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Questões resolvidas

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Aula 02 - Prof. Larissa
Força Aérea Brasileira - CADAR (Prótese
Dentária) Conhecimentos Específicos -
2026 (Pós-Edital)
Autor:
Larissa Oliveira Ramos Silva,
Raquel Cardoso
01 de Março de 2025
03785310005 - Ritchely Corrêa ribeiro
Larissa Oliveira Ramos Silva, Raquel Cardoso
Aula 02 - Prof. Larissa
Índice
..............................................................................................................................................................................................1) Apresentação - Noções de Implantodontia 3
..............................................................................................................................................................................................2) Noções de Implantodontia 4
..............................................................................................................................................................................................3) Componentes do Implante 12
..............................................................................................................................................................................................4) Considerações Protéticas 14
..............................................................................................................................................................................................5) Complicações 17
..............................................................................................................................................................................................6) Considerações Finais - Noções de Implantodontia 18
..............................................................................................................................................................................................7) Lista de Questões - Noções de Implantodontia 20
Força Aérea Brasileira - CADAR (Prótese Dentária) Conhecimentos Específicos - 2026 (Pós-Edital)
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APRESENTAÇÃO DO CURSO 
Olá, aluno(a)! Tudo bem? Desejo boas-vindas à aula de Noções de Implantodontia. 
Meu nome é Larissa Oliveira, sou graduada em Odontologia e especialista 
em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Quando prestei prova de 
residência, fui aprovada em Recife, para o Hospital Getúlio Vargas, e em 
Salvador, na UFBA/OSI. Nos concursos, fui classificada em 1º lugar na 
ESFCEx 2023 para o cargo de cirurgião-dentista, especialista em CTBMF. 
Como podem perceber, há não muito tempo atrás, eu estava justamente 
aí onde você, concurseiro(a), está. Logo, tentarei utilizar da minha 
experiência para auxiliá-lo(a) na preparação para os concursos que forem 
prestar. 
Neste livro digital você estudará conceitos relacionados à implantodontia. 
Ultimamente, as bancas têm cobrado esse conteúdo inclusive para clínicos 
gerais. 
Darei o meu melhor para que você acerte todas as questões, mas também 
precisarei do seu empenho. Leia o PDF ativamente, não apenas passando 
os olhos. Faça grifos, circule, use cores, enfim, utilize a estratégia que mais se adequa à sua forma 
de aprendizado. Para qualquer dúvida, estou disponível no fórum de dúvidas na área do aluno. 
Espero que goste da aula!! 
Estou também no Instagram. Sempre posto dicas, questões, notícias do mundo dos concursos. 
 @prof.larissaoliveira_ 
Siga também o Estratégia Saúde no Instagram. Lá, você ficará atualizado de todas as notícias no 
mundo dos concursos das áreas da saúde. Você pode clicar aqui para nos seguir: 
@estrategia.saude 
Temos também um canal exclusivo no YouTube. No nosso canal, você encontra videoaulas, 
webnários, entrevistas com aprovados e muito mais. Inscreva-se através do link abaixo: 
https://www.youtube.com/@EstrategiaSaude 
Como há bastante conteúdo a ser estudado e o tempo é curto, não vou me alongar por aqui. 
Vamos trabalhar duro e chegar lá, juntos! 
Larissa Oliveira 
Larissa Oliveira Ramos Silva, Raquel Cardoso
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NOÇÕES DE IMPLANTODONTIA 
Considerações de Peri Implantação Biológica E Funcional 
O principal objetivo na instalação de implantes é alcançar e manter um contato profundo entre o osso e o 
implante. 
 Este conceito é conhecido como osseointegração. 
Histologicamente, a osseointegração é definida como o contato direto estrutural e funcional 
entre o osso vivo, organizado, e a superfície de um implante que esteja recebendo a carga 
funcional sem a interposição de tecido mole entre o implante e o osso. 
Clinicamente, a osseointegração definida como a fixação rígida assintomática de um 
material aloplástico (o implante) no osso com a capacidade para resistir às forças oclusais. 
 
Para a osseointegração ocorrer de forma previsível, são necessários diversos fatores importantes: 
1. Um material biocompatível (o implante). 
2. Cirurgia atraumática para minimizar os danos ao tecido. 
3. Colocação do implante em contato profundo com o osso. 
4. Imobilidade do implante, relativa ao osso, durante a fase de cicatrização. 
Vale ressaltar que a técnica cirúrgica mais atraumática, em um ambiente asséptico, é fundamental para 
minimizar as lesões térmicas e mecânicas nos ossos. Este procedimento envolve o uso de brocas de precisão 
para osteotomia, afiadas, funcionando em velocidade lenta com torque elevado, mantendo uma pressão 
intermitente, branda, enquanto proporciona uma irrigação abundante. A irrigação pode ser realizada 
interna ou externamente, usando brocas e peças de mão especiais com compartimentos internos. 
 
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O objetivo é manter as temperaturas dos ossos abaixo de 47°C durante a preparação do 
local do implante. Qualquer variação que eleve as temperaturas acima de 47°C, pode 
causar a necrose óssea e falha na osseointegração. 
A qualidade do osso frequentemente depende da sua posição no arco. O osso mais denso geralmente é 
observado na região anterior da mandíbula, seguida pela região anterior da maxila e posterior da 
mandíbula, e o osso menos denso é tipicamente encontrado na região posterior da maxila. 
 
 
Classificação da densidade óssea 
1. De Linkow, 1970 
➢ Estrutura óssea Classe I: Esse tipo ideal de osso consiste em trabéculas 
uniformemente espaçadas com pequenos espaços esponjosos. 
➢ Estrutura óssea Classe II: O osso possui espaços esponjosos um pouco maiores e 
com menos uniformidade do padrão ósseo. 
➢ Estrutura óssea Classe III: Existem grandes espaços preenchidos por medula entre 
o trabeculado ósseo. 
 
