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Profa. Andréa Bruno
UNIDADE I
Direito Internacional
 A Paz de Vestfália (1648) foi um marco importante para o Direito Internacional, pois colocou 
fim à Guerra dos Trinta Anos e reconheceu a soberania dos Estados, a obrigação de não 
intervenção nos assuntos internos e a igualdade jurídica dos Estados. 
 A soberania dos Estados é a premissa básica do Direito Internacional, mas não é absoluta. O 
poder é limitado pela necessidade de respeitar os direitos das pessoas e os direitos dos 
demais Estados.
 Direito Internacional Público é o conjunto de regras e princípios que regula as relações 
internacionais entre os Estados soberanos, organismos internacionais e indivíduos, 
abrangendo, assim, os sujeitos do Direito Internacional.
 Direito Internacional privado é a disciplina que regula a 
escolha da norma a ser aplicada a uma relação jurídica com 
conflitos de leis estrangeiras. Isso porque apenas um 
ordenamento jurídico não consegue regulamentar as relações 
que ultrapassam as fronteiras de um ou mais Estados.
Fundamentos e fontes do Direito Internacional público e privado
 São os instrumentos aptos a produzir normas que integrarão o Direito Internacional.
 As fontes se subdividem em materiais e formais. 
 As chamadas fontes formais são tidas como modos de manifestação da regra jurídica, por 
exemplo, os tratados.
 São fontes formais: Convenções Internacionais, Costumes Internacionais, Princípios Gerais 
de Direito, jurisprudência, atos unilaterais do Estado, dentre outras.
Fontes do Direito Internacional público e privado
 As fontes formais são os atos estatais que regulamentam os fatos sociais, ou seja, são os 
direitos e os deveres aceitos por vontade expressa ou tácita pelo poder público. Por exemplo, 
os tratados.
Algumas fontes do Direito Internacional público:
 Tratados internacionais: principais fontes do Direito Internacional por trazerem maior 
segurança jurídica às relações internacionais. A doutrina conceitua o tratado como um 
acordo escrito, celebrado entre sujeitos de Direito Internacional e regido por esse Direito para 
tutelar temas de interesse comum.
Fontes do Direito Internacional público e privado
 Costumes internacionais: são atos praticados de forma geral, uniforme e reiterada pelos 
sujeitos do Direito Internacional, com a convicção de serem juridicamente, ou seja, a prática 
geral que decorre de um processo histórico. 
 Os princípios gerais do Direito são normas gerais e abstratas que representam a base de 
valores que formam as normas secundárias e, ainda, auxiliam na interpretação das normas, 
dos tratados e dos costumes.
 Princípio do uso ou ameaça de força.
 Princípio da solução pacífica dos litígios entre Estados.
 Princípio da não intervenção nos assuntos internos
dos Estados.
 Princípio do dever de cooperação internacional.
 Princípio da boa-fé no cumprimento das
obrigações internacionais.
Fontes do Direito Internacional público e privado
 Decisões judiciais e doutrina – são meios auxiliares de solução de conflitos.
 Atos unilaterais dos Estados – são aqueles praticados, de maneira unilateral, pelos Estados.
 Decisões das Organizações Internacionais (OI).
 Tratados – um acordo de vontades, que estipula direitos e obrigações, celebrado entre dois 
ou mais sujeitos do Direito Internacional. 
Modo geral: tratados possuem a seguinte estrutura:
Preâmbulo:
Dispositivo:
Anexos:
Fontes do Direito Internacional público e privado
Condições de validade: 
a) Capacidade das partes;
b) Habilitação dos agentes;
c) Consentimento mútuo;
d) Objeto lícito;
e) Interpretação;
f) Vigência;
g) Efeitos, suspensão, denúncia e extinção.
