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INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA
Enfermeiro Ayslon Ayron Paulino
Pós Graduado em Saúde Pública
Pós Graduado em Docência do Ensino Superior
Mestrando em Saúde e Sociedade
Ayslonayron
98119-0083
BASES FARMACOLÓGICAS
Carga horária: 40hs
Aulas Teóricas
Turma: Odontologia 3MA
Inicio: 18/02
Termino: 27/06
AV 1: 06/04
AV 2: 01/06
AV 2º Chamada: 15/06
AV Final: 22/06
Professor: Enf. Ayslon Ayron Paulino
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
FARMACOCINÉTICA – ABSORÇÃO X VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE FÁRMACOS
FARMACOCINÉTICA – DISTRIBUIÇÃO / BIOTRANSFORMAÇÃO
FARMACOCINÉTICA – EXCREÇÃO
FARMACODINÂMICA
INTRODUÇÃO À FARMACOLOGIA DO SNA
FÁRMACOS COLINÉRGICOS / ANTICOLINÉRGICOS
FÁRMACOS ADRENÉRGICOS/ ANTIADRENÉRGICOS
FÁRMACOS ANTIHIPERTENSIVOS
FÁRMACOS ANTICOAGULANTES
FARMACOCINÉTICA – ABSORÇÃO X VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE FÁRMACOS
FARMACOCINÉTICA – DISTRIBUIÇÃO / BIOTRANSFORMAÇÃO
FARMACOCINÉTICA – EXCREÇÃO
FARMACODINÂMICA
INTRODUÇÃO À FARMACOLOGIA DO SNA
FÁRMACOS COLINÉRGICOS / ANTICOLINÉRGICOS
FÁRMACOS ADRENÉRGICOS/ ANTIADRENÉRGICOS
FÁRMACOS ANTIHIPERTENSIVOS
FÁRMACOS ANTICOAGULANTES
FARMACOLOGIA 
Estudo das interações de substancias com organismos vivos
Estuda a propriedade dos medicamentos e seus efeitos com os seres vivos
Pharmakon
Logos
Estudo dos fármacos
FARMACOLOGIA 
Remédio
Fármaco
Princípio ativo
Medicamento
Droga
REMÉDIO
Qualquer substancia utilizada para obter a cura ou alivio de algum sintoma
MEDICAMENTO
É uma preparação química que, em geral, mas não necessariamente, contém um ou mais fármacos, além de excipientes, conservantes, solventes. É administrado com a intenção de produzir determinado efeito terapêutico.
FÁRMACO
é uma substância química de estrutura conhecida, o qual, quando administrado a um organismo vivo, produz um efeito farmacológico.
PRINCÍPIO ATIVO
é a substância que deverá exercer efeito farmacológico. Um medicamento, alimento ou planta pode ter diversas substâncias em sua composição, porém somente uma ou algumas destas conseguirão ter ação no organismo.
DROGA
Toda substância, natural ou sintética que ao ser introduzida no organismo modifica suas funções.
FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA 
FARMACOCINÉTICA
Administração
Absorção
Distribuição
Metabolização (biotransformação)
Excreção 
Vias de administração
A via de administração é determinada primariamente pelas propriedades do fármaco (ex., hidro ou lipossolubilidade, ionização) e pelos objetivos terapêuticos (ex., necessidade de um início rápido de ação, necessidade de tratamento por longo tempo, ou restrição de acesso a um local específico). As vias principais de administração de fármacos incluem a enteral, a parenteral e a tópica, entre outras.
Vias de administração – Enteral
A administração enteral (passa pelo trato gastrointestinal), é o modo mais seguro, comum, conveniente e econômico de administrar os fármacos. O fármaco pode ser deglutido, por via oral, ou pode ser colocado sob a língua (sublingual) ou entre a bochecha e a gengiva (bucal), facilitando a absorção direta na circulação sanguínea.
Via Oral: A administração oral oferece várias vantagens. Os fármacos orais são facilmente autoadministrados, e a toxicidade e/ou a dosagem excessiva podem ser neutralizadas com antídotos como o carvão ativado. Porém, as vias envolvidas na absorção oral são as mais complicadas, e o baixo pH do estômago inativa alguns fármacos.
Preparações revestidas (entéricas)
Preparações de liberação prolongada
Vias de administração – Enteral
Sublingual e bucal: A colocação do fármaco sob a língua permite que ele se difunda na rede capilar e, assim, entre diretamente na circulação sistêmica. A administração sublingual tem várias vantagens, incluindo facilidade de administração, absorção rápida, capacidade de evitar a biotransformação de primeira passagem. A via bucal (entre a bochecha e a gengiva) é similar à via sublingual.
Vias de administração – Parenteral
A via parenteral introduz o fármaco diretamente na circulação sistêmica. Ela é usada para fármacos que são pouco absorvidos no trato gastrointestinal (p. ex., heparina) e para os que são instáveis no TGI (p. ex., insulina). Essa administração também é usada no tratamento do paciente impossibilitado de tomar a medicação oral (paciente inconsciente) ou quando é necessário um início rápido de ação.
Intravenosa (IV): A injeção IV é a via parenteral mais comum. A via IV permite um efeito rápido e um grau de controle máximo sobre a quantidade de fármaco administrada. Quando injetada em bólus, toda a dose de fármaco é administrada na circulação sistêmica quase imediatamente. Se for administrado como infusão IV, o fármaco é infundido em um período de tempo maior, resultando em pico de concentração plasmática mais baixo e em aumento da duração do nível do fármaco circulante.
NÃO PASSA POR ABSORÇÃO
Vias de administração – Parenteral
Intramuscular (IM): A via Intramuscular deposita a medicação profundamente no tecido muscular, o qual é bastante vascularizado, podendo absorver rapidamente (difusão simples). Esta via de administração fornece uma ação sistêmica rápida e absorção de doses relativamente grandes.
Subcutânea (SC): Esta via de administração, como a IM, oferece absorção por difusão simples e é mais lenta do que a via IV. A injeção SC minimiza os riscos de hemólise ou trombose associados à injeção IV e pode proporcionar efeitos lentos, constantes e prolongados. Fármacos administrados comumente por via SC incluem insulina e heparina.
Vias de administração – Parenteral
Intracanal: Via de uso odontológico exclusivo para obtenção de efeito local de fármacos junto ao canal radicular e zona pulpar. Apesar dos dentes estarem incluídos na cavidade oral, considera-se a via intracanal como parenteral pelo fato do fármaco estar sendo administrado em área pulpar
Vias de administração – Outras vias
Tópica
Transdérmica
Intraocular
Intrarrespiratória
retal
intravaginal
intrauterina
uretral e peniana
FIM!
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