressão no início de um período, frase ou verso. Exemplo: “Tudo cura o tempo, tudo gasta, tudo digere.” 7. Anacoluto Caracteriza-se pela interrupção da sequência lógica do pensamento, deixando algum termo sintaticamente desvinculado do restante dos elementos. O anacoluto, em geral, deve ser evitado. É mais empregado na oralidade do discurso. Exemplo: Esses jovens de hoje, eles estão mais participativos. 8. Inversão Também denominada hipérbato, é a inversão da estrutura frásica normal, alterando-se a ordem direta dos termos da oração. Exemplo: Dos amigos perdoava os erros. (Perdoava os erros dos amigos.) 9 .Pleonasmo É a repetição enfática de uma ideia antes expressa. Busca reforçar a mensagem, sintática ou semanticamente. Só tem razão de ser quando confere maior expressividade à frase; caso contrário,é considerado um vício de linguagem. Exemplo: Viram-me, a mim, ontem à noite?! Ele vivia uma vida de cão. FIGURAS DE PENSAMENTO 1. Antítese É o contraste entre palavras ou frases de significação oposta. Tais termos, colocados em confronto, dão mais evidência ao pensamento. Exemplo: Chova ou faça sol, eles estarão presentes no Rock in Rio. 2. Paradoxo É a reunião de ideias contraditórias em um único pensamento. O enunciado parece ser um absurdo, mas, embora com a aparência de uma mentira, pretende ser verdadeiro. A construção paradoxal acaba conferindo maior expressividade à mensagem. Exemplo: Para os românticos, viver era morrer e morrer era viver. 3. Eufemismo É a suavização de uma ideia tida como penosa ou chocante pelo uso de palavras ou expressões que abrandam o significado original. Geralmente, encontra-semem situações de tom religioso, ético ou emocional. As superstições também contribuem para o uso de eufemismos. Exemplos: Ele é uma pessoa que, sistematicamente, falta com a verdade. 4. Ironia Constrói-se quando, deliberadamente, alguém afirma o que quer negar ou nega o que quer afirmar. Para percebêla, é preciso estar atento ao contexto. Exemplo: Jogou um campeonato inteiro e só fez um gol?! Artilheiro bom é esse...texto em que é proferida 5. Hipérbole É a figura por meio da qual, com finalidades expressivas, exagera--se intencionalmente determinada ideia. Alguns consideram que a hipérbole é, na realidade, uma metáfora exagerada. Exemplo: Ela tem um milhão de coisas para resolver. A ironia - Característica - “Uma figura de pensamento que surge quando, intencionalmente, se afirma o que se quer negar ou se nega o que se pretende afirmar. Com ela, obtém-se um resultado crítico ou cômico.” Sarcasmo: “Eu acho que a televisão é muito educativa. Sempre que alguém liga o aparelho, eu vou para outra sala e leio um livro.” (Groucho Marx) Ironia: “Ele estudou tanto que tirou zero na prova.” Não cai Funções da linguagem: 1) Função referencial: Escrita em 3 pessoa Ponto central é o assunto Ex: Notícia, reportagem 2) Função Emotiva: Em 1 pessoa Linguagem subjetiva Dialogar com leitor Ponto central é o autor Ex: Texto literaririo, charge, tirinha 3) Função Conativa: Faiz um apelo Persuadir o leitor Linguagem imperativa Linguagem não verbal Ex: Propagando anúncios. 4) Função Fática: Iniciar ou manter comunicação Canal aberto de comunicação Ex: Telefone, interfone, elevador 5) Função Metalingüística Texto que fala do próprio texto Ex: Dicionário, livro didático 6) Função poética: Não é so para poesia Combinação estética Rimas Efeitos figurativos Ex: Poema, conto Não cai Redação oficial Quem comunica: Serviço público Quem receba essa comunicação: Instituição privada ou entidade publica. Algo a ser comunicado Qual razão: Caráter público com finalidade O que é redação oficial? É a maneira pela qual o poder público redige comunicações oficiais e atos normativos Tipos de correspondências: Particular: Se da entre indivíduos, amigos familiares e pessoas do convívio social Empresarial:É trocada entre empresas ou entre pessoas físicas Oficial: Acontece entre órgãos do serviço público ou entre os mesmo e a sociedade A empresarial e a oficial devem seguir padrões de redação e formatação. A redação oficial deve se caracterizar-se por: · Clareza e precisão Clareza : Utilizar palavras e expressões simples, usar frases curtas e bem estruturadas, pontuar adequadamente o texto, usar palavras em outros idiomas apenas quando for indispensável. Precisão: Linguagem comum ou técnica, manifestação do pensamento ou da idéia