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ÉRICA LUANA – MEDICINA UNIRV – MED 2025 – CIRURGIA 
 
ANATOMIA DO ESÔFAGO 
CA MA DA S 
 Mucosa 
 Submucosa 
 Muscular circular interna 
 Muscular longitudinal externa 
o 1/3 proximal: músculo estriado voluntário 
o 2/3 distal: músculo liso 
 Adventícia 
Não tem serosa no esôfago! 
ESFÍNCTERES 
 Esfíncter superior t músculo 
CRICOFARÍNGEO (fibras transversas) 
o Triangulo de Killian: TIREOFARINGEO + 
CRICOFARÍNGEO 
 Por ser uma região mais frágil pode 
ocorrer a herniação da mucosa 
causando o DIVERCITULO DE ZENKER! 
 É um divertículo falso, pois não tem todas 
as camadas, apenas mucosa e 
submucosa. 
 Esfíncter inferior t cárdia 
CONSTRIÇÕES 
1. M. cricofaríngeo 
2. Aorta + brônquio fonte esquerdo 
3. Hiato diafragmático 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A RTÉRIA S 
Cervical: artéria tireóidea inferior 
Torácico: aorta (6) + artérias 
brônquicas 
Abdominal: artéria gástrica 
esquerda + frênicas 
ÉRICA LUANA – MEDICINA UNIRV – MED 2025 – CIRURGIA 
 
VEIA S 
Cervical: veia tireóidea inferior 
Torácico: veia hemiázigos + hemiázigos 
acessória t ázigos t veia cava superior 
 Macete: hemiázigos começa com E, então 
fica do lado esquerda, e ázigos na direita 
Abdominal: veia gástrica esquerda 
(coronária) + frênicas t veia porta 
OBS.: na esofagectomia começa pelo lado 
direito, pois o esôfago na cervical começa 
pela esquerda e vai curvando para a direita; 
não é indicado fazer do lado esquerdo pois 
é onde fica a aorta. Veia ázigos está a 
direita, é a mais calibrosa e fica na frente 
quando abre o tórax 
PROVA! Durante a dissecção do esôfago 
torácico por via toracoscópica direita, faz-se 
a ligadura de uma veia que cruza o esôfago 
(marcado de verde na imagem), no sentido posterior 
para anterior no mediastino, é a veia 
ÁZIGOS! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LINFÁ TICOS 
Ducto linfático direito: tórax direito + MSD + 
hemiface direita t subclávia direita 
Ducto torácico: cisterna do quilo + corpo t 
subclávia esquerda 
OBS.: cisterna do quilo – onde todos os 
ductos linfáticos desembocam 
 
NERVOS 
Simpática: gânglios simpáticos + nervos 
esplâncnicos 
Parassimpática: nervo vago (direito – 
posterior; esquerdo – anterior) 
 Nervo vago desce lateralmente 
acompanhando o esôfago até 
chegar no estômago, onde um vai 
para anterior e outro para posterior. 
 MACETE: vogal com vogal, consoante 
com consoante 
 N. vago DIREITO se desloca para posterior 
 N. vago ESQUERDO se desloca para anterior 
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ÉRICA LUANA – MEDICINA UNIRV – MED 2025 – CIRURGIA 
 
ANATOMIA DO ESTÔMAGO 
DIVISÕES 
 cárdia, fundo e corpo antro e piloro 
Pequena e grande curvatura: por onde é feito a drenagem e a irrigação 
 
 
 
 
PROVA! 
CÂNCER GÁSTRICO – Tratamento padrão quando for ressecável: gastrectomia associada a 
linfadenectomia a D2 
 Tumor DISTAL (antro e piloro): gastrectomia PARCIAL; garantindo margem de segurança 
satisfatória 
 Tumor PROXIMAL (cárdia, fundo, corpo): gastrectomia TOTAL 
RELAÇÕES 
LIMITES: 6° ao 10° arco costal 
 Superior: 6ª costela 
 Inferior: 10ª costela 
 lobo esquerdo do fígado + parede abdominal / os demais 
 diafragma / cólon transverso 
 hepatogástrico, gastrofrênico, gastroesplênico e gastrocólico 
OBS.: 
Omento menor: ligamentos hepatoduodenal + hepatogástrico 
Omento maior: gastrofrênico, gastroesplênico + gastrocólico 
 
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IRRIGAÇÃO 
TRONCO CELÍACO Tronco do “E” 
Artéria Gástrica Esquerda 
Artéria Esplênica 
 
Irrigam o lado esquerdo do paciente; 
Artéria Hepática Comum 
 
Irriga o lado direito do paciente 
 
 
Artéria Gástrica 
Esquerda 
Vem direto 
 
 
Irrigam 
curvatura 
menor 
 
 
 
Artéria Gástrica 
Direita 
Vem da 
hepática 
própria ou 
hepática 
comum 
(variação 
anatômica) 
 