Fontes do Direito Internacional público e privado
Considerando que as fontes do Direito Internacional público são os instrumentos aptos a 
produzir normas que integrarão o Direito Internacional que admitem diversas fontes, analise os 
itens abaixo e assinale a alternativa que não é admitida como fonte formal primária.
a) Princípios gerais de Direito.
b) Costumes.
c) Tratados.
d) Convenções.
e) Decisões de Tribunais Constitucionais dos Estados.
Interatividade
Considerando que as fontes do Direito Internacional público são os instrumentos aptos a 
produzir normas que integrarão o Direito Internacional que admitem diversas fontes, analise os 
itens abaixo e assinale a alternativa que não é admitida como fonte formal primária.
a) Princípios gerais de Direito.
b) Costumes.
c) Tratados.
d) Convenções.
e) Decisões de Tribunais Constitucionais dos Estados.
Resposta
Sujeitos do Direito Internacional: 
 Pessoas naturais ou jurídicas e as entidades que possuem personalidade jurídica e podem 
praticar atos permitidos pelas normas de Direito Internacional. 
 Ex.: Estados, Organizações Internacionais, Organizações Não Governamentais, indivíduos, 
blocos regionais, Santa Sé, Ordem de Malta e Comitê Internacional da Cruz Vermelha.
Sujeitos do Direito Internacional
 Estados: elementos constitutivos de um Estado: 
a) População permanente: sob o prisma demográfico, a população engloba os indivíduos, 
nacionais ou estrangeiros, que habitam o território de um Estado. População não deve ser 
confundida com nação ou povo. 
b) Território determinado: é o espaço no qual o Estado exerce sua soberania. Embora o 
território tenha que ser determinado, a sua demarcação não precisa ser exata. 
c) Governo: o governo deve ser soberano, ou seja, deve estabelecer a ordem interna, 
capacidade de autorregulação e se fazer representar no cenário exterior, não admitindo 
ingerência de outros Estados. 
d) Capacidade de entrar em relações com os demais Estados: 
caracteriza-se pelo reconhecimento de um Estado pelos 
demais Estados.
Sujeitos do Direito Internacional
 Organizações internacionais: são pessoas jurídicas de Direito Público, formadas pela reunião 
de Estados ou de outras organizações internacionais possuindo personalidade jurídica 
própria e autonomia. 
 Objetivo: cooperação para interesses comuns.
Elementos constitutivos: 
a) Mínimo de três Estados com direito de voto;
b) Mínimo de três Estados com contribuição para o orçamento;
c) Estrutura formal (assembleia geral, secretaria e conselhos);
d) Funcionários com diferentes nacionalidades;
e) Independência na escolha dos funcionários;
f) Objetivo internacional.
Sujeitos do Direito Internacional
 O mar territorial compreende uma faixa, a partir da linha de base, até um limite que não 
ultrapasse doze milhas marítimas da costa. A soberania sobre o mar territorial se estende ao 
espaço aéreo acima do mar territorial, ao leito e ao subsolo desse mar.
 Zona exclusiva: a extensão de duzentas milhas marítimas, contadas a partir das linhas
de base. A Convenção sobre o Direito do Mar de 1982 reconheceu a soberania
do Estado costeiro.
 Zona contígua: é a área que se estende até vinte e quatro 
milhas marítimas, contadas a partir das linhas de base que 
servem para medir a largura do mar territorial.
Domínio marítimo
Espaços internacionais são aqueles que não estão sob o domínio de um Estado, podendo ser 
elencados em:
a) Alto-mar: está aberto a todos os Estados e sua utilização deverá ser para fins pacíficos, de 
modo que a Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar de 1982 (artigo 87) 
garante as liberdades de: navegação, sobrevoo, colocar cabos e dutos submarinos, 
construir ilhas artificiais e outras instalações permitidas no Direito Internacional; pesca e de 
investigação científica.
 Corresponde às partes do mar não incluídas na zona 
econômica exclusiva, no mar territorial ou nas águas
interiores de um Estado, nem nas águas arquipelágicas
de um Estado arquipélago.