 
Imagem extraída de: Misch, Carl E. Implantes Dentários Contemporâneos, 3 ed, São Paulo: 2008, 1999, 1993 pela 
Mosby, um selo editorial Elsevier, Inc. ISBN: 978-0-3220-4373-1 
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2. De Lekholm e Zarb, 1985 
 
Imagem retirada de: MISCH, Carl E.. Implantes Dentais Contemporâneos. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 
3. De Misch 
 
 
Imagem retirada de: MISCH, Carl E.. Implantes Dentais Contemporâneos. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 
Então, qual o cenário ideal para a realização de um implante? 
Segundo Hupp, J.R et al., 2015 o melhor cenário seria um implante longo, de amplo diâmetro que 
envolvesse uma placa cortical superior, espessa, circundada por osso esponjoso denso, e que na parte 
terminal envolvesse uma placa cortical inferior espessa (ou seja,a região mandibular anterior). Um 
implante curto, de diâmetro estreito colocado em uma área que apresenta uma placa cortical superior fina 
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e osso esponjoso pouco denso, e que não envolve o osso cortical inferior, ofereceria uma estabilidade 
consideravelmente menor e resistência para a imobilidade (ou seja, a maxila posterior). 
Tecido Mole na Interface do Implante 
É imprescindível entender as semelhanças e as diferenças entre o tecido mole peri-implantar e o tecido mole 
periodontal. 
A principal diferença está na orientação das fibras supracrestais. Esta zona de fibras mais paralelas tem 
apresentando uma medida de 1 a 2 mm de altura. 
 
Imagem extraída de: livro HUPP, James R. Editora: Elsevier, Edição: 6., Local de Publicação: Rio de Janeiro, Ano: 2015 
... Referência Bibliográfica: HUPP, James R.; TUCKER, Myron R.; ELLIS, Edward. 
Clinicamente, este fato é importante! 
Quando é examinada a condição de saúde de tecidos moles peri-implantares, as profundidades de 
sondagens em um implante saudável seria aproximadamente de 1 a 2 mm menor do que a dimensão total 
medida, a partir da crista do sulco para a crista do osso alveolar. 
Destaca-se que, em geral, os implantes com mucosa saudável apresentam uma 
profundidade de sondagem de aproximadamente 4-3 mm, acima deste valor, caracteriza-
se indicação de bolsa. 
A outra diferença entre dentes e implantes é que os dentes apresentam um ligamento periodontal com as 
fibras de tecido conjuntivo que sustentam os dentes no osso alveolar. O implante, entretanto, está em 
contato direto com o osso sem qualquer interferência do tecido mole (com ausência de fibras colágenas 
inserindo-se ao longo da interfase dos implantes osseointegrados). 
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Com o aumento do período de acúmulo de placa, a mucosa peri-implantar parece ser 
menos eficaz do que a gengiva no controle das lesões associadas à placa bacteriana. 
Considerações Biomecânicas 
 
A capacidade de carga do implante integrado deve ser maior do que a carga prevista 
durante a função. Se as cargas aplicadas forem maiores do que a capacidade de carga 
estabelecida, é provável que ocorram falhas mecânicas, falhas biológicas, ou ambas. 
A falha mecânica pode se apresentar simplesmente como fratura de porcelana, ou como um parafuso 
protético fraturado ou perdido (o parafuso que fixa o pilar ou a estrutura ao implante). A falha mecânica 
mais devastadora ocorre quando a força é destrutiva de tal forma, que fratura realmente a fixação do 
implante. 
 
As principais causas das complicações na implantodontia estão relacionadas à biomecânica. 
Por exemplo, as perdas após a carga inicial excedem em número as perdas cirúrgicas, 
especialmente em osso macio, quando forças são maiores do que o usual ou os implantes 
são menores do que 10 mm. 
Misch desenvolveu uma sequência de plano de tratamento para diminuir o risco de 
sobrecarga biomecânica: 
1. Projeto da prótese 
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2. Fatores de força do paciente 
3. Densidade óssea nas regiões desdentadas 
4. Posição e número adequados de implantes 
5. Tamanho do implante 
6. Osso disponível nas regiões desdentadas 
7. Projeto do implante 
Uma falha biológica pode ocorrer quando a carga funcional excede a capacidade de suporte de carga na 
interface osso-implante. Este processo se apresenta inicialmente de forma clínica como perda óssea ao 
redor da plataforma do implante. Se esta perda for muito grave e com estímulo forte, a perda óssea pode 
progredir ao redor do implante total, e resultar na falha completa deste implante. 
A capacidade de suporte de carga dos implantes é qualificada por diversos fatores, incluindo: 
1. O número e o tamanho dos implantes; 
2. A disposição e a angulação dos mesmos; 
3. O volume e a qualidade da interface osso-implante. 
Avaliação Pré-Operatória e Plano de Tratamento 
O objetivo principal da terapia de implante dentário é satisfazer o desejo do paciente na reposição de um ou 
mais dentes ausentes, de um modo funcional e estético e com sucesso a longo prazo. Para alcançar este 
objetivo, deve-se realizar uma avaliação abrangente e detalhada da condição dento alveolar, bem como o 
bem-estar físico e mental do paciente. 
Queixa Principal 
História Médica e Avaliação do Risco Médico 
Exame Intra-oral 
Exame Imaginológico 
Considerações do Plano de Tratamento Cirúrgico 
Após avaliar todas as informações descritas previamente, deve-se determinar o prognóstico de colocação 
dos implantes com base nas limitações específicas como um resultado de variações anatômicas, qualidade 
óssea e quantidade óssea em diferentes áreas do maxilar. 
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As medições fundamentais e específicas para a colocação do implante incluem o 
seguinte: 
Ao menos 1 mm inferior ao assoalho dos seios nasais e maxilares 
Canal incisivo (colocação do implante na linha media do maxilar) deve ser evitado 
5mm anterior ao forame mentual 
2 mm superior ao canal mandibular 
3 mm a partir dos implantes adjacentes 
1,5 mm a partir das raízes dos dentes adjacentes 
 