Artéria gastro-
omental Esquerda 
 
Vem da 
esplênica 
 
 
Irrigam 
curvatura 
maior 
Artéria gastro-
omental Direita 
 
Vem da 
gastroduodenal 
que vem da 
hepática 
comum 
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DRENAGEM 
VENOSA: 
Curvatura menor: veia gástrica esquerda e direita 
Curvatura maior: veia gastromental esquerda e direita 
A função da drenagem venosa de todo TGI é cair na veia porta: 
 Na curvatura menor a anastomose das veias gástricas esquerda e direita caem diretamente 
na veia porta. 
Já a curvatura MAIOR é diferente, não cai direto: 
 A veia porta é formada pela veia esplênica + veia mesentérica superior. Na curvatura maior 
tem a anastomose das veias gastromental (gastroepiploica) esquerda e direita; 
 A gastromental ESQUERDA drena para a veia ESPLÊNICA e depois cai na veia porta 
 A gastromental DIREITA drena para veia MESENTÉRICA SUPERIOR e depois veia porta 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LINFÁTICA: 
Linfonodos gástricos, gastromentais e 
pilóricos 
D1: até a cadeia 7 
D2: até a cadeira 12a 
 
 
 
INERVAÇÃO 
SIMPÁTICA (contrai): inibe as contrações da musculatura gástrica, a secreção na mucosa 
gástrica e contrair o esfíncter pilórico 
 Formada pelo tronco simpático que vem das vertebras de T5 a T12 formando uma fibra 
simpática e com isso o nervo esplâncnicos menor e maior. Esse nervo entra no plexo 
celíaco e inerva o estômago. 
PARASSIMPÁTICO: relaxa todas as funções acima 
 Vem do NERVO VAGO ANTERIOR e POSTERIOR 
 Anterior: ramos gástricos anteriores; ramos pilóricos e ramos hepáticos 
 Posterior: nervos posterior e celíacos 
 
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SIMPÁTICA PLECO CELÍACO (T5 A T12) 
PARASSIMPÁTICA NERVO VAGO (NC X) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ÉRICA LUANA – MEDICINA UNIRV – MED 2025 – CIRURGIA 
 
ANATOMIA DO DELGADO E APÊNDICE 
DUODENO 
 Predominante retroperitoneal 
 Trajeto em “C” de 25 cm 
 1ª porção (5 cm) / 2ª porção (7-10 cm) / 3ª porção (6 – 8 cm) / 4ª porção (5 cm) 
 
 
 
 
 
 
OBS.: Na 2ª porção é onde tem a papila menor e a maior, 
onde desemboca a arvore biliar pancreática. 
 Papila maior: ducto colédoco e do ducto pancreático 
principal 
 Papila menor: ducto pancreático acessório 
parte superior -> intraperitoneal (flexura duodenal superior) 
parte descendente -> retroperitoneal (flexura duodenal inferior) 
parte horizontal -> retroperitoneal 
parte ascendente ->retroperitoneal (flexura duodenojejunal) 
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IRRIGA ÇÃ O 
Artérias pancreaticoduodenais superior e inferior (Tronco celíaco e artéria mesentérica superior) 
 Artéria mesentérica superior t artéria pancreaticaduodenal inferior t se divide em dois ramos: 
anterior e posterior 
 Ramos da a. pancreaticaduodenal inferior se anastomosam com o ramo pancreaticoduodenal 
superior que se divide em anterior e posterior 
 Tronco celíaco t a. hepática comum t a. pancreaticaduodenal inferior t a. pancreaticoduodenal 
superior t ramos anteriores e posteriores 
DRENA GEM VENOSA 
 Veias pancreacitocudodenais superior e inferior (Veia porta e veia mesentérica superior) 
 Veias duodenais: acompanham as artérias e drenam para a veia porta do fígado 
 Algumas veias drenam diretamente e outras indiretamente por meio das veias mesentéricas 
superior e esplênica 
 
DRENA GEM LINFÁ TICA 
 Vasos linfáticos anteriores t linfonodos pancreaticoduodenais 
 Vasos linfáticos posteriores t linfonodos mesentéricos superiores 
INERVA ÇÃ O 
 Simpática: plexo celíaco 
 Parassimpática: nervo vago ( NC X ) 
 
 
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ÉRICA LUANA – MEDICINA UNIRV – MED 2025 – CIRURGIA 
 
J EJ UNO / ÍLEO 
 Totalmente intraperitoneal 
 Jejuno (2/5) e íleo (3/5) – 6 a 7 metros 
 Características diferenciaismais importantes (vascularização, espessura e pregas circulares) 
 Espessura da alça: jejuno mais espessa e íleo mais fina 
 Vascularização: jejuno os vasos 
retos são mais longos e as 
arcadas são maiores; íleo vasos 
retos mais curtos e arcadas 
menores 
 Pregas circulares: jejuno são 
maiores, mais próximas e mais 
quantidades; no íleo é o 
contrário e no distal é ausente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
´ 
 
 
 
 
 
 
 
 
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I RRI GAÇÃO 
Artérias jejunais e i leais (todas direto da artéria mesentérica superior) 
DRENAGEM VENOSA 
Veias jejunais e i leas (veia mesentérica superior) 
DRENAGEM LI NFÁTI CA 
Linfonodos justaintestinais – l infonodos mesentéricos – l infonodos mesentéricos superiores 
po´po´po

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