Domínio marítimo
b) Fundos oceânicos: trata da exploração dos recursos nos fundos oceânicos. Por recursos 
entendem-se: recursos minerais sólidos, líquidos, gasosos, bem como os nódulos 
polimetálicos. Consta na Convenção de 1982 que os recursos dos fundos oceânicos 
pertencem à humanidade.c) Antártida: o Tratado da Antártida que reconhece o interesse 
de toda a humanidade na Antártida e tem como objetivo o 
seu uso pacífico e a colaboração internacional na pesquisa 
científica. Nenhum ato realizado ali poderá ser utilizado como 
base para apoiar ou contestar reivindicação sobre soberania 
territorial na Antártida ou para criar direitos de soberania na 
Antártida. Há proibição de explosões nucleares e lançamento 
de lixo ou resíduos radioativos na Antártida.
Espaços internacionais
d) Espaço sideral: em 1967, foi assinado o “Tratado sobre Princípios Reguladores das 
Atividades dos Estados na Exploração e Uso do Espaço Cósmico, inclusive a Lua e demais 
Corpos Celestes”. 
 Com a chegada do homem à Lua, coube ao Direito Internacional regulamentar as atividades 
no espaço ultraterrestre para evitar que os Estados que primeiro chegassem naquela área 
pudessem reivindicar a sua propriedade. 
 O espaço sideral não poderá ser objeto de apropriação 
nacional por proclamação de soberania, por uso ou ocupação, 
nem por qualquer outro meio. A exploração e o uso da área 
será livre e deverá ter como objetos o bem e o interesse de 
todos os países.
Espaços internacionais
Sobre o Direito do Mar, é possível afirmar que os países costeiros podem declarar uma Zona 
Econômica Exclusiva, no entanto, essa delimitação deverá conter: 
a) 250 milhas marítimas.
b) 500 milhas marítimas.
c) 3.000 milhas marítimas.
d) 200 milhas marítimas.
e) 300 milhas marítimas.
Interatividade
Sobre o Direito do Mar, é possível afirmar que os países costeiros podem declarar uma Zona 
Econômica Exclusiva, no entanto, essa delimitação deverá conter: 
a) 250 milhas marítimas.
b) 500 milhas marítimas.
c) 3.000 milhas marítimas.
d) 200 milhas marítimas.
e) 300 milhas marítimas.
Resposta
 Nacionalidade: é vínculo jurídico-positivo, de Direito Público interno, que liga um indivíduo ao 
Estado. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade, constituindo, assim, um direito 
fundamental. A nacionalidade é o exercício da soberania que constitui uma ligação entre o 
indivíduo e o Estado, gerando direitos e deveres ao nacional.
A nacionalidade pode ser:
a) Originária ou primária: adquirida no nascimento, pode ser atribuída pelo local do 
nascimento (ius soli) ou pelo critério dos laços sanguíneos (ius sanguinis), não importando 
o local de nascimento (art. 12, da Constituição Federal de 1988).
b) Derivada, adquirida ou secundária: ocorre quando o 
indivíduo, por vontade própria, opta por alterar a 
nacionalidade anterior. Desde que preencha os requisitos 
legais, por meio de um processo de naturalização,
é concedida a nacionalidade derivada.
Nacionalidade
Quatro hipóteses de aquisição de nacionalidade originária:
a) se nascido no Brasil, filho de pais brasileiros ou estrangeiros, desde que estes não estejam 
a serviço de seu país (ius soli);
b) se nascido em país estrangeiro, deverá ser filho de pai ou mãe brasileira a serviço do Brasil 
(ius sanguinis + exercício de função). Nesse caso, basta que a mãe ou o pai seja brasileiro 
e esteja a serviço do Brasil no exterior;
c) se nascido em país estrangeiro, filho de pai ou mãe brasileira, registrado em repartição 
brasileira (Consulado) no exterior (ius sanguinis + registro);
d) se nascido em país estrangeiro, filho de pai ou mãe 
brasileira, embora não tenha sido registrado em repartição 
brasileira, venha a residir no Brasil e opte, após atingir a 
maioridade, pela nacionalidade brasileira (ius sanguinis + 
residência + opção). Essa hipótese também está prevista na 
Lei de Migração (Lei n. 13.445/2017).