Posição dos Implantes 
Segundo Misch, a instalação dos implantes deve levar em consideração os seguintes fatores: 
 
Ausência de cantiléveres
•Os cantiléveres na prótese devem ser reduzidos e preferencialmente eliminados;
assim, os últimos pilares na prótese estão em posição importante. O comprimento
do cantilever está diretamente relacionado a quantidade de forca adicional aplicada
sobre o pilar protético.
Ausência de três pônticos adjacentes
•Todos os ponticos entre os pilares flexionam-se sob carga. Quanto maior o espaco
entre os pilares, maior a flexibilidade do metal na prótese.
Regra canino-molar
•As regiões de canino e o primeiro molar são locais importantes, especialmente
quando dentes adjacentes estão ausentes. Uma restauracao fixa substituindo um
canino apresenta maior risco do que qualquer outra restauracao na boca.
Dinâmica do arco
•Um arco é dividido em cinco segmentos. Quando mais de um segmento de um arco
está para ser substituído, a posição do implante é determinada por pelo menos um
implante em cada segmento.
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Critérios para o Sucesso do Implante 
 
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COMPONENTES DO IMPLANTE 
Corpo do Implante 
O corpo do implante é o componente colocado dentro do osso. 
 
Implante com forma característica de raiz. (Cortesia de Zimmer Dental Inc., Carlsbad, CA.). Conteúdo extraído do 
livro HUPP, James R. Editora: Elsevier, Edição: 6., Local de Publicação: Rio de Janeiro, Ano: 2015 ... Referência Bibliográfica: HUPP, James R.; 
TUCKER, Myron R.; ELLIS, Edward.Os implantes de um estágio são compostos de uma peça única, onde após a sua implantação 
cirúrgica a porção coronária da peça atravessa a mucosa, permanecendo exposto na 
cavidade bucal. 
Já nos implantes de dois estágios, existe a necessidade de duas cirurgias antes do início da 
restauração protética; uma visando a implantação cirúrgica do pino ou cilindro intra-ósseo 
e outra visando a colocação de um pilar (abutment) que será o elemento de conexão do 
implante com a prótese. Os componentes do segundo estágio prendem o corpo do implante 
através de uma rosca interna especifica existente dentro do mesmo. 
Ambos os tipos de implantes apresentam vantagens e desvantagens quanto ao seu uso, porém os implantes 
de dois estágios são os mais utilizados atualmente e apresentam maior acompanhamento clínico 
reportado na literatura odontológica. 
Parafuso de Cicatrização ou de Cobertura 
Após colocar o corpo do implante, antes de suturar, este é selado em sua plataforma com um parafuso de 
cobertura intra-implantes, de perfil baixo. No procedimento de exposição ou reabertura do segundo estágio, 
o parafuso de cobertura é removido e recolocado com um pilar de cicatrização. 
Pilar Provisório ou de Cicatrização 
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==313c50==
Os pilares de cicatrização são parafusos que proporcionam acesso transmucoso para a plataforma do 
implante e são feitos de titânio ou de liga de titânio para serem colocados na conclusão da cirurgia. 
Componentes de Transferência de Moldagem 
Os componentes de transferência de moldagem facilitam a transferência do posicionamento intraoral do 
implante para a mesma posição do molde de laboratório. Os copings de impressão podem ser parafusados 
no corpo do implante ou parafusados ou encaixados em um pilar de implante. Alguns copings de impressão 
apresentam um lado plano que age na orientação das roscas ou do desenho antirracional do implante (p. 
ex., hexágono ou trilobular). Geralmente, a transferência de impressão ou moldagem pode ser realizada em 
moldeira fechada ou aberta. 
Pilar de Implante 
O pilar é a parte do implante que sustenta ou retém uma prótese ou a superestrutura do implante. A 
superestrutura é definida como uma armação de zircônio ou metal ligada à plataforma do implante ou ao(s) 
pilar(es) do implante que proporciona retenção para uma prótese removível (p. ex., um molde ou uma barra 
fresada retendo uma sobredentadura com acessórios) ou a armação para uma prótese fixa. 
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CONSIDERAÇÕES PROTÉTICAS 
O plano oclusal da maxila, a Curva de Spee e a Curva de Wilson necessitam ser avaliados. As condições 
compensatórias para a oclusão devem ser levadas em consideração (p. ex., facetas de desgaste, lesões de 
abfração, recessão ou retração gengival, mobilidade, migração dentária, separação anterior, molares 
inclinados mesialmente e fraturas). 
Outro ponto importante é a relação coroa-implante que necessita ser considerada cuidadosamente no plano 
de tratamento. Deve-se medir o espaço interarcadas na área planejada para a coroa e o implante e relacionar 
esta medida contra o comprimento do implante pretendido. 
Por exemplo, se o espaço interarcadas entre a crista óssea do sítio edêntulo do primeiro 
molar inferior direito e a superfície oclusal oposta for 10 mm e o implante mais longo que 
puder ser colocado for 10 mm, então a relação coroa-implante é de 1:1. Qualquer relação 
menor do que 1:1 proporciona um aumento de confiança para a biomecânica favorável (p. 
ex., uma coroa com altura de 8 mm apoiada por um implante que apresenta 13 mm de 
comprimento). Quando a relação se torna maior do que 1:1. o cirurgião-dentista deve ter 
conhecimento da capacidade potencial da biomecânica em exceder gradualmente aquela 
relação (p. ex., uma coroa com altura de 15 mm apoiada por um implante que apresenta 8 
mm de comprimento). 
 