com as mesmas palavras, evitando o emprego de sinônima È necessário revisão de expediente. · Objetividade Ser objetivo é ir diretamente ao assunto que deseja abordar, sem voltas sem redundâncias. Saiba qual é a idéia principal e as secundarias. A objetividade suprime a delicadeza de expressão · Concisão Uma qualidade. Conciso é o texto que consegue transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras. · Coesão e coerência Referencia, substituição, elipse, conjunção · Impessoalidade A redação oficial é elaborada sempre em nome do serviço público e sempre em atendimento ao interesse geral dos cidadãos. · Formalidade e padronização O email, o documento gerado em HTML devem ser sempre formais isto é obedecer a certas regras de forma. Uso do padrão culto do idioma: a língua culta se escreve de modo simples e não de modo pobre · Uso da norma padrão 1- Presidente da República · Endereçamento: A sua excelência Senhor · Vocativo: Excelentíssimo Senhor Presidente da República · Tratamento no texto: Vossa excelência · Não tem abreviação 1- Presidente do Congresso Nacional Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional Tratamento no texto: Vossa excelência · Não tem abreviação 1-Presidente do Supremo Tribunal Federal Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Excelentíssimo do Supremo Tribunal Federal Tratamento no texto: Vossa excelência · Não tem abreviação 2-Vice-Presidente da República Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor Vice-Presidente da República Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 2- Ministro do Estado Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor Ministro Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 2- Presidente Secretario Executivo de Ministério e Demais ocupantes de cargos de natureza especial. Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor Secretario-Executivo Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 3-Embaixador Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor Embaixador Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 3- Oficial-General das forças armadas Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor + Posto Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 3- Senador República. Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor Senador Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 4-Deputado Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor Deputado Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 4- Ministro Tribunal de contas da União Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor Ministro do Tribunal de Contas da União Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 4- Ministro dos tribunais superiores. Endereçamento: A sua excelência Senhor Vocativo: Senhor ministro Tratamento no texto: Vossa excelência Abreviação: V.Exa 5-Outros postos militares: Endereçamento: Ao Senhor Vocativo: Senhor + posto Tratamento no texto: Vossa Senhoria Abreviação: V.Sa Concordância com os pronomes de tratamento Vossa excelência: Acima de vereador Vossa Senhoria: Vereador Masculino: Vossa excelência esta cansado. Feminino: Vossa excelência esta cansada. Vossa excelência: quando eu falo diretamente com ele Sua excelência: quando eu falo dele para outra pessoa Feminino: · Ministra do estado · Secretaria do estado · Técnica Administrativa · Coordenador Administrativo Hífen em: · Cargos formados pelo adjetivo: diretor-Geral · Posto e gradações da diplomacia: Primeiro-secretário · Posto da hierarquia militar: Tenente-coronel, Capitão-tenente · Hierarquia dentro da empresa: Diretor-presidente, Editor-chefe · Cargos formados com os prefixos ex ou vice: Ex-diretor, vice-coordenador · Cargos formados por numerais( Já caiu): Primeiro-ministro, primeira-dama Vocativo é sempre seguido de virgula Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Excelentíssimo Senhor Presidente Do Congresso Nacional, Está abolido o uso de Digníssimo ou ilustríssimo Doutro apenas para quem tem doutorado Os documento devem ser identificados da seguinte maneira: OFÍCIO N 652/2018/SAA/SE MT · Nome documento de letra maiúscula · Indicação de numeração com N · Informações do documento: Número, ano( 4 dígitos) e siglas usuais do setor que expede o documento separados por barra Data: Brasília, 2 de fevereiro de 2018. Nome da cidade depois vírgula Dia do mês em numeração Nome do mês