Nacionalidade
 Brasileiro naturalizado – a naturalização depende da manifestação de vontade do 
estrangeiro, contudo, a sua concessão é um ato discricionário do Estado.
A aquisição derivada da nacionalidade brasileira pode ser:
a) ordinária: estrangeiro originário de países de língua portuguesa, residente no Brasil por um 
ano ininterrupto e idoneidade moral. Os procedimentos dessa hipótese estão previstos na 
Lei de Migração;
b) extraordinária: estrangeiro de qualquer nacionalidade, residente no Brasil por mais de 
quinze anos e sem condenação penal.
 A naturalização produz efeitos após a publicação do ato de 
naturalização no Diário Oficial.
Nacionalidade
Embora a lei não possa fazer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, a Constituição 
(artigo 12, § 3º) define certos cargos que poderão ser ocupados somente por brasileiro nato, 
sendo eles:
a) Presidente e Vice-Presidente da República;
b) Presidente da Câmara dos Deputados;
c) Presidente do Senado Federal;
d) Ministro do Supremo Tribunal Federal;
e) Carreira diplomática;
f) Oficial das Forças Armadas;
g) Ministro de Estado da Defesa. 
 Podemos notar que os cargos acima citados são cargos da 
linha de sucessão e, por uma questão de segurança nacional, 
são privativos de brasileiros natos.
Nacionalidade
De acordo com o artigo 12, § 4º, da Constituição Federal, ocorrerá a perda da nacionalidade
em duas hipóteses:
a) Por decisão judicial que cancelar a naturalização em decorrência de atividade nociva ao 
interesse nacional. Essa hipótese se refere apenas ao brasileiro naturalizado que terá o 
cancelamento de sua naturalização por sentença judicial em virtude da prática de atividade 
nociva ao interesse nacional. 
b) No caso de aquisição de outra nacionalidade. Contudo, essa hipótese traz duas exceções:
I. caso ocorra o reconhecimento de nacionalidade originária 
pela lei estrangeira; 
II. caso seja imposta a naturalização ao brasileiro residente em 
outro país como condição para permanência ou exercício 
dos direitos civis no território estrangeiro.
Nacionalidade
É correto afirmar que é privativo de brasileiro nato o cargo de:
a) Senador.
b) Ministro da Justiça.
c) Delegado da Polícia Federal.
d) Presidente da Câmara Federal.
e) Juiz Federal.
Interatividade
É correto afirmar que é privativo de brasileiro nato o cargo de:
a) Senador.
b) Ministro da Justiça.
c) Delegado da Polícia Federal.
d) Presidente da Câmara Federal.
e) Juiz Federal.
Resposta
 Condição jurídica do estrangeiro:
 A Lei n. 6.815/1980 (Estatuto do Estrangeiro) foi revogada pela Lei n. 13.445, de 24 de maio 
de 2017, que instituiu a Lei de Migração.
 A nova Lei de Migração trouxe vários avanços ao conferir maior proteção aos direitos 
humanos no Brasil e prever certos direitos aos imigrantes que não eram garantidos pelo 
Estatuto do Estrangeiro.
 O imigrante é “pessoa nacional de outro país ou apátrida que trabalha ou reside e se 
estabelece temporária ou definitivamente no Brasil” (artigo 1º, da Lei de Migração).
 A Constituição Federal estabelece que todos são iguais 
perante a lei, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros 
residentes no Brasil o direito à vida, à liberdade, à igualdade,
à segurança e à propriedade.