O espaçamento do implante deve ser entendido como um requisito dimensional. Os 
implantes necessitam de 1,5 mm de espaço a partir da superfície externa do implante 
para a superfície adjacente da raiz dentária e 3 mm de espaço entre os implantes 
adjacentes. 
 
Se um implante de 4 mm de diâmetro for planejado para substituir um dente ausente, o espaço edêntulo 
mínimo necessário seria de 7 mm (1,5 mm + 4 mm + 1,5 mm = 7 mm). Se dois implantes adjacentes de 4 mm 
forem planejados entre dentes naturais, o espaço edêntulo deveria ter ao menos 14mm (1,5mm + 4mm + 
3mm + 4mm + 1,5mm = 14 mm). 
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Imagem extraída de: HUPP, James R. Editora: Elsevier, Edição: 6., Local de Publicação: Rio de Janeiro, Ano: 2015 
... Referência Bibliográfica: HUPP, James R.; TUCKER, Myron R.; ELLIS, Edward. 
 
O fator determinante no apoio da sobredentadura, bem como nas opções de próteses fixas nas arcadas 
edêntulas, é o conceito da extensão anterior e posterior (extensão A-P) dos implantes. 
A extensão A-P é definida pela distância medida entre uma linha delineada horizontalmente através do 
centro do implante mais anterior, e uma linha delineada horizontalmente através da região distal do 
implante mais posterior em cada lado da arcada. 
Quanto maior for a extensão A-P, mais estabilidade a prótese apresentará. Se uma barra de retenção ou 
estrutura fixa tiverem que ser suspensas para aumentar o comprimento, e, desse modo, seu apoio, a medida 
da distância A-P pode ser multiplicada por um fator de 1,5x para determinar o comprimento adicional que 
pode ser adicionado à barra ou à estrutura. Portanto, se a distância medida a partir do centro do implante 
mais anterior para a região distal do implante mais posterior for 10 mm, então uma barra de retenção ou 
uma estrutura fixa poderiam ser estendidas 15 mm de forma posterior para o implante mais posterior 
naquele lado. Se a distância suspensa for excessiva, este processo pode levar à falha da estrutura protética, 
ou pode provocar estresse indevido nos implantes, comprometendo a potencialidade e a integridade e 
causando a falha dos mesmos. 
 
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==313c50==
 
Linhas da extensão A-P para estabilidade de suspensão. Maxila edêntula com seis implantes colocados, e descrição da determinação quantitativa para 
a capacidade de extensão de uma prótese ou de uma estrutura. Conteúdo extraído do livro HUPP, James R. Editora: Elsevier, Edição: 6., 
Local de Publicação: Rio de Janeiro, Ano: 2015 ... Referência Bibliográfica: HUPP, James R.; TUCKER, Myron R.; ELLIS, Edward. 
Opções Protéticas sobre Implantes 
Opções para o Paciente Edêntulo 
Pacientes totalmente edêntulo podem beneficiar-se com as próteses implantossuportadas ou 
implantorretidas. 
Existem três opções básicas de implantes: 
➢ A sobredentadura implantossuportadas por tecido mole e implante; 
➢ Todas as sobredentaduras; 
➢ A prótese fixa completa. 
Opções para o Paciente Parcialmente Edêntulo 
As opções para os pacientes parcialmente edêntulo podem ser divididas em duas categorias diferentes: 
➢ Ausência de um único dente; 
➢ Ausência de dois ou mais dentes adjacentes. 
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COMPLICAÇÕES 
A cirurgia de colocação do implante pode ser realizada com grande exatidão e com pouca complicação, se o 
caso for diagnosticado, planejado e bem realizado cirurgicamente. Porém, como com quaisquer 
procedimentos cirúrgicos, as complicações são possíveis e incluem o seguinte: 
1. Complicações que podem ocorrer com qualquer procedimento cirúrgico, incluindo dor, 
sangramento, inchaço ou infecção; 
2. Um erro de posicionamento resultando em implantes colocados em uma posição ou angulação 
comprometidas. O implante pode ser colocado muito próximo da raiz do dente adjacente, muito 
distante do aspecto mesial, distal ou bucal, comprometendo o suporte ósseo; 
3. O implante pode ser colocado muito distante no osso, tornando difícil o acesso protético. Se o 
implante não for colocado em uma profundidade suficiente dentro do osso, deixando espiras do 
corpo do implante acima da crista óssea, haverá comprometimento do suporte ósseo, da saúde do 
tecido mole, da higiene e da estética; 
4. As complicações da técnica cirúrgica, tais como uma laceração do retalho do tecido mole, 
fechamento insatisfatório da incisão ou trauma excessivo do tecido mole a partir da retração pode 
resultar na deiscência do tecido, infecção, e perda definitiva do implante. A falta de atenção aos 
detalhes na preparação da osteotomia, tal como a perfuração excessiva do diâmetro da osteotomia 
poderia resultar em um prognóstico insatisfatório para a integração. 
5. A invasão das estruturas anatômicas críticas pode produzir complicações mais sérias. Se o implante 
invadir ou afetar o canal do nervo alveolar inferior, este processo pode causar parestesia (sensação 
alterada em que o paciente não sente dor, p.ex., dormência, formigamento), ou disestesia (sensação 
alterada em que o paciente sente dor e desconforto). Se o implante invadir o seio maxilar ou a 
cavidade nasal, este processo pode resultar em uma infecção. 
6. As complicações mecânicas podem ser apresentadas com uma fratura da plataforma do implante, 
devido à excessiva inserção de torque. 
7. A abertura da linha de incisão pode ocorrer em consequência de uma sutura inadequada, ou de não 
ter um fechamento sem tensão. 
8. As complicações estéticas podem ocorrem a partir de uma angulação ou posicionamento 
insatisfatórios do implante, tornando a restauração protética adequada praticamente inatingível. 
 