Condição jurídica de estrangeiro
 O estrangeiro necessita de permissão do Estado para entrar e permanecer no território 
daquele país. A entrada do estrangeiro é um ato discricionário do Estado, de modo que a 
concessão do visto representa mera expectativa de direito. O visto é o documento que dá a 
seu titular expectativa de ingresso em território nacional.
O Brasil possui cinco tipos de vistos:
 Visita: para estada de curta duração, sem intenção de estabelecer residência (turismo, 
negócios, trânsito, atividades artísticas ou desportivas).
 Temporário: quando houver intuito de estabelecer residência por tempo determinado 
(trabalho, estudo, tratamento de saúde, acolhida humanitária, atividade religiosa, dentre 
outros).
 Diplomático e oficial: concedidos a autoridades e funcionários 
estrangeiros que viajem ao Brasil em missão oficial.
 Cortesia: concedido a personalidades e autoridades 
estrangeiras em viagem não oficial ao Brasil.
Condição jurídica de estrangeiro
 A Constituição prevê a concessão de asilo político ao estrangeiro (artigo 5º, inciso X),que 
poderá ser diplomático ou territorial. No asilo diplomático, o indivíduo fica protegido dentro do 
próprio Estado em que é perseguido e, no territorial, o indivíduo é recebido no território 
nacional.
O refúgio tem como objetivo a proteção do indivíduo que está fora de seu país de origem em 
decorrência de fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, 
grupo social ou opiniões políticas. A Lei n. 9.474/1997 (Estatuto dos Refugiados) disciplina a 
proteção aos refugiados:
 O estrangeiro poderá ser obrigado a deixar o país por meio de 
três institutos: expulsão, extradição e deportação.
 Expulsão: medida administrativa de retirada compulsória de 
migrante ou visitante do território nacional, conjugada com o 
impedimento de reingresso por prazo determinado.
Condição jurídica de estrangeiro
Poderá ser expulso estrangeiro condenado, com sentença transitada em julgado, 
que tenha praticado:
a) crime de genocídio, crime contra a humanidade, crime de guerra ou crime de agressão (TPI) ou 
b) crime comum doloso passível de pena privativa de liberdade, consideradas a gravidade e as 
possibilidades de ressocialização.
 NÃO poderá ser expulso: tiver filho/cônjuge sob sua guarda, residir há 12 anos no Brasil, maior 
de 70 anos residindo a mais de 10 anos.
 Extradição: medida de cooperação entre o Estado brasileiro e o Estado requerente. A extradição 
ocorre quando um Estado solicita a outro a entrega de pessoa condenada por um crime ou que 
esteja sendo processada criminalmente (artigo 81, da Lei de Migração). A extradição será 
requerida por via diplomática ou pelas autoridades centrais. Artigo 
5º, incisos LI e LII, Constituição Federal de 1988, determina que 
nenhum brasileiro será extraditado, salvo o brasileiro naturalizado, 
e que o indivíduo não poderá ser extraditado em razão de crime 
político ou de opinião.
 Deportação: é a retirada compulsória de estrangeiro que se 
encontra em situação irregular no território nacional.
O indivíduo estrangeiro que atentar contra a moralidade pública brasileira será passível de:
a) Expulsão, se o ato não implicar extradição inadmitida pela legislação brasileira.
b) Extradição, cabendo ao STF apreciar o caráter da infração.
c) Expulsão por ato do ministro de Estado da Justiça.
d) Extradição mediante decreto do presidente da República.
e) Deportação, desde que isso seja conveniente aos interesses nacionais.
Interatividade
O indivíduo estrangeiro que atentar contra a moralidade pública brasileira será passível de:
a) Expulsão, se o ato não implicar extradição inadmitida pela legislação brasileira.
b) Extradição, cabendo ao STF apreciar o caráter da infração.
c) Expulsão por ato do ministro de Estado da Justiça.
d) Extradição mediante decreto do presidente da República.
e) Deportação, desde que isso seja conveniente aos interesses nacionais.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

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