 
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CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Você finalizou o conteúdo de noções de implantodontia, coruja! Lembre-se de sempre revisar esse conteúdo. 
Para testar ainda mais seus conhecimentos, faça as questões do PDF. Se você preferir, pode iniciar pela lista 
de questões, já que não tem os comentários e, em seguida, conferir o gabarito e comentários que fiz no 
tópico de questões comentadas. Isso te ajudará a forçar mais a sua memória durante a resolução. 
Para qualquer dúvida, estou disponível no fórum de dúvidas da área do aluno! 
Deixo abaixo os meus contatos!! 
Nos vemos na próxima aula!! Abraço da professora Larissa! 
 
E-mail: larissaramost@hotmail.com 
Instagram: https://www.instagram.com/prof.larissaoliveira_ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
1. HUPP, James R.; III, Edward Ellis; TUCKER, Myron R.. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. 6. 
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 704 p. 
2. Imagem retirada de: MISCH, Carl E.. Implantes Dentais Contemporâneos. 3. ed. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2008. 
 
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LISTA DE QUESTÕES 
 
1. (FUMARC - 2023) Considerando as diretrizes de Misch para determinar as posições de instalação dos 
implantes, é CORRETO afirmar: 
a) A utilização de cantiléveres deve ser reduzida ou, preferencialmente, eliminada. 
b) A utilização de três pré-molares como pônticos adjacentes é possível em região posterior mandibular. 
c) As posições de incisivo central, canino e primeiro molar são estratégicas para instalação de implantes. 
d) Considerando que os dentes estão dispostos em um arco representado por um pentágono aberto, 
recomenda-se a instalação de pelo menos dois implantes em cada um dos segmentos envolvidos pelas 
ausências dentárias. 
2. (AOCP - 2022) Paciente do gênero masculino, 45 anos, compareceu para atendimento pelo serviço de 
odontologia da Polícia Militar do Estado de Goiás, necessitando de reabilitação oral com implantes ósseo-
integráveis. Durante o exame clínico, observou-se ausência dos dentes 11, 12, 13, 21, 22 e 23, e o desejo 
do paciente era dentes individualizados. O implante de menor diâmetro para reabilitação disponível no 
serviço apresenta 3.5mm. Sabendo disso, assinale a alternativa que apresenta o espaço mínimo necessário 
entre 14 e 24 para que seja possível a reabilitação com 6 coroas sobre implantes individualizadas. 
a) 33mm. 
b) 36mm. 
c) 39mm. 
d) 42mm. 
e) 45mm. 
3. (CEBRASPE – 2021) No que se refere aos implantes dentários que visam solucionar a perda dentária, 
problema que afeta a saúde do sistema estomatognático, julgue o item subsecutivo. Em área de defeito 
ósseo extenso associado à instalação de implante imediato, a matriz de fibrina autóloga associada com 
plaquetas, linfócitos T e B, monócitos, neutrófilos e fatores de crescimento favorece a formação óssea em 
razão do aumento da angiogênese, além de influenciar na transformação de fibrinogênio em fibrina, 
colaborando com a estabilização do coágulo. 
a) Certo 
b) Errado 
4. (Apoio às residências em saúde - 2021) O implante, após ser submetido a carga mastigatória, pode estar 
sujeito a complicações tais como falhas em virtude do acúmulo de tensões na interface osso-implante ou 
pouco suporte das forças oclusais. Os critérios determinantes para essas falhas são: 
a) Implante curto, osso tipo IV. 
b) Microgap implante-pilar, osso tipo I. 
c) Tratamento de superfície aditiva, osso tipo IV. 
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d) Tratamento de superfície subtrativa, osso tipo I. 
5. (IBFC - 2020) O advento da implantodontia e o processo de osseointegração têm sido um dos mais 
importantes avanços terapêuticos da odontologia moderna, entretanto, algumas complicações podem se 
desenvolver. Sobre tais complicações, assinale a alternativa incorreta. 
a) Complicações mecânicas por sobrecarga oclusal. 
b) Complicações mecânicas por infecções periimplantares. 
c) Complicações biológicas por imunossupressão do paciente. 
d) Complicações biológicas por presença de placa bacteriana. 
e) Complicações biológicas por presença de biofilme. 
6. (CADAR - 2020) Sobre o planejamento de tratamento com implantes, é incorreto afirmar que 
a) A prótese fixa sobre implantes não deve ser desenhada com três pônticos adjacentes. 
b) As regiões de canino e primeiro molar são locais importantes, especialmente quando dentes adjacentes 
estão ausentes. 
c) Os cantiléveres naprótese devem ser reduzidos e preferencialmente eliminados; assim, os últimos 
pilares na prótese ficam em posição importante. 
d) Um arco dentário é dividido em quatro segmentos. Quando mais de um segmento de um arco está para 
ser substituído, a posição do implante é determinada por pelo menos um implante em cada segmento. 
7. (IBFC - 2020) Em 1995, Lekholm e Zarb propuseram uma classificação que avalia a proporção relativa do 
osso cortical e trabecular. Diante da afirmação, assinale a alternativa que preencha correta e 
respectivamente as lacunas de acordo com o tipo de osso descrito. 
_____: osso com uma camada fina de osso cortical, com um núcleo de osso trabecular de baixa densidade. 
_____: osso com uma camada fina de osso compacto à volta de um núcleo de osso trabecular denso. 
_____: osso com uma camada fina de osso cortical à volta de osso trabecular denso, com resistência 
favorável. 
_____: osso compacto homogêneo. 
a) Tipo IV / Tipo II / Tipo III / Tipo I. 
b) Tipo I / Tipo II / Tipo III / Tipo IV. 
c) Tipo IV / Tipo III / Tipo II / Tipo I. 
d) Tipo III / Tipo II / Tipo IV / Tipo I. 
e) Tipo II / Tipo III / Tipo IV / Tipo I. 
8. (SELECON – 2020) Observe a figura abaixo: 
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Nobel Biocare 
1. Prótese tipo Protocolo Branemark; 
2. Componente intermediário - mini pilar angulado; 
3. Implante instalado de forma angulada. 
Demonstra-se o objetivo na inclinação na posição dos implantes, em: 
a) Diminuir o cantilever distal da barra do protocolo (método all-on-four), sendo essa inclinação para desviar 
do nervo alveolar inferior na altura do forame mentual 
b) Facilitar a etapa cirúrgica pela instalação de implantes inclinados, não necessitando de guia cirúrgico 
c) Facilitar a etapa protética pela emergência do parafuso estar mais distalizado 
d) Resistir mais às forças oclusais, já que os implantes foram instalados deforma inclinada 
9. (IBFC - 2020) Os mecanismos ou fenômenos biológicos do crescimento/regeneração óssea com o uso 
de enxertos, podem ocorrer por osteocondução, osteoindução e osteogênese. Com base nisso, analise as 
afirmativas a seguir: 
I. _____: alcançada por osteoblastos e osteoprogenitores. O osso autógeno é o único com essa 
propriedade. Promove a reparação _____ dos tecidos _____ resposta imunológica e infecções cruzadas 
entre doador e receptor. 
II. _____: estimula diferenciação celular mesenquimal em células progenitoras. A remodelação ocorre por 
meio de atividade _____, diferenciação celular e produção de novo osso. 
III. ______: dá suporte à neoformação e crescimento ósseo. A _____ favorece a proliferação de células 
osteoprogenitoras e posterior aposição de tecido ósseo novo. 
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.? 
a) I. Osteogênese / rápida / sem II. Osteoindução / osteoclástica III. Osteocondução / matriz orgânica. 
b) I. Osteoindução / rápida / sem II. Osteogênese / osteoclástica III. Osteocondução / matriz orgânica. 
c) I. Osteocondução / rápida / sem II. Osteogênese / osteoclástica III. Osteoindução / matriz orgânica. 
d) I. Osteogênese / lenta / com II. Osteoindução / osteoclástica III. Osteocondução / matriz orgânica. 
e) I. Osteogênese / lenta / com II. Osteocondução / osteoblastos III. Osteoindução / matriz orgânica. 
 
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10. (IBFC - 2020) A instalação de implantes imediatamente após a extração de dentes foi uma técnica 
sugerida no fim dos anos 80 com algumas vantagens, entretanto, existem dificuldades para a execução 
dessa instalação imediata. Sobre essas dificuldades, assinale a alternativa incorreta. 
a) Cuidados durante a instalação do implante em relação à posição tridimensional dita real. 
b) Cuidados cirúrgicos com os tecidos circunvizinhos ao alvéolo fresco. 
c) Estabelecimento da estabilidade secundária quanto ao torque de inserção ao final da instalação do 
implante. 
d) Estabelecimento da estabilidade primária. 
e) Manutenção do contorno cervical gengival. 
11. (CADAR - 2020) Para o planejamento em prótese sobre implante, uma distância mesiodistal mínima 
deve ser respeitada. Assim sendo, qual seria a dimensão mesiodistal aproximada do espaço protético na 
região dos pré-molares superiores direito, considerando que o diâmetro da plataforma de ambos 
implantes são 4mm e que o paciente apresenta dente adjacente natural? 
a) 11mm. 
b) 14mm. 
c) 17mm. 
d) 20mm. 
12. (Escola de Saúde Pública do Ceará- 2019) A estabilidade inicial do implante dentário deve ser alcançada 
e mantida para a formação óssea na superfície do implante. A estabilidade no momento da colocação é 
baseada no volume e na qualidade óssea que entra em contato profundo com o implante, bem como o 
comprimento e o diâmetro do mesmo. Nesse contexto, qual, dentre as opções abaixo, representa o melhor 
cenário em termos de estabilidade do implante? 
a) Implante curto, de diâmetro estreito colocado em uma área que apresenta uma placa cortical superior 
fina e osso esponjoso pouco denso, e que não envolvesse o osso cortical inferior. 
b) Implante curto, de diâmetro estreito colocado em uma área que apresenta uma placa cortical superior 
fina e osso esponjoso pouco denso, e que na parte terminal envolvesse uma placa cortical inferior espessa. 
c) Implante longo, de amplo diâmetro que envolvesse uma placa cortical superior, espessa, circundada por 
osso esponjoso denso, e que na parte terminal envolvesse uma placa cortical inferior espessa. 
d) Implante longo, de amplo diâmetro que envolvesse uma placa cortical superior, fina, circundada por osso 
esponjoso pouco denso, e que na parte terminal envolvesse uma placa cortical inferior espessa. 
13. (INSTITUTO AOCP – 2019) As estabilidades primárias, como a secundária, de um implante são críticas 
para o sucesso da reabilitação do paciente. Em relação aos implantes dentários, assinale a alternativa 
correta. 
a) Os tecidos moles peri-implantares são similares em aparência e estrutura aos tecidos moles periodontais, 
entretanto não existem fibras de colágeno inserindo-se ao longo da interface dos implantes osseointegrados. 
b) A estabilidade secundária é conseguida no momento da colocação cirúrgica e depende da geometria do 
implante, qualidade e quantidade de osso disponível para a ancoragem. 
c) A morfologia do tecido conjuntivo peri-implantar assemelha-se a dos dentes naturais com exceção da 
ausência de ligamento periodontal, cemento e do espaço biológico. 
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d) A estabilidade primária acontece com o passar da cicatrização e depende da superfície do implante, assim 
como a qualidade e a quantidade do osso adjacente, que vão determinar a porcentagem de contato entre 
implante e osso, garantindo sua osseointegração. 
14. (VUNESP – 2019) Em relação à reabilitação com implantes osseointegrados, assinale a alternativa 
correta. 
a) Pode-se considerar como sucesso, uma perda óssea vertical de até 0,8 mm por ano dos implantes, após o 
início da função mastigatória. 
b) A distância mínima requerida entre o implante e a parede lingual deve ser de, no mínimo, 5 mm. 
c) A distância mínima requerida entre os implantes varia de acordo com o sistema utilizado, mas, geralmente, 
uma distância de 3 mm é considerada aceitável. 
d) Pode-se considerar a distância de 2 mm entre o implante e oforame mentual como segura. 
e) Sempre se deve manter uma distância de, no mínimo, 4 mm entre o implante e as raízes dos dentes 
adjacentes. 
15. (INSTITUTO AOCP – 2019) O desenho do pilar protético (provisório ou definitivo) estabelece uma 
relação direta com a saúde e o estado dos tecidos moles e a mucosa peri-implantar. A respeito da definição 
do perfil ideal para o pilar protético, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e 
assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
( ) O perfil côncavo não proporciona suporte para os tecidos moles, podendo provocar recessão da mucosa 
peri-implantar. 
( ) O perfil convexo e divergente a partir do ombro do implante provoca pressão nos tecidos e pode resultar 
em estímulo para aumento gradual da espessura da mucosa peri-implantar. 
( ) O perfil côncavo inicia-se bem estreito próximo à plataforma do implante e se torna largo na região 
cervical. 
( ) Na constituição de pilares definitivos para as próteses cimentadas, o término do preparo deve ficar 
entre 0,5 e 1mm abaixo da margem gengival. 
a) V – V – V – V. 
b) F – F – V – V. 
c) V – V – F – V. 
d) V – V – F – F. 
16. (INSTITUTO AOCP – 2019) A instalação de implantes em sítios infectados, seja por lesões periapicais ou 
periodontais, pode resultar na perda desses implantes. Assim, a fim de se evitar complicações futuras, o 
profissional deve tomar medidas preventivas. Com base no exposto, informe se é verdadeiro (V) ou falso 
( ) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
( ) É importante escolher implantes cuja macrogeometria favoreça e estabilidade primária e que seja 
promovida a subinstrumentação do tecido ósseo. 
( ) Entre essas medidas estão descontaminação periodontal, debridamento e limpeza meticulosa do 
alvéolo para remoção do tecido de todo a granulação. 
( ) Entre essas medidas estão bochechos com solução de clorexidina e administração de antibiótico 
sistêmicos pré-operatório somente. 
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a) F – V – V. 
b) F – V – V. 
c) V – V – F. 
d) V – V – V. 
17. (INSTITUTO AOCP – 2019) A inclinação das raízes em relação ao osso alveolar é de extrema importância 
para o planejamento de implantes imediatos na região de canino a canino superior. A melhor condição 
clínica dessa relação se dá quando: 
a) A raiz está centralizada no osso alveolar sem tocar as corticais ósseas vestibular e palatina no terço apical. 
b) A raiz está posicionada margeando a cortical óssea vestibular. 
c) A raiz está posicionada margeando a cortical óssea palatina. 
d) Pelo menos 2/3 da raiz toca as corticais ósseas vestibular e palatina. 
18. (INSTITUTO AOCP – 2019) Paciente feminina, 37 anos, busca atendimento odontológico para recompor 
estética e funcionalmente a região dos dentes 24 e 25, as quais estão ausentes. Clinicamente, evidencia-
se um defeito em “lâmina de faca”, onde provavelmente está presente um defeito horizontal sem osso 
medular interposto entre as duas corticais. A fim de verificar a possibilidade de indicar uma técnica de 
Regeneração Óssea Guiada (ROG), faz-se necessária a avaliação da espessura do tecido gengival vestibular, 
da espessura da mucosa palatina e do volume ósseo disponível. Nessa situação, o exame por imagem mais 
indicado para esse paciente é a 
a) Tomografia computadorizada linear de uso médico, por permitir a dissociação de estruturas orais sem a 
sobreposição de imagens. 
b) Tomografia computadorizada de feixe cônico, realizada mediante aplicação prévia de contrastes em 
“spray” sobre os tecidos moles, por evidenciar os limites entre as estruturas. 
c) Tomografia computadorizada de feixe linear, com capacidade maior do campo de visão (FOV), 
aumentando a resolução das imagens e possibilitando a diferenciação de estruturas dermodensas. 
d) Tomografia computadorizada de feixe cônico, realizada mediante o uso de dispositivo plástico para 
afastamento labial, com instruções para o paciente manter a língua afastada do palato durante a aquisição 
tomográfica. 
19. (IBADE - 2019) O sucesso dos implantes dentários depende, dentre outros fatores, da estabilidade 
primária. Essa consiste na estabilidade mecânica obtida durante o posicionamento do implante no sítio 
ósseo. Um dos conhecidos fatores que influenciam na estabilidade primária é a densidade óssea. Em 1988, 
Misch descreveu uma classificação para quatro tipos ósseos, baseada na classificação de Lekholm e Zarb 
(1985), que é a mais reconhecida na implantodontia por ser bastante abrangente. Acerca da classificação 
da densidade óssea de Misch, pode-se considerar que 
a) D1 é o osso cortical poroso e trabecular grosso, como localização típica na região anterior de mandíbula. 
b) D5 é um osso que pode ser encontrado tipicamente na região anterior de maxila, tem cortical porosa e 
trabecular grosso. 
c) D2 é o osso trabecular fino, muito macio, com mineralização incompleta e grandes espaços 
intertrabeculares. 
d) D4 é o osso trabecular fino em quase sua totalidade do volume, pois quase não apresenta crista óssea 
cortical. 
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e) D3 é osso cortical denso, geralmente presente na região posterior da maxila, com senso tátil similar ao 
isopor. 
20. (CEBRASPE – 2018) A estabilidade primária dos implantes depende de vários fatores, entre os quais 
estão as características da cortical óssea e a macrogeometria (macromorfologia) do implante. Qual é a 
macrogeometria do implante que apresenta maior potencial técnico de assegurar tecnicamente a 
estabilidade primária, independentemente das características do leito ósseo receptor? 
a) Implantes de paredes paralelas, por exercerem compressão no tecido ósseo de maneira constante ao 
longo do seu comprimento. 
b) Implantes de paredes cônicas, com duplo passo de roscas e corte apical, por promoverem maior 
condensação óssea durante a inserção em comparação aos implantes de paredes paralelas. 
c) Implantes de paredes paralelas e com corte apical, pois possibilitam a mudança de direção no momento 
da inserção e promovem maior compressão óssea em sua porção cervical. 
d) Implantes de paredes cônicas, com duplo passo de roscas, por possibilitarem melhor corte durante a 
inserção. 
21. (MS CONCURSOS – 2018) Nos dias atuais, os implantes dentários osseointegrados são considerados o 
procedimento padrão para o tratamento dos edentulismos total e parcial. Informações a longo prazo nos 
sistemas de implantes modernos no mercado atual têm mostrado, em geral, altas taxas de sobrevida e 
mínima perda óssea ao redor dos implantes. A evidência de um implante dentário bem-sucedido é a 
ausência de mobilidade, afinal, a obtenção e a manutenção da estabilidade são pré-requisitos para uma 
evolução clínica de sucesso. Os principais determinantes da estabilidade do implante são: as propriedades 
mecânicas do tecido ósseo no local de colocação do implante e a qualidade da fixação do implante ao 
tecido ósseo. A estabilidade do implante resulta do contato entre sua superfície e o tecido ósseo 
circundante. O grau de estabilidade primária após a instalação depende dos fatores relacionados com o 
osso, a técnica cirúrgica e o desenho do implante. 
Analise as afirmações seguintes com relação à estabilidade do implante: 
I. As propriedades biomecânicas do osso são determinadas pela proporção de osso cortical e osso 
trabecular em um local de implante. 
II. O osso cortical é construído por lamelas mineralizadas densamente compactadas, enquanto o 
trabecular apresenta estrutura porosa e contémmais componentes de tecido mole do que de tecido 
mineralizado. Por essa razão, o osso cortical é 10 a 20 vezes mais rígido do que o trabecular e fornece 
melhor suporte para um implante. 
III. A técnica cirúrgica pode influenciar na estabilidade do implante, dependendo da escolha do diâmetro 
das brocas, da profundidade do preparo e se é utilizada ou não marcação prévia da rosca (pre-tapping). 
Está correto o que se afirma em: 
a) II, somente. 
b) III, somente. 
c) I e II, somente. 
d) II e III, somente. 
e) I, II e III. 
 
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22. (AOCP - 2018) Pacientes que perderam um ou mais dentes podem se beneficiar da colocação de 
implantes para repor suas perdas. Porém, deve-se realizar uma avaliação cuidadosa do local disponível 
para a colocação do implante. Por exemplo, a região posterior da mandíbula limita o comprimento dos 
implantes com base na posição do canal mandibular, que cruza transversalmente o corpo da mandíbula 
nessa região. Preferencialmente a ponta do implante deve guardar uma distância mínima, a partir do 
nervo alveolar inferior, de: 
a) 0,5 mm. 
b) 1,0 mm. 
c) 1,5 mm. 
d) 2,0 mm. 
e) 3,0 mm. 
23. (FUNIVERSA – 2016) Assinale a alternativa correta em relação aos cuidados biológicos na hora da 
instalação do implante. 
a) O limiar térmico para que ocorram danos ao osteócito deve estar em torno de 100 graus. 
b) O limiar térmico para que ocorram danos ao osteócito deve estar em torno de 47 graus. 
c) O limiar térmico para que ocorram danos ao osteócito deve estar em torno de 98 graus. 
d) Brocas afiadas são irrelevantes para o sucesso da osseointegração. 
e) A irrigação com soro é irrelevante. 
24. (CESPE - 2016) A propósito de implantes dentários, assinale a opção correta. 
a) Diabetes, osteoporose e tabagismo são fatores que interferem no sucesso dos implantes dentários. 
b) O implante imediato osseointegrado é contraindicado para pacientes que sejam desdentados totais. 
c) A contraindicação de colocação de implantes é definitiva em casos de periodontite. 
d) Em casos de implantes unitários imediatos, a função mastigatória deve ser restabelecida imediatamente. 
e) Quatorze anos é a idade mínima para a submissão do paciente ao tratamento com implantes, uma vez 
que nessa idade a formação óssea está finalizada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GABARITO 
1. A 
2. C 
3. CERTO 
4. A 
5. B 
6. D 
7. A 
8. A 
9. A 
10. C 
11. B 
12. C 
13. A 
14. C 
15. B 
16. C 
17. B 
18. D 
19. D 
20. B 
21. E 
22. D 
23. B 
24. A